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sexta-feira, outubro 28, 2011

POLICIAL CITA IRMÃO DE ALDO REBELO COMO UM DOS ENVOLVIDOS NO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

Apolinário, irmão de Aldo Rebelo, com Orlando Silva
Em depoimento de mais de oito horas à Polícia Federal na semana passada, o policial militar João Dias Ferreira envolveu Apolinário Rebelo, vice-presidente do PC do B-DF e irmão do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), no suposto esquema de desvios no Ministério do Esporte.
O policial, que denunciou um suposto esquema de corrupção na pasta, disse que foi Apolinário quem indicou a pessoa que atuava como "responsável pela arrecadação" do dinheiro obtido pelo suposto esquema.
Segundo o delator, essa pessoa é Fredo Ebling, que foi chefe de gabinete de Aldo na presidência da Câmara dos Deputados e atualmente trabalha na liderança do PC do B. Ebling não retornou aos contatos da Folha.
Apolinário nega as acusações do delator. Disse que não tem poder para fazer indicações no ministério e afirmou que pretende entrar na Justiça contra o policial.
Apolinário foi diretor de esporte estudantil do ministério por dois anos e meio. No cargo, trabalhou em projetos especiais do Programa Segundo Tempo, principal alvo das acusações.
Em 2010, ele deixou o ministério para disputar a eleição para deputado distrital. Com 3.788 votos, consegui apenas a vaga de suplente.
No depoimento, o delator citou duas etapas do esquema. Na primeira, de "captação de recursos", Ebling seria ajudado pelo presidente de uma ONG, por um treinador de futebol e por um ex-funcionário do ministério.
O policial disse que chegou a ser procurado por Ebling para participar de "captação e distribuição" da verba, mas disse que não aceitou. O delator não apresentou provas.
A segunda etapa seria a distribuição dos valores. Foi nessa fase que uma testemunha disse ter presenciado a entrega de malote de dinheiro ao motorista de Orlando Silva, que nega. Da Folha de SP desta sexta-feira

quinta-feira, outubro 27, 2011

TORCIDA LEGAL: PROJETO FANTASMA PARA COPA CUSTOU R$ 6,2 MILHÕES AO BRASIL. INTERINO DO ESPORTE ASSINOU O CONTRATO.

A pouco menos de três anos para a Copa do Mundo de 2014, começam a surgir os primeiros indícios de corrupção envolvendo as obras para o Mundial, que vai ocorrer no Brasil. O governo federal repassou 6,2 milhões de reais a um sindicato de cartolas do futebol para um projeto da Copa que nunca saiu do papel. Sem licitação, o Ministério do Esporte contratou o Sindicato das Associações de Futebol (Sindafebol), presidido pelo ex-presidente do Palmeiras Mustafá Contursi, para fazer o cadastramento das torcidas organizadas dentro dos preparativos para o Mundial. O contrato foi assinado no dia 31 de dezembro de 2010 e todo o dinheiro liberado, de uma vez só, em 11 de abril deste ano. O projeto, porém, jamais andou.
O Ministério do Esporte foi célere em aprovar o convênio, entre novembro e dezembro de 2010, com base em orçamentos e atestados de capacidade técnica apresentados pelo sindicato. O jornal O Estado de S. Paulo obteve os documentos. O negócio rápido e milionário teve um empurrão oficial de Alcino Reis, assessor especial de futebol do ministério e homem de confiança do ministro Orlando Silva (PC do B) - de quem é correligionário no PC do B.
O convênio, que faz parte do projeto Torcida Legal, foi assinado por Reis e pelo secretário executivo do ministério, Waldemar Manoel Silva de Souza.
As empresas que aparecem como responsáveis pelos serviços do projeto nunca foram contratadas pela entidade dos cartolas, dirigentes de clubes, que leva o nome oficial de Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e suas Entidades Estaduais de Administração e Ligas (Sindafebol). Os atestados de capacidade técnica entregues ao governo, por exemplo, foram feitos pelo próprio sindicato. Leia MAIS

