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quinta-feira, abril 05, 2012

ESCRITOR ALEMÃO NAZISTA INVESTE CONTRA ISRAEL E O POVO JUDEU E TEM O ACOBERTAMENTO DO GOVERNO ALEMÃO E DA GRANDE MÍDIA INTERNACIONAL

O nazista alemão Günther Grass pertenceu às SS de Hitler
O escritor alemão Günter Grass, que na juventude foi integrante da famigerada SS, a força que reunia os bate-paus de Adolf Hilter, assassinos dos judeus, voltou a assacar contra o Estado de Israel e o povo judeu, ao defender o Irã e condenar os judeus.
Entretanto, ganhou destaque imediato em jornais esquerdistas como o alemão “Süddeutsche Zeitung”, o espanhol “El País”, o italiano “La Repubblica” e o americano “New York Times”.
Por outro lado, foi elogiado pela imprensa comandada pelos aiatolás assassinos do Irã.
Incrível, mas esse nazista foi vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1999, embora seja de amplo conhecimento não apenas o seu passado nazista, mas o fato de, aos 84 anos de idade, valer-se de sua senilidade para jactar-se de pertencer às falanges do ódio antessemita de Hitler.
E vocês, prezados leitores, poderão analisar as matérias sobre isso que estarão nos jornalões e nos noticiários da televisão. Notarão aque nenhum jornalista admoestará o nazistas. Os jornalistas se abrigarão numa suposta imparcialidade para destilar seu antissemitismo e atacar de forma covarde e subliminar Israel e o povo judeu, sim, porque 99% dos jornalistas do mundo são antissemitas vagabundos.
A grande mídia internacional é, por excelência, a difusora do ódio aos judeus e, em contrapartida, a defensora dos terroristas islâmicos.

SALVE ISRAEL! SALVE O POVO JUDEU!

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sábado, fevereiro 18, 2012

ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS REAGEM À ESCALADA ANTI-SEMITA DESENCADEADA POR HUGO CHÁVEZ

Artigo anti-semita no site da Rádio estatal de Chávez - clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Duas proeminentes organizações judias nos Estados Unidos condenam os ataques anti-semitas de partidários do caudilho Hugo Chávez contra o candidato da oposição Henrique Capriles. 
Depois de arrasar nas eleições primárias do último domingo e converter-se no candidadto que disputará o pleito presidencial de outubro contra Chávez, endureceram os ataques contra o jovem governador do segundo Estado mais populoso do país, Miranda,  e inclusive chegaram a chamá-lo de "nazista".
Um perfil publicado na web da emissora estatal Rádio Nacional da Venezuela, descreveu Capriles como "sionista", enquanto que durante a semana um apresentador da televisão estatal o acusou de homossexual e até veiculou uma caricatura mostrando o candidato oposicionista com roupa íntima rosa e uma suástica (o símbolo do nazismo) no braço.
"Como temos visto no passado, o flagrante e presistente anti-semitismo é usado pelo presidente Hugo Chávez e seu aparato governamental como um instrumento da divisão política e os judeus como bodes expiatórios", disse Abraham Foxman, diretor da Liga Anti-difamação (ADL na sua sigla em inglês) com sede em New York.
Por sua vez, o Centro Simon Wiesenthal em um comunicado exortou o caudilho Hugo Chávez "a por fim a esta campanha que seguramente se tornará mais ameaçadora `a medida que se aproximem as eleições". "Chávez detém a máxima responsabilidade pelos meios estatais e pode, pessoalmente, deter suas diatribes, nem caso, através de sua condenação pública", acrescentou.
O perfil de Capriles publicado pela Rádio Nacional e assinado por Adal Hernándes assegura que "em outubro há duas propostas claras para a Venezuela, a da revolução bolivariana "que vem reivindicando a unidade latino-americana e os interesses do povo e a do sionismo internacional que ameaça com a destruída dos planeta que habitamos".
Os ataques contra Capriles não são novos. Em 2008 lhe fizeram as mesmas acusações quando disputou e ganhou o governo de Miranda ante o chavista Diosdado Cabello, um ex-vice-presidente do governo de Chávez e atual presidente da Assembléia Nacional.
Os avós maternos de Capriles chegaram à Venezuela escapando do nazismo durante a Segunda Guerra Mundial. Ao estabelecer-se no país mudaram seu sobrenome e sua religião e seus filhos foram educados no catolicismo.
Apesar de sua ascendência judaica, Capriles professa a religião católica com fervor, sempre usa um rosário de madeira e após ganhar as primárias viajou à concorrida ilha turística Margarita para agradecer à Virgem do Valle, patrona dessa cidade, por haver conseguido vencer as eleições primárias.
"Até de nazista me chamam! Imagine o grau de ignorância", disse Capriles em recente entrevista. Do site Inter American Security Watch - Leia en español

