TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador WIKILEAKS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador WIKILEAKS. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

VAZAMENTO DO WIKILEAKS SOBRE LULA É DEVASTADOR

O caça francês Rafale foi sondado pelo governo Lula
Um dos milhões de e-mails divulgados nesta segunda-feira pelo site WikiLeaks da empresa de inteligência e análise estratégica Stratfor diz respeito à compra de equipamentos militares pelo Brasil durante o governo Lula. Um funcionário do governo americano alocado no Brasil conversa sobre o negócio com um Stratfor chamado Marko Papic.
Embora afirme não ter provas, ele é devastador no seu parecer: "A compra de submarinos é tão sem sentido que só pode ter a ver com propina. Lula provavelmente está cuidando do seu plano de aposentadoria. E veja só: a compra acontece 'curiosamente' no fim de seu mandato. O mesmo vale para os jatos. Nosso Departamento do Tesouro é vingativo quando se depara com subornos. Não podemos fazer nenhum negócio real num lugar corrupto como o Brasil. Os franceses não têm esses problemas".
Marko Papic ainda acrescenta um comentário: "Não é que eu discorde, mas acredito que a França também tornou a propina ilegal".

O servidor americano finaliza: “Desculpe-me não ter mais informações no que diz respeito à estratégia brasileira. A nossa avaliação é de que isso é puramente suborno. A única diferença é que agora o Brasil tem dinheiro, muito dinheiro, e pode de fato fazer adquirir os equipamentos. Quero dizer, seria mera coincidência eles comprarem tanto equipamento militar da França? Os franceses sabem como realizar subornos”.
Vazamento - A mensagem faz parte de Os Arquivos de Inteligência Global, com mais de 5 milhões de e-mails da companhia Stratfor, no Texas, EUA, divulgados nesta segunda-feira pelo WikiLeaks. Os e-mails datam de julho de 2004 a dezembro de 2011. Entre os clientes da Stratfor estão o Departamento de Segurança Pública dos Estados Unidos, a Marinha americana e grandes empresas. Do site da revista Veja

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER

EMAIL DE EMPRESA AMERICANA VAZADO POR WIKILEAKS REVELA QUE CÂNCER DE CHÁVEZ TERIA SE ESPALHADO PELO SISTEMA LINFÁTICO E ATÉ À MEDULA.

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Dentre os emails vazados pelo site pirata WikiLeaks sobre a empresa de 'inteligência global' americana Sratfor, há detalhes sobre o estado de saúde do caudilho Hugo Chávez.
Aparece uma conversação entre o CEO da Stratfor e uma analista de campo. Alguns extratos dos emails trocados entre Reva Bhalla, diretora de análise da Stratfor e George Friedman, CEO e fundador da empresa dizem o seguinte, segundo o jornal Los Tiempos, da Bolívia.
"O tumor começou a crescer perto da próstata, se espalhou até o cólon, o que tem levado a uma grande confusão no tratamento... Uma fonte médica confiável disse que o câncer se estendeu aos nódulos linfáticos e até à medula óssea...muito sério...Chávez recentemente paralisou a quimioterapia para aparecer no encontro da Celac...a equipe médica está integrada por especialistas russos e cubanos... os russo dizem que os cubanos não têm o tratamento correto para tratar o câncer de Chávez. Os cubnanos dão um diagnóstico de dois anos e os russos, devido ao precário tratamentos, menos de um ano".
Segundo os textos vazados pelo WikiLeaks, o atual chanceler Nicólas Maduro seria o candidato a substituir Chávez, no caso do afastamento ou até mesmo a morte do caudilho. Citando uma fonte que conhece o ministro de Relações Exteriores "desde que conduzia um ônibus" escreveu que "Maduro é visto como o mais pragmático do regime ... tem carisma... se a saúde de Chávez se deteriora antes as eleições de 7 de outubro de 2012, esperam que proclame Maduro como seu sucessor... Atores importantes impulsionam o regime: China, Cuba, Rússia e Irã". 

Bhalla também indicou que sua principais fontes são militares venezuelanos, que segundo ela "vivem uma boa vida. Amam as mulheres e a bebida... Chávez não os preocupa, mas sim manter seu estilo de vida. Temos visto que se articulam tratando de proteger-se para um cenário pós Chávez. É por isso que estão vendo que Chávez tem gasto muito tempo e dinheiro no desenvolvimento da milícia. É sua melhor apólice de seguro...". Do jornal Los Tiempos - en español

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

IDIOTIA POLITICAMENTE CORRETA AVANÇA PARA DESMORALIZAR COMPLETAMENTE O PRÊMIO NOBEL

Depois de dominar a ONU, a militância politicamente correta avança agora sobre o comitê do Prêmio Nobel. Um dia depois de encerrado o prazo para inscricões de nomes à maior honraria internacional - por enquato,  é bom que se frise - o parlamentar norueguês Snorre Valen propôs o nome do hacker australiano antissemia e antiamericano Julian Assange, o fundador do site pirata Wikileaks, para o Prêmio Nobel da Paz.
Depois que Lula, o demiurgo de Garanhuns e patriarca do mensalão foi cogitado para tal honraria, todo protagonista de qualquer ação deletéria e iníqua é um potencial candidato ao prêmio.
Não será surpresa se daqui a pouco alguém sugira o máximo galardão para Ahmadinejad e Bin Laden.
A dominância do pensamento politicamente correto acabará conseguindo destruir completamente a civilização ocidental, em que pese o fato de que a democracia, a liberdade e a prosperidade tenham sido alcançadas pela humanidade tendo como base os valores que imprimiram o viés cultural e político do Ocidente.
Ao que tudo indica o Prêmio Nobel já começou a ser totalmente desmoraliazado e esse é mais um passo dado pela estupidez politicamente correta. 
O anarquismo sempre foi apanágio dos imbecis.
Vade retro!

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

sexta-feira, dezembro 24, 2010

WIKILEAKS: ASSANGE TERGIVERSA SOBRE ISRAEL PORQUE SABE QUE O BURACO É MAIS EMBAIXO.

O hacker australiano Julian Assange, o criador do WikiLeaks, site que incentiva o crime de espionagem e o anarquismo cibernético, pisa em ovos quando se refere ao fato de que possui documentos que revelam troca de mensagens diplomáticas entre os Estados Unidos e Israel. Digo que pisa em ovos por que ele não é trouxa para ignorar que tudo que se relaciona à segurança do Estado Israel e do povo judeu é crucial e não ficará sem resposta.

Ardiloso, Assange insinua que os tais documentos não foram publicados porque não teriam interessado aos jornais conveniados com o WikiLeaks, o que leva água ao moinho do antissemitismo. Explico: fica a impressão que os jornais não publicam porque são controlados por judeus. Mas toda pessoa bem informada sabe perfeitamente que essa história que os judeus controlam tudo, inclusive a mídia, é uma falácia; uma entre centenas de milhares de teorias conspiratórias que açulam o antissemitismo que neste século XXI assume proporções inauditas sob a complacência, principalmente, da União Européia que se tornou um valhacouto do nazismo que renasce não só na Alemanha como em todo o continente europeu e que faz vistas grossas à invasão bárbara do islamismo que promete varrer do mapa Israel e o povo judeu.

Está claro que o anarquismo do WikiLeaks tem apenas dois alvos: os Estados Unidos e Israel e é antissemita, o que é a mesma coisa do que ser nazista. O WikiLeaks é mais um aparelho nazista que renasce em solo europeu.

Se o WikiLeaks de alguma forma comprometer a segurança de Israel e do povo judeu, o qual que constitui um pingo d'água na população do planeta que anda ao redor de 6,5 bilhões de habitantes, não há dúvida que o governo israelense responderá à altura e não hesitará. Consultem o mapa do Oriente Médio e entendam por quê a segurança é uma questão de vida ou morte para Israel e seu povo.

Assange está blefando. Usa o blefe como uma forma de assanhar o antissemitismo e gerar pautas para se manter em foco na mídia. 
Julian Assange é um nazista escroto, um verme vagabundo, um vândalo psicopata cibernético.

O governo de Israel saberá agir com sabedoria e segurança. Disso não tenho a menor dúvida.

E sabem por quê vocês não lêem análises como esta na grande imprensa nacional e internacional? Porque a maioria dos jornalistas é idiota e antissemita.

WIKILEAKS E O HERÓI SEM NENHUM CARÁTER

O sociólogo Demétrio Magnoli é dos poucos dessa área que não reza pela cartilha do pensamento politicamente correto e mais uma vez vai direto ao ponto em artigo que está no Estadão e que transcrevo na íntegra pós este prólogo. O título original é Herói sem nenhum caráter. Magnoli que também passou pelo jornalismo antes de fazer carreira de professor e pesquisador universitário, faz uma perfeita análise da liberdade de imprensa, do comportamento de Lula e seus sequazes e do soturno hacker australiano Julian Assange, criador do Wikileaks e que caiu nas graças da vagabundagem esquerdista mistificadora e antissemita. Vale a pena ler o artigo:

Lula jamais protestou contra o monopólio da imprensa pelo governo cubano e nunca deu um passo à frente para pedir pelo direito à expressão dos dissidentes no Irã. Ele sempre ofereceu respaldo aos arautos da ideia de cerceamento da liberdade de imprensa no Brasil. Mas é incondicional quando se trata de Julian Assange: "Vamos protestar contra aqueles que censuraram o WikiLeaks. Vamos fazer manifestação, porque liberdade de imprensa não tem meia cara, liberdade de imprensa é total e absoluta."
Assange é um estranho herói. No Brasil, o chefe do WikiLeaks converteu-se em ícone da turba de militantes fanáticos do "controle social da mídia" e de blogueiros chapa-branca, que operam como porta-vozes informais de Franklin Martins, o ministro da Verdade Oficial. Até mesmo os governos de Cuba e da Venezuela ensaiaram incensá-lo, antes de emergirem mensagens que os constrangem. Por que os inimigos da imprensa independente adotaram Assange como um dos seus?
A resposta tem duas partes. A primeira: o WikiLeaks não é imprensa - e, num sentido crucial, representa o avesso do jornalismo.
O WikiLeaks publica - ou ameaça publicar, o que dá no mesmo - tudo que cai nas suas mãos. Assange pretende atingir aquilo que julga serem "poderes malignos". No caso de tais alvos, selecionados segundo critérios ideológicos pessoais, não reconhece nenhum direito à confidencialidade. Cinco grandes jornais (The Guardian, El País, The New York Times, Le Monde e Der Spiegel) emprestaram suas etiquetas e sua credibilidade à mais recente série de vazamentos. Nesse episódio, que é diferente dos documentos sobre a guerra no Afeganistão, os cinco veículos rompem um princípio venerável do jornalismo.
A imprensa não publica tudo o que obtém. O jornalismo reconhece o direito à confidencialidade no intercâmbio normal de análises que circulam nas agências de Estado, nas instituições públicas e nas empresas.
A ruptura do princípio constitui exceção, regulada pelo critério do interesse público. Os "Papéis do Pentágono" só foram expostos, em 1971, porque evidenciavam que o governo americano ludibriava sistematicamente a opinião pública, ao fornecer informações falsas sobre o envolvimento militar na Indochina. A mentira, a violação da legalidade, a corrupção não estão cobertas pelo direito à confidencialidade.
Interesse público é um conceito irredutível à noção vulgar de curiosidade pública. Na imensa massa dos vazamentos mais recentes, não há novidades verdadeiras. De fato, não existem notícias - exceto, claro, o escândalo que é o próprio vazamento. A leitura de uma mensagem na qual um diplomata descreve traços do caráter de um estadista pode satisfazer a nossa curiosidade, mas não atende ao critério do interesse público. O jornalismo reconhece na confidencialidade um direito democrático - isto é, um interesse público. O WikiLeaks confunde o interesse público com a vontade de Assange porque não se enxerga como participante do jogo democrático. É apenas natural que tenha conquistado tantos admiradores entre os detratores da democracia.
Há, porém, algo mais que uma afinidade ideológica, de resto precária. A segunda parte da resposta: os inimigos da liberdade de imprensa torcem pelo esmagamento do WikiLeaks por uma ofensiva ilegal de Washington.
No Irã, na China ou em Cuba, um Assange sortudo passaria o resto de seus dias num cárcere. Nos EUA, não há leis que permitam condená-lo. As leis americanas sobre espionagem aplicam-se, talvez, ao soldado Bradley Manning, um técnico de informática, suposto agente original dos vazamentos. Não se aplicam ao veículo que decidiu publicá-los. A democracia é assim: na sua fragilidade aparente encontra-se a fonte de sua força.
O governo Obama estará traindo a democracia se sucumbir à tentação de perseguir Assange por meios ilegais. O WikiLeaks foi abandonado pelos parceiros que asseguravam suas operações na internet. Amazon, Visa, PayPal, Mastercard e American Express tomaram decisões empresariais legítimas ou cederam a pressões de Washington? A promotoria sueca solicita a extradição de Assange para responder a acusações de crimes sexuais. O sistema judiciário da Suécia age segundo as leis do país ou se rebaixa à condição de sucursal da vontade de Washington? Certo número de antiamericanos incorrigíveis asseguram que, nos dois casos, a segunda hipótese é verdadeira. Como de costume, eles não têm indícios materiais para sustentar a acusação. Se estiverem certos, um escândalo devastador, de largas implicações, deixará na sombra toda a coleção de insignificantes revelações do WikiLeaks.
A bandeira da liberdade nunca é desmoralizada pelos que a desprezam, mas apenas pelos que juraram respeitá-la. Assange não representa a liberdade de imprensa ou de expressão, mas unicamente uma heresia anárquica da pós-modernidade. Contudo, nenhuma democracia tem o direito de violar a lei para destruir tal heresia. A mesma ferramenta que hoje calaria uma figura sem princípios servirá, amanhã, para suprimir a liberdade de expor novos Guantánamos e Abu Ghraibs.
"Vamos fazer manifestação, porque liberdade de imprensa não tem meia cara, liberdade de imprensa é total e absoluta." Lula não teve essa ideia quando Hugo Chávez fechou a RCTV, nem quando os Castro negaram visto de viagem à blogueira Yoani Sánchez que lançaria seu livro no Brasil. Não a teve quando José Sarney usou suas conexões privilegiadas no Judiciário para intimidar Alcinéa Cavalcante, uma blogueira do Amapá, ou para obter uma ordem de censura contra O Estado de S. Paulo. Ele quase não disfarça o desejo de presenciar uma ofensiva ilegal dos EUA contra o WikiLeaks. Sob o seu ponto de vista, isso provaria que todos são iguais - e que os inimigos da liberdade de imprensa estão certos.
Alguém notou um sorriso furtivo, o tom de escárnio com que o presidente pronunciou as palavras "total e absoluta"?

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

domingo, dezembro 19, 2010

TUDO QUE É VAZADO DO WIKILEAKS FAVORECE A VAGABUNDAGEM ESQUERDISTA E POLITICAMENTE CORRETA

Leiam esta matéria sobre um vazamento do WikiLeaks que está no site da Falha de São Paulo que transcrevo na íntegra após este prólogo. Incrível, não? O teor é sempre favorável a mistificação e ao apoio ao pensamento politicamente correto. Neste caso, livra a cara de Lula e seus sequazes e ainda enaltece as ditas políticas sociais do PT que em apenas oito anos transformaram o Brasil num país extremamente violento e em franco declínio nas áreas da educação, da ciência e da tecnologia.

Tendo os ditames do pensamento políticamente correto com norte do governo, o PT fez aparecer, além da violência nas ruas onde os botocudos passaram a dominar e a sitiar a população ordeira e que trabalha por conta da suicida política de direitos humanos, os permanentes ataques às escolas e aos professores. E acreditem: o mal que o PT faz à Nação brasileira é algo espantoso e veremos num breve futuro muitos brasileiros abandonando o país para sempre em busca de Nações e lugares que ainda não estejam completamente dominados pelo politicamente correto e que seja possível transitar com relativa segurança pelas ruas.

E um dos principais veículos da disseminação do pensamento politicamente correto é a grande imprensa que escamoteia a verdade dos fatos conforme se pode depreender desta matéria da Falha de São Paulo. Não é à toa que todos os tiranetes vagabundos apóiam esse australiano trambiqueiro. Lula, inclusive já avisou que se dedicará a defender Julain Assange. Leiam:

Diplomatas americanos que assistiram ao declínio sofrido pelo MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) nos últimos anos recomendaram ao governo dos Estados Unidos que continuasse acompanhando as suas ações com atenção.

"Embora a base social do MST tenha encolhido, não desapareceu, e a crise econômica global pode dar gás à causa", escreveu em 2009 o cônsul dos EUA em São Paulo, Thomas White, em telegrama para Washington.
O documento faz parte de pacote com milhares de despachos diplomáticos obtidos pela organização WikiLeaks.

A Folha e outros seis jornais têm acesso antecipado ao material, antes da sua divulgação no site da organização (www.wikileaks.ch).

Os telegramas mostram que os diplomatas se empenharam para entender as razões que levaram o MST a perder força política, consultando especialistas acadêmicos, funcionários do governo e aliados do movimento.

A conclusão dos diplomatas foi que o crescimento da economia, o agronegócio e os programas sociais do governo fizeram minguar o apelo do MST onde ele costumava recrutar militantes, revelam os despachos.

Mesmo assim, os diplomatas disseram a superiores que era cedo para deixar de prestar atenção no movimento.

"A organização está respondendo aos desafios radicalizando suas ações, distanciando-se do presidente e ampliando sua mensagem", anotou White num informe.

A invasão de uma fazenda controlada por um grupo americano em Minas, em 2005, levou a Embaixada dos EUA em Brasília a procurar diretamente as autoridades locais para se informar. A conclusão foi que a ação do MST não tivera nenhuma relação com a nacionalidade dos donos da propriedade. Do portal da Folha.com

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

quarta-feira, dezembro 15, 2010

WIKILEAKS: FUNCIONÁRIOS DO MIT CONSPIRAM CONTRA EUA AJUDANDO A VAZAR DOCUMENTOS

O hacker Adrian Lamo, que ajudou as autoridades americanas a identificar o soldado Bradley Manning como suspeito de vazar documentos sobre a guerra do Afeganistão ao site WikiLeaks, afirmou que dois funcionários do Massachusetts Institute of Technology (MIT) teriam ajudado o militar a ter acesso ao material. As informações são da rede de notícias CNN.

Um dos funcionários do MIT teria contado a Lamo que além de dar o software de criptografia a Manning, ele e o colega teriam ensinado o militar a usar o programa. O hacker se recusou a identificar os funcionários porque teria sido ameaçado.

De acordo com a CNN, os dois técnicos trabalham para Julian Assange, criador WikiLeaks. O site informou que "por medidas de segurança, a identidade das fontes não é discutida". Tanto Lamo como Manning teriam ligações com os  funcionários do instituto pela rede social Facebook.

A porta-voz do MIT, Patti Richards, disse que o instituto "está monitorando a situação de perto, mas não comentará o caso". O advogado de Manning não foi encontrado para esclarecer as declarações feitas por Lamo. 

Bradley Manning - O analista de inteligência do Exército, de 22 anos,  é acusado de ser o responsável pelo vazamento de documentos confidenciais sobre a guerra do Afeganistão. Na última sexta-feira, os EUA informaram que ele ficará preso durante as investigações sobre o caso. Manning  foi transferido do Kuwait para uma brigada do Corpo de Fuzileiros Navais, no estado da Virgínia (EUA).

Ele foi preso em junho depois de ser acusado de divulgar, também por meio do WikiLeaks, o vídeo de um ataque aéreo das tropas americanas contra civis iraquianos, em 2007. 

Vazamento - Cerca de 92.000 documentos foram divulgados pelo Wikileaks com detalhes inéditos da guerra no Afeganistão, retirados dos arquivos do Pentágono e de outros relatórios sobre operações no período entre 2004 a dezembro de 2009. Os arquivos secretos constrageram os Estados Unidos ao mostrar as dificuldades que as tropas deste país enfrentam no conflito. Do portal da revista Veja

WIKILEAKS: SUÉCIA RECORRE E JULIAN ASSANGE DEVERÁ PERMANECER EM CUSTÓDIA

A Promotoria sueca recorrerá à decisão de um juiz britânico de libertar Julian Assange, o fundador do WikiLeaks, sob pagamento de fiança, o que manterá o australiano mais dois dias preso em Londres, informaram os advogados de Assange nesta terça-feira, 14.

Mark Stephens, representante do australiano, criticou as autoridades suecas por não terem acatado a decisão do juiz britânico, que autorizou a libertação de Assange após o pagamento de 200 mil libras.

A próxima audiência de Assange, que é acusado de crimes sexuais na Suécia, está marcada para o próximo dia 11 de janeiro. O australiano estava preso há uma semana, quando se entregou às autoridades britânicas para cooperar com as investigações sobre suas acusações.

Nesta terça, o juiz Howard Riddle concedeu liberdade ao australiano até a próxima audiência sobre o caso. Ele disse que Assange deve se manter em "condições estritas" enquanto enfrenta o processo de extradição da Suécia.

Entre as condições, Assange terá de usar, quando for libertado, um dispositivo eletrônico que controlará sua localização. Além disso, precisará se apresentar à polícia diariamente às 18 horas e deverá ser mantido em custódia durante dois períodos fixos. 

Assange é considerado o responsável pelo vazamento dos mais de 250 mil documentos americanos, que começou no dia 28 de novembro e causou constrangimento às autoridades americanas por ter revelado segredos da política externa dos EUA. Washington classificou a ação como irresponsável e como uma ameaça à segurança nacional. Do portal do Estadão

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

terça-feira, dezembro 14, 2010

DANIEL PIPES: Ducha de água fria no WikiLeaks

O escritor e ensaísta americano Daniel Pipes, expert em Oriente Médio e Islã, revela a partir de um dos 'cables' vazados pelo WikiLeaks, como a diplomacia árabe-islâmica usa a estratégia da trapaça, ou seja, para os diplomatas ocidentais diz uma coisa e para o seu público interno outra completamente diferente e voltada a açular o estado de beligerância permanente contra o Ocidente e, particularmente, contra os Estados Unidos, Israel e o povo judeu. Vale a pena ler o artigo denso em informações e links. Leiam:
De todas as revelações do WikiLeaks, a mais fascinante é a que revela que vários líderes árabes exortaram o governo americano a atacar as instalações nucleares iranianas. Mais notoriamente, o Rei Abdullah da Arábia Saudita solicitou a Washington que "cortasse fora a cabeça da cobra". De acordo com o consenso quase universal, essas declarações desmascaram a política dos sauditas e de outros políticos.
Mas, será que é necessariamente assim? Há duas razões para dúvidas.
Primeira, conforme observa de forma astuta Lee Smith, os árabes poderiam meramente estar dizendo aos americanos o que eles acreditam que os americanos queiram ouvir: "Nós sabemos o que os árabes dizem aos diplomatas e aos jornalistas a respeito do Irã", escreve ele, "mas nós não sabemos o que eles realmente pensam sobre o seu vizinho persa". Seus apelos poderiam fazer parte de um processo de diplomacia, que envolve espelhar os receios e desejos do seu aliado como se fossem seus próprios. Assim sendo, quando os sauditas alegam que os iranianos são seus inimigos mortais, os americanos tendem a aceitar sem reservas esse compartilhamento de interesses; contudo, sustenta Smith, "as palavras proferidas pelos sauditas aos diplomatas americanos não têm a intenção de nos fornecer uma janela transparente adentro do pensamento da Casa Real e sim para nos manipular com o objetivo de servir aos interesses da Casa de Saud". Como podemos saber se eles estão dizendo a verdade apenas baseando-nos no fato de gostarmos do que eles estão dizendo?
Nasser,notório trapaceiro
Segunda, como julgar a discrepância entre o que os líderes árabes dizem aos seus interlocutores Ocidentais sotto voce e o que eles alardeiam para as suas massas? Observando o costume a partir dos anos 30 do século passado, eu notei em uma pesquisa realizada em 1993 que sussurros têm menos importância do que gritos: "Pronunciamentos públicos contam mais do que comunicações privadas. Nenhuma das duas fornece um guia infalível, pelo fato dos políticos mentirem tanto em público quanto em particular, mas o primeiro prevê melhor as ações que o segundo".
O conflito árabe israelense, por exemplo, teria acabado há muito tempo se fossemos acreditar nas confidências relatadas aos Ocidentais. Veja o exemplo de Gamal Abdel Nasser, o homem forte do Egito de 1952 a 1970, que foi incontestavelmente o político que arrastou Israel para a permanente obsessão das ações políticas do Oriente Médio.
Segundo Miles Copeland, agente da CIA que tinha ligação com Abdel Nasser, o presidente egípcio considerava a questão palestina "irrelevante". Contudo, em público Abdel Nasser promovia de forma incessante o seu programa antissemita, gerindo-o de tal maneira a se tornar o líder árabe mais poderoso da sua era. Suas confidências a Copeland, em outras palavras, acabaram se mostrando inteiramente ludibriantes.
O mesmo padrão se aplica às peculiaridades. Ele falava em particular com diplomatas Ocidentais sobre a sua disposição em negociar com Israel; mas ao discursar para o mundo, rejeitava a própria existência do estado judeu bem como qualquer acordo com ele. Por exemplo, após a guerra de 1967, Abdel Nasser sinalizou secretamente aos americanos sua disposição em assinar um acordo de não beligerância com Israel "com todas as suas consequências", enquanto que publicamente rejeitava negociações e insistia que "Aquilo que foi conquistado pela força será recuperado pela força". A declaração pública, como de costume, definia a sua real política.
Os gritos de Abdel Nasser não só ofereciam uma orientação mais precisa sobre suas ações do que seus sussurros, como ele próprio admitiu tacitamente, dizendo a John F. Kennedy que "alguns políticos árabes estavam fazendo declarações públicas hostis quanto à Palestina e em seguida contatavam o governo americano para suavizar sua aridez ao expor que suas declarações eram dirigidas ao consumo árabe local". Desse modo Abdel Nasser descrevia com precisão seu próprio comportamento.
Arafat: mestre da empulhação
Contrariamente, ao falarem em particular, não aos Ocidentais e sim aos seus compatriotas, os líderes árabes às vezes revelavam a verdade. De maneira memorável, o líder palestino Iasser Arafat, assinou em público os Acordos de Oslo em 1993 reconhecendo Israel, mas expressou suas verdadeiras intenções em particular quando apelou aos muçulmanos em uma mesquita na África do Sul "a virem e lutarem e a iniciarem a jihad para libertar Jerusalém".
É intuitivo privilegiar o confidencial sobre o manifesto e o privado sobre o público. Entretanto, a política do Oriente Médio mostra repetidamente que se sai melhor aquele que lê os comunicados da imprensa e ouve os discursos do que os que confiam nos telegramas diplomáticos. Opiniões comunicadas confidencialmente podem ser mais sinceras, mas como observa Dalia Dassa Kaye da Rand Corporation", o que os líderes árabes dizem às autoridades dos Estados Unidos e o que eles podem fazer nem sempre bate". As massas ouvem as diretrizes; as autoridades Ocidentais de alto nível ouvem a sedução.
Essa regra prática explica porque observadores distantes frequentemente vêem o que a diplomacia e os jornalistas próximos não conseguem enxergar. Isso também levanta dúvidas sobre a utilidade da avalanche de dados do WikiLeaks. No final, ele pode nos atrapalhar mais do que esclarecer sobre o que sabemos da política dos árabes. Tradução: Joseph Skilnik READ in english


CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

WIKILEAKS: JULIAN ASSANGE SOLTO SOB FIANÇA

O fundador do site de vazamentos WikiLeaks, Julian Assange, preso no Reino Unido acusado de crimes sexuais cometidos na Suécia, teve sua soltura sob fiança determinada nesta terça-feira (14) por um tribunal britânico. 

O juiz Howard Riddle, do tribunal de primeira instância de Westminster, em Londres, liberou o australiano sob condições, até a próxima audiência do caso, marcada para 11 de janeiro de 2011.

Assange, de 39 anos, é acusado de conduta sexual indevida contra duas voluntárias do WikiLeaks durante uma passagem pela Suécia. 

'Boicote'
Mais cedo nesta terça, Assange criticou duramente as operadoras de cartões de crédito Visa e Mastercard e a empresa de pagamentos na internet PayPal, que bloquearam as doações ao portal desde que ele foi detido em Londres.
"Agora sabemos que Visa, Mastercard e PayPal são instrumentos da política externa dos Estados Unidos. É algo que ignorávamos", afirmou Assange a sua mãe, Christine, que repassou o comunicado à emissora Channel 7 e ao jornal "The Age".

A denúncia acontece depois de as empresas citadas, assim como a Amazon, terem rompido seus vínculos com Assange e o WikiLeaks. As companhias negaram motivações políticas.

Ativistas online lançaram a Operation Payback para "vingar" o WikiLeaks de empresas e entidades que consideram como responsáveis por obstruírem operações do site. Eles tiraram do ar temporariamente páginas das empresas de cartões de crédito, além do site do governo sueco, na semana passada. Do portal do Estadão

SAIBA O QUE ESTÁ POR TRÁS DO WIKILEAKS 

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER 

segunda-feira, dezembro 13, 2010

WIKILEAKS E O BUNKER DOS PIRATAS SUECOS


Vídeo de reportagem no interior do bunker
O bunker, os servidores e a turma do Wikileaks operando
O portal da revista Veja publicou neste domingo uma matéria revelando que os documentos que estão sendo vazados pelo internet estão hospedados num grande data center localizado em Estocolmo, que pertende à empresa denominada Bahnhof. Trata-se de um verdadeiro bunker construído durante a guerra fria. Ilustro como fotos que podem ser vistas em ângulo de 360°. Acrescento, entretanto conforme está acima, um vídeo do portal sueco TV 4Play, mostrando uma reportagem realizada dentro do próprio bunker. Após o texto do portal da Veja, faço uma rápida análise que pode acrescentar algumas informações que deveriam ser melhor apuradas pela revista Veja, que possui excelente estrutura de cobertura jornalística. O texto de Veja, como vocês podem constatar explora apenas o aspecto futurístico desse data center que se transformou em notícia depois que passou a abrigar os 250 mil documentos referentes ao 'cables' das embaixadas americanas que Wikileaks está vazando a conta-gotas. Fazendo uma pesquisa na internet descobri algumas coisas interessantes e com viés de mistério. Leiam o que está no site da Veja. Na sequência comento:

Parece o cenário de um filme de James Bond - e, pelo que se ouviu sobre o WikiLeaks nas últimas semanas, isso não é coincidência. O site que provocou um terremoto nas relações internacionais ao revelar milhares de documentos sigilosos da diplomacia americana está abrigado num bunker construído nos tempos da Guerra Fria. Tudo para proteger os arquivos de conteúdo explosivo obtidos pela equipe do polêmico Julian Assange. Nas imagens abaixo - que o site de VEJA revela com exclusividade - é possível fazer um passeio virtual pelo local onde estão os servidores do WikiLeaks (na primeira foto) e pela sala onde os responsáveis pelo site trabalham. O bunker, capaz de resistir até a um ataque com bomba nuclear, fica 30 metros abaixo da cidade de Estocolmo, na Suécia. Foi escavado numa montanha e possui uma só entrada, protegida por uma porta metálica de meio metro de espessura. Pertencente a uma empresa chamada Bahnhof, o bunker tem geradores de energia retirados de antigos submarinos alemães. A seguir, as fotos em 360º do esconderijo. 

MEU COMENTÁRIO: Ainda não consegui saber quem construiu essa caverna no subsolo de Estocolmo. É uma construção que tem em mira a segurança contra eventual bombardeio atômico e provavelmente foi edificada pelo Estado sueco, suponho. A Bahnhof, a empresa que possui o data center dentro dessa enorme caverna escavada em rocha foi fundada em 1994 pelo empresário, escritor, ativista e blogueiro Oscar Swartz que se desligou da empresa em 2004. Em 2005 começou a editar o blog Texplorer, voltado à tecnologia, compartilhamento de arquivos e questões relativas à propriedade intelectual. No blog, Oscar Swartz fala muito sobre o WikiLeaks e se diz feliz pelo fato de que a Bahnhof mantém a tradição de liberdade da internet pelo fato de hospedar o site de Assange.

Ocorre, como já afirmei aqui no blog, que o WikiLeaks é, a rigor, um site que estimula à prática de crime de espionagem, já que disponibiliza ferramenta com a segurança da criptografia para que qualquer pessoa que faça a postagem de arquivos de qualquer natureza, dentre eles aqueles que podem ser considerados sigilosos por envolver informações que tratam da segurança dos cidadãos de um país. A verdade é que o site acolhe um ato criminoso.

Segundo consta, Jon Karlung, o Presidente da Bahnhof, ao ser entrevistado pela imprensa sobre o fato do site WikiLeaks estar hospedado em sua empresa, alegou que se trata apenas de um cliente como outro qualquer.
Aqui surge a indagação: quem financia o WikiLeaks?, já que hospedagem em data center com o nível de sofisticação do Bahnhof custa dinheiro.

Outro detalhe que já reportado pela imprensa é que o WikiLeaks não constitui nenhuma empresa do ponto de vista legal. A empresa seria o próprio australiano Julian Assange, que agora está preso em Londres em virtude de acusação de crime sexual cometido na Suécia para onde deverá ser deportado.

Surge outra indagação: por que Assange vivia na Suécia? Pelo que está no noticiário diluído em vários sites da internet WikiLeaks pode não ser uma empresa constituída oficialmente e pelas leis que regem a atividade empresarial, mas está amparada por um novo tipo de organização que surge a partir da internet e que não necessita, objetivamente, de qualquer sede e endereço.

Notem que esse novo tipo de atividade une seus associados através da grande nuvem de computadores, embora haja necessidade, justamente por razões de segurança, da existência dos data center, empresas que hospedam sites e outras que oferecem serviço de back-up, isto é, o mecanismo para evitar a perda de dados de um sistema de informação.

O que não deixa também ser estranho e que está assinalado na matéria do portal da revista Veja é o fato de que o bunker que abriga a Bahnhof possui geradores de energia que foram retirados de antigos sumarinos alemães.

Outro fato: Bahnhof, o nome da empresa sueca é grafado em alemão e quer dizer "estação" (estação de trem, por exemplo).

Todos esses pequenos (ou grandes?) mistérios desaguam num ponto que fica evidente: o domínio do pensamento politicamente correto que assola o mundo neste século XXI e que tem na Europa aquilo que se poderia denominar seu quartel-general.

O fundador da Bahnhof, o empresário-ativista Oscar Swartz do qual falo no início deste texto, é membro do recém criado "Partido Pirata" que postula uma legislação global que permita a emergência da sociedade da informação. Ideologicamente pretende situar-se fora do espectro direita-esquerda. Defende a privacidade dos cidadãos e a transparência total das atividades estatais. Tem viés libertário apenas num sentido: coloca-se contra as leis anti-terror criadas pelas nações democráticas para a defesa de seus cidadãos mas parece não se incomodar com as nações totalitárias islâmicas que avançam com extraordinária desenvoltura contra o mundo Ocidental.

Curioso é que essa gente 'descolada' e dita 'libertária' deseja a flexibilidade da legislação dos países democráticos, enquanto as ditaduras islâmicas fazem explodir homens-bomba, como ocorreu neste sábado em pleno centro de Estocolmo, justamente a capital da Suécia!, concidentemente em cima do bunker que abriga a agora famosa Bahnhoff e os arquivos do WikiLeaks!

Há também um forte movimento na Suécia denominado em sueco Piratebyran, ou seja, Bureau Pirata que defende a quebra da propriedade intelectual e que sofre oposição do Anti-Piratebyran. Recentemente a Banhoff foi investigada pela polícia sueca por causa de problemas ligados a direitos autorais. 

Como vocês podem observar por trás do WikiLeaks parece haver uma poderosa rede de apoio internacional e que conta com a simpatia de todas as correntes que professam o pensamento politicamente correto, que são basicamente antiamericanas e antissemitas. Não custa lembrar que logo que surgiram os primeiros vazamentos do WikiLeaks, o seu 'proprietário' Julian Assange foi destaque no portal da Al Jazeera, a rede internacional de televisão islâmica, conforme noticiei aqui no blog. E foi a Al Jazeera que noticiou que o Equador, do tirano Rafael Correa estaria pronto a receber Assange como refugiado. Alguns dias depois o governo boliviano de Evo Morales abriu espaço para os vazamentos do Wikileaks no portal do próprio governo. 

Para concluir: o affaire WikiLeaks é apenas a ponta do iceberg do tenebroso ativismo politicamente correto que já possui representação política oficial, haja vista que o Partido Pirata da Suécia tem representação no Parlamento. Esse ativismo político que se coloca acima daquilo que a filosofia política clássica conceitua como esquerda e direita, goza da indisfarçável simpatia das tiranias e do terrorismo que vêem de camarote os valores da civilização ocidental serem estraçalhados, pasmem, pelos próprios cidadãos beneficiários da liberdade e da democracia do Ocidente.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

quinta-feira, dezembro 09, 2010

WIKILEAKS, A ESTUPIDEZ DE LULA E O JORNALISMO IDIOTA

Há pouco escutava a rádio CBN da Rede Globo quando o locutor chamou uma repórter de Brasília que cobria um discurso do Lula em defesa do australiano Julilan Assange criador do WikiLeaks. Lula colocou o caso da prisão de Assange, que é por acusação de crime sexual, como um atetando à liberdade de imprensa. E abriu a boca para mais uma vez soltar perdigotos de estupidez e ignorância oportunidade em que exercitou a dramaturgia de botequim para dizer que não tinha ouvido nenhum protesto em defesa da liberdade de imprensa.

Ora, é claro que não há nem haverá nenhum protesto em defesa da liberdade de imprensa porque não é isto que está em questão no caso do WikiLeaks. Se algum assunto é vazado a imprensa tem o dever de noticiar e é o que está fazendo.

Ocorre, para usar uma expressão ao nível da boçalidade de Lula, que o buraco é mais embaixo. O que na verdade aconteceu foi um crime de espionagem praticado por um soldado americano. De outra parte, Julian Assange criou um site na internet que estimula o crime de espionagem e isto é um fato que a imprensa também tem o dever de debater. Se Lula defende o Assange é porque é chegado à quebra de sigilos, principalmente os sigilos fiscais e bancários de cidadãos brasileiros que não comungam com a vagabundagem do PT.

Se quiserem saber o que Lula afirmou recomendo então que leiam matéria que está no site da revista Veja, que pelo menos apontou já no lead as contradições do Apedeuta boquirroto.

Voltando ao noticiário da CBN, o que foi ao ar pela emissora permite aferir o grau de estupidez de seus jornalistas. Reproduziram Lula dizendo aquele montão de bobagens e cuidaram de destacar a seqüência de aplausos. A notícia ficou por aí mesmo de forma acrítica como se Lula tivesse carradas de razão levando o ouvinte menos avisado a uma interpretação completamente equivocada a respeito do affaire WikiLeaks e, sobretudo, com relação ao que seja de fato liberdade de imprensa.

A maioria dos brasileiros é completamente desinformada. Nem sabe o que quer dizer Wiki e nem Leaks. Não faz a mínima idéia do que ocorre na realidade.

Neste caso o rádio, que é um dos meios mais populares de difusão da notícia depois da televisão, teria que acrescentar uma correta interpretação dos fatos e mostrar que Lula é um mistificador, um mentiroso que usa da boa fé da grande massa desinformada para iludir. A imprensa tem de revelar a verdade, ou seja, que Lula usa esse ardil para escamotear o projeto do PT de garrotear a imprensa com o tal 'controle social da mídia' que vai ao Congresso em forma de projeto de lei.

Leitores de blog constituem uma minoria de pessoas bem informadas e que, por certo, diríam, pelo que expus até aqui, que eu não posso exigir que a imprensa brasileira faça jornalismo de verdade porque a rádio CBN, toda a Rede Globo e a maioria dos jornalões da grande imprensa fazem apenas o jogo do esquerdismo botocudo.

Sim, é isso aí. E tem mais. Não só os jornalistas desses veículos andam com a carteirinha do PT no bolso, mas todos os dirigentes da FENAJ e todos os sindicatos de jornalistas do Brasil. Juntos ele constituem a tropa de choque do PT que postula o domínio dos veículos de comunicação. Em parte já conseguiram, mas não suportam que existam blogs como este aqui. Não me canso de afirmar: o Brasil é o único país do mundo em que os jornalistas defendem a censura à impresa. A FENAJ, a Federação Nacional de Jornalistas, órgão máximo da representação da 'categoria', foi articuladora da Confecom, aquela conferência fajuta que originou a lei da mordaça que o PT quer implantar no Brasil, bem como os 'conselhos de comunicação' que estão sendo criados nos Estados.

Além disso, a maioria dos jornalistas e eu os conheço muito bem pois estou nessa praia há quase 40 anos, é constituída de completos imbecis e idiotas que não estudam e nunca estudaram. Além disso, são destituídos daquilo que é raríssimo no cérebro dos humanos: a inteligência. E o caso que exponho neste post é a prova inconteste dessa nefasta realidade, ou seja, a mídia brasileira tornou-se a principal difusora da mentira e da empulhação. 

E não posso deixar escapar a oportunidade de proclamar: a rádio CBN e a Rede Globo são feitas por um formidável batalhão de idiotas e, claro, alguns oportunistas catadores de caraminguás oficiais que podem estar aguardando uma boquinha a ser eventualmente concedida por Helena Chagas.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

WIKILEAKS: QUANDO UM CRIME DE ESPIONAGEM PODE VIRAR UM NEGÓCIO RENTÁVEL NA INTERNET

Site já está na web e comercializa busca do material vazado
O WikiLeaks já começa a se desdobrar em outro sites paralelos e o estoque dos'cables já está sendo utilizado comercialmente, como por exemplo nessa ferramenta de busca CableSearch. O site é mantido pelo Centro Europeu de Pesquisa Assistida por Computador Eccar juntamente com a Associação Holandesa-Flamenga para Jornalistas Investigativos VVOJ.  

O site se propõe a fornecer os documentos à medida que o WikiLeaks vai procedendo o vazamento e formando um banco de dados. A ferramenta procura facilitar o acesso ao material pelos jornalistas, conforme consta na apresentação do serviço.

O esquema é o seguinte: o interessado inscreve seu email e passará a receber notificações das informações que solicita. O site oferece gratuítamente alertas com resumo semanal ou diário. Já para receber os resumos a cada quatro horas por email o interessado terá que pagar 10 euros por mês; a cada duas horas o custo se eleva para 20 euros/mês e a cada hora 25 euros/mês. Para ter a informação na hora em que é desovada pelo WikiLeaks terá que desembolsar 50 euros/mês. 

Como o WikiLeaks afirma possuir mais de 250 mil cables para vazar e calcula que uma pessoa para ler todo esse material levaria 70 anos, um fabuloso esquema comercial pela internet que começa a ser montado em torno desse crime de espionagem. Veja AQUI como funciona o CableSarch


terça-feira, dezembro 07, 2010

FAMOSOS 'DESCOLADOS' TENTAM LIVRAR FUNDADOR DO WIKILEAKS DA CADEIA. SEM SUCESSO.



Uma socialite, um cineasta e um veterano jornalista se apresentaram como testemunhas nesta terça-feira (7) em um tribunal londrino numa frustrada tentativa de impedir que Julian Assange, fundador do site WikiLeaks, permaneça preso enquanto aguarda o processo de extradição para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais.

Assange fez sua primeira aparição pública desde a divulgação de mais de 250 mil comunicações diplomáticas sigilosas dos EUA na semana passada. Foi no banco dos réus da Primeira Vara do tribunal de Westminster, bem perto do Parlamento britânico e do rio Tâmisa.

Vestindo paletó azul-marinho e camisa branca com colarinho aberto, Assange deu um meio sorriso e acenou duas vezes para jornalistas na tribuna antes de se sentar, ao lado de dois guardas, e por trás de altos painéis de vidro reforçado.

O australiano assistiu impassivelmente enquanto seus advogados convocavam várias testemunhas destacadas, e cada uma ofereceu US$ 31,6 mil para convencer o tribunal a permitir que ele aguarde o processo em liberdade.
O cineasta Ken Loach, conhecido por filmes engajados como 'Ventos da Liberdade,' disse admirar Assange. 'O trabalho que ele tem feito é um serviço público,' afirmou ele perante o tribunal lotado. 'Temos direito de conhecer as tratativas daqueles que nos governam.'

O premiado jornalista australiano John Pilger disse ter Assange 'em altíssima conta,' e afirmou que as acusações de violência sexual contra duas mulheres na Suécia são infundadas.

'Essas acusações contra ele na Suécia são absurdas e foram julgadas absurdas por um promotor sueco de alto escalão,' disse Pilger. 'Seria uma farsa se Assange for levado para dentro desse tipo de sistema sueco.'

A socialite britânica Jemima Khan, ex-mulher do político e ex-jogador de críquete paquistanês Imran Khan, se disse preparada para oferecer 'qualquer quantia necessária' para a fiança.

Apesar da enorme atenção mundial sobre Assange e o WikiLeaks, o juiz Howard Riddle lembrou ao tribunal que a audiência não tem nada a ver com o site criado por ele, que é especializado no vazamento de documentos sigilosos. Ele qualificou de 'extremamente sérias' as acusações de violência sexual imputadas a Assange, de 39 anos.

A advogada de acusação Gemma Lindfield, representando o governo sueco, disse que Assange é acusado de cometer quatro agressões sexuais contra duas mulheres em agosto em Estocolmo. Em ambos os casos, ele é acusado de ter feito sexo sem preservativos, à revelia das mulheres, que foram identificadas apenas como 'Srta. A' e 'Srta. W.' Do portal G1

JULIAN ASSANGE, FUNDADOR DO WIKILEAKS, SE ENTREGA E É PRESO EM LONDRES

O misterioso e excêntrico Assange está preso em Londres
O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, foi preso nesta terça-feira, 7, informou a polícia metropolitana de Londres. A detenção foi realizada com base em uma ordem de prisão emitida na Suécia, onde o australiano é acusado de estupro.

Um representante legal de Assange havia dito na segunda-feira que ele e seu cliente estavam em negociações para que ele se apresentasse à polícia britânica. O australiano se entregou acompanhado de Mark Stephens e Jennifer Robinson, seus advogados britânicos. Sua rendição foi feita sem alarde para evitar a aglomeração de repórteres na delegacia. Seu paradeiro não havia sido divulgado anteriormente.

Um vídeo de Assange será divulgado ainda nesta terça, embora não haja detalhes sobre seu conteúdo. Segundo o comunicado da Polícia Metropolitana, Assange deve comparecer ao tribunal de magistrados de Westminster ainda nesta terça-feira. Há fotógrafos e jornalistas posicionados perto do local.

Em um artigo publicado no jornal The Australian antes de sua prisão, Assange critica a forma como os EUA têm lidado com os vazamentos. No texto, ele diz que os americanos julgam os documentos de formas contraditórias, alegando que eles colocam vidas em perigo, mas que ao mesmo tempo eles não são significativos.

O australiano, de 39 anos, cujo site recentemente causou constrangimento aos EUA por divulgar mais de 250 mil documentos diplomáticos sigilosos, nega as acusações de crime sexual. Os crimes pelos quais ele é acusado teriam sido cometidos em agosto deste ano, em Estocolmo e Enkoping, 80 quilômetros a noroeste da capital sueca.

Promotores suecos abriram, suspenderam, e depois reabriram a investigação sobre as alegações. O crime de que ele está sendo acusado é o menos grave de três categorias de estupro. A pena máxima prevista é de quatro anos na prisão.

Se um juiz aprovar, sua extradição será autorizada e não irá violar seus direitos. Então, o juiz ordenará a extradição do fundador do WikiLeaks, apesar de ele ainda poder recorrer contra a decisão em instâncias mais elevadas. 

O advogado sueco de Assange disse que seu cliente lutaria contra a extradição e que acredita que as potências estrangeiras estão influenciando a Suécia. Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: Agora é esperar para ver quais as entidades de direitos humanos que sairão em defesa do chefe do WikiLeaks. É de estranhar que estas informação que do início da manha desta terça-feira não seja destaque nos portais dos jornalões.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

sábado, dezembro 04, 2010

VAZAMENTOS DO WIKILEAKS AJUDAM OBAMA?

O jornalista Anthony G. Martin, do portal americano de análises e notícias Examiner.com , faz uma análise a respeito dos documentos vazados pelo WikiLeaks que, em grande medida, coincide com um post que escrevi aqui no blog ontem detectando o nítido antiamericanismo que emerge da revelação desses documentos e o tratamento que lhe vem dando amplos setores da grande mídia internacional.

Outro aspecto que tem a ver com o inusitado vazamento de WikiLeaks é o fato de que ocorre num momento em que Barack Obama amarga a ressaca das últimas eleições parlamentares americanas quando foi o grande derrotado nas urnas tendo perdido inclusive a maioria da Câmara de Representantes. Acresce a isso o fato de que pesquisas de opinião recentes apontam para o notório desgaste de Obama fulminando sua pretenção de reeleger-se em 2012.

Faço a seguir um resumo do artigo de Anthony Martin, oferecendo ao final o link para leitura no original em inglês.

Segundo Martin, o consenso das principais agências de notícias internacionais parece ser o de que não houve nenhum dano perceptível a Barack Obama. "Evidencia-se - adverte - que o conjunto desses vazamentos reflete a carreira de Obama, fundada numa escola de pensamento voltada a culpar a América primeiro."

Martin salienta que  "o Presidente foi duramente crítico das políticas dos EUA desde o início de sua carreira política em Illinois. Seus colaboradores mais próximos e os amigos tendem a fazer parte do setor de extrema esquerda que vê os Estados Unidos como a maior fonte dos males do mundo sem falar no desejo dos esquerdistas americanos de implodir os Estados Unidos por dentro e reconstruir o país usando o modelo coletivista em vez do modelo baseado na liberdade consagrada na Constituição."

E acrescenta: "O mote das informações contidas nos vazamentos é inteiramente coerente com o modus operandi de culpar a América primeiro". As revelações feitas nos documentos sigilosos que foram divulgados "podem servir de base para quem está interessado em promover a decadência dos Estados Unidos a fim de reestruturar o país utilizando o modelo definido por Saul Alinsky, de quem Obama é discípulo", anota Martin.

Ao final Martin pergunta se não existiria uma conexão de forças por trás do trono que apóia Obama funcionando como mentor do WikiLeaks de Julian Assange? "Pelo menos algumas evidências sugerem essa possibilidade', observa o articulista. Entretanto, conclui, que "mesmo se nada disso fosse verdade é muito claro que Assange e aqueles que o apóiam têm a intenção de causar prejuízos para os Estados Unidos, mas não para Barack Obama. CLIQUE AQUI Para ler o artigo de Anthony Martin na íntegra – Read MORE in english

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

WIKILEAKS, A LIBERDADE E O DIREITO

O popular site de pagamentos pela internet PayPal decidiu cancelar a conta aberta pelo WikiLeaks para arrecadar doações, segundo informou a própria empresa americana.

A notícia foi confirmada neste sábado também pelo WikiLeaks, o site que no domingo passado começou a divulgar mais de 250 mil mensagens diplomáticas dos Estados Unidos e que neste sábado, por meio do Twitter, relatou: "PayPal exclui WikiLeaks após pressão do governo dos Estados Unidos".

Em comunicado, o PayPal, explicou que a medida foi tomada devido ao fato de que a organização do australiano Julian Assange tinha violado a "política" do site.

Um dos requisitos exigidos pelo PayPal é que "não seja utilizado para atividades que encorajem, promovam, facilitem ou instruam pessoas a realizarem atividades ilegais", motivo que foi argumentado para o fechamento da conta do WikiLeaks.

A decisão do PayPal se une às de outros provedores que decidiram deixar de trabalhar com WikiLeaks, como o Amazon, que na quarta-feira parou de disponibilizar seus servidores à empresa de Assange, o que o obrigou a buscar alternativas imediatas para manter as páginas em funcionamento. Do portal Folha.com 

MEU COMENTÁRIO: Eis um fato: o WikiLeaks na verdade estimula que cidadãos burlem as leis de seus respectivos países. Do ponto de vista jurídico o site Pay Pal está correto nas regras que impõe aos usuários. Basta a simples hipótese de que o Pay Pal permitisse que uma organização terrorista usasse o sistema de pagamentos online para arrecadar fundos destinados a financiar ações terroristas. 

O mesmo sigilo legal que serve para garantir a segurança de um país é o mesmo que abre a oportunidade para que funcionários governamentais façam dessa prerrogativa um meio para agir ilicitamente. O ato delituoso, contudo, representa um comportamento desviante da norma  legalmente acordada e sancionada dentro dos cânones do Estado de direito democrático.

Nos países democráticos o direito à vida é algo inquestionável, embora assassinatos sejam cometidos todos os dias. Contudo é algo impensável numa sociedade civilizada que os cidadãos postulem a ausência de normas punitivas em relação aos deliquentes. O Direito, contudo, não está sendo questionado.

Da mesma forma os cidadãos de uma Nação democrática jamais irão abrir mão de seu direito à segurança e aí o sigilo guardado por agentes policiais em suas investigações são fundamentais para desbaratar as ações do terrorismo e outros tipos de deliquência, ainda que esse mesmo sigilo possa ser usado em proveito criminoso por agentes da lei e da ordem. 

Como se pode notar a questão não é tão simples assim como é apresentada pelo WikiLeaks e interpretada de forma ligeira pela mídia com base no pensamento politicamente correto.

WIKILEAKS RETRÔ: VOLTAM OS DISCOS VOADORES

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, disse nesta sexta-feira, 3, que mais de 100 mil pessoas receberam os documentos secretos divulgados no domingo por seu site e que, por isso, "a História vencerá", já que a distribuição do material está garantida.

"O arquivo Cable Gate foi difundido, junto com informações importantes dos EUA e de outros países, para mais de 100 mil pessoas em formato criptografado. Se alguma coisa acontecer conosco, as partes mais importantes serão divulgadas automaticamente. A história vencerá. O mundo será um lugar melhor. Vamos sobreviver? Isso depende de vocês", disse Assange.

O fundador do WikiLeaks respondeu a perguntas de leitores do jornal britânico The Guardian online nesta sexta. No domingo, o seu site iniciou a divulgação de mais de 250 mil documentos diplomáticos dos EUA, revelando segredos da política externa americana e gerando constrangimento em vários dos governos envolvidos.

Assange disse que queria manter a organização sem uma "face conhecida". "Eu tentei fazer com que a organização não tivesse uma imagem, porque eu queria que os egos não fizessem parte de nossas atividades. Mas no final, o alguém deve nos representar ante o público", disse.

O australiano, porém, se esquivou de uma pergunta delicada de um leitor que se dizia um ex-diplomata britânico. "Ajudei a coordenar ações contra um regime brutal nos Bálcãs e a impor sanções em estados que ameaçavam fazer limpeza étnica. Nada disso seria possível sem a segurança e a privacidade das correspondências diplomáticas. Você não deveria ser responsabilizado por uma eventual crise na diplomacia?", disse o leitor. Assange, por sua vez, disse que responderia se a questão não fosse precedida de "um enorme editorial".

Assange disse que o "WikiLeaks está um pouco atrasado". Ele esperava menos que quatro anos para que o site fosse reconhecido internacionalmente. Entre outras coisas, o australiano revelou há documentos que serão publicados em breve referentes a óvnis sem dar mais detalhes. Do site do Estadão

MEU COMENTÁRIO: Até prova em contrário, esse Assange é um chantagista. Como já disse aqui, jornalismo não faz ameaça. Assange não é jornalista.

Agora deixou todos os ufólogos arrepiados. Vêm aí 'documentos' sobre discos voadores...hummm...

sexta-feira, dezembro 03, 2010

WIKILEAKS: MISTÉRIO E ANTIAMERICANISMO

Todas as histórias que cercam o australiano criador do WikiLeaks são no mínimo controvertidas. Por enquanto o que salta aos olhos é que a divulgação do conteúdo dos ditos "cables' telegramas (que coisa mais antiga no no tempo da internet) tentam causar prejuízo aos Estados Unidos.

Observem: WikiLeaks anunciou que seu site estava sendo alvo de hackers e por isso teve que contratar os serviços de outra empresa. Foi buscar justamente uma empresa americana, a Amazon, pioneira na venda de livros pela internet e que também opera no mercado de hospedagem de sites.

Não deixa de ser intrigante. Logo uma empresa como a Amazon topa hospedar um site, o WikiLeaks, que não não é Wiki coisa nenhma, já que não permite, como a Wikipedia, que os eventuais colaboradores possam postar textos. O site do Assange é primário face ao que existe hoje na web e privilegia apenas uma ferramenta para acolher documentos vazados ao arrepio da lei. Do ponto de vista jurídico isto se revela pura espionagem.

De outra parte, o Wikileaks não é um site jornalístico. Cheira mais à pura 'picaretagem', consoante o jargão consagrado nas redações do jornalismo profissional. Tanto é que o australiano que tem uma história controvertida, pouco clara e que vive se escondendo afirma que teria algo bombástico para anunciar.  

Nenhum portal de notícias jornalístico trabalha com chantagem, fato que no mínimo turva a confiabilidade do WikiLeaks.

Não é por acaso, e isto está claro como água, que a contratação dos serviços da Amazon revelou-se uma estratégia tendo em mira desgastar os Estados Unidos. Já afirmei aqui no blog que WikiLeaks dedica-se apenas a enxovalhar os Estados Unidos, justamente um país que não fica devendo nada a niguém em termos de liberdade, sobretudo a liberdade de Imprensa. Isto não quer dizer, contudo, que a Nação americana seja a casa da mãe Joana, mormente quando é alvo permanente do terrorismo islâmico.

O governo americano tem a enorme responsabilidade de defender os seus cidadãos. E  tenho certeza que o fará.

Mas o que não está explicado ainda - insisto - é como uma empresa americana como a Amazon embarca nessa canoa furada do WikiLeaks.

E para completar: Por enquanto, tudo o que vem fazendo esse WikiLeaks serve como uma luva para açular o politicamente correto que abençoa tiranos vagabundos e fustiga a maior democracia do planeta. Tanto é, conforme noticiei em post mais abaixo, que a TV islâmica Al Jazeera, rendeu amplo espaço ao misterioso australiano, enquanto o Equador, ditadura comuno- bolivariana teria se oferecido como refúgio de Assange. Mais tarde, o tiranete Rafael Correa desmentiu. 

Diz o velho adágio: ninguém serve a dois senhores ao mesmo tempo.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER