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sábado, dezembro 31, 2011

NO AR O INDEFECTÍVEL CHEIRO DE MANIPULAÇÃO DOS ÍNDICES OFICIAIS DA INFLAÇÃO. A VERDADEIRA CLASSE MÉDIA VAI SENDO DETONADA.

A partir de segunda-feira, o preço do chuchu não será mais monitorado pelo IBGE para calcular a inflação oficial do país. Tampouco as mensalidades dos supletivos e o preço da autoescola.
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), usado pelo governo para determinar a meta de inflação, começa o ano de cara nova, o que provocará também mudanças no resultado da inflação.
Quando foi anunciada, no fim de novembro, a nova estrutura do IPCA provocou uma onda de revisões das estimativas para a inflação em 2012. Todas para baixo.
O banco Itaú, por exemplo, cortou de 5,75% para 5,25% a inflação prevista para o ano que vem, só devido à mudança nesse retrato.
Ainda de acordo com o banco, com a alteração, já em março a inflação em 12 meses deverá voltar ao patamar dos 5%, o que não é visto desde janeiro de 2011. Até novembro, a inflação está em 6,64%.
A atualização do IPCA pretende refletir novos hábitos de consumo do brasileiro.
Itens que estão com preços em alta acabaram perdendo importância no cálculo. Educação e serviço de empregada doméstica, que subiram no último ano 8% e 11% respectivamente, encolheram.
Já produtos com preços em baixa ganharam importância, como eletroeletrônicos e automóveis, que nos últimos 12 meses ficaram 3,95% e 2,69% mais baratos.
Entre 2008 e 2009, o IBGE verificou que as famílias estão gastando menos com empregada doméstica. Por outro lado, passaram a consumir mais salmão, DVDs e celulares com internet.
Desde 1979, o índice que mede a inflação mudou cinco vezes. Há 30 anos, o IBGE monitorava o preço da lenha, há 20 anos, havia itens como ozonizador e videocassete.
Na inflação de 2012, serão monitorados os preços de 365 itens. Antes, eram 384.
Desde 2006, o IBGE concentra esforços em produtos presentes na maior parte das casas do país. Daí a saída do chope e do bacalhau do índice de preços, com consumo mais localizado em algumas capitais.
SÃO PAULO ENCOLHE
Mudanças também ocorrem regionalmente. A dispersão da atividade e da renda para outras cidades fez encolher a participação de São Paulo na inflação nacional.
A maior cidade do país é ainda a mais importante, mas sua contribuição para o índice de preços nacional recuou de 33% para 31%. Há 15 anos, sua fatia era 36%.
Rio de Janeiro, Porto Alegre e Fortaleza também perderam peso. As demais sete capitais onde há coleta de informações ganharam peso, com destaque para Recife (de 4,1% para 5,05%) e Goiânia (de 3,7% para 4,4%). Da Folha de S. Paulo deste sábado

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segunda-feira, junho 27, 2011

EUFORIA DE CRESCIMENTO PODE GERAR DESCONTROLE

Países emergentes, como o Brasil, devem ficar atentos aos riscos potenciais do crescimento econômico, cuja euforia pode ser seguida de laxismo, descontrole fiscal, crise financeira e recessão, a exemplo do cenário que hoje afeta os países desenvolvidos da Europa.
A advertência foi feita em relatório distribuído ontem, em Basileia, na Suíça, pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS). Segundo a instituição, as economias em ritmo acelerado de desenvolvimento apresentam sintomas semelhantes ao período pré-crise na Irlanda, Espanha e Reino Unido. Para o BIS, o momento deve ser de cautela para as economias emergentes, apesar dos altos índices de crescimento. "As economias de mercado emergentes escaparam da última crise", diz a instituição. "Agora precisam tomar nota daquela que é provavelmente a lição mais importante: é melhor prevenir do que remediar."
Os técnicos da instituição alertam que o mundo emergente começa a verificar desequilíbrios macroeconômicos que precisam ser enfrentados. O primeiro deles diz respeito às pressões inflacionárias, que se verificam em diversas regiões do mundo, inclusive no Brasil.
Para tanto, o BIS sugere que os bancos centrais iniciem um processo de endurecimento das políticas monetárias, elevando os juros e mantendo a flexibilidade das taxas de câmbio. O relatório ainda exorta as autoridades monetárias a redobrarem a atenção neste momento. "O crescimento foi forte nos mercados emergentes, e a retomada parece bem engajada nas economias avançadas. Mas as autoridades errariam se relaxassem seus esforços", diz o documento. Leia MAIS

