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sábado, abril 14, 2012

LULA E O PT DESENCADEIAM A OPERAÇÃO-ABAFA: QUEREM APAGAR OS CRIMES DO MENSALÃO!

Cartilha Stalinista: Rui Falcão, presidente do PT (ao lado), e Marco Maia, presidente da Câmara: para tentar apagar os crimes cometidos por petistas no mensalão, a ordem é mentir até parecer verdade
Excelente reportagem da revista Veja que foi às bancas neste sábado faz um inventário do mensalão, apresenta um resumo dos fatos que culminaram num dos maiores escândalos já ocorridos na história da República.
O processo do mensalão está no Supremo Tribunal Federal pronto para ser julgado e isso leva ao desespero Lula e seus sequazes que partem para uma guerra de propaganda no estilo soviético para tentar apagar o crime do mensalão.
Petistas acuados revelam todo o seu caráter e personalidade. E se tornaram perigosos! Vale a pena ler. E não esqueçam de compartilhar em suas redes sociais esta matéria. O MENSALÃO TEM DE SER JULGADO E OS CRIMINOSOS PUNIDOS NA FORMA DA LEI! TRANSIGIR NISTO É A MESMA COISA QUE RASGAR A CONSTITUIÇÃO E ENTREGAR A NAÇÃO BRASILEIRA À SANHA DOS CRIMINOSOS, FAZENDO DO BRASIL MAIS UMA REPUBLIQUETA COMUNISTA.
Josef Stalin, o ditador soviético ídolo de muitos petistas, considerava as ideias mais perigosas do que as armas e, por isso, suprimiu-as, matando quem teimava em manifestá-las. O PT até que tenta se arejar, exercitar certo pluralismo, mostrar respeito às leis e conduzir as instituições do país que ele governa não como propriedade particular do partido, mas reconhecendo-as como conquistas da sociedade brasileira. Mas basta uma contrariedade maior para que o espírito de papai Stalin baixe e rasgue a fantasia democrática dos petistas parcialmente convertidos ao convívio civilizado. A contrariedade de agora é a proximidade do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da maior lambança promovida pelos petistas com dinheiro sujo, que produziu o escândalo entronizado no topo do panteão da corrupção oficial brasileira com o nome de mensalão. Sussurre esse nome aos ouvidos de um petista nos dias que correm e ele vai reagir como se uma buzina de ar comprimido tivesse sido acionada a centímetros de seus tímpanos. A palavra de ordem emanada do comitê central sairá automaticamente: "Isso é invenção da oposição e da imprensa!".
CAPANGAS DE STALIN
Como formigas guiadas por feromônios, os militantes de todos os escalões, de ministros de estado aos mais deploráveis capangas pagos com dinheiro público na internet, vão repetir disciplinadamente o mantra de que o mensalão "foi uma farsa". Ele vai ser martelado sobre os cinco sentidos dos brasileiros na tentativa de apagar os crimes cometidos pelos petistas e, seguindo a cartilha stalinista, fazer valer as versões sobre os fatos, transmutar culpados em inocentes e, claro, apontar bodes expiatórios como responsáveis pelas próprias misérias morais que eles infligiram ao país, a si próprios e a sua reputação, firmada quando na oposição, de paladinos da ética. Esse processo perverso de reescrever a história está em curso em Brasília, em pleno século XXI. Sua mais recente iniciativa é a iminente instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Congresso Nacional, a primeira do governo Dilma Rousseff. O objetivo declarado — e desejável — da CPI é elucidar os limites da atuação no mundo oficial do contraventor Carlos Cachoeira, que explorava o bingo ilegal em Goiás e se encontra trancafiado em presídio de alta segurança. Acusado de receber dinheiro para defender os interesses do contraventor no governo e no Legislativo, o senador Demóstenes Torres, do DEM, está a caminho de perder o mandato. Razões para uma investigação republicana, portanto, não faltam. O problema está nos objetivos subalternos da CPI, que os petistas e seus aliados mal conseguem esconder nas conversas: criar um fato novo e, assim, desviar o foco da atenção da opinião pública do julgamento do mensalão. Eles esperam que as investigações produzam imagens que ajudem a demonstrar a tese central do presidente Lula sobre o mensalão, a de que o PT fez apenas o que todo partido político sempre fez. Esperam também criminalizar jornalistas para quem Carlos Cachoeira serviu de fonte sobre o que ia nos subterrâneos da corrupção no mundo oficial em Brasília, terreno que ele frequentava com especial desenvoltura.
OPOSIÇÃO FRAQUEJOU
Em resumo, o PT espera desmoralizar na CPI todos que considera pessoal ou institucionalmente responsáveis pela apuração e divulgação dos crimes cometidos pelos correlegionários no mensalão — em especial a imprensa. Por quê? Principalmente porque o esquema de compra de apoio parlamentar pelo governo do PT começou a ser desbaratado em 2005, após uma reportagem de VEJA mostrar um funcionário dos Correios cobrando e recebendo propina em nome do PTB. Depois disso, o presidente do partido, o ex-deputado Roberto Jefferson, revelou ao país que parlamentares recebiam dinheiro na boca do caixa para votar com o Planalto. O chefe do esquema era o então ministro da Casa Civil José Dirceu, que vivia repetindo o bordão segundo o qual não fazia nada sem o conhecimento do presidente Lula. Tanto a CPI dos Correios quanto a Procuradoria-Geral da República deixaram claro que parte do dinheiro que financiou o mensalão saiu dos cofres públicos. Durante as investigações, o então marqueteiro de Lula, Duda Mendonça, admitiu ter recebido dólares por fora, no exterior, por serviços prestados na campanha do presidente. Foi tão grave e acintosa a agressão dos petistas às leis brasileiras no mensalão que, tecnicamente, o presidente Lula poderia ter sofrido um processo de impeachment. Seu mandato foi preservado por falta de apetite da oposição e pelo cálculo, que se mostraria redondamente equivocado, de que Lula definharia no poder, sangrando pouco a pouco em consequência do mensalão. Nada disso ocorreu. Lula deu uma magnífica volta por cima, reelegeu-se, fez a sucessora e saiu do Palácio do Planalto da mesma forma que entrou — nos braços do povo.
LULA E A OPERAÇÃO-ABAFA
Agora o fantasma do mensalão volta a ameaçar a hagiografia do líder petista — e a ordem de cima é atropelar quaisquer escrúpulos para preservar Lula. "A bancada do PT defende uma CPI para apurar esse escândalo dos autores da farsa do mensalão. É preciso que a sociedade organizada, movimentos populares, partidos políticos comprometidos com a luta contra a corrupção, como é o PT, mobilizem-se para impedir a operação-abafa e para desvendar todo o esquema montado por esses criminosos, falsos moralistas que se diziam defensores da moral e dos bons costumes", declarou Rui Falcão, deputado paulista, presidente nacional do PT. A forma cristalina pela qual Falcão explica os objetivos do partido na CPI parece a transcrição perfeita de uma cartilha de propaganda soviética. Dado que os companheiros cometeram crimes no mensalão e que esse fato é devastador para o partido que no passado empunhou a bandeira da ética para vencer a antipatia e a desconfiança da classe média brasileira, vamos tentar mudar a percepção da realidade e acionar os companheiros para ver se cola a ideia de que o mensalão foi uma armação cujos responsáveis, vejam só que coincidência, estão todos orbitando em torno de um contraventor cujas atividades vão ser investigadas por uma CPI. Clique AQUI para ler TUDO

