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domingo, fevereiro 12, 2012

FALÁCIA DE QUE "OUTRO MUNDO É POSSÍVEL" PÔS A EUROPA EM CRISE. OU SEJA: QUANTO MAIS ESTADO MAIS MISÉRIA E SOFRIMENTO.


O Rodrigo Constantino acabou de postar um vídeo que está muito bom. De forma simples e direta, sem academicismos, vai ao ponto demonstrando de forma cabal que o bom e velho capitalismo continua e continuará a ser o único remédio contra a miséria.
Por outro lado, desmonta a falácia apregoada pelo movimento comunista de que "outro mundo é possível", observando acertadamente que o flagelo da crise européia reside exatamente no fato de que o estado de bem-estar social, a pedra de toque da social-democracia, foi o responsável direto pelo sequestro do futuro de milhares de jovens que tentam romper a muralha que os separa do mercado de trabalho.
Na verdade, essa muralha que impede que os jovens alcancem o horizonte, foi erguida a custa de Estados europeus que abocanham 50% do que é produzido pela força de trabalho dos cidadãos.
Constantino alude ao fato de que os arautos do comunismo que não deu certo em nenhum lugar do mundo suavizam o discurso e falam na criação de uma "face humana" do capitalismo onde não haveria a ganância. Ora, sem a ganância ninguém sequer sonharia em empreender. Por paradoxal que possa parecer, sonhadores gananciosos acabaram construindo impérios que mitigam o sofrimento e a miséria das pessoas. Ao abrirem fantásticas corporações privadas os gananciosos criaram oportunidades de empregos para milhares de pessoas ao redor do planeta.
Conclusão: quanto menos Estado mais liberdade e crescimento econômico. Uma lição do bom e velho liberalismo. O contrário se vê nos países comunistas como Cuba, Coréia do Norte e agora na Venezuela, embora este país possua uma montanha de petrodólares.

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terça-feira, janeiro 10, 2012

JOVENS DE 1944 LUTAVAM CONTRA A OPRESSÃO; NO SÉCULO XXI LUTAM CONTRA A LIBERDADE E A DEMOCRACIA.

