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quarta-feira, março 07, 2012

TODO MUNDO COMPARTILHA? E VOCÊ? - A VIRADA NA PROPAGANDA PELAS REDES SOCIAIS!

Um dos maiores fenômenos da atualidade por conta da internet são as redes sociais, especialmente o Facebook que já possui mais de 800 milhões de usuários em todo o planeta e logo, logo baterá a casa de 1 bilhão. A população do globo anda ao redor de 7 bilhões de habitantes. Excetuando-se as crianças com menos de 5 anos de idade, as pessoas mais velhas que não usam a internet, os aborígenes e as nações que nem sequer chegaram ao subdesenvolvimento é bem provável que em pouco tempo o FaceBook reúna a totalidade da população economicamente ativa da Terra com alto poder de consumo.
Essa rápida reflexão serve para ter uma idéia dessa fabulosa rede social, devendo acrescentar-se que quanto mais desenvolvida é uma região do globo mais gente está no FaceBook interagindo, compartilhando e se comunicando 24 horas por dia. E não adianta teimar. Falta pouco para que TODO MUNDO esteja nas redes sociais.
O que era inimaginável antes da internet e ainda mais, antes do FaceBook, já é uma realidade. Os produtores de bens e serviços, o comércio em geral passa a ter nas mãos em um clique um avassalador poder de consumo. E o que é mais incrível é que pode interagir diretamente com esse público sem parar, 24 horas por dia.
Valendo-se dessa fantástica oportunidade já estão operando no mercado agências de publicidade que atuam tendo como alvo esse fabuloso público de alto padrão de consumo que transita online pelas redes sociais.
Baseda em Florianópolis já está no mercado brasileiro a agência Todo Mundo que oferece a seus clientes a oportunidade de turbinar seus negócios em todos os ramos de atividade, seja na produção de bens ou serviços. Essa nova modalidade de publicidade não só anuncia, mas envolve diretamente os consumidores. A empresa oferece estratégias em redes sociais e usa basicamente as plataformas do FaceBook, Twitter, blogs além de outras de acordo com o perfil do anunciante e seu público.
Enquanto na publicidade tradicional um outdoor pode visualizado por milhões de pessoas numa grande cidade, a propaganda nas redes sociais acaba envolvendo as pessoas. O outdoor fica alguns dias à mostra, nas redes sociais fica para sempre sem qualquer custo de locação, por exemplo.
Isto não quer dizer que a publicidade convencional não seja importante. Mas já é obrigada a fazer uma ponte efetiva com as redes sociais.
Contando com um bom portfólio de clientes, a TODO MUNDO também tem condições de atuar fortemente na área política. O executivo de contas da empresa, Igor Brasil, toma como exemplo o caso da última campanha eleitoral nos Estados Unidos. Lembra que foram as redes sociais que contribuiram de forma efetiva para eleger Barack Obama. "O Partido Democraca conseguiu amealhar milhões de dólares em contribuições e, numa outra ponta, envolveu diretamente o núcleo da campanha com o grande público" - assinala.
Deve-se considerar ainda que principalmente nos últimos dois anos houve um vertiginoso crescimento das redes sociais, porque computadores e smartfones tiveram sua produção extraordinariamente aumentada alcançando escala global o que fez cair os preços. Isto faz com se agregue às redes sociais não apenas as classe A e B, mas também a classe C. 
Para saber mais como opera a TODO MUNDO, pule a cerca do Jurassic Park dando um clic AQUI

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sexta-feira, janeiro 06, 2012

EXTRA! SURGE A "REDE DE ESCÂNDALOS" NA INTERNET! TODOS OS NOMES DOS ENVOLVIDOS. ATUALIZAÇÃO ONLINE!