ORLANDO SILVA PARA PRESIDENTE DA COMISSÃO DA VERDADE

É claro que o título deste post é uma ironia, pois é com ironia que, a bem da verdade verdadeira, faço as minhas considerações sobre essa tal de Comissão da Verdade que se destina a estigmatizar o melhor governo que o Brasil já teve até hoje, ou seja, o período dos ditos governos militares. 
Sim, porque se os militares não tivessem colocado para correr esse mesmo bando de comunistas que vem pilhando os cofres públicos de forma debochada, o Brasil hoje seria um país zumbi, como é Cuba ou a Coréia do Norte.
Já disse aqui inúmeras vezes que depois dos governos militares nenhuma obra de infra-estrutura de vulto foi construída no Brasil. Não fossem os governos militares estaríamos ainda hoje no nível das sociedades afro-asiáticas mais atrasadas do planeta. E, ainda por cima, sob o chicote de uma camarilha comunista como ocorre em Cuba ou na Venezuela, onde os governos mantêm seus calabouços lotados de presos políticos. É isso, no mínimo, que se deveria ensinar às crianças e aos jovens que são o futuro da Nação.
Desejo ardentemente estar vivo ainda para ver uma Comissão da Verdade sendo instituída para investigar os governos comunistas do PT!
O Senado da República abençoou nesta quarta-feira, dia 26 de outubro de 2011, a vagabundagem comunista e lançou no esgoto a democracia. Lavrou uma execração oficial às Forças Armadas, abominando o respeito à lei e à ordem e cuspindo sobre o pavilhão nacional. Endossou a lavagem cerebral que a malta comunista vem realizando nos jovens desde o primeiro ano do ensino fundamental até a universidade e que os transformam em robôs idiotas, analfabetos funcionais que babam a baba da ignorância e da estupidez do ideário comunista.
Enfim, os senadores de todos os partidos - especialmente os da dita oposição - renderam-se à ditadura do PT e de seus comunistas aliados. Obedeceram de joelho à pauta da bandalha comunista. Uniram-se num revanchismo perverso e cretino, qual seja o de desacreditar e perseguir as Forças Armadas da Nação.
Não conheço nenhum país verdadeiramente democrático, livre e desenvolvido que estigmatize suas Forças Armadas. No caso brasileiro vai-se mais além, o Senado negou-se a reconhecer um dos maiores feitos históricos das Forças Armadas que foi livrar o Brasil das garras do comunismo. Convenhamos, isto não é pouco. 
E não venham me dizer os comunistas que postulavam ou postulam a democracia e a liberdade. 
E termino como iniciei: Orlando Silva para presidente da Comissão da Verdade. Afinal, ele é um líder comunista e está desempregado. 

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quarta-feira, outubro 26, 2011

ORLANDO TAPIOCA DETONADO

Orlando tapioca caiu. Interino assume. Mas o que não pode é o titular ser do PCdoB. Mais tarde analiso.

NÃO AIDIANTA MUDAR AS MOSCAS, SE OS DEJETOS SOBRE OS QUAIS VAREJAM CONTINUAM EXATAMENTE OS MESMOS.

Provavelmente neste final de tarde Dilma deve anunciar o nom de um interino para o Ministério dos Transportes, com a queda de Orlando Silva. Arranjaram um esquema em que o comunista presidente do PCdoB irá ao Palácio do Planalto comunicar à Presidente que Orlando Silva sai do cargo. Em que pese a pantomima, o fato que a saída de Orlando Silva não dá qualquer segurança de que o esquema de corrupção foi desbaratado.
São centenas de ONGs pelo Brasil a fora que mamam dos cofres públicos não apenas através do Ministério dos Transportes. Tanto é que a sangria do erário chega à vultosa importância de R$ 82 bilhões anualmente, se não for mais.
A rigor, o governo do PT, desde o mensalão e de uma sucessão de escandalosa roubalheira, perdeu a confiabilidade. Esta é a verdade pura dos fatos. O resto é fantasia alimentada principalmente pelos jornalões cujas redações são integradas por militantes do PT, PCdoB, e demais satélites comunistas, que se acomodam de forma impune agarrados nas tetas estatais. O resultado desse esquema infernal que deturpa a informação em favor do governo petista é que faz do Brasil uma Nação aprisionada por um governo que esfacela os valores morais e éticos em nome de uma suposta causa popular.
É aquela história: não ainda mudar as moscas, se os dejetos são os mesmos.
A luz a da verdade continua tragicamente obscurecida enquanto o PT continuar reinando de forma absoluta. 
Se o Brasil fosse uma Nação séria, há muito que o PT teria sido afastado para sempre do poder.

ORLANDO SILVA ENTREGA CARTA DE DEMISSÃO ESTA TARDE. ALDO REBELO PODERÁ SUBSTITUI-LO.

O ministro do Esporte, Orlando Silva, vai entregar sua carta de demissão nesta quarta-feira em encontro com a presidente Dilma Rousseff, marcado para as 15h. Orlando Silva vai reafirmar sua inocência a presidente e dizer que a sua saída do comando da pasta será melhor para o Brasil. O nome de consenso do PCdoB para substituí-lo é o de Aldo Rebelo, ex-ministro de Relações Institucionais do governo Lula.

