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quinta-feira, agosto 11, 2011

ROUBALHEIRA NO TURISMO: PF INDICIOU HOMEM DE CONFIANÇA DE MARTA SUPLICY POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA E ESTELIONATO.

A Policia Federal indiciou Mario Moyses, homem de confiança de Marta Suplicy e preso na Operação Voucher, por formação de quadrilha e estelionato. A coluna Radar, de Veja, teve acesso à decisão do juiz Anselmo Gonçalves da Silva, que deixou o caso (Leia mais em Fora do caso). No despacho, Anselmo afirma que Moyses agiu em “conluio” com Frederico Costa da Silva, número 2 do Ministério do Turismo, e Luiz Gustavo Machado, diretor-executivo do Ibrasi, a entidade envolvida no esquema.
A propósito, Frederico Costa da Silva, foi indiciado por formação de quadrilha e peculato, nome técnico para desvio de dinheiro público. Na decisão que prendeu Frederico preventivamente, o juiz disse que o número dois do ministério, na época que era secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, liberou os recursos em favor do Ibrasi baseado em documentos falsos. Um dos repasses irregulares foi de 1,3 milhão de reais. Do site da revista Veja - coluna de Lauro Jardim

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sexta-feira, junho 03, 2011

NEM CLIENTES DE PALOCCI ENTENDEM ENRIQUECIMENTO DELE. A CONTA NÃO FECHA!

Da coluna do Lauro Jardim no portal da revista Veja:
Num almoço anteontem em São Paulo, dois grandes empresários – e bota grande nisso – conversavam intrigados sobre Antonio Palocci. Ambos chegaram, inclusive, a contratá-lo para palestras em suas empresas. Pagaram algo entre 15 000 e 25 000 reais pelo trabalho. Depois de constatarem que todos os empresários que conhecem também dizem que chamaram Palocci para palestras pelos mesmos valores, um deles perguntou:
- Mas, então, de onde vem esses 20 milhões de reais

domingo, maio 29, 2011

DILMA COMEÇA A SUA SEGUNDA ENCARNAÇÃO DE OLHO NO FURACÃO

Análise do Lauro Jardim, do portal da revista Veja. O título original é "O segundo governo Dilma". Faz sentido. Leiam:
Começa amanhã um novo governo Dilma Rousseff. O primeiro iniciou-se no dia 1º de janeiro e terminou há duas semanas quando a Folha de S. Paulo revelou o lado superconsultor de Antonio Palocci. Depois de duas semanas nervosas, de intervenções extemporâneas de Lula e paralisia geral no Palácio do Planalto, Dilma Rousseff posará amanhã sorridente (conseguirá mesmo?) ao lado de Michel Temer, pouco antes de embarcar para uma viagem rápida para o Uruguai. Na quarta-feira, almoça com os senadores peemedebistas. Um dia depois, repete a dose com a bancada do PTB.
Logo ela, que sempre preferiu almoçar no máximo ao lado de Palocci conversando sobre assuntos administrativos. Agora, terá que, sem dar chance para a indigestão, engolir uma dieta gordurosa com peemedebistas e petebistas à mesa. Todos eles com muita fome. Assim como, nunca se deve esquecer nem menosprezar, terá que domar os próprios parlamentares petistas que hoje, quase que unanimemente, a criticam pelas costas.
Dilma Rousseff tentará, assim, fazer algo que não gosta e, até aqui, revelou não ter aptidão: política. Tentará tomar as rédeas do governo agora que teve o seu principal articulador político baleado e viu, a contragosto, a entrada em cena triunfal de Lula na semana passada.
O governo Dilma da forma como se viu nos seus cinco primeiros meses, portanto, acabou no Caso Palocci. A nova fase inicia-se com alguma dose de descrença dos políticos que mandam de fato em Brasília e – pior para Dilma – sem aqueles cem dias de lua de mel e poucas cobranças a que todo governo tem direito no início. Dilma já começa essa sua segunda encarnação no olho do furacão.
Além dos desafios naturais de todos os governos, o mais urgente para ela é afirmar-se como chefe política. Lula, com sua aparição pirotécnica da semana passada, teve o poder de desidratar Dilma e diminuí-la. Ela passou em poucos dias de presidente a, de novo, gerente. Lula tirou-lhe a autoridade. Se sua intenção foi a de fazer polítiicos e população em geral crerem que ela nção sabe governar sozinha, o resultado foi alcançado. Quem a conhece sabe o quanto isso a incomodou.
Dilma foi menos presidente nos últimos dias. A partir das reuniões desta semana tentará restaurar a autoridade arranhada. Não é tarefa fácil. Sobretudo por que terá que lidar na verdade com duas crises, a de Palocci e a do próprio governo. A crise Palocci, no limite, poderia acabar com sua demissão do governo. A outra, no entanto, não se resolve tão fácil. Da Coluna do Lauro Jardim, no portal da revista Veja

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