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domingo, março 25, 2012

SERRA VENCE PRÉVIAS E SERÁ PREFEITO DE SÃO PAULO. GRANDE IMPRENSA TORCE O NARIZ E OS TRAÍRAS DE SEMPRE ESTÃO EM CAMPO.

Vitória de José Serra já era esperada e irrita a grande imprensa
José Serra foi escolhido neste domingo pela militância do PSDB o candidato do partido à prefeitura de São Paulo. O resultado das prévias da legenda foi anunciado no anfiteatro da Câmara dos Vereadores, na capital paulista. A vitória de Serra consolida uma candidatura viável de oposição. O tucano ostenta uma longa ficha de serviços prestados como parlamentar, ministro, governador e prefeito. Terá pela frente a missão de se opor à hegemonia política e ideológica que o PT tenta impingir ao Brasil com uma eventual vitória de Fernando Haddad em São Paulo.
Segundo o PSDB, 6.229 filiados votaram nas prévias. Serra recebeu 3.176 votos (52,1% do total), ante 1.902 (31,2%) do secretário estadual de Energia, José Aníbal, e 1.018 (16,7%) do deputado federal Ricardo Tripoli. Na cidade, o partido tem 20 000 filiados.
Será a quarta vez que Serra concorre à prefeitura de São Paulo. Ele venceu a disputa em 2004 e exerceu o mandato até 2006, quando foi eleito governador do estado. Serra ingressou nas prévias em 27 de fevereiro, com o processo já em curso. Quando ele decidiu entrar na corrida, os pré-candidatos Andrea Matarazzo e Bruno Covas retiraram seus nomes para apoiá-lo.
Assim que anunciou seu ingresso nas prévias, Serra fez questão de esclarecer que o sonho de disputar a Presidência da República estava adormecido. Interlocutores do tucano dizem o mesmo. A conquista de um cargo eletivo seria o passo necessário para aumentar sua influência no partido até as eleições presidenciais de 2014, nas quais ele seria um grande articulador.
O voto nas prévias era facultativo e ocorreu em 58 diretórios zonais em toda a cidade. Houve problema em tablets usados como urna eletrônica nas zonais da Lapa e de Cidades Tiradentes: a votação teve de ser feita em cédulas de papel, de forma manual. A realização das prévias custou entre 250 000 e 300 000 reais ao diretório municipal da legenda. Do site da revista Veja - texto e foto

MEU COMENTÁRIO: A vitória de Serra já era esperada e deverá ser mesmo o prefeito de São Paulo. Todavia, Serra terá que largar as bobagens politicamente corretas que intervêm na liberdade individual das pessoas. 
Além disso enfrentará não só o turbilhão de calúnias e dossiês fajutos que serão produzidos pelo PT sob a orientação de Lula que perdeu a voz mas continua o dono absoluto do PT.
De outra parte, José Serra terá contra si toda a grande imprensa brasileira, sem falar nos blogs do esgoto e na patrulha cibernética petralha.
E, finalmente, enfrentará os desafetos de seus próprio partido. O PSDB não é um ninho de tucanos, mas um ninho de jararacas. 
Levando em consideração esses três aspectos e denunciando o risco que São Paulo corre de ser governado pelo PT se elegerá sem problemas porque os paulistanos são gatos escaldados pelas desastrosas administrações de Luiza Erundina e Marta Suplicy.

domingo, fevereiro 26, 2012

CANDIDATURA DE SERRA À PREFEITURA DE SP AUMENTA SEU CACIFE POLÍTICO, SEPULTA AS PRÉVIAS, UNIFICA O PSDB, TEM O APOIO DA MÁQUINA KASSABISTA E MARGINALIZA O PT!

Serra fortalecido como condutor da unidade do PSDB
Vale a pena ler este texto em forma de perguntas e respostas que esclarece muito a respeito do que rola na política de São Paulo. E porque é importante conhecer estes detalhes? Ora, porque é justamente nesta eleição à prefeitura de São Paulo que estarão sendo jogadas as fichas com relação às eleições de governador de Estado e, de forma muito especial, a próxima eleição presidencial. É por isso que o assunto não sai um dia sequer do noticiário política nacional. 
Com a decisão de José Serra concorrer à prefeitura a prévia do PSDB foi para o brejo. Um dos principais candidatos que disputariam essas prévias é Andrea Matarazzo que já retirou oficialmente sua candidatura. Pressente-se que, com toda certeza, os demais seguirão a sua decisão formando um poderoso arco de apoio à José Serra que, no final das contas, sai fortalecido politicamente. Leiam o preâmbulo e as perguntas e respostas formuladas pelo site da revista Veja. É matéria política de primeira linha:
O secretário estadual de Cultura, Andrea Matarazzo retirou oficialmente sua pré-candidatura neste domingo. Após a confirmação de que o ex-governador José Serra vai formalizar sua participação na disputa eleitoral, o anúncio já era esperado. "Vocês nunca vão me ver disputar uma eleição com Serra", disse Matarazzo, em entrevista coletiva. O secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, deve fazer o mesmo anúncio até segunda-feira. 
Apesar dos sinais de que o PSDB vai se unir em torno da candidatura de Serra, São Paulo assiste à disputa eleitoral de resultado mais incerto desde que o eleitorado das capitais recuperou o direito de eleger o prefeito. Isso se deve à determinação do PT de se aliar, no primeiro ou no segundo turno, a qualquer bicho que se mova — desde que não seja tucano.
O PSDB, por sua vez, já percebeu que a eleição na capital paulista é vista pelo Planalto como um ensaio geral para tentar tomar o Palácio dos Bandeirantes, onde petista nunca pôs os pés. Seguem, abaixo, 19 perguntas, com suas respectivas respostas, sobre a sucessão na maior cidade do país.
1 - Por que Serra será o candidato do PSDB? Porque é o único que tem condições de reunir o atual arco de alianças que se opõe ao petismo no estado e na cidade. O prefeito Gilberto Kassab dizia aceitar a aliança com os tucanos desde que o titular da chapa fosse do seu partido, o PSD. Sabia que a condição era considerada inaceitável pelo governador Geraldo Alckmin. Kassab só admitia uma exceção: Serra como cabeça de chapa.
2 - Kassab queria, então, Serra como candidato? Não exatamente. Kassab considera que seu principal adversário em São Paulo é Geraldo Alckmin, que foi o único tucano de alta plumagem que tentou inviabilizar o seu partido, o PSD. No resto do Brasil, os tucanos apoiaram a criação da nova legenda. Em São Paulo, Alckmin hostilizou o PSD e demitiu do secretariado o vice-governador, Guilherme Afif. Assim, Kassab preferiria estar num grupo que fizesse oposição ao governador. Por isso se aproximou do PT. Com Serra candidato, o prefeito, por dever de lealdade, adia o seu projeto de fazer oposição aberta a Alckmin.
3 - Mas o que quer Kassab? Quer ser poder onde quer que esteja. Por isso o seu partido não é "de direita, de esquerda ou de centro". O PSD não faz oposição a nenhuma administração estadual nem ao governo federal. Formalmente ao menos, não se opõe nem a Alckmin. Hoje, é o partido mais governista do país. É uma espécie de PMDB elevado ao estado de arte. Seu lema poderia ser: "Se há governo, sou a favor". O prefeito estava doido para cair no colo da presidente Dilma. O apoio a Fernando Haddad seria o primeiro passo. A candidatura de Serra adiou a sua adesão.
4 - O projeto de Kassab é partidário ou é pessoal? As duas coisas. Na esfera federal, o partido quer exercer a sua vocação governista. Na estadual, o propósito esbarra em Alckmin e seu grupo. Kassab quer se candidatar ou ao governo de São Paulo ou ao Senado em 2014, quando se elege apenas um senador. Tudo o mais constante, Alckmin concorrerá à reeleição. Dificilmente Kassab será o candidato ao Senado do grupo. Por isso ele tentou se unir aos petistas: o objetivo, de fato, seria unir forças para derrotar Alckmin em 2014.
5 - Kassab tem baixa popularidade. Por que PSDB e PT lutaram tanto por seu apoio? Kassab está montado num caixa considerável para gastar até as eleições — algo em torno de 5 bilhões de reais. Tem grandes inaugurações a fazer — entre elas, três grandes hospitais. Há áreas da administração que mereceriam destaque nacional: os professores do município são, por exemplo, os maios bem-pagos do país. O prefeito tem ainda sob a sua influência algo em torno de 60% ou 70% da Câmara de Vereadores. É difícil vencer uma eleição sem eles, como percebeu Geraldo Alckmin em 2008. Kassab tem hoje bons amigos até na bancada petista.
6 - O PT conseguirá reproduzir em São Paulo a aliança que existe em escala nacional, como queria Lula? Não no primeiro turno ao menos. Lula sonhou, por exemplo, em ter Gabriel Chalita como vice de Fernando Haddad. Não terá. Considera, em todo caso, um prejuízo menor porque o ideólogo da "política e da pedagogia do amor" tende a tirar a votos, avalia o ex-presidente, do eleitorado que poderia escolher Serra. Nos debates, o PT espera que o neopeemedebista eleja o tucano como alvo. Num eventual segundo turno disputado por Fernando Haddad, o PT considera o apoio do "candidato do amor" (e do ódio a Serra) como certo.
7 - E o PCdoB, do vereador Netinho de Paula? Apoiará Haddad? O PT luta por isso, mas não é o que está dado hoje. Netinho, até agora, rejeita a aliança com o PT. Alas ideológicas do PCdoB também não estão satisfeitas com o petismo. O ex-ministro Orlando Silva (Esportes), por exemplo, atribui ao PT a fritura a que foi submetido. Os petistas querem impedir a candidatura de Netinho. Se avaliam que Chalita tira votos de Serra, acham que Netinho tende a pegar uma fatia do eleitorado potencialmente petista. É bom lembrar que o PCdoB tem uma secretaria na gestão Kassab, a que cuida da Copa do Mundo.
8 - Quem será o vice de Serra? Tanto o neocandidato como Kassab lutam para que seja alguém do PSD. O mais cotado, nessa hipótese, é o secretário de Educação do município, Alexandre Schneider, ex-tucano convertido ao kassabismo, mas ainda próximo de Serra. Há resistências no PSDB e, sobretudo, no DEM, um potencial aliado importante, sobretudo por causa do tempo de TV.
9 - O DEM aceita um vice do PSD? Em princípio, não, e ameaça migrar para Chalita. O partido tem uma espécie de deliberação nacional, embora não posta em papel, segundo a qual pode integrar uma aliança de que o PSD faça parte, mas jamais apoiar um chapa em que o partido tenha o titular ou o vice. Se o DEM bater o pé e decidir recusar um vice de Kassab sob pena de apoiar Chalita, o nome de Schneider sobe no telhado. Do site da revista Veja

