A queda de Nelson Jobim do Ministério da Defesa, no último dia 4, trouxe à tona o ressentimento de oficiais das Forças Armadas com supostas humilhações impostas a militares pelo ex-chefe.
Um artigo do general reformado Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, ex-presidente do Clube Militar, expõe mágoas da caserna e afirma que o ex-ministro tinha "psicótica necessidade de se fantasiar de militar" e "já vai tarde".
O texto foi publicado no site da Academia Brasileira de Defesa e circula desde o fim de semana em blogs de militares. Escrito como desabafo dirigido a Jobim, sugere que parte da classe se sentiu vingada com sua demissão.
"Como um dia é da caça e outro do caçador, o senhor foi expelido do cargo de forma vergonhosa, ácida, quase sem consideração a sua pessoa, repetindo os atos que tantas vezes praticou com exemplares militares que tiveram (...) a desventura de servir no seu ministério", diz.
"Por tudo de mal que fez à nação, enganando-a sobre o real estado das Forças Armadas, já vai tarde. Vamos ficar livres das suas baboseiras, das suas palavras ao vento, das suas falácias."
O general afirma que o perfil do ex-ministro publicado pela revista "Piauí" "retrata com fidelidade" o "seu ego avassalador, que julgava estar acima de tudo e de todos, a prepotência, a arrogância e a afetada intimidade com os seus colaboradores".
Na reportagem, que precipitou a demissão do ex-ministro, Jobim chama a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) de "fraquinha" e diz que Gleisi Hoffmann (Casa Civil) "nem sequer conhece Brasília".
Em outro trecho, que irritou os militares, a repórter narra uma cena em que ele usa tom ríspido para dar ordens ao almirante José Alberto Accioly Fragelli, diante de outros oficiais e de civis.
O artigo critica o ex-ministro por posar de farda, "envergando uniformes que não lhe cabiam não apenas por seu tamanho desproporcional, mas, também, pela carência de virtudes básicas".
PROMESSAS
O oficial ainda ataca a Estratégia Nacional de Defesa, principal projeto de Jobim na pasta. "Megalômana, sem prazos e recursos financeiros delimitados", critica.
"Suas promessas de reaparelhamento e modernização não se realizaram", diz. "Só palavrório, discursos vazios, promessas que não se cumpriram, enganações e mais enganações."
Lessa elogia a presidente Dilma Rousseff, que estaria comandando as Forças Armadas "na plenitude da sua competência", mas critica a escolha do novo ministro da Defesa, Celso Amorim.
O diplomata é descrito como "sem afinidade com as Forças, alheio aos seus problemas e necessidades mais prementes" e "com notória orientação esquerdista".
"Como no Brasil tudo o que está ruim pode ficar ainda pior, vamos ter que aturar o embaixador Amorim", diz.
Ontem à tarde, a reportagem procurou ex-assessores de Jobim, que prometeram enviar a carta ao ex-ministro. Ele não se manifestou até a conclusão desta edição. Da Folha de São Paulo desta terça-feira
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terça-feira, agosto 16, 2011
sexta-feira, agosto 05, 2011
JOBIM PEGOU COBRA GIGANTE, MAS FOI DETONADO POR PEQUENAS VÍBORAS PALACIANAS.
O ex-Ministro da Defesa Nelson Jobim se esforçou bastante para rivalizar em coragem com os soldados das Forças Armadas. Chegou a envergar o uniforme militar e a pegar à unha uma cobra sucuri gigante. Entretanto, foi detonado por pequenas víboras palacianas.
Ninguém sabe se o megalonanico Celso Amorim será capaz de tais bravatas. Na verdade, dado o seu biotipo e conteúdo cerebral, segundo os analistas de segurança nacional, estaria mais à vontade como chefe de grupo escoteiro.
quinta-feira, agosto 04, 2011
DILMA DEMITE NELSON JOBIM. COMUNISTA ALDO REBELO COTADO PARA SUBSTITUÍ-LO.
Depois de ler a íntegra da reportagem da revista Piauí com o perfil e as declarações do ministro da Defesa, a presidente Dilma Rousseff avaliou que Nelson Jobim ficou numa "posição politicamente insustentável" e decidiu demiti-lo, no final da manhã desta quinta-feira, 4. Segundo fontes do Planalto, a presidente teria pedido para ele antecipar a volta de Tabatinga (AM).