TODA A VERDADE AGORA AO ALCANCE DE TODOS
O site da revista Veja acaba de lançar a sessão REDE DE ESCÂNDALOS uma ferramenta que lista todos os escândalos do governo com os nomes de seus principais envolvidos. De quebra, esse mecanismo ainda possibilita o conhecimento online dos escândalos de corrupção e ladroagem do dinheiro público, em cima do lance!
A REDE DE ESCÂNDALOS passa a ser de grande utilidade neste ano em que ocorrerão eleições municipais quando centenas de corruptos estão concorrendo a cargos de prefeito e vereador. 
DIGA NÃO À VAGABUNDAGEM QUE CORRÓI A NAÇÃO BRASILEIRA! USE AS FERRAMENTAS DE COMPARTILHAMENTO DESTA INFORMAÇÃO AQUI ABAIXO DESTE POST. ESPALHE PELO FACEBOOK, TWITTER, ORKUT E DEMAIS REDES SOCIAIS!
CLIQUE AQUI PASRA ACESSAR A REDE DE ESCÂNDALOS! 

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sexta-feira, novembro 25, 2011

BRASILEIRO COMEÇA A USAR REDES SOCIAIS PARA COMBATER CORRUPÇÃO E DEFENDER A DEMOCRACIA E A LIBERDADE AMEAÇADAS PELO GOVERNO DO PT!


Vejam só! Os cidadãos brasileiros estão começando a descobrir e a saber usar as redes sociais, como o eficiente YouTube. É o caso deste advogado, contador, Pós/MBA em Direito Tributário da FGV/RJ, Jayson Rosa, que criou um canal no YouTube onde promove um debate importante sobre a política e articula suas ações através do Twitter @jaysonRosa
De forma simples e direta, mas com conteúdo - vejam só! - superior às louvaminhas ao governo petista verberadas por profissionais das grandes redes de televisão, expõe suas idéias e estimula os internautas para o debate.
É por aí que se pode combater de forma objetiva a nefasta ação do governo do PT, protagonista de uma escalada de corrupção jamais vista na história da República, enquanto tenta de todas as maneiras implantar a censura à imprensa tendo em vista seu projeto de perpetuar-se no poder.
É hora de resistir em defesa da democracia e da liberdade! Jayson Rosa dá o seu exemplo neste vídeo. Vale a pena ver e se inscrever nesse Canal que ele criou no YouTube. 

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segunda-feira, junho 06, 2011

MILHARES DE PESSOAS SINCRONIZADAS ATRAVÉS DAS REDES SOCIAIS NA INTERNET DERRUBARÃO TODAS AS DITADURAS

O escritor e pesquisador da New York University (NYU) Clay Shirky, explica neste vídeo como as revoluções no Oriente Médio e na Espanha cresceram graças à internet. Para Shirky, o que a web permite é a possibilidade de milhares de pessoas poderem atuar de forma sincronizada. É isto, segundo ele, que os governos temem! Calcula que os próximos cinco anos serão agitadíssimos. Shirky não vê possibilidade de ditaduras conseguirem suprimir a liberdade na internet pois dela dependerá o próprio crescimento econômico.

domingo, abril 03, 2011

SURGE MOVIMENTO NACIONAL PARA EVITAR QUE PROCESSO DO MENSALÃO CADUQUE. GRANDE MOBILIZAÇÃO PELA INTERNET!

Para mensagem online ao STF clique AQUI
Está em curso campanha na internet com o objetivo de entupir o ministro Joaquim Barbosa, do STF, relator de mensalão, de telegramas e mensagens na próxima segunda-feira, quatro de abril. Os organizadores do movimento dizem que será uma espécie de passeata no gabinete do ministro. O objetivo é que milhares de pessoas enviem mensagens cobrando atitude e celeridade para evitar que o processo do mensalão deixe de ser julgado pelo Tribunal.
Os organizadores orientam: "O telegrama a Barbosa pode ser mandado via online, via telefone ou mesmo pela agência dos Correios mais próxima de sua casa (nesse caso, deve ser enviado no sábado, dia 02/04, porque as agências não abrem domingo). O endereço para envio é: Ministro Joaquim Barbosa - Supremo Tribunal Federal - Praça dos Três Poderes – CEP 70175-900".
Esta ação política está sendo desencadeada agora porque em agosto um dos crimes, o de formação de quadrilha, ficará prescrito. Do Blog do Ilimar Franco de O Globo

