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segunda-feira, abril 30, 2012

ANTISSEMITAS DE PLANTÃO (UM ARTIGO DO ESCRITOR LUIZ NAZARIO)

O tiranete do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, abre o seminário 'The World Without Zionism' (O mundo sem sionismo, 2006).
Assinalando o transcurso do 64º Aniversário do Estado de Israel, transcrevo na íntegra após este prólogo um artigo excelente do professor e escritor Luiz Nazario, que está postado em seu blog, inclusive com esta ilustração acima, que aborda a questão do antissemitismo. Ao mesmo tempo lembro aos leitores que há link permanente na coluna mais abaixo aqui no blog para o blog Luiz Nazario. Recomendo que visitem esse blog que é excelente. Ainda que não seja de atualização diária, mantém um acervo de artigos excepcionais, com textos primorosos não apenas de política, mas sobretudo de enfoque filosófico e também versando sobre literatura e cinema, que é uma das especialidades desse grande intelectual e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Segue o artigo. Vale a pena ler:
Nos dias que correm, os antissemitas fazem plantão nas redações dos pequenos e grandes jornais, nas agências de notícias, blogs, sites e redes sociais. Nenhuma notícia sobre Israel deve ser publicada sem que sejam utilizados os termos aprovados pelo código de ética desses zelosos antissemitas. Tão seguros eles se encontram hoje no controle das mídias que nem percebem os deslizes que cometem no afã de destruir os judeus através da diabolização de Israel.
Não me dou mais ao trabalho de coletar essas matérias, tão abundantes, variadas e multifacetadas, para um dossiê do futuro, que poderia explicar de modo bastante didático, às gerações vindouras, como foi possível, em pleno século XXI, num mundo tão bem informado, um segundo Holocausto dos judeus.
Seguindo o código de ética dos antissemitas de plantão, as notícias devem fazer os leitores acreditarem que Israel ataca Gaza gratuitamente, numa rotina de ofensivas sem motivação, por pura crueldade. Todo ciclo de ataques e retaliações deve, segundo o código de ética antissemita, ser sempre iniciado pelos israelenses, jamais pelos palestinos. Sempre em resposta, os palestinos revidam, mas só para marcar sua posição de heróica resistência contra os agressores sionistas, em legítima defesa.
Tamanha distorsão indica que os antissemitas de plantão se sentem bastante confiantes em suas manipulações dos fatos. Sem se dar mais ao trabalho de tomar cuidado com as palavras na preservação de um mínimo de pensamento lógico, um grande jornal já pode apresentar aos seus leitores, em boa parte doutrinados pelo código de ética antissemita, o revide israelense como um ataque e o ataque palestino como um revide, somando mais um grão de areia na ampulheta antissemita que marca o tempo que resta aos judeus antes da execução do Holocausto II. Do blog Luiz Nazario

quinta-feira, março 22, 2012

ISRAEL E O POVO JUDEU CHORAM A MORTE DAS VÍTIMAS DA CHACINA DE TOULOUSE! HORA DE REAGIR À INVASÃO BÁRBARA ISLÂMICA! SALVE ISRAEL! SALVE A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL!

O desespero da mãe da menina de 7 anos de idade assassinada. Acima a multidão em Jerusalém no funeral das vítimas da chacina. 
Por enquanto apenas o site da revista Veja destaca um artigo do jornalista Reinaldo Azevedo que deplora a ação do terrorismo islâmico que assola a Europa, como box do noticiário referente ao covarde assassinato de um rabino e três criancinhas judias por um fanático islâmico que lamenta não ter conseguido matar mais judeus, conforme reportam as agências internacionais de notícias.
A maioria dos veículos da grande imprensa e seus jornalistas comunistas continua com a ladainha amorfa, sem emitir uma enérgia censura ao avanço do terror islâmico contra o mundo ocidental. O site de O Globo é indecente, já que o texto se refere ao "islamismo radical", como se tivesse um islamismo não radical. NÃO TEM! ISTO É UMA DESLAVADA MENTIRA! É O MAIS ODIOSO ANTI-SEMITISMO! ISTO É UMA SACANAGEM QUE TEM DE SER DENUNCIADA! 
Como já escrevi em post mais abaixo 99,9% dos jornalistas são comunistas anti-semitas. Eu os conheço! Sou jornalista há mais de 40 anos! 
Se há uma classe que tem 99,9% de vagabundos, diletantes, ignorantes, malandros e mentirosos é a classe dos jornalistas. E isso não é apenas no Brasil, mas no mundo inteiro. 99,9% desses semoventes não passa no meu teste, porque babam a baba da estupidez, quando não do deletério oportunismo. Muitos são caçadores profissionais de caraminguás estatais, outro tanto é constituído de débeis mentais que tem por vício lamber o rabo dos comunistas.
Os textos que escrevem são capciosos. Não há um miserável jornalista da grande mídia que pelo menos tenha culhão de assumir que é comunista, que apóia os terroristas, que é a favor da estupidez multicultural, que é contra Israel e que se compraz em ver pessoas inocentes e criancinhas sendo mortas de forma vil e covarde por um desgraçado islâmico.
Sempre assumi a minha posição política e ideológica. Quem lê o que eu escrevo sabe que não coloco panos quentes, assumo o que penso e não me escondo atrás dessa abjeta e falsa isenção. NÃO! EU NÃO SOU JORNALISTA ISENTO E IMPARCIAL! MAS TODOS QUE ME LÊEM SABEM O QUE  SINCERAMENTE PENSO! NÃO ENGANO OS LEITORES! EU SOU EU INTEGRALMENTE E ME RENDO A EVIDÊNCIA DOS FATOS AINDA QUE ELES NÃO SEJAM DO MEU AGRADO!
Ante as iniqüidades, a sacanagem, a mentira e a mistificação e a idiotia politicamente correta não posso ser imparcial. Tenho o dever moral e ético de combater toda e qualquer iniqüidade. Isso é o mínimo que eu posso fazer e é o mínimo que cada cidadão tem a obrigação de fazer, ainda mais quando está na posição de formador da opinião pública.
Essa gente não contava com a internet e os blogs independentes. Tanto é que já tentaram de todas as maneiras reeditar a censura à Impresa e à liberdade de expressão. Inclusive a famigerada Conferência dda Comunicação do PT patrocinada pelo governo do Lula, teve como aliado de primeira hora, por mais paradoxal que possa parecer, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e de todos os sindicatos de jornalistas atrelados aos sindicaleiros profissionais da CUT que distribuem a verba do denominado "imposto sindical".  Ah! como seria bom uma sindicância pra valer em cima dessas entidades sindicais, antros de chupins do dinheiro alheio.
Embora não seja judeu eu apóio Israel e o povo judeu. Faço a postagem da bandeira gloriosa de Israel. Afirmo e reafirmo que Israel é o único bastião de defesa da civilização ocidental que resta, depois que o pensamento politidamente correto sobrepujou-se nos Estados Unidos conseguindo pôr na presidência daquele país um farsante comunista que seguidamente tem virado as costas para Israel. Não é para menos que é o queridinho da escumalha jornalística vassala do movimento comunista internacional que aos poucos vai destruindo todos os valores da civilização ocidental, dentre eles o mais caro: o sagrado respeito à vida e à liberdade!
Chegará o momento em que algo terá de ser feito concretamente para salvar a civilização ocidental do ataque dos bárbaros árabes islâmicos. Pelo visto será Israel a única Nação do planeta a reagir. Sim, e o fará!
SALVE ISRAEL E O POVO JUDEU!

segunda-feira, março 19, 2012

TERROR ISLÂMICO QUE TEM O APOIO DO MOVIMENTO COMUNISTA INTERNACIONAL AGORA TAMBÉM MATA CRIANCINHAS JUDIAS SOB O SILÊNCIO CÚMPLICE DO MUNDO TODO!

Transcrevo na íntegra após este prólogo texto do blog do Reinaldo Azevedo, que diz tudo a respeito da perseguição aos judeus e cristãos que é apoiada pelo movimento comunista internacional, no Brasil representado por Lula, Dilma e seus sequazes do PT e mais um bando de ignorantes e cretinos do PMDB e demais agremiações que viabilizam a base alugada dos petralhas e que lambe o saco desses comunistas em troca de alguns caraminguás procedentes dos cofres públicos. É gente de quarta categoria.
Se crianças judias inocentes são mortas pelo terrorismo e não se vê a condenação desses episódios de horror por parte de Lula, Dilma e seus sequazes petistas é sinal que apóiam o terrorismo dos árabes fanáticos e macabros.
Mas não é apenas a bandalha do PT que apóia terroristas. 99,9% dos jornalistas são anti-semitas. Os cursos de jornalismo em todo o Brasil são dirigidos por anti-semitas, como são as áreas de ciências humanas e sociais  de todas as universidades brasileiras, que formam os nazi-fascistas do século XXI.
E, com toda certeza, 90% da população planeta é anti-semita. Isso significa que apenas 10% da população mundial (calculada em 7 bilhões de habitantes) possui cérebro inteligente. O restante da população é constituída de semoventes, de estúpidos e ignorantes congênitos. Todo anti-semita é um burro. E, lamentavelmente, a burrice não tem remédio. Quem nasce burro será sempre um burro orelhudo babando a baba da estupidez anti-semita. Leiam:
“Tivemos hoje um ataque selvagem na França, que matou a tiros judeus franceses, entre eles, crianças. É cedo para saber o que está por trás desses assassinatos, mas acho que não dá para descartar uma forte motivação antissemita. (…) Eu não ouvi até agora uma condenação ao ataque de nenhum dos órgãos da ONU, mas ouvi dizer que um deles, o Conselho de Direitos Humanos, convidou, justamente hoje, para uma conversa um representante do Hamas — neste dia, quando tivemos um assassinato selvagem, eles optaram por convidar um membro do Hamas”.
A afirmação acima é de  Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel. Como ele mesmo diz, e é fato, não dá para saber ainda os responsáveis pelo ataque terrorista. Há indícios que ligam os crimes de agora a outros dois, cometidos contra soldados. Mas Netanyahu está absolutamente certo em expressar a sua estupefação com o convite feito a um representante do Hamas. Qual é a pauta desse grupo? O item número um é destruir Israel. O resto é consequência.
Leiam os comentários de leitores de sites e blogs do Brasil e do mundo. Até no jornal israelense Haaretz, como informou Marcos Gutterman em seu blog, há leitores concluindo que as crianças “pagaram o preço das políticas de Israel”. O substrato (i)moral desse tipo de raciocínio é o seguinte: enquanto não se resolver a questão do território palestino, a morte de inocentes é uma consequência óbvia, natural e, no fundo, justificável.
É um primado terrível. Isso significa que não são poucos, no Ocidente — refiro-me, se me permitem, ao “Ocidente democrático”, uma geografia política, não física —, os que se deixaram sequestrar pela lógica do terrorismo.
Não há escapatória: quando um conselho da ONU — por ironia, o de Direitos Humanos, coalhado de defensores de tiranos tarados — convida um representante graduado do Hamas, algo está sendo dito ao mundo: em certas circunstâncias, o assassinato de judeus faz parte do jogo político. Aliás, essa ideia criminosa está se consolidando também em relação aos cristãos, que hoje são assassinados como moscas mundo afora, sob o silêncio cúmplice da imprensa ocidental, da ONU e de bandos de autoproclamados “progressistas” que dizem lugar por um mundo melhor. Do blog do Reinaldo Azevedo

SALVE ISRAEL E O POVO JUDEU!

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

SINDICATO DE JORNALISTAS DE SÃO PAULO PROMOVE CURSO QUE INSTIGA O ANTI-SEMITISMO!

Kristallnacht: propriedades de judeus destruídas na famigerada Noite dos Cristais em 1938 que desencadeou o Holocausto
Não serão os batuques dessa festa anti-higiênica e primitiva que é o carnaval que impedirão a permanente atualização deste blog que procura trazer os fatos, análise e opiniões que são escamoteadas pela grande imprensa, sobretudo os jornalões e as redes de televisão. Escapam dessa infernal teia de idiotices que promove a lavagem cerebral diária da maioria das pessoas os blogs jornalísticos independentes e a revista Veja. Só!
Dentre os blogs alojados em portais da grande mídia contam-se nos dedos aqueles que não chafurdam na ideologia comunista. Dentre eles está o blog do incansável Reinaldo Azevedo, no site da revista Veja. Nesta quinta-feira Reinaldo flagrou um fato que explica muito a razão do criminoso anti-semitismo que se expressa diariamente pelos grandes veículos de comunicação. 
O Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, atrelado como os demais em todo o Brasil, à CUT e ao PT, está promovendo um Curso de Anti-Semitismo. A denominaçao desse inacreditável absurdo esconde o seu deletério conteúdo. O nome dessa lavagem cerebral criminosa é “A questão palestina e o conflito no Oriente Médio” e o público alvo são os jornalistas e os jovens estandes de jornalismo. O troço está mais para um madraçal, do qual deverá sair tropas de ataque a Israel e ao povo judeu! Logo adiante esses escrotos estarão produzindo matérias mentirosas sobre o conflito do Oriente Médio, deturpando e distorcendo a realidade dos fatos.
Faço aqui a transcrição na íntegra do texto de divulgação do curso escrito - pasmem - por jornalistas do Sindicato entremeado com as observações que faz Reinaldo Azevedo. É uma dessas matérias que jamais será divulgada nos grandes jornais e muito menos nas redes de televisão. Sim, porque a maioria dos jornalistas brasileiros é anti-semita, como são aqueles da grande mídia internacional. E há que afirme que os judeus controlam a mídia! Os desgraçados que afirmam isso são completamente imbecis e idiotas congênitos. E a prova completa do que sempre afirmo aqui no blog está neste post do Reinaldo Azevedo. Leiam que é importante. Dou o link do post completo: Vale a pena dar uma olhada lá no blog do Reinaldo porque ainda tem um vídeo para ser visto.
Eis o texto:
Reproduzo abaixo, em vermelho, o texto de apresentação do curso. Os comentários de Reinaldo estão em azul:
O domínio do discurso sionista sobre a questão palestina durou muito tempo. Só a partir do final da década de 1970, com a abertura dos arquivos dos sionistas para conhecimento público, e com as pesquisas dos chamados “novos historiadores” israelenses, esse discurso começou a ser contestado e passou-se a dar veracidade às narrativas palestinas sobre a Nakba (o processo que levou à criação do Estado de Israel e as consequências desse processo para o povo palestino).
É espantoso que um órgão de classe, que representa, em tese ao menos, todos os jornalistas, se dedique a tal indignidade discursiva. Definir a palavra “nakba” como “processo que levou à criação do estado de Israel” é uma vigarice intelectual, uma farsa. A palavra quer dizer “tragédia” ou “desastre” e tem uma marca militante: define o que os palestinos chamam “êxodo” da população árabe quando se criou o estado de Israel. Boa parte das terras, não custa lembrar, foi comprada pelos judeus. Ainda que se possam debater as características e extensão da migração, não é essa a questão subjacente ao texto, não.
Só falam em “nakba” os que advogam a volta de todos aqueles que são chamados “refugiados” palestinos. Boa parte dos migrantes originais já morreu. Os hoje chamados refugiados, muitos divididos em campos espalhados por países árabes, são filhos, netos e bisnetos daquele grupo original. Foi a militância política palestina, que não aceitava a existência do estado de Israel, que concorreu para que não ganhassem a cidadania nos países onde nasceram. Estima-se o grupo original de migrantes em 700 mil pessoas. Hoje, essa população que a militância quer instalar em Israel somaria pouco mais de 4 milhões. É evidente que, se todos migrassem para Israel, o estado judeu seria extinto. E é preciso notar: a esmagadora maioria dos estimados 700 mil palestinos que deixaram a região o fez tangida pela guerra promovida pelos países árabes. É questão de fato, não de gosto. A Jordânia conferiu cidadania a uma boa parcela dos refugiados e a seus descendentes. Muitos, no entanto, continuam a viver em campos, em situação muito precária — a mesma realidade de outras nações árabes que não lhes conferem nem cidadania. Muito bem: o lugar em que os palestinos vivem com mais dignidade e com todos os direitos democráticos garantidos é mesmo… Israel! Sigamos com o texto do sindicato.
Nessa mesma época, especialistas responsáveis por pesquisas arqueológicas em sítios palestinos começaram a contestar a versão bíblica e propuseram uma nova teoria para explicar os textos sagrados - tarefa que o filósofo Benedito de Espinosa, usando conhecimentos de filologia e um estudo de muitos anos da Torá, já empreendera no século XVII.
É de arrepiar! O “Benedito de Espinosa” deve ser o Baruch Spinoza, hehe. Essa pegada supostamente “científica” busca deslegitimar Israel como a terra original dos judeus e, pois, pretende retomar a questão desde a origem, a saber: não se está questionando se os dois povos devem viver em seus respectivos estados. Nada disso! Essa abordagem sempre acaba concluindo que os israelenses têm de sair das “terras palestinas”. Não por acaso, recorre-se ao tal “Benedito”, justamente um judeu punido por… judeus.
Esses dois acontecimentos, na história e na arqueologia, seriam acrescentados aos casos levantados por pesquisadores palestinos em seu próprio país, com seu próprio povo, e mudariam a compreensão dos estudiosos sobre as raízes do problema que, iniciado em fins do século XVIII, até hoje abala a região da Ásia ocidental, ou Oriente Médio, conhecida como Palestina e Israel. Ao grande público, porém, esse conhecimento praticamente não chegou. As pressões sobre pesquisadores, autores, editoras, mídia, governos impediram a livre circulação desse novo saber. Por isso, não é de espantar que muitos jornalistas ainda não o conheçam. Trata-se de um assunto que, antes restrito a alguns círculos acadêmicos e políticos, somente agora começa a ser mais amplamente divulgado no Brasil.
Reparem neste trecho: “As pressões sobre pesquisadores, autores, editoras, mídia, governos impediram a livre circulação desse novo saber. Por isso, não é de espantar que muitos jornalistas ainda não o conheçam.” Estamos de volta à velha tese da conspiração judaica contra a verdade. É o retorno dos “Protocolos dos Sábios de Sião”. Os sionistas, esses malvados, seriam grandes manipuladores, sempre dispostos a contar a versão dos judeus. Ainda bem que vem agora a tal Baby para nos salvar.
No entanto, faltam referências aos que pretendem conhecer em detalhes a história de Palestina e Israel. A bibliografia, em árabe e em hebraico, dificulta ao leitor ocidental o acesso aos livros. Mas há muitos títulos em inglês, embora permaneçam desconhecidos do público por falta de divulgação. Há sítios confiáveis na internet, com fatos documentados, com rigor acadêmico, que podem ser consultados sem receio. Há organizações de direitos humanos que mantêm na web os resultados de suas pesquisas, também documentadas. Há juristas e advogados que deslindam os meandros jurídicos da questão, colocando artigos à disposição do público.
Notem que a “verdade verdadeira” está escondida em alguns meandros e livros quase secretos. Ela só precisa ser divulgada ao grande público. É o que o curso pretende fazer.
O objetivo do curso é abordar alguns dos principais pontos da questão palestina e contextualizá-los histórica e politicamente, para que o interessado possa conhecer um pouco da história de palestinos e judeus e iniciar sua própria pesquisa. Nesse sentido, será oferecida uma bibliografia básica, bem como alguns textos importantes para a compreensão do problema vivido por dois povos, o israelense e o palestino.
Como é? O interessado vai conhecer “um pouco da história dos palestinos e judeus”??? Bem, a boa-vontade com “os judeus” já está demonstrada, certo? O curso será ministrado por uma senhora chamada “Baby Siqueira Abrão”. Vamos ver quem é ela segundo o próprio sindicato.
Jornalista, pós-graduanda em filosofia política e relações internacionais com projeto sobre a questão palestina e suas consequências, Baby Siqueira Abrão também é autora de livros sobre filosofia, mitologia grega e divulgação científica. Mora em Ramala, Palestina, onde é correspondente do jornal Brasil de Fato e colaboradora dos sites Carta Maior e Opera Mundi. Veio ao Brasil para uma série de palestras, com o líder popular palestino Abdallah Abu Rahmah, sobre a questão palestina, com apoio da Embaixada Palestina no Brasil (embaixador Ibrahim Alzeben). Participou do Fórum Social Mundial (em 2012, Fórum Social Temático), em Porto Alegre, como representante do Comitê Popular de Resistência Não-Violenta contra o Muro e as Colônias de Bil’in (www.bilin-village.org; ver também www.popularstruggle.org) e do Palestinian Center for Peace and Democracy (PCPD, http://www.pcpd.org).
Bem, acho que isso tudo evidencia a independência intelectual de dona Baby. Sua companhia também não deixa a menor dúvida. O sindicato e o espaço Vladimir Herzog estão sendo usados para fazer proselitismo em favor da causa palestina e contra a exitência do Estado de Israel. O encadeamento do texto deixa clara a demonização do estado israelense. Pergunto: o sindicato abriria as suas portas para ministrar um “curso” sobre a outra versão? Acho que não.
O sindicato poderia promover um debate sobre a questão israelo-palestina? Poderia, sim. Não é o caso, como se nota. A entidade está é abraçando uma causa. Pela linguagem, é visível que se está questionando a própria legitimidade da existência de Israel, com o indisfarçável cheiro da acusação da “conspiração judaica”.

sexta-feira, janeiro 27, 2012

ISRAEL E O POVO JUDEU NÃO PERMITIRÃO QUE OS NAZISTAS TRAVESTIDOS DE COMUNISTAS E MUÇULMANOS TERRORISTAS COMETAM UM NOVO HOLOCAUSTO


É justamente por causa desse crime hediondo contra humanidade que Israel e o povo judeu não permitirão que os nazistas, hoje travestidos de comunistsas e muçulmanos terroristas destruam a Civilização Ocidental e cometam mais um genocídio.
SALVE ISRAEL E O POVO JUDEU!
NINGUÉM CONSEGUIRÁ ABATER ISRAEL!


ATENÇÃO: O VÍDEO FOI RETIRADO DO YOUTUBE SEM QUE HAJA QUALQUER INFORMAÇÃO JUSTIFICANDO A SUA AUSÊNCIA. MUITO ESTRANHO.

HORROR DO HOLOCAUSTO EM 45 FOTOGRAFIAS!

Clique sobre as fotos para vê-las ampliadas e AQUI para ver mais fotos
Um dos termos mais terríveis da história foi usado pela Alemanha nazista para designar os seres humanos, cujas vidas foram sem importância, ou aqueles que deveriam ser mortos liminarmente: Lebensunwertes Leben, ou vida indigna de vida. 
Pela primeira vez aplicada para o deficiente mental, mais tarde para os considerados racialmente inferiores, ou sexualmente desviantes, ou simplesmente inimigos do estado interno e externo. 
Desde muito cedo na guerra, parte da política nazista foi assassinar civis em massa, visando principalmente judeus - que, mais tarde na guerra, tornou-se a solução final de Adolf Hitler, o completo extermínio dos judeus. Começando com Einsatzgruppen, os esquadrões da morte, matando cerca de 1.000.000 pessoas em inúmeros massacres, mais tarde, em campos de concentração onde prisioneiros foram negados ativamente alimentação adequada e cuidados de saúde, e terminando com a construção de campos de extermínio - instalações do governo cuja finalidade única foi o assassinato sistemático e a eliminação de um número enorme de pessoas. 
Em 1945, as tropas aliadas à medida que avançavam começaram a descobrir muitos campos, eles encontraram os resultados destas políticas: centenas de milhares de prisioneiros doentes e famintos e milhares de cadáveres. 
Provas de câmaras de gás, crematórios, milhares de valas, documentação de experimentação médica terrível e muito mais. Os nazistas mataram mais de 10 milhões de pessoas dessa maneira, incluindo 6 milhões de judeus. Do site The Atlantics em tradução livre o inglês onde vocês poderão ver cerca de 50 fotos chocantes do Holocausto
Hoje, dia 27 de janeiro, é a data consagrada à memória das Vítimas do Holocausto. PARA NUNCA MAIS ESQUECER!

quinta-feira, setembro 01, 2011

ROBERTO CARLOS É RECEBIDO PELO PRESIDENTE SHIMON PERES EM SUA TURNÊ EM ISRAEL E HOMENAGEIA POVO JUDEU

Roberto Carlos com o presidente Shimon Peres em Jerusalém
Em Israel para apresentar o show Emoções Jerusalém, Roberto Carlos cumpriu um compromisso mais político do que musical, nesta quinta-feira. Ele esteve com o presidente Shimon Peres, em sua residência oficial, em Jerusalém. O cantor se apresenta na cidade no dia 7. A gravação do show será transmitida pela TV Globo no dia 10 de setembro. 
Ao ser recebido pelo líder político, Roberto Carlos arriscou umas palavras em hebraico e desejou "paz para nós e para o mundo" no idioma. Peres retribuiu a gentileza e agradeceu a presença de Roberto Carlos numa declaração quase metafísica. "Sua voz chegou até nós antes de seu corpo."
"Quando eu estou aqui, eu vivo esse momento lindo", entoou ainda Roberto Carlos, que, no encontro de meia-hora com Peres, cantou um trecho de Emoções para o presidente. Do site da revista Veja

CLÉRIGO ISLÂMICO CONCITA EGÍPCIOS A ASSASSINAREM EMBAIXADOR DE ISRAEL E TURISTAS

Clique AQUI para ver o vídeo
Aquilo que os bobalhões antissemitas da grande imprensa denominam de Primavera Árabe, que são esses levantes que vêm ocorrendo nos países árabes, resultará naquilo que já se sabe, mas a mídia internacional criminosamente esconde. No lugar dos tiranos do Egito e da Líbia, por exemplo, se erguerão tiranias islâmicas. Em ambos os países o único grupo organizado a fazer parte desses levantes é muçulmano. Uma vez no poder essa tiranias islâmicas se unirão na tentativa de destruir Israel e assassinar o povo judeu.No último dia 26, a TV Al Jazeera enfocou um discurso do clérigo egípcio Sallah Sultan, quando concitou os cidadãos egípcios a assassinarem o embaixador de Israel e todos os turistas judeus que estiverem no Egito.
E agora vejam só quem é Sallah Sultan: Em 2004 fundou o Centro Americano para Investigação Islâmica (CAIA), em Columbus, Ohio, teve muitos cargos como consultor e docente nos Estados Unidos. Desde a sua chegada no país em 1998, fundou vários institutos islâmicos, dentre eles a Universidade Islâmica da América em Southfield, Michigan e o Sultan Publishing Co. em Columbus, Ohio.
O site The Middle Media East Research Institute (MEMRI) postou o vídeo com as declarações desse clérigo criminoso. Afinal, ameaçar qualquer pessoa de morte é crime, menos para esses fanáticos assassinos. O que causa espécie é o governo americano permitir que esses assassinos entrem nos Estados Unidos e - pasmem! - excerçam a docência e consultoria!Textualmente, segundo o site MENRI, são estas as declarações desse fanático:

Sallah Sultan: "Como alguém que estudou a lei islâmica, especializando-se em jurisprudência islâmica, estou chamando a assassinarem o embaixador [israelense], não apenas expulsá-lo. Nossos filhos foram assassinados em nosso país, em nosso solo e nossos filhos estão sendo assassinados em Gaza por um inimigo ocupante. Irmãos e irmãs, as resoluções autênticas da lei islâmica não podem ser silenciadas. Estou preparado para confrontar qualquer estudioso do Islã que diga o contrário. [...]
"Quando o general Issam Al-Tarsawi dirigiu a unidade antidrogas, disse que a heroína e outras drogas foram trazidas pela primeira vez ao Egito nas maletas dos diplomatas sionistas, que não foram alvo de fiscalização. Isso mesmo. Antes dos Acordos [de Camp David], o Egito não tinha estas drogas, estes crimes ou estas imagens.
"Mostrem-me algo bom que tenha saído da normalização das relações com a entidade sionista. Você pode me dizer: "Temos o Sinai". De verdade?! Até hoje, não temos autoridade sobre o Sinai. [...]
"Uma vez disse: qualquer sionista - turista ou não - que entra no Egito deve ser assassinado. Não assassinaremos turistas de qualquer [outro] país. Ressaltamos que este fatwa é dirigido apenas a esses sionistas, que destruíram nosso país, assassinaram nosso povo e derramaram nosso sangue em nossa terra". [...] Do site MENRI que pode ser lido em vários idiomas
N.B: Agradeço ao Jônatha Bittencourt, aluno do Curso de jornalismo da UFRGS de Porto Alegre que me passou pelo Twitter o link desta informação. A tradução do texto da fala do clérigo é também de Jônatha que fez a postagem em seu blog Cessar-Fogo.
É uma grande satisfação ver um jovem aluno de Jornalismo atento para esse flagelo do nosso tempo que representa o fanatismo islâmico tolerado e estimulado pelo pensamento políticamente correto, a mostrar, como sempre que nem tudo está perdido.
Valeu Jônatha!

sexta-feira, julho 08, 2011

DESMASCARANDO A 'COMUNIDADE INTERNACIONAL'

Caroline Glick
Embora recitando de forma vazia slogans de tolerância, adeptos do governo da “comunidade internacional” apóiam a agenda das forças mais violentas, intolerantes e totalitárias do mundo. Neste excelente artigo a vice-editora e colunista do jornal The Jerusalem Post, Caroline Glick (*) mostra como o esquerdismo politicamente correto fomenta o ódio a Israel e ao povo judeu ao reproduzir no século XXI o nazismo global que se esconde atrás desse eufemismo mentiroso conhecido como 'comunidade internacional', que não passa de figura de retórica propalada pela imundice antissemita que tem como principais militantes, por mais paradoxal que possa parecer, as moscas varejeiras esquerdistas que dominam as redações da grande imprensa internacional. O artigo é longo, mas é de fundamental importância. Como a grande imprensa não publica essas coisas, sou obrigado a fazê-lo pois essa é uma tarefa do jornalismo, ou seja, a difusão da verdade. A tradução do artigo é do site Beth-Shalon (Casa da Paz)
 

Durante muitos anos, a esquerda em Israel e em todo o mundo vem exaltando a chamada “comunidade internacional” como sendo o árbitro em todas as questões. Desde o direito de Israel existir até as mudanças climáticas, desde a liderança mundial americana até os grãos geneticamente modificados, a esquerda tem afirmado que a “comunidade internacional” é o único corpo qualificado para julgar a verdade, a legalidade, a bondade e a justiça de todas as coisas.

A maior parte dos que apóiam essa visão vêem as Nações Unidas (ONU) como a encarnação da “comunidade internacional”.
 

Barack Obama, o presidente dos Estados Unidos, tem demonstrado repetidas vezes que seu teste final para decidir se uma política externa é viável ou desejável é o apoio que ela obtêm nas instituições da ONU.
 

Obama tem tanta aversão a que se aja contra a vontade da ONU, que está tentando ganhar a queda de braço com Israel para obrigá-lo a fazer concessões suicidas à Autoridade Palestina (AP) dominada pelo Hamas. Obama alega que, se Israel concordar em aceitar as fronteiras indefensáveis, ele conseguirá convencer os palestinos a não pedirem que a ONU endosse a soberania palestina em setembro. Como o sucesso da iniciativa palestina é inteiramente dependente do veto do Conselho de Segurança da ONU, ao agir assim, Obama está mostrando que prefere sacrificar a viabilidade futura de Israel como Nação-Estado a contrariar a “vontade da comunidade internacional” encarnada pela ONU.
 

Além disso, em uma proposta para se manter fiel à resolução do Conselho de Segurança da ONU permitindo o uso de força na Líbia para proteger civis, Obama se recusou a articular um objetivo claro para o envolvimento das forças militares americanas na Líbia. O fato de que a resolução do Conselho de Segurança essencialmente condena a intervenção militar da OTAN a um impasse estrategicamente incoerente, que pode levar à dissolução da Líbia, não é importante para o presidente americano.
 

A única coisa importante é que os EUA obedeçam às limitações ditadas pela resolução do Conselho de Segurança da ONU.
Quanto à Líbia, a decisão de Obama de enviar forças armadas americanas àquele país sem a permissão do Congresso americano, torna claro que, da perspectiva dele, o Conselho de Segurança da ONU, e não o Congresso dos EUA, é a fonte de autoridade para a ação militar americana. Conforme Obama, se o Congresso conclamar o presidente a agir de maneira contrária ao Conselho de Segurança da ONU, é dever do presidente desconsiderar o Congresso e obedecer ao Conselho de Segurança.
 

Dada a estatura totêmica da ONU nas mentes do presidente americano e da esquerda internacional, vale a pena considerar sua natureza:
Uma olhada nas recentes atividades da ONU é algo revelador.
 

Os membros da ONU elegeram o Qatar para presidir a Assembléia Geral e o Irã como um dos vice-presidentes. Os representantes desses dois países usarão sua plataforma para fazer avançar os planos antiamericanos, anti-israelenses e antiocidentais de seus regimes.

 Como observou a Professora Anne Bayefsky, na revista The Weekly Standard, a primeira pauta deles será tratar da Conferência Durban III, que acontecerá em Nova Iorque paralelamente ao encontro da Assembléia Geral em setembro. A primeira Conferência Durban foi, é claro, a infame conferência racista e anti-semita da ONU em Durban, na África do Sul, em setembro de 2001. Em Durban, Israel foi destacado como o único país racista e xenofóbico do mundo, e ao povo judeu foi negado o direito de ter direitos nacionais e autodeterminação. A conferência terminou três dias antes dos ataques jihadistas aos EUA no dia 11 de setembro de 2001.


Além de sua conferência anti-semita, os líderes do Qatar e do Irã na Assembléia Geral certamente farão aprovar uma resolução apoiando o Estado palestino e condenando o Estado judeu.

Talvez antecipando seu novo papel de liderança na “comunidade internacional”, o Irã hospedou recentemente sua primeira “Conferência do Mundo Sem Terrorismo”. Falando na conferência, o ditador supremo do Irã, Ali Khamenei, disse que Israel e os EUA são os maiores terroristas do mundo. O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse que os EUA estavam por trás dos ataques de 11 de setembro e do Holocausto e que têm usado ambos os eventos para forçar os palestinos a se submeterem aos judeus invasores.
 

Paralelamente ao fato de que os líderes do Iraque, do Afeganistão e do Paquistão -- que devem seu poder e sua liberdade aos sacrifícios das forças militares dos EUA -- participaram da conferência, o aspecto mais notável do evento foi que ele ocorreu sob a bandeira da ONU. Ban Ki-moon, o secretário-geral da ONU, enviou cumprimentos aos participantes por meio de seu enviado especial. De acordo com a agência de notícias Fars, do Irã, “Em uma mensagem escrita (...) lida por Mohammad Rafi Al-Din Shah, enviado da ONU a Teerã, [Ban] Ki-moon [cumprimentou] a República Islâmica do Irã por realizar tão importante conferência”.
 

De acordo com a Fars, Ban acrescentou que a ONU havia “aprovado um grande número de resoluções contra o terrorismo em anos recentes, e realizar conferências como a de Teerã pode ser consideravelmente benéfico na implementação dessas resoluções”.
 

Quando os jornalistas perguntaram sobre a veracidade do noticiário iraniano, o gabinete do secretário-geral da ONU defendeu a sua posição. O porta-voz de Ban, Farhan Haq, fungou: “Se nós estamos avançando e tentando nos certificar de que as pessoas se posicionem contra o terrorismo, precisamos ir tão longe quanto possível para ter certeza de que todos o farão”.
 

No que se refere ao mais alto funcionário da ONU, quando se trata de terrorismo, não existe uma diferença qualitativa entre o Irã, por um lado, e os EUA e Israel, por outro. Aqui é importante observar que, dentre os outros convidados, a conferência iraniana “contra o terrorismo” destacou proeminentemente o presidente do Sudão, Omar al-Bashir.Bashir é procurado pela Corte Criminal Internacional por acusações de genocídio, pela matança que perpetrou em Darfur.
 

O novo vice-presidente da Assembléia Geral não é meramente o maior patrocinador estatal do terrorismo no mundo. É também um proliferador nuclear. Isso é, sem dúvida, o motivo pelo qual o representante do Irã na ONU expressou alegria quando, um pouco antes, a proliferadora nuclear companheira de sua nação, a Coréia do Norte, foi designada como chefe da Conferência da ONU sobre Desarmamento.
 

Esta é a mesma Coréia do Norte que realizou dois testes nucleares ilícitos; construiu um reator nuclear ilícito na Síria; colaborou abertamente com o programa nuclear e balístico do Irã; atacou e afundou um navio da frota sul-coreana no ano passado; e ameaçou com guerra nuclear a qualquer um que, em qualquer momento, criticar seu comportamento agressivo.
 

Esses exemplos representativos indicam o que passa por aceitável na ONU, demonstrando que a instituição internacional considerada como o depósito da vontade da “comunidade internacional” é total e completamente corrupta. Ela é moralmente falida. É controlada pelos regimes mais repressivos do mundo e usa suas instituições patrocinadas pelos EUA e pelo Ocidente para atacar Israel, os EUA, o Ocidente e as forças da liberdade e liberalismo em todo o mundo.
 

Dada a completa depravação da ONU e do sistema internacional que essa organização supervisiona, o que pode explicar a reverência automática da esquerda internacional a ela? De San Francisco a Chicago e a Boston; de Estocolmo a Paris e a Londres, membros da esquerda internacional afirmam que apóiam as vítimas da tirania. Eles garantem