quarta-feira, maio 11, 2011

O PREÇO DA AVENTURA PETISTA

O que segue após este prólogo é a nota de abertura da coluna Painel, o principal espaço da Folha de S. Paulo dedicado a notinhas especiais sobre política. Normalmente faz apologia do governo do PT. Mas tem a sua utilidade. Dá para medir o tamanho e a eficiência do governo da Dilma e seus sequazes. Só espero que a combinação de inflação com desindustrialização não faça aparecer mais adiante cupons governamentais de racionamento de alimentos e combustíveis, como ocorre na Venezuela.
Com um país de quase 200 milhões de bocas para alimentar essa gente ainda tem a coragem de falar em excedente da agricultura familiar. É um troço inacreditável. A incompetência da turma do PT não tem nenhum limite. Enquanto os bons ventos da economia mundial sopraram a favor durante uma década o governo pôde flanar folgado, como 'nunca antes neste país'. Tanto é que ainda em 2010 a última gordurinha foi consumida para eleger a Dilma.
Se fosse só o governo que estivesse perdido, tudo bem. Entretanto, as contas a pagar sobram para a maioria da população, especialmente a classe média e os tais 'emergentes' do lulismo, ou seja os pobres alvo da 'missão redentora' do PT. Leiam:
Em reunião ontem com dirigentes da Associação Brasileira de Supermercados, em São Paulo, a ministra Tereza Campello (Desenvolvimento Social) propôs que beneficiários do Bolsa Família sejam recrutados para trabalhar nas principais redes varejistas. A qualificação da mão de obra se daria pelo Pronatec, programa de ensino técnico recém-lançado pelo Planalto.

O governo também quer que os empresários comprem a produção excedente de agricultores familiares para ampliar a oferta de emprego e a renda no campo. A iniciativa visa consolidar o conceito de inclusão produtiva no "Brasil sem Miséria", programa com anúncio previsto ainda para o primeiro semestre.

quinta-feira, maio 05, 2011

PERDIDO NO CIPOAL DA INFLAÇÃO, GOVERNO DO PT VAI USAR DÓLAR BAIXO PARA FAZER INTERVENÇÃO ESTATAL NA ECONOMIA. ISTO É UMA LOUCURA!