A decisão foi tomada durante reunião no Palácio do Planalto, pela manhã, para discutir o agravamento de sua situação, com a abertura do inquérito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar as denúncias de desvio de verbas do Programa Segundo Tempo . Participaram da reunião o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, além dos líderes do partido na Câmara, Osmar Júnior, e no Senado, Inácio Arruda.
Antes da reunião, o presidente do PCdoB teve uma longa conversa com Orlando, já para avaliar o cenário contra o ministro. Na segunda-feira, a avaliação do Planalto era de que o partido deveria conduzir saída do ministro .
Em reunião da cúpula do PCdoB na terça-feira à noite, na casa do deputado Aldo Rebelo (SP), os integrantes do partido jogaram a toalha e decidiram que não havia mais como sustentar a permanência de Orlando Silva. Depois de muita discussão com o presidente do partido e outros líderes, o nome de consenso para substituir Orlando era o do ex-ministro Aldo Rebelo.
- A unanimidade da bancada concluiu que a situação era insustentável e estava atingindo o partido como um todo. Num primeiro momento, a decisão era se unir em torno do nome de Orlando porque todo mundo achava que era tudo mentira, e ainda acha. Mas ele perdeu todas as condições políticas de continuar no cargo. Na reunião a coisa se afunilou para o nome do Aldo - contou um dos parlamentares presentes à reunião.Do portal de O Globo

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DE FATO, ORLANDO SILVA JÁ NÃO É MAIS MINISTRO.

Pelo andar da carruagem petralha, Orlando Silva deve cair do cavalo a qualquer momento, segundo informação do site de O Globo. Segundo consta, Dilma deixou nas mãos dos comunistas do PCdoB a tarefa de conduzir a saída de Orlando Silva do governo. A rigor, o Ministro comunista já está fora do Planalto.
Orlando tentou na tarde desta terça-feira fazer crer que estava firme no Ministério quando foi à Câmara dos Deputados falar de Copa do Mundo. Foi um desastre. E, para enterrar o Ministro ainda mais nesse mar de areia movediça, o STF decidiu acolher o pedido do PGR de abrir inquérito para apurar as bandalheiras.
Um importante integrante da base alugada, o senador Magno Malta, líder do PR, fez um resumo da ópera:
- A investigação do Supremo não tem como enfraquecer o ministro. O cara já está no paredão e qualquer coisa é ruim. O corpo já está embalsamado, só falta enterrar. Dilma quer velar mais um pouco por causa da relação de amizade com o defunto. 

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DA SÉRIE CORRUPÇÃO NO GOVERNO DA DILMA: WADSON RIBEIRO, UM COMUNISTA DE SORTE. PERDE NA URNA MAS GANHA NO GOVERNO.

Comunista Wadson: derrotado na urnas e vitorioso no governo
O secretário nacional de Esporte Educacional, Wadson Ribeiro (PC do B), recebeu R$ 33,5 mil ao retornar ao ministério em março deste ano após disputar e perder as eleições de 2010 para deputado federal em Minas. Ele ganhou o dinheiro, equivalente a três meses do salário de R$ 11,1 mil, como “ajuda de custo” para retornar à pasta, de onde saiu no ano passado para ser candidato.
Além dos R$ 33,5 mil extras, ele ainda levou R$ 6,1 mil como “colaborador eventual” do ministério entre fevereiro e março deste ano, quando estava desempregado após a derrota nas urnas.
Ex-presidente da UNE e homem de confiança do ministro Orlando Silva, Wadson era secretário executivo na gestão passada, o segundo cargo mais importante. Chegou ao governo em 2007 e foi exonerado no dia 30 de março de 2010 para ser candidato. Ao voltar em março de 2011, assumiu a Secretaria de Esporte Educacional, responsável pelo programa Segundo Tempo, foco de irregularidades.
O nome do secretário aparece na assinatura de convênios sob suspeita, tendo autorizado até a liberação de recursos para uma entidade de Juiz de Fora, seu reduto eleitoral, onde é pré-candidato a prefeito para a disputa de 2012. Em abril, ele foi à cidade distribuir kits do Segundo Tempo.
Wadson nunca concluiu um curso superior. Largou a faculdade de medicina para se dedicar à militância no PC do B.
 Procurado pelo Estado, o Ministério do Esporte disse que se amparou na legislação do servidor público para justificar o repasse dos R$ 33,5 mil para uma pessoa que apenas deixou o cargo de olho na disputa eleitoral e retornou após perder nas urnas.
“O valor referido foi pago como ajuda de custo referente a deslocamento e mudança, recebida no momento da nomeação para o cargo de secretário nacional de Esporte Educacional do Ministério do Esporte, conforme prevê a legislação”, disse o ministério. Em relação aos R$ 6,1 mil pagos antes da nova nomeação, a pasta informou: “O valor refere-se a diárias decorrentes de vindas ao ministério, a convite deste, como colaborador eventual, para tratar de temas do interesse desta pasta”.
Questionada pelo Estado, a Controladoria-Geral da União deu a seguinte resposta: “A legislação não impede a questão colocada, pois fala apenas no período mínimo de três meses. Apenas se ficar caracterizado que o órgão adota a prática de forma sistemática com a mesma pessoa, fica passível de responsabilização”.
 O Estado mostrou na semana passada que Wadson assinou e renovou um convênio de R$ 911 mil do Segundo Tempo que nunca saiu do papel com uma ONG de fachada. Após o Estado revelar a prorrogação do contrato, o Ministério do Esporte anunciou sua rescisão.Do portal do Estadão

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terça-feira, outubro 25, 2011

DILMA CHAMA ORLANDO SILVA AGORA EM SEU GABINETE

A Dilma acabou de despachar o chefão dos comunistas do PCdoB e logo em seguida chamou Orlando Silva em seu gabinete.
Fonte do blog acredita que essa conversa selará o destino de Orlando Silva, que se transformou num peso difícil de carregar, depois que o STF abriu inquérito para apurar o esquema de corrupção que floresce à sombra do Ministro e de seus comunistas.
É possível que ainda nesta noite Dilma tome uma decisão definitiva.
Especula-se até mesmo que já teria um nome para suceder Orlando Silva.

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ARTIGO: Orlando Silva já era

Por Nilson Borges Filho (*)
Mesmo os indestrutíveis  acabam na cadeia, quando não são liquidados fisicamente. Isso é fato. Isso é história. Um dos homens mais cruéis do mundo árabe, que se considerava “indestrutível” , foi linchado e executado pelos rebeldes que assumiram o poder na Líbia. Comparar-se com Pablo Neruda, o poeta chileno prêmio Nobel da Literatura, é de uma infelicidade sem tamanho no campo da compostura. 
A insistência do ministro Orlando Silva em manter-se no governo está comprometendo a própria presidente, que se encontra refém da chantagem de um partido desimportante da base aliada. Na esteira da investigação de Orlando Silva no STF,  serão recorrentes irregularidades no Ministério do Esporte, atingindo gente ligada ao partido do ministro e de partidários do PT, que, na verdade, são os que controlam as ONGs envolvidas em bandalheira.
No Palácio do Planalto o clima é de desânimo, por um lado e de revolta, por outro. Assessores próximos de Dilma não escondem o desconforto do governo com a permanência de Orlando Silva à frente do Ministério, que vem comprometendo, inclusive, o bom andamento dos preparativos para a Copa do Mundo de Futebol.
O ministro perdeu totalmente o controle das denúncias, que a cada dia se agravam com informações de mais e mais irregularidades com o dinheiro do contribuinte. O cinismo de Orlando Silva em se comportar como se a corrupção no seu entorno não lhe atingisse pessoalmente, está criando um ambiente devastador no PC do B, quando se sabe que algumas lideranças regionais poderão sair arranhadas e de irem por água abaixo suas pretensões de disputar as eleições de 2012. 
Novas provas estão sendo levantadas pela Polícia Federal, envolvendo a cúpula do Ministério do Esporte e o próprio ministro Orlando Silva. E, como dizem os juristas, são provas robustas que atingem gente do alto clero do PC do B, até agora imunes às denúncias do policial João Dias, o homem-bomba.
Uma fonte (conforme este blog já antecipou) que circula pelos corredores do palácio presidencial afirmou, em privado, que a investigação do ministro pelo STF inviabilizou, por completo, a permanência de Orlando Silva no governo. O bota-fora, está no aguardo do resultado das negociações entre a presidente Dilma Rousseff e o PC do B para decidir como se dará a saída “honrosa” do ministro do Esporte e o nome que deverá substituí-lo.
Para não dar a entender que a saída de Orlando Silva se dará por pressão externa, assessores da presidente aguardam apenas o momento ideal para o afastamento do ministro e de toda a cúpula do Ministério do Esporte.

(*) Nilson borges Filho é doutor em Direito, professor e articulista colaborador deste blog.

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EXCLUSIVO! GOVERNO JÁ ESTUDA NOME PARA SUBSTITUIR ORLANDO SILVA NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

Com a decisão do STF de abrir inquérito para apurar o esquema de corrupção no Ministério do Esporte, a situação de Orlando Silva ficou insustentável e, segundo fonte do blog, a demissão é dada como certa e já são analisados os nomes para substituí-lo.

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ESCÂNDALO DO GOVERNO DO PT: STF ABRE INQUÉRITO PARA INVESTIGAR CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu inquérito nesta terça-feira para investigar o envolvimento do ministro do Esporte, Orlando Silva, e do governador do Distrito Federal, o ex-titular da pasta Agnelo Queiroz, no desvio de dinheiro público do ministério. Reportagem de VEJA mostrou os dois como coordenadores de um esquema de corrupção dentro do governo federal.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foi quem pediu que o caso fosse investigado na Suprema Corte. Ele solicitou que o inquérito que já tramita no Superior Tribunal de Justiça (STF) contra Agnelo suba para o STF, para que o órgão cheque se há conexão entre as denúncias envolvendo as duas autoridades. O STJ terá dois dias para dar enviar a documentação.


A ministra do STF Cármen Lúcia atendeu ao pedido do procurador-geral e também solicitou que o Ministério do Esporte encaminhe, no prazo de dez dias, cópias dos procedimentos adotados nos convênios com organizações não-governamentais (ONGs). Cármen Lúcia pediu ainda informações sobre os casos ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Controladoria Geral da União (CGU).  

A ministra negou, por outro lado, o pedido da PGR para que doze pessoas prestassem depoimento sobre as acusações, entre elas, o ministro Orlando Silva e Agnelo Queiroz. Ela argumentou que é preciso saber primeiro se os envolvidos já prestaram esclarecimentos ao STJ.
Nesta terça-feira, o ministro Orlando Silva volta à Câmara dos Deputados para dar explicações sobre o escândalo de corrupção em que está envolvido. O ministro não quis falar com a imprensa ao chegar ao Congresso e seguiu para uma reunião com a cúpula do PCdoB, antes de depor na comissão. Leia MAIS

MINISTRO AJUDOU ONG SOB SUSPEITA

O ministro do Esporte, Orlando Silva, autorizou de próprio punho uma medida que beneficiou uma organização não governamental do policial militar que hoje o acusa de comandar um esquema de desvio de dinheiro público.

Em julho de 2006, Orlando assinou um despacho que reduziu o valor que a ONG de João Dias Ferreira precisava gastar como contrapartida para receber verbas do governo, permitindo que o policial continuasse participando de um programa do ministério.


A medida foi autorizada mesmo depois de auditorias internas terem apontado os primeiros indícios de fraude nos negócios do policial com o ministério, num período em que ele ainda mantinha relação amistosa com o governo.


Os documentos obtidos pela Folha são os primeiros a estabelecer uma ligação direta entre Orlando e o policial.


O ministro está no centro de uma crise há dez dias, desde que Ferreira afirmou que os desvios nos convênios das ONGs com o Esporte serviam para alimentar os cofres do PC do B, partido que controla o ministério desde 2003.


Orlando diz que não conhece o policial e o acusa de mentir para se defender contra as cobranças que passou a sofrer mais tarde para devolver os recursos que suas ONGs receberam do governo.


Em julho de 2006, Orlando assinou um ofício que reduziu exigências e fixou em 6% a contrapartida da Associação João Dias num convênio com o ministério do Esporte.


O percentual era inferior ao que vinha sendo exigido pela pasta nos contratos com outras ONGs do Distrito Federal, que na época tinham que entrar com 30% em média, de acordo com levantamento feito pela Folha.


Era mais baixo, até mesmo, do que a contrapartida exigida pelo Esporte no primeiro convênio assinado com outra ONG do policial (Federação Brasiliense de Kung Fu). Firmado um ano antes, em 2005, esse contrato previa índice de aplicação de recursos, por parte da entidade, de 22%.


O primeiro convênio do policial com o ministério foi reprovado pela área de fiscalização da pasta em abril de 2006, três meses antes de Orlando assinar o despacho que ajudou o policial a ganhar outro convênio com o governo.


A fiscalização do ministério constatou várias irregularidades na execução do primeiro convênio e vetou sua renovação. Para contornar o problema, o policial reapresentou o projeto com outra ONG, a Associação João Dias.


O documento obtido pela Folha mostra que Orlando liberou o novo convênio e definiu a contrapartida menor, de 6%. É uma prerrogativa do ministro conceder ou não esse tipo de benefício para as ONGs nesses casos.


Em seu despacho, Orlando argumenta que fixou a taxa em 6% para atender a uma sugestão da área técnica do ministério, mas o parecer dos técnicos não faz nenhuma sugestão e diz apenas que o ministro tinha autoridade para decidir o que fazer.


Em dezembro de 2007, vistorias feitas pelo ministério descobriram que a Associação João Dias também fraudou o segundo convênio. Foi aí que o policial começou a brigar com o ministério.


Em abril de 2008, Ferreira se reuniu com assessores de Orlando Silva para tentar resolver os problemas com suas prestações de contas.


Depois disso, o ministério demorou mais de um ano para enviar informações solicitadas pela Polícia Militar do Distrito Federal para subsidiar uma sindicância aberta para investigar os negócios do policial.
Da Folha de S. Paulo desta terça-feira

segunda-feira, outubro 24, 2011

PM REVELA LISTA DE EMPRESAS E ONGs ENVOLVIDAS NA MAMATA E ACUSA AÇÃO DE COMUNISTAS TAMBÉM EM SANTA CATARINA E OUTROS ESTADOS

Em novo depoimento de mais de quatro horas à Polícia Federal, nesta tarde, o policial militar João Dias informou que pelo menos vinte organizações não-governamentais (ONGs) aceitaram delatar o esquema de arrecadação de propina que o PCdoB teria montado no Ministério do Esporte com entidades conveniadas ao programa Segundo Tempo e outras ações da Pasta. As entidades, segundo ele, vão depor nos próximos dias.
Dias disse que o esquema incluía o pagamento, pelas ONGs, de um "pedágio" de 10 a 20% para um escritório de consultoria e a contratação dos serviços de um cartel de seis empresas indicadas pela cúpula do Ministério do Esporte, ligadas ao PCdoB. Pelo menos 20% de todo o dinheiro dos convênios firmados com 300 ONGs, conforme o policial, eram desviados e parte ia para financiar a estruturação do partido e campanhas de candidatos. "Fui vítima de chantagem e retaliações porque não aceitei as condições absurdas que me exigiam", afirmou.
Além dessas ONGs, o policial deu à PF os nomes de outras dez entidades que, segundo garante, aceitaram condições irregulares para obter recursos do programa. Segundo ele, as ONGs, para receber os recursos do programa Segundo Tempo e não serem molestadas na prestação de contas, tinham de comprar produtos e serviços de um "pool" de seis empresas: Infinita Comércio, Linha Direta, JG, Transnutre, HS e Capte Comércio.
Para a imprensa, na saída do depoimento, ele deu os nomes de cinco ONGs de Brasília - Liga de Futebol Society; Associação Nossa Senhora Imaculada; Instituto Novo Horizonte; Fundação Toni Matos; e a Associação Gomes de Matos, além de uma do Rio, a Fundação Viva Rio, e uma de Santa Catarina, o Instituto Contato. Sua lista inclui três entidades da Bahia, mas ele não revelou os nomes. Leia Mais

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GILBERTO CARVALHO DIZ QUE PERMANÊNCIA DE ORLANDO SILVA NO MINISTÉRIO DO ESPORTE NÃO ESTÁ GARANTIDA

O policial militar João Dias, delator do esquema de corrupção no Ministério do Esporte revelado por VEJA, presta novo depoimento à Polícia Federal, em Brasília, na tarde desta segunda-feira. Ele informou à imprensa, na entrada do prédio, que foi até o local entregar treze gravações e vários documentos detalhando como agia o grupo. "Devagar vamos trazendo novidades para reforçar tudo que afirmamos", disse.
No material a ser entregue há dois áudios publicados por VEJA neste fim de semana. Neles, dirigentes do ministério instruem João Dias a fraudar documentos de prestação de contas de dois convênios firmados com a pasta por meio de duas ONGs que o policial dirige.
Segundo as denúncias de João Dias, no Ministério do Esporte funcionava um esquema montado pelo PCdoB para arrecadar "pedágios" de ONGs que atuavam na pasta por meio do Programa Segundo Tempo e direcioná-los a campanhas eleitorais. O policial destaca, porém, que a voz do ministro Orlando Silva, acusado por João Dias como o mentor do esquema, não aparece nos áudios.

Sobrevivência - Na última sexta-feira, o ministro ganhou fôlego extra no governo. Após conversa com a presidente Dilma Rousseff, ele se manteve no cargo. No entanto, segundo o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, sua permanência não é garantida.
Em entrevista ao jornal O Globo, Carvalho afirmou: “Dilma tomou uma posição na sexta-feira, mas não dá para dizer que temos uma posição definitiva. A presidente quer ter o direito de fazer a avaliação com calma, atendendo aos princípios da defesa. O governo não quis entrar no clima de histeria. A presidente teve uma atitude de cuidado, de não prejulgar os fatos. Transformar a acusação em confirmação não dá.”
A situação de Orlando Silva ficou complicada depois que VEJA revelou que o ministro era o mentor de irregularidades na pasta e que recebeu propina na garagem do próprio ministério. Ele passou a última semana negando as acusações e classificando o delator do esquema de “bandido sem credibilidade”. Foi à Câmara e ao Senado prestar depoimento. “Querem tirar ministro no grito”, reclamou na quinta-feira. Do site da revista Veja

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DESCOBERTAS NOVAS FALCATRUAS DO PT

Dezenas de cheques de um convênio do Ministério do Esporte mostram que o descontrole no uso do dinheiro público não atinge só o programa Segundo Tempo. Pelo menos R$ 1,3 milhão do ministério foi parar no ano passado na conta de empresas fantasmas ou sem relação com o produto vendido para o programa Pintando a Cidadania.

Há cheques, por exemplo, de R$ 364 mil, R$ 311 mil, R$ 213 mil, R$ 178 mil, R$ 166 mil e R$ 58 mil. O dono de uma empresa destinatária dos cheques disse ao Estado que desconhece o que foi vendido, alegando ter "arranjado" a nota fiscal para um amigo receber dinheiro do ministério.
No dia 31 de dezembro de 2009, o secretário de Esporte Educacional, Wadson Ribeiro, assinou convênio de R$ 2 milhões com o Instituto Pró-Ação, com sede em Brasília. Ex-presidente da UNE e filiado ao PC do B, Wadson é homem de confiança do ministro Orlando Silva e assinou, nos últimos anos, boa parte dos convênios sob suspeita. Segundo o Portal da Transparência, o convênio com a Pró-Ação foi encerrado em abril deste ano e está em fase de prestação de contas.
O Pintando a Cidadania atua em parceria com outros projetos do ministério. para "fomentar a prática do esporte por meio de distribuição gratuita de material esportivo e promover a inclusão social de pessoas de comunidades reconhecidamente carentes".
O contrato com o Pró-Ação menciona uma conta corrente em nome do convênio. No dia 26 de abril de 2010, o instituto repassou um cheque dessa conta no valor de R$ 311.346,05 para a empresa Automatec Tecnologia e Serviços, registrada na cidade de Valparaíso de Goiás como uma loja de motos, a "Oliveira Motos". Segundo a nota fiscal emitida, o dinheiro do Esporte pagou "tecidos, algodão e tinta". Em entrevista ao Estado, Marcos Oliveira, dono da Automatec, disse desconhecer o Pró-Ação: "Não conheço a ONG. Eu arranjei o nome da empresa para um amigo, a gente joga bola junto".
Seu amigo é Edinaldo Moraes, dono da Contemporânea Comércio e Serviços, que também está na prestação de contas da ONG. Cinco cheques do convênio foram parar na conta dessa empresa. No mesmo dia 26 de abril de 2010, quando a loja de motos Automatec levou R$ 311 mil, um cheque de R$ 364 mil foi depositado em nome da Contemporânea. A empresa recebeu ao todo R$ 817 mil para supostamente vender fios de costura, agulhas e tecidos. No dia 20 de setembro de 2010, auge da campanha eleitoral, a ONG repassou R$ 213 mil para a Contemporânea.
Na época da "venda", a empresa era registrada numa sala em um sobrado em Valparaíso. Hoje, nada funciona naquele endereço. "A empresa não está mais funcionando. Faz tempo que não temos atividade", disse Edinaldo. Ele afirmou que fez a intermediação da venda com fornecedores indicados pela ONG. O convênio do Esporte com essas entidades permite que elas escolham seus subcontratados e, respectivamente, o destino dos recursos públicos repassados. Continue lendo sobre as FALCATRUAS do PT

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sábado, outubro 22, 2011

É A LAMA, É A LAMA! AS NOVAS DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO REVELADAS NESTE SÁBADO PELA REVISTA VEJA

A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado traz mais um capítulo do esquema de corrupção que transformou o Ministério do Esporte numa fábrica de dinheiro para o PCdoB - e também para políticos e entidades ligadas a ele.
Depois de relatar, na semana passada, denúncias do policial João Dias Ferreira contra o ministro Orlando Silva e seus comandados, VEJA teve acesso a novas provas da maneira como a máquina do Esporte se corrompeu. São gravações de uma conversa de abril de 2008 entre João Dias e dois assessores próximos de Orlando Silva: Fábio Hansen, então chefe de gabinete da Secretaria de Esporte Educacional, que cuida do programa Segundo tempo, e Charles Rocha, então chefe de gabinete da secretaria executiva do ministério.
Foi o próprio João Dias quem registrou a conversa. Militante do PCdoB e dirigente de uma ONG, ele havia sido pego de surpresa por um ofício do Ministério do Esporte, enviado à polícia militar, responsabilizando-o por irregularidades e desvios de dinheiro num convênio de sua entidade com o programa esportivo federal Segundo Tempo. Em sua visita aos assessores de Orlando Silva, ele cobrava uma solução para o problema. E a pressão surtiu efeito imediato.
A gravação demonstra que Hansen e Rocha se esmeraram para arquitetar uma fraude que livrasse João Dias da investigação. "A gente pode mandar lá um ofício desconsiderando o que a gente mandou", propôs Charles Rocha. E Hansen completou: "Você faz três linhas pedindo prorrogação de prazo." Ele ainda explicou que esses pedido de prorrogação deveria ter data falsa.
Nos dias seguintes, a operação foi realizada exatamente como programado. Os dois ofícios enviados à PM - o original e o que pede que a investigação seja esquecida - foram reproduzidos pelo site de VEJA.
Alvejado pelas denúncias de João Dias, o ministro Orlando Silva passou a semana se explicando. Tentou desqualificar o acusador, qualificando-o de "bandido". A gravação obtida por VEJA mostra que figuras graúdas do ministério não pouparam esforços para beneficiar o "bandido" com uma fraude.
Em depoimento no Congresso, Orlando Silva chegou a mencionar o vai-e-vem de ofícios entre o Esporte e a polícia militar, qualificando-o como procedimento administrativo regular. Também não é isso o que transpira das gravações.
Sim, é verdade que um terceiro documento, informando sobre a abertura de uma auditoria nos convênios do policial, foi enviado à PM pelo ministério. Só que um ano e meio depois da inacreditável - e reveladora - reunião entre João Dias, Hansen e Rocha, que VEJA esmiúça na edição desta semana. Leia MAIS e veja os documentos

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sexta-feira, outubro 21, 2011

DILMA MANTÉM ORLANDO SILVA NO CARGO

Após cerca de uma hora e meia reunido com presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira , o ministro do Esporte, Orlando Silva, deixou o Palácio do Planalto no cargo. Ao sair do encontro, ele disse que relatou à presidente as providências tomadas para a apuração das denúncias . Segundo o ministro, ele desmascarou as mentiras que haviam sido divulgadas contra ele. Informou também que tomou judiciais para preservar sua honra e sua família.
- Recebi a orientação para que continuássemos trabalhando. A presidente Dilma recomendou que continuássemos trabalhando - disse, acrescentando:
- Nós esclarecemos todos os fatos. Desmascarei diante da presidente todas as mentiras. Não há e não haverá provas. É uma calúnia, é uma farsa.
- Ela me sugeriu muita serenidade e paciência.
- O PCdoB se sentiu ferido.
Também participaram da reunião a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
Orlando Silva é acusado pelo policial militar João Dias Ferreira, ex-militante do PCdoB, de desviar recursos do programa Segundo Tempo por meio de ONGs de fachada. Segundo o PM - ele próprio dono de uma das entidades que firmou convênio com a pasta - funcionava uma central de propina no ministério, com o fim de arrecadar recursos para campanhas eleitorais do PCdoB. Do portal de O Globo

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DILMA TERIA SUGERIDO QUE ORLANDO PEDISSE DEMISSÃO, MAS PCdoB BATE O PÉ E INSINUA QUE CERTAS ONGs SÃO CONTROLADAS POR PT

Diante das denúncias de um suposto esquema de desvio no Ministério do Esporte para abastecer o caixa do PCdoB, a presidente Dilma Rousseff considera a situação do ministro Orlando Silva insustentável e sugeriu a ele que peça demissão ainda nesta sexta-feira, segundo informou o colunista Jorge Bastos Moreno em seu Twitter . Assegurando que o cargo permanecerá com o PCdoB, Dilma disse ao ministro para entregar o cargo antes que as revistas do fim de semana cheguem às bancas. Mas, segundo o colunista Ricardo Noblat, a Comissão Política do PCdoB se reuniu e decidiu que Orlando não atenderá ao pedido da presidente e que só deixa o governo se for demitido . Ele teria como provar que certas entidades e organizações não governamentais favorecidas com verbas do ministério não são ligadas ao PCdoB como se diz, mas ao PT. Leia MAIS

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MULHER DE ORLANDO SILVA RECEBEU DINHEIRO POR MEIO DE ONG COMANDADA POR FILIADOS DO PCdoB, PARTIDO DO MINISTRO.

Anna Petta, em ensaio fotográfico no blog Hildegard Angel
Documentos obtidos pelo Grupo Estado mostram que Anna Cristina Lemos Petta, mulher do ministro do Esporte, Orlando Silva, recebeu dinheiro da União por meio de uma ONG comandada por filiados ao PCdoB, partido do marido e ministro. É a própria Anna Petta quem assina o contrato entre a Hermana e a ONG Via BR, que recebeu R$ 278,9 mil em novembro do ano passado.

A Hermana é uma empresa de produção cultural criada pela mulher do ministro e sua irmã, Helena, e prestou serviços de assistente de pesquisa para documentário sobre a Comissão da Anistia. A empresa foi criada menos de 7 meses antes da assinatura do contrato com a entidade. Pelo trabalho, recebeu R$ 43,5 mil.

A ONG Via BR tem em seus quadros Adecir Mendes Fonseca e Delman Barreto da Silva, ambos filiados ao PC do B. A entidade também foi contratada em maio do ano passado pelo Ministério do Esporte, para promover a participação social na 3ª Conferência Nacional do Esporte. No negócio, recebeu mais R$ 272 mil.

Documentos obtidos pela reportagem do Grupo Estado mostram o curto espaço de tempo transcorrido entre a criação da empresa de Anna Petta e a celebração de convênio da ONG Via BR com o Ministério da Justiça. A Hermana foi criada apenas três meses antes da assinatura do convênio para a produção de documentário sobre a Comissão da Anistia e no mesmo mês em que a Via BR foi contratada pelo Ministério do Esporte.

A informação sobre negócios da União com a empresa de um familiar de Orlando Silva teria preocupado a presidente Dilma Rousseff, que deve se reunir ainda hoje com o ministro. Silva poderá deixar o Palácio do Planalto na condição de ex-ministro do Esporte. Do portal RBS/Diário Catarinense


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