AQUI O EMAIL DO GABINETE DO MINISTRO JOAQUIM BARBOSA:  gabminjoaquim@stf.gov.br

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segunda-feira, fevereiro 14, 2011

O FIM DO TWITTER? OU LOBBY DO VELHO JORNALISMO ACUMPLICIADO COM AQUELA TURMA QUE VÊ UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL?

Acabei de ler há pouco este artigo de Alexandre Matias no site do Estadão que antevê o fim do Twitter, que trnascrevo após este prólogo. Louva-se no fato de que seus donos estão dispostos a vender a empresa. Matias parece demonstrar satisfação com a nefasta possibilidade de desaparecimento dessa rede social. Discordo das especulações de Matias, aliás, próprias dos jornalistas da imprensa tradicional.

A maioria dos jornalistas, é bom frisar, continua alimentando uma visão romântica da profissão em tom de um certo lamento. A verdade é que a internet e as redes sociais - especialmente o Twitter e os blogs independentes - ao contrário do que deveria acontecer não contam com o entusiasmo do jornalismo tradicional. Isto ocorre em grande medida porque a todo instante os jornalistas são questionados por twitteiros. Presumo que a maioria dos políticos e autoridades que se aventura no Twitter acaba desistindo. É que esse tipo de gente se acha acima do bem e do mal e não topa ser contrariada e muitas vezes desmentida publicamente.
A verdade é que o Twitter é, a meu ver, a melhor e mais inteligente rede social já inventada na internet e que permite uma interatividade e compartilhamento instantâneo da informação.
O que parece é que até hoje os donos e criadores do Twitter não conseguiram uma boa rentabilidade. Redes sociais não vivem de vento e essas empresas precisam contar com anunciantes. Algo parecido aconteceu com o YouTube, até que o Google comprou a plataforma de vídeos e parece ter conseguido torná-la rentável.
Das dezenas e ou centenas de redes sociais que surgem na internet poucas conseguem sobreviver. Com relação ao Twitter, duvido que os eventuais compradores investirão uma grana boa para fechá-lo. Também não concordo com o articulista do Estadão quando especula que a nova interface da ferramenta tenha desagradado os usuários. Pura bobagem. A maioria que se adapta à tecnologia e à internet normalmente lida bem com a inovação, quando não é um entusiasta dessas novidades.
O que eu posso dizer sinceramente é que lamentaria muito se o Twitter fosse fechado. O que é certo é que o vôo libertário do passarinho azul incomoda mais de meio mundo, especialmente regimes ditatoriais e seus caudilhos. Entre os mais incomodados estão aqueles que acreditam que um outro mundo é possível sob signo fantasmagórico do comunismo que se ergue da sepultura, amparado pela idiotia politicamente correta, para se aliar com o nazismo, o terror islâmico e o antissemitismo. É claro, se essa gente pudesse já teria acabado com a internet, o que é impossível. Ainda bem.
Aqui o artigo do Estadão ao qual me referi no início desta análise:
Tweets, trending topics, retweets, seguidores, hashtags, unfollow, #FF, @username... Toda essa terminologia já era conhecida de um punhado de usuários do Twitter antes da explosão da rede social, em 2009. Em 2010, o mundo inteiro abraçou o site - até mesmo o Brasil, tradicionalmente acostumado a uma vida digital paralela à do planeta, entrou na rede em grande estilo, emplacando vários termos e hits nacionais para o resto do mundo. Mas se em 2010, o Twitter indicava ter embalado num crescimento que parecia não ter volta, 2011, no entanto, dá sinais que pode ser o último ano da rede social do passarinho azul. Ou pelo menos como a conhecemos.
O Twitter já vinha dando sinais de desgaste no fim do ano passado, quando o tráfego de dados na rede caiu drasticamente em outubro, segundo o site Alexa. Especula-se que a queda só não foi maior pois a rede social foi traduzida para novos idiomas e começou a agregar usuários em países em que ainda não estava presente. A queda de audiência poderia estar ligada à nova interface do site, que estreou no segundo semestre do ano passado e desagradou muitos de seus cadastrados.
A crise política no Egito também ajudou o Twitter a ganhar uma sobrevida e pareceu repetir o feito de 2009, quando o site foi crucial nas eleições presidenciais do Irã. Como disse o comediante norte-americano John Stewart à época: "Não foi o Twitter que salvou o Irã. Foi o Irã quem salvou o Twitter". Não é exagero dizer o mesmo do Egito em relação ao site. Só que o momento é exatamente oposto: em 2009, a rede social ainda não tinha vivido seu grande momento popular.
O principal aviso de que, provavelmente, o passarinho do Twitter pode estar com seus dias contados veio na quinta-feira da semana passada, quando o jornal Wall Street Journal publicou que os executivos da rede social estariam conversando tanto com o Google quanto com o Facebook para tentar vender o site - e teriam ouvido ofertas que pagariam entre US$ 8 e 10 bilhões pelo serviço.
Uma vez comprado - seja por quem for -, uma coisa é certa: o Twitter vai mudar. E, pelo histórico dos dois possíveis compradores, pode até acabar. Mas isso ainda é terreno de especulação.
Mas um número citado pelo jornal chama atenção - o de que a rede, hoje com mais de 150 milhões de usuários, teria sido avaliada em US$ 4,5 bilhões em dezembro. Em menos de dois meses seu preço dobrou? E se lembrarmos que, nesta mesma semana, o blog Huffington Post foi vendido à America Online por mais de US$ 300 milhões, não duvide que estamos às vésperas de uma nova bolha digital, como a de 1999. Do portal do Estadão

domingo, janeiro 30, 2011

É POSSÍVEL FAZER REVOLUÇÃO SÓ COM TWITTER?

No site da revista Veja há uma matéria interessante a respeito do impacto das redes sociais, especialmente o Twitter como ferramentas virtuais para derrubar ditaduras e turbinar a democracia. Transcrevo após este prólogo o primeiro parágrafo com link para leitura completa do texto e acredito que num futuro mais breve do que se possa imaginar a interação de grupos de pressão em nível planetário por meio da internet - especialmente pelo Twitter - terão peso político devastador contra as ditaduras enquanto que nas democracias será capaz de impor uma radical mudança na atuação dos partidos políticos bem como na forma com a qual se relacionam com os eleitores. Vejam:

Nas últimas semanas, o mundo assistiu apreensivo e esperançoso ao sopro de inconformismo que fez balançarem duas ditaduras velhas de décadas. É uma situação tão rara no mundo árabe quanto a passagem do cometa Halley pela vizinhança da Terra. A soma de insatisfações – incluindo a ausência de liberdade de expressão – fez com que milhares de pessoas marchassem em protesto pelas ruas de Egito e Tunísia, de onde o ditador Zein al-Abidine Ben Ali foi catapultado. 


Nos dois casos, manifestantes contaram com a ajuda, em graus a serem precisados, de componentes cada vez mais comuns em situações desse tipo (confira o infográfico): a internet e o telefone celular.

Na Tunísia, ativistas utilizaram Twitter e Facebook para organizar protestos. No Egito, blogs e também as redes sociais. Os episódios reaquecem o debate sobre qual é, afinal, o potencial dessas tecnologias quando o assunto é ativismo político, e opõem dois grupos de analistas: os "ciber-utópicos", que acham que blogs e celulares tudo podem, e os "ciber-céticos", que pensam o oposto. Vale adiantar: como é de sua natureza, os radicais radicalizam, e o potencial do ativismo via tecnologia está em um ponto entre os extremos. Clique para LER a reportagem completa