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quinta-feira, setembro 23, 2010

LULA FRITANDO ERENICE? NÃO. APENAS MAIS UM ARDIL PARA ENGANAR A OPINIÃO PÚBLICA E TENTAR EVITAR O INEVITÁVEL: A QUEDA DA DILMA!

Parece que Lula já está fritando a Erenice ao dizer que ela perdeu a chance de ser uma grande funcionária pública. Admite o crime da propina que aconteceu ao seu lado conforme a Veja denunciou.

Mas notem que isto é apenas mais um ardil para blindar a Dilma. Digamos uma afirmação emergencial e provisória, já que Erenice continua fazendo parte do Conselho do BNDES. E mesmo que seja despedida também do BNDES isto não representará uma punição, mas uma forma de aparentar que Lula é honesto e repudia o crime. Erenice é do núcleo central do poder do PT. Erenice é de confiança não apenas da Dilma, mas sobretudo de Lula.

Lula é useiro e vezeiro em utilizar desse tipo de conversa em véspera de eleição. Erenice apenas faz parte de um grande esquema e as propinas em dinheiro vivo que teriam circulado na Casa Civil é um escândalo vergonhoso, um crime. De acordo com a Veja, a propina em pacotes de R$ 200 mil reais eram referentes a maracutaias no contrato para aquisição de um medicamento urgente, o Tamiflu, para mitigar o sofrimento e mesmoe salvar aqueles brasileiros que haviam sido contaminados com a gripe suína.

É algo inaudito, espantoso, como Lula manipula a informação e a utiliza para o exercício do ilusionismo. 

Esta informação sobre as declarações de Lula está no site do Estadão, onde também aparecem os press-release do Franklin Martins afirmando que Dilma não se preocupa com  o fato de ter despencado 5 ponto na pesquisa. Há indicativos mais do que seguros de que a eleição irá para um segundo turno.

sexta-feira, setembro 10, 2010

CRIME DO SIGILO: REVELAÇÃO ESTARRECEDORA!

Já reportei este fato em post mais abaixo com base em informação do portal do Estadão. Agora transcreveo matéria do portal da Folha.com, que traz revelações mais estarrecedoras. Leiam. Comento abaixo: 

A servidora Ana Maria Caroto Cano disse, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo obtido pela Folha, que recebeu ordens da Corregedoria da Receita Federal para apagar vestígios de quebras de sigilo fiscal realizadas em seu computador de trabalho, na agência do fisco em Mauá (SP). Foi nesse escritório da Receita que foram violados os sigilos de cinco pessoas ligadas ao candidato a presidente José Serra (PSDB). 

“Procedimento administrativo foi gerado no âmbito da corregedoria da Receita, quando Ana Maria teria sido orientada pelo próprio órgão censor a identificar os contribuintes que tiveram os sigilos acessados ou devassados através de sua máquina e obter declarações assinadas obviamente por tais contribuintes no sentido de anuírem a tais acessos”, informa o depoimento de Ana Maria à polícia.

Ao fazer a acusação contra o fisco, a servidora admitiu que ela e seu marido, o contador José Carlos Cano Larios, cometeram o crime de forjar documentos. Por conta disso, Ana Maria, uma funcionária do Serpro cedida à Receita, foi presa pela polícia paulista.

Por meio da assessoria de imprensa, a Receita em São Paulo preferiu não comentar o depoimento da servidora. A Folha tentou falar com o corregedor-geral do órgão, Antônio Carlos D’Ávila, mas não conseguiu encontrá-lo. O caso começou quando uma pessoa chamada Edson Pedro dos Santos foi à polícia para prestar uma queixa. Segundo Santos, na segunda-feira ele foi procurado por um homem que lhe pediu para que assinasse uma declaração de que havia solicitado à Receita que acessasse seus próprios dados fiscais.

O interlocutor de Santos era o marido da funcionária do Serpro.

Os policiais foram atrás, então, do casal Cano. Luiz Carlos admitiu que havia procurado Edson. Em seu escritório, os policiais encontraram 23 declarações semelhantes a que havia sido feita para Edson dos Santos. Ana Maria, por sua vez, admitiu que pediu ao marido para que procurasse as pessoas que tiveram seus dados violados a partir de sua máquina, mas ressaltou que o fez por ordem da Receita. De acordo com a corregedoria do fisco, no computador dela foram quebrados 31 sigilos fiscais.

A servidora afirmou, contudo, que todos os acessos imotivados realizados a partir de sua máquina foram feitos sem a utilização de sua senha. Do portal Folha.com 

MEU COMENTÁRIO: Creio que esta matéria diz tudo e qualquer comentário não dará conta de repudiar  esse crime eleitoral que está aí à mostra, não há palavras que possam transmitir a repulsa de todos os cidadãos de bem que compõem a Nação brasileira. 