sábado, fevereiro 11, 2012

URGENTE! VEJA TRAZ NOVA REPORTAGEM-BOMBA!

Quando o Augusto Nunes antecipa na sua coluna no site da Veja que a edição da revista será quente podem apostar que vai chegar ao grande público neste final de semana mais uma reportagem-bomba.  O título da nota é sugestivo: O mais cruel dos dias vai estragar o carnaval do cordão dos pecadores!
Augusto Nunes antecipa que a Veja deste sábado vai tirar o sono de muita gente boa que habita os luxuosos palácios de Brasília. Aqui um aperitivo do explosivo conteúdo da reportagem de capa da Veja que, a esta altura da madrugada, já está sendo desovada nas bancas:
Forçado a desfilar por oito páginas da edição de VEJA, um animado cordão de pecadores vai reafirmar, uma semana antes do Carnaval, que para figurões com culpa no cartório é sábado o mais cruel dos dias. O título da reportagem de capa ─ PODER, SEXO E CORRUPÇÃO ─ reúne os três ingredientes de outro escândalo federal. “As revelações explosivas da advogada que a máfia infiltrou no governo”, resume o subtítulo. Um juiz do Supremo Tribunal Federal será instado a falar fora dos autos. E um ministro acampado no Planalto há nove anos terá de buscar álibis menos bisonhos para livrar-se da mais recente enrascada em que se meteu.
Os brasileiros decentes vão gostar do fim de semana.

===>LEIA AQAUI UM RESUMO DA REPORTAGEM BOMBA!

sexta-feira, janeiro 06, 2012

EXTRA! SURGE A "REDE DE ESCÂNDALOS" NA INTERNET! TODOS OS NOMES DOS ENVOLVIDOS. ATUALIZAÇÃO ONLINE!

TODA A VERDADE AGORA AO ALCANCE DE TODOS
O site da revista Veja acaba de lançar a sessão REDE DE ESCÂNDALOS uma ferramenta que lista todos os escândalos do governo com os nomes de seus principais envolvidos. De quebra, esse mecanismo ainda possibilita o conhecimento online dos escândalos de corrupção e ladroagem do dinheiro público, em cima do lance!
A REDE DE ESCÂNDALOS passa a ser de grande utilidade neste ano em que ocorrerão eleições municipais quando centenas de corruptos estão concorrendo a cargos de prefeito e vereador. 
DIGA NÃO À VAGABUNDAGEM QUE CORRÓI A NAÇÃO BRASILEIRA! USE AS FERRAMENTAS DE COMPARTILHAMENTO DESTA INFORMAÇÃO AQUI ABAIXO DESTE POST. ESPALHE PELO FACEBOOK, TWITTER, ORKUT E DEMAIS REDES SOCIAIS!
CLIQUE AQUI PASRA ACESSAR A REDE DE ESCÂNDALOS! 

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REPORTAGEM BOMBA DA REVISTA VEJA?

O conteúdo do artigo de Augusto Nunes parece indicar que a edição da revista Veja que chega às bancas na madruga deste sábado poderá trazer uma nova reportagem bomba. Quando os jornalões se aquietam comodamente na produção de abobrinhas em forma de reportagens, alguma coisa está para acontecer. Transcrevo os primeiros parágrafos do artigo do Augusto Nunes, que retornou ao batente, literalmente! Leiam:
O caso está encerrado, decidiram Dilma Rousseff e Fernando Pimentel, ambos grávidos de ansiedade pelo pronto engavetamento das histórias muito mal contadas que envolvem o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O caso está mais aberto que nunca, avisa o artigo de J. R. Guzzo na última página da mais recente edição de VEJA, reproduzido na seção Feira Livre. Como registra o texto, a chefe do Executivo ─ provavelmente animada com as festas da virada do ano ─ nomeou-se comandante também do Legislativo e do Judiciário para dispensar de quaisquer esclarecimentos aos três Poderes o velho parceiro de comunismo & clandestinidade. “Se quiser falar, ele fala”, resolveu o neurônio solitário. “Se não quiser, ele não fala”. Má ideia, alerta o texto de J. R. Guzzo.
Se optar pela mudez seletiva, Pimentel vai anexar uma silenciosa confissão de culpa à pilha de provas e evidências que denunciam a presença, no primeiro escalão federal, de um ex-prefeito de Belo Horizonte que, antes de virar ministro, embolsou pelo menos R$ 2 milhões traficando influência fantasiado de “consultor”. Como a fila dos vigaristas federais não para de andar, o ministro e a presidente aparentemente acreditam que o andor ocupado por Pimentel na procissão dos pecadores já cruzou a zona de turbulência e foi substituído pelo que hospeda o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho. Logo saberão que se enganam. Leia AQUI o artigo completo