Ao contrário do que disseram alguns assessores do ministro da Defesa, a presidente não soube, "há um mês", que ele havia, em entrevista à Piauí, feito críticas às ministras escolhidas por Dilma depois da crise do caso Palocci, e que trabalham diretamente com ela no Palácio.
Jobim disse à revista que a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, é "fraquinha", e que Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil, "não conhece Brasília". O ministro da Defesa considerou o governo Dilma "atrapalhado" pela maneira como, dois meses atrás, tratou da Lei de Acesso à Informação, promovendo vários recuos ao se posicionar sobre o sigilo dos documentos ultrassecretos - no final, a presidente optou por manter a proposta da Câmara, contrária ao sigilo eterno e permitindo que documentos ultrassecretos tenham sigilo de 25 anos renovado por apenas mais 25 anos. A outra proposta era favorável a renovar indefinidamente o sigilo.
Dilma ficou irritada como fato de Jobim ter se encontrado nesta quarta-feira, 3, com ela e, na audiência, não ter falado sobre as críticas às ministras. Antes da audiência, no Planalto, a presidente havia recebido no Palácio da Alvorada, o assessor de Jobim, o ex-deputado e ex-presidente do PT José Genoino. Ele não falou com Dilma sobre a reportagem da Piauí.
No início da noite dessa quarta, Jobim ligou para Ideli Salvatti, falou da reportagem e disse que as palavras dele estavam "fora de contexto". Ideli foi até a presidente e fez o relato sobre o que ouvira de Jobim.
Na manhã desta quinta, quando já estava na Amazônia, a caminho da Tabatinga, Jobim tentou falar também com a ministra Gleisi Hoffmann. A ministra-chefe da Casa Civil não quis atender Jobim e mandou dizer, depois, pelos assessores, que as opiniões do colega da Defesa eram "irrelevantes".
Um dos nomes cotados para o lugar de Jobim é o do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP). Alguns assessores citam também a possibilidade de o vice-presidente, Michel temer, assumir temporariamente, se for necessário, o cargo. O atual ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, também faz parte da bolsa de aposta.
Por conta de outras declarações, Jobim já estava na lista dos auxiliares de Dilma que ela deve tirar do governo na primeira reforma ministerial, no final deste ano ou no início de 2012.
O ministro viajou na noite de quarta para São Gabriel da Cachoeira (AM). Nesta manhã ele partiu para Tabatinga (AM), onde, ao lado do vice-presidente da República, Michel Temer, assina um plano de vigilância de fronteiras entre Brasil e Colômbia.
Em recente entrevista concedida ao programa "Poder e Política", da Folha de S. Paulo e UOL, Jobim criou incomodo no Planalto ao fazer questão de revelar que, nas eleições do ano passado, votou no candidato tucano José Serra, o adversário da candidata vencedora, Dilma Rousseff. Do portal do Estadão
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JOBIM VÊ 'TRAPALHADA' NO GOVERNO, DIZ QUE IDELI É 'FRAQUINHA' E GLEISI HOFFMANN NEM SEQUER CONHECE BRASÍLIA. ARRE!
O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, saiu atirando mais uma vez contra a turma do PT numa entrevista à revista Piauí, que chega às bancas neste final de semana. Além de ver muita "trapalhada" no governo, diz que Ideli Salvati é muito 'fraquinha' e a tal de Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, nem conhece Brasília... hehehe... A informação está em duas notas da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo desta quinta-feira que transcrevo. Leiam:
O ministro Nelson Jobim, da Defesa, solta o verbo mais uma vez, agora na revista "Piauí" que chega às bancas amanhã. Ao se referir às negociações sobre o sigilo eterno de documentos, ele atira no núcleo do governo de Dilma Rousseff. "É muita trapalhada", afirma. "A [ministra] Ideli [Salvatti, das Relações Institucionais] é muito fraquinha". Já Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, "nem sequer conhece Brasília".
QUEM MANDA
Jobim conta também que, ao convidar José Genoino para trabalhar na Defesa, ouviu de Dilma: "Mas será que ele pode ser útil?". Jobim diz que respondeu: "Presidenta, quem sabe se ele pode ou não ser útil sou eu." O ministro diz ainda que FHC e Lula são sedutores. "Só que de maneiras diferentes. O Lula diz palavrão, o Fernando é um lorde".
