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quinta-feira, agosto 25, 2011

PSDB QUER QUE PGR INVESTIGUE GLEISI HOFFMANN POR IRREGULARIDADES NO RECEBIMENTO DE BENEFÍCIO TRABALHISTA DE ITAIPU

O PSDB decidiu protocolar na próxima semana na Procuradoria Geral da República (PGR) uma representação contra a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, por possíveis irregularidades no recebimento de benefícios trabalhistas após sua saída do cargo de diretora financeira de Itaipu Binacional em 2006. Pelo mesmo motivo, o partido vai apresentar um requerimento de convocação da ministra na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFF) da Câmara, para que ela preste esclarecimentos sobre o episódio.
Gleisi deixou o posto de diretora para disputar uma vaga ao Senado nas eleições de 2006. Segundo matéria publicada nesta quinta-feira pelo jornal "O Estado de S. Paulo", a ministra fez um acordo com o comando de Itaipu e trocou o motivo de sua saída de "exoneração a pedido" por "exoneração". Com isso, ela pôde receber alguns benefícios destinados a funcionários demitidos. Numa estimativa feita pelo jornal, entre FGTS, férias proporcionais e outros benefícios, Gleisi conseguiu cerca de R$ 145 mil.
De acordo com o líder do partido na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), o caso pode vir a ser caracterizado como improbidade administrativa e peculato.
- Como diretora financeira, ela pagou a si própria. Isso precisa ser investigado - disse o deputado.
O PSDB também vai apresentar um requerimento de convocação, a ser apresentado na CFF, que terá como alvo o ministro das Cidades, Mário Negromomnte. Segundo o partido, ele precisa dar explicações sobre matéria da revista "Veja" do último fim de semana. A matéria diz que o ministro propôs o pagamento de R$ 30 mil a deputados de seu partido - o PP - em troca de apoio. O ministro nega as acusações. Do portal de O Globo,

quinta-feira, agosto 04, 2011

JOBIM VÊ 'TRAPALHADA' NO GOVERNO, DIZ QUE IDELI É 'FRAQUINHA' E GLEISI HOFFMANN NEM SEQUER CONHECE BRASÍLIA. ARRE!

O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, saiu atirando mais uma vez contra a turma do PT numa entrevista à revista Piauí, que chega às bancas neste final de semana. Além de ver muita "trapalhada" no governo, diz que Ideli Salvati é muito 'fraquinha' e a tal de Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, nem conhece Brasília... hehehe... A informação está em duas notas da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo desta quinta-feira que transcrevo. Leiam:

O ministro Nelson Jobim, da Defesa, solta o verbo mais uma vez, agora na revista "Piauí" que chega às bancas amanhã. Ao se referir às negociações sobre o sigilo eterno de documentos, ele atira no núcleo do governo de Dilma Rousseff. "É muita trapalhada", afirma. "A [ministra] Ideli [Salvatti, das Relações Institucionais] é muito fraquinha". Já Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, "nem sequer conhece Brasília".

QUEM MANDA
Jobim conta também que, ao convidar José Genoino para trabalhar na Defesa, ouviu de Dilma: "Mas será que ele pode ser útil?". Jobim diz que respondeu: "Presidenta, quem sabe se ele pode ou não ser útil sou eu." O ministro diz ainda que FHC e Lula são sedutores. "Só que de maneiras diferentes. O Lula diz palavrão, o Fernando é um lorde".

quarta-feira, junho 08, 2011

ARTIGO: Gleisi, quem?

Por Nilson borges Filho (*)

Com o consentimento de Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff decidiu desligar os aparelhos que permitiam a sobrevida do ministro-chefe da Casa Civil. Palocci não conseguiu, nesses últimos vinte e cinco dias, justificar o crescimento repentino do seu patrimônio em 20 milhões de reais, num espaço de apenas quatro anos.

Questionado sobre quem eram os seus contratantes e que tipo de consultoria prestava, Palocci não tinha o que responder. A situação do ex-ministro era indefensável, mesmo para os companheiros de partido. Lula até que tentou, mas não havia a menor condição política para a manutenção do seu protegido. O desgaste sofrido por Dilma no episódio não foi maior porque, nesse caso específico, o governo, imagina-se,  não estava diretamente comprometido com as trapalhadas de Palocci.

Ocorre, que existia a preocupação, justificável, de que uma investigação séria sobre o enriquecimento do ex-ministro poderia chegar na arrecadação de fundos para a eleição de Dilma. Se isso fosse possível dizer, pior do que as travessuras de Palocci foi o papel desempenhado por Lula, assumindo-se como presidente de fato.

Inoportuno, deselegante, calculista e desleal, o ex-presidente desqualificou publicamente uma presidente que estava fragilizada na saúde e fraca politicamente. Dilma está pagando o preço de ter sido a candidata de Lula. Muitos dos ministros que formam o gabinete da presidente, inclusive Antônio Palocci, foram indicados por Lula.

A crise que o governo enfrenta decorre, em muito, do messianismo botocudo do ex-presidente. A queda do ex-ministro Antônio Palocci não se deve à minoria parlamentar ou à oposição em geral, que nem para isso servem. O ex-chefe da Casa Civil caiu por não atender as demandas petistas que desejavam aparelhar o Estado, sem o mínimo critério técnico.

Que mais saberia da movimentação financeira de Palocci e de suas consultorias, se não os companheiros de partido. A escolha da senadora Gleisi Hoffmann para assumir o ministério foi uma escolha técnica, pois a articulação política do governo não mais permanecerá na Casa Civil. Para onde vai ainda não se sabe.

A nova ministra, na companhia de um nariz de plástica deslocado do conjunto, afirmou que será uma gestora, ou seja, será a Dilma da Dilma. Luiz Sérgio, ministro das Relações Institucionais, um peso morto no gabinete presidencial, é um político medíocre que até hoje não disse para que veio.

Portando um vigoroso bigode, Luiz Sérgio é conhecido no Palácio do Planalto como garçom – só sabe tirar pedidos. Torço para que os garçons não se ofendam com a comparação. É dada como certa sua saída do governo.

Na liderança do governo encontra-se o deputado Cândido Vacarezza, cujo perfil se assemelha ao de um zagueiro de time de várzea. O bruto tem a capacidade de criar antagonismos na base aliada, que chega a dar inveja à oposição.

Já na liderança do PT na Câmara a situação é bem pior: o deputado Paulo Teixeira, defensor da maconha, é aquele tipo que Dilma não quer que  identifiquem com o seu governo. Explicável, portanto, o poder que Palocci acumulava na Casa Civil, principalmente quando operava politicamente.

Lula, quando despachou Palocci, envolvido em malfeitorias e quebras de sigilos bancários, assumiu ele próprio a articulação política com a base aliada. Ocorre  que Dilma detesta fazer política, negociar cargos, articular votações no Congresso e varar madrugadas conversando com políticos. A pergunta que não quer calar: quem será o articulador político de Dilma dentro do governo? Fora dele já sabe. Quem? Ora, aquele que atende por Luiz Inácio, apelido Lula.

(*) Nilson borges Filho é doutor em Direito, professor e articulista colaborador deste blog

COM LADY GAGA PETRALHA NA CASA CIVIL, PALÁCIO DO PLANALTO VIRA UM NINHO DE VÍBORAS

Gleise: bonitinha mas ordinária
Ao escolher Gleisi Hoffman para comandar a Casa Civil, Dilma Rousseff preferiu mexer apenas em uma peça do tabuleiro federal. Por isso, optou por Gleisi em vez de outros nomes especulados, como o atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (marido de Gleisi), e o da ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Por trás da decisão de Dilma, também está a tentativa de atribuir à Casa Civil um perfil que a pasta possuía quando estava justamente sob o comando da atual presidente da República: o de coordenação dos programas de governo.
A presidente conheceu a sucessora de Antonio Palocci de perto durante o governo Lula: enquanto Dilma comandava o Ministério de Minas e Energia, Gleisi era diretora financeira da usina de Itaipu. Gostou do que viu. No aspecto político, entretanto, a senadora reuniu inimizades de todos os lados, em quatro meses de mandato no Senado. Apesar do comportamento aparentemente sereno, ela é vista como alguém que se irrita facilmente. "A ministra é preparada, mas muito esquentadinha", define o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). 
Gleisi é filiada ao PT há 22 anos, e percorreu os atalhos da política em parte por causa da figura do marido. A oposição a classifica como alguém radical, que partidariza cada mínimo debate e prefere o "tratoraço" da maioria governista ao diálogo. Parlamentares ouvidos pelo site de VEJA acreditam que a relação entre Planalto e Congresso tende a piorar, justamente num período em que os ânimos já estão exaltados.
Peemedebistas atribuem a Gleisi uma operação para retirar das mãos de Romero Jucá (PMDB-RR) a liderança do governo no Senado em 2012. De fato, a senadora vinha tentando minar o trabalho de Jucá em algumas votações, numa disputa que tinha potencial para abrir uma guerra declarada entre as bancadas. Parlamentares do PMDB consideram impossível que a nova ministra seja responsável pela interlocução do Planalto com o Congresso.
Alguns petistas e integrantes de outros partidos aliados já foram apresentados aos modos, por assim dizer, pouco democráticos da nova ministra. Na semana passada, ela chegou a retirar o microfone da boca de dois colegas: os senadores Inácio Arruda (PC do B-CE) e Aníbal Diniz (PT-AC). Gleisi tentava apressar a votação de duas medidas provisórias que perderiam o efeito se não fossem votadas até meia-noite do dia 1º de junho. Fracassou na missão e saiu dela com a imagem arranhada entre aliados e oposicionistas.
As inimizades já renderam dois apelidos a Gleisi, que também se destaca como a figura mais bonita do Senado: Barbie e Lady Gaga. Ambos fazem troça com o apreço com o visual e aquilo que alguns chamam de pose demasiado altiva da petista.
Lacuna - A nova ministra também foi uma das vozes mais fortes dentro da bancada petista contra a blindagem ao ministro Antonio Palocci, o que alimentou rumores de que ela estaria trabalhando para que o marido ficasse com a vaga. Tida como alguém que tem lealdade canina ao partido, ela via em Palocci uma figura que construiu um projeto pessoal dentro do governo, o que seria inaceitável.
Gleisi Hoffmann já afirmou que sua tarefa no cargo será eminentemente técnica. Isso deve evitar atritos com o Congresso. Por outro lado, a escolha de Dilma Rousseff abre uma lacuna cujo preenchimento ainda é uma incógnita: quem fará a articulação política do governo? O ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, atuava apenas quando o tema em jogo era pouco relevante. Caso contrário, era Palocci quem resolvia. Agora, sem diálogo com a Casa Civil, o Congresso pode ficar órfão. Petistas minimizam a situação, alegando que a relação do governo com o Parlamento precisa apenas de "ajustes finos".  Na prática, ninguém acredita nisso. Do portal da revista Veja