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quinta-feira, março 22, 2012

COCALEIRO EVO MORALES PERSEGUE DEPUTADO QUE DENUNCIA CORRUPÇÃO, PRESOS POLÍTICOS E TORTURA NA BOLÍVIA


Adrián Oliva Alcázar: ameaçado de prisão pelo índio cocaleiro
O governo de Evio Morales ordeu o início de uma feroz persegtuição contra o presidente da Aliança Parlamentar pela Democracia da América (APDA), o deputado boliviano Adrián Oliva Alcázar, com a finalidade cassar o seu mandato na Assembléia e, eventualmente, levá-lo à prisão.
O motivo da perseguição foi uma resolução da Câmara de Deputados do Paraguay, datada de 14 de março de 2012, mediante a qual se condena a violação dos direitos humanos na Bolívia e assinala a existência de numeros presos e perseguidos político nesse país. A resolução se baseou em informação recolhida pela própria Câmara de Deputados e no testemunho apresentado em Assunção por Adrián Liva, acompanha pela deputado Norma Piérola e por familiares de presos políticos bolivianos.
Por sua parte, o governo de Morales acusa Oliva de haver "informar mal" às autoriades paraguaias.
A APDA consiera que a perseguição contra o deputado Oliva não se deve apenas à sua atuaç˜so no Paraguai, mas principalmente pelas denúncias que esse parslamentar vem fazendo contra o governo de Morales, que incluem fatos de corrupção, violação dos direitos humanos e, mais recentemente, torturas e execuções contra três cidadãos estrangeiros no rumoroso caso do Hotel Las América, ocorrido em 16 de abril de 2009. Leia MAIS - en español

sábado, janeiro 01, 2011

BOLÍVIA: MORALES REVOGA 'GASOLINAZO'

O presidente da Bolívia, Evo Morales, anulou na noite desta sexta-feira (31) o decreto que aumentava o preço dos principais combustíveis em até 82%, após a onda de protestos que o país andino viveu nos últimas dias.

Havia ainda a ameaça de novas manifestações na próxima segunda-feira.

Em mensagem transmitida pouco antes da meia-noite, Morales disse que decidiu tornar a norma sem efeito, após reuniões nos últimos dias com sindicatos e organizações indígenas que manifestaram que o aumento no preço dos combustíveis era "inoportuno".

"Isto quer dizer que todas as medidas ficam sem efeito. Não existe nenhuma justificativa agora para subir as passagens (de ônibus), para aumentar o preço dos alimentos, nem para a especulação. Tudo volta à situação anterior", sustentou.

Morales transmitiu a mensagem acompanhado do seu vice-presidente, Álvaro García Linera, e do chanceler do país, David Choquehuanca, após ter se reunido nesta sexta durante várias horas com suas bases sociais na região de Chapare e com seus ministros em Palacio.

O líder boliviano foi criticado nesta semana pelos sindicatos e movimentos sociais que o acusaram de tomar medidas "neoliberais" e chegaram a pedir a sua renúncia durante as manifestações.

As mobilizações mais violentas aconteceram na quinta, principalmente na cidade de El Alto, próxima a La Paz, onde até então Morales encontrara uma aliada incondicional.

Novos protestos estavam agendados para segunda-feira, entre eles uma passeata de milhares de mineiros desde o planalto até La Paz, além de uma greve em empresas do setor e um bloqueio camponês em estradas. Do portal da Folha.com

sexta-feira, dezembro 31, 2010

MORALES DECRETA MEGA AUMENTO DOS COMBUSTÍVEIS E BOLIVIANOS PROTESTAM CHAMANDO-O DE TRAIDOR. CLIMA É TENSO.

Povo acusa Morales de traidor e é duramente reprimido
Um grupo de manifestantes que tentava chegar ao Palácio Presidencial de La Paz foi reprimido pela polícia de choque, que dispersou o protesto com bombas de gás lacrimogêneo, em meio à indignação popular com a alta de até 83% nos preços dos combustíveis.

O protesto, liderado pelo Movimento Sem Medo (MSM), do ex-prefeito de La Paz Juan del Granado, exigia do presidente Evo Morales a realização de um referendo sobre o reajuste dos preços dos combustíveis. Diante da repressão policial, o grupo desistiu de chegar à Praça das Armas, onde estão as sedes dos poderes Executivo e Legislativo.

Outro protesto, a cerca de 50 metros da manifestação do MSM, reuniu universitários que queimaram pneus próximo a uma delegacia policial. As duas manifestações também exigiam a renúncia de Morales, que deflagrou uma crise na Bolívia após o fim dos subsídios aos combustíveis, para evitar o contrabando aos países vizinhos. 

Serviço de padeiro
O presidente Evo Morales pediu nesta quinta-feira (30) aos militares que ajudem a paliar os efeitos da greve na Bolívia fazendo diversos serviços, de padeiro, motorista e até piloto de aviação comercial.


O ministro da Defesa, Rubén Saavedra, anunciou que homens das Forças Armadas farão e venderão pães ao "preço antigo" a partir da tarde desta quinta-feira (30), após o sindicato dos padeiros anunciar uma paralisação de 24 horas contra a alta de 83% no preço da gasolina.

Morales lembrou em entrevista coletiva que já foi padeiro quando jovem e disse que a alta nos preços do pão não tem justificativa porque as tarifas do gás e da eletricidade estão congeladas. 

Os padeiros planejam elevar o preço do pão em até 100%, alegando alta no custo da produção. Além de fazer o pão, os militares bolivianos também guiarão ônibus e caminhões para atenuar o aumento unilateral de 100% nos preços das passagens de taxis e micro-ônibus que ignoram a greve nos transportes. A Força Aérea Boliviana está realizando voos comerciais na rota La Paz-Cochabamba-Santa Cruz ao preço simbólico de 150 bolivianos (US$ 20). Texto e fotos do portal G1

quinta-feira, julho 29, 2010

SACERDOTE QUE ABENÇOOU POSSE DE EVO MORALES É PRESO COM 240 KG DE COCAÍNA

Sacerdote indígena aimará abençoando posse do tiranete boliviano
Valentín Mejillones, o sacerdote aimará que abençoou a posse de Evo Morales em janeiro, foi preso com 240 quilos de cocaína líquida, ao lado de um casal de colombianos, nesta quinta-feira, 29.

De acordo com o diretor do departamento antinarcóticos da polícia boliviana, coronel Félix Molina, ele foi detido na noite de terça-feira em sua casa, em El Alto, na Grande La Paz, processando cocaína, vestindo suas roupas cerimoniais. O filho do sacerdote e um casal de colombianos ainda não identificado pela polícia estavam no local do crime.

"Fui enganado pelos colombianos, não tenho nada a ver com isso. Lhes fiz um favor, me disseram que iam fazer pastilhas de ervas e pomadas", disse o acusado.

"Não importa quem seja, a pessoa que cometeu irregularidades deve submeter-se à lei", disse o vice-presidente Alvaro Garcia. "Não foi escolhido pelo presidente, mas pelos religiosos andinos".

Segundo a polícia, a cocaína foi avaliada em US$ 300 mil. O forte cheiro de produtos químicos que exalava da casa fizeram os vizinhos acionarem as autoridades.

O sacerdote de 55 anos participou da posse do segundo mandato de Evo, em um rito andino celebrado no maior tempo arqueológico da Bolívia. Mejillones tem o título de amauta, o maior líder espiritual da religiosidade andina. Texto e foto do site do Estadão

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