O pensamento políticamente correto, refúgio de esquerdistas, socialistas, comunistas e demais vagabundos aduladores de ditaduras como a de Cuba, Coréia do Norte, sem falar que abençoam o terror islâmico e os nazistas, conseguiu criar um escândalo sexual na Itália com a finalidade de destruir o premiê Sílvio Berlusconi.
Feministas empedernidas, joguetes nas mãos daquela turma que apóia o terrorista Cesare Battisti, povoaram as praças das cidades italianas não só para protestar contra suposto crime cometido por Berlusconi, cujo maior defeito parece ser gostar de mulher, mas para protestar contra aquilo que consideram imposição da mídia, ou seja, o glamour da mulher bonita. Cáspite! Ora, quando se festeja a beleza feminina e os meios de comunicação exaltam essa beleza nada estão fazendo que não seja seguir um ditame naturalístico vinculado à proliferação da espécie. Tanto é que o preceito bíblico 'crecei-vos e multiplicai-vos' depende exclusivamente da beleza feminina. Aquilo que o feminismo procura tipificar como lubricidade, concupiscência e desejos libidinosos nada mais é do que uma ocorrência naturalística que garante a proliferação da espécie. Não é à toa que a beleza feminina sempre foi endeusada desde sempre, ou melhor, desde que os humanos passaram a formar sociedades estáveis marcadas pela divisão do trabalho. Quando valores morais, éticos e estéticos não refletem a natureza, não prosperam.
O erotismo cumpre então essa função que é natural e se vincula diretamente à reprodução.
Durante os protestos de mulheres italianas neste domingo pôde-se escutar algumas pérolas da estupidez feminista que no mais só contribui para a masculinização do feminino. Já disse aqui no blog que esse discurso leva a mulher a extrapolar seu sistema natural e isso tem implicações sociais graves. O que está reproduzido na matéria do site do Estadão que noticia o protesto das feministas, só comprova uma completa transgressão do aspecto naturalístico da vida: "As participantes dos protestos dizem que a imagem das mulheres como objetos sexuais afetou as relações entre os gêneros e disseminou uma cultura na qual as mulheres enxergam a exploração de sua beleza como o único caminho para o sucesso." E vão mais além nesse discurso ridículo e mentiroso:
"Peitos grandes, cintura fina, e sempre disponível: isso se tornou quase uma ditadura, porque a televisão, os jornais só mostram este modelo de mulher", disse Lorella Zanardo, autora de Il Corpo Delle Donne, livro sobre a imagem da mulher na mídia."
Ao que eu respondo sem medo nenhum da patrulha politicamente correta: Se começarem a nascer apenas mulheres com seios diminutos, cintura larga e sempre indisponíveis para o amor, a população do planeta experimentaria uma avassaladora diminuição! Este é apenas um aspecto da questão mas o suficiente para aniquilar esse obtuso tratado de gênero vociferado neste domingo por parcela das mulheres italianas.
Equanto praguejam contra Berlusconi por gostar das mulheres, essas feministas a serviço do oportunismo político dos amigos de terroristas como Cesare Battisti, não movem uma palha para combater a perseguição às mulheres no mundo islâmico. Tanto é que, conforme noticiei aqui no blog, uma menina de 14 anos morreu a chibatadas no Bangladesh e não vi as mulheres italianas protestarem, como não as vejo protestar contra o fato de que na maioria dos países africanos permanece intocável a horrenda excisão, que constitui na extirpação do clitóris das meninas.
Salve o Berlusconi que gosta de mulheres! O resto é conversa fiada do esquerdismo politicamente correto.
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