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domingo, janeiro 30, 2011
sexta-feira, novembro 19, 2010
Sponholz: Disfarce de Erenice não convence
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quarta-feira, novembro 10, 2010
Sponholz: Dilma, Erenice e os irmãos petralhas
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quinta-feira, outubro 28, 2010
Sponholz: A Mulher-Bomba!
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sábado, outubro 16, 2010
NOVO ESCÂNDALO NO PLANALTO! DEPUTADO DENUNCIA: 'FUI EXTORQUIDO NA CASA CIVIL'
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| Vladimir Muskatirovic, o Vlad, da Casa Civil, ao lado da ex-ministra Erenice Guerra. No destaque, Roberto Rocha |
Em reportagem de VEJA desta semana, o parlamentar Roberto Rocha revela que assessor de Dilma Rousseff exigiu 100 000 reais de propina para agilizar processo que dependia de autorização do presidente Lula.
Em 2007, o deputado Roberto Rocha, do PSDB maranhense, obteve uma audiência na Casa Civil para tratar de um problema que já se estendia por anos. Como mostra a revista VEJA desta semana, contudo, Rocha não encontrou uma solução para seu problema na visita ao Planalto. Encontrou, isso sim, um outro exemplo de como um balcão de negócios operava na Casa Civil de Dilma Rousseff, Erenice Guerra e companhia.
Sócio da TV Cidade, retransmissora da Record no Maranhão, Rocha aguardava desde 2003 uma autorização para alterar a composição societária da empresa. Como as emissoras de televisão são concessões públicas, negócios desse tipo requerem a chancela do governo. Esse procedimento burocrático deveria ser rápido (na medida em que as burocracias são rápidas, é claro), mas acabou se alongando despropositadamente por razões políticas. Rocha é adversário dos Sarney no Maranhão. Dona de TV no estado, e influente no governo Lula, a família fez de tudo para atravancar o seu negócio. Como no Maranhão o apoio ou a oposição aos Sarney é um divisor de águas, Rocha contou até mesmo com a ajuda de petistas, como o deputado Domingos Dutra, para chegar à Casa Civil.
Lá, encontrou-se com o personagem central da reportagem: o advogado Vladimir Muskatirovic, o "Vlad", que atualmente ocupa a chefia de gabinete da Casa Civil. Subordinado de Erenice Guerra desde a época em que ela comandava a assessoria jurídica do Ministério de Minas e Energia, Vlad foi carregado pela chefe para a Presidência - da mesma forma como Erenice foi carregada por Dilma Rousseff, de quem era braço direito.
Dilma tornou-se candidata à Presidência da República pelo PT. Erenice assumiu a Casa Civil, mas foi derrubada do cargo por comandar uma central de tráfico de influência que beneficiava, entre outros, seu filho Israel. Vlad, no entanto, continua firme no governo. Como mostra VEJA - que ouviu também fontes da Casa Civil e do próprio PT -, ao receber o deputado Rocha ele pediu 100 000 reais de propina para resolver a sua pendência.
"Fui extorquido pela Casa Civil", diz Rocha a VEJA. A revista também narra como uma segunda reunião, no restaurante da Câmara dos Deputados, foi agendada para acertar as prestações. O primeiro pagamento - o único consumado - foi de 20 000 reais.
Procurado por VEJA, Vlad negou, em nota escrita, ter pedido ou recebido propina.
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Sócio da TV Cidade, retransmissora da Record no Maranhão, Rocha aguardava desde 2003 uma autorização para alterar a composição societária da empresa. Como as emissoras de televisão são concessões públicas, negócios desse tipo requerem a chancela do governo. Esse procedimento burocrático deveria ser rápido (na medida em que as burocracias são rápidas, é claro), mas acabou se alongando despropositadamente por razões políticas. Rocha é adversário dos Sarney no Maranhão. Dona de TV no estado, e influente no governo Lula, a família fez de tudo para atravancar o seu negócio. Como no Maranhão o apoio ou a oposição aos Sarney é um divisor de águas, Rocha contou até mesmo com a ajuda de petistas, como o deputado Domingos Dutra, para chegar à Casa Civil.
Lá, encontrou-se com o personagem central da reportagem: o advogado Vladimir Muskatirovic, o "Vlad", que atualmente ocupa a chefia de gabinete da Casa Civil. Subordinado de Erenice Guerra desde a época em que ela comandava a assessoria jurídica do Ministério de Minas e Energia, Vlad foi carregado pela chefe para a Presidência - da mesma forma como Erenice foi carregada por Dilma Rousseff, de quem era braço direito.
Dilma tornou-se candidata à Presidência da República pelo PT. Erenice assumiu a Casa Civil, mas foi derrubada do cargo por comandar uma central de tráfico de influência que beneficiava, entre outros, seu filho Israel. Vlad, no entanto, continua firme no governo. Como mostra VEJA - que ouviu também fontes da Casa Civil e do próprio PT -, ao receber o deputado Rocha ele pediu 100 000 reais de propina para resolver a sua pendência.
"Fui extorquido pela Casa Civil", diz Rocha a VEJA. A revista também narra como uma segunda reunião, no restaurante da Câmara dos Deputados, foi agendada para acertar as prestações. O primeiro pagamento - o único consumado - foi de 20 000 reais.
Procurado por VEJA, Vlad negou, em nota escrita, ter pedido ou recebido propina.
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sábado, outubro 09, 2010
NOVA DENÚNCIA ENVOLVE A TURMA DA ERENICE
O presidente dos Correios, David José de Matos, e a diretoria da estatal aprovaram um contrato superfaturado em 2,8 milhões de reais para favorecer uma empresa de carga aérea. A contratação, feita pela nova direção da estatal nomeada pela então ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, manobrou para ressuscitar, em agosto, uma licitação que havia sido cancelada três meses antes pelo comando demitido da estatal. Os documentos que registram a transação foram obtidos pelo jornal O Estado de S.Paulo e estão publicados em sua edição deste domingo.
Os documentos obtidos pelo jornal paulista mostram que a nova diretoria, empossada no dia 2 de agosto, entregou para a Total Linhas Aéreas um contrato de R$ 44,3 milhões. E concluiu o negócio em apenas duas semanas, em meio à crise que derrubou Erenice da Casa Civil da Casa Civil depois das revelações feitas por VEJA de que um esquema de tráfico de influência operava dentro do ministério.
A licitação nos Correios foi assinada pelo presidente Davi de Matos e seus diretores aprovarem no dia 15 de setembro. Um dia depois, Erenice foi forçada pelo Palácio do Planalto a pedir demissão. O contrato foi publicado no Diário Oficial da União de 4 de outubro, um dia depois do primeiro turno da eleições. No período de um ano, a Total vai transportar cargas dos Correios no trecho Fortaleza-Salvador-São Paulo-Belo Horizonte. Leia MAIS
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Os documentos obtidos pelo jornal paulista mostram que a nova diretoria, empossada no dia 2 de agosto, entregou para a Total Linhas Aéreas um contrato de R$ 44,3 milhões. E concluiu o negócio em apenas duas semanas, em meio à crise que derrubou Erenice da Casa Civil da Casa Civil depois das revelações feitas por VEJA de que um esquema de tráfico de influência operava dentro do ministério.
A licitação nos Correios foi assinada pelo presidente Davi de Matos e seus diretores aprovarem no dia 15 de setembro. Um dia depois, Erenice foi forçada pelo Palácio do Planalto a pedir demissão. O contrato foi publicado no Diário Oficial da União de 4 de outubro, um dia depois do primeiro turno da eleições. No período de um ano, a Total vai transportar cargas dos Correios no trecho Fortaleza-Salvador-São Paulo-Belo Horizonte. Leia MAIS
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quinta-feira, setembro 23, 2010
EMPRESÁRIO CONFIRMA À PF PAGAMENTO A EMPRESA DOS FILHOS DE ERENICE PARA CONSEGUIR NEGÓCIO COM CORREIOS. MOSTRA RECIBOS.
um esquema que consistia em cobrar "comissão de sucesso" de 5% sobre cada negócio obtido junto aos Correios em favor da empresa de transportes aéreos MTA.Em depoimento que durou mais de seis horas nesta quinta-feira, 23, na Polícia Federal, o empresário Fábio Baracat deu informações que ajudam a montar o quebra-cabeças em torno do esquema de tráfico de influência montado na Casa Civil da Presidência da República pela família da ex-ministra Erenice Guerra, afastada do cargo na semana passada. Foi ele quem denunciou à revista Veja
Baracat reafirmou o teor da entrevista e deu recibos de pagamentos para provar que, na condição de representante da MTA, manteve contrato com a empresa Capital Assessoria, controlada por filhos de Erenice, para obtenção de negócios nos Correios. Os recibos, anexados ao inquérito da PF, mostram pagamentos mensais de R$ 20 mil, por um período de seis meses, totalizando R$ 120 mil. O delegado Roberval Vicalvi, encarregado da investigação, pediu evidências que caracterizem o pagamento da "comissão de sucesso" que Baracat teria acertado com Israel, filho de Erenice e principal operador do esquema.
Com a ajuda dos filhos de Erenice, a MTA conseguiu contratos no montante de R$ 60 milhões na estatal, um deles sem licitação. O empresário confirmou um encontro mantido com a ex-ministra, intermediado por Israel, mas disse que foi de natureza "social" e negou que ela tenha tratado de negócios ou demonstrado qualquer atitude que indicasse ter conhecimento do lobby dos filhos, conforme relato do seu advogado Douglas Silva Telles. "Ele disse que foi uma reunião meramente social e nada se discutiu relacionado a contratos ou negócios com o governo", enfatizou.
O delegado quis saber qual era o interesse de Baracat na MTA, uma vez que não era dono ou diretor da empresa e desde quando cessou seu vínculo de representante e por que foi afastado. Fez também várias perguntas relacionadas à participação do ex-diretor dos Correios, Eduardo Artur Rodrigues Silva no esquema. Suspeito de ser testa de ferro do argentino Alfonso Rey, que seria o real controlador da MTA, conforme reportagem publicada no Estado, Silva foi ouvido a seguir, mas não quis dar declarações à imprensa e a PF não divulgou o teor do depoimento.
Nesta sexta-feira, 24, será ouvido Vinícius Castro, cuja mãe figura como sócia da Capital Assessoria, junto com Saulo, o outro filho de Erenice. A polícia ainda não conseguiu entregar as intimações de Israel e Saulo, os próximos que terão de dar explicações no inquérito. Do site do Estadão
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Baracat reafirmou o teor da entrevista e deu recibos de pagamentos para provar que, na condição de representante da MTA, manteve contrato com a empresa Capital Assessoria, controlada por filhos de Erenice, para obtenção de negócios nos Correios. Os recibos, anexados ao inquérito da PF, mostram pagamentos mensais de R$ 20 mil, por um período de seis meses, totalizando R$ 120 mil. O delegado Roberval Vicalvi, encarregado da investigação, pediu evidências que caracterizem o pagamento da "comissão de sucesso" que Baracat teria acertado com Israel, filho de Erenice e principal operador do esquema.
Com a ajuda dos filhos de Erenice, a MTA conseguiu contratos no montante de R$ 60 milhões na estatal, um deles sem licitação. O empresário confirmou um encontro mantido com a ex-ministra, intermediado por Israel, mas disse que foi de natureza "social" e negou que ela tenha tratado de negócios ou demonstrado qualquer atitude que indicasse ter conhecimento do lobby dos filhos, conforme relato do seu advogado Douglas Silva Telles. "Ele disse que foi uma reunião meramente social e nada se discutiu relacionado a contratos ou negócios com o governo", enfatizou.
O delegado quis saber qual era o interesse de Baracat na MTA, uma vez que não era dono ou diretor da empresa e desde quando cessou seu vínculo de representante e por que foi afastado. Fez também várias perguntas relacionadas à participação do ex-diretor dos Correios, Eduardo Artur Rodrigues Silva no esquema. Suspeito de ser testa de ferro do argentino Alfonso Rey, que seria o real controlador da MTA, conforme reportagem publicada no Estado, Silva foi ouvido a seguir, mas não quis dar declarações à imprensa e a PF não divulgou o teor do depoimento.
Nesta sexta-feira, 24, será ouvido Vinícius Castro, cuja mãe figura como sócia da Capital Assessoria, junto com Saulo, o outro filho de Erenice. A polícia ainda não conseguiu entregar as intimações de Israel e Saulo, os próximos que terão de dar explicações no inquérito. Do site do Estadão
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terça-feira, setembro 21, 2010
Sponholz: Erenice e a maior bolsa 'família' deste país!
