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quinta-feira, outubro 28, 2010

ARTIGO: E se Erenice resolver falar? E se as fitas vierem a público?

Por Nilson Borges Filho (*) 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu entorno estão preocupadíssimos – a ponto da histeria – com duas bombas de efeito devastador, tanto para o governo como para a candidatura de Dilma Rousseff. Por enquanto, o Planalto mantém o controle da situação, só não sabe até onde poderá segurar os mais afoitos.

A ex-Chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, em depoimento à Polícia Federal,assumiu que se encontrou com o consultor que fez a denúncia de tráfico de influência no governo federal, na antessala do presidente da República. Erenice recuou da primeira versão que constava de sua nota oficial, que nunca havia estado com Rubnei Quícoli, lobista da empresa EDRB. Confirmou, também, que esteve com Fábio Bacarat, representante da MTA, a aérea que fazia transporte de carga para os Correios.

As primeiras informações dão conta que foi bandalheira das grossas e que atinge diretamente familiares da ex-ministra, amigos e subordinados. A rádio corredor informa, a boca pequena, que isso não é nada perto do que está para vir a público.

O depoimento de Erenica na Polícia Federal, deixando a “questão” em aberto, foi a senha endereçada ao lulo-petismo para que fique alerta. Quando avisou que não seria um novo Delúbio Soares, Erenice Guerra quis dizer que se for abandonada pelo partido e pelo governo federal, não terá o mínimo constrangimento em falar tudo o que sabe.

Amigos não fazem segredo que Erenice se sentiu abandonada por Dilma Rousseff e pelo PT;  não cansam de propagar que a ex-ministra é uma bomba em movimento. Afirmam, ainda, que a propina recebida pelos seus filhos e amigos é café pequeno, considerando o montande que foi distribuído para pessoas próximas ao governo, que dele faziam uso de forma nada republicana.

A cada dia, surgem mais denúncias praticadas pela Casa Civil, desde quando Dilma Rousseff ocupava a titularidade do Ministério. Quando Erenice coloca o seu sigilo fiscal à disposição da polícia e da justiça ela bem sabe o que está falando, pois o dinheiro não passou por suas contas bancárias. Mas se abrirem o sigilo fiscal e bancário dos seus filhos, dos seus subordinados e de algumas pessoas que circulavam em seu entorno, pode-se ter uma vaga ideia de quem se abastecia com o dinheiro dos caixas do erário público. Erenice  sabe dessa movimentação e já avisou que pode falar, caso sinta que ela e os seus estão sendo usados como o bode na sala.

Outra bomba com efeito de uma onda tsunami é  o que existe nas gravações em poder da revista “Veja”, cujas fitas estão confinadas num cofre da Editora Abril. Os diálogos, envolvendo gente de grosso calibre dentro da esfera pública federal, atinge a candidata Dilma Rousseff, ministros, secretários e assessores presidenciais. Fica-se sabendo, ainda, que a autonomia de órgãos do Estado servia mais para comprometer homens públicos – para obter proveito da situação -  do que para suas funções constitucionais.

Nem mesmo o presidente da República foi poupado. O ódio que Lula vem destilando – me desculpem a provocação – não vem somente dos destilados e do vácuo de poder que o faz perder o equilíbrio emocional, mas porque sua privacidade se tornou pública em determinados escaninhos do serviço federal.

Lula ficou emotivo, chora por pouca coisa. Lamenta por ter que largar a teta, o aerolula, a bajulação, as mordomias palacianas e o palanque oficial. Quando, daqui a alguns dias, voltar para São Bernardo do Campo, Lula vai voltar a ser ele. E aí, minha gente, vai perceber que já foi e que agora não é mais nada. Não haverá por perto nem mesmo aqueles puxa-sacos, que se dobravam de tanto rir de suas piadas infames. Desses, o que mais lhe fará falta é o presidente da Petrobras, o mais risonho entre todos os bajuladores. 

(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós doutor em Direito. Foi professor da UFSC e da UFMG. É articulista colaborador deste blog. 

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segunda-feira, outubro 11, 2010

ARTIGO: Estela, Patrícia, Luiza e Vanda, mas podem me chamar de Dilma, a amiga de Erenice Guerra

Por Nilson Borges Filho (*) 

Sylvia Mônica Allende Ledezma nasceu no Chile, filha de um casal de classe média, o pai engenheiro e a mãe professora. Estudou em colégio católico e na Universidade do Chile, onde fez parte do Ballet Nacional Chileno. Foi numa festa em Santiago que conheceu José Serra, exilado pela sua militância de esquerda, como dirigente estudantil. Casaram-se e tiveram dois filhos. Com o golpe contra o governo de Salvador Allende fugiram para a Europa e depois para os Estados Unidos. Enquanto Serra completava seus estudos de doutoramento em Economia, Mônica fez dois mestrados nas Universidades de Cornell e Drexel.

Com a anistia, ainda no governo do general Figueiredo, Serra e Mônica retornaram ao Brasil. Serra seguiu a carreira acadêmica, dedicando-se à docência e Mônica concluiu seu doutorado na USP. Mais tarde Mônica acompanhou a trajetória do marido e lecionou na Unicamp até à sua aposentadoria. O primeiro ponto: Mônica Serra tem mestrado e doutorado comprovados. Seu currículo está registrado nos órgãos competentes e nunca, em qualquer tempo, colocou-se dúvida na sua autenticidade. Mônica Serra é tida por colegas e amigos como uma pessoa discreta, culta, com uma boa formação política e de conduta exemplar.

Ruth Vilaça Corrêa Leite era brasileira de Araraquara, filha de um casal de classe média, o pai contador e a mãe professora e farmacêutica. Doutorou-se em Antropologia na USP e lá mesmo deu início à carreira acadêmica. Casou-se com o sociólogo Fernando Henrique Cardoso. Respeitada por colegas e alunos, Ruth Cardoso, por conta do exílio do marido, lecionou em Universidades na França e nos Estados Unidos. Publicou livros e artigos em revistas especializadas, no Brasil e no Exterior. Como primeira-dama criou o programa Comunidade Solidária. A sua respeitabilidade era reconhecida até mesmo pelos adversários políticos de seu marido, que não escondiam a admiração que lhe devotavam, pela educação, serenidade e decência. Morreu em consequência de um enfarto fulminante. Até hoje é cultuada por amigos, colegas, alunos e orientandos, que a consideram um marco da antropologia brasileira.

Erenice Alves Guerra nasceu em Brasília, filha de um operário da construção civil. Formou-se em Direito e especializou-se em Direito  Sanitário. Sua carreira profissional teve início como assessora jurídica do PT do Distrito Federal, depois como assessora do senador Cristóvam Buarque e em seguida ofereceu seus préstimos à bancada petista na Câmara. Passou por alguns ministérios até chegar ao ministério da Casa Civil de Lula, substituindo Dilma Rousseff. Apareceu ma mídia, anos atrás, pela maneira mais sórdida possível. Construiu um dossiê fajuto – que depois chamou de Banco de Dados – contra, logo quem, Dona Ruth Cardoso. Mantendo o seu perfil fora-da-lei, mentiu escandalosamente, para encobrir malfeitorias de Dilma Rousseff,  sobre o encontro que manteve com Lina Vieira, Secretária da Receita Federal. Erenice tornou-se celebridade por conta das bandalheiras promovidas por ela, seus filhos e apaniguados na Casa Civil e nos Correios. Erenice falava grosso quando se referia da amizade que mantinha com Dilma Rousseff.

Dilma Vana Rousseff, candidata à presidência da República, que na clandestinidade se utilizou de vários nomes para fugir da polícia política brasileira, que mente sobre currículo, que mente sobre legalização do aborto, que mandou produzir um dossiê contra Dona Ruth Cardoso e, no último debate atacou, sem mais nem menos, Dona Mônica Serra – mulheres decentes e corretas -  é a melhor amiga de Erenice Guerra a quem defende, menos por amizade e mais por medo de que “a amiga” abra a boca e conte tudo, tudo mesmo. 

(*) Nilson Borges filho é mestre e doutor e pós-doutor em Direito. Foi professor da UFSC e da UFMG. É articulista colaborador deste blog 

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quinta-feira, setembro 23, 2010

PT MOSTRA DE NOVO SUAS GARRAS. TENTA TIRAR DO AR VÍDEO DA OPOSIÇÃO QUE SÓ DIZ A VERDADE. TSE NÃO PODE CONSENTIR ESSA AFRONTA!

A coligação “Para o Brasil seguir mudando”, da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, ingressou nesta quinta-feira (23) com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral pedindo a retirada da internet de vídeos com ataques à petista. Os advogados pedem ainda a aplicação de multa à coligação "O Brasil pode mais", do candidato tucano José Serra, equivalente ao custo de produção do vídeo ou de valor "não inferior" a R$ 30 mil. 

Nesta quarta (23), o PSDB postou no Youtube (e eu postei AQUI ontem à noite VEJAM)  vídeo que traz imagens de uma “metamorfose” do rosto de Dilma. Ela se "transforma" no ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, que teve o mandato de deputado federal cassado depois de ter sido apontado como um dos pivôs do escândalo do mensalão, o que sempre negou.
O advogado do PT Márcio Luiz Silva disse que também pediu à Polícia Federal a instauração de um inquérito policial para apurar a autoria dos vídeos, por meio da identificação do IP do computador do responsável pela postagem das imagens. Do site G1 

MEU COMENTÁRIO: Ué! O vídeo faz parte do debate, da campanha eleitoral. Caso de inquérito policial é a 'PP do Tamiflu'. 

Espero que o TSE garanta a democracia e a liberdade de expressão negando provimento a mais essa tentativa do PT de impor a censura.

O vídeo apenas apresenta o que está sendo debatido na campanha. E tem razão a Oposição. Reflete uma grande preocupação dos cidadãos democráticos e decentes da Nação brasileira.

LULA FRITANDO ERENICE? NÃO. APENAS MAIS UM ARDIL PARA ENGANAR A OPINIÃO PÚBLICA E TENTAR EVITAR O INEVITÁVEL: A QUEDA DA DILMA!

Parece que Lula já está fritando a Erenice ao dizer que ela perdeu a chance de ser uma grande funcionária pública. Admite o crime da propina que aconteceu ao seu lado conforme a Veja denunciou.

Mas notem que isto é apenas mais um ardil para blindar a Dilma. Digamos uma afirmação emergencial e provisória, já que Erenice continua fazendo parte do Conselho do BNDES. E mesmo que seja despedida também do BNDES isto não representará uma punição, mas uma forma de aparentar que Lula é honesto e repudia o crime. Erenice é do núcleo central do poder do PT. Erenice é de confiança não apenas da Dilma, mas sobretudo de Lula.

Lula é useiro e vezeiro em utilizar desse tipo de conversa em véspera de eleição. Erenice apenas faz parte de um grande esquema e as propinas em dinheiro vivo que teriam circulado na Casa Civil é um escândalo vergonhoso, um crime. De acordo com a Veja, a propina em pacotes de R$ 200 mil reais eram referentes a maracutaias no contrato para aquisição de um medicamento urgente, o Tamiflu, para mitigar o sofrimento e mesmoe salvar aqueles brasileiros que haviam sido contaminados com a gripe suína.

É algo inaudito, espantoso, como Lula manipula a informação e a utiliza para o exercício do ilusionismo. 

Esta informação sobre as declarações de Lula está no site do Estadão, onde também aparecem os press-release do Franklin Martins afirmando que Dilma não se preocupa com  o fato de ter despencado 5 ponto na pesquisa. Há indicativos mais do que seguros de que a eleição irá para um segundo turno.