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terça-feira, dezembro 07, 2010

PT ANUNCIA AGÊNCIA DE CENSURA À IMPRENSA

Segue apos este prólogo a integra da matéria que é manchete da Folha de São Paulo desta terça-feira. Como se vê vem aí a mordaça aos meios de comunicação comandada pelo esquerdista ressentido Franklin Martins que foi chutado da Rede Globo antes de virar ministro.

Ora, esse trambolho autoritário comuno-fascita denominado Agência Nacional de Comunicação, constitui a instituição da censura aos veículos de comunicação e é claramente inconstitucional. Uma afronta à legalidade que, se levada a termo pelos tiriricas do Congresso significará a implação de uma ditadura no Brasil.

E o que causa um misto de náusea e espanto é o fato de que esse ato criminoso contra a liberdade de expressão tem o apoio das entidades representativas dos jornalistas brasileiros, a começar pela sua Federação Nacional e os sindicatos. Todos são a favor da censura que tipificam pelo eufemismo de "controle da mídia".

O Brasil é o único país do mundo em que os jornalistas são a favor da censura à imprensa. Sem falar no fato de que odeiam a internet e os blogs independentes que não se curvam ante esse turbilhão de estupidez.

Aqueles que deveriam ser os primeiros a lutar pela liberdade são os seus assassinos. Bando de idiotas, vigaristas, mentirosos e empulhadores profissionais. Essa gente não é e nunca será jornalista. Leiam o texto da manchete da Folha de São Paulo:

A primeira versão do projeto do governo para o setor de telecomunicação e radiodifusão prevê a criação de um novo órgão, a ANC (Agência Nacional de Comunicação), para regular o conteúdo de rádio e TV.

A Folha teve acesso à minuta da proposta, batizada de Lei Geral da Comunicação Social. O texto tem cerca de 40 páginas e vem sendo mantido em sigilo.

É resultado do grupo de trabalho criado há seis meses e coordenado pelo ministro Franklin Martins para discutir um novo marco regulatório para o setor.

A nova agência para regular conteúdo substituiria a Ancine (Agência Nacional do Cinema) e teria poderes para multar empresas que veicularem programação considerada ofensiva, preconceituosa ou inadequada ao horário.

O presidente da Ancine, Manoel Rangel, disse à Folha que não tem "opinião formada" sobre a mudança.

O texto prevê ainda a proibição que políticos com mandato sejam donos ou controlem rádio e TV. A atual legislação proíbe apenas que eles ocupem cargos de direção nas empresas.

Não está claro no anteprojeto se a vedação atingiria quem já tem concessões.
Levantamento da ONG Transparência Brasil aponta que 160 parlamentares têm concessões de rádio e TV.


O ministro já afirmou que o governo Lula não vai encaminhar o projeto ao Congresso, e sim entregá-lo a Dilma Rousseff como sugestão.

Caso Dilma decida enviar a proposta ao Congresso, o texto pode sofrer alterações e passar por consulta pública. Se a lei for aprovada, o funcionamento da agência será detalhado em decreto.

Na semana passada, Lula disse, em entrevista, que Dilma fará a regulação.

O processo de outorga de novos canais ou renovação também passará pela nova agência, além do circuito Ministério das Comunicações-Congresso, e se tornaria mais transparente, com o passo a passo publicado na internet.

A Folha apurou ainda que a proposta incorpora vários pontos do PL 116, que cria novas regras para o mercado de TV por assinatura e de conteúdo audiovisual, mas não trata de regras para cumprimento do limite de participação de capital estrangeiro nos meios de comunicação.

Será mantida a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que cuida de questões mais técnicas, como a elaboração de planos e distribuição de canais.

Para o governo, a agência não significa censura, porque o conteúdo será analisado depois de veiculado.

Representantes do setor, porém, avaliam que a proposta abre brechas para cercear jornalismo e dramaturgia. Além disso, dizem, a Constituição já prevê punição para os abusos. 

A criação da agência para regular conteúdo tem apoio de entidades que defendem o "controle social da mídia".

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sexta-feira, outubro 01, 2010

POR QUE OS BLOGS CRESCEM EM IMPORTÂNCIA?

Cerca de dez anos após o seu surgimento, os blogs --que já foram declarados como "mortos" em alguns cantos da internet-- poderão ser a bola da vez no conhecimento do futuro. 

Baseada nesta opinião, a pesquisadora e artista Raquel Rennó afirma que a visualização de dados é a nova forma de conhecimento do futuro. Isso ocorre porque o excesso de informação é um dos pontos nevrálgicos da sociedade 2.0. 

