TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador dilma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dilma. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, novembro 16, 2011

LUPI REPETE MENTIRAS! DILMA ACEITA?

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, encontrou-se nesta quarta-feira com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto para dar explicações sobre a versão mentirosa que contou sobre sua viagem ao Maranhão, em 2009. A reunião foi "secreta": tanto a agenda de Dilma quando a de Lupi diziam que eles estavam em “despachos internos”.
De acordo com uma fonte do Planalto, Lupi manteve a versão de que nunca viajou a bordo de um avião providenciado pelo presidente de ONGs Adair Meira e disse que vai provar sua inocência. O ministro, no entanto, não entregou qualquer prova disso a Dilma. Pelo menos por enquanto, a decisão da presidente é de manter o ministro no cargo.
A situação de Lupi se complicou ainda mais depois que o site de VEJA publicou, nesta terça-feira, um vídeo que mostra que o ministro mentiu ao dizer que desconhecia o presidente de ONGs Adair Meira e que não viajou no avião King Air providenciado por Meira.
Para receber o ministro, a presidente remarcou a reunião de coordenação política, prevista para as 10h30. O encontro com a base foi adiado para as 15 horas. Depois de deixar o Planalto, Lupi seguiu para o Ministério do Trabalho, onde se reuniu com o presidente em exercício do PDT, o deputado André Figueiredo (CE), e com o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). O encontro durou menos de uma hora.
Integrantes do partido ainda não se convenceram com as versões apresentadas pelo ministro. "Ele precisa dar explicações", avaliou o líder do PDT na Câmara, Giovanni Queiroz (PA). “Precisamos ser os primeiros a ouvir, da boca dele, o que está acontecendo”, afirmou o senador Acir Gurgacz (PDT-AC). “Alguma coisa não está batendo”. Lupi deverá prestar depoimento no Senado na quinta-feira.
Palácio do Planalto - A situação do ministro não foi tratada durante reunião de coordenação no Palácio do Planalto. De acordo com a Presidência, o encontro foi dominado por assuntos relacionados às votações de projetos no Congresso Nacional. O governo espera, por exemplo, a aprovação nas próximas semanas da proposta que prorroga a Desvinculação das Receitas da União (DRU) até 2015. O Planalto também acompanha a votação das mudanças no Código Florestal que deve ocorrer ainda este mês no Senado. O secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa, fez uma exposição sobre a conjuntura econômica nacional e disse que a proposta sobre o fundo de pensão pode ser votada até o fim do ano pelo Congresso. Além de Dilma, participaram da reunião ministros e os líderes do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), e no Congresso Nacional, o senador José Pimentel (PT-CE). Do site da revista Veja

terça-feira, outubro 25, 2011

DILMA CHAMA ORLANDO SILVA AGORA EM SEU GABINETE

A Dilma acabou de despachar o chefão dos comunistas do PCdoB e logo em seguida chamou Orlando Silva em seu gabinete.
Fonte do blog acredita que essa conversa selará o destino de Orlando Silva, que se transformou num peso difícil de carregar, depois que o STF abriu inquérito para apurar o esquema de corrupção que floresce à sombra do Ministro e de seus comunistas.
É possível que ainda nesta noite Dilma tome uma decisão definitiva.
Especula-se até mesmo que já teria um nome para suceder Orlando Silva.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUZIO AMORIM NO TWITTER

terça-feira, outubro 11, 2011

EDITORIAL DE O GLOBO DENUNCIA ESQUEMA DA DILMA PARA REEDITAR A CPMF

Editorial do jornal O Globo adverte que o risco de edição da femigerada CPMF continua existindo. Para não se desgastar e poder passear tranquila pela Europa, Dilma passou a incentivar os governadores a mobilizar suas bancadas e a fazer lobby na imprensa de modo a transformar em verdade uma tremenda mentira - fato que reputo como crime! - que é a suposta falta de recursos para aplicação na área da saúde.
O título do editorial é 'Mitos em torno dos recurssos para a saúde'.  Transcrevo a parte inicial com link para leitura completa:
Uma das poucas vitórias importantes da sociedade, nos últimos anos, foi a extinção da CPMF, em dezembro de 2007. O Senado soube entender os clamores diante de uma carga tributária recorde no bloco dos emergentes - acima de 35% do PIB, mais, inclusive, que países desenvolvidos - e eliminou o imposto.
Pode-se dizer que o trabalho para restabelecê-lo foi iniciado logo em seguida. Enquanto isso, profecias apocalípticas para o setor, feitas antes da votação no Senado, eram repetidas. O fim da CPMF tirou da previsão orçamentária de 2008 estimados R$ 40 bilhões.
Nenhuma das profecias se realizou, emergências e hospitais públicos continuaram tão ruins como sempre. Depois, foi constatado que, ainda no primeiro semestre, o crescimento contínuo da arrecadação repôs aqueles R$ 40 bilhões "perdidos". Se o governo Lula não destinou o dinheiro para o SUS, é porque teve outras prioridades.
A ainda candidata Dilma Rousseff se disse contrária à volta da CPMF disfarçada de Contribuição Social para a Saúde (CSS) e contrabandeada para a regulamentação da Emenda 29, esta feita com o objetivo de acabar com desvios na aplicação dos recursos orçamentários constitucionalmente vinculados à Saúde.
Vitoriosa nas eleições, a presidente flexibilizou o discurso e procurou incentivar governadores - os que mais burlam a vinculação - a mobilizar bancadas a favor da ressurreição do imposto. Não quer se desgastar. Mas não é tarefa fácil para os governadores, dada a impopularidade da CPMF - como, de resto, dos impostos em geral.
Ainda na Câmara, em acordo entre os partidos, emenda do DEM retirou do projeto a base de cálculo da CSS. A CSS virou um fuzil sem munição. Mas o dispositivo de sua criação se encontra no texto enviado ao Senado. Basta aprovar-se a base de cálculo do imposto. O risco, portanto, continua, assim como o discurso da falta de recursos para a Saúde. Continue lendo AQUI

