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sábado, fevereiro 05, 2011

BRASIL APAGA E GRUPELHO PALACIANO GOZA MAIS UMA VIAGEM INTERNACIONAL PARA PARTICIPAR DE FÓRUM IDIOTA NA ÁFRICA

Governo da Dilma segue fielmente a cartilha do comunismo botocudo e já começa a gastar dinheiro público com bobagens como esse Fórum Social Mundial, convescote politicamente correto que se realiza na África. A coluna Painel da Folha de São Paulo não pode ser mais idiota, para não dizer estúpida e continua sendo o principal veículo de propaganda do PT, ou seja, da burrice.

Enquanto a crise energética, decorrente da falta de investimento em infra-estrutura ameaça o país, um grupelho palaciano goza de mais uma viagem internacional regada a generosas diárias em dólares para exultar o pensamento politicamente correto, num evento completamente cretino que afaga terroristas, ecochatos, bugres e diletantes de todos os gêneros. 

Eis a nota da considerada principal coluna política daquele que já foi um dos mais importantes jornais brasileiros hoje rendido de forma triste e lamentável ao pensamento politicamente correto:

"TOP Além de Lula, o Fórum Social Mundial de 2011, de amanhã até dia 11 em Dacar, no Senegal, receberá comitiva brasileira encabeçada pelos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência), Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Luiza Helena de Bairros (Igualdade Racial). Para o governo, o evento cresceu em importância à luz do vendaval político no norte da África."

quinta-feira, janeiro 20, 2011

AUMENTO DE JUROS NÃO DEVERÁ SURTIR EFEITO NO CONTROLE DA INFLAÇÃO. SÓ O FIM DA GASTANÇA DO GOVERNO SALVA ECONOMIA E PLANO REAL.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 19, elevar a taxa Selic em 0,50 ponto porcentual para 11,25% ao ano. Desde julho do ano passado, o BC vinha mantendo o juro básico da economia brasileira em 10,75% ao ano, mas no último Relatório Trimestral de Inflação, divulgado em dezembro, a autoridade monetária já sugeria que a taxa poderia subir. 
A decisão desta quarta - a primeira reunião do Copom deste ano e sob o comando de Alexandre Tombini na presidência do BC - ficou dentro da previsão da maior parte dos analistas financeiros. De acordo com levantamento da Agência Estado, 61 de 64 instituições projetavam o aumento de 0,50 ponto porcentual, ajuste que dá início, segundo analistas, a um ciclo de aperto monetário que pode fazer com que a taxa básica de juros supere os 13% em 2011. Apenas duas instituições esperavam estabilidade da taxa e uma previa a elevação de 0,75 ponto porcentual.
De maneira geral, os analistas financeiros justificaram a necessidade de elevar os juros básicos devido à deterioração tanto da inflação corrente quanto das expectativas de inflação, em um ambiente econômico no qual a demanda segue alimentada pela disponibilidade de crédito e renda e pela queda da taxa de desemprego.
A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 1º e 2 de março. A ata da reunião desta quarta será divulgada pelo BC na quinta-feira da próxima semana, dia 27 de janeiro. 
Veja abaixo a íntegra do comunicado:
"O Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 11,25% a.a., sem viés, dando início a um processo de ajuste da taxa básica de juros, cujos efeitos, somados aos de ações macroprudenciais, contribuirão para que a inflação convirja para a trajetória de metas." Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: O aumento da taxa Selic já era esperado. Já disse aqui que ninguém precisa ser expert em economia para antever que esse aumento na taxa de juros é apenas um tiro n'água e deverá ter pouco impacto sobre os preços. Pela teoria juro alto reprime a demanda ou impõe o seu adiamento. Ocorre que a taxa de juros praticada no Brasil já é uma das mais altas do mundo e mesmo assim a inflação retornou de forma ameaçadora.
O Plano Real que deu a estabilidade econômica para o Brasil - a única iniciativa que deu certo na história da República - continuará ameçado. A responsabilidade pelo descalabro econômico é do governo do PT que assaltou os cofres públicos para eleger a Dilma a pau e corda e muito dinheiro público. A essa nefasta prática politiqueira de Lula e seus sequazes junta-se a desabalada corrida pela partilha do butim na composição dos Ministérios e segundo escalão do novo-velho governo petista.
O resultado está aí e não é nada bom. É tenebroso!