"Você não sabe o que ler. Tudo está disponível, é difícil selecionar o que ler e absorver", disse ela à Folha, durante o evento arte.mov no Museu de Arte Moderna em Salvador. Radicada em Barcelona, a brasileira também expõe no festival de arte eletrônica, cuja realização é da Vivo. 

"A grande forma de poder do futuro será selecionar a informação. Relacionando informações, percursos, orientações de leitura, dizendo o que é importante ou não."

É daí que vem a importância dos blogueiros, segundo Rennó. "Eles vão selecionando e vão dizendo o que é importante. O blogueiro tem papel fundamental no conhecimento do futuro". 

Já o sociólogo e pesquisador André Lemos, da Universidade Federal da Bahia e um dos nomes mais respeitados em cibercultura, diz que a sociedade vai ser reconfigurada a partir do acesso tecnológico.

"Não no sentido de aniquilação. Nossa civilização está se reconfigurando, a partir da esfera sócio-comunicacional. Assim como a imprensa moldou a democracia, há uma nova base sócio-técnica hoje", declara.

É inerente dos sistemas digitais hoje: mapeamento via dispositivos móveis, coleta de dados do Google, perfis no Facebook. É justamente isso é o que revela a vida social hoje", apontou.

Hoje, o artista e ativista underground Mark Garret fala no simpósio do evento. Da Folha.com

MEU COMENTÁRIO: O que Raquel Rennó não disse é que depende do blogueiro. Os jornalistas - não digo os estúpidos que estão dominando as redações da grande imprensa - são os que produzem o melhor conteúdo em blogs. Isso se deve evidentemente à prática jornalística, a sensibilidade para a identificação daquilo que é ou não relevante, que é notícia; aquilo que realmente é importante. Depois tem a interpretação contextual correta e a opinião fundada em fatos concretos e não em desvarios ideológicos.

E vai depender muito da competência do blogueiro. Pode até não ser jornalista profissional mas deverá ser capaz de contextualizar uma informação e estabelecer os links, ou seja, as suas ligações com outros eventos. Afinal, os os acontecimentos são processos e/ou resultados da ação e relação social, dessa teia infinita que forma o tecido social.

Do caos dos múltiplos eventos emergem as notícias que são fatos que se configuram pela quebra da rotina. O que está na grande rede tem caracteristica caótica. A primeira ordenação desse caos é feita pelos veículos de comunicação tradicionais. A segunda peneirada é feita pelos blogs que se fixam naquilo que é mais relevante.

Essa é a dinâmica do fluxo informativo na atualidade. Quem deseja uma informação mais completa já não pode mais ficar apenas nos tradicionais veículos de comunicação, embora continue cabendo a eles, como disse, a primeira ordenação do caos, até porque contam com uma estrutura empresarial de grande porte e recursos financeiros que possibilitam a cobertura dos fatos e a sua transformação em notícia jornalística.


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segunda-feira, agosto 23, 2010

CURSOS DE JORNALISMO ENSINAM A MENTIR

Aqui, após este prólogo, mais um prova que aumenta a consistência da análise que formulei em post mais abaixo em que denuncio o fato de que a maioria dos novos jornalistas egressos das universidades brasileiras tiveram o cérebro abduzido pelo marxismo botocudo. Botocudo sim, porque a maioria que domina a academia nas áreas das ditas ciências humanas e sociais é completamente idiota e não foi além do sub-marxismo propalado por manuais de segunda categoria. A especialidade desses vagabundos é fazer da cátedra palanque de discurso político ideológico são majoritariamente petistas. Agem criminosamente ao promover a lavagem cerebral dos jovens instilando a estupidez esquerdista.

O resultado está estampado diariamente nas páginas dos jornalões e, sobretudo, em seus sites. E o pior de tudo: esses "acadêmicos" de fundo de quintal que coçam o saco nas universidade e ainda reclamam do salário que lhes pagamos através dos impostos que recolhemos e não produzem uma miserável pesquisa que seja aproveitável, ainda ensinam os jovens a mentir.

E com disse, aqui está mais uma prova eloquente do que afirmo e foi flagrada pelo incansável Reinaldo Azevedo, dos poucos jornalistas da grande imprensa nacional que não chafurda nessa miséria intelectual do jornalismo brasileiro. E, sobretudo, não mente. Reinaldo mais uma vez pegou bem e escancara a mentira veiculada pelo nauseabundo pasquim denominado Valor Econômico que ficaria melhor pendurado numa latrina do que exposto em uma banca de revistas: 

A delinqüência disfarçada de jornalismo nunca foi tão longe. E jornais ditos “respeitáveis” abrigam variações do mais descarado banditismo. Leiam o que publicou o jornal Valor Econômico. Volto em seguida:

Mônica Serra, mulher do candidato à presidência José Serra (PSDB) entrou de salto alto na campanha corpo a corpo com a população. Foi com uma bota que ela começou seu trabalho em Curitiba, na sexta, em reunião com lideranças comunitárias, mas no segundo compromisso, depois de alguns minutos de caminhada em um bairro da periferia da capital paranaense, recebeu uma sandália sem salto que estava no carro. E não entendeu quando a troca de calçado foi alvo de fotógrafos que a acompanhavam.

A passagem de Mônica por Curitiba marca o novo estilo que ela quer adotar para tentar ganhar votos para o marido.Goiás e Minas também já foram visitados por Mônica recentemente, de maneira discreta. Em Curitiba, ela começou o dia em café da manhã com representantes de todos os bairros da cidade, ao lado de Fernanda Richa, mulher do candidato tucano ao governo, Beto Richa, e outras lideranças femininas que citaram diversas vezes a participação de Serra na chegada dos genéricos ao país. Ao pegar o microfone, disse estar emocionada. “Pensei: não vou conseguir falar”, contou, pouco antes de criticar o programa Bolsa Família. “As pessoas não querem mais trabalhar, não querem assinar carteira e estão ensinando isso para os filhos”, falou. 

Comento
Bem, é mentira! Não foi assim.  É desnecessário chamar a atenção para o joguinho vulgar de palavras com o negócio do “salto alto”, tentando caracterizar Mônica Serra como uma alienada, uma sem-noção. Poderia ser. Mas não é. Ao contrário: ela, com o marido, foi uma das pessoas perseguidas pela ditadura de Augusto Pinochet. E sabe bem o que é política.


Quanto à fala de Mônica, todos os jornalistas presentes sabem — exceção feita à repórter do Valor — que Mônica repetiu o que disse um rapaz chamado “Edson”, líder comunitário da Vila Parolim, uma comunidade pobre da capital paranaense, que falou antes dela. Foi ele quem afirmou que o Bolsa Família estava sendo usado de forma eleitoral; que, na atual toada, as pessoas continuariam na pobreza porque não iriam querer estudar e trabalhar. Ela falou depois dele.

Mônica, então, tomou a palavra: “Estou muito emocionada e muito impressionada com tudo que você falou, Edson”. Virou-se para a platéia: “Ele (Edson) disse que as pessoas não querem mais trabalhar e que isso está passando para os filhos”. Ela repetiu as palavras do rapaz para sustentar que o Bolsa Família tem de pensar também na qualificação da assistência, o que foi especificado, em seguida, por Fernanda Richa, mulher do Beto Richa, candidato do PSDB ao governo do Paraná: “O que nós pensamos do Bolsa Família todos vocês sabem. O programa começou conosco no governo do PSDB, do presidente Fernando Henrique. Nós achamos é que o combate à pobreza exige mais: exige apoio na educação, na Saúde, na moradia, como Serra vai fazer no Brasil, e o Beto Richa, aqui em Curitiba.” 

Foi isso o que aconteceu, como sabem todos os que estavam lá — jornalistas inclusive. O mais fantástico: isso tudo aconteceu na sexta de manhã. Os demais jornais acompanharam tudo. O que vai acima foi publicado no Valor desta segunda…

Engano? Erro? Confusão? A tentativa de submeter uma mulher correta, discreta, sem qualquer sombra de deslumbramento, ao ridículo fala por si só. Quanto à mentira, dizer o quê? A delinqüência está em todos os sites ligados ao PT. Se setores do jornalismo dito sério não têm qualquer apreço pela verdade, por que o PT teria? O texto se trasformou naquilo é que é: campanha eleitoral petista.

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OS EFEITOS DA LAVAGEM CEREBRAL ESQUERDISTA NOS CURSOS DE JORNALISMO JÁ SE REFLETE COM TODA EVIDÊNCIA NA IMPRENSA BRASILEIRA

Depois do esfacelamento da URSS e do fim do comunismo no Leste Europeu a tradicional tomada do poder pela violência passsou a mofar no recôndito da história. Não houve uma sedição, uma "revolução" um só ato de violência para derrubar o muro da vergonha com a qual os tiranos tentavam impedir que seus cidadãos fugissem para os países democráticos em busca da liberdade.

As liberdades política e econômica do mundo democrático ocidental se impuseram por si mesmas. Tanto é que nenhum cidadão da então Alemanha Ocidental escalou aquele muro vergonhoso para alcançar o outro lado, a Alemanha comunista. Jamais. Havia sim, o contrário. Centenas ou quem sabe milhares de cidadãos da Alemanha comunista tenham perdido a vida em busca da liberdade.

Em que pese a evidência dos fatos os remanescentes do comunismo não desistiram. Mas mudaram os seus métodos de ação para a retomada do poder. E, como é sabido, para viabilizar qualquer tipo de regime que viole as liberdade e a democracia é necessário ter quem acredite que seja esse o caminho da rendação e da libertação do povos.

Um dos principais métodos utilizados pelos comunistas depois do fim da URSS foi a utilização da estratégia de tomada do poder formulada pelo comunista italiano Antônio Gramsci. Segundo ele, a "revolução" teria, grosso modo, de ser operada a partir da ocupação da direção de todas as instâncias da sociedade civil e do Estado. A literatura gramsciana chegou ao Brasil nos idos dos anos 70 nas universidades e foi fartamente disseminada através, principalmente, dos cursos de sociologia e direito espraiando-se, em seguida, em todo o âmbito acadêmico, particularmente das ditas áreas das Ciências Humanas e Sociais.

O reflexo mais pernicioso disso foi o fato de que proporcionou uma verdadeira lavagem cerebral em pelo menos quase três gerações de egressos das universidades brasileiros. Não escaparam, evidentemente, os cursos de Jornalismo. Por que? Ora, porque os meios de comunicação são fundamentais no controle da opinião pública, na filtragem da informação e na ação de contra-informação.

Há pelos menos três décadas levas de jovens universitários vêm sofrendo uma permanente lavagem cerebral. O resultado disso é que se vê nos jornais brasileiros nos últimos anos e isso ficou mais evidenciado agora, como nunca, durante o governo do PT e nesta campanha eleitoral.

A prova do que estou afirmando fica evidente no que Reinaldo Azevedo informa e comenta no seu blog a respeito do que está havendo nesta campanha eleitoral e a forma como ela é manipulada pelos jornalistas, a maioria já egressa das universidades.

Notem que a primeira ação de um governo autoritário é calar a imprensa. Mas dadas as circunstâncias políticas e históricas com o fim do comunismo na URSS e no Leste Europeu o modo truculento censurar os veículos de comunicação num país das dimensões do Brasil já não seria possível. A estratégia teria de ser outra, ou seja, abuduzir o cérebro dos jornalistas. Em parte, ou na maioria dos casos, o comunismo botocudo já conseguiu isso.

Transcrevo o post do Reinaldo Azevedo. Leiam e vocês compreendereão o que eu estou afirmando. Leia 

Li os jornais de domingo e vi alguma coisa dos de segunda. Parece que as eleições vindouras são desnecessárias. Dilma já está eleita porque assim quer o presidente Lula. A eleição no primeiro turno já não é mais tratada como uma possibilidade — grande que fosse, vá lá —, mas como uma certeza. Os áulicos habituais estão num assanhamento sublime e escrevem: “Dilma nega, mas já está montando o governo”.  Como são combativos, meu Deus!!! Outro repórter vai cobrir um evento de que participa o candidato tucano, José Serra, e força a mão para fazê-lo parecer acanhado, sem entusiasmo. Para eles, acabou!  Nem em 2006, na reeleição de Lula, embora a situação tucana fosse pior neste mesmo ponto da corrida, se viu algo parecido.

A distância apontada pelo Datafolha, a ser real, é grande sem dúvida: 17 pontos. Já o tucano Geraldo Alckmin está 34 pontos à frente do petista Aloizio Mercadantena disputa pelo governo de São Paulo. Bem, nesse caso, os mesmos que enterram a candidatura Serra falam agora, acreditem!, na possibilidade da “virada”. Numa das reportagens que li, informa-se que Lula acha isso pouco e quer que se comece a especular sobre a possibilidade de o senador petista vencer o ex-governador no… primeiro turno!

Por quê? Ora, porque Lula, que já “elegeu” Dilma, resolveu carregar Mercadante nas costas e porque, conforme escrevi ontem, os petistas decidiram “invadir” São Paulo. Sem que se tenha ainda uma pesquisa, nada!, a estratégia já estivesse rendendo frutos. Ora, nem eu acho que Mercadante terá apenas os 17% de votos que lhe deu o último Datafolha. A razão é simples: o PT é maior do que isso no Estado. Esse índice é pouco mais do que a votação de um partido nanico. Se Mercadante fosse um pouco mais leve, já estaria com mais do que isso.

É, de fato, impressionante! Os petistas já conseguiram plantar na imprensa paulista um clima “de virada” para Mercadante. Com 17 pontos na frente, Dilma, segundo esse jornalismo, já está eleita. Com 34 pontos de vantagem, nada menos do que o dobro, há certo esforço para considerar a eleição de Alckmin na zona de risco.

Eles todos, claro!, são “isentos”. Eu é que não sou, não é mesmo?

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