A estratégia é aproveitar a cotação do dólar baixo para importar produtos que complementam o consumo interno com preços mais baixo aos consumidores.
Mesmo os auxiliares de Dilma mais preocupados com os efeitos do câmbio forte na indústria - Guido Mantega (Fazenda), Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Luciano Coutinho (BNDES) - concordaram que não é possível mudar a tendência do câmbio este ano.
Trata-se de uma política que não será oficializada e tampouco pode ser interpretada como orientação para que o Banco Central deixe o câmbio flutuar livremente. O BC, sempre que necessário, fará intervenções para manter a taxa equilibrada.
Para um assessor, "não há muito o que fazer" diante de um cenário em que o dólar se mantém enfraquecido em relação às principais moedas. "Não podemos ficar de medida em medida", disse. Por isso, a necessidade de "dar um tempo" no debate sobre novas medidas para conter a excessiva valorização do real e aproveitar o dólar fraco para focar no combate à inflação.
Ontem, o dólar fechou cotado a R$ 1,61, alta de 1,45%. No mês de abril, variou abaixo de R$ 1,60, considerado no mercado o "piso informal" do governo.
O discurso dos ministros já mudou. Na segunda-feira, Pimentel disse que o "câmbio vai continuar no atual patamar este ano". No Senado, Mantega garantiu que o governo não vai permitir a sobrevalorização do real, mas minimizou o problema. "Não é uma valorização tão excepcional, tendo em vista os fundamentos da economia." Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: Lembram do desabastecimento durante a loucura da inflação quando o governo tentou tabelar preços? Lembram da importação de carne? Lembram da desgraça que era a inflação?
Pois bem. O que estamos vendo é o governo do PT completamente perdido no cipoal inflacionário.
Pelo que parece o governo vai turbinar importações de produtos que o Brasil produz e oferecê-los a preços mais baixos. É uma forma de intervenção no mercado. Não combaterá a inflação. Trata-se de mais uma medida eleitoreira visando a eleição do ano que vem e que afundará ainda mais a economia brasileira produzindo desestímulo econômico e a consequente desindustrialização do Brasil.
O peso brutal dos impostos engessa a economia que vem sendo turbinada artificialmente pela escalada de crédito a perder de vista à força de taxas absurdas. Não precisa ser expert em economia para se ver que estão postos todos os ingredientes necessários para uma crise econômica funesta sob todos os aspectos.
O governo do PT sabe que a volta da inflação, os preços altíssimos dos combustíveis e dos alimentos são uma bomba que fatalmente explodirá nas próximas eleições, a despeito da inapetência da oposição.
A idéia de usar o dólar baixo para importar produtos que 'complementam o consumo' (quais produtos?) representa uma intervenção estatal na economia e nunca deu certo em lugar nenhum além de jamais representar uma medida de combate a inflação. Pelo contrário. É uma coisa desastrosa.
O governo do PT está perdido. E isto torna-se perigoso pois não hesitará em lançar mão de medidas populista via Estado para tentar lograr uma vitória majoritária nas eleições de 2012.

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quarta-feira, abril 27, 2011