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domingo, dezembro 11, 2011

ESCÂNDALO DO PT TEM FORTE REPERCUSSÃO! LIDERANÇAS POLÍTICAS CONDENAM ARMAÇÃO PT QUE TENTOU ATINGIR OPOSIÇÃO E ABAFAR INVESTIGAÇÕES SOBRE O MENSALÃO

Parlamentares citados na Lista de Furnas – documento forjado para atingir a oposição e abafar investigações sobre o escândalo do Mensalão – mostraram-se indignados diante da revelação de que dois deputados petistas estavam por trás do esquema que pretendia minar a CPI dos Correios, em 2006. As informações, obtidas por escutas da Polícia Federal, foram reveladas por reportagem da edição de VEJA desta semana. O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma das vítimas da farsa, vai pedir à Polícia Federal informações sobre o resultado das investigações. E cobrar um aprofundamento dos trabalhos sobre um ponto específico da fraude: a coleta de sua assinatura, que se deu dentro da Câmara Federal em circunstâncias ainda não explicadas.
Maia sabe que sua assinatura foi obtida na Câmara porque a rubrica que consta do material fraudulento é a que ele usava para subscrever requerimentos na Casa. Em documentos que não tinham relação com a atividade parlamentar, ele usava outra assinatura. "A ocultação passou por dentro da Câmara dos Deputados. Temos que pedir que se avance nessa questão."
Outra vítima da montagem, o ex-deputado Raul Jungmann (PPS-PE) condenou a armação por trás da Lista de Furnas: "Ao PT, faltam limites éticos e morais, porque eles nunca aderiram à institucionalidade da democracia totalmente. O PT desenvolveu uma moral própria, que é aquela que lhe convém", disse.
José Carlos Aleluia (DEM-BA), ex-deputado também citado na lista falsa, foi à Justiça contra Nilton Monteiro, o criminoso que montou o documento sob encomenda dos petistas. Ele afirmou que a relação entre Monteiro e o PT era conhecida: "Na primeira audiência, ele foi representado por um advogado do PT. Depois, o PT começou a pagar outros advogados para ele." Aleluia também se mostrou indignado com a fraude: "É difícil fazer política quando você sabe que tem uma quadrilha, cujos nomes dos chefes são conhecidos, agindo nas barbas da polícia e da Justiça."
Osmar Serraglio (PMDB-PR), que era o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios, lembra-se de ter encontrado o envelope com a Lista de Furnas em sua mesa. "Não tinha identificação, não tinha origem. Eu fiquei em dificuldade. O que eu iria fazer com aquilo? Dali a pouco, iriam dizer que o relator inventou a lista", diz o parlamentar.
Ironicamente, muitos daqueles que eram alvo do PT há seis anos agora são aliados do governo federal. A lista inclui, por exemplo, o govenador Sérgio Cabral (PMDB), os deputados Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Zezé Perrela (PDT-MG). O último, aliás, acredita que o episódio foi provocado por "uns malucos". "Eu não acredito que isso tenha sido uma coisa orgânica, centralizada. São uns malucos, uns outros aloprados", avalia o peemedebista. Leia MAIS

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sexta-feira, novembro 11, 2011

VEM AÍ REPORTAGEM-BOMBA NA REVISTA VEJA

O Augusto Nunes em sua coluna está avisando. E não costuma falhar. O título do post: "Lupi também vai saber por que os farsantes acham que é sábado o mais cruel dos dias". Vem chumbo grosso. Leiam:
Há uma semana, VEJA provou que o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ignora os limites impostos pelo Código Penal, por valores morais e por normas éticas. De lá para cá, pendurado no sexto andor da procissão dos corruptos do primeiro escalão a caminho do despejo, o farsante que controla o PDT cuidou de mostrar que ignora também os limites da sensatez, do decoro e do ridículo.  A presidente Dilma Rousseff pode escolher as más companhias que quiser. Mas não tem o direito de manter no cargo um delinquente.

Até agora, ela faz de conta que nem notou o que ocorre no quintal da própria casa. “Que crise?”, fingiu espantar-se a chefe de governo desmoralizada pelas bravatas e, depois, pelos derramamentos de uma nulidade inverossímil. Para justificar a omissão da supergerente de araque, que tenta  arrastar o cadáver insepulto do falastrão até a “reforma ministerial” de janeiro, o caixa-preta Gilberto Carvalho vem insistindo na lengalenga: “Não existe nada que envolva pessoalmente o Lupi”.

Existe, saberão em poucas horas os leitores de VEJA, confrontados com a reportagem que coloca em frangalhos a fantasia mambembe. Carlos Lupi enfiou-se no pântano até o pescoço. Como os colegas de bandalheiras, outro ministro está prestes a constatar que, para quem tem culpa no cartório, é mesmo sábado o mais cruel dos dias.

domingo, novembro 06, 2011

NOVO ESCÂNDALO DO GOVERNO DO PT: CGU CONFIRMA IRREGULARIDADES EM ONGs LIGADAS AO MINISTÉRIO DO TRABALHO

A Controladoria-Geral da União (CGU) informou neste sábado detalhes da investigação sobre as Organizações Não-Governamentais (ONGs) vinculadas ao Ministério do Trabalho. Entidades notoriamente enroladas contavam com a vista grossa de dirigentes do PDT instalados no ministério para continuar a receber verba pública. Reportagem da edição de VEJA desta semana mostra a facilidade com que o gaúcho Adair Meira conseguia driblar as exigências da pasta. Duas de suas ONGs, a Fundação Pró-Serrado e a Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi), justificavam a maioria de seus gastos com repasses para organizações relacionadas com o próprio Meira.
Responsável por sete convênios com o ministério, a Pró-Cerrado destinou 86% dos recursos que recebeu a outras três entidades. FPC, Funcer e Renapsi, juntas, obtiveram 3,8 milhões de reais. E as três são presididas por Adair Meira, como a Pró-Cerrado.
Há ainda um outro convênio, firmado pela própria Renapsi com o ministério, no valor de 3,3 milhões de reais . Em todos esses casos, a CGU constatou que a atividade-fim dos convênios, a capacitação profissional, era mero pretexto para desvio de recursos. Os alunos atendidos não passavam de assinaturas falsas em listas fornecidas pela entidade ao ministério. Leia MAIS

quarta-feira, outubro 19, 2011

PARA CHEGAR-SE À FONTE DA IMPUNIDADE QUE AFRONTA A NAÇÃO, BASTA SEGUIR OS AFILHADOS EM APUROS.

Lula, o Capo, em foto para a posteridade.
O Augusto Nunes não costuma jogar palavras fora. Usa-as como pedras preciosas nas mãos de um ourives e, por isso mesmo, produz textos de excelência e precisão absoluta sem perder a elegância jamais. Por isso decidi reproduzir aqui o texto com link AQUI para a sua coluna, onde há mais preciosidades sendo por isso um site de leitura obrigatória. 
Salve o empresário Roberto Civita que não costuma contratar os proxenetas do jornalismo e por isso a Veja e demais veículos de comunicação de sua empresa, a Editora Abril, dão de relho no restolho. Desagradam, como sempre, os vigaristas do PT, PCdoB e correlatos. A democracia, portanto, agradece penhoradamente a desse grande empresário da comunicação que é Roberto Civita.
Segue a reprodução do texto do Augusto Nunes, cujo título original é eloquente: "Lula foi chefe de governo e de um bando. Em Janeiro só deixou de chefiar o governo". A ilustração circulou pela internet durante a campanha eleitoral de 2010 e fala por si mesma. Leiam:
Foi Lula quem propôs a Dilma Rousseff a permanência de Orlando Silva e Wagner Rossi, a nomeação de Antonio Palocci, a recondução de Alfredo Nascimento e a anexação do Ministério dos Transportes ao latifúndio de José Sarney, um Homem Incomum. Dilma conhecia todos muito bem. (“Melhor que eu”, disse Lula mais de uma vez). Apesar disso, ou por isso mesmo, a presidente eleita convocou os cinco prontuários para o primeiro escalão. Proposta de chefe é ordem.