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTE

segunda-feira, agosto 22, 2011

PT CONTINUARÁ CUSPINDO NO PSDB, A GENI DA POLITICA BRASILEIRA

Na eleição de 2012, PT agradecerá cuspindo na oposição
Está certo que governadores estaduais não podem prescindir do governo federal, já que o sistema federativo brasileiro é uma piada. É incrível como esse sistema, ele mesmo, é a forma mais eloqüente da corrupção transformada em lei. Tanto é que o governador de São Paulo, um estado que na verdade sustenta a maioria do Brasil, tem que render rapapés e salamaleques para a presidente da República. Dilma sai do nada para o exercício desse presidencialismo imperial que controla a aplicação de todos os recursos federais que são gerados pelos Estados. Os Estados produzem a riqueza que acaba nos cofres federais e depois o governador tem de tratar de não melindrar a rainha. Brasília funciona como a metrópole portuguesa na época do império.
Agora, convenhamos. O Alckmin está exagerando em misuras.
Seria mais decente que, como um governador que pertence a um partido que está na oposição, mantivesse uma postura mais reservada e se limitasse ao protocolo. O que se viu no final da semana foi abundância de fotos nos jornais mostrando FHC e Alckmin trocando afagos com Dilma, senão apoio explícito. Logo de FHC permanentemente atacado pelos petistas. E voltará a ser violentamente atacado na campanha eleitoral que se avizinha quando Lula voltar a soltar seus perdigotos de podridão trepado num palanque na Praça da Sé.
Até porque o PT não é um partido democrático. Já cansei de dizer isso aqui no blog. Um dos maiores objetivos do PT é fincar as suas garras em São Paulo. É parte do projeto político do Partido que não desistiu um milímetro de seu objetivo socialista de poder eterno preconizado pelo Foro de São Paulo, a organização esquerdista que comanda a comunização da América Latins. Tanto é que Lula vem se dedicando a montar um esquema para vencer o pleito municipal paulista no ano que vem. Sob as ordens de Lula verão vocês que Dilma vai também sentar praça em São Paulo, tarefa que já começou a executar como se vê. E a grana vai rolar para financiar uma campanha milionária do PT.
No momento em que o Brasil é banhado por águas fétidas da corrupção que banca o PT no poder através da base alugada é no mínimo vergonhoso que o PSDB tenha essa postura de bajuladora.
Ou Ackmin e FHC acreditam num rompimento da base alugada com o PT? Se acreditam, esperem sentados vendo os votos que amealharam na última eleição evaporando.
Mas o fato mais deplorável dessa postura ondulante da tucanada diz respeito ao esvaziamento do poder político parlamentar da Oposição, num momento em que se articulava a criação de uma CPI para investigar essa avalanche de corrupção que afronta a Nação. 
A inusitada submissão do PSDB à Dilma é um desserviço à Nação, quando não um deboche.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

domingo, agosto 21, 2011

DILMA APLICA GARROTE NA BASE ALUGADA, ABRE O COFRE PARA O PT E O PSDB CAI NA ESPARRELA ANULANDO OPOSIÇÃO. TÁ DO JEITO QUE O DIABO GOSTA.

Isto não quer dizer absolutamente nada. A tal base alugada permanecerá alugada e fiel à malta petista. A única desgraça é que a Nação está submetida a um jogo mafioso do toma lá da cá. Os impostos recolhidos aos cofres públicos pelos cidadãos contribuintes são utilizados de forma vil e criminosa pelo governo do PT.
Enquanto isso, FHC e Alckmin trocam afagos com a Dilma e lhe dispensam apoio à suposta 'faxina' que varreria a corrupção, anulam a oposição parlamentar fazendo de graça o trabalho que interessa ao projeto petista.
Ora, a corrupção está de pé como nunca e permanecerá assim enquanto o PT continuar no poder.
Ou a manipulação eleitoreira do dinheiro público como mostra esta matéria que é a manchete da Folha de São Paulo deste domingo não é corrupção?
Constata-se assim que Dilma envia o recado para a base alugada, abre o cofre para o PT e a Oposição cai na esparrela enterrando a CPI, do jeito que o diabo gosta. A tucanada verá o que é bom para a tosse nas eleições do ano que vem. Leiam:

O controle de gastos promovido pelo governo Dilma Rousseff poupou ministérios controlados pelo PT e atingiu com mais força os que estão nas mãos dos outros partidos que apoiam o governo, contribuindo para alimentar a tensão na base de sustentação do Palácio do Planalto.

Uma análise detalhada das contas do Tesouro Nacional mostra que, nas dez pastas entregues no início do governo a PMDB, PR, PSB, PP, PDT, e PC do B, os investimentos caíram 4,8% no primeiro semestre deste ano.

O desempenho contrasta com o dos 13 ministérios da cota petista: em conjunto, eles investiram 13,7% a mais do que na primeira metade do ano eleitoral de 2010, sem considerar as cifras modestas do apartidário Itamaraty e das secretarias especiais vinculadas à Presidência.

Embora sejam teoricamente prioritários para o Executivo federal, os investimentos -obras de infraestrutura e compras de equipamentos destinadas a ampliar a capacidade produtiva da economia- viraram o principal alvo do ajuste fiscal.
Trata-se do único grande grupo de despesas federais que sofreu redução real neste ano, depois de considerada a variação da inflação.

Há razões técnicas para a queda: são gastos não obrigatórios e sujeitos a atrasos. Mas são razões políticas que explicam o aperto desigual na Esplanada.

Pelo modelo de repartição de poder iniciado no governo Lula e reforçado por Dilma, o PT ocupa pastas de mais relevo, como Fazenda, Planejamento, Saúde e Educação.