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Sponholz: Lula diz que não viu o Tamiflu da Dilma e nem da Erenice
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segunda-feira, setembro 20, 2010
ERENICE MAMA R$ 5.122 PARA PARTICIPAR DE UMA REUNIÃO A CADA 3 MESES NO CONSELHO DA CHESF E TAMBÉM NO BNDES
Quatro dias depois de ter pedido demissão da Casa Civil, Erenice Guerra mantém cargos no conselho da Eletrobras, da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e também no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - órgão que está na raiz do esquema de “lobby” e tráfico de influência montado por Israel Guerra que motivou a queda da ex-ministra.
Com salário de R$ 5.122 mensais para participar de uma reunião a cada três meses, Erenice Guerra ocupa uma das onze vagas no Conselho de Administração do BNDES, sob indicação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, comandado por Miguel Jorge.
Erenice fazia parte do Conselho Fiscal do BNDES desde abril de 2008. No dia 13 de maio último, o Diário Oficial informou a exoneração de Erenice desta vaga e a nomeação, no mesmo dia, para um conselho mais importante dentro do banco, o de Administração. Substituiu ali vaga deixada pela presidenciável petista Dilma Rousseff. O decreto é assinado pelo presidente Lula.
O BNDES está no centro das denúncias de tráfico de influência envolvendo a Casa Civil.
Segundo denúncia do consultor Rubnei Quícoli, representante da EDRB do Brasil Ltda, ao tentar um empréstimo de R$ 9 bilhões junto ao BNDES para um projeto de produção de energia eólica, foi encaminhado por um funcionário da Casa Civil a contratar a empresa Capital Assessoria e Consultoria. A empresa é cadastrada em nome de Saulo Guerra, também filho da ex-ministra.
Quícoli teria sido pressionado a pagar R$ 240 mil para viabilizar o empréstimo, que acabou não sendo efetivado, segundo ele, por não ter entregado o valor cobrado. Ainda segundo o consultor, um homem chamado Estevam seria a ponte entre a Casa Civil e o BNDES, e teria se identificado como filho do presidente do BNDES, Luciano Coutinho.
Com salário de R$ 5.122 mensais para participar de uma reunião a cada três meses, Erenice Guerra ocupa uma das onze vagas no Conselho de Administração do BNDES, sob indicação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, comandado por Miguel Jorge.
Erenice fazia parte do Conselho Fiscal do BNDES desde abril de 2008. No dia 13 de maio último, o Diário Oficial informou a exoneração de Erenice desta vaga e a nomeação, no mesmo dia, para um conselho mais importante dentro do banco, o de Administração. Substituiu ali vaga deixada pela presidenciável petista Dilma Rousseff. O decreto é assinado pelo presidente Lula.
O BNDES está no centro das denúncias de tráfico de influência envolvendo a Casa Civil.
Segundo denúncia do consultor Rubnei Quícoli, representante da EDRB do Brasil Ltda, ao tentar um empréstimo de R$ 9 bilhões junto ao BNDES para um projeto de produção de energia eólica, foi encaminhado por um funcionário da Casa Civil a contratar a empresa Capital Assessoria e Consultoria. A empresa é cadastrada em nome de Saulo Guerra, também filho da ex-ministra.
Quícoli teria sido pressionado a pagar R$ 240 mil para viabilizar o empréstimo, que acabou não sendo efetivado, segundo ele, por não ter entregado o valor cobrado. Ainda segundo o consultor, um homem chamado Estevam seria a ponte entre a Casa Civil e o BNDES, e teria se identificado como filho do presidente do BNDES, Luciano Coutinho.
Em nota, o BNDES disse “repudiar” as denúncias e informou que o empréstimo solicitado pela EDRB não foi liberado porque “o montante solicitado”, que seria de R$ 2,25 bilhões e não R$ 9 bilhões “era incompatível com o porte da referida empresa”.
Eletrobras
O esquema de lobby montado por Israel Guerra, filho da ex-ministra, também envolveria até patrocínio esportivo concedido pela Eletrobras. Segundo reportagem da revista Veja, a Eletrobras concedeu, em 2008, patrocínio de R$ 200 mil à Racing Corsini, equipe de motovelocidade do piloto Luiz Corsini, que afirma ter pago R$ 40 mil a Israel Guerra como “taxa de sucesso” do negócio.
Mesmo depois da demissão da Casa Civil, Erenice Guerra também aparece como conselheira de administração da Eletrobras e da Chesf, com gratificação de R$ 3,8 mil para participar de uma reunião mensal. Na Chesf, as reuniões também ocorrem mensalmente. Do portal do Estadão via blog do Reinaldo Azevedo
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Eletrobras
O esquema de lobby montado por Israel Guerra, filho da ex-ministra, também envolveria até patrocínio esportivo concedido pela Eletrobras. Segundo reportagem da revista Veja, a Eletrobras concedeu, em 2008, patrocínio de R$ 200 mil à Racing Corsini, equipe de motovelocidade do piloto Luiz Corsini, que afirma ter pago R$ 40 mil a Israel Guerra como “taxa de sucesso” do negócio.
Mesmo depois da demissão da Casa Civil, Erenice Guerra também aparece como conselheira de administração da Eletrobras e da Chesf, com gratificação de R$ 3,8 mil para participar de uma reunião mensal. Na Chesf, as reuniões também ocorrem mensalmente. Do portal do Estadão via blog do Reinaldo Azevedo
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Sponholz: Erenice agora integra a falange botocuda
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sexta-feira, setembro 17, 2010
ARTIGO: Dilma é Lula, Erenice é Dilma
Por Nilson Borges Filho (*)
O governo federal e a coordenação de campanha de Dilma Rousseff concentram suas baterias, para tentar desvincular a onda de corrupção dentro da Casa Civil da candidatura petista, mesmo que para isso tenha que faltar com a verdade. O esforço concentrado pode até surtir efeito naquela faixa de eleitores que não tem acesso aos meis de comunicação ou, ainda, entre os que não tenham discernimento para avaliar os fatos espantosos que determinaram o afastamento de Erenice Guerra.
Quando se trata de pessoas que acompanham, com olhar crítico, o noticiário nacional, o escândalo escabroso envolvendo a principal auxiliar de Dilma Rousseff, seus familiares e agregados, já começa a se alterar os números das pesquisas de opinião, em direção a um possível segundo turno. As malfeitoria praticadas na Casa Civil é uma questão que envolve eleitoralmente a candidata Dilma Rousseff? Quem sabe.