BRASIL À BEIRA DE GRAVE CRISE ECONÔMICA

Esta é a capa da Folha desta quarta-feira. A matéria de economia está num cantinho. A manchete é um tema alternativo. É muito mais cômodo malhar o Congresso Nacional porque passa uma idéia de que o jornal é crítico e independente, ainda que Renan na Comissão de Ética seja uma excrescência. Mas o noticiário econômico é que deveria ser a manchete do jornal. O assunto no entanto foi ardilosamente desidratado mas todos sabem que o governo do PT está num beco sem saída. Li a matéria sobre a nervosa reunião da Dilma com empresários. É praticamente um press-release palaciano. Não há um artigo analítico sequer sobre a grave crise econômica que colocou o Plano Real num buraco com o retorno da inflação que já faz picadinho com os salários. Essa reunião do tal Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social esteve mais para um banquete de abutres. A capa da Folha de S. Paulo de hoje comprova o que tenho afirmado aqui no blog: a grande imprensa brasileira - salvo raríssimas exceções - é parceira do PT na arte de maquiar os fatos e de criar a falsa ilusão de um crescimento econômico que contrasta com os fatos. Abaixo, mesmo antes de ver a Folha escrevi o comentário que segue com base em matéria que está no site da revista Veja. A rigor foi o que encontrei de mais conseqüente e que permite antever o que pode vir por aí.
Reproduzo matéria que está no site da revista Veja e que vai diretamente ao ponto. A valorização do real decorre da diferença brutal entre as taxas de juros dos Estados Unidos e do Brasil.  Quem acompanha o blog deve se lembrar quantas vezes adverti que o índice de inflação no Brasil sempre foi maquiado com base no torniquete da taxa de juros que há anos é das mais altas do mundo.
Na minha modesta opinião qualquer medida adotada nestas alturas quando o caso é de crise econômica brava, não surtirá efeito.
O remédio terá de ser amargo para solucionar no longo prazo o problema. A responsabilidade por esse descalabro é do governo do PT. Usou e abusou do dinheiro público com gastos astronômicos para eleger o poste Dilma. Adivinhem quem pagará a conta? A verdade continua sendo escondida pelos grandes veículos de comunicação, mas o certo é que o Brasil está à beira de uma crise econômica profunda gerada pela megalomania do lulopetismo. Não foi por falta de aviso. Leiam e vejam o que pode vir por aí:
Apesar de todas as medidas que o governo vem adotando para segurar a queda do dólar, a moeda norte-americana não pára de cair. Nesta terça-feira, o dólar fechou em queda de 0,57%, cotado a 1,564 real, aproximando-se do piso estabelecido há mais de doze anos. "O dólar basicamente está mantendo sua tendência de baixa, e o ambiente melhor no exterior potencializa isso", comentou Ovídio Soares, operador de câmbio da Interbolsa do Brasil.
Grande parte da queda do dólar é explicada pela diferença entre o juro cobrado no Brasil e no exterior. Com taxas bem superiores no mercado interno, investidores captam no exterior e aplicam aqui. A diferença entre as taxas é o lucro.
"Enquanto o governo americano continuar com essa política de injetar dinheiro na economia, vamos ter muita liquidez e investidores ávidos por elevados retornos. E com 12%de juros ao ano, o Brasil permanecerá um paraíso para eles", disse Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora.
Investidores e analistas estão atentos à reunião do banco central americano (Fed) a partir de amanhã. Estará em discussão a eliminação do mecanismo de recompra de títulos do Tesouro americano em junho, como previsto inicialmente, e as medidas necessárias para enfrentar o período de maior oscilação previsto para os meses seguintes.
A principal decisão do Fed dirá respeito ao mecanismo de injeção de 600 bilhões de dólares na economia ao longo deste semestre, por meio da recompra de títulos do Tesouro. Trata-se do programa que afastou o risco de deflação nos EUA e estimulhou a retomada de investimentos no mercado de ações e em outros ativos com maior risco.
Ao final da reunião, o presidente do Fed, Ben Bernanke, dará sua primeira entrevista coletiva desde 2006, quando assumiu o posto. Há ainda a expectativa de sinalização da autoridade monetária americana sobre o aumento dos juros no curto prazo.
A decisão deve afetar o fluxo de dólares para os países, principalmente os emergentes, como o Brasil. Não por acaso, a principal recomendação do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial (Bird) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (PID), há duas semanas, foi de preparação dessas economias para uma eventual saída de capitais, em busca de retorno financeiro mais atraente e da segurança dos papéis americanos.
Se de fato isso ocorrer, o real pode até se desvalorizar frente ao dólar, o que deve pressionar ainda mais a inflação no Brasil.

