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sábado, junho 11, 2011

GRANDE IMPRENSA SAI EM SOCORRO À DILMA E CONSULTA OS UNIVERSITÁRIOS. É O ESPLENDOR DO LIXO OCIDENTAL!

Quando eu afirmo que o jornalismo militante que domina as redações da grande imprensa brasileira é o principal sustentáculo do ridículo o corrupto governo do PT estou, sem qualquer modéstia, dizendo a mais pura verdade.  Agora mesmo o portal G1 da Rede Globo, publica uma matéria que tenta salvar o governo da Dilma que não começou e não começará nunca, a despeito de uma oposição frouxa e conivente.
Como sempre o G1 foi atrás desses sociólogos de araque que dominam a área de ciências humanas das universidades brasileiras onde promovem a lavagem cerebral dos alunos embrutecendo-os através da ideologia esquerdista petralha.
O lead da matéria e título são emblemáticos dessa sabugice da grande imprensa, ao afirmar que 'Dilma começa a controlar o próprio governo, dizem analistas'.  O coisa é de uma boçalidade absurda, um troço acintoso. Devem pensar que todos os brasileiros sejam idiotas. É verdade que a maioria é, mas a maioria nunca será a totalidade.
Quem coloca Ideli Salvati e Gleisi Hoffmann como ministras não controla nem mesmo o próprio cérebro, que dirá o governo! 


sábado, junho 04, 2011

ESCÂNDALO PALOCCI ASSINALA O COMEÇO DO FIM DA HEGEMONIA DO PT

Com todo esse escândalo Palocci ainda ri (Foto do site da Veja)
Nesta matéria que está no site do Estadão dá para ver que o escândalo Palocci vai muito além dos seus efeitos sobre o governo da Dilma. É a gota d'água sobre um tonel até a boca de patifarias que começaram com o mensalão e não pararam mais. Agora transbordou! Isto quer dizer em outras palavras que se assiste o começo do fim da hegemonia do PT. E notem que a oposição tenha contribuído um tico para salvar o Brasil das garras desse bando de comunistas chulés. A turma do PT é incompetente, idiota e deslumbrada com o poder. Cavou a sua própria sepultura. E com um detalhe: depois que cair fora do poder não voltará jamais a ocupá-lo. Escrevam aí! Leiam:
A situação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, piorou muito depois da entrevista que ele concedeu ao Jornal Nacional, na sexta-feira. E se agravou ainda mais depois da divulgação, pela revista Veja, de que o apartamento de 640 metros quadrados que Palocci aluga, em São Paulo, seria de uma empresa dirigida por laranjas, um de 23 anos, outro de 17.
A presidente Dilma Rousseff teve uma reação de desânimo depois de ver a entrevista, de acordo com informações de bastidores do Palácio do Planalto. E teria comentado que Palocci ficou devendo respostas a respeito da lista de clientes, que, segundo ele próprio, foram entre 20 e 25.
No Planalto já se fala que agora o governo deve entrar num clima de transição na área política. Petistas que foram à festa de filiação do deputado Gabriel Chalita ao PMDB, em São Paulo, chegaram a dizer que a situação de Palocci se tornou "insustentável".

Antes mesmo da entrevista do titular da Casa Civil para esclarecer suspeitas de enriquecimento ilícito, Dilma e auxiliares mais diretos avaliavam que o ministro não conseguiria reverter a sua situação pessoal nem a de engessamento do governo.
O ministro Gilberto Carvalho, que ocupa atualmente a apagada pasta da Secretaria-Geral, vem tentando ocupar um pedaço do "vácuo" nas interlocuções do Planalto com setores da base aliada na falta de Palocci, disseram auxiliares de Dilma.
Carvalho sempre é lembrado pelo contato direto com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, maior fiador de Palocci no governo. Carvalho também mantém boa relação com dirigentes do PT contrários à permanência de Palocci, que reclamam da nomeação de aliados para cargos que disputam na aliança partidária governista. A participação ativa de Carvalho na busca de saídas para a crise não se limita a negociações com petistas. Dilma encarregou o ministro de manter conversas permanentes com o vice-presidente Michel Temer e líderes do PMDB. Do portal do Estadão

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quinta-feira, junho 02, 2011

PALOCCI ESTÁ PELA BOLA SETE. MAS É APENAS A PONTA DO ICEBERG. HÁ NECESSIDADE DE UMA DEVASSA NO GOVERNO DO PT!

Segundo esta matéria que é a manchete do jornal Folha de S. Paulo desta quinta-feira, nota-se que a permanência de Palocci torna-se impossível. Transcrevo a parte principal, com link. E chamo a atenção para um fato: o PT já está tratando de fazer crer que a crise originada por mais este escândalo é uma crise pessoal', só do Palocci e não do PT. Trata-se de uma deslavada mentira. O problema é e sempre foi o PT, o maior azar que já surgiu no Brasil. O PT é uma ferida aberta, pustulenta e que contamina a Nação.
Palocci é apenas a ponta do iceberg. São milhares de consultorias, ONGs, aparelhamento completo do Estado transformado numa imensa teta em que a petralhada mama sem qualquer pudor. Está na hora de abrir essa fantástica e horripilante caixa preta em que se transformou o governo do PT, esse permanente dreno que sustenta a roubalheira institucionalizada. 
Sem querer, a Folha de S. Paulo, normalmente dominada por uma redação de áulicos do lulo-petismo, acabou levantando a ponta do tapete vermelho. 
Há necessidade de uma devassa completa. O Brasil precisa ser passado a limpo! Precisa de uma assepsia total. E isto significa o afastamento do PT do poder para sempre! Leiam:


Um novo revés sofrido pelo governo no Congresso agravou ontem a situação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, ampliando as dificuldades que ele encontra para se livrar da desconfiança em torno de seus negócios como consultor de empresas.
 
Uma comissão da Câmara dos Deputados aprovou a convocação do ministro para explicar a atuação de sua consultoria, que faturou R$ 20 milhões no ano passado, quando Palocci exerceu o mandato de deputado federal e chefiou a campanha da presidente Dilma Rousseff.

 
A convocação foi aprovada sem que o PT e outros partidos governistas se mobilizassem em defesa de Palocci. A base do governo só esboçou uma reação no fim do dia, quando o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-SP), anunciou a suspensão da convocação até terça-feira.

 
Sinais das dificuldades do ministro apareceram em toda parte. Em conversas reservadas, Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliaram a pressão para que o chefe da Casa Civil rompa o silêncio e explique seus negócios em público.

 
O senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), que faz parte da base do governo, avisou que na próxima semana a Comissão de Constituição e Justiça do Senado votará outro requerimento para que Palocci seja convocado a depor.

 
Várias lideranças petistas procuraram se distanciar de Palocci nos últimos dias, cobrando explicações sobre seu enriquecimento e evitando assumir sua defesa em público. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), mulher do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, chegou a sugerir que ele deixe o cargo.

 
O próprio Marco Maia fez cobranças ontem depois de anunciar que iria "congelar" a convocação do ministro por alguns dias. "O Palocci tem que se explicar", afirmou.

 
O governo está trabalhando para evitar a paralisia provocada pelas suspeitas em torno do ministro, anunciando iniciativas como a privatização de três dos principais aeroportos do país e um novo plano de combate à miséria. Da Folha de S. Paulo desta quinta-feira - assinante lê mais clicando AQUI


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quarta-feira, maio 25, 2011

ARTIGO: Paloccigate

Por Nilson Borges Filho (*)

O enriquecimento repentino e não explicado do ministro Antônio Palocci coloca o  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o principal articulador político do governo de Dilma Rousseff .

A permanência do Chefe da Casa Civil e os apoios públicos de parlamentares da “base alugada” não refletem, exatamente, o que se passa internamente no PT. Declarações públicas que tentam minimizar a atual crise não quer dizer, necessariamente,  que exista um desejo explícito  pela manutenção de Palocci. 

Tem muita gente dentro do governo torcendo para que o ministro se desidrate politicamente, a ponto de se tornar refém de parlamentares que dão sustentação ao governo. Não é segredo para ninguém – muito menos para petistas - que Palocci não era o nome preferencial de Dilma para ocupar a principal pasta do seu governo.  

Lula convenceu a presidente que Palocci seria o melhor nome para articulador político do seu governo, pois transita bem entre os diversos partidos, inclusive da oposição, e tem credibilidade junto ao patronato brasileiro. Dilma, que faz de tudo para não contrariar seu inventor, manteve Palocci e de quebra aceitou Gilberto Carvalho na Secretaria Geral, Mantega na Fazenda e adotou Fernando Haddad como ministro da Educação. 

Não bastasse isso, Dilma teve que engolir o deputado Rui Falcão como presidente nacional do PT, a quem detesta silenciosamente. Ao assumir a coordenação política do governo federal, Lula enfraquece politicamente Dilma Rousseff. 

O ex-presidente aposta que o sucesso da presidente é, na verdade, o seu sucesso. Mas, se sua escolhida não se sair bem, Lula mantém a aposta que será o principal nome do PT e aliados para 2014. Ricardo Berzoini e o mensaleiro João Paulo Cunha torcem pela queda do ministro Palocci, creem num esvaziamento político da presidente e pensam que Lula passará a dar as cartas no governo. 

Com isso farão o que mais gostam: repartir, entre seus apaniguados, diretorias de estatais e de fundos de pensão com orçamentos polpudos. Decididamente,  Dilma tem se insurgido contra o  aparelhamento das estatais pelo neo-peleguismo. A rigor, o paloccigate surgiu da luta política de “cachorro  grande” dentro do próprio PT. E foi daí que se abasteceu a reportagem da Folha de São Paulo, para fazer a matéria que tratou do enriquecimento de Antônio Palocci. 

Não pensem que estão sendo sinceros, os que defendem publicamente o ministro da Casa Civil. A ideia é promover  a sua saída, mais ou menos honrosa, antes que estilhaços da crise atinjam a arrecadação de fundos da campanha de Dilma Rousseff. A maior preocupação de Lula – caso não se estanque a sangria de Palocci – consiste no fato de que a crise está se aproximando de alguns amigos próximos e de gente da sua própria família.  

A presidente está fragilizada não só politicamente;  sua saúde está trazendo preocupações aos seus auxiliares de confiança.  Foi grave a recaída de Dilma. E não são poucos, entre os petistas e aliados, os que torcem pelo pior. 

Uma fonte me confidenciou que a crise foi criada dentro do PT e que a estratégia é a de vinculá-la à oposição para o público externo. Internamente, a estratégia – disse-me ele – é pela guerra de posições, no mais exato conceito gramsciano. 

A informação publicada pela Folha de São Paulo, edição de hoje, de que a Caixa Econômica Federal comunicou à justiça, que a quebra do sigilo bancário do caseiro partiu do gabinete de Palocci, foi passada por gente do PT. É tudo que Palocci  gostaria que não viesse a público.

(*) Nilson Borges Filho é doutor em Direito, professor e articulista colaborador deste blog