Na verdade, está mais do que provado, que o tráfico de influência que contaminou o governo federal e os pedidos de propina, negociados um andar acima do gabinete presidencial, respingam sim em Dilma Rousseff, enquanto ocupante de cargo de ministra de Lula. Muitas das negociatas contratadas com gente próxima à ex-Secretária Executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, foram formalizadas nas dependências da sede do governo, quando Dilma era a toda poderosa “mulher de ferro”. Uma coisa é certa: Dilma não existe sem Lula e Erenice jamais existiria sem Dilma.
A candidata petista é a encarnação do projeto de poder de Lula e Erenice é a encarnação de Dilma nos meandros tortuosos da gestão governamental. Por tudo que Erenice representa desde sempre para a amiga candidata, alegar agora que o que se passava dentro do ministério não é seu problema, é pura demonstração de que Dilma escorrega no principal padrão de conduta de um presidenciável: a honestidade intelectual. Não há como negar que as relações entre Dilma e Erenice vão muito além do mesmo gosto em se vestir e do uso dos mesmos acessórios estéticos.
A rigor, Erenice, primeiro como Secretária Executiva da Casa Civil e mais adiante como ministra, era a extensão funcional e política de Dilma Rousseff, que se prestava como tarefeira das ordens transmitidas pela sua ex-Chefe. É difícil admitir que Dilma, enquanto ministra, tomasse alguma atitude importante no governo sem consultar o presidente da República. É difícil de acreditar que toda e qualquer movimentação importante de Erenice, na gestão da Casa Civil, não fosse informada à Dilma Rousseff antes de ser levada a Lula. Dilma, até pela sua personalidade e por ter sido a escolhida de Lula, poderia contar com alguma autonomia política- administrativa em relação ao presidente.
O mesmo não se pode dizer de Erenice, que pela maneira como chegou ao cargo de ministra, sua autonomia perante Dilma e Lula era quase próxima de zero. Nem mesmo a carta de sua demissão teve a sua lavra. O texto saiu da pena do ministro Franklin Martins, especialista nesse tipo de coisa.
(*) Nilson Borges Filho é mestre e doutor em Direito e articulista colaborador deste blog.
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O governo federal e a coordenação de campanha de Dilma Rousseff concentram suas baterias, para tentar desvincular a onda de corrupção dentro da Casa Civil da candidatura petista, mesmo que para isso tenha que faltar com a verdade. O esforço concentrado pode até surtir efeito naquela faixa de eleitores que não tem acesso aos meis de comunicação ou, ainda, entre os que não tenham discernimento para avaliar os fatos espantosos que determinaram o afastamento de Erenice Guerra.
Quando se trata de pessoas que acompanham, com olhar crítico, o noticiário nacional, o escândalo escabroso envolvendo a principal auxiliar de Dilma Rousseff, seus familiares e agregados, já começa a se alterar os números das pesquisas de opinião, em direção a um possível segundo turno. As malfeitoria praticadas na Casa Civil é uma questão que envolve eleitoralmente a candidata Dilma Rousseff? Quem sabe.
Na verdade, está mais do que provado, que o tráfico de influência que contaminou o governo federal e os pedidos de propina, negociados um andar acima do gabinete presidencial, respingam sim em Dilma Rousseff, enquanto ocupante de cargo de ministra de Lula. Muitas das negociatas contratadas com gente próxima à ex-Secretária Executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, foram formalizadas nas dependências da sede do governo, quando Dilma era a toda poderosa “mulher de ferro”. Uma coisa é certa: Dilma não existe sem Lula e Erenice jamais existiria sem Dilma.
A candidata petista é a encarnação do projeto de poder de Lula e Erenice é a encarnação de Dilma nos meandros tortuosos da gestão governamental. Por tudo que Erenice representa desde sempre para a amiga candidata, alegar agora que o que se passava dentro do ministério não é seu problema, é pura demonstração de que Dilma escorrega no principal padrão de conduta de um presidenciável: a honestidade intelectual. Não há como negar que as relações entre Dilma e Erenice vão muito além do mesmo gosto em se vestir e do uso dos mesmos acessórios estéticos.
A rigor, Erenice, primeiro como Secretária Executiva da Casa Civil e mais adiante como ministra, era a extensão funcional e política de Dilma Rousseff, que se prestava como tarefeira das ordens transmitidas pela sua ex-Chefe. É difícil admitir que Dilma, enquanto ministra, tomasse alguma atitude importante no governo sem consultar o presidente da República. É difícil de acreditar que toda e qualquer movimentação importante de Erenice, na gestão da Casa Civil, não fosse informada à Dilma Rousseff antes de ser levada a Lula. Dilma, até pela sua personalidade e por ter sido a escolhida de Lula, poderia contar com alguma autonomia política- administrativa em relação ao presidente.
O mesmo não se pode dizer de Erenice, que pela maneira como chegou ao cargo de ministra, sua autonomia perante Dilma e Lula era quase próxima de zero. Nem mesmo a carta de sua demissão teve a sua lavra. O texto saiu da pena do ministro Franklin Martins, especialista nesse tipo de coisa.
(*) Nilson Borges Filho é mestre e doutor em Direito e articulista colaborador deste blog.
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Nilson Borges Filho
FERNANDO HENRIQUE DIZ QUE SAÍDA DE ERENICE DA CASA CIVIL NÃO SERÁ SUFICIENTE PARA ACABAR COM ESCÂNDALOS
O ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, afirmou nesta quinta-feira que saída de Erenice Guerra da Casa Civil é só um detalhe que não será suficiente diante de reiterados escândalos.
"Como brasileiro estou triste de ver tantos acontecimentos negativos no Brasil. É a repetição deles. São escândalos reiterados", afirmou FHC, em evento de inauguração do Centro Ruth Cardoso, em São Paulo.
Morta em 2008, a ex-primeira-dama completaria 80 anos no dia 19 de setembro.
"A saída [de Erenice] é um detalhe, nada disso será suficiente. É preciso recuperar a dignidade do Brasil", completou o ex-presidente.