sexta-feira, fevereiro 03, 2012

JOVENS DO PSDB TENTAM DEFENDER O PARTIDO, MAS CHEFETE PARTIDÁRIO PAULISTA PARECE QUE GOSTA DE APANHAR AO CENSURÁ-LOS

Mensagem enviada por integrante do PSDB aos militantes do partido conclama os tucanos a “defenderem o governador” Geraldo Alckmin e fala em “bateu, levou”. O texto, enviado por email a cerca de 850 pessoas da legenda, fala ainda: “Colocou a mão, a cobra vai piar e a pêa (pau) vai descer”.
A mensagem foi escrita pelo tucano Edson Marques, que é jornalista e mantém um blog com informações para a militância do partido. De acordo com Marques, tucanos do Jardim Helena, extremo leste da capital paulista, souberam que integrantes do PSOL, PSTU e PT da região programaram uma manifestação contra a ação da Polícia Militar no Pinheirinho durante agenda do governador no sábado, 4, de manhã, no Parque Ecológico do Tietê.
Marques resolveu, então, convocar a militância para “defender” Alckmin de eventuais ataques. “Vamos todos pra lá tucanada. Bateu, levou. Não tem conversa”, diz a mensagem. Nos últimos dez dias, secretário estadual Andrea Matarazzo (Cultura) e o prefeito Gilberto Kassab foram alvos de protestos durante eventos oficiais do governo.
O presidente municipal do PSDB, Julio Semeghini, disse que o email não é uma mensagem oficial do partido e que discorda do teor do texto. Do site do Estadão

segunda-feira, janeiro 23, 2012

PENAS DE TUCANOS VOAM PARA TODOS OS LADOS: FHC ARQUIVA JOSÉ SERRA E ADUBA A CANDIDATURA DE AÉCIO NEVES À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apontou o senador mineiro Aécio Neves como "candidato natural" do PSDB à Presidência em 2014. Em entrevista à publicação britânica The Economist, FHC prevê uma "luta interna muito forte" entre Aécio e o ex-governador de São Paulo, José Serra, pela indicação do partido nas eleições nacionais. 
Em uma conversa com a jornalista Helen Joyce, chefe do escritório da revista em São Paulo, realizada no dia 12 de janeiro, o ex-presidente destaca a importância de unidade dentro do PSDB para a escolha de seu candidato daqui a três anos. Questionado sobre quem seria o "candidato natural", FHC respondeu sem rodeios: "Aécio Neves".
O tucano não retira Serra da disputa, indicando que "as coisas ficarão mais claras depois das eleições municipais". No entanto, FHC indica que o ex-governador pode desistir da disputa para promover a renovação do partido e chega a compará-lo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputou a Presidência diversas vezes.
"No caso do PSDB, o ex-governador Serra desempenha o papel do Lula: ele tem coragem, ele gosta de competir. Eu não sei até que ponto ele vai estar convencido de que isso não é para ele, que deve abrir espaço para os outros", avaliou o ex-presidente.
Já a participação do governador paulista Geraldo Alckmin na disputa nacional de 2014 foi praticamente descartada por FHC.
O ex-presidente criticou a campanha tucana à Presidência em 2010, quando Serra foi derrotado por Dilma Rousseff no 2º turno. Ele afirma que "o PSDB cometeu erros enormes" e insinua que o fracasso se deveu ao isolamento de Serra dentro do partido.
"Nosso candidato estava isolado internamente. O que estou tentando expressar é que seria possível vencer. O erro foi nosso.", disse à Economist.
Perguntado pela jornalista se o partido conseguiria vencer com o mesmo candidato - Serra -, FHC foi reticente: "Bom... Talvez não".
Para o ex-presidente, o partido sabe que precisa estar unido, mas lamenta que a política partidária brasileira se baseie na personalidade de seus protagonistas, e não em valores. Ele diz acreditar que Aécio tenha forçar para vencer as eleições.
"Aécio é de uma cultura brasileira mais tradicional, mais disposta a estabelecer alianças. Ele tem apoio em Minas Gerais. São Paulo não é assim, é sempre dividido, é muito grande", disse.
FHC afirma que o PSDB ficou carente de lideranças fortes depois que deixou o Palácio do Planalto, em janeiro de 2003. Ele sinaliza que não houve consenso na organização hierárquica do partido após a morte do ex-governador de São Paulo Mário Covas - seu sucessor natural no partido.
"(Em 2002,) eu decidi que era hora de abrir espaço para outros, não apenas por generosidade, mas também porque eu estava cansado de exercer a liderança política. Covas morreu e nenhum líder claro me substituiu. Havia uma tensão permanente entre três ou quatro candidatos, e, no fim, o Serra se tornou candidato, mas sem convencer os outros de que ele era o homem certo", descreveu FHC. "Eu tomei a minha decisão: abrir espaço. E esse espaço ainda está aberto."
O ex-presidente aponta a existência de uma "nova geração" de líderes, em que se incluem, além de Aécio e Serra, o ex-governador do Ceará Tasso Jereissati; o governador do Pará, Simão Jatene; e o governador de Goiás, Marconi Perillo. FHC também faz um aceno ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB.

"(Eduardo Campos) pode se tornar um líder - ele tem algumas das características necessárias. Ele seria capaz (de se fortalecer), mas ainda não. É uma possibilidade", disse. Do site do jornal O Estado de S. Paulo
MEU COMENTÁRIO: A análise de FHC é pertinente em alguns aspectos. Todavia, ao final, ao listar possíveis lideranças escorregou citando Tasso Jereissati.
A verdade é que o PSDB continua sendo apenas um partido paulista - por enquanto - e no resto do país é inexpressivo.
Além disso é completamente desarticulado em nível nacional. Honestamente, não vejo nenhuma possibilidade de unidade do PSDB.
Se Aécio Neves for o candidato, o que deverá mesmo ocorrer, a derrota será ainda mais vergonhosa, já que o mineiro não conseguirá os votos paulistas e nem mesmo do resto do Sul do país.
Embora FHC tenha minimizado o protagonismo político do Eduardo Campos, não resta a menor dúvida de que vai se consolidando como um nome fortíssimo na disputa presidencial.
A continuidade da hegemonia do PT depende do resultado das eleições municipais em São Paulo, sobretudo na capital. Aí será jogado o futuro tanto do PT como do PSDB.
Contudo, fazer prognósticos em política é algo muito difícil, senão impossível. As variáveis que possibilitam uma análise nesse momento podem não ter qualquer influência mais adiante quando as pedras do xadrez forem mexidas definitivamente.
Mas, pelas palavras de FHC, José Serra não será candidato à Presidência da República em 2014. E, pelo fato de sempre deixar para a última hora sua decisão de assumir oficialmente uma candidatura, como ocorreu na ultima eleição presidencial, nestas alturas Serra já não reúne condições nem para disputar a prefeitura de São Paulo.

quinta-feira, setembro 29, 2011

VEJAM SÓ! OPOSIÇÃO NO BRASIL RESUME-SE EM MEIA DÚZIA DE JORNALISTAS BLOGUEIROS. O MUNDO PRECISA SABER DISSO!