Os demais partidos ficam com a maior parte das verbas que movimentam as negociações com o Congresso.

Ministérios como Cidades (comandado pelo PP), Integração Nacional (PSB), Turismo (PMDB) e Esporte (PC do B) concentram ações incluídas por deputados e senadores no Orçamento por meio de emendas parlamentares.

São, na maioria, obras paroquiais típicas de prefeituras, como a recuperação de ruas e a construção de quadras esportivas, mas igualmente classificadas como investimentos -e vítimas preferenciais do corte de gastos.

Não por acaso, o governo promete agora liberar R$ 1,7 bilhão em emendas para atenuar a insatisfação dos partidos e facilitar as próximas votações no Congresso.

Entre os ministérios controlados por partidos aliados, dois registraram alta significativa nos investimentos neste ano, mas ambos passaram por crises e trocaram recentemente de mãos.

O PR foi varrido dos Transportes após acusações de corrupção e desligou-se da base governista. O PMDB teve de substituir o bombardeado Wagner Rossi na Agricultura, na semana passada.

Uma das pastas petistas que mais investiram é a Educação. Seu titular, Fernando Haddad, quer ser candidato à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2012 e conta com programas para a criação e a expansão de escolas e universidades.

Entre as pastas petistas, apenas o Desenvolvimento Agrário teve queda expressiva do investimento. Da Folha de São Paulo deste domingo

segunda-feira, agosto 15, 2011

GOVERNO DA DILMA, DO PT, DA CORRUPÇÃO E DA LADROAGEM, MASSACRA APOSENTADOS RETIRANDO AUMENTO REAL EM 2012!

Para mostrar rigor fiscal e impedir pressão por aumento de gastos, a presidente Dilma Rousseff vetou a possibilidade de conceder reajustes acima da inflação para aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefício com valor superior ao do salário mínimo no ano que vem.
Esse foi apenas um dos 32 artigos que a presidente retirou da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), atendendo recomendação da equipe econômica. Outros artigos vetados estabeleciam limites aos gastos públicos.
"Não há como dimensionar previamente o montante de recursos a serem incluídos na PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) para 2012, uma vez que, até seu envio, a política (de reajuste) em questão poderá ainda não ter sido definida", justificou o Palácio do Planalto, ao vetar o artigo do INSS.
Com o veto, os aposentados e pensionistas do INSS receberão a variação da inflação, medida pelo INPC.
A decisão da presidente, publicada ontem no Diário Oficial da União (DOU), foi aplaudida por alguns, pois segura o aumento dos gastos em um ano que promete ser mais difícil para o País por causa da crise econômica em países ricos.
"Achei a decisão correta. Tem de preservar o poder de compra, mas não repassar ganho real. Não tem como sustentar isso no logo prazo", disse o economista Marcelo Caetano, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e especialista em previdência. Ele ressaltou que num cenário de instabilidade econômica, a presidente Dilma precisa mostrar compromisso fiscal.
Sensibilidade. Para o senador Paulo Paim (PT-RS) e para o presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins, o veto à negociação de um aumento real só demonstra a falta de sensibilidade política.
"Era uma emenda que permitia uma negociação. Não havia garantia concreta de nada", afirmou Paim. "Eu não vetaria isso. O ideal é estabelecer o diálogo. Todo ano de crise é a mesma coisa. O aposentado sempre acaba pagando a conta", acrescentou o senador, lembrando que recentemente o governo anunciou medidas de desoneração de impostos para o setor empresarial.
Martins frisou que foi pego de surpresa com a notícia. "Os aposentados estão de luto. Na LDO havia a previsão de negociação, mas não estava nada definido. Na era Collor, os caras pintadas iam para rua. Na era Dilma será a vez dos caras enrugadas", disse o presidente da Cobap.
Em 1.º de setembro já está marcado um encontro entre as 22 federações de aposentados do País para avaliar o que poderá ser feito para pressionar o governo a dar reajuste acima da inflação. Todos os anos aposentados e pensionistas tentam, sem sucesso, ter a correção dos benefícios equiparada à do salário mínimo, que atualmente é a inflação acumulada mais o crescimento do PIB de dois anos antes.
A LDO de 2011, formulada no ano eleitoral de 2010, também foi aprovada com um artigo que permitia a negociação de ganho real para os aposentados e pensionistas que recebem mais que um salário mínimo. Na ocasião, o ex-presidente Lula não vetou o artigo, mas, apesar das pressões dos beneficiários do INSS, o reajuste dado foi de apenas 6,47% - a variação do INPC em 12 meses. Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: Dilma e seus sequazes do PT, o partido da corrupção e da ladroagem, prejudica seriamente os aposentados e pensionistas do INSS. E a baranga ainda tem a coragem de argumentar que está praticando o rigor fiscal. E ainda tem um cara lá do Ipea, o instituto aparelhado pela canalha comunista, um tal de Marcelo Caetano, que argumenta que não dá para sustentar o aumento. Esse sujeito diz que é economista e pesquisador, mas não passa de um reles puxa-saco da Dilma e usa o seu cargo no Ipea para justificar arrocho em cima de aposentado, quando se sabe que o grupo de aposentados do INSS que ganham um pouco acima do INSS constitui uma minoria! 
A Nação está completamente dominada por crápulas, canalhas,  picaretas e mentirosos. Está aqui no blog, mais abaixo, a notícia de que o governo da Dilma e seus sequazes pretende aumentar os salários de mais de 21 mil cargos de confiança do PT, que em média totalizam atualmente R$ 13 mil mensais! AÍ NÃO HÁ NECESSIDADE DE RIGOR FISCAL.
E o pior de tudo é que os bobalhões da oposição sequer emitem uma nota oficial protestando contra essa sacanagem contra os pensionistas e aposentados.
O PT, o partido do mensalão vir falar de rigor fiscal é piada de mau gosto.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