Para FHC, "a reiteração desses chamados escândalos mostra que não amadurecemos suficientemente no Brasil. Fico muito triste." Do portal da Folha.com
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"Como brasileiro estou triste de ver tantos acontecimentos negativos no Brasil. É a repetição deles. São escândalos reiterados", afirmou FHC, em evento de inauguração do Centro Ruth Cardoso, em São Paulo.
Morta em 2008, a ex-primeira-dama completaria 80 anos no dia 19 de setembro.
"A saída [de Erenice] é um detalhe, nada disso será suficiente. É preciso recuperar a dignidade do Brasil", completou o ex-presidente.
Para FHC, "a reiteração desses chamados escândalos mostra que não amadurecemos suficientemente no Brasil. Fico muito triste." Do portal da Folha.com
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quinta-feira, setembro 16, 2010
ARTIGO: A bandalheira no andar de cima
Por Nilson Borges Filho (*)
Por mais que queiram resguardar a imagem da candidata Dilma Rousseff , por conta dos escândalos promovidos pela Chefe da Casa Civil, está mais do que na hora de Lula assumir o papel de presidente da República e “extirpar” do seu entorno uma bando de vigaristas, que se utiliza da proximidade com o poder para extorquir empresários com interesses públicos. Ou Lula mostra que ainda existe um pouco de decência no seu governo, ou acaba se enquadrando como cúmplice de malfeitores travestidos de lobistas e quadrilheiros posando de gente de família.
Transferir as graves denúncias para a “imprensa golpista” ou para as “elites”, ou ainda, sofismar de que a bandalheira que circula no andar acima do seu gabinete é “exploração eleitoral”, prova a que ponto chegou o lulismo para se manter no poder. Lula pode até afirmar – internamente, é claro - que pouco conhecia Erenice Guerra e que o cargo que a ela foi concedido se deu por indicação de Dilma Rousseff. O mesmo não pode ser dito pela candidata petista, que desde à época do Ministério de Minas e Energia, Dilma e Erenice são a mesma pessoa.
Lula pode até se achar no direito de mentir “eu não sabia”, mas Dilma jamais poderá negar que conhecia as movimentações da família Guerra governo a dentro. Quando explodiu o “mensalão” e se sentiu acuado, Lula exigiu que o PT pedisse, publicamente, desculpas ao povo brasileiro. Mais tarde, quando recuperou o prestígio junto aos eleitores, esqueceu o que disse e passou a defender o “mensalão” como obra de golpistas que desejavam lhe tomar o cargo.
Como ainda existe vida inteligente neste País, o discurso boquirroto do presidente serviu apenas para pautar a fala de comediantes de televisão. A crise moral que está atingindo o País, neste exato momento, com a quebra de sigilos fiscais abastecendo dossiês e com gente próxima ao presidente da República, se agachando ao nível do esgoto, para descolar uma grana em troca de favores governamentais, não tem precedentes na nossa história.
Os 6% ou 5%, dependendo de quem será extorquido, que abastecem o caixa de familiares e amigos do peito da Chefe da Casa Civil, são valores que agregam o conhecido “custo Brasil”. Mesmo que a candidata petista se eleja, o passivo político que levará para a cadeira presidencial, sob suspeição de uma parcela significativa da sociedade, que sabe que existem muitas mais coisas por trás dos escândalos que pautam o noticiário, fará de Dilma Rousseff uma presidente fraca, que ficará nas mãos de políticos que em nada engradecem o País.
Dilma, está plenamente constatado, não passa de uma fraude eleitoral vendida a conta-gotas pelo seu Chefe. Lula teria tudo para deixar o governo como um magistrado, como presidente de todos os brasileiros, mas a ganância pela coisa pública, que extrapola os mínimos princípios de civilidade democrática, fará com que seja lembrado como aquele que deixou um fardo para as gerações futuras. Nossos filhos não merecem isso. O Brasil não precisa desses tipos. Não há necessidade de Lula estar se lambuzando desse jeito.
(*) Nilson Borges Filho é mestre e doutor em Direito e articulista colaborador deste blog
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Nilson Borges Filho
ESCÂNDALO DERRUBA ERENICE GUERRA. NÃO É MAIS MINISTRA DA CASA CIVIL
Erenice Guerra não é mais a ministra-chefe da Casa Civil. A sucessora da candidata do PT, Dilma Rousseff, não resistiu às denúncias de tráfico de influência e lobby envolvendo seu filho, Israel Guerra. A secretária de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, Miriam Belchior, deve ser apontada como a nova ministra.
O empresário Rubnei Quicoli afirmou ao Estado nesta quinta-feira que a Casa Civil é palco de lobby e que a empresa do filho da ministra Erenice Guerra cobrou 5% da ERDB do Brasil Ltda. para conseguir um financiamento de R$ 9 bilhões junto ao BNDES. "Foi a maior patifaria o que fizeram. Fizeram terrorismo", disse. A própria ministra, segundo ele, participou de uma reunião no ano passado. O empresário enviou os documentos ao Estado.
Segundo Quicoli, em meio às negociações com os intermediários em Brasília, foi pedido ainda o valor de R$ 5 milhões para ajudar na campanha da presidencial de Dilma Rousseff (PT). "Eu disse que não podia por tudo junto numa mala. E que precisava de nota fiscal de uma empresa como prestadora de serviço", afirmou. O pedido de dinheiro para a campanha, de acordo com Quicoli, foi feito pelo ex-diretor de Operações dos Correios Marco Antonio de Oliveira.
A intermediação do filho de Erenice nesse episódio foi revelada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quinta-feira. O empresário Rubnei Quicoli contou ao Estado que a EDRB do Brasil Ltda buscava um empréstimo junto ao BNDES para viabilizar um projeto de energia solar que estava parado desde 2002. Consultor da EDRB, Quicoli disse que a Casa Civil deu a orientação para procurarem a Capital Assessoria, empresa em nome de Saulo Guerra, filho de Erenice, mas que é comandada por outro filho da ministra, Israel. Foi feita então a minuta de um contrato, no valor de R$ 240 mil, mais o percentual de 5% sobre os R$ 9 bilhões.
De acordo com o empresário, a própria Erenice participou de uma reunião na Casa Civil com os representantes da EDRB em novembro do ano passado. A reunião, segundo ele, foi agendada por Vinicius Castro, ex-assessor da Casa Civil e cuja mãe é sócia da Capital Assessoria. Vinicius pediu demissão no início da semana.