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terça-feira, abril 26, 2011

PALAVREADO DESCONEXO DE DILMA REVELA GOVERNO PERDIDO NO CIPOAL DA INFLAÇÃO

Reproduzo como segue matéria que está no site do Estadão. Parece um press-release mas está assinada por dois repórteres. Até há pouco era destaque na página de abertura do site. Leiam. Comento logo abaixo.
A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje que o seu governo está atento às causas do aumento da inflação. "O meu governo está diuturnamente e noturnamente atento a todas as pressões inflacionárias e fazendo análises delas." Em sua primeira participação em reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Dilma disse que não podia esconder que a inflação está subindo, entre outros fatores pelo aumento na área de bens, alimentos e etanol.
No início do seu pronunciamento, a presidente fez um balanço da situação de países emergentes, como o Brasil, e desenvolvidos, após a crise financeira internacional de 2008. Dilma ressaltou que os países desenvolvidos saíram da crise com um déficit gigantesco e os países emergentes, que segundo ela sustentaram a dinâmica econômica no pior momento da crise, agora estão enfrentando problemas devido a uma política de expansão da liquidez e desequilíbrios inflacionários. "Um afluxo desse nível de liquidez significa necessariamente uma grande pressão dos valores dos ativos e na expansão desenfreada do crédito, além de uma pressão monetária sobre as economias em desenvolvimento", avaliou.
Dilma afirmou ainda que sempre irá procurar o CDES não para anunciar ou divulgar medidas, mas para discutir os rumos do País. "Estou certa de que é importante a valorização desse conselho. Assumo o compromisso de valorizar esse espaço democrático e plural e, sobretudo, fortalecer o debate e discutir os caminhos e desafios que o País enfrenta. A presidente destacou que, durante os anos do governo Lula, o País mudou os caminhos do desenvolvimento econômico, tornando possível o desenvolvimento e a inclusão de renda. Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: Para começo de conversa Dilma maltrata do idioma e não diz coisa com coisa. Faz de um parônimo um sinônimo. Interpreta a palavra 'diuturno' como sinônimo de 'diurno' para confirmar logo em seguida a sua brutal ignorância lascando um 'noturnamente'. O curioso é que os dois repórteres que cobriram o evento transcreveram essas bobagens sem sentido de forma acrítica, a mostrar como o jornalismo tem decaído nos últimos anos e como os grandes veículos de comunicação se tornaram ridículos no seu afã de demonstrar isenção e imparcialidade.
Na sequência a matéria reproduz o discurso embrulhado da Dilma que tenta fazer crer que os países periféricos como o Brasil, que o politicamente correto designa como 'emergentes', foram os heróis que livraram o mundo da crise financeira internacional de 2008. Depois fazendo o uso desabusado de um economês tacanho insinua que o Brasil é vítima de algo que vem de fora, quando se sabe que a incompetência do governo petista e uso do dinheiro público para eleger o poste Dilma são os principais responsáveis pelo retorno da inflação.
Repito: a grande imprensa brasileira, como raríssimas exceções e seus jornalistas militantes ideológicos da causa esquerdista estão entre os principais responsáveis pela construção de uma imagem completamente equivocada de boa parte da opinião pública brasileira, mormente aquele setor que se informa apenas pelos jornalões e, sobretudo, pela televisão.

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quarta-feira, abril 20, 2011

GOVERNO DO PT ACEITA INFLAÇÃO. SAIBA COMO PROTEGER SEU BOLSO. SURGE NAS REDES SOCIAIS CAMPANHA PELA VOLTA DE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO!

Primeiro foram os serviços. Depois, os alimentos. E agora crescem as chances de um reajuste dos combustíveis. Este aumento dos preços, que vem pressionando a inflação, intensifica o desafio diário de quem precisa cuidar do orçamento doméstico. Isso acontece porque a renda do trabalhador é corroída mensalmente pelo custo maior de produtos e serviços. Os mais prejudicados são as pessoas menos abastadas, pois geralmente não contam com mecanismos eficazes para a proteção do dinheiro – aplicações, como fundos de investimentos e poupança. 

O cenário inflacionário também dificulta projetos de longo prazo. Isso vale tanto para pessoas quanto para empresas. Já no plano da economia brasileira, há uma significativa redução da competitividade dos produtos brasileiros frente aos estrangeiros, devido ao encarecimento da produção.

Mesmo com um possível aumento da taxa básica de juros, a Selic, pelo Banco Central (BC) nessa quarta-feira, a inflação não voltará para o centro da meta tão cedo. Para mostrar como reduzir os impactos da inflação sobre o seu bolso, o site de VEJA ouviu os especialistas Ruy Quintans, professor de finanças do Ibmec-Rio, e Ulisses Ruiz de Gamboa, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA) e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). A seguir, eles mostram as melhores estratégias para driblar a alta de preços.
VEJA COMO SE DEFENDER DA MALDIÇÃO INFLAÇÃO CLICANDO AQUI 

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MEU COMENTÁRIO: Não foi por falta de aviso. A inflação retorna em decorrência da perversa combinação de incompetência do PT com roubalheira e gastança de dinheiro público.