sábado, janeiro 08, 2011

EQUIPAMENTOS DO SUNTUOSO PRÉDIO DO TSE CONSOMEM MILHÕES ALÉM DO PREVISTO

O luxuoso prédio do TSE. Clique na foto para vê-la ampliada
Alvo de uma ação civil pública que questiona os gastos com a construção de sua nova sede, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderá gastar até R$ 76,9 milhões para mobiliar e equipar o local. Os valores constam de pregões registrados pelo órgão, cujo objetivo é a compra de diversos materiais e sistemas. Só com móveis, o montante pode alcançar R$ 22,7 milhões.
Iniciada em 2007, a polêmica obra já estourou, com folga, o valor que o TSE admite gastar: R$ 300 milhões. Levantamento do Contas Abertas no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), realizado a pedido do GLOBO, mostra que, até esta sexta-feira, já foram pagos R$ 361,7 milhões pelo programa "Construção do Edifício-Sede do TSE em Brasília".
Em 2008, dotação inicial era de R$ 89 milhões
O contribuinte deve arcar com um valor ainda maior, uma vez que o órgão já empenhou (comprometeu-se a pagar) R$ 448,9 milhões. Ano a ano, a obra traga mais do que prevê o Orçamento da União inicialmente. Em 2008, a dotação inicial era de R$ 89 milhões, mas o governo acabou autorizando (aumentando a previsão) para R$ 120 milhões. Por fim, os pagamentos somaram R$ 122 milhões (incluídos os restos a pagar de exercícios anteriores). Em 2010, previa-se R$ 144 milhões, teto que foi aumentado para R$ 162,7 milhões. O montante pago já chega a R$ 118 milhões - as contas do ano ainda não foram fechadas.
A título de dar "transparência" ao empreendimento, o TSE criou uma área em seu site, na qual informa ter gasto, até julho do ano passado, R$ 285 milhões. Até agora, o governo já autorizou a liberação de R$ 477 milhões do Orçamento.
O tribunal não soube precisar nesta sexta-feira quanto gastará para equipar e mobiliar as novas instalações. O GLOBO consultou as atas de 18 pregões, mas, semanalmente, mais têm sido publicadas. Nelas, há a previsão de despesas com sistemas elétrico, anti-incêndio, de som, informática, segurança e ar-condicionado, além da compra de aparelhos de cozinha, cercas e portões. Do site do jornal O Globo - Leia MAIS
 
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quinta-feira, janeiro 06, 2011

INFLAÇÃO DISPARA E FECHA 2010 COM RECORD DE 11,30%. GASTANÇA DO GOVERNO DO PT É PRINCIPAL RESPONSÁVEL. SALÁRIOS JÁ ESTÃO CORRÍDOS.

A inflação medida pelo IGP--DI (Índice Geral de Preços -- Disponibilidade Interna) fechou o ano de 2010 com alta acumulada de 11,30%, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas). No mês de dezembro o índice desacelerou para 0,38%, ante alta de 1,58% em novembro.
Entre os componentes do índice que mais influenciaram na desaceleração, o chamado estágio das matérias-primas brutas teve grande recuo, passando de 4,27% em novembro para 0,74% em dezembro. O IGP--DI de dezembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência. Da Folha.Com