Segundo Rubnei Quicoli, as negociações com a empresa de Israel Guerra foram desfeitas em março sem que o empréstimo do BNDES tivesse sido concedido. Na edição desta semana, a revista Veja mostrou que a Capital Assessoria atuou também no ramo de transporte de carga aérea.Do portal do Estadão
O empresário Rubnei Quicoli afirmou ao Estado nesta quinta-feira que a Casa Civil é palco de lobby e que a empresa do filho da ministra Erenice Guerra cobrou 5% da ERDB do Brasil Ltda. para conseguir um financiamento de R$ 9 bilhões junto ao BNDES. "Foi a maior patifaria o que fizeram. Fizeram terrorismo", disse. A própria ministra, segundo ele, participou de uma reunião no ano passado. O empresário enviou os documentos ao Estado.
Segundo Quicoli, em meio às negociações com os intermediários em Brasília, foi pedido ainda o valor de R$ 5 milhões para ajudar na campanha da presidencial de Dilma Rousseff (PT). "Eu disse que não podia por tudo junto numa mala. E que precisava de nota fiscal de uma empresa como prestadora de serviço", afirmou. O pedido de dinheiro para a campanha, de acordo com Quicoli, foi feito pelo ex-diretor de Operações dos Correios Marco Antonio de Oliveira.
A intermediação do filho de Erenice nesse episódio foi revelada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quinta-feira. O empresário Rubnei Quicoli contou ao Estado que a EDRB do Brasil Ltda buscava um empréstimo junto ao BNDES para viabilizar um projeto de energia solar que estava parado desde 2002. Consultor da EDRB, Quicoli disse que a Casa Civil deu a orientação para procurarem a Capital Assessoria, empresa em nome de Saulo Guerra, filho de Erenice, mas que é comandada por outro filho da ministra, Israel. Foi feita então a minuta de um contrato, no valor de R$ 240 mil, mais o percentual de 5% sobre os R$ 9 bilhões.
De acordo com o empresário, a própria Erenice participou de uma reunião na Casa Civil com os representantes da EDRB em novembro do ano passado. A reunião, segundo ele, foi agendada por Vinicius Castro, ex-assessor da Casa Civil e cuja mãe é sócia da Capital Assessoria. Vinicius pediu demissão no início da semana.
Segundo Rubnei Quicoli, as negociações com a empresa de Israel Guerra foram desfeitas em março sem que o empréstimo do BNDES tivesse sido concedido. Na edição desta semana, a revista Veja mostrou que a Capital Assessoria atuou também no ramo de transporte de carga aérea.Do portal do Estadão
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COMPARADO COM ISSO AÍ, WATERGATE FOI BOLINHO.
Transcrevo artigo do José Nêumanne, cujo título no original é o mesmo deste post. Está no site do Estadão. Leitura obrigatória:
Em junho de 1972, um bando de cinco aloprados invadiu um escritório da campanha do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, George McGovern, para fotografar documentos e instalar microfones de escuta, a mando de uma gentalha instalada em gabinetes próximos do Salão Oval, no qual despachava o presidente Richard Nixon. O evento, aparentemente um incidente corriqueiro a ser noticiado nas páginas policiais, terminou levando a dupla de repórteres Bob Woodward e Carl Bernstein, do jornal The Washington Post, a uma das maiores reportagens da História: a descoberta de que o chefe do Executivo mais poderoso do mundo tomara conhecimento do episódio e participara da conspiração para esconder provas da Justiça, o que o levou à renúncia dois anos e dois meses depois do fato. O episódio ilustrou dois aspectos da política.
O primeiro deles, mesquinho, é a cegueira produzida pelo poder, capaz de levar quem o disputa a excessos desnecessários do gênero: no fim do processo eleitoral, Nixon aplicou uma das maiores sovas em eleições presidenciais americanas no adversário, vencendo-o em 48 dos 50 Estados da Federação. O outro, nobre, foi a demonstração do triunfo das instituições sobre as ambições quando funciona de verdade o tal do Estado Democrático de Direito.
Comparado com o que tem acontecido na atual sucessão presidencial em nossos trágicos trópicos, Watergate foi pinto, foi bolinho de bacalhau. Dificilmente o homem mais poderoso do mundo se teria mantido tanto tempo no poder, e talvez não houvesse tido sequer a possibilidade de renunciar, se tivesse devassado a contabilidade sigilosa de filha, genro e aliados do democrata derrotado. Ou se algum parente do secretário de Estado (apesar do crédito histórico de haver tirado a maior potência militar do mundo do atoleiro da guerra no Vietnã) Henry Kissinger fosse acusado de haver recebido "taxa de sucesso" de empresários envolvidos em negócios com a Casa Branca. Agentes da Receita Federal devassaram a contabilidade sigilosa da filha do candidato oposicionista à Presidência, Verônica Serra, de seu marido, Alexandre Bourgeois, e de quatro tucanos de alta plumagem, um dos quais, Eduardo Jorge Caldas Pereira, é vice-presidente do PSDB, o maior partido da oposição. Até agora todas as cabeças coroadas da Receita continuam sobre seu pescoço.
E mais: a revista Veja reproduziu depoimento do empresário paulistano Fábio Baracat, revelando as circunstâncias do envolvimento de Israel Guerra, filho da chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, na cobrança de comissão por contratos que ajudou a firmar com a Empresa de Correios e Telégrafos (EBCT), antes dada como estatal exemplar em eficiência de funcionamento e agora, lembrada pela corrupção desde a denúncia de recebimento de propina por um funcionário dela, o que detonou o escândalo batizado de "mensalão".
De fato, nem os Estados Unidos são o Brasil nem Nixon, mesmo tendo trazido dos pântanos da Indochina os jovens americanos de volta ao lar, jamais gozou de popularidade que pudesse ser comparada com a usufruída hoje pelo chefe do governo brasileiro. Tudo isso é verdadeiro.
Mas, então, podemos cruzar o Rio Grande ao sul e encontrar outro exemplo bem mais próximo: o caso Collor. Eleito presidente da República, em 1989, na primeira disputa direta depois da que fora vencida por Jânio Quadros, em 1960, o carioca das Alagoas teve de renunciar ao mandato porque uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada no Congresso para investigar o "caixa 2" administrado por seu tesoureiro informal, Paulo César (PC) Farias, descobriu que a reforma de sua residência particular (a "Casa da Dinda") e um Fiat Elba (que qualquer "mensaleiro" que se preze se recusaria a usar por ser um carro modesto demais) haviam sido pagos pela contabilidade heterodoxa administrada por um empresário que, por sinal, não tinha cargo algum no governo.