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
As duas fotos que ilustram este post mostram a brutal decadência dos valores morais e éticos da civilização ocidental. O estrago que o movimento comunista internacional vem fazendo dificilmente será reparado. As mudanças que o mundo conheceu, sobretudo nos 40 anos subsequentes à Segunda Grande Guerra que foi vencida pelas forças aliadas contra o nazismo e o fascismo é que permitiram o extraordinário desenvolvimento do Ocidente nas últimas décadas. 
Essas mudanças foram de afirmação dos valores democráticos e que acabaram contribuindo para a dèbâcle do comunismo na URSS e no Leste Europeu no final dos anos 80 do séculos passado.
Aquelas imagens mostrando a derrubada do Muro de Berlim que reunificou a Alemanha sob a égide da democracia e da liberdade constituíram uma cena de espetacular vitória da democracia e do valor mais sagrado que tipifica a civilização ocidental: a liberdade.
Entretanto, o movimento comunista que erguera o Muro da Vergonha aprisionando milhares de cidadãos e praticando execuções sumárias de todos que se atreveram a fugir do horror, manteve-se intacto, como naqueles filmes de terror em que o vilão depois de eliminado renasce sinalizando que o mal é eterno.
Após a queda do muro os comunistas mudaram completamente a sua estratégia de ataque à democracia. A força bruta, os muros, campos de concentração e os assassinatos em massa foram abandonados. A nova estratégia passou a se valer dos próprios mecanismos institucionais da democracia devidamente aparelhados para abrir espaço à conquista de corações e mentes. No lugar da força bruta uma guerra de guerrilha incruenta, asséptica e silenciosa.
Todos os valores culturais do Ocidente começaram a ser radicalmente solapados pela a ação do esquerdismo a partir da queda do Muro de Berlim em 1989. Os comunistas passaram a operar silenciosamente nas escolas, nas universidades e em todos as demais instâncias do Estado. No plano privado infiltraram-se na grande mídia e passaram a dominar todas as organizações da sociedade civil, como sindicatos, associações e entidades similares.
Na esteira dessa revolução silenciosa o movimento comunista internacional deu vida aos partidos verdes, aos movimentos ecológicos e turbinou o pensamento politicamente correto. Com esses mecanismos passou a operar uma ininterrupta lavagem cerebral de massa. A desordem tomou o lugar da lei e da ordem. Os valores do pensamento politicamente correto avançaram se impondo como verdades inquestionáveis e as reações foram sendo paulatinamente aplacadas, a ponto de que neste século XXI poucos dos valores que permitiram o extraordinário desenvolvimento do Ocidente estão de pé. 
Aliás, aqueles poucos que se rebelam ante essa insidiosa ação comunista são considerados como indivíduos de comportamento desviante. Faz sentido, porque boa parte dos novos valores culturais do pensamento políticamente correto já foram transformados em lei em muitos países, inclusive no Brasil.
Em síntese é isto que está ocorrendo. 
As duas fotos acima que peguei do site americano Strange Politics resumem tudo. Os jovens de 1944 lutavam e muitos morriam nos campos de batalha da Europa guerreando contra o nazismo e o fascismo em defesa da democracia. Os jovens do século XXI são autômatos controlados pelos comunistas e lutam bravamente contra todos os valores da civilização ocidental, ou seja, lutam contra a democracia e a liberdade e defendem os ditadores vagabundos e os terroristas.
Os jovens do século XXI, em sua maioria já foram idiotizados; já tiveram seus cérebros abduzidos pela máquina infernal da propaganda cultural comunista. Votam no Obama, no Lula, no Chávez e seus homólogos. São antiamericanos, antissemitas e defendem a destruição de Israel e dos Estados Unidos.
Infelizmente, os comunistas estão vencendo essa deletéria guerra de guerrilha cultural. Mais pela covardia e ignorância da maioria ou, ainda, pelo adesismo sabujo daqueles que sabem muito bem o que estão fazendo.

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domingo, novembro 07, 2010

LIÇÕES DO CHILE PARA OPOSIÇÃO BRASILEIRA

Recomendo a leitura desta entrevista ao diário espanhol El País, do presidente chileno Sebastián Piñera (foto), que venceu a aliança esquerdista da ex-presidente Michele Bachelet que à época contava com cerca de 90% de aprovação popular.

Piñera era a então da oposição, que o esquerdismo julgava que estivesse morta. Pouco depois de tomar posse, Piñera enfrentou de cara a maior catástrofe que já se abateu contra o Chile, que foi o terrível terremoto recente. E, há pouco, 32 mineiros soterrados em acidente numa mina foram resgatados com vida numa ação coordenada pelo governo.

Piñera está conduzindo um grande programa de reconstrução do país. Ele que venceu o esquerdismo dominante com 51,61% dos votos, tem agora o apoio de mais de 60% da população chilena.

É muito importante que os Senhores da Oposição brasileira, especialmente do PSDB, leiam com atenção esta entrevista. E vale lembrar: Piñera defende o oposto do esquerdismo e suas teses podem ser encontradas nos textos que advogam o liberalismo, que na América Latina é rotulado de forma pejorativa como 'de direita', como se o liberalismo acolhesse os regimes discricionários de matiz nazi-fascistas. 

Ao sufragar Piñera nas últimas eleições presidenciais, os chilenos colocaram o Chile definitivamente lado a lado com os países mais desenvolvidos e democráticos do mundo, onde prevelece o liberalismo político e econômico, o estado de direito democrático e a liberdade de imprensa.