Além disso, emerge como fato concreto que jamais poderia ser descurado pela Justiça Eleitoral, e é um fato determinante para impugnação da candidatura de Dilma Rousseff. 

O fato também enseja a abertura de processo de impeachmet contra o Presidente da República que ainda teve a coragem de qualificar de 'futrica' da oposição a denúncia do crime da quebra de sigilo fiscal da Receita Federal. A Receita é um dos mais importantes órgãos da administração pública federal. O Presidente da República é o responsável por todos os órgãos da administração pública do Estado brasileiro.

É isso que está consagrado na lei e reflete, evidentemente, o bom direito. 

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CRIME DO SIGILO: SERVIDORA DA RECEITA DIZ QUE 'ESQUENTOU' VIOLAÇÕES DE SIGILO FISCAL A PEDIDO DA CORREGEDORIA! INCRÍVEL!

A servidora da Receita Federal Ana Maria Rodrigues Caroto Cano alegou, em depoimento à Polícia Civil, ter sido orientada pela Corregedoria do órgão a "esquentar" o acesso ao sigilo de contribuintes que tiveram seus dados fiscais acessados ilegalmente na agência de Mauá, na Grande São Paulo. Ana Maria é uma das suspeitas de acessar ilegalmente declarações de contribuintes a partir da senha da chefe da Receita na cidade.

Segundo informações da Polícia Civil de São Paulo, a servidora e seu marido, José Carlos Cano Larios, foram detidos para prestar depoimento sobre a suspeita de que estariam induzindo os contribuintes a assinar procurações com o objetivo de justificar os acessos ilegais. Em depoimento, eles disseram que seguiam orientação da Corregedoria da Receita.

A agência de Mauá foi palco da quebra de sigilo fiscal de quatro tucanos, de Verônica Serra e do genro do presidenciável tucano, José serra. Todos os acessos partiram do computador da servidora Adeildda Ferreira dos Santos, que junto com Ana Maria teria livre acesso a senha da chefe da Agência, a servidora Antonia Aparecida Neves Silva. Na semana passada, o Estado revelou a estratégia do comando da Receita para abafar a violação do sigilo fiscal de Verônica, ocorrida dia 30 de setembro de 2009 numa agência Santo André. Por 20 horas, a Receita sustentou a versão de que ela pedira seus dados, mesmo sabendo que a violação ocorrera com uma procuração falsa.

A suspeita de que Ana Maria e Larios estariam tentando "esquentar" os acessos surgiu depois da denúncia de um contribuinte, que disse ter sido procurado por Larios com um pedido para assinar uma procuração autorizando o acesso a seus dados fiscais.

A denúncia levou os investigadores ao escritório de Larios, onde foram encontradas 23 procurações preenchidas, mas não assinadas, de pessoas que a polícia suspeita que tiveram seus dados fiscais acessados sem procuração na agência de Mauá. 

Após a detenção para a tomada de depoimento, Ana Maria e Larios foram liberados. Do site do Estadão 


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sexta-feira, setembro 03, 2010

CRIME DA QUEBRA DE SIGILO DA RECEITA FEDERAL: EDITORIAL DO ESTADÃO RESPONSABILIZA LULA PELA BANDIDAGEM

Editorial do jornal O Estado de São Paulo desta sexta-feira, sobre o ato criminoso do governo de Lula e seus sequazes com a quebra do sigilo fiscal de líderes da oposição e inclusive da filha do candidato José Serra. O título do editorial é "O responsável pela bandidagem". Não deixem de ler:
O procedimento dos interessados em ter acesso a declarações de renda da empresária Verônica Serra, filha do candidato tucano ao Planalto, destoa do que, tudo indica, tenha sido o padrão seguido nas violações do sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, e de três outras pessoas ligadas ao ex-governador. Nesses episódios, para obter o que queriam, os predadores da intimidade alheia contavam com afinidades políticas ou a ganância de servidores da agência da Receita em Mauá, na Grande São Paulo - uma verdadeira casa da mãe joana, com senhas individuais expostas e documentos eletrônicos ao alcance das vistas de qualquer um.

No caso de Verônica Serra, que antecedeu os dos demais em cerca de uma semana (de 30 de setembro a 8 de outubro do ano passado), o método seguido foi mais complicado na urdidura e mais simples no trâmite final. Alguém falsificou a assinatura da contribuinte - e o seu reconhecimento num cartório onde ela nem sequer tinha ficha - numa solicitação de cópia de documentos e incumbiu um tipo que habita as cercanias do Código Penal, devidamente identificado no formulário, de apresentá-la à Delegacia da Receita de Santo André. Ali, burocraticamente, a servidora Lúcia de Fátima Gonçalves Milan fez o que lhe era pedido, repassando ao titular da procuração as declarações de Verônica relativas aos exercícios de 2007 a 2009.

Por enquanto, pode-se apenas especular sobre os porquês das diferenças de estratagema. Mas o intuito era claramente o mesmo: recolher material que pudesse ser usado contra Serra na sua futura disputa com a escolhida do presidente Lula, Dilma Rousseff. Àquela altura, no último trimestre de 2009, embora o governador paulista ainda se negasse a assumir a pretensão e o mineiro Aécio Neves ainda não tivesse largado mão da esperança de ser ele o candidato, já não havia dúvidas sobre quais seriam os principais contendores da sucessão. E não passa pela cabeça de ninguém que a turma da pesada do PT fosse esperar a formalização das candidaturas para só então juntar papelório que pudesse comprometer o tucano e seus aliados.

Seria, no mínimo, subestimar a capacidade de iniciativa do "setor de inteligência" petista, como viria a ser conhecido. Principalmente porque os responsáveis pelo trabalho sujo não precisariam gastar tempo e energia para preparar o terreno por excelência de onde escavariam a matéria-prima desejada. O campo da Receita Federal começou a ser aplainado para servir aos interesses do partido quando, em 31 de julho de 2008, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, demitiu o então secretário do órgão, Jorge Rachid, há 5 anos e meio no cargo. Desde então, a isenção e o profissionalismo deram lugar ao aparelhamento e à politização das decisões do Fisco. É o que atesta o escândalo das quebras de sigilo para fins eleitorais.

A contar da denúncia, a Receita levou praticamente duas semanas até anunciar a abertura de inquérito administrativo sobre o vazamento de declarações de renda de Eduardo Jorge, cópias das quais apareceram em mãos de membros do comitê nacional de Dilma Rousseff. Depois, quando vieram a público as demais violações, depois que a Justiça autorizou o vice-presidente do PSDB a ter acesso aos autos da investigação, os hierarcas da Receita, acionados pelo governo, correram a desvincular da campanha eleitoral os ilícitos revelados. Afinal, disseram sem enrubescer, o que havia na agência de Mauá era um "balcão de compra e venda de dados sigilosos", movido a "propina". 

Não que não fosse - outros 140 registros também foram vasculhados ali. Se tivesse uma gota de vergonha, aliás, o secretário Otacílio Cartaxo já teria se demitido. Eis, em suma, o que o governo Lula e a cultura petista fizeram do Fisco: uma repartição em que o livre tráfico de informações presumivelmente seguras sobre os contribuintes brasileiros se entrelaça com o uso da máquina, literalmente, para intuitos eleitorais torpes. O crime comum e o crime político se complementam. Agora, destampada a devassa nas declarações de Verônica Serra, vem o presidente Lula falar em "bandidagem". Se quiser saber quem é o responsável último por essa degenerescência, basta se olhar no espelho. Do portal do Estadão

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CRIME DA QUEBRA DO SIGILO: CULPA NO CARTÓRIO

Artigo da Dora Kramer no Estadão intitulado "Culpa no Cartório". Assino embaixo. Leiam:

Quanto mais o governo tenta esconder, quanto mais a candidata Dilma Rousseff tergiversa, quanto mais a Receita Federal procura se explicar, mais suspeita fica essa história da quebra de sigilo fiscal na delegacia da Receita em Mauá (SP).

Nesta altura da confusão em que até a filha do candidato José Serra entrou no caso, não é possível deixar de desconfiar de que há motivações espúrias que se reveladas poderiam trazer prejuízos à campanha presidencial governista.

Das artimanhas do Planalto para fugir do assunto, a última envolve o ministro da Fazenda, Guido Mantega, cuja filha recentemente foi envolvida numa dessas escaramuças de espionagem petista. Na ocasião Mantega e, por extensão, a filha foram defendidos pelo tucano Serra em seu direito à privacidade.

O esforço de parlamentares governistas ontem para derrubar a tentativa de convocação do ministro da Fazenda ao Congresso para dar esclarecimentos a respeito do que, afinal de contas, se passa na Receita (subordinada à Fazenda), foi praticamente uma confissão de que a oposição tem razão: o PT está mesmo com a culpa registrada em cartório.

Organizou ou, no mínimo, se aproveitou da farra reinante naquela delegacia da região do ABC para bisbilhotar as declarações de renda de pessoas ligadas ao candidato do PSDB e que, ao juízo do PT, poderiam render informações para ser usadas na campanha contra o adversário.

Não há outra explicação para o governo correr dessa raia de maneira tão desabrida e injustificável.

Primeiro nega qualquer problema, depois envia o secretário da Receita ao Congresso para mentir e omitir. Ao mesmo tempo protege os funcionários que estão sendo investigados como responsáveis pela quebra de sigilo e em momento algum há uma manifestação firme de alguma autoridade em repúdio ao descalabro das violações em série.

Ao contrário, do governo só o que se vê é disfarce e revide de acusações. Chegou-se ao ápice, quando da apresentação de "comprovação" de que Verônica Serra pediu a quebra do próprio sigilo, de a Receita apresentar um documento falsificado. Apressado, o governo não verificou antes a procedência da assinatura.

A história está ficando parecida com a quebra de sigilo do caseiro Francenildo Costa, quando para encobrir um malfeito se cometeu outro e depois se tentou incriminar a vítima mediante uma urdidura logo desmascarada.

Se para se chegar a um autor de crime é preciso seguir a pista do interesse, agora é de se perguntar a quem não interessa esclarecer o mistério da delegacia de Mauá. 

Der e vier. Na sala de visitas ninguém quer a companhia de José Dirceu. Daí Dilma negar que já pense na formação de governo quando se pergunta sobre o papel de Dirceu, mas discorrer sobre os planos no Planalto quando a questão não o inclui.

Ele atuará de qualquer forma caso Dilma seja eleita porque continua sendo "capa preta" do partido. Dada a condição de acusado de chefiar "organização criminosa" no processo em trâmite no Supremo Tribunal Federal, se não atuar no oficial agirá no paralelo. 

Veste Prada. Um mês antes da eleição o PT dá a vitória como fava contada e, a despeito das negativas oficiais da candidata, Dilma já cancela debates e até suspendeu a prometida divulgação do programa de governo conjunto com os aliados.

Depois de desmoralizar a ética, os Correios, o contraditório, o Enem, a verdade e a Receita, o governo agora se empenha em desmoralizar o valor do voto na urna.

"A eleição está ganha" é frase que se ouve de governistas de primeiro, segundo, terceiro e quarto escalões.

De tal maneira deixaram de lado a prudência que, se houver segundo turno, vai recender a derrota. 

O diabo, como se sabe, é longevo não por ser diabo, mas por ser velho e o seguro morreu de velho. Do portal do Estadão

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quinta-feira, setembro 02, 2010

HÁ UM CRIME ELEITORAL ABJETO. PASSARINHO FAZ PIU- PIU E GONZALEZ PISA NOS ASTROS DISTRAÍDO.

Resta aos eleitores fazer justiça com as próprias mãos através do voto, já que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) arquivou a representação protocolada pela coligação da Oposição clamando por justiça depois que a bandalha do PT decidiu quebrar o sigilo fiscal de vários líderes oposicionistas e o da própria filha do candidato José Serra.  O corregedor do TSE, ministro Aldir Passarinho entendeu completamente diferente e viu apenas um crime comum e não aquilo que está escancarado à toda a Nação. Resultado: arquivou a representação. 

Houve um crime eleitoral dos mais graves e que se fosse num país sério cairia não só o responsável pela Receita Federal, mas todo o governo.

Bom, é claro que estamos numa republiqueta bananeira. Ainda mais sob as rédeas do PT. Nada causa mais espanto, a não ser o fato de que Gonzalez, o marketeiro do programa da Oposição continua pisando nos astros distraído. Já estou começando a achar que esse Gonzalez é quinta-coluna petralha infiltrado na campanha de José Serra. Perdoem a dura ironia, mas é isso que está parecendo.

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quinta-feira, julho 29, 2010

AVAÍ NÃO PODE SER VEÍCULO DE CAMPANHA DE NENHUM PARTIDO E MUITO MENOS ACEITAR DINHEIRO DE ESTATAIS

Segundo nota da coluna Painel, da Folha de S. Paulo desta quinta-feira, Ideli Salvati, que não é de Santa Catarina, é de São Paulo, está articulando amealhar dinheiro da Eletrosul, dirigida pelo seu ex-marido Eurides Mescolotto, para reformar estádios de futebol em Florianópolis.

Espero que o Presidente do Avaí não vá enlamear o Leão da Ilha metendo a mão nesse dinheiro público da estatal Eletrosul, cuja manipulação com vistas a beneficiar a candidata do PT, configura de cara crime eleitoral.

O engraçado é que o termo 'parceria' passou a servir de eufemismo para tungar o cofre das estatais. No caso das elétricas e da Petrobras, que têm o monopólio da distribuição e comercialização de seus respectivos produtos, não tem o mínimo sentido que façam propaganda, afinal, não disputam o mercado consumidor com ninguém.

Eis a nota que está na coluna Painel:

Candidata ao governo de Santa Catarina, Ideli Salvatti (PT) tenta pegar carona na torcida dos times do Estado, Avaí e Figueirense. A petista divulgou ter intermediado parceria entre os clubes e a Eletrosul, ontem, para reforma de estádios e centros de treinamentos que dariam suporte à Copa-2014. A Eletrosul é chefiada pelo ex-marido da petista, Eurides Mescolotto. As diretorias da estatal são cota dela.

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