Então, qualquer brasileiro despido de preconceito ideológico e munido da mais elementar imparcialidade verá que o "carcará sanguinolento" pagou uma pena (fim do mandato legítimo conferido por 49,94% do eleitorado, 5,71 pontos porcentuais a mais que seu adversário, o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva) por um dolo que nem pode ser enquadrado na ordem de grandeza de um escândalo como este que acaba de ser divulgado.
O protagonista do impedimento frustrado pela renúncia do presidente hoje faz parte do sesquipedal esquema de poder montado pelo adversário que derrotou há 21 anos. Isso basta para explicar por que ele caiu à época, defenestrado pelo Congresso, que desprezou. Collor, senador da base de apoio do governo petista, tem chance de voltar ao governo de Alagoas, mercê do apoio que dá a Luiz Inácio Lula da Silva e à sua candidata à sucessão, Dilma Rousseff. A popularidade de um - de 79%, segundo pesquisas de opinião confiáveis - e o favoritismo da outra - 50% a 23% sobre o adversário, conforme o levantamento mais recente de intenções de voto que pode ser levado a sério - dão uma boa mão ao sucesso delle, apesar do apoio de Lula ao oponente Ronaldo Lessa (PDT).
Da mesma forma, levam a crer que absolutamente nada acontecerá com o clã Guerra, por cuja eventual culpa já respondeu o bagrinho Vinicius de Oliveira Castro, assessor de Erenice, que ocupou na Casa Civil o lugar que foi da candidata Dilma, a quem os filhos dela chamam de "tia".
Vinicius é o Gordon Liddy de Lula. A diferença é que o chefe dele teve de sair do governo por ter tentado protegê-lo. Aqui, o superior de Erenice jurou que, em seu governo, "bandido só não é preso quando não é bandido". Será mesmo, hein? No começo de 2008, em plena divulgação da farra dos cartões corporativos dos palacianos, Erenice Guerra foi acusada de ter preparado dossiê falso contra Ruth Cardoso, mulher do ex-presidente Fernando Henrique. A acusação não foi apurada e Erenice não foi demitida: foi promovida.
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quarta-feira, setembro 15, 2010
Sponholz: Balcão de Negócios!
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OAB PEDE AFASTAMENTO DE ERENICE DA CASA CIVIL
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota na noite desta quarta-feira (15) em que pede o afastamento do cargo da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra. Reportagem da revista “Veja” diz que Israel Guerra, filho de Erenice, negociou contratos da MTA com os Correios mediante pagamento de propina.
Erenice já está tendo sua conduta investigada em um processo preliminar na Comissão de Ética da Presidência da República. Na terça-feira, a Polícia Federal abriu um inquérito para investigar suposto tráfico de influência de Israel. A nota da OAB é assinada pelo presidente da instituição, Ophir Cavalcante.
"Não se pode falar em moralidade, em transparência e em apuração se a ministra se mantiver no cargo. A partir do momento em que se coloca em dúvida a credibilidade e a postura da ministra, isso é algo que deveria atrair o imediato afastamento dela. Não se pode falar em moralidade, em transparência e em apuração se ela se mantiver no cargo. É necessário que ela seja afastada do cargo, a fim de que haja uma efetiva apuração, sem qualquer possibilidade de influência", diz Cavalcante na nota.
De acordo com o presidente da OAB, tanto Erenice quanto Israel precisam ser investigados pelo Ministério Público e pelos órgãos internos do governo federal. Segundo ele, a ministra “pode influenciar essas investigações”, caso se mantenha no cargo.
Cavalcante considerou como “gravíssimas” as acusações feitas contra a ministra, que, segundo ele, colocam em “xeque a credibilidade do governo”.
"As acusações que se fazem em relação ao tráfico de influência permitido pela ministra Erenice Guerra são gravíssimas. Colocam em xeque a credibilidade do próprio governo. A ministra Erenice é a chefe da Casa Civil, que é um dos órgãos mais importantes e, a meu ver, o coração do próprio governo. E a partir do momento em que se coloca em dúvida a credibilidade e a postura da ministra, isso é algo que deveria atrair o imediato afastamento dela”, afirmou o presidente da OAB.
A OAB ainda afirma, na nota, que o filho de Erenice estaria cometendo um ilícito penal, ao afirmar que era advogado. Segundo Cavalcante, a atuação de Guerra deve ser apurada também pelo Ministério Público.
“Quanto às intermediações feitas pelo filho da ministra Erenice, Israel Guerra, são inclusive criminosas, porque ele está exercendo, ou pelo menos disse exercer, a advocacia – algo que não pode por ele ser exercido, na medida em que ele não é advogado. Ele estaria aí cometendo um ilícito penal, a falsidade ideológica, e isso tem que ser apurado pelo Ministério Público." Do site G1
É muita estupidez. Estou cada vez mais convencido que fora do âmbito anglo-saxônico a evolução da espécie humana gerou um tipo de humano cuja imbecilidade cerebral não tem cura. E eles formam a esmagadora maioria dos quase 7 bilhões de habitantes do planeta.
Em cima dessa funesta e incontestável verdade, cunhei a seguinte frase: a humanidade é pródiga na produção da estupidez e parcimoniosa na geração da genialidade.
Não fosse assim, estaríam nascendo pelo menos uma meia dúzia de seres humanos razoavelmente inteligentes a cada década. Já nem digo gênios. Aliás, esses estão cada vez mais escassos. É bem possível que a humanidade esteja fazendo o caminho inverso de sua história.
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Erenice já está tendo sua conduta investigada em um processo preliminar na Comissão de Ética da Presidência da República. Na terça-feira, a Polícia Federal abriu um inquérito para investigar suposto tráfico de influência de Israel. A nota da OAB é assinada pelo presidente da instituição, Ophir Cavalcante.
"Não se pode falar em moralidade, em transparência e em apuração se a ministra se mantiver no cargo. A partir do momento em que se coloca em dúvida a credibilidade e a postura da ministra, isso é algo que deveria atrair o imediato afastamento dela. Não se pode falar em moralidade, em transparência e em apuração se ela se mantiver no cargo. É necessário que ela seja afastada do cargo, a fim de que haja uma efetiva apuração, sem qualquer possibilidade de influência", diz Cavalcante na nota.