quinta-feira, outubro 20, 2011

NAZISMO: LIVRO MOSTRA QUE ALEMÃES SABIAM - E APLAUDIAM - AS ATROCIDADES DOS NAZISTAS.

A livraria do blog na coluna ao  lado mais abaixo, tem uma ótima novidade. Trata-se do livro "Apoiando Hitler: Consentimento e coerção na Alemanha nazista". Ainda não li o livro, no entando o site da evista Veja postou hoje uma matéria que além de revelar o conteúdo da publicação traz uma entrevista com o autor. O que é importante notar é o comportamento do povo alemão ante os apelos de Adolf Hitler e, posteriormente, anestesiados pela propaganda (caramba! muito parecido com o que acontece na atualidade brasileira em relação aos comunistas do PT apoiados pelos brasileiros) apoiavam incondicionalmente as atrocidades. Quando os alemães acordaram já era tarde. Esta é portanto uma das questões centrais do livro, ou seja, a anuência, o consentimento e o apoio geral e irrestrito a esse que foi um dos maiores facínoras na história da civilização ocidental: Adolf Hitler.
Para adquirir o livro basta clicar sobre a imagem da capa na coluna ao lado mais abaixo indo diretamente para o site da Livraria Cultura e lá fazer a compra.
Transcrevo um excerto com link ao final para leitura completa desta matéria do site de Veja para que vocês possam ter idéia do conteúdo da obra que parece ser excelente. Leiam:
Contrariando estudiosos que dizem que as atrocidades do nazismo eram desconhecidas por grande parte da população alemã, a escritora Christa Wolf declarou certa vez que para saber sobre a Gestapo, os campos de concentração e as campanhas de discriminação e perseguição bastava ler os jornais. Para comprovar essa hipótese, o renomado professor de história da Universidade Estadual da Flórida Robert Gellately reúne provas de que a sociedade tinha acesso a essas informações em seu mais novo livro, Apoiando Hitler: Consentimento e coerção na Alemanha nazista, lançado em julho no Brasil (Ed. Record, tradução de Vitor Paolozzi, 518 páginas, 67,90 reais). De acordo com o autor, Hitler não só divulgou abertamente as ações do governo, que assumira em agosto de 1934, como também conquistou amplo apoio popular para colocá-los em prática. "Ele não queria subjugar os alemães, mas conquistá-los. Para isso, polia os ideais germânicos, construía imagens populares positivas na imprensa e manipulava fobias milenares", pontua Gellately.
Frustrados com o experimento democrático da República de Weimar (1918 a 1933) - instaurada na Alemanha logo após a I Guerra Mundial, herdando todo o peso da derrota do país na disputa, resultando em caos econômico, social e político -, os alemães se mostraram orgulhosos ao enxergar Hitler como um líder que conseguiu lhes devolver a sensação de segurança e normalidade, além de combater o desemprego e a inflação. Ao avaliar um vasto material sobre a polícia secreta e os campos de concentração publicados na imprensa naquele período, Gellately comprova que o povo alemão formou a base sólida do regime nazista. As autoridades não só publicavam histórias de "crime e castigo", como elaboravam uma teoria prisional e policial coerente, racional e científica. Explorando os arquivos da Gestapo, Gellately foi além de qualquer outro historiador. "As provas materiais foram destruídas por toda parte, exceto em três cidades - e foi ali que foquei minhas pesquisas", conta o autor, que revela nesta entrevista ao site de VEJA suas descobertas, consideradas pioneiras.
O autor, Robert Gellately