Quando se descobriu que o estuprador de contas bancárias também é traficante de influência, o ex-presidente baixou em Brasília para assumir o comando da contra-ofensiva dos pecadores. Como a mão estendida a Palocci acabou num abraço de afogado, foi para o exterior ganhar dinheiro com o ofício que inaugurou: é o único palestrante do mundo que cobra 100 mil dólares para repetir durante 40 minutos o que sempre disse de graça.

Escaldado pelo fiasco, o protetor de bandidos de estimação passou a agir à distância. Se dependesse dele, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi e Pedro Novais ainda estariam infiltrados na Esplanada dos Ministérios. Nesta terça-feira, numa conversa por telefone com Orlando Silva, Lula lembrou ao companheiro que os quatro despejados continuariam no emprego se tivessem seguido à risca as prescrições da Teoria do Casco Duro. E recomendou ao ministro pilhado em flagrante que resista no cargo.

O Código Penal, normas éticas, valores morais, o sentimento da honra, pudores, vergonha ─ nada disso tem importância para o inventor do Brasil Maravilha. Lula só consegue enxergar duas espécies de viventes: os integrantes da seita que conduz e o resto. Os primeiros são absolvidos liminarmente de todos os crimes que cometem. Os outros são inimigos ─ e como tal devem ser tratados.

O informante do Caso Watergate que ficou famoso como Deep Throat avisou que a dupla de repórteres do Washington Post chegaria à verdade caso seguisse o dinheiro. Para chegar-se à fonte da impunidade que afronta o Brasil decente, basta seguir os afilhados em apuros. Todos levam ao mesmo padrinho. Durante oito anos, Lula acumulou a chefia do governo e a chefia de um bando. Em janeiro, só deixou de chefiar o governo.

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domingo, outubro 16, 2011

PM QUE ACUSOU MINISTRO DO ESPORTE AFIRMA TER GRAVAÇÕES

O policial e militante do PC do B João Dias assegurou a VEJA ter gravações que comprovam o esquema de corrupção no Ministério do Esporte, revelado por ele em reportagem da edição desta semana da revista. Na manhã deste domingo, Dias publicou em seu blog uma espécie de carta aberta ao ministro. No texto, o policial militar afirma: "O que falei para a revista está devidamente gravado e será apresentado às autoridades competentes". Ele não se refere apenas à gravação de sua entrevista a VEJA, mas, também, a arquivos em áudio que estão em seu poder e que, assevera, provam as acusações que faz à cúpula do Ministério do Esporte.  

Dias também usou o blog para desafiar o ministro do Esporte, Orlando Silva, e seu partido. Diz que está ansioso para apresentar "as verdades materializadas" e para se confrontar com Silva em uma investigação. No texto, o policial militar responde ao ministro, que o chamou de "bandido" e desqualificou as revelações feitas pelo colega de partido a VEJA. De acordo com Dias, o Ministério do Esporte abriga um grande esquema de corrupção, criado para alimentar os caixas de campanha do PC do B. A reportagem mostra como o próprio Orlando Silva recebeu uma caixa repleta de dinheiro vivo. 

Em mensagem publicada neste fim de semana, Dias reafirma o que disse à revista e diz ter sido procurado por um emissário do ministro pouco antes da publicação da matéria. "E se tu não deves nada, por que mandou seu secretario (sic) nacional Ricardo Leiser tentar me localizar na sexta feira, quando soube da matéria, o que ele queria comigo? Fazer mais um daqueles acordos nao cumpridos?", diz o texto.

Dias devolveu o adjetivo usado pelo ministro para tentar esvaziar as denúncias: "Eu não sou bandido, bandido é você e sua quadrilha, que faz e refaz qualquer processo do ministério de acordo com sua conveniência", escreveu o policial.

Em uma frase postada em seguida, o militante do PC do B também ameaça a cúpula de seu partido, que divulgou um comunicado defendendo Orlando Silva. "Era bom o PC do B nacional ficar  calado antes de sair em defesa do Orlando sumariamente". O policial garantiu ainda estar ansioso para ser  chamado a público para falar sobre suas acusações. 