De acordo com o presidente da OAB, tanto Erenice quanto Israel precisam ser investigados pelo Ministério Público e pelos órgãos internos do governo federal. Segundo ele, a ministra “pode influenciar essas investigações”, caso se mantenha no cargo.
Cavalcante considerou como “gravíssimas” as acusações feitas contra a ministra, que, segundo ele, colocam em “xeque a credibilidade do governo”.
"As acusações que se fazem em relação ao tráfico de influência permitido pela ministra Erenice Guerra são gravíssimas. Colocam em xeque a credibilidade do próprio governo. A ministra Erenice é a chefe da Casa Civil, que é um dos órgãos mais importantes e, a meu ver, o coração do próprio governo. E a partir do momento em que se coloca em dúvida a credibilidade e a postura da ministra, isso é algo que deveria atrair o imediato afastamento dela”, afirmou o presidente da OAB.
A OAB ainda afirma, na nota, que o filho de Erenice estaria cometendo um ilícito penal, ao afirmar que era advogado. Segundo Cavalcante, a atuação de Guerra deve ser apurada também pelo Ministério Público.
“Quanto às intermediações feitas pelo filho da ministra Erenice, Israel Guerra, são inclusive criminosas, porque ele está exercendo, ou pelo menos disse exercer, a advocacia – algo que não pode por ele ser exercido, na medida em que ele não é advogado. Ele estaria aí cometendo um ilícito penal, a falsidade ideológica, e isso tem que ser apurado pelo Ministério Público." Do site G1
MEU COMENTÁRIO: A questão é que ninguém mais acredita em Ministério Público e Polícia Federal. Ninguém acredita mais nas instituições democráticas. Nenhum escândalo choca mais a opinião pública e todos dão de ombros repetindo a frase: "não vai dar em nada".
É o esplendor do lixo ocidental.
Há pouco a fazer. Estou entre essa meia dúzia de gatos pingados que protestam contra a destruição dos valores democráticos, dentre eles o Estado de Direito democrático e as liberdades asseguradas pela Constituição.
Mas pelo que se nota, caso o PT logre um bom resultado eleitoral, nem precisará mexer na Constituição. Reforma política? Para quê? Se eles podem copiar a Constituição da Venezuela? Ou ainda, não mexer em nada e tocar o barco assim como se está vendo.
Tem razão o Reinaldo Azevedo no artigo que acaba de postar no seu blog: caminhamos para uma ditadura consentida caso aqueles que estão ainda comprometidos com a democracia - e restam poucos, muito poucos - entregarem os pontos.
A mais importante arma contra o autoritarismo é a imprensa. Mas como venho afirmando aqui no blog, os jornalistas brasileiros e pasmem! seus órgãos de classe, estão todos engajados nessa batalha que visa o amordaçamento da livre expressão. Incrível, não? Mas esta é a realidade.
É o esplendor do lixo ocidental.
Há pouco a fazer. Estou entre essa meia dúzia de gatos pingados que protestam contra a destruição dos valores democráticos, dentre eles o Estado de Direito democrático e as liberdades asseguradas pela Constituição.
Mas pelo que se nota, caso o PT logre um bom resultado eleitoral, nem precisará mexer na Constituição. Reforma política? Para quê? Se eles podem copiar a Constituição da Venezuela? Ou ainda, não mexer em nada e tocar o barco assim como se está vendo.
Tem razão o Reinaldo Azevedo no artigo que acaba de postar no seu blog: caminhamos para uma ditadura consentida caso aqueles que estão ainda comprometidos com a democracia - e restam poucos, muito poucos - entregarem os pontos.
A mais importante arma contra o autoritarismo é a imprensa. Mas como venho afirmando aqui no blog, os jornalistas brasileiros e pasmem! seus órgãos de classe, estão todos engajados nessa batalha que visa o amordaçamento da livre expressão. Incrível, não? Mas esta é a realidade.
É muita estupidez. Estou cada vez mais convencido que fora do âmbito anglo-saxônico a evolução da espécie humana gerou um tipo de humano cuja imbecilidade cerebral não tem cura. E eles formam a esmagadora maioria dos quase 7 bilhões de habitantes do planeta.
Em cima dessa funesta e incontestável verdade, cunhei a seguinte frase: a humanidade é pródiga na produção da estupidez e parcimoniosa na geração da genialidade.
Não fosse assim, estaríam nascendo pelo menos uma meia dúzia de seres humanos razoavelmente inteligentes a cada década. Já nem digo gênios. Aliás, esses estão cada vez mais escassos. É bem possível que a humanidade esteja fazendo o caminho inverso de sua história.
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domingo, setembro 12, 2010
ERENICE ESTEVE ENVOLVIDA EM VÁRIOS ESCÂNDALOS, SEMPRE BLINDADA PELO GOVERNO E NUNCA DEU EXPLICAÇÕES AO CONGRESSO
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| A obscura Erenice Guerra: do nada para o cargo de Ministra |
Em 2008, ela foi acusada de montar um dossiê com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O material serviu para constranger a oposição na CPI dos Cartões Corporativos.
No ano passado, foi citada em denúncia de favorecimento à família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Segundo Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal, Erenice marcou reunião em que Dilma tentaria interferir em investigação sobre negócios do clã.
Erenice negou participação nos dois casos. Blindada pelo governo, nunca teve que dar explicações no Congresso.
Formada em direito e filiada ao PT desde 1981, ela nunca disputou eleições, mas sempre atuou na burocracia estatal. Ocupou postos na Eletronorte, no governo de Cristovam Buarque em Brasília e na Câmara dos Deputados.
Aproximou-se de Dilma em 2002, na transição para a gestão petista. Logo virou sua assessora mais próxima, com cargo comissionado no Ministério de Minas e Energia.
Quando Dilma assumiu a Casa Civil, em 2005, Erenice virou secretária-executiva do órgão, substituindo a titular em férias e viagens. Em março, teve a lealdade premiada com a promoção a ministra. A nomeação foi bancada por Dilma, após uma indicação frustrada para o Tribunal de Contas da União
Reservada, a ministra evita dar entrevistas e prefere atuar nos bastidores. Recebeu de colegas o apelido de "Dilma da Dilma", por reproduzir o mesmo estilo durão da ex-chefe. Da Folha de São Paulo deste domingo
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