O ministro Nelson Jobim, da Defesa, solta o verbo mais uma vez, agora na revista "Piauí" que chega às bancas amanhã. Ao se referir às negociações sobre o sigilo eterno de documentos, ele atira no núcleo do governo de Dilma Rousseff. "É muita trapalhada", afirma. "A [ministra] Ideli [Salvatti, das Relações Institucionais] é muito fraquinha". Já Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, "nem sequer conhece Brasília".
QUEM MANDA
Jobim conta também que, ao convidar José Genoino para trabalhar na Defesa, ouviu de Dilma: "Mas será que ele pode ser útil?". Jobim diz que respondeu: "Presidenta, quem sabe se ele pode ou não ser útil sou eu." O ministro diz ainda que FHC e Lula são sedutores. "Só que de maneiras diferentes. O Lula diz palavrão, o Fernando é um lorde".
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sexta-feira, julho 01, 2011
JOBIM ELOGIA FHC E DEPLORA OS IDIOTAS QUE HOJE TEM DE ATURAR. A TURMA DO PT TORCEU O NARIZ. FHC DEIXOU ESCAPAR UM LEVE SORRISO.
Há pessoas que só dizem o que deve ser dito quando são contrariadas nos seus interesses pessoais. É o caso desse estranho discurso de Nelson Jobim ao elogiar Fernando Henrique Cardoso e deplorar os idiotas que segundo ele perderam a modéstia na atualidade brasileira. E, por isso, soa como algo fora de lugar, haja vista que Jobim é homem de primeira linha da base alugada do lulopetismo. Leiam:
O ministro Nelson Jobim (Defesa) fez um discurso ontem na homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que foi interpretado como sinal de insatisfação com sua situação no governo Dilma Rousseff.
Começou dizendo que faria um "monólogo" dedicado a FHC -de quem foi ministro da Justiça e que o indicou para o Supremo Tribunal Federal-, e que deixaria "vazios" que o tucano iria "compreender perfeitamente".
Jobim elogiou o estilo conciliador do ex-presidente. "Nunca o presidente levantou a voz para ninguém. Nunca criou tensionamento entre aqueles que te assessoravam", disse. A referência foi interpretada como uma alusão ao estilo duro de Dilma com seus auxiliares.
"Se estou aqui, foi por tua causa", afirmou, sem mencionar Lula nem Dilma.
Disse que, quando presidente, FHC construiu "um processo político de tolerância, compreensão e criação".
"E nós precisamos ter presente, Fernando, que os tempos mudaram." E citou Nelson Rodrigues: "Ele dizia que, no seu tempo, os idiotas chegavam devagar e ficavam quietos. O que se percebe hoje, Fernando, é que os idiotas perderam a modéstia. E nós temos de ter tolerância e compreensão também com os idiotas, que são exatamente aqueles que escrevem para o esquecimento".
Esse encerramento da fala provocou perplexidade em governistas da plateia. "O que ele está querendo dizer?", indagou um petista.
Questionado sobre a fala, FHC disse que não viu nenhuma tentativa de fazer "comparações". Sobre os "idiotas", FHC sorriu e concordou: "É, aquilo foi forte".
Já o presidente do Instituto Teotonio Vilela, Tasso Jereissati, avaliou que o titular da Defesa "fez um discurso cheio de recados".
Aliados do ministro dizem que ele está, de fato, insatisfeito com Dilma. Recentemente se queixou a correligionários de que não é convocado para opinar política e direito, como Lula fazia.
Ele também ficou incomodado com o corte do orçamento de sua pasta. Assessores da Defesa negam que Jobim tenha manifestado a vontade de deixar o cargo. Hoje pela manhã o ministro tem audiência agendada com a presidente.
ECUMÊNICO
Vários aliados de Dilma participaram da homenagem a FHC no Senado: o governador Eduardo Campos (PSB-PE), o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e o ministro Garibaldi Alves (Previdência). A mestre de cerimônias do evento foi a atriz Fernanda Montenegro.
O vice-presidente Michel Temer recepcionou o tucano na sala do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).
No discurso, FHC se disse "muito feliz" com a carta elogiosa que recebeu de Dilma pelo seu aniversário de 80 anos e que viu no gesto a prova de que "não é preciso destruirmos um ao outro".
O discurso mais crítico ao PT foi feito por José Serra, que disse que, quando presidente, FHC jamais "passou a mão na cabeça de aloprado". Da Folha desta sexta-feira
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segunda-feira, junho 27, 2011
DUPLA ASSALTA APARTAMENTO DO MINISTRO DA DEFESA NELSON JOBIM LEVANDO DINHEIRO E JÓIAS
Dois homens armados assaltaram o apartamento do ministro da Defesa, Nelson Jobim, no Rio de Janeiro, no início da tarde de domingo. Segundo informações da Polícia Civil, os criminosos conseguiram invadir um prédio da avenida Vieira Souto, em Ipanema, zona sul do Rio, por meio de ameaças a um morador, que saía do edifício no momento da invasão.
Após entrarem no prédio, os ladrões foram direto para o apartamento de Jobim, e renderam o filho do ministro, Alexandre Jobim, e sua esposa, que estavam no local. O ministro não estava no apartamento. O filho de Jobim mora em Brasília, mas passava o feriado de Corpus Christi com a família na capital fluminense.
Os ladrões levaram joias e R$ 500 em dinheiro. Não houve feridos. Após o roubo, o caso foi registrado na 14ª DP (Leblon). Do portal da RBS/Diário Catarinense
Após entrarem no prédio, os ladrões foram direto para o apartamento de Jobim, e renderam o filho do ministro, Alexandre Jobim, e sua esposa, que estavam no local. O ministro não estava no apartamento. O filho de Jobim mora em Brasília, mas passava o feriado de Corpus Christi com a família na capital fluminense.
Os ladrões levaram joias e R$ 500 em dinheiro. Não houve feridos. Após o roubo, o caso foi registrado na 14ª DP (Leblon). Do portal da RBS/Diário Catarinense
segunda-feira, janeiro 10, 2011
MINISTÉRIO DA DEFESA COMPROU DESDE SECADOR DE CABELO E DVD ATÉ REFRIGERADOR PARA FÉRIAS DE LULA NO FORTE ANDRADAS
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| Lula confraterniza com a família no hotel do Forte do Exército |
Na mesma data, foram gastos mais R$ 8 mil com serviços de desratização, desinsetização e descupinização.
Pelos dados obtidos pelo Contas Abertas no Siafi (Sistema Integrado de Acompanhamento e Fiscalização), o secador de cabelo custou R$ 147; o DVD, R$ 379,99; e os ferros, R$ 154. O Comando da 1 Brigada de Artilharia Antiaérea comprou ainda um jogo de panelas de prata Rechaud, por R$ 379,99; um refrigerador duplex, por R$ 1.845; e uma sanduicheira, por R$ 66,80. Na mesma relação, consta a compra de uniformes para o serviço de hotelaria, por R$ 3,8 mil.
Lula e familiares foram para o Forte dos Andradas na terça-feira passada. Neste domingo, Lula foi fotografado almoçando com a mulher, Marisa Letícia, filhos e netos na varanda do pequeno hotel construído em sua própria gestão na Praia de Monduba, dentro do Forte dos Andradas. Segundo fontes do Palácio do Planalto, ele deverá ficar até o dia 18 no local.
O Forte dos Andradas, uma base do Exército, foi um dos locais mais frequentados por Lula em dias de folga ao longo de seus dois mandatos. Segundo o diretor do Contas Abertas, Gil Castello Branco, não há indícios de irregularidades nas compras do Ministério da Defesa para o Forte.
- Todas as compras foram feitas com licitação. Não se questiona a legalidade do ato. O que se questiona é se as compras atendem a uma necessidade militar ou a necessidades de convidados ilustres - disse Castello Branco.
A hospedagem do ex-presidente com a família numa base militar, com as despesas pagas pelo governo, provocou reação em alguns setores. Diante das críticas, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, veio a público para dizer que não há problema algum nas férias do ex-presidente numa base militar. Segundo ele, a legislação permite o regalo , desde que o hóspede tenha sido convidado por autoridades da área. Jobim disse que foi ele quem convidou Lula para passar alguns dias no forte. Texto e foto do portal do jornal O Globo
terça-feira, novembro 30, 2010
GOVERNO LULA SABIA DAS FARC? NÃO DIGAM? WIKILEAKS SÓ VEICULA NOTÍCIA VELHA .
Para quem está bem informado e não engole a puxação de saco de jornais como a Folha, o Estadão, os veículos da Rede Globo e quejandos, não constitui nenhuma novidade aquilo que o WikiLeaks divulga como coisa extraordinária. Neste caso o fato de que o Brasil sabia da operação das FARC na Venezuela chega a ser piada esse documento de conversa entre Jobim e diplomatas americanos. Ademais, nota-se que todos esses diplomatas americanos e brasileiros ou conversam sobre abobrinhas para despistar ou são estúpidos mesmo. Quero crer que a segunda hipótese é mais plausível.
Agora, ver o Jobim puxar o saco de bolivarianos e fustigar a Colômbia não tem preço, embora também não seja novidade. O inaudito fica por conta do fato de que essas coisas agora estão sendo publicadas pelos grandes veículos internacionais de notícias como se fossem algum furo jornalístico. Piada. Há muito tempo que Lula e seus sequazes conspiram contra todos os países democráticos e lideram o Foro do São Paulo cuja meta é transformar o Brasil num país socialista. Falta apenas a adesão em massa dos generais melancias da ex-gloriosa Forças Armadas brasileiras que hoje tomam conta de maconheiros e cheiradores nos morros do Rio de Janeiro.
Vejam esta pérola do tal de WikiLeaks que está no Estadão como algo inaudito. Hehehehe...:
Agora, ver o Jobim puxar o saco de bolivarianos e fustigar a Colômbia não tem preço, embora também não seja novidade. O inaudito fica por conta do fato de que essas coisas agora estão sendo publicadas pelos grandes veículos internacionais de notícias como se fossem algum furo jornalístico. Piada. Há muito tempo que Lula e seus sequazes conspiram contra todos os países democráticos e lideram o Foro do São Paulo cuja meta é transformar o Brasil num país socialista. Falta apenas a adesão em massa dos generais melancias da ex-gloriosa Forças Armadas brasileiras que hoje tomam conta de maconheiros e cheiradores nos morros do Rio de Janeiro.
Vejam esta pérola do tal de WikiLeaks que está no Estadão como algo inaudito. Hehehehe...:
O Brasil sabia da "presença" das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na Venezuela e considerava a Colômbia como a "principal fonte de instabilidade" na região, mostraram nesta terça-feira, 30, os novos documentos revelados pelo Wikileaks.
Esta informação aparece em documentos enviados em novembro de 2009 da embaixada dos EUA em Brasília, que mostram conversas de uma funcionária americana, Lisa Kibuske, com o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
"Falando de temas de segurança regional", diz uma das mensagens, "Jobim reconheceu na prática a presença da guerrilha das Farc na Venezuela e ofereceu sugestões para criar confiança na fronteira entre Colômbia e Equador".
No entanto, Jobim diz que reconhece publicamente a presença das Farc na Venezuela impediria o trabalho de mediação de seu Governo. "Perguntado sobre a presença das Farc na Venezuela, disse que se reconhecesse sua presença poderia arruinar a capacidade do Brasil como país mediador", explica a nota.
Posteriormente, em outra mensagem, Jobim situa a "Colômbia no centro da potencial instabilidade da região" e considera a tentativa do então presidente Álvaro Uribe de optar por um terceiro mandato na Colômbia como "terrível".
Mais adiante, o ministro brasileiro volta a mostrar suas preocupações a respeito de Uribe, a quem "insiste em qualificar como a primeira fonte de tensões" na região andina.
Na conversa entre Lisa e Nelson Jobim, o ministro da Defesa também mostra "inquietação" sobre o acordo de defesa entre EUA e Colômbia, que permitirá que militares americanos utilizem bases no país andino, ao apontar que um dos memorandos que acompanha o acordo deixa em "evidência a falta de compreensão da América Latina" por parte de Washington.
No entanto, a funcionária finaliza com um balanço positivo seu encontro com Jobim, de quem destaca sua "proximidade ao presidente Lula em questões de segurança". "Apesar da tendência do Governo do Brasil de culpar a Colômbia pelas tensões atuais, seus esforços por manter a paz são sinceros e deveriam ser apoiados", afirma na nota.
Trata-se dos primeiros documentos nos quais a Colômbia é citada desde que o Wikileaks começou a publicação em massa no domingo de mais de 250 mil documentos diplomáticos americanos, muitos deles com revelações embaraçosas para Washington e seus aliados. Do portal do Estadão
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