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Mostrando postagens com marcador Dilma Rousseff. José Serra. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, agosto 06, 2010

EM APENAS UM DIA, JOSÉ SERRA RECUPERA 4 PONTOS. E ACREDITEM: VENCERÁ A ELEIÇÃO!

Uma nova pesquisa Ibope, encomendada pela Rede Globo e pelo Estadão está na rua, ou melhor em todos os jornalões, televisões e rádios, principalmente a CBN que repete de meia em meia hora em seu noticiário. Como bem o observou o Reinaldo Azevedo, no seu blog, em relação à semana passada, nada mudou nos números no instituto no primeiro turno: Dilma permanece com 39%, e Serra, com 34%. No segundo turno, houve oscilação dentro da margem de erro, e a diferença numérica que era de 6 pontos passou a 5. Dilma oscilou dois pontos para baixo, de 46% para 44%, e Serra, um, de 40% para 39%.

Os números do Instituto Sensus, divulgados ontem, no dia do debate, apontavam Dilma com 9 pontos na frente. Isto quer dizer que em 1 dia José Serra ganhou 4 pontos e Dilma perdeu 4! Certo?

Na última eleição na Colômbia todos os institutos e toda a mídia falavam até a vésper da eleição que o estranho e ondulante Antanas Mockus, do tal "Partido Verde", poderia vencer no 1° turno.

Mockus teve uma derrot acachapante já no primeiro turno, haja vista que além dele concorria candidatos com boa presença eleitoral.

Mas já na primera rodada Santos já havia somado mais votos do que todos os seus concorrentes. No 2° turno foi demolidor e venceu com quase 70% dos votos. Mockus amargou uma derrota vergonhosa, fez pouco mais de 20%.


Portanto, candidato do 'já ganhou', decorrente de montagens midiáticas em cima de pesquisas fajutas nunca venceu eleição em lugar nenhum.

Outro exemplo foi o Chile, onde a presidente Bachelet contava com apoio de quase 90% dos chilenos. O candidado da festejada socialista Bachelet foi derrotado por Piñera, da Oposição!

Para o desespero dos petralhas, dos empresários sabujos vagabundos, dos jornalões e seus jornalistas mentirosos, José Serra continua no páreo e acreditem: é osso duro. Vencerá a eleição pela competência, pela ética decência.

A menos que as urnas eletrônicas conspirem contra os eleitores.

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DEBATE: SERRA TEM EM EXCESSO O QUE FALTA AOS SEUS ADVERSÁRIOS: CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIA

Não precisa muito esforço para perceber aquilo que é óbvio e o debate apenas confirmou: dentre os candidatos José Serra é indiscutivelmente o mais preparado e foi o único que não teve que ficar lendo "colinha" para responder perguntas ou rebatê-las.

Como vocês sabem, este é um blog jornalístico "parcial na defesa do Estado de Direito democrático" e quem dá esta segurança de democracia é o candidato José Serra, quando dia desses afirmou que defende a "liberdade de imprensa total". Isto por si só é o essencial.

Nenhum dos outros candidatos que debateram dão esta segurança: Dilma defende o "controle público" da mídia; Marina é ecochata verde por fora vermelha por dentro, enquanto Plínio, não pela idade, é um dinossauro por defender a surrada idéia idéia comunista que vê na igualdade a condição para a liberdade, quando na verdade a sede da liberdade está justamente na desigualdade que confere a cada ser humano uma diferença peculiar que se denomina individualidade. Não falam tanto em diversidade? A diversidade existe exatamente porque a natureza é por essência desigual. É o que eu denomino de "desigualdade positiva".

Quanto ao desempenho dos candidatos brinquei no Twitter logo após o primeiro bloco que Dilma estava mais perdida do que cachorro em tiroteio. Nervosa, insegura, hesitante e completamente despreparada.

Ao contrário, Serra teve que fazer um esforço
hercúleo para sintetizar em minutos todo o seu conhecimento e experiência política e administrativa que vem acumulando em quase meio século de vida pública. Líder estudantil aos 21 anos de idade; exilado por 14 anos; deputado, senador, Ministro da Saúde, prefeito e governador de São Paulo e que já disputou também uma eleição presidencial.

Serra tem estofo intelectual e experiência em excesso, virtudes que faltam completamente para Dilma. Isto não é porque eu quero, mas porque é um fato evidente e que ficou muito claro no debate.

Como já afirmei aqui pela primeira vez na história da República a Nação tem um dos melhores candidatos à Presidência que é José Serra que combina preparo intelectual completo incluíndo o PhD em economia nos Estados Unidos com o fato de reunir experiência tanto no âmbito legislativo como no administrativo.

Estou me referindo aos fatos evidentes. Mas isto por certo não será o ponto principal que irá prevalecer para o colunismo político da grande imprensa nacional miseravelmente atrelado ao PT.

Honestamente os concorrentes de José Serra são muito fraquinhos. Chega a ser covardia debater com cérebros diminutos e abduzidos pelo esquerdismo que depois da queda do Muro de Berlim, quando foi detonado, só encontrou guarida na América Latina e, particularmente, aqui no lixo ocidental.

Eles (os colunistas dos jornalões) vão se esforçar. Mas será difícil negar a evidência dos fatos que se expressa na supremacia de José Serra.

UPDATE 1- O que eu previ já aconteceu. Eis o que está em destaque no portal do Estadão "Dilma e Serra polarizam; Plínio se destaca".

Sem palavras. O jornalismo brasileiro foi completamente destruído, imbecilizado pela idiotia esquerdista. Aliás, em post mais abaixo denuncio o estado de miserabilidade intelectual e ética dos jornalistas da grande imprensa nacional.

Os jornalistas dos jornalões compõem hoje um bando de mentirosos, picaretas vulgares. Que nojo e vergonha que sinto!

UPDATE 2 - Pouco depois de denunciar a ignominiosa manchete do portal do Estadão, o editor resolveu siubstituí-la, mas continau lá no blog ordinário, denominado Radar Político, porém um radar avariado pela burrice, a estupidez e o servilhismo vergonhoso. Mas o Estadão não está sozinho nessa empreitada. O portal da Folha tamém não deixa por menos anunciando que o debate favoreceu Dilma, o que é uma mentira.

Não calarei. Prosseguirei exercendo o jornalismo respeitando a evidência dos fatos e denunciarei um por um. Minha honra e competência profissional e minha defesa da democracia, da lei e da ordem são os pontos principais que dão sentido para minha existência. Sei que estou praticamente sozinho nessa empreitada, mas podem crer que sou osso duro de roer. Gastarei até a última letra para denunciar essa armação diabólica que tenta destruir o pingo de ética profissional que resta e que qualifica poucos jornalistas na atualidade brasileira.

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domingo, agosto 01, 2010

CARA OU COROA? Por Fernando Henrique Cardoso

Transcrevo artigo do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, por considerar oportuno, bem escrito, com consistência e educação, sem no entanto ser complacente nos pontos essenciais. Está publicado no Diário Catarinense.

É importante que leiam e reflitam. Mesmo aqueles que por ventura discordem da posição política deste blog, a qual coincide em grande parte com a de FHC. Até porque tenho afirmado aqui em meus escritos que esta é uma eleição presidencial atípica porquanto implica o reforço ou a desmontagem da estrutura democrática forjada pela Constituição de 1988.

Hão de concordar os leitores que comungam com as teses que venho defendendo aqui e também pelas expressadas no artigo que segue após este prólogo, como também aqueles que possam estar em campos políticos opostos: o que está em jogo é o futuro da democracia e das liberdades, sobretudo da liberdade de expressão e de imprensa. São estes os valores mais caros aos seres humanos e que foram conquistados a duras penas por muitas gerações. Dilma Rousseff não tem a competência requerida para presidir a Nação. E o que é pior: não tem confiabilidade por encenar em suas falas o que lhes ditam os marqueteiros, sendo ela, portanto, uma incógnita. Estas são verdades incontestáveis. Eleição não é um jogo de aventureiros e oportunistas. É coisa muito séria e que não combina como discursos rasteiros vazados em lugares comuns, frases de efeito e trocadilhos vulgares.

O artigo de Fernando Henrique Cardoso joga um potente facho de luz que pode ajudar a clarear este importante debate. O título deste post é o original do artigo. Leiam:

Em pouco mais de dois meses escolheremos o próximo presidente. Tempo mais do que suficiente para um balanço da situação e, sobretudo, para assumirmos a responsabilidade pela escolha que faremos. É inegável que a popularidade de Lula e a sensação de dinheiro no bolso, materializada no aumento do consumo, podem dar aos eleitores a sensação de que é melhor ficar com o conhecido do que mudar para o incerto.

Mas o que realmente se conhece? Que nos últimos 20 anos melhorou a vida das pessoas no Brasil, com a abertura da economia, com a estabilidade da moeda trazida pelo Plano Real, com o fim dos monopólios estatais e com as políticas de distribuição de renda simbolizadas pelas bolsas. Foi nessa moldura que Lula pregou sua imagem. Arengador de méritos, independentemente do que diga (quase nada diz, mas toca em almas ansiosas por atenção), vem conseguindo confundir a opinião, como se antes dele nada houvesse e depois dele, se não houver a continuidade presumida com a eleição de sua candidata, haverá retrocesso.

Terá êxito a estratégia? Por enquanto o que chama a atenção é a disposição de bem menos da metade do eleitorado em votar no governo, enquanto a votação oposicionista se mantém consistente próxima da metade. Essa obstinação, a despeito da pressão governamental, impressiona mais do que o fato de Lula ter transferido para sua candidata 35% a 40% dos votos. Assim como impressiona que o apoio aos candidatos não esteja dividido por classes de renda, mas por regiões: pobres do Sul e do Sudeste tendem a votar mais em Serra, assim como ricos do Norte e do Nordeste, em Dilma. O empate, depois de praticamente dois anos de campanha oficial em favor da candidata governista, tem sabor de vitória para a oposição. É como se a lábia presidencial tivesse alcançado um teto. De agora para frente, a voz deverá ser a de quem o país nunca ouviu, a da candidata. Pode surpreender? Sempre é possível. Mas pelos balbucios escutados falta muito para convencer: falta história nacional, falta clareza nas posições; dá a impressão de que a palavra saiu de um manequim que não tem opiniões fortes sobre os temas e diz, meio desajeitadamente, o que os auditórios querem ouvir.

Não terá sido esta também a técnica de Lula? Até certo ponto, pois este quando esbraveja ou quando se aferra pouco à verdade, o faz “autenticamente”: sente-se que pode assumir qualquer posição porque em princípio nunca teve posição alguma. Dito em suas próprias palavras: “Sou uma metamorfose ambulante”. Ora, o caso da candidata do PT é o oposto (esta é, aliás, sua virtude). Tem opiniões firmes, com as quais podemos ou não concordar, mas ela luta pelo que crê. Este é também seu dilema: ou diz o que crê e possivelmente perde eleitores por seu compromisso com uma visão centralizadora e burocrática da economia e da sociedade, ou se metamorfoseia e vira personagem de marqueteiro, pouco convincente.

Não obstante, muitos comentaristas, como recentemente um punhado de brazilianists, quando perguntados sobre as diferenças entre as duas candidaturas, pensam que há mais convergências do que discrepâncias entre os candidatos. Será? As comparações feitas, fundadas ou não, apontam mais para o lado psicológico. O que está em jogo, entretanto, é muito mais do que a diferença ou semelhança de personalidades. O quadro fica confundido com a discussão deslocada do plano político para o pessoal e, pior, quando se aceita a confusão a que me referi inicialmente entre a situação de desafogo e bem-estar que o país vive e Lula, que dela se apossou como se fosse obra exclusiva sua. Se tudo converge nos objetivos e se estamos vivendo um bom momento na economia, podem pensar alguns, melhor não trocar o certo pelo duvidoso. Só que o certo foi uma situação herdada, que embora aperfeiçoada, tem a marca original do fabricante e o duvidoso é a disposição da herdeira eleitoral de continuar a se inspirar na matriz originária. O candidato da oposição, este sim, traz consigo a marca de origem: ajudou a construir a estabilidade, a melhorar as políticas sociais e a promover o progresso econômico.

Não nos iludamos. O voto decidirá entre dois modelos de sociedade. Um mais centralizador e burocrático, outro mais competitivo e meritocrático. No geral, ambos oponentes levarão adiante o capitalismo. Estamos longe dos dias em que o PT e sua candidata sonhavam com o que Lula nunca sonhou: o controle social dos meios de produção e uma sociedade socialista. Mas estamos mais perto do que parece de concretizar o que vem sendo esboçado neste segundo mandato petista: mais controle do estado pelo partido, mais burocratização e corporativismo na economia, mais apostas em controles não democráticos, além de maior aproximação com governos autoritários, revestidos de retórica popular.

A escolha a ser feita é, portanto, decisiva. Como tudo indica, o teatro eleitoral se está organizando para esconder o que verdadeiramente está em discussão. Há muita gente nas elites (vilipendiadas pelo lulismo nos comícios, mas amada pelos governantes e beneficiada por suas decisões econômico-financeiras) aceitando confortavelmente a tese de que tanto dá como tanto deu. Dê cara ou dê coroa, sempre haverá “um cara” para desapertar os sapatos.

Ledo engano. Há diferenças essenciais entre as duas candidaturas polares. Feitas as apostas e jogado o jogo, será tarde para choramingar, “ah, eu nunca imaginei isso”. Melhor que cada um trate de aprofundar as razões e consequências de seu voto e escolha um ou outro lado. Há argumentos para defender qualquer dos dois. Mas que não são a mesma coisa, não são. E não porque num governo haverá fartura e noutro escassez, para pobres ou ricos. E sim porque num haverá mais transparência e liberdade que noutro. Menos controle policialesco, menos ingerência de forças partidário-sindicais. E menos corrupção, que mais do que um propósito é uma consequência.

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