sexta-feira, agosto 05, 2011

DILMA TENTA ACALMAR MILITARES E DIZ QUE MEGALONANICO NÃO FARÁ MUDANÇA NOS COMANDOS

Para acalmar os militares, que na quinta-feira, 4, reagiram negativamente à escolha do ex-chanceler Celso Amorim para o Ministério da Defesa no lugar do demitido Nelson Jobim, a presidente Dilma Rousseff reuniu nesta sexta-feira, 5, cedo, no Palácio da Alvorada, os comandantes militares. Ela garantiu aos três chefes das Forças Armadas - Exército, Marinha e Aeronáutica - e mais ao chefe do Estado Maior Conjunto, general José Carlos De Nardi, que o novo ministro não vai fazer mudanças nos Comandos Militares.
O Estado apurou que a presidente Dilma pediu aos comandantes que "mantenham a normalidade institucional". O almirante Moura Neto é o comandante da Marinha; o chefe da Aeronáutica é o brigadeiro Juniti Saito; a força terrestre, o Exército, tem como comandante o general Enzo Peri.
Os comandantes deixaram o Alvorada com um discurso institucional e profissional. No diálogo com a presidente eles disseram que estão a serviço do Estado e que nãos ervem a pessoas. Disseram, ainda, que as Forças Armadas têm as missões definidas pela Constituição. "Nosso dever é constitucional", resumiu um dos comandantes.
Os três comandantes já estão à frente das três Forças no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Depois da reunião no Alvorada, a presidente embarcou na Base Aérea de Brasília, por volta de 9h30, para uma viagem à Bahia e a Pernambuco. Do portal do Estadão

quinta-feira, agosto 04, 2011

PARA LIQUIDAR CPI DA CORRUPÇÃO NOS TRANSPORTES, DILMA PROMOVE MAIS CORRUPÇÃO. O PT APODRECEU O BRASIL!

Tendo à frente a própria presidente Dilma Rousseff, que contou ainda com a ajuda de ministros e líderes na Câmara e no Senado, o governo conseguiu enterrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Transportes requerida pela oposição. Para abortar a CPI, o Planalto prometeu acelerar obras, apoiar um candidato ao Tribunal de Contas da União (TCU) e até garantir a presença de Dilma na inauguração de uma ponte.
O governo conseguiu que dois senadores da base aliada retirassem suas assinaturas a favor da CPI. Como a oposição havia coletado 27 assinaturas - número mínimo para a instalação de comissão parlamentar no Senado -, as duas baixas inviabilizaram a iniciativa. Com apenas 25 assinaturas, o requerimento foi mandado pelo presidente José Sarney (PMDB-AP) diretamente para o arquivo. Se quiser abrir uma CPI, a oposição terá que recomeçar a coleta de assinaturas.
O objetivo da CPI era investigar as irregularidades no setor de transportes, que já resultaram na demissão de 27 pessoas, entre elas o ex-ministro Alfredo Nascimento e o ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura Rodoviária (Dnit) Luiz Antonio Pagot.
O senador João Durval (PDT-BA), o primeiro a retirar a assinatura, recuou em troca da promessa do governo e do PT de apoiar a candidatura de seu filho, o deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA), para vaga de ministro do TCU. Até então, Dilma mostrava-se simpática à candidatura da deputada Ana Arraes (PSB-PE), mãe do governador de Pernambuco, Eduardo Campos.
Carneiro conseguiu da bancada de 86 deputados do PT a promessa de que cada um buscará o voto de um colega a seu favor na disputa pelo TCU. O cargo de ministro do tribunal é vitalício.
O PT nunca conseguiu pôr nenhum de seus integrantes no TCU. Todas as vezes que disputou, perdeu. Carneiro disse ter a certeza de que se contar com os votos de seus colegas, multiplicados por dois, será eleito. Leia MAIS

terça-feira, junho 07, 2011

PLANALTO ESTUDA 'FÓRMULA LULA' PARA MANTER PALOCCI. DILMA REALMENTE NÃO MANDA NADA.

O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, pode permanecer no cargo sem, no entanto, acumular a articulação política do governo, como tem acontecido na prática. Esse cenário foi traçado nesta manhã, segundo fontes ligadas ao Palácio do Planalto. Nesse novo formato, a presidente Dilma Rousseff trocaria o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, cuja atuação tem se mostrado deficiente e aquém das expectativas.
Nessa mesma estratégia, há uma negociação em curso para que Palocci vá à Câmara para prestar esclarecimentos sobre a evolução de seu patrimônio nos últimos quatro anos. O depoimento de Palocci está sendo articulado de forma combinada entre o ministro e o presidente da Câmara, Marco Maia, e pelo líder do governo na Casa, Cândido Vaccarezza (PT-SP), com a ajuda do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN).
Palocci, no entanto, não seria convocado, como prevê o requerimento da oposição aprovado pela Comissão de Agricultura na semana passada. Essa convocação deverá ser anulada por Marco Maia em sessão extraordinária da Câmara que deverá acontecer por volta das 19h. Um novo requerimento, dessa vez na forma de convite, deverá ser aprovado em uma outra comissão. Uma das hipóteses é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), cujo presidente é do PT, o deputado João Paulo Cunha (SP).
Segundo fontes governistas, o cenário nesta manhã é de permanência de Palocci no cargo com a troca do ministro Luiz Sérgio. Essa seria a posição defendida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo essa avaliação, Palocci acabou sofrendo o desgaste político por acumular muito poder. Com um ministro de Relações Institucionais mais forte e que se imponha mais, Palocci, na Casa Civil, teria reduzido sua influência e poderia se recuperar desse desgaste político.
Apesar da costura institucional para manter Palocci no governo, ainda há setores que defendem a saída do ministro da Casa Civil. Segundo fontes, Dilma já teria pensado em outros nomes para o cargo. Esses setores temem que se mantenha a suspeita de tráfico de influência em negócios milionários de consultoria e que o governo seja permanentemente lembrado por esse episódio. No entanto, no momento, as articulações seguem no sentido de manter Palocci. Nesta manhã, a coordenação da bancada do PT na Câmara se reuniu e decidiu defender a permanência de Palocci. Do portal do Estadão

segunda-feira, junho 06, 2011

FUERZA! FUERZA! DIZ CHÁVEZ PARA PALOCCI!