Depois que o PSDB encomendou uma pesquisa que lhe fornece números e tendências favoráveis ao PT,  ao Lula, à Dilma e Zé Dirceu, et caterva e quando Kassab, Kátia Abreu e Guilherme Afif Domingos passam a rodear esse banquete de abutres, verifica-se lamentavelmente a capitulação oficial dos partidos tidos como Oposição ao reinado petista.
A oposição à escumalha do PT e seus sequazes passa as ser feita - pasmem - apenas por meia dúzia de jornalistas blogueiros, como o Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Orlando Tambosi, Coturno Noturno e a revista Veja e claro, por Aluizio Amorim, este que vos fala através da escrita e que edita há alguns anos este blog.
Sem falsa modéstia,  reúno um cabedal de experiência jornalística bem razoável. Estou há 40 anos ininterruptos na profissão. Comecei em 1971 na redação do jornal O Estado de Florianópolis que nem existe mais. Depois de gramar por quase 20 anos na imprensa diária "carregando o piano' na redação de O Estado e com passagem pela sucursal da antiga Cia. Jornalística Caldas Júnior de Porto Alegre, em Florianópolis, fui convidado para dirigir o setor de comunicação do Sistema Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC). Fui o responsável pela estruturação completa da comunicação do Sistema, sendo que essa empreitada me proporcionou uma enorme experiência e vivi os principais momentos da política brasileira nos últimos 40 anos como profissional do jornalismo. 

Atravessei a ditadura militar enfrentando os beleguins da censura prévia dentro da redação. Como editor nacional e internacional do jornal fui incumbido de transcrever os atos da censura ditados pela Polícia Federal que quase todos os dias aparecia na redação com uma proibição. O clima era de medo e terror porque nessa época eu lamentavelmente, como já escrevi aqui, militava ao lado da esquerda e cometia uma tremenda injustiça contra os militares que livraram o Brasil de ser transformado numa grande Cuba sob o tacão de uma ditadura comunista. Sei que não terei a oportunidade de tempo suficiente para poder purgar totalmente esse equívoco que marcou boa parte da minha vida.
Passado o período da censura ainda vivi os anos da auto-censura, porque a censura à imprensa não termina por decreto, nem por uma Constituição Democrática. Todavia, naquela época os militares não tinham outra alternativa de ação como reconheço hoje, porque havia uma conspiração comunista. Estavamos numa guerra contra a vagabundagem assassina dos comunistas. Esses mesmos que continuam tão idiotas e perniciosos como naquele tempo e que hoje ocupam posições de destaque no governo e inclusive a Presidência da República.
Dezenas de vezes estive em Brasília durante os trabalhos da Constituinte onde acompanhei delegações empresariais de Santa Catarina em contato com a Comissão de Sistematização que digeria o conteúdo das reivindicações de todos os segmentos da sociedade brasileira. Animava-me o fato de que via o Brasil voltar à democracia com eleições diretas e liberdade de imprensa. Só não seria capaz de imaginar que o Brasil chegasse ao século XXI em frangalhos políticos e sujeito à mesma maldição que obrigou a intervenção militar em 1964.
E confesso que passei muito medo. Ajudei muita gente da esquerda que hoje torce o nariz para mim. Abri muito espaço na imprensa catarinense para essa gente. Arrisquei-me. Combati como pude aquilo que diziam ser a "ditadura militar".
Hoje vejo com tristeza o Brasil vilipendiado pelo esquerdismo, por esses dinossauros comunistas que governam a Nação e que a transformaram num caldeirão de violência. Aquela violência decorrente do desmonte anárquico dos valores morais e éticos e das instituições democráticas estruturadas na Carta de 1988 que resulta na corrupção como estratégia de poder perpétuo do PT. A corrupção passou a ser o meio pelo qual conseguem aquilo que tipificam de "governabilidade"; e outra violência, não menos perversa, é a impunidade generalizada que submete a parcela séria e honesta da população brasileira ao assédio dos criminosos, a ponto de se viver sob o terror dos bandidos que folgam com a leniência proposital dos vagabundos comunistas que consideram os atos do banditismo criminoso como produto de "injustiças sociais".
Em favor desses semoventes botocudos, verdadeiros monstros cruéis e assassinos, dispensam o afeto dos direitos humanos.
Vejo também com tristeza e incontida revolta os partidos de oposição como o PSDB adulando a vagabundagem esquerdista virando as costas para os 40 milhões de eleitores que votaram no candidato oposicionista no último pleito presidencial.
Igualmente vejo como inacreditável homens como Kassab e Afif Domingos e mulheres como Kátia Abreu renderem-se aos algozes da Nação, quando dizem que não têm inimigos políticos, quando se sabe que o Brasil tem sim inimigos, os inimigos da democracia que todos sabem quem são eles: o PT e seus sequazes, porque o PT não é um partido democrático, mas uma seita de fanáticos que apóia desde o nazista criminoso Ahmadinejad, passando pelo comunista assassino Cesare Battisti a quem premiaram com um refúgio numa praia do litoral paulista com todos os direitos,  à peste da Venezuela conhecida por Hugo Chávez e o moribundo arquiditador assassino Fidel Castro.
Enquanto o PSDB encomenda e paga uma pesquisa para a sua própria destruição política, o PSD de Kassab não descarta qualquer aliança política, incluindo aí a bandalha do PT. Ora, o PT não é adversário político, porque só seria adversário se jogasse o jogo democrático. Como não é democrático, é inimigo!
Ao longo de toda a minha carreira jornalística jamais vi algo sequer parecido.
Este blog é lido não apenas no Brasil, mas tem muitos leitores nos Estados Unidos e na Europa todos os dias. Aproveito para transmitir ao mundo o que se passa no Brasil: não temos mais oposição. Apenas meia dúzia de jornalistas blogueiros fazem oposição ao PT em defesa da democracia e da liberdade. Aqueles que listei acima e dentre os quais me incluo como muito orgulho.

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quinta-feira, agosto 25, 2011

PSDB QUER QUE PGR INVESTIGUE GLEISI HOFFMANN POR IRREGULARIDADES NO RECEBIMENTO DE BENEFÍCIO TRABALHISTA DE ITAIPU

O PSDB decidiu protocolar na próxima semana na Procuradoria Geral da República (PGR) uma representação contra a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, por possíveis irregularidades no recebimento de benefícios trabalhistas após sua saída do cargo de diretora financeira de Itaipu Binacional em 2006. Pelo mesmo motivo, o partido vai apresentar um requerimento de convocação da ministra na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFF) da Câmara, para que ela preste esclarecimentos sobre o episódio.
Gleisi deixou o posto de diretora para disputar uma vaga ao Senado nas eleições de 2006. Segundo matéria publicada nesta quinta-feira pelo jornal "O Estado de S. Paulo", a ministra fez um acordo com o comando de Itaipu e trocou o motivo de sua saída de "exoneração a pedido" por "exoneração". Com isso, ela pôde receber alguns benefícios destinados a funcionários demitidos. Numa estimativa feita pelo jornal, entre FGTS, férias proporcionais e outros benefícios, Gleisi conseguiu cerca de R$ 145 mil.
De acordo com o líder do partido na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), o caso pode vir a ser caracterizado como improbidade administrativa e peculato.
- Como diretora financeira, ela pagou a si própria. Isso precisa ser investigado - disse o deputado.
O PSDB também vai apresentar um requerimento de convocação, a ser apresentado na CFF, que terá como alvo o ministro das Cidades, Mário Negromomnte. Segundo o partido, ele precisa dar explicações sobre matéria da revista "Veja" do último fim de semana. A matéria diz que o ministro propôs o pagamento de R$ 30 mil a deputados de seu partido - o PP - em troca de apoio. O ministro nega as acusações. Do portal de O Globo,

domingo, agosto 21, 2011

DILMA APLICA GARROTE NA BASE ALUGADA, ABRE O COFRE PARA O PT E O PSDB CAI NA ESPARRELA ANULANDO OPOSIÇÃO. TÁ DO JEITO QUE O DIABO GOSTA.

Isto não quer dizer absolutamente nada. A tal base alugada permanecerá alugada e fiel à malta petista. A única desgraça é que a Nação está submetida a um jogo mafioso do toma lá da cá. Os impostos recolhidos aos cofres públicos pelos cidadãos contribuintes são utilizados de forma vil e criminosa pelo governo do PT.
Enquanto isso, FHC e Alckmin trocam afagos com a Dilma e lhe dispensam apoio à suposta 'faxina' que varreria a corrupção, anulam a oposição parlamentar fazendo de graça o trabalho que interessa ao projeto petista.
Ora, a corrupção está de pé como nunca e permanecerá assim enquanto o PT continuar no poder.
Ou a manipulação eleitoreira do dinheiro público como mostra esta matéria que é a manchete da Folha de São Paulo deste domingo não é corrupção?
Constata-se assim que Dilma envia o recado para a base alugada, abre o cofre para o PT e a Oposição cai na esparrela enterrando a CPI, do jeito que o diabo gosta. A tucanada verá o que é bom para a tosse nas eleições do ano que vem. Leiam:

O controle de gastos promovido pelo governo Dilma Rousseff poupou ministérios controlados pelo PT e atingiu com mais força os que estão nas mãos dos outros partidos que apoiam o governo, contribuindo para alimentar a tensão na base de sustentação do Palácio do Planalto.

Uma análise detalhada das contas do Tesouro Nacional mostra que, nas dez pastas entregues no início do governo a PMDB, PR, PSB, PP, PDT, e PC do B, os investimentos caíram 4,8% no primeiro semestre deste ano.

O desempenho contrasta com o dos 13 ministérios da cota petista: em conjunto, eles investiram 13,7% a mais do que na primeira metade do ano eleitoral de 2010, sem considerar as cifras modestas do apartidário Itamaraty e das secretarias especiais vinculadas à Presidência.

Embora sejam teoricamente prioritários para o Executivo federal, os investimentos -obras de infraestrutura e compras de equipamentos destinadas a ampliar a capacidade produtiva da economia- viraram o principal alvo do ajuste fiscal.
Trata-se do único grande grupo de despesas federais que sofreu redução real neste ano, depois de considerada a variação da inflação.

Há razões técnicas para a queda: são gastos não obrigatórios e sujeitos a atrasos. Mas são razões políticas que explicam o aperto desigual na Esplanada.

Pelo modelo de repartição de poder iniciado no governo Lula e reforçado por Dilma, o PT ocupa pastas de mais relevo, como Fazenda, Planejamento, Saúde e Educação.

Os demais partidos ficam com a maior parte das verbas que movimentam as negociações com o Congresso.

Ministérios como Cidades (comandado pelo PP), Integração Nacional (PSB), Turismo (PMDB) e Esporte (PC do B) concentram ações incluídas por deputados e senadores no Orçamento por meio de emendas parlamentares.

São, na maioria, obras paroquiais típicas de prefeituras, como a recuperação de ruas e a construção de quadras esportivas, mas igualmente classificadas como investimentos -e vítimas preferenciais do corte de gastos.

Não por acaso, o governo promete agora liberar R$ 1,7 bilhão em emendas para atenuar a insatisfação dos partidos e facilitar as próximas votações no Congresso.

Entre os ministérios controlados por partidos aliados, dois registraram alta significativa nos investimentos neste ano, mas ambos passaram por crises e trocaram recentemente de mãos.

O PR foi varrido dos Transportes após acusações de corrupção e desligou-se da base governista. O PMDB teve de substituir o bombardeado Wagner Rossi na Agricultura, na semana passada.

Uma das pastas petistas que mais investiram é a Educação. Seu titular, Fernando Haddad, quer ser candidato à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2012 e conta com programas para a criação e a expansão de escolas e universidades.

Entre as pastas petistas, apenas o Desenvolvimento Agrário teve queda expressiva do investimento. Da Folha de São Paulo deste domingo

sábado, maio 28, 2011

PSDB CONSOLIDA CANDIDATURA DE AÉCIO

José Serra não teve alternativa e já está fora do páreo
O ex-governador José Serra comandará o conselho político do PSDB. Os tucanos bateram o martelo somente no início da tarde deste sábado, após várias reuniões, em São Paulo e em Brasília – uma delas nesta manhã, na capital federal, quando a convenção para a escolha da executiva nacional do partido já estava em curso. Serra pleiteava a presidência do Instituto Teotônio Vilela (ITV), mas foi vetado pela bancada do PSDB no Senado, que apoiou o ex-senador Tasso Jereissati.  Após longa negociação, aceitou a presidência do conselho político.

Ainda não se sabe qual será o peso do conselho, que deve ser criado oficialmente esta semana. A promessa é que seja uma instância consultiva da executiva tucana - uma espécie de ante-sala, onde seriam discutidas - de forma direta - as divergências internas. Do grupo farão parte, além de Serra, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, o governador Geraldo Alckmin, o senador Aécio Neves e o governador Marconi Perillo. A novidade acomoda tucanos de todas as plumagens e traz esperança de tempos de menos brigas internas.

A intenção inicial era dar o comando a Fernando Henrique. Diante da resistência de Serra, a presidência foi ofertada a ele. Para alguns tucanos, isso acaba desvirtuando o conceito de neturalidade inicialmente previsto. Na véspera da convenção, o ex-governador pediu detalhes sobre as atribuições do conselho antes de aceitar. 

Executiva – Durante a convenção, o conselho e a executiva foram aprovados por aclamação. Como era esperado, o atual presidente, Sérgio Guerra, foi reconduzido ao posto. FHC é o presidente de honra; Alberto Goldman, o primeiro vice-presidente; o deputado federal Rodrigo de Castro (MG) permanece na secretaria-geral e Jereissati fica com a presidência do ITV. O ex-senador foi aclamado por partidários. O placar: 277 votos sim, sete votos não e seis abstenções.
O resultado assegura mais espaço ao grupo de Aécio - supremacia já esperada. Tanto é que Rodrigo de Castro, ligado a ele, foi mantido. O grupo do PSDB de São Paulo, comandado por Serra, queria Goldman neste posto, mas acabou cedendo. Do portal da revista Veja texto e foto - Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: O que era esperado aconteceu: a supremacia do grupo que apóia a candidatura de Aécio Neves para a Presidência da República. Serra foi literlamente colocado na geladeira. Presidirá um Conselho Político difuso, um órgão criado para dar um lugar de suposto comando a José Serra.
A impressão que se tem é que Aécio já foi consagrado como candidato do PSDB às próximas eleições presidenciais.

terça-feira, maio 24, 2011

INSTITUTO DO PSDB DIZ QUE PALOCCI AINDA NÃO EXPLICOU 'SHOW DOS MILHÕES' E LIGA ESCÂNDALO A FRAUDES EM CAMPINAS

Objeto do desejo de serristas e aecistas, o Instituto Teotônio Vilela (ITV) resolveu entrar na polêmica sobre o enriquecimento do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. Em análise publicada nesta terça-feira, 24, no site do órgão de formação política do PSDB, os tucanos associam o caso Palocci ao esquema de fraudes em contratos públicos da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa) de Campinas, no interior de São Paulo. No texto, o ITV diz que Palocci e a "máfia de Campinas" são "faces de uma mesma moeda: a que busca garantir que os cofres do PT sejam permanentemente irrigados para financiar o projeto de poder do partido."
Intitulado "Tropa do Cheque", o texto do ITV diz que falta convicção ao governo na defesa da lisura das atividades público-privadas de Palocci. Os tucanos acusam o governo petista de fazer com que ministros e governadores se transformem em "joguetes" e promovam uma ofensiva avassaladora na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para impedir a convocação do ministro. "Sempre que este projeto está ameaçado, o governo grita alto e manda chamar sua tropa do cheque. Tem sempre um monte de mercenários à disposição". O texto lembra que Palocci ainda não explicou seu "show dos milhões".
Para o ITV, o Palácio do Planalto convoca governadores e ministros sob o pretexto de discutir assuntos de interesse nacional, mas que na realidade o governo trabalha para blindar o ministro. "Simultaneamente, para fingir que o governo 'está trabalhando e não foi contaminado pelas denúncias', a presidente convocou quatro ministros para reunião no Planalto. O pretexto era discutir o andamento das obras da Copa, calamidade que já vem de longuíssima data. O contexto, porém, era cobrar-lhes fidelidade canina à defesa de Palocci", afirma a análise, em referência à reunião da presidente Dilma Rousseff com os ministros Alfredo Nascimento (Transportes), Carlos Lupi (Trabalho), Mário Negromonte(Cidades) e Orlando Silva (Esportes).
Os tucanos recordam também a quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, que teria sido solicitado por Palocci. "Se a vida pregressa de Palocci fosse um mar de rosas, até poderia caber-lhe o benefício da dúvida, como advogou ontem (segunda-feira, 23) o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça). Mas seus negócios mal explicados em Ribeirão Preto, cidade da qual foi prefeito dez anos atrás, continuam sem esclarecimento, flutuando como ectoplasmas".
Os tucanos avaliam que não existe coincidência entre os escândalos em Campinas e o enriquecimento de Palocci. "As negociatas ribeirão-pretanas envolvem suspeita de manipulação de licitação para compra de merenda escolar - só ganhava quem pusesse ervilha misturada no molho de tomate - e desvios reiterados das empresas prestadoras de serviços de limpeza urbana para os cofres petistas. Nada muito diferente, por exemplo, do que está acontecendo em Campinas neste exato momento", acusam. Mais adiante, afirmam: "Campinas já rendeu até assassinato de um prefeito petista e agora os cupins de lá arremetem contra o cofre da companhia de saneamento local. Estão metidos na encrenca desde o vice-prefeito (petista) até a primeira-dama, além de mais 18 nomes". Do portal do Estadão

PARA LER O ARTIGO DO ITV NA ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI

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segunda-feira, abril 25, 2011

CRISE NO PSDB: LÍDER DO PARTIDO NÃO DESCARTA POSSIBILIDADE DE REVOADA DE TUCANOS PARA O PARTIDO DE KASSAB

O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Duarte Nogueira (SP), criticou nesta segunda-feira os tucanos de São Paulo que anunciaram nos últimos dias o desligamento da sigla. Na avaliação dele, os egressos "já não militavam no PSDB". "São aqueles que tinham a filiação, mas não tinham a convicção", alfinetou o tucano, negando que haja uma crise no partido.

O parlamentar não descartou a possibilidade de mais baixas serem contabilizadas daqui para frente e indicou que o processo pode ter relação com a fundação do PSD, legenda cujo criador é o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.


A última baixa na legenda foi anunciada hoje pelo secretário de Esportes e Lazer de São Paulo,
Walter Feldman, segundo o qual a sigla está se "desviando" de seu caminho original. O líder do PSDB argumentou que Feldman é quem havia se "desviado" do partido, quando apoiou em 2008 a candidatura à reeleição do atual prefeito. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, era o candidato do PSDB na disputa. "O Walter já havia se desviado do PSDB. Ele só arrumou um pretexto para o que queria ter feito." Do site da revista Veja

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sábado, abril 02, 2011

VÔO CEGO PARA MINAS: TUCANOS EM EXTINÇÃO

Leiam esta matéria e tirem as suas próprias conclusões. A minha está no título deste post.
O PSDB coletará em abril dados para uma pesquisa nacional sobre a imagem do partido diante dos eleitores brasileiros. Após perder as eleições presidenciais e às vésperas da convenção nacional, a cúpula tucana quer saber a opinião da população sobre as bandeiras, a atuação e o discurso defendido pelos políticos da legenda. Os detalhes do levantamento serão definidos em reunião neste sábado, com os oito governadores do PSDB, em Belo Horizonte. Em seguida, o partido encomendará o estudo para um instituto de pesquisa. 
“Será um grande levantamento. Queremos saber o julgamento que as pessoas fazer do partido, a imagem que passamos aos eleitores”, disse ao site de VEJA o presidente nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra. A ideia é ter os dados em mãos até a convenção nacional, em maio, quando Guerra tentará renovar seu mandato. 
Nos bastidores, o ex-governador de São Paulo José Serra também trabalha pelo cargo. Depois de perder as eleições de 2010 para Dilma Rousseff, Serra vem tentando articular sua volta à cena política nacional. Na última semana, em busca de visibilidade, esteve ao lado do governador Geraldo Alckmin e voltou a aparecer em eventos públicos. Inaugurou até estação de metrô na capital paulista.
Oficialmente, no entanto, Sérgio Guerra é o único nome colocado para a eleição interna, em maio. Serra, fiel a seu estilo, não comenta o assunto. O conciliador Aécio Neves lançou, na semana passada, uma alternativa: a criação de um conselho político para acomodar líderes do partido, como o próprio senador mineiro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Alckmin e Serra. Um tentativa de dar espaço a todas as correntes do PSDB. A ideia ganhou o apoio de Alckmin nesta sexta-feira.
O conselho cuidaria da criação e defesa de propostas com a marca do PSDB e daria uma espinha dorsal à hoje dispersa oposição feita ao governo Dilma Rousseff, do PT. As questões administrativas continuariam sob responsabilidade do presidente do partido. 
Se o modelo for aceito, aumentam as chances de Sérgio Guerra ter o mandato renovado. O presidente diz não ter sido consultado sobre a criação do conselho, mas não rejeita a ideia. “Não vejo problema algum em termos um conselho." O assunto deve ser discutido na reunião deste sábado em Minas Gerais. Do site da revista Veja

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domingo, março 06, 2011

TUCANOS TENTAM EM VÃO JUNTAR OS CACOS

Matéria que está no Estadão mostra que os tucanos estão realmente estraçalhados. Será mujito difícl juntar os cacos. Serra tentará dar a volta por cima, mas tudo leva a crer que não logrará êxito. E assim um espaço generoso constituído de 44 milhões de votos vai sendo jogado no lixo. E não são, em sua maioria, votos partidários, mas constituem a sinalização de que existe uma apreciável demanda por um partido de corte conservador que bata de frente contra a bandalha do PT, a exemplo daqueles que existem nas mais consistentes democracias do mundo. Os votos dados a José Serra foram votos contra o governo do PT, contra a Dilma, contra a corrupção e o desgoverno. Só não vê quem não quer. E, pelo jeito os caciques do PSDB continuam se negando a admitir isso. Conclusão: um poste qualquer poderá ser o futuro presidente do Brasil em 2014, basta que seja do PT. Para isso, o PT não precisa mover uma palha e, nesta altura dos acontecimentos já pode prescindir até mesmo de Lula. A turma do PSDB fará o serviço e graça! Leiam esta matéria que está no Estadão: 
No próximo dia 12, ao se reunirem em São Paulo para a missa em homenagem aos dez anos da morte de Mario Covas, os líderes do PSDB também estarão envoltos em discussões vitais para o futuro do partido, mergulhado em mais uma crise desde a derrota do tucano José Serra para Dilma Rousseff nas eleições presidenciais de 2010.

Dentre as propostas, estão a de realização de prévias para a escolha do candidato a presidente em 2014 e a de criação de um colegiado para comandar a sigla.Essa combinação seria a única forma, de acordo com líderes tucanos ouvidos pelo Estado, de minimizar o conflito de personalidades do partido que Covas ajudou a fundar em 1988 e do qual foi o primeiro candidato a presidente, já no ano seguinte.Serra ainda não desistiu do sonho de chegar ao Planalto, mas o senador Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais, já trabalha para construir sua candidatura. Por conta disso, ambos estão envolvidos diretamente na eleição para o comando da sigla, marcada para maio.

O deputado Sérgio Guerra (PE), identificado com o projeto de Aécio, vai tentar a reeleição, mas não conta com o apoio do grupo de Serra, que teme ficar sem espaço e estrutura para fazer política. O "colegiado de líderes" manteria Guerra no cargo, mas garantiria um naco de poder a Serra. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, é um dos que defendem a solução do colegiado nos bastidores. 
Alckmin, que disputou a Presidência em 2006 e foi derrotado por Lula, hoje busca se equilibrar entre Serra e Aécio.Junto dessa solução do colegiado viria um compromisso de que, havendo mais de um postulante à Presidência, o partido realizará prévias.

"Meu avô sempre foi um homem dedicado ao PSDB. Às vezes, votava contra suas posições para obedecer ao partido. Hoje, vivemos um conflito de posições pessoais", diz Bruno Covas, secretário do Meio Ambiente de São Paulo.Até 2014, no entanto, o PSDB também precisa definir qual tipo de oposição pretende fazer ao governo Dilma. "O enfrentamento do Covas faz falta ao partido. O eleitor precisa saber claramente quem é a oposição no Brasil", afirma o cientista político Celso Roma, da USP.

Aécio nega que o PSDB viva uma profunda crise de identidade. "Há uma ansiedade enorme e todos perguntam: o que o PSDB vai fazer? Saber administrar o tempo, em política, é a maior das artes. Nós vamos nos fortalecer, fazer uma oposição qualitativa. O PSDB tem que oferecer uma alternativa de País", afirma. Segundo o mineiro, a atual oposição será "muito mais construtiva que o PT no governo Fernando Henrique (1995-2002)". Do portal do Estadão

quinta-feira, janeiro 20, 2011

PSDB ACIONA MINISTÉRIO PÚBLICO PARA APURAR MONITORAMENTO DE CHAMADAS TELEFÔNICAS QUE ANATEL JÁ DEVE ESTAR FAZENDO!

O PSDB protocolou nesta quinta-feira (20) uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR), pedindo que o Ministério Público Federal apure os riscos do sistema de monitoramento de chamadas telefônicas fixas e móveis, que está sendo analisado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A legenda pede que o Ministério Público Federal (MPF) investigue se a prática poderá significar quebra do sigilo dos usuários e invasão de privacidade.
De acordo com o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), caso fique provado que a medida representa risco ao sigilo telefônico, o PSDB tomará medidas judiciais para barrar o monitoramento.
“Se ficar confirmada a hipótese de quebra de sigilo iremos ao Supremo Tribunal Federal para impedir essa afronta à Constituição Federal. Esta é uma providência preliminar”, disse o senador tucano. Nesta quarta (19), o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), divulgou nota em que se dizia preocupado com a possibilidade do monitoramento.
Na representação encaminhada ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a sigla argumenta que o governo federal tem exercido o poder policial de forma “exorbitante e descomunal”. “Temos o dever de tomar medidas que inibam isso”, afirmou Dias.
O plano para o monitoramento de ligações está sob consulta pública disponível no site da agência na internet. Em nota divulgada na tarde desta quarta (19), a Anatel informou que o acesso aos sistemas das prestadoras "tem como único objetivo a fiscalização dos serviços regulados" e "não constitui violação do sigilo dos usuários.
Segundo a nota, “a alteração no Regulamento de Fiscalização não faculta à Anatel ou aos seus agentes o acesso às comunicações, ou seja, às conversas e mensagens trocadas entre os usuários, cuja obtenção continua a depender de mandado judicial, nos Termos da Constituição Federal". Do site G1 da Rede Globo

MEU COMENTÁRIO: Qual a confiabilidade do Ministério Público Federal?

segunda-feira, novembro 22, 2010

PSDB CONTINUA RELUTANDO EM ASSIMILAR O RECADO DAS URNAS QUE REPUDIA O ESQUERDISMO

Presidente municipal do PSDB de São Paulo, José Henrique Reis Lobo vê 'papel fundamental' para Serra na oposição, rechaça a ideia de 'refundação' do partido ancorada em novas lideranças advertindo que os planos de Aécio, de figurar como candidato de consenso da oposição à Presidência em 2014, encontrarão forte resistência em São Paulo. Vê-se por aí que os tucanos continuam engalfinhados numa luta interna. Vocês podem ler AQUI a entrevista completa de Reis Lobo. Mas o que vou analisar nestas linhas circunscreve-se ao recado dados nas urnas e que é crucial para Oposição e, particularmente o PSDB, se deseja comandar o país no futuro.

 

 Na minha opinião, considero que a análise de Reis Lobo é procedente quanto ao fato de que falar em refundação do PSDB é uma tremenda bobagem se "refundação" for o eufemismo para o descarte das lideranças tucanas mais fortes. Nenhum partido cometeria a estupidez de aposentar um um político como José Serra que, embora derrotado amealhou 44 milhões de votos. E é bom que se frise que juventude em política não significa credencial de competência e confiabilidade eleitoral para ninguém.

 

 Creio que o PSDB reluta em assumir que quase a metade do Brasil como o próprio Reis Lobo admite indicou nas urnas que deseja uma outra condução política e administrativa para o Brasil. Contrapõe-se, portanto, de forma muito clara, ao esquerdismo que tipifica o PT. Os votos dados à oposição foram votos de corte conservador. Suponho que um candidato que concorresse no pleito passado advogado as teses do liberalismo econômico e do resgate dos valores que dão forma à civilização ocidental no mínimo dividiria com o PSDB os votos contabilizados nesse pleito pela oposição.

 

 Nesse caso, o conteúdo programático do partido tem de ser revisto. O PSBD foi fundado em 1988, para representar a social-democracia no Brasil. Tem sua vertente ideológica ligada à esquerda. Um ano depois o Muro de Berlim vinha abaixo sinalizando as grandes mudanças que o mundo conheceria mais adiante com a globalização da economia aliada ao deslanche do avanço tecnológico. É forçoso reconhecer-se que a distinção da filosofia política clássica entre esquerda e direita ruiu com o Muro de Berlim. O PSDB, como o próprio PT é filho tardio da finada guerra fria.

 

Não existe nenhum país desenvolvido e democrático que não possua um partido conservador. No caso brasileiro encontra-se este vácuo político e a maioria dos políticos, dentre eles os mais conservadores, jamais admitem que o são, como se fosse pecado mortal ser conservador.

 

 Há necessidade evidente de uma agremiação que aglutine um importante segmento da população brasileira que situa no âmbito ideológico de centro-direita democrático. Prova disso é que o próprio candidato José Serra foi obrigado a acenar com as bandeiras mais conservadoras, mais atinentes ao centro-direita democrático durante sua campanha, ainda que ficasse preso às teses da preponderância do estatismo definidas no conjunto da mensagem programática que deu vida ao partido tucano em 1988.

 

A oposição tem de se diferenciar de forma nítida, clara e objetiva do esquerdismo que embala o PTe que se expressa no deletério gigantismo estatal que alimenta o patrimonialismo e asfixia o desenvolvimento real do país. Esta é uma demanda, acreditem, de quase a metade do eleitorado brasileiro.

 

quinta-feira, novembro 18, 2010

PSDB FAZ REUNIÃO PARA REORGANIZAR PARTIDO MAS SÓ DOIS GOVERNADORES ELEITOS PARTICIPAM. NADA FOI DECIDIDO.

Em reunião esvaziada - a primeira depois da eleição na qual José Serra foi derrotado por Dilma Rousseff (PT) na corrida pela Presidência da República - o PSDB decidiu que é preciso reorganizar o partido e movimentar as bases eleitorais. A meta é chegar à eleição municipal de 2012 com o candidato à eleição presidencial de 2014 escolhido.

"É salutar que em 2012 nosso candidato de 2014 já circule o país", resumiu o deputado federal reeleito Bruno Araújo (PE), ao deixar hoje a reunião da Executiva Nacional do PSDB, em Brasília. A primeira ação do partido será atualizar o cadastro de filiados. O PSDB calcula ter registrado 230 mil filiados, mas a cúpula admite que a militância não está ativa. "Queremos montar o partido em todos os municípios do Brasil", afirmou o presidente do Instituto Teotônio Vilela, Luiz Paulo Veloso Lucas.

O objetivo é ter esse cadastro refeito e conseguir novos filiados até março, quando haverá eleição para os diretórios municipais. A eleição deve ocorrer até o dia 20 daquele mês. As eleições dos diretórios regionais e do diretório nacional devem ocorrer, respectivamente, nos dias 17 de abril e 29 de maio. No entanto, a maioria dos tucanos que participou da reunião de hoje da Executiva defende a recondução do atual presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE). "Ele tem o respeito de todo o partido", afirmou Araújo. 

Do total de oito governadores eleitos pelo PSDB, apenas dois compareceram à reunião: Teotônio Vilela, de Alagoas, e Anchieta Júnior, de Roraima. O senador eleito Aécio Neves continua em viagem, e os senadores Arthur Virgílio (AM) e Álvaro Dias (PR) não participaram do encontro por problemas de saúde. Leia MAIS

sábado, novembro 06, 2010

NOTA SOBRE CPMF NA FOLHA DE S. PAULO ENVOLVE SERRA E ALCKMIN. PSDB TEM DE SE PRONUNCIAR OFICIALMENTE À NAÇÃO REPUDIANDO O IMPOSTO!

LEIAM ESTA NOTA PLANTADA NA COLUNA PAINEL DA FOLHA DE SÃO PAULO DESTE SÁBADO: 

Antes mesmo de Lula recolocar a CPMF na pauta da "agenda federativa", Geraldo Alckmin manifestava a aliados a avaliação de que o financiamento da saúde será um dos nós da próxima gestão. Ainda durante a campanha, o tucano recebeu relatos segundo os quais o gargalo no custeio do setor já representa ameaça ao caixa paulista, na esteira da expansão da rede de AMEs, ambulatórios médicos de especialidades expostos na vitrine eleitoral de José Serra.

Por ora publicamente refratário à criação de novos impostos, o tucano vai insistir na defesa da regulamentação, pelo Congresso, da emenda 29, que ajudaria a lastrear a execução de seu plano de governo. 

***
SE O PSDB NÃO EMITIR UMA NOTA OFICIAL DE REPÚDIO À CPMF ESTÁ ESTARÁ FAZENDO CORPO MOLE, DEIXANDO IMPLÍCITO QUE NÃO REPUDIA O AUMENTO DOS IMPOSTOS E, PIOR, SERÁ UTILIZADO ARDILOSAMENTE PELO PT, CASO SE DEIXE ENVOLVER EM MAS ESSA MANOBRA MENTIROSA DOS PETISTAS PARA EXTORQUIR A CLASSE MÉDIA. 

JOSÉ SERRA E GERALDO ALCKMIN TÊM O DEVER MORAL DE DESMENTIR QUALQUER INSINUAÇÃO DE QUE ESTÃO APOIANDO ESSA TRAMA NOJENTA. NÃO PENSEM QUE IRÃO PISOTEAR IMPUNEMENTE OS 44 MILHÕES DE VOTOS OPOSICIONISTAS. 

A BANDALHA DO PT TEM MAIORIA ESMAGADORA NO CONGRESSO E O ÔNUS DO AUMENTO DA CARGA TRIBUTÁRIA TEM DE FICAR MUITO BEM CARACTERIZADO QUE É DE LULA, DILMA E SEUS SEQUAZES. E NÃO HÁ MEIO TERMO E NEM MEIA PALAVRA, COMO TAMBÉM NÃO HÁ DESCULPA.

A OMISSÃO DO PSDB NESTE EPISÓDIO É INCONCDEBÍVEL, PORQUE REPRESENTA UM TAPA NA CARA DE CADA ELEITOR DA OPOSIÇÃO!

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quinta-feira, setembro 02, 2010

CRIME DA QUEBRA DE SIGILO: VEJAM VÍDEO COM REPORTAGEM COMPLETA DO JN E A MINHA ANÁLISE: FUTURO DA DEMOCRACIA NAS MÃOS DOS ELEITORES!


Aqui está na íntegra a reportagem do Jornal Nacional sobre o crime da quebra de sigilo fiscal de diversas pessoas ligadas ao candidato José Serra, inclusive o de sua filha, conforme já noticiei e analisei aqui no blog. Mas esta matéria do Jornal da Globo está bem feita e documentada.

Quem já viu tem a oportunidade de ver de novo e refletir melhor e também repassar o link para seus amigos e parentes por e-mail, bem como postar nas redes sociais.

Notem que a reportagem do Jornal Nacional é ampla, dado ao fato de que o crime de quebra de sigilo de contribuintes da Receita Federal é gravíssimo. Vê-se nas entrevistas com a turma do PT, a começar por Lula, muita controvérsia e tentativa de mistificação dos fatos. Não se trata, como quer Lula, de crime de falsidade ideológica, pois está claro que esse é um 'crime eleitoral'.

A entrevista com do presidente do PT revela o mais puro cinismo! Anteriormente  Dutra ameaçara, segundo os jornais, de processar a vítima, ou seja, José Serra. Agora mudou o discurso e afirma que a oposição quer usar esse crime para fazer política. Ora, o que a oposição está fazendo é exigir o mínimo, ou seja, aquilo que dispõe a lei. Pela lei, o responsável pela Receita já teria sido demitido.

Desta vez os brasileiros não poderão mais cometer o equívoco mortal - mortal para democracia e a liberdade - votando no PT.

Finalmente, cabe acrescentar à reportagem do Jornal Nacional que informações sigilosas decorrentes dessa quebra de sigilo da Receita Federal vêm sendo repassadas à imprensa a conta-gotas, na forma de dossiês originados, segundo afirmou um jornalista da Folha de São Paulo (noticiei aqui no blog) do pessoal da campanha de Dilma Rousseff.

Oposição está peticionando na Justiça a aplicação da lei eleitoral que pode resultar na cassassão da candidatura de Dilma, dada à gravidade desse crime eleitoral.

É isto aí. Ajude a fazer uma assepsia definitiva no Brasil. Repasse este post, coloque-o em suas redes sociais. Chega de escândalos, crimes eleitorais, mensalões. Chega dessas iniqüidades que enalameiam a Nação.

O Brasil precisa de paz, respeito à lei e à ordem, respeito à Constituição. Só assim o Brasil pode mais, pode se desenvolver com segurança e tranquilidade.

Nenhuma nação progride em meio à crises institucionais permanentes.

Nenhuma nação evolui tendo um governo que pisoteia a Constituição.

Daqui a trinta dias teremos uma eleição que é definitiva para o futuro do Brasil e os eleitores terão de fazer uma escolha: a democracia ou a liberginagem configurada nos sucessivos escândalos, crimes eleitorais e crises institucionais perpetradas pelo governo do PT na sua tentativa de implantar no Brasil um regime comuno-bolivariano.

A segunda etapa do plano do PT é tentar eleger Dilma para promover em seguida uma reforma da Constituição, como fez Chávez na Venezuela; Morales, na Bolívia; Correa, no Equador. A única nação que escapou ao processo de comunização comandado pelo Foro de São Paulo (organização que agrupa os governos de esquerda da América Latina) foi Honduras, que teve que desalojar à força do poder do titere chavista Manuel Zelaya.

O Brasil não merece viver esta situação até porque ela pode - ainda - ser evitada.

O futuro da Nação brasileira está nas mãos dos eleitores no dia 3 de outubro próximo.

Quem dá vida e forma a um país é o seu povo. Pensem nisso!

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terça-feira, julho 27, 2010

COLOMBO-PINHO MOREIRA LANÇAM SITE DA CAMPANHA NA INTERNET INTERAGINDO DIRETAMENTE COM OS ELEITORES CATARINENSES

Facsímile de parte do site da campanha Colombo Governador
Apontado como o candidato que melhor interage com os eleitores na internet, o candidato ao governo, Raimundo Colombo, lançou neste domingo, 25, a sua página virtual para a campanha ( www.raimundocolombo.com.br ). É justamente nessa interatividade com a sociedade catarinense que Colombo aposta com o site.

“Através desta ferramenta, queremos nos aproximar cada vez mais das pessoas. Enquanto estamos, por exemplo, em Chapecó conversando pessoalmente com o povo, o pessoal de Criciúma pode saber e comentar quais foram nossas idéias no Oeste”, anuncia.

Apesar de recente a ferramenta, Colombo já mantém tradição de dialogar com os internautas por meio das redes sociais, como Twitter, Orkut e Facebook. No novo site, o candidato da polialiança disponibiliza espaço para a participação das pessoas na sua construção de agenda de governo, através de recursos multimídia.

“Apenas trouxemos a idéia do campo real para o virtual. Nas visitas que fazemos há mais de um ano, a todas as cidades do Estado, procuramos sempre dar liberdade para que as pessoas exponham as suas principais necessidades. Esta ferramenta vai facilitar a nossa relação com a sociedade”, ressalta.

Na recente passagem pelo Estado, o presidenciável José Serra gravou depoimento para o lançamento da página na internet, destacando os mandatos de Colombo como prefeito de Lages e no Senado: “Eu lembro de quando era ministro da Saúde e visitei a cidade de Lages. Estava muito bem administrada. Depois, como senador, Raimundo desempenhou sua função muito bem a favor de Santa Catarina e em relação às grandes questões nacionais”, observou Serra.

Além de dar a conhecer a biografia do candidato, o site multimídia também disponibiliza notícias, fotos e vídeos das viagens realizadas em campanha pela coligação “As Pessoas em Primeiro Lugar”.

Clique AQUI para conhecer o site de Colombo Governador 25

MEU COMENTÁRIO: De fato o candidato Raimundo Colombo há muito tempo vem usando a tecnlogia como ferramenta de comunicação direta com os eleitores. Como José Serra, Colombo faz uso intensivo do Twitter mantendo diálogo constante com os eleitores, respondendo diretamente as perguntas e acolhendo sugestões.

Dei uma olhada na nova página da campanha de Colombo e posso dizer que está muito bem feita, ótimo design e fácil navegação e ampla interatividade.

Tudo isso mostra que nestas eleições a internet e as redes sociais passam a ter um peso considerável como ferramenta de aproximação dos candidatos com os eleitores, proporcionando um diálogo direto que substitui as montanhas de papel que eram espalhados pelas ruas enfeiando e sujando as cidades com propagandas na maioria das vezes de péssima qualidade.

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segunda-feira, julho 26, 2010

RAIMUNDO COLOMBO E PINHO MOREIRA RECEBEM FORTE APOIO DA REGIÃO SERRANA CATARINENSE

Colombo e Pinho Moreira: força da polialiança na região serrana
Nem o frio e o tempo fechado tiraram a animação do candidato Raimundo Colombo durante o roteiro na Serra, sábado, 24. Juntamente com o vice, Eduardo Pinho Moreira e com os candidatos ao Senado, Luiz Henrique da Silveira e Paulo Bauer, Colombo visitou Lages e São Joaquim e defendeu mais investimentos para a criação de empregos e capacitação de profissionais na região. Colombo é o candidato ao governo catarinense pela polialiança integrada pelo DEM, PMDB, PSDB, PTB e com apoios informais vindos de outras agremiações políticas e entidades representativas de diferentes segmentos sociais.

Em Lages, a terra natal, Colombo foi recebido por mais de mil pessoas. Ali, relembrou histórias de quando era prefeito e disse que é necessário desenvolver mecanismos e lutar para que novos empreendimentos se instalem na região. “Um dos problemas mais graves da nossa Serra é a falta de empregos. Temos que batalhar para atrair novas empresas para a região e dar apoio para que as pequenas e médias empresas, que também geram postos de trabalho, possam continuar empregando, se desenvolvendo e movimentando a economia”, explicou Colombo.

A Serra também possui uma cultura única e muitos atrativos naturais. Assim como fez no Oeste catarinense, Colombo defende a valorização da cultura local como um atrativo para o turismo. “Os visitantes vêm de outros estados e até de outros países para conhecer nossas belezas naturais. Valorizar essas características e estimular investimentos é fortalecer o turismo sustentável”, defende o serrano em sua agenda de Governo.

APOIO DA REGIÃO SERRANA
As lideranças dos partidos da polialiança na Serra Catarinense demonstraram que estão unidas no projeto da coligação “As pessoas em primeiro lugar”. Entre os participantes do encontro, estava o Prefeito de Correia Pinto e vice presidente da Associação dos Municípios da Região Serrana (Amures), Vânio Forster, do PDT. Discursando em nome de todos os prefeitos presentes, Forster disse que a Serra confia na capacidade de administrar e na lealdade que Raimundo Colombo sempre teve para com as pessoas.

“A nossa região vai votar em peso no Raimundo Colombo porque conhece esse homem e esse politico de fibra. Santa Catarina, que merece o reconhecimento, por sua experiência em cuidar das pessoas”, dircursou o prefeirto de Correia Pinto. Colombo e a comitiva retomam as viagens pelo Estado terça-feira, dia 27. No roteiro desta semana estão as regiões Sul e Extremo Oeste catarinense. Da agência DEM

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quarta-feira, julho 21, 2010

ANALISTA TRIBUTÁRIA DA REGIÃO DO ABC TERIA AVANÇADO NOS DADOS DO DIRIGENTE OPOSICIONISTA. MAS TUDO CORRE EM "SIGILO"

Logo após ter feito esta postagem com base em matéria do site do Estadão constatei que o Cláudio Humberto furou todo mundo em sua coluna e deu o nome da funcionária sob investigação, segundo consta no facsímile aqui ao lado, reproduzindo a nota publicada em sua coluna nos jornais desta quarta-feira e que já está no seu site nesta madrugada. Vocês podem conferir AQUI.
Aqui a matéria que está no Estadão:
Uma analista tributária da Receita Federal em Santo André e São Bernardo do Campo está sendo investigada na condição de principal suspeita de violação de sigilo fiscal dos dados da Declaração do Imposto de Renda (IR) do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira.
Encarregada da apuração de delitos internos cometidos no caso, a Corregedoria da Receita informa apenas que o processo administrativo disciplinar (PAD) investiga uma única pessoa, por suspeita de ter feito acesso imotivado aos dados de Eduardo Jorge. A Corregedoria não confirma o nome fornecido pelo Estado e nem se é uma funcionária, sob a alegação de que a investigação é protegida por em sigilo legal. "Posso dizer apenas que o investigado é servidor do quadro", disse nesta terça-feira, 20, ao Estado o corregedor Antônio Carlos D'Avila.

O corregedor não nega dados já divulgados até agora, como, por exemplo, que o último acesso dessa pessoa se deu em outubro de 2009 e que isso ocorreu em São Paulo, como informou o Estado na semana passada. Segundo a Receita, foram identificados todos os acessos às declarações de Eduardo Jorge nos exercícios de 2008 e 2009.
O PSDB e Eduardo Jorge sustentam que os dados da declaração de Imposto de Renda teriam sido retirados ilegalmente nos arquivos magnéticos da Receita para abastecer um dossiê produzido pelo grupo de inteligência da campanha da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e que seria usado para fazer denúncias contra o tucano José Serra. A candidata petista nega que ela ou sua coordenação tenham dado alguma ordem para produzir um dossiê.
Sem justificativa
Sindicância feita pela Corregedoria da Receita revelou que só o acesso da funcionária da região do ABC foi "imotivado", enquanto os demais foram justificados. O corregedor Antonio Carlos D'Ávila explicou que os servidores do quadro da Receita, uma carreira típica de Estado, têm senha de acesso para pesquisar dados de qualquer contribuinte, desde que haja motivação legal e objetiva para isso.
Entre as motivações estão o trabalho de rotina de fiscalização e as requisições do Judiciário e do Ministério Público. O acesso pode se dar também a pedido do próprio contribuinte e de mais ninguém. A pesquisa feita pela pessoa suspeita não se enquadra em nenhuma dessas hipóteses. Todos os acessos partiram de pessoas autorizadas, mediante uso de senha pessoal e certificação digital, o que facilitou as identificações.
A sindicância notou também que não houve violação da rede da Receita por pessoas estranhas ao quadro, o que leva a uma primeira hipótese de que o vazamento dos dados partiu de alguém de dentro do órgão.
Os indícios levaram a Corregedoria a abrir processo administrativo disciplinar em 2 de julho último. A investigação tem prazo de 60 dias para ser concluída, prorrogável por mais 60, durante o qual os acusados terão direito ao contraditório e à ampla defesa. Caso se comprove o envolvimento da servidora, além da punição interna, a lei manda a Corregedoria remeter os autos ao Ministério Público para processo criminal.
Se for comprovada a responsabilidade da funcionária na quebra ilegal de sigilo do tucano, ela será processada criminalmente na Justiça e sofrerá internamente sanções que vão de advertência a suspensão e até demissão. A Receita vai dizer, inicialmente, se a analista violou o sigilo, mas sem, necessariamente, apontar se ela também foi a autora do vazamento. "Uma coisa leva a outra: se o servidor fez o acesso imotivado é provável que ele também tenha violado o sigilo", observou D'Ávila. Do site do Estadão - Leia MAIS
MEU COMENTÁRIO: O que é engraçado e ao mesmo tempo surrealista, para não dizer trágico, é que a Receita afirma que não pode revelar nada porque a sindicância requer o "sigilo".
Entretanto, o mesmo rigor não se vê em relação ao sigilo fiscal dos cidadãos brasileiros.
No País dos petralhas acontece o inimaginável. Até mesmo fato de Dilma Rousseff ser candidata a Presidência da República.
E o mais incrível: a imprensa brasileira leva sério esse turbilhão de mentiras e bobagens histriônicas.
A notícia política mais importante surgida nesta década no Brasil partiu da entrevista do candidato a vice Presidente Índio da Costa. Mas isto não interessa ao esquema de poder do PT, do qual a maioria dos jornalistas da dita grande imprensa (se é que é grande mesmo, já tenho dúvidas) tem parte ativa. Ou pelo menos é comensal de segunda classe desse banquete de abutres.