Uma bela lição para a Oposição brasileira que continua pautada pela idiotice esquerdista. Selecionei duas respostas da entrevista de Sebastián Piñera para ilustrar este post. Servem como uma boa lição de teoria política para o claudicante PSDB que advoga a falida social-democracia, um arremedo do deletério socialismo. Leiam (link ao final para leitura completa):

P. Antes citó sus grandes apuestas estratégicas. Para todo eso hacen falta más de tres años y medio, y en Chile no hay reelección presidencial. ¿Qué proyecto político tiene en la cabeza? ¿Quiere transformar el centro-derecha chileno?
R. Mire, el origen de los conceptos de izquierda y derecha se ha diluido en el tiempo. Nace con la Revolución Francesa: a la izquierda se sentaron los que le querían cortar la cabeza al rey y a la derecha, los que querían restaurar al rey en el trono. Nosotros no queremos cortarle la cabeza a nadie ni restaurar a ningún rey. ¿Qué queremos? Que el centro-derecha sea fiel a sus convicciones profundas: un compromiso con los tres pilares básicos: primero, un sistema político estable con una democracia de verdad, con Estado de derecho, alternancia en el poder, respeto a los derechos humanos, libertad de expresión. Segundo, una economía de mercado, libre, abierta, competitiva, integrada en el mundo; y tercero, un sistema social en el que el Estado asegure a todos un mínimo consistente con la dignidad humana, y por tanto, que sea el más poderoso aliado en la lucha contra la pobreza y las desigualdades. 

P. Para esta derecha, que usted quiere modernizadora, ¿sirve el mapa político que tienen? ¿O podría cambiar?
(Pasan cuatro segundos. Muchísimo tiempo para Piñera, que ganó (51,61%) las elecciones de 2009 al frente de una Alianza por Chile en la que abanderó a la derecha; que votó no en el plebiscito continuista de Pinochet de 1988 y cuyo padre fue fundador del partido democristiano. Después de la pausa, una contestación medida).
R. El centro-derecha en Chile estuvo 20 años en la oposición. Muchos creyeron que nos íbamos a morir allí, pero nunca perdimos la fe en nuestras convicciones: un concepto integral de la libertad en lo político -la democracia-, en lo económico -la economía social de mercado- y en lo social -la igualdad de oportunidades-. Y hemos demostrado que el mito de que Chile era un país culturalmente de centro-izquierda no era verdad. Hoy tenemos un apoyo que se acerca a dos tercios de los chilenos. Estamos construyendo una nueva derecha en nuestro país, muy alejada de los totalitarismos y de los atropellos a los derechos humanos, y muy comprometida con la libertad y con el futuro.
(Llegamos al aeropuerto. Para otro momento la pregunta de si Piñera hará alguna vez una oferta a la DC chilena para integrarse en esa nueva derecha, una oferta que no pueda rechazar la única formación democristiana del mundo que lleva 20 años -los de la reconstrucción democrática- pactando la Concertación con la izquierda y que, en su recién estrenada oposición, está aparentemente desconcertada). Clique AQUI para ler a entrevista completa - En español - In spanish

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domingo, agosto 01, 2010

MAINARDI: LULA É PELEGO MUITO OBEDIENTE

Diogo Mainardi, o colunista da revista Veja e dos raríssimos da dita grande imprensa brasileira que não baba a baba da estupidez da idiotia politicamente correta, está de mudança para Veneza.

Entretanto, para o desapontamento de seus detratores e alento para os seus milhares de leitores continuará com a sua coluna da revista Veja. E antes de deixar o Brasil, Mainardi concedeu uma entrevista a Leandro Sarubo, do site Itu.com.br. Pincei para vocês, como segue, um excerto da entrevista que pode ser lida na íntegra AQUI:

Itu.com.br - Lula tem 77% de aprovação, segundo o Datafolha. O dado acaba demonstrando que muita gente que compreende os malefícios de um país que privilegia a escalada de impostos e as estatizações está ignorando o fato por estarem acomodadas com a boa fase da economia brasileira. Essa relação te surpreende?

Diogo Mainardi: Não, eu não superdimensiono instrução, acho que caráter, falta de caráter, são características comuns a todas as classes sociais. Acho que quem tá ganhando muito dinheiro fica com uma opinião diferente sobre o governo. Entendo que as pessoas que não estão no dia-a-dia da política possam achar que o governo merece aprovação deles. Eu aprovo a política econômica do governo moderadamente, por exemplo. Nunca imaginei que eles fossem subverter as regras do capitalismo brasileiro porque eu sabia quem os financiava. Sempre achei o Lula um pelego muito obediente, sabia que ele obedeceria as instruções dadas pelos financiadores dele.

Itu.com.br - A eleição de 2010 está perdida?

Diogo Mainardi: Não. Espero que a Dilma perca. Espero que seja uma eleição perdida pro PT e pra Dilma. Acho que se o José Serra tivesse a coragem de despedir 10% dos petistas que ganharam cargos comissionados ele já faria um trabalho razoavelmente decente, se a gente comparar aos 200% de petistas a mais que vão aparelhar o governo caso a Dilma vença as eleições. E isto já seria saudável. Adoraria também que se fizesse uma bela de uma checagem em tudo o que foi feito nesses últimos anos, mas isso não será feito. Acho que existe chance de fazer um governo que interfira um pouquinho menos na vida das pessoas. E isso é pra mim um bom governo. Um governo que amola o menos possível.

Itu.com.br - O Brasil tem um partido de direita?

Diogo Mainardi: Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada, tem um bando de salafrários que se reúnem pra roubar juntos.

Itu.com.br - Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Millenium, realizada pelo sociólogo Alberto Carlos Almeida, aponta que os brasileiros são "favoráveis a estatização" de algumas das empresas que consomem, como a TV Globo. Ao mesmo tempo, o Datafolha divulgou pesquisa que aponta metade da população na balança da direita. Essa confusão é um fator de atraso educacional?

Diogo Mainardi: É um fator de atraso, a nossa direita é estatizante, sempre foi estatizante. Nós nunca tivemos uma direita liberalizante, o que cria confusão também. Se a direita nazista foi estatizante, a comunista também foi. A estatização ou o liberalismo nunca foram uma política de direita ou de esquerda. A gente tem que separar essas coisas. E os brasileiros têm uma grande confusão, nem sabem o que é estatização, nem sabem no que implicaria isso.

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domingo, julho 18, 2010

VEJAM COMO DUAS PESSOAS APENAS PODEM MARCAR PRESENÇA E DISSEMINAR OS VALORES DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE


Vejam só como é possível com a força a internet e suas ferramentas de comunicação como as redes sociais, o YouTube e os blogs independentes promover uma manifestação política com apenas duas pessoas, sem atrapalhar ninguém, sem causar constrangimentos e sem desobeder à ordem pública.

Foi isso que fez um leitor do site Mídia Sem Máscara, Thomaz Ferreira Martins. Ele mais um amigo protestaram em frente ao Consulado da Venezuela, em São Paulo, contra a prisão do Presidente da UnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, pela polícia política do regime comuno-bolivariano de Hugo Chávez. Peña Esclusa, um engenheiro, político, intelectual e escritor, teve seu apartamento invadido na útima segunda-feira em Caracas, foi algemado, preso e arrancado de sua família (esposa e três filhas menores) por criticar o regime ditatorial de Hugo Chávez, conforme noticiei aqui no blog em post mais abaixo. Esclusa continua preso nos calabouços de Chávez, o amigo de Lula e cabo eleitoral da Dilma, é bom que se frise.

O vídeo vale mais pelo que diz Thomaz Ferreira Martins no seu micro-protesto, quando é abordado por policiais que fazem a guarda da região em torno sede da representação diplomática da Venezuela. Não deixem de ver e sobretudo ouvir o vídeo.

Recomendo também que vocês cliquem AQUI e visitem o Mídia Sem Máscara. Lá está publicada a notícia desse protesto importante e oportuno e também um texto do próprio Thomaz explicando como é possível, dentro da lei e da ordem, utilizando com inteligência a internet, disseminar os valores da democracia e da liberdade.

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