Conforme antecipei aqui no blog o ditador Hugo Chávez veio ao Brasil para dar uma força para Palocci. E não deu outra. Logo na chegada recebeu afagos e sorrisos da Dilma, conforme se pode conferir nesta foto e suas primeiras palavras foram dirigidas a Palocci: "Fuerza, Fuerza!", exclamou o caudilho bolivariano. Argh!

domingo, junho 05, 2011

ARTIGO: Dilma não sabe como demitir Palocci


Por Nilson Borges Filho (*)

A presidente Dilma Rousseff não está bem de saúde, por mais que seus assessores tentem esconder da opinião pública o seu real estado. O seu abatimento é visível e sua fisionomia demonstra um cansaço que vai além das preocupações com a rotina do governo. A pneumonia dupla que atacou os pulmões da presidente, já é conseqüência da fragilidade física de quem passou por um tratamento contra o câncer.

As trapalhadas do chefe da Casa Civil da presidência da República, o todo-poderoso Antônio Palocci, não só estão contaminando o governo e criando turbulências na base aliada, como estão provocando uma luta fratricida entre as diversas correntes que trafegam no interior do PT.

Lula acompanha de perto o desenrolar da crise que afeta diretamente o governo petista de olhos voltados para 2014, quando se apresentará como a melhor opção para dar continuidade aos anos que ficaram conhecidos como o lulo-petismo. Dilma está com um grande problema nas mãos: demitir um ministro indicado por seu patrão.

Mesmo estando convencida de que Palocci não tem a menor condição política para permanecer no cargo, a demissão do seu principal auxiliar tem que passar pelo aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E não será surpresa se o nome que substituirá Palocci sairá do bolso do pijama de Lula que, provavelmente, já deve ter alguém em mente.

A preocupação da presidente aumenta na mesma medida que crescem os rolos do ministro com o seu enriquecimento repentino. Agora, surgem dúvidas gravíssimas sobre a origem do apartamento que Palocci aluga de uma empresa de fachada, cujos sócios não passam de laranjas a serviço de alguém que quer esconder o patrimônio.

O apartamento de 640 metros quadrados, em Moema, bairro nobre da capital paulista, onde mora a família do ministro, o valor do aluguel não sai por menos de 15 mil reais. Coloquem aí mais condomínio e IPTU, despesas que cabem sempre ao locatário. Por baixo, o montante entre aluguel e demais despesas resultantes da locação representam mais de 90% do salário de Palocci.

A cúpula partidária admite, reservadamente, que Palocci pode ter se utilizado de sobra de campanha para aumentar o seu patrimônio pessoal. Alguns advertem que a situação é bem mais grave do que o mensalão, pois naquela oportunidade o dinheiro serviu para acalmar a base alugada. É claro que, não foram poucos os que se aproveitaram da ocasião para inflar suas contas bancárias.

Ouvi de um petista bem situado e que não pediu segredo do que dizia, que, quando prefeito de Ribeirão Preto, Palocci criou sérios problemas a  outros prefeitos petistas, que tentavam fazer uma administração pautada pela ética com a coisa pública. E ficava difícil para esses prefeitos convencerem os espertalhões que negociavam com a prefeitura de Ribeirão Preto que, nas suas  administrações, as coisas funcionavam de outra forma.

O partido do ministro entende que, quanto mais tempo Palocci permanecer no governo, mais acusações irão surgir nos jornais e nas revistas semanais. E que, mais cedo ou mais tarde, essas acusações atingirão diretamente o governo de Dilma Rousseff.

(*)Nilson Borges Filho é doutor em direito, professor e articulista colaborador deste blog.

quinta-feira, maio 26, 2011

ANÁLISE: A crise continua

Por Nilson Borges Filho (*)

Lula, definitivamente, assumiu a presidência da República. Com a crise que colocou o ministro Antônio Palocci na defensiva e respirando por aparelho, o governo perdeu o seu principal articulador político. 

O ministro da Casa Civil está encurralado e não consegue dar uma explicação plausível para o seu enriquecimento repentino. A tal cláusula de confiabilidade, que Palocci alega para não falar sobre suas consultorias,  é uma prova irrefutável de que existe alguma coisa no ar além dos aviões de carreira. 

As empresas que estão surgindo na mídia, supostamente como “clientes” do ministro, de certa forma têm algum vínculo com o governo ou abasteceram os fundos de campanha da presidente Dilma Rousseff.  A presidente ainda não se recuperou da pneumonia que atingiu  dos dois pulmões e necessitou de medicação via cateter. 

Abatida e fraca politicamente, desgastada com a derrota na Câmara com a aprovação do Código Florestal, auxiliares convenceram a presidente de que a única saída para manter o controle  da situação seria a convocação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para acalmar a base alugada. E Lula, queiram ou não, sabe como tratar parlamentares descontentes com o governo. 

Adotando a postura condenável do “é dando que se recebe”, Lula mandou dois recados: um, para Palocci, no sentido de que fossem atendidos os queixosos da base; o outro, para Dilma, para que fizesse um esforço e saísse a público para, metaforicamente, dizer que existe um governo. A presidente decidiu por terceirizar o exercício da poder, transferindo a Lula os poderes de chefe de governo. 