No Twitter e demais redes sociais ganha corpo uma campanha #OrgulhoFHC que defende a volta de Fernando Henrique. Aliás o único político com credibilidade e seriedade que ainda anda por aí. Três fases governamentais foram decisivas para evitar que tudo estivesse muito pior: os governos militares, o de Fernando Henrique Cardoso e também o do Itamar Franco. 

segunda-feira, abril 18, 2011

ESQUERDISMO E INCOMPETÊNCIA DO GOVERNO DO PT EMPURRAM O BRASIL PARA O CAOS. COMEÇOU O PROCESO DE DESINDUSTRIALIZAÇÃO!

A desastrada política econômica do incompetente governo do PT, a farra com dinheiro público, a paralisação nos investimentos em infra-estrutura, a sufocante carga tributária, a injeção de dinheiro brasileiro via BNDES para financiar obras na Bolívia e em Cuba; o aporte de dinheiro em países africanos e a ausência de estímulo e valorização da ciência, da tecnologia e da inovação que resulta na raridade de engenheiros e técnicos de alta qualidade no Brasil, fazem com que se acelere a desindustrialização do país.
Sem falar na década de ouro perdida durante o governo do Lula quando a economia internacional bombou como nunca antes na história e as enormes oportunidades foram foram imoladas no altar da ideologia esquerdista. Sob a orientação esquerdista e politicamente correta do Foro de São Paulo, o governo do PT preferiu gastar dinheiro, por exemplo, se metendo em Honduras em socorro a Zelaya, o títere de Hugo Chávez. Investiu em Cuba e na Bolívia e decidiu ainda transferir recursos de Itaipu para o padreco esquerdista Fernando Lugo do Paraguai, alterando o acordo que viabilizou a construção dessa que é uma das maiores hidroelétricas do mundo, toda ela custeada pelo Brasil, herança bendita dos governos militares.

Em menos de uma década o governo do PT conseguiu esfacelar estruturalmente o Brasil. O empresariado sabujo do lulopetismo sugou enquanto havia dinheiro público com o qual o PT comprou o seu apoio. Agora faz as malas e ruma para o exterior transferindo recursos brasileiros que beneficiarão outros países, sobrando para os brasileiros a disparada da inflação, o aumento abusivo dos combustíveis, os juros extorsivos, o desemprego e a elevadíssima carga tributária.

Todas as advertências que fiz aqui no blog lamentavelmente estão se materializando e desenham um futuro péssimo para a Nação brasileira. Especialmente para aquela parcela da população que vive do crédito consignado e da bolsa-família e também a classe média que tem os seus salários corrigidos por uma merreca que representa o índice inflacionário do ano anterior quando a inflação ainda não havia disparado.
Agora mesmo, segundo matéria do portal do Estadão, a maior fabricante de calçados de calçados no Brasil, a Vulcabrás, do empresário Pedro Grendene, está anunciando a compra de uma fábrica na Índia e está transferindo para  o país asiático a parte mais intensiva em mão de obra de sua produção de tênis. A decisão foi motivada pela redução de competitividade no Brasil provocada pelo real forte e pela concorrência dos importados.
A empresa fechou na sexta-feira a aquisição de uma fábrica de calçados sediada em Chennai, uma das cinco maiores cidades da Índia. Uma "due diligence" ocorrerá nos próximos 40 dias e o negócio será assinado no início de junho. O valor da aquisição não foi divulgado, mas, incluindo os investimentos que serão feitos nos primeiros dois anos, a Vulcabrás vai aplicar US$ 50 milhões em sua operação indiana.
A unidade de Chennai emprega hoje mil pessoas e a Vulcabrás pretende aumentar esse número para 5 mil em um ano e meio. Como vai trabalhar também com empresas terceirizadas locais, a empresa brasileira vai gerar 8 mil empregos diretos e indiretos no país asiático. Hoje, a Vulcabrás conta com 40 mil pessoas no Brasil e 4 mil na Argentina.
A empresa não é a única a internacionalizar parte da produção. Companhias como Natura e Vicunha Têxtil estão fazendo o mesmo em busca de maior competitividade. Com informações do portal do Estadão

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sábado, abril 16, 2011

DISPARADA DA INFLAÇÃO AGITA A BOLÍVIA

Morales distante dos distúrbios: pausa para descanso
Episódios de violência marcaram nesta sexta-feira o nono dia de protestos na Bolívia, onde trabalhadores de várias categorias querem que o governo conceda um aumento salarial maior do que o já prometido.
A central sindical Central Operária Boliviana (COB) convocou por tempo indeterminado uma greve geral, que conta com a participação de mineiros, professores, profissionais da saúde e da área rural.
Em La Paz, sede do governo e cidade mais populosa, manifestantes interromperam o trânsito em alguns pontos e forçaram a suspensão das linhas de ônibus intermunicipais.
Ocorreram choques entre professores rurais e policiais na estrada que liga La Paz ao Estado de Oruro.
A TV ATB afirmou que, em Oruro, policiais lançaram gás lacrimogêneo e os manifestantes usaram dinamites, pedras e garrafas no confronto com as forças de segurança.
O uso de dinamite é comuns nos protestos bolivianos, especialmente por mineiros. O explosivo também simbolizou os protestos liderados pelo presidente Evo Morales, com apoio da COB, antes de chegar à Presidência, em 2006.
Em vários pontos do país também houve bloqueio de estradas.
INFLAÇÃO
Segundo a imprensa local, as manifestações desta sexta-feira foram maiores do que as de outros dias. A edição online do jornal "La Razón", por exemplo, afirmou que "o conflito entre COB e governo se torna violento e se espalha pelo país".
Em uma reunião com representantes dos governo no início da semana, os manifestantes se negaram a aceitar um acordo, condicionando isso à presença de Morales na mesa de negociações.
A explicação oficial do governo para a ausência de Morales é que o presidente estava "participando de atividades locais" no Estado de Tarija (sul do país).
O governo propôs um aumento de salarial 10%, mas os manifestantes exigem reajuste de 15%, alegando a alta inflacionária.
O ministro das Comunicações, Ivan Canelas, disse nesta sexta-feira que o governo voltou a convocar os líderes do movimento para uma negociação na quinta-feira, "mas eles não compareceram".
De acordo com a agência de notícias oficial boliviana ABI, Canelas disse que "os ministros mantêm disposição para o diálogo". 
A agência disse também que Morales já teria se reunido com manifestantes, mas sem sucesso. Do portal da Folha de S. Paulo

quarta-feira, dezembro 08, 2010

ARROCHO SALARIAL E INFLAÇÃO DISPARANDO MOSTRA O QUE É O 'ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO' DO GOVERNO DO PT

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês de novembro em 0,83%, maior taxa mensal desde abril de 2005, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. O acumulado do ano está em 5,25%, bem acima dos 3,93% registrados em igual período de 2009. Considerando-se os últimos 12 meses, o IPCA subiu à marca de 5,63%. Em novembro do ano passado, o índice havia sido de 0,41%.

A alta do IPCA, mais uma vez, foi motivada pelo grupo de alimentos e bebidas, cujos preços aceleraram ainda mais, passando de 1,89% em outubro para 2,22% em novembro. Com isto, o impacto dos alimentos no resultado do mês chegou a 0,51 ponto porcentual, o que significa que o grupo respondeu por 61% do índice. Os alimentos e bebidas registraram no mês passado a maior taxa desde dezembro de 2002, quando a alta havia sido de 3,91%.


Em novembro, o consumidor passou a pagar, em média, 10,67% a mais por um quilo de carne - os preços do alimento já acumulam alta de 26,79% no ano. O item carnes teve a maior contribuição individual do mês para o aumento da inflação, 0,25 ponto porcentual - e responde agora por 30% do índice de novembro. Leia MAIS e saiba porquê seu salário encolheu