Reportagem - A edição de VEJA que chegou às bancas neste sábado mostra como João Dias Ferreira, policial e militante do PC do B em Brasília, acusa Orlando Silva de coordenar um esquema milionário de desvios em convênios com Organizações não-governamentais (ONGs). Para receber o valor a que tinham direito, as entidades precisavam pagar 20% do valor em questão a integrantes da pasta.

João Dias, que chegou a ser preso durante uma operação que descobriu desvios no ministério durante o governo Lula, também acusa Orlando Silva de  ter recebido uma caixa repleta de dinheiro vivo, originário do esquema. A maior parte dos recursos desviados teria sido usada para cobrir gastos de campanha do PC do B - inclusive despesas com a coalização que, em 2006, levou Luiz Inácio Lula da Silva ao poder.

Apesar de sua assessoria ter sido procurada na quinta-feira por VEJA, só após o fechamento da revista, na noite de sexta-feira, é que Orlando Silva fez contato com a reportagem.

O ministro se disse "chocado". Afirmou que sabia das ameaças do policial há algum tempo. “Durante um ano esse sujeito procurou gente do ministério e fez ameaça, insinuação. E qual foi a nossa posição? Amigo, denuncie, fale o que você quiser. Por quê? Porque como nós temos convicção de que o que foi feito foi o correto, nós não tememos. E falávamos para ele: não nos interessa. Ele falava que existia um dossiê, que ia denunciar... A resposta era: faça, procure o Ministério Público, a polícia, a justiça, faça o que você quiser fazer”, afirmou. 
Partido - Maior beneficiário do esquema denunciado por João Dias, o PC do B divulgou uma nota em que tenta desqualificar as revelações de VEJA. "Tudo indica que esse cidadão age por vingança, por represália contra a medida moralizadora do Ministério do Esporte", diz o presidente da legenda, Renato Rebelo, no comunicado. Do site da revista Veja

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sexta-feira, setembro 09, 2011

PT CONVOCA PETRALHAS PARA ATO EM FAVOR DA CENSURA À IMPRENSA!


Os fedorentos e corruptos do PT prometem realizar aquilo que consideram um "desagravo" ao Zé Dirceu num ato que defende a censura à Imprensa. Prometem cair de pau na revista Veja por causa da reportagem que mostrou para o Brasil que José Dirceu mantém um cafofo num hotel cinco estrelas de Brasília, onde despacha, recebe figurões da República e conspira até contra a Presidente Dilma.
Se a Dilma fosse mesmo uma mulher inteligente aproveitava para cair fora dessa arapuca chamada PT e entrava gloriosa para a história.
Bem que esse vídeo da campanha de José Serra denunciou que se Dilma vencesse, como de fato venceu o pleito, quem iria governar seria o José Dirceu. Algo entretanto parece ter dado errado, né?
Do PT pode se esperar tudo. Até mesmo ato em favor da censura à imprensa.
Essa gente é ridícula. 
O convite para esse ato infame está no site do PT de São Paulo.

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quinta-feira, agosto 11, 2011

ROUBALHEIRA NO TURISMO: PF INDICIOU HOMEM DE CONFIANÇA DE MARTA SUPLICY POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA E ESTELIONATO.

A Policia Federal indiciou Mario Moyses, homem de confiança de Marta Suplicy e preso na Operação Voucher, por formação de quadrilha e estelionato. A coluna Radar, de Veja, teve acesso à decisão do juiz Anselmo Gonçalves da Silva, que deixou o caso (Leia mais em Fora do caso). No despacho, Anselmo afirma que Moyses agiu em “conluio” com Frederico Costa da Silva, número 2 do Ministério do Turismo, e Luiz Gustavo Machado, diretor-executivo do Ibrasi, a entidade envolvida no esquema.
A propósito, Frederico Costa da Silva, foi indiciado por formação de quadrilha e peculato, nome técnico para desvio de dinheiro público. Na decisão que prendeu Frederico preventivamente, o juiz disse que o número dois do ministério, na época que era secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, liberou os recursos em favor do Ibrasi baseado em documentos falsos. Um dos repasses irregulares foi de 1,3 milhão de reais. Do site da revista Veja - coluna de Lauro Jardim

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