Dilma sabe que não pode contar com o ministro das Relações Institucionais, o deputado Luiz Sérgio. Fraco, displicente, sem estatura intelectual para o embate das ideias, desprezado pelos partidos que dão sustentação ao governo, Luiz Sérgio ocupa apenas uma cadeira no ministério. Nem mesmo consegue ser ouvido pela sua chefe, que não dá a mínima para o que ele pensa, se é que tem capacidade para tanto. 

Na liderança do governo, Cândido Vaccarezza mais atrapalha do que ajuda, com o seu inconfundível estilo deixa-que-eu-chuto. O bruto é famoso por falar  bobagens, quando sai em defesa do governo nas discussões políticas. Dilma estava órfã politicamente, depois que Palocci foi jogado às cordas. 

Fernando Pimentel, ministro  que pela sua proximidade poderia sair em socorro de Dilma,  não tem prestígio suficiente para enfrentar os caciques da base, além do fato de que está enrolado até o pescoço com malfeitorias praticadas enquanto prefeito de Belo Horizonte. José Eduardo Dutra, um dos três porquinhos da presidente, entrou em depressão e deixou a direção do PT, sendo substituído por Rui Falcão. 

Não havia outra alternativa, senão a de chamar Lula para assumir, de fato, a presidência da República. Oficialmente, Dilma Rousseff é a mandatária do Brasil, mas quem está dando a direção política do governo é o ex-presidente. E, dizem, estar adorando no exercício do atual papel. Lula estava preocupado com a bandalheira na prefeitura de Campinas, que atinge em cheio alguns amigos e o próprio vice-prefeito, filiado ao PT. 

A estratégia do partido do governo, de transferir a crise para a oposição, está sendo colocada em prática pelo próprio Palocci, ao se defender, perante os senadores petistas,  das acusações de enriquecimento ilícito. Mesmo que Palocci consiga se safar das acusações, permanecerá  no governo como um ministro fraco, refém de gente da pesada. 

Dilma, mesmo não sendo culpada diretamente pelas travessuras do seu ministro, se enfraquece pelo protagonismo de Lula na articulação política. Muitas concessões estão sendo permitidas pelo governo, para que a base aliada não se rebele e aprove a convocação de uma CPI sobre o “paloccigate”. 

E se, porventura , isso vier acontecer,  muita coisa vai ser colocada a público, coisas realmente impublicáveis. O governo faz de tudo para sair da defensiva, mas sempre aparece algo mais nos escaninhos da República. Palocci está recebendo apoio de políticos que estão acima de qualquer suspeita: Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá e Paulo Maluf... 

(*) Nilson Borges Filho é doutor em Direito, professor e articulista colaborador deste blog

segunda-feira, maio 09, 2011

DILMA RECEBE COM HONRAS HUGO CHÁVEZ, O CAUDILHO DE VENEZUELA QUE PRENDE E TORTURA OPOSITORES

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, informou no domingo, 8, que irá viajar nesta segunda-feira, 9, ao Brasil, onde realizará sua primeira visita oficial desde a posse de Dilma Rousseff, e seguirá depois para Equador e Cuba.
"Amanhã vamos ao Brasil. Daqui antecipamos nossa saudação à presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e de lá seguimos ao Equador", declarou Chávez em um discurso pela televisão em cadeia nacional.
O presidente venezuelano ressaltou que terá uma reunião "muito importante" com Dilma.
Ele elogiou também a realização do referendo de sábado no Equador - apoiado pelo presidente Rafael Correa - , que busca, entre outros objetivos, reformar o sistema judiciário do país e criar um órgão regulador da imprensa. "Tremenda vitória a do Equador e de Correa ontem", exclamou Chávez.
"Essa é a nova democracia, o socialismo do século XXI", destacou o presidente venezuelano, referindo-se ainda ao referendo no Equador.
Chávez disse que deve estar em Havana na quinta-feira, quando irá "trabalhar" com o presidente Raúl Castro e o líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro. Do portal do Estadão

quinta-feira, maio 05, 2011

CHÁVEZ VIRÁ AO BRASIL A CONVITE DA DILMA

Dilma trocando afagos com o ditador cucaracha
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez (presidente? é um ditador!), chega ao Brasil na próxima terça-feira (10) para se reunir com a presidente Dilma Rousseff.
Segundo o Ministério de Relações Exteriores, Dilma e Chávez "deverão revisar os principais tópicos da agenda bilateral, com ênfase no comércio bilateral, na evolução dos programas de cooperação nas áreas de agricultura, desenvolvimento regional, habitação popular, universalização de serviços bancários e integração Amazônia-Orinoco".
De acordo com o Itamaraty, a iniciativa do encontro partiu da presidente Dilma Rousseff. Eles já haviam se encontrado durante a posse de Dilma, no dia 1º de janeiro. Dez dias depois, Chávez telefonou para Dilma para agendar uma reunião.
Eles haviam combinado um encontro  no dia 16 de fevereiro, no Peru, durante a III Reunião de Cúpula de Chefes de Estado e Governo da América do Sul e de Países Árabes, mas o evento foi cancelado.
Durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as reuniões com Chávez ocorriam a cada três meses com o objetivo de reforçar a relação bilateral. Do portal G1 da Rede Globo

MEU COMENTÁRIO: É vergonhoso a Dilma convidar um ditador ridículo que mantém encarcerado nas masmorras de sua polícia política diversos líderes oposicionistas, dentre eles Alejandro Peña Esclusa que, como a Dilma, sofre de câncer. Esclusa está ameaçado de morte por metástase caso não receba cuidados adequados como a Dilma vem recebendo de forma especial e que por isso continua viva.

A grande imprensa brasileira e seus micos esquerdistas não dá um pio sobre isso. Limita-se a divulgar, como faz esse portal G1 da Rede Globo, um press-release ordinário qaeiu trata Hugo Chávez como 'presidente'. Ora, presidente é designativo para líderes democráticos que não encarceram seus opositores.