MEU COMENTÁRIO: Ora, todos os brasileiros já sentem no bolso a inflação que o governo de Lula e seus sequazes trouxeram de volta. Tudo em razão da desabusada gastança governamental destinada a alimentar o ego de Lula e transformar um poste em Presidente da República.
O PT está conseguindo destruir a maior conquista da história do Brasil que foi acabar com a inflação tendo Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda do governo Itamar Franco e, depois no comando da Nação realizado uma missão que parecia impossível: banir o inferno inflacionário. É um mérito que ninguém consegue tirar de FHC, embora com o PT no poder tudo é possível. A megalomania petralha é uma coisa espantosa!
Outro fator a ser levado em consideração é que nem o garrote dos juros foi capaz de conter o surto inflacionário que é enorme e ameaçador, a mostrar que o escandaloso gasto público é principal o responsável por essa bancarrota econômica que se avizinha para os assalaridados, porque a turma do PT não tem o que reclamar, não é mesmo?
Enquanto isso a Oposição dorme de touca.

domingo, janeiro 02, 2011

DISCURSO AMBÍGUO DA DILMA NÃO DEIXA DÚVIDAS: GIGANTISMO ESTATAL COM ESBANJAMENTO DO DINHEIRO PÚBLICO CONTINUARÁ.

A presidente Dilma Rousseff adotou, na cerimônia de posse no Congresso Nacional, um discurso ambíguo sobre as despesas públicas, que bateram recorde no governo Lula. Logo após dizer que trabalhará por uma melhoria da qualidade do gasto governamental, reiterou que o “Brasil optou, ao longo de sua história, por construir um estado provedor de serviços básicos e de previdência social pública” e que isso representa “custos elevados para toda a sociedade”. Com esta afirmação, dá margem à interpretação de que não haverá mudança na opção política de o país prosseguir com um estado oneroso a todos os brasileiros – e que implica uma carga tributária de 36,5% do PIB, uma das maiores do mundo.

Logo em seguida, Dilma lançou sinais contrários. Emendou com a declaração de que seu projeto é cavar espaço entre os gastos de custeio – aqueles relativos às próprias engrenagens do estado – para poder ampliar os investimentos públicos em infraestrutura e nos programas sociais. Esta demanda – que reiterou ser ‘indutora do investimento privado’ – vem sendo, há anos, explicitada por empresários e economistas, mas sua efetivação implica necessariamente rever o tamanho do estado e a trajetória dos gastos públicos.

Ainda no campo dos investimentos, a presidente recém-empossada voltou a acentuar a importância de duas grandes bandeiras do governo de seu antecessor e de sua campanha ao Palácio do Planalto: o Programa de Aceleração ao Crescimento (PAC) e o programa habitacional ‘Minha Casa Minha Vida’. Os investimentos nestes projetos, segundo ela, ficarão sob os cuidados permanentes da Presidência da República. 

Inflação e câmbio – Dilma Rousseff afirmou que travará uma luta contra a elevação dos preços na economia ao longo de seu mandato. Ela afirmou ter consciência de que a inflação – que chegou a chamar de ‘praga’ – corrói o tecido econômico e impõe perdas aos mais pobres.

A preocupação com o câmbio também se manifestou no discurso da presidente. “Atuaremos decididamente nos fóruns multilaterais na defesa de políticas econômicas saudáveis e equilibradas, protegendo o país da concorrência desleal e do fluxo indiscriminado de capitais especulativos”, afirmou.

Ante a forte apreciação do real sobre o dólar, que prejudica a competitividade dos produtos nacionais no exterior, a presidente prometeu ‘promover a força exportadora’ do parque industrial brasileiro. Para isso, lutará também contra uma eventual onda protecionista no mundo. “Não faremos a menor concessão ao protecionismo dos países ricos que sufoca qualquer possibilidade de superação da pobreza de tantas nações pela via do esforço de produção”, acrescentou. 

Dilma elogiou o agronegócio nacional e disse não ver incompatibilidade entre os grandes exportadores, a quem prometeu apoio, e a agricultura familiar e as micro e pequenas empresas. Estas, segundo a presidente, merecerão políticas tributárias permanentes’. Do site da revista Veja

segunda-feira, novembro 22, 2010

GASTO PÚBLICO AUMENTA NO GOVERNO LULA, MAS SAÚDE E EDUCAÇÃO SÃO SETORES MENOS BENEFICIADOS.

Em 2010, as despesas do governo já atingiram o maior nível em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) desde o início do governo Lula. E uma análise dos oito anos de gestão do presidente mostra que os gastos públicos têm crescido cada vez mais desde que Lula assumiu, em 2003. Setores importantes como educação e saúde, porém, não receberam investimentos proporcionais ao aumento das despesas do governo.

Como mostra reportagem desta segunda-feira do jornal
O Globo, enquanto as despesas correntes aumentaram 2,47 pontos porcentuais em relação ao PIB entre 2003 e 2010, apenas 2% dessa alta foi destinada à saúde e 8% à educação. O levantamento foi feito pela Consultoria de Orçamento da Câmara, com base em informações do Sistema Financeiro de Administração Financeira (Siafi).

Para se ter uma ideia, os gastos com Legislativo, Judiciário e Ministério Público aumentaram 30% nos últimos oito anos, passando de 0,16% do PIB para 0,21%. Já as despesas com pessoal passaram de 4,51% do PIB em 2003 para 4,58% em 2010, ou seja, uma diferença equivalente a 11% do aumento total dos gastos no período.


O levantamento mostra, ainda, que as despesas com a Previdência Social e demais benefícios relativos ao salário mínimo passaram de 7,22% do PIB em 2003 para 8,59% em 2010. Enquanto isso, os gastos com a saúde subiram apenas 0,05 ponto porcentual no período, passando de 1,35% do PIB para 1,40%. Somando-se as despesas totais do Ministério da Saúde, incluindo pessoal e investimentos, os gastos passaram de 1,80% para 1,97% do PIB.


No setor de educação, os gastos passaram de 0,42% do PIB para 0,62% nos últimos oito anos. O aumento de 0,20 ponto porcentual representa 8% do total de aumento dos gastos correntes.


Vale lembrar que no governo Lula a arrecadação de impostos cresceu – e tem batido seguidos recordes. Para se ter uma ideia, a arrecadação tributária passou de 361 bilhões de reais em 2000 para 1,2 trilhões de reais em 2010 (segundo projeções do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). Os gastos do governo central também evoluíram, atingindo o recorde de 730 bilhões de reais em despesas totais em 2009 – valor que corresponde a 66% da arrecadação do país naquele ano. Nos anos anteriores, o índice girava em torno de 61% - número que já era considerado alto por economistas.
Do portal da revista Veja

domingo, julho 18, 2010

LULA NÃO TÁ NEM AÍ. GOVERNO GASTA COM PUBLICIDADE ALÉM DO LIMITE PREVISTO EM LEI

Os gastos com publicidade do governo Lula em 2010 já ultrapassaram, na administração direta, o limite previsto pela legislação eleitoral. O Estado aplicou a interpretação que o próprio governo faz da regra eleitoral aos dados igualmente oficiais de gastos com publicidade. A diferença foi de pouco mais de R$ 41 milhões acima do limite legal.

O valor já gasto excede em 12% a média das despesas com publicidade institucional e de utilidade pública registradas nos três anos anteriores à eleição, entre janeiro e dezembro de cada ano, de acordo com informações fornecidas pela Controladoria-Geral da União (CGU), que administra o Portal da Transparência. O sistema não capta os gastos das empresas estatais.

A média de gastos registrados entre 2007 e 2009 já havia sido ultrapassada em 30 de junho, última data de atualização oficial das despesas orçamentárias. A CGU relata pagamentos no valor de R$ 361,9 milhões acumulados até essa data. A Lei Eleitoral determina o limite para os pagamentos feitos até 3 de julho, ou três meses antes das eleições.

O limite para os gastos com publicidade foi estabelecido pela Lei Eleitoral de 1997 entre outras restrições impostas a agentes públicos, como usar materiais ou serviços públicos para favorecer candidaturas. O objetivo, diz a lei, é conter condutas que afetam a igualdade de oportunidades entre os candidatos. Leia MAIS

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