Como o senhor chegou à polêmica conclusão de que grande parte dos alemães tinha uma imagem clara das atrocidades nazistas? Entre 1933 e 1939, a maioria dos cidadãos sabia sobre os campos de concentração e a Gestapo (polícia secreta do regime nazista), simplesmente porque se podia ler abertamente sobre o assunto na imprensa. Conhecendo o mito "nós não sabemos de nada", fiquei chocado com a quantidade de material que era publicado na imprensa local, regional e nacional. Muito do que aconteceu estava ali - as pessoas apenas ignoravam por rejeitar a informação. Isso porque o regime nazista não ameaçava todos os alemães, apenas grupos minoritários selecionados, incluindo, claro, os judeus. A grande maioria da sociedade tinha pouco a temer. Já durante a II Guerra, entre 1939 e 1945, as informações eram mais encobertas. Não obstante, um grande número de pessoas estava envolvido diretamente com as ações do governo, e as notícias chegavam a qualquer um que quisesse de fato saber o que acontecia por baixo dos panos. Nesse período, os campos de concentração cresceram, ocupando fábricas distantes dos centros urbanos e também no interior de algumas cidades, tornando-se parte da vida cotidiana das pessoas e, portanto impossível de serem ignorados.
(...)
Como a imprensa construía histórias consistentes sobre o regime? A abordagem nazista para o crime, a raça, a polícia, os campos de concentração não eram apenas casuais, irracionais e esquizofrênicas. O regime, na verdade, apresentou medidas racionais consistentes ao público na imprensa e no cinema. A censura - além de deixar de fora judeus e desligar as vozes comunistas e socialistas - não foi martelada a cada dia. As organizações nazistas, incluindo a SS e a Gestapo, sabiam perfeitamente bem o que queriam dizer, mas Joseph Goebbels e seus parceiros tinham em mente que os cidadãos perceberiam se todos os jornais divulgassem notícias idênticas. Então, era dada aos editores uma ideia geral do que o regime decidia que seria noticiado, e cada veículo seguia aquela ideia a sua maneira. O jornal diário do governo, o Voelkischer Beobachter, era o de maior circulação no país e suas histórias eram frequentemente repetidas por outras publicações. A SS também tinha sua própria publicação, igualmente popular. Para reforçar a boa imagem do sistema, Hitler e Goebbels ainda favoreciam e tratavam com condescendência certos escritores, diretores de cinema e outros artistas. Com isso, os filmes que se destacavam elevavam a raça alemã e promoviam o racismo e outros valores nazistas. Clique AQUI para ler o texto completo

segunda-feira, junho 13, 2011

A MARCHA DA VIDA CONTRA A BANALIZAÇÃO DO MAL


E dizer que o PT, Lula, Dilma e seus sequazes apóiam gente que nega o Holocausto.

Lula inclusive abraçou Ahmadinejad, o tirano do Irã que além de negar o Holocausto deseja destruir Israel e desencadear um novo assassinato em massa do povo judeu.

E dizer que a maioria do povo brasileiro, segundo as pesquisas, apóia o Lula e vota em candidatos do PT que é um partido antissemita.


Quando visitou Israel, Lula negou-se a depositar uma coroa de flores no túmulo do fundador do sionismo. Em compensação vestiu o turbante do terror islâmico para homenagear o túmulo do terrorista Arafat.


Todos os que negam o holocausto e perseguem os judeus são a encarnação de satanás.
Lula, Dilma, e todos petistas são por isso a maldade em forma humana.

É por isso que desde que o PT chegou ao poder o Brasil vive envolvido num turbilhão de crises, de corrupção, de destruição de todos os valores morais e éticos, de destruição da família e, sobretudo, sob a égide da banalização do mal, da mistificação e da mentira.
Ocorre com o PT no poder a desumanização dos brasileiros, como ocorreu na Alemanha nazista, quando os alemães transformaram-se em bestas assassinas. O resultado dessa metaformose que gerou o mal é contado pelos sobreviventes do Holocausto e pelas imagens desse documentário mostrando essa máquina infernal de horror nazista que são campos de concentração, as câmaras de gás e fornos para queimar os milhares de corpos de pessoas inocentes assassinadas com requintes de inexplicável e horrenda crueldade.
Ao apoiar os inimigos de Israel e do povo judeu o PT, Lula, Dilma e seus sequazes constituem uma chaga aberta no coração do Brasil da qual verte o mal em todos as suas mais funestas manifestações.

quarta-feira, junho 08, 2011

ORGANIZAÇÃO JUDAICA MOSTRA CARTA MALDITA DE ADOLF HITLER! AS RAÍZES DO HOLOCAUSTO

Carta de 1919 mostra primeiras manifestações antissemitas de Hitler
Uma organização judaica divulgou na terça-feira uma carta datilografada e assinada pelo próprio punho do ex-líder nazista Adolf Hitler. O documento, já com as folhas amareladas pelo tempo, data de 1919, décadas antes de Hitler praticar o extermínio de judeus, no episódio que ficou conhecido como holocausto, durante a Segunda Guerra Mundial.

À época com 30 anos, o ainda soldado Adolf Hitler, que nasceu na Áustria, escreveu no documento o que parecem ser seus primeiros comentários sobre a aniquilação dos judeus e ideais antissemitas. O documento foi apresentado pelo fundador de uma organização judaica de direitos humanos com sede em Los Angeles, nos EUA, que o comprou no mês passado por US$ 150 mil.

— Hitler estabeleceu um padrão para a falta de humanidade entre os homens — disse o rabino Marvin Hier, do Centro Simon Wiesenthal.

Anteriormente, a carta havia pertencido a um cidadão do Kansas, que a adquiriu do soldado americano William F. Ziegler. Acredita-se que Ziegler encontrou as quatro páginas do documento escrito em uma máquina de escrever em um arquivo nazista na região de Nuremberg, na Alemanha, nos últimos meses da Segunda Guerra.

"O perigo representado pelos judeus é expresso na aversão inegável de grandes camadas do nosso povo'', escreveu Hitler em alemão. "A causa dessa aversão... surge, principalmente, do contato e da impressão pessoal que deixam os judeus como indivíduos, que quase sempre são desfavoráveis".

Em outro trecho, Hitler diz que um governo forte poderia lidar com a "ameaça judia" ao negar seus direitos, mas o "objetivo final deveria ser a remoção inabalável de todos os judeus".

No momento em que escreveu a carta Hitler prestava serviço ao exército alemão e já havia agitado as tropas com seus discursos antissemitas, o que fez um superior pedir-lhe que redigisse seus ideais.

O documento, conhecido como a "Carta Gemlich", foi certificado como autêntico em 1988 pelo especialista em caligrafia Charles Hamilton, o mesmo que revelou que os "Diários de Hitler" eram falsos.

Adolf Gemlich criava propagandas para o exército alemão e Hitler lhe escreveu a carta por uma sugestão do capitão Ulrich Mayr, com o intuito de popularizar a ideia de que havia responsáveis pela derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Hitler se despede com "a mais profunda estima".

O Centro planeja exibir a carta no Museu da Tolerância, em Los Angeles, em julho.

— É um documento fundamental que pertence a gerações futuras — ressaltou Hier. Do portal da RBS/Diásrio Catarinense

quarta-feira, abril 20, 2011

MOEDAS NAZISTAS COMERCIALIZADAS NO BRASIL


Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas
Dia desses, depois de denúncias pela internet, a Renner retirou de suas lojas jaquetas contendo alusões ao nazismo, conforme noticiei aqui no blog. Agora aparece no site Mercado Livre a venda de um lote de moedas nazistas, como mostra os facsímiles acima. A discrição do produto é a seguinte: Alemanha Nazista Lote 10 moedas 10,5,1 Reichspfennig cunhadas pelo governo de Hitler nos anos de 1940/43. Informa também que as moedas procedente de um vendendo de São José dos Campos, São Paulo.
Em lestras miúdas informa o site: MercadoLivre não é vendedor deste produtos nem participa da negociação final entre comprador e vendedor, limitando-se a hospedar os produtos anunciados pelos usuários.
O que deveria ser deplorado é transformado em relíquia por esses fanáticos. O nazismo ocasionou a II Grande Guerra com milhares de mortos, sem falar nos 6 milhões de judeus que foram torturados selvagemente e queimados vivos nas fornalhas dos campos de concentração.

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segunda-feira, dezembro 27, 2010

EXTRA: VÍDEO MOSTRA ISLAMIZAÇÃO DA FRANÇA!


Sob o manto da impunidade consentida e incentivada pelo pensamento politicamente correto fanáticos islâmicos dominam a cena nas ruas das cidades francesas neste Natal. Este vídeo está no site francês Bivouac onde vocês podem encontrar muita informação sobre a islamização da Europa.

Neste vídeo uma multidão de muçulmanos ocupa ruas inteiras para exercitar orações islâmicas tumultuando e ocupando calçadas e ruas de Paris.

Imaginem se cristãos ocupassem qualquer cidade de uma país islâmico com uma procissão sacra por exemplo? Algo impensável já que seriam reprimidos brutalmente, presos e até mesmo concenados à morte.

Mas a insanidade politicamente correta abençoa os islâmicos que professam não uma religião, mas o puro fanatismo. São eles que protagonizam os mais sangrentos atentados terroristas como há poucos dias em Estocolmo, a capital sueca, quando um muçulmano homem-bomba explodiu numa região central dessa cidade. Sem falar no episódio de 11 de setembro em New York, quando morreram milhares de cidadãos americanos sob a inclemência do fogo e sob os escombros das torres do World Trade Center.

É por isso que eu afirmo sempre: o pensamento politicamente correto é o maior flagelo do século XXI. Pior que a peste que castigou a Europa na idade média ou a gripe espanhola que matou milhares de europeus nos anos 20 do século passado. E o que é terrivelmente horroroso é que o politicamente correto está promovendo o renascimento do nazismo já que o objetivo do islamismo é varrer Israel do mapa e matar todos os judeus.

E o pior: o fanatismo islâmico tem o apoio de todos os partidos esquerdistas do Planeta. Até mesmo Lula já se abraçou com Ahmadinejad e o mesmo faz o ditador da Venezuela Hugo Chávez. Tanto é que não se ouve um pio dos esquerdistas contra esse macabro renascimento do nazismo na Europa.

Enquanto isso Hussein Obama e os oportunistas que o seguem desejam aprovar uma lei que regulariza todos os imigrantes nos Estados Unidos. Obama, que tem descendência muçulmana, usa os verdugos dos Estados Unidos para tentar se reeleger.

Eu queria compreender o que leva os seres humanos ocidentais a cavarem a própria sepultura com um sinistro sorriso de satisfação.

quarta-feira, outubro 20, 2010

SERRA CANCELA AGENDA NO RIO E SEGUE PARA SÃO PAULO PARA EXAMES MÉDICOS. PANCADA NA CABEÇA DEIXOU CANDIDATO COM TONTURA.

O candidato do PSDB à presidência, José Serra, acaba de cancelar o resto de sua agenda no Rio de Janeiro. Ele e sua comitiva foram agredidos por militantes do PT nesta quarta-feira no início da tarde, durante caminhada em Campo Grande, na zona Oeste do Rio. O candidato passou por exames num hospital da zona Sul do Rio de Janeiro e, por orientação médica, volta a São Paulo para uma avaliação médica mais detalhada.

Serra foi atingido na cabeça com um objeto inicialmente identificado como um rolo de fita adesiva. A assessoria do candidato informou que ele ficou tonto e, por isso, foi encaminhado ao hospital. Os manifestantes carregavam cartazes, gritavam e atiraram pedras na van onde estava a comitiva de Serra. 

O candidato era esperado no Maracanã, onde visitaria as obras do estádio, e ainda se encontraria com aliados políticos e militantes numa churrascaria da zona Sul. O PSDB reafirmou em nota que sua posição é “pela paz, tolerância e um governo de unidade nacional”, e que entende ser esse “o único caminho para o progresso no Brasil.” Do portal da revista Veja

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sábado, setembro 11, 2010

O ALCORÃO É A MENTIRA E ÓDIO! O GRITO DESESPERADO EM DEFESA DOS VALORES DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL!

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Dei uma passada de olhos sobre o que noticiam os sites dos jornalões do mundo inteiro a respeito dos protestos contra o avanço islâmico contra o Ocidente no Marco Zero, em New York, onde Hussein Obama defende a construção de um centro islâmico e mesquita a um quarteirão de onde se erguiam as duas torres do World Trade Center.

Esta foto que está aí acima é do site G1 da Rede Globo onde a patrulha esquerdista idiota dá o tom na edição das matérias. A foto mostra um protesto de cristãos que rasgaram página do Alcorão defronte à Casa Branca. Mas o texto do G1 minimiza os protestos e defende os algozes da Civilização Ocidental e o que é pior, os textos, de forma velada, não conseguem esconder o odioso antissemitismo.

Os jornalistas em sua maioria no mundo inteiro são antissemitas. Não há uma linha de matéria produzida por essa gentalha que tenha um pingo de racionalidade. Eles babam a baba do antissemitismo e sentem prazer em contar piadas ridículas tendo como personagens os judeus; manipulam as informações de forma covarde e não têm coragem de assinar um artigo opinativo defendendo o seu antissemitismo. E ainda há quem propale a mentirosa afirmação segundo a qual a imprensa é dominada pelos judeus! Cáspite! Basta folhear os jornalões do mundo inteiro, ver as televisões e navegar pelos sites noticiosos para constatar que que isso se trata de uma tremenda empulhação, uma mentira histriônica.

Na verdade é o resultado de pelo menos 60 anos de divulgação falsa sobre Israel e o povo judeu, contendo de toda a sorte de teorias conspiratórias completamente idiotas desprezando os valores da Civilização Ocidental, desprezando aquilo que pejoriativamente qualificam de american way of life, justamente um modo de organização social que permitiu o apreciável progresso da humanidade. Desprezam a ciência e a tecnologia, embora estejam vivos graças à ciência produzida nos laboratórios americanos, israelenses e dos demais países anglo-saxônicos da Europa e utilizam como instrumentos de seu trabalho diário a boa tecnologia que é a ciência aplicada. Sem contar que não largam o telefone celular que evidentemente não foi inventado em Cuba ou no Irã, como usam o computador e a internet, também criações dos laboratórios americanos e israelenses.

Essa gente nojenta, asquerosa, burra e incompetente constrói teorias conspiratórias afirmando que foi o governo americano que perpetrou o ataque terrorista contra o WTC.

Lamentavelmente o mundo tal como conhecemos tenderá a desaparecer. A menos que os Estados Unidos liderem - como lideraram a destruição do horror nazista - um grande movimento em defesa da Civilização Ocidental e dos seus valores pautados pela democracia e a liberdade. Esse movimento possivelmente - o que é lamentável mas tem de ser feito - será também um movimento de guerra, como foi na segunda metade da década dos anos 40 do século passado contra a maldição nazista.

Logo após o final da Grande Guerra, os países islâmicos foram os coiteiros principais dos nazistas que fugiram da Alemanha. Nazistas e islâmicos sempre estiveram juntos no seu ódio aos judeus, cuja população em escala mundial é irrisória, como é irrisório o território do Estado de Israel, além de ser um pedaço de terra de péssima qualidade com grande área desértica. É que a maioria dos próprios jornalistas nem sabe onde fica o Estado de Israel e o Oriente Médio. Israel é uma pequenina faixa de terra rodeada pelos seus algozes islâmicos. Peguem o mapa, dêem uma olhada pelo menos.

Nos anos 30 do século passado o nazismo ascendeu ao poder com o silêncio complacente das massas tendo como mote o antissemitismo. A mesma coisa acontece agora. No lugar de Hitler, são os aiatolás e clérigos islâmicos que comandam as massas não apenas contra o povo judeu, mas com o objetivo de islamizar o mundo Ocidental e têm como auxiliares os esquerdistas, ecochatos e pacifistas cretinos e demais politicamente corretos e seu multiculturalismo suicida.

Às vezes me sinto cansando desta luta que parece inglória na defesa dos valores mais caros aos seres humanos que são a democracia e a liberdade. Sei que não sou sequer um grão de areia no universo; sei que falo para poucos e que o meu blog não está alojado num portal da grande imprensa internacional. Mas sei também que o que faço representa o derradeiro viés de sentido para a minha existência, se é que a existência tenha algum sentido. Seja como for, afinal, alguém tem de fazer alguma coisa. Oxalá sirva para algo o que venho fazendo dia após dia aqui no blog.

Rendo mais uma vez a minha homenagem póstuma a todos os americanos que morreram no atentado terrorista do Wolrd Trade Center.

Rendo a minha homenagem e a minha mais completa solidariedade a todos que foram às ruas de New York protestar contra a maldição islâmica, e o faço através daquele anônimo que segura solitário, como mostra a foto acima, um cartaz de protesto contra a escalada de iniqüidades insuflada pelos islâmicos e seus apoiadores comunistas e esquerdistas de todos os matizes.

E, finalmente, rendo a minha solidariedade mais profunda a Israel e ao povo judeu! 

Israel e o povo judeu constituem o último bastião de defesa da Civilização Ocidental!

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domingo, agosto 01, 2010

MAINARDI: LULA É PELEGO MUITO OBEDIENTE

Diogo Mainardi, o colunista da revista Veja e dos raríssimos da dita grande imprensa brasileira que não baba a baba da estupidez da idiotia politicamente correta, está de mudança para Veneza.

Entretanto, para o desapontamento de seus detratores e alento para os seus milhares de leitores continuará com a sua coluna da revista Veja. E antes de deixar o Brasil, Mainardi concedeu uma entrevista a Leandro Sarubo, do site Itu.com.br. Pincei para vocês, como segue, um excerto da entrevista que pode ser lida na íntegra AQUI:

Itu.com.br - Lula tem 77% de aprovação, segundo o Datafolha. O dado acaba demonstrando que muita gente que compreende os malefícios de um país que privilegia a escalada de impostos e as estatizações está ignorando o fato por estarem acomodadas com a boa fase da economia brasileira. Essa relação te surpreende?

Diogo Mainardi: Não, eu não superdimensiono instrução, acho que caráter, falta de caráter, são características comuns a todas as classes sociais. Acho que quem tá ganhando muito dinheiro fica com uma opinião diferente sobre o governo. Entendo que as pessoas que não estão no dia-a-dia da política possam achar que o governo merece aprovação deles. Eu aprovo a política econômica do governo moderadamente, por exemplo. Nunca imaginei que eles fossem subverter as regras do capitalismo brasileiro porque eu sabia quem os financiava. Sempre achei o Lula um pelego muito obediente, sabia que ele obedeceria as instruções dadas pelos financiadores dele.

Itu.com.br - A eleição de 2010 está perdida?

Diogo Mainardi: Não. Espero que a Dilma perca. Espero que seja uma eleição perdida pro PT e pra Dilma. Acho que se o José Serra tivesse a coragem de despedir 10% dos petistas que ganharam cargos comissionados ele já faria um trabalho razoavelmente decente, se a gente comparar aos 200% de petistas a mais que vão aparelhar o governo caso a Dilma vença as eleições. E isto já seria saudável. Adoraria também que se fizesse uma bela de uma checagem em tudo o que foi feito nesses últimos anos, mas isso não será feito. Acho que existe chance de fazer um governo que interfira um pouquinho menos na vida das pessoas. E isso é pra mim um bom governo. Um governo que amola o menos possível.

Itu.com.br - O Brasil tem um partido de direita?

Diogo Mainardi: Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada, tem um bando de salafrários que se reúnem pra roubar juntos.

Itu.com.br - Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Millenium, realizada pelo sociólogo Alberto Carlos Almeida, aponta que os brasileiros são "favoráveis a estatização" de algumas das empresas que consomem, como a TV Globo. Ao mesmo tempo, o Datafolha divulgou pesquisa que aponta metade da população na balança da direita. Essa confusão é um fator de atraso educacional?

Diogo Mainardi: É um fator de atraso, a nossa direita é estatizante, sempre foi estatizante. Nós nunca tivemos uma direita liberalizante, o que cria confusão também. Se a direita nazista foi estatizante, a comunista também foi. A estatização ou o liberalismo nunca foram uma política de direita ou de esquerda. A gente tem que separar essas coisas. E os brasileiros têm uma grande confusão, nem sabem o que é estatização, nem sabem no que implicaria isso.

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