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| Coronel de Artilharia (R) Amerino Raposo Filho, integrante da Força Expedicionária Brasileira, é agredido verbalmente por "estudante" comunista que sequer sabe quem é e o que fez este herói nacional. |
quinta-feira, abril 05, 2012
A MENTIRA TEM PERNAS CURTAS! JORNALISTA REVELA QUEM SÃO OS AGITADORES COMUNISTAS QUE ATACARAM CLUBE MILITAR E CUSPIRAM EM OFICIAIS DA RESERVA.
terça-feira, outubro 19, 2010
PT AVANÇA NO PROJETO DE CENSURA À IMPRENSA
Na verdade, Franklin nem precisava ir tão longe. Os órgãos representativos da categoria já foram tomados de assalto por um bando de idiotas e cretinos que defendem a censura. Embora esses sejam praticamente analfabetos na profissão pois nunca pisaram numa redação, o Goebbels de Lula e da Dilma também conta com o concurso da maioria daqueles jornalistas que trabalham nos principais veículos de comunicação e, de lambujem, tem o beneplácito dos empresários sabujos catadores de empréstimos a juros subsidiados do BNDES. A lei pretendida por Franklin já está praticamente aprovada com a chancela dos jornalistas e de artistas como Chico Buarque, que abraçado com Dilma Rousseff ilustra a capa da Falha de São Paulo desta terça-feira.
Não me canso de afirmar: o Brasil é o único país do mundo em que jornalistas e artistas defendem a censura à imprensa e diversos prelados lutam pela legalização do aborto. Leiam o excelente artigo de Ipojuca Pontes:
Como não poderia deixar de ser, o anteprojeto da Secretaria de Franklin Martins prevê o estabelecimento de "marco regulatório" que inclui, para o mencionado setor, a criação de uma "agência fiscalizadora de conteúdo".
Aqui, convém abrir um parêntese: os comunistas programáticos, em especial os gramscianos, não acreditam na chamada democracia representativa ("burguesa"). De fato, detestam-na. Assim sendo, conforme se depreende das "categorias" ideológicas traçadas por Antonio Gramsci, na atual conjuntura brasileira de transição da "guerra de posição" para a "guerra de movimento" (esta, caracterizada pela desmontagem e posse total do "Estado burguês"), a neutralização e o controle da mídia para formação de um novo "senso comum" significa, em perspectiva, um passo substancial na direção da ascensão das "classes subalternas" e na subseqüente criação de uma "ordine nuova" (no dizer de Gramsci).
Marxista por convicção, o ministro de Lula nega que o governo pretenda exercer, com o anteprojeto de há muito delineado, qualquer tipo de censura: "Na Europa, é comum ter agências que cuidam do conteúdo. Não como censura, mas para dizer que há de se ter produção regional e independente, regras de equilíbrio. É bom para o país ter produção e programação regional, e não ter uma produção tão verticalizada nas estruturas de televisão. Nos Estados Unidos é assim e funcionou. Ninguém achou que lá a liberdade de expressão estava em risco".
Como todo bom funcionário "orgânico", Franklin Martins tergiversa e come o prato pelas beiradas, sem entrar no núcleo duro da questão. Mas num país em que o próprio presidente da República advoga a aceleração do "Estado Forte", prenúncio do achatamento das liberdades individuais no seio da nossa sempre frágil democracia, não fica difícil perceber por que o companheiro Franklin Martins, ex-militante do comunista MR-8, cita regulamentações por ventura existentes em sociedades livres, ao tempo em que esquece a legislação vigente em Cuba, China, Coréia do Norte ou mesmo na Venezuela e na Argentina, paises "irmãos" que subjugam ou tentam subjugar, através de leis impositivas, a liberdade de expressão.
Com efeito, só para abastecer o leitor desavisado, convém aqui ressaltar que foi a própria Secretaria de Comunicação Social do governo Lula que, por meio da Conferência Nacional de Comunicação (realizada em Brasília há cerca de dez meses), referendou a proposta de reforma da radiodifusão, considerada como indecente pelo grosso das entidades empresariais representativas do setor - proposta, de resto, que visava, entre outras medidas esdrúxulas, instituir conselhos e comitês de controle e de censura embasados nos padrões ideológicos levantados de forma explicita no repudiado PNDH-3, de feição totalitária. Continue lendo o artigo AQUI
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segunda-feira, agosto 02, 2010
ARTIGO: COMUNISMO E NARCOTRÁFICO
O que mais surpreende na discussão atual sobre as relações entre as FARC e o narcotráfico, em suas repercussões no "socialismo bolivariano" e em tendências do PT e nos ditos movimentos sociais, é a dissociação que se procura estabelecer entre a idéia de socialismo/comunismo e o tráfico de drogas. No fundo, o que se procura defender é a idéia pura do socialismo/comunismo como se fosse uma idéia de tipo religioso, imune aos acidentes de sua história ou de seu percurso de realização.
As FARC foram historicamente consideradas como um grupo guerrilheiro, que retomava as posições que foram do maoísmo e do castrismo, com a ocupação de áreas ditas liberadas no campo. Eram, nesse sentido, consideradas herdeiras do marxismo-leninismo em suas versões chinesa e cubana, estando, assim, legitimadas junto à opinião pública de esquerda. Eram recebidas em fóruns internacionais, companheiras do PT na fundação do Foro de São Paulo nos anos 90 e elogiadas no Brasil até muito recentemente.
O governo Olívio Dutra, no Rio Grande do Sul, durante o I Fórum Social Mundial, em 2001, recebeu-as no Palácio Piratini. As relações do Padre Medina -- espécie de representante internacional dessa organização revolucionária -- com o PT são também sobejamente conhecidas.
Contudo, à medida que as atividades de tráfico de drogas foram sendo cada vez mais de domínio público, surgiu uma espécie de reação que se aproximaria da "indignação" moral, como se isso fosse uma questão de princípio da esquerda. No início desse processo, quando as FARC começaram a ser chamadas de narco-guerrilheiras, essa mesma esquerda reagia indignada, como se fosse uma armação midiática dos conservadores ou, por que não, do "imperialismo". Os fatos, porém, foram avassaladores, tornando-se indubitáveis. Leia AQUI o artigo completo