Por isso que não me canso de proclamar: os jornalistas da grande imprensa, com raras exceções, além de serem boçais são serviçais do PT.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER 

domingo, maio 01, 2011

PNEUMONIA LEVA DILMA A SÃO PAULO PARA EXAMES

A presidente Dilma Rousseff está com uma pneumonia leve no pulmão direito. Ela apresentava sinais de gripe há algumas semanas e, como os sintomas pioraram, procurou atendimento no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no sábado.

“Está tudo bem. É uma pneumoniazinha, ela está sendo medicada e poderá retomar suas atividades assim que se sentir melhor”, disse o médico particular da presidente, Roberto Kalil Filho.


Neste domingo, Dilma passou por uma reavaliação médica. Ela passa a noite em um hotel em São Paulo e voltar a Brasília amanhã. Segundo informou a Presidência da República às 17h30, a agenda de segunda-feira está mantida. Dilma tem reuniões marcadas no Palácio do Planalto às 11h e às 15h.


A presidente aproveitou a passagem pelo hospital para fazer exames de rotina que estavam previstos para a próxima semana. O Sírio-Libanês divulgou no início da noite boletim médico sobre o estado de saúde de Dilma.


Dilma Rousseff foi imunizada na segunda-feira passada contra a gripe, dentro da campanha nacional de vacinação para crianças, gestantes e idosos. Ela já apresentava sintomas da pneumonia. Nestes casos, a vacina pode causar reações.

Leia a nota divulgada pelo Hospital Sírio-Libanês:
Boletim Médico - Presidenta Dilma Housseff - 18h10

A Presidenta Dilma Rousseff há alguns dias iniciou quadro gripal e, como estava prevista avaliação clínica rotineira para a próxima sexta-feira, a mesma foi antecipada para este final de semana, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

A Presidenta foi submetida a uma série de exames, incluindo tomografias, e detectou-se um foco de pneumonia. A Presidenta recebeu antibióticos e continuará sendo acompanhada pela equipe médica.

As equipes médicas que a acompanham são coordenadas pelos Profs. Drs. Roberto Kalil Filho, David Uip, Yanna Novis, Paulo Hoff, Raul Cutait, Carlos Carvalho e Milberto Scaff.

Dr. Antônio Carlos Onofre de Lira, diretor técnico
Dr. Paulo Ayroza Galvão, diretor clínico

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

segunda-feira, abril 25, 2011

LIBEROU GERAL: VEM AÍ A COPA DA CORRUPÇÃO!

Dilma deglutiu o discurso de campanha, como era previsto.
“Serei rígida na defesa do interesse público. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. A corrupção será combatida permanentemente e os órgãos de controle e investigação terão todo o meu respaldo para atuarem com firmeza e autonomia.” As frases acima, proferidas pela presidente Dilma Rousseff, foram extraídas de seu discurso de posse no plenário da Câmara dos Deputados, no primeiro dia de 2011. Confira a íntegra.

Do discurso à prática -
Apenas três meses após a fala da petista, que enaltece o papel de órgãos de controle para frear a corrupção, o Palácio do Planalto traça rumo oposto. No projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2012, tenta diminuir o poder fiscalizador do Tribunal de Contas da União (TCU). E quer incluir em uma medida provisória (MP) regime especial de licitações, com regras mais flexíveis para tocar projetos da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

Como em um movimento ensaiado, as iniciativas vieram à tona após a divulgação de
relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) – frise-se, órgão vinculado à Presidência da República - que alerta para a possibilidade de o Brasil passar vergonha na Copa. Diz o estudo que dez dos treze aeroportos em obras para os jogos “não apresentam condições de conclusão até 2014”.

Não bastasse a preocupação com um possível caos aéreo, o
gargalo da mobilidade urbana também foi suscitado em falas oficiais. O ministro das Cidades, Mário Negromonte, admitiu que há atrasos em seis das doze cidades-sede. Era o ingrediente que faltava para completar o discurso de que é preciso arrumar a casa logo. O risco é de uma ação açodada, que abra a torneira para o desperdício de dinheiro público em projetos mal feitos. E o pior: para a corrupção. Leia MAIS

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

DEPUTADOS DO PT E PSB CRIAM MOVIMENTO DE APOIO AO 'CONTROLE DA MÍDIA', OU SEJA, A MORDAÇA À IMPRENSA!

A decisão do governo de propor um novo marco regulatório da mídia digital levou 171 deputados aliados a criar frente em defesa do projeto, coordenada por PT e PSB.

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), disse que o debate é "prioritário" para a bancada e que será "iluminado pelos princípios da liberdade de imprensa". Segundo a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), a frente "fará a base para o governo enviar o projeto do marco regulatório".


Na semana passada, o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) disse que o marco deve ser encaminhado ao Congresso no segundo semestre e que não será divulgado agora, pois "tem grandes chances de ter uma besteira no meio".


A Folha apurou que o texto do governo já está quase finalizado, mas será enviado ao Congresso após a consolidação do movimento pró-marco. A ideia é anunciá-lo em março, com um manifesto em defesa da "democratização" do setor.
O representante do PT será o deputado Emiliano José (BA), jornalista e professor. Da Folha de São Paulo desta segunda-feira

MEU COMENTÁRIO: Pelo que se vê nesta matéria da Folha de São Paulo parece que esse jornal está apoiando a mordaça, bem como os cursos de jornalismo, já que um professor jornalista - pasmem! - é o representante desse projeto escroto que pretende implantar a censura à imprensa.
Com essa oposição frouxa e leniente Dilma e seus petralhas finalmente conseguirão dar início à República Bolivariana do Brasil

domingo, fevereiro 20, 2011

Estatísticas oficiais são fajutas. A coisa vai mal.

Um dos principais contribuintes do programa econômico do PSDB na eleição de 2010, o economista Gesner Oliveira nega que a proposta de um salário mínimo de R$ 600, derrotada na Câmara na semana passada, seja demagógica. "Deve ser vista em conjunto com propostas muito mais audaciosas de corte de gastos", afirmou ao Estado.
Presidente da Sabesp na administração José Serra em São Paulo e presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na gestão FHC, avalia que o corte orçamentário de R$ 50 bilhões anunciado pela equipe econômica foi "insuficiente" e diz não haver credibilidade nas estatísticas fiscais feitas pelo governo.
Qual avaliação faz do começo do governo Dilma Rousseff?
É prematura qualquer avaliação definitiva. Mas questões e dificuldades da economia persistem. Chamo a atenção para anomalias de um juro real elevado, carga tributária grande em comparação às economias emergentes e problema sério de competitividade associado à precariedade da infraestrutura. E a tendência forte da apreciação do câmbio. A combinação desses elementos é perversa. Não há sinais de como isso será atacado.
Apesar desse quadro, a economia está crescendo.
A economia, embora tenha desacelerado no último trimestre, apresenta sinais positivos. Houve avanços em vários segmentos: em políticas estaduais e também um empreendedorismo pujante. Mas a política econômica não acompanhou esses espaços e impede que o Brasil cresça de forma equilibrada. Muitas vezes, um movimento de expansão gera satisfação que encobre desequilíbrios sérios. O debate fica mistificado em torno de uma ou duas questões, quando você precisa ver que há uma economia que funciona de maneira anômala. Qualquer médico percebe que esse organismo não está bom. Não adianta crescer de qualquer maneira.
O corte de R$ 50 bilhões no Orçamento é um passo para uma política fiscal mais austera? Leia MAIS AQUI

domingo, fevereiro 13, 2011

O GLOBO TENTA LIVRAR A CARA DA DILMA AO FALAR SOBRE GASTOS DE LULA QUE GERAM CRISE FISCAL. ORA, DILMA É PARTÍCIPE DESSE DESGOVERNO

O quadro fiscal preocupante, que exigirá um aperto inédito de R$ 50 bilhões nos gastos públicos este ano, é parte da herança deixada para a presidente Dilma Rousseff pelo antecessor e mentor Luiz Inácio Lula da Silva. A farra de gastos no segundo mandato de Lula tem um preço, que já começou a ser pago pelo atual governo. A herança inclui inflação e taxa de juros em alta, uma carga tributária abusiva, um Orçamento engessado por despesas permanentes com pessoal, benefícios previdenciários e a impossibilidade de ampliar os investimentos. Estudo do economista Fernando Montero, da Convenção Corretora, mostra que os gastos cresceram R$ 282 bilhões no governo anterior (descontada a inflação): 78,4% desse aumento ocorreu no segundo mandato. 
Só entre 2006 e 2010, as despesas do governo federal aumentaram R$ 221 bilhões, o que evidencia a guinada na política fiscal acentuada nos dois últimos anos de mandato, quando a crise global ofereceu ao governo uma justificativa para ampliar os gastos.
- O aumento da carga tributária, combinado com o crescimento do PIB ( Produto Interno Bruto) e a redução do superávit primário deram ao governo Lula um poder enorme para gastar - observa Montero.
Especialistas apontam a situação das contas públicas e os elevados gastos herdados do governo anterior como o maior problema econômico de Dilma neste início de mandato.
O cenário desfavorável na área fiscal influencia negativamente outras variáveis, como inflação e os juros -, embora, no caso dos preços, fatores externos também exerçam forte pressão, como a alta das commodities no mercado internacional.
Alcides Leite, especialista em contas públicas e professor da Trevisan, frisa que o aumento dos gastos correntes nos últimos anos, acima da expansão do PIB, impediu uma expansão mais robusta dos investimentos. E lembra que uma oferta maior de bens e serviços poderia minimizar a pressão inflacionária. Sem os investimentos, o país sente os efeitos no bolso, com preços maiores, já que a demanda continua bastante aquecida pela melhora de renda da população.
- É preciso sobrar mais dinheiro para investimentos. E tem de começar pelo ajuste fiscal (corte nos gastos de custeio) - recomenda.
Inflação voltou a preocupar em 2010
O corte de R$ 50 bilhões anunciado semana passada pelo governo é um primeiro passo, na visão do especialista, desde que os investimentos sejam preservados.
A curva de inflação no segundo mandato de Lula esteve sempre em alta, mas começou a preocupar em 2010, quando fechou em 5,91%, bem acima do centro da meta fixada pelo governo (4,5%). Entre as razões dessa escalada está o aquecimento da economia, turbinada pelo aumento dos gastos do governo no ano eleitoral.
Para 2011, a previsão é de inflação de 5,66%. Por isso, o Banco Central voltou a elevar a taxa básica de juros em janeiro, após cinco meses, para 11,25% ao ano. E deve continuar puxando a Selic para cima, até que a inflação esteja sob controle. O processo encarece as linhas de crédito, inibindo o consumo, com reflexos sobre o crescimento da economia. Do portal Globo.online - Leia MAIS


MEU COMENTÁRIO: Esta matéria de O Globo está tentando livrar a cara da Dilma? É o que parece, pois não se trata do governo passado, porque o governo presente é uma simples continuidade do governo Lula. Além disso, Dilma fez parte do governo anterior; é partícipe do esquema e agora beneficiária dessa roubalheira que lhe garantiu o cargo presidencial. Dilma só chegou à Presidência da República porque a campanha foi totalmente financiada com dinheiro público. Lula e o PT utilizaram de forma desabusada e escandalosa da máquina pública para eleger o poste. O resultado dessa insanidade era previsível e as pessoas bem que sabiam. Quem votou no PT é comparsa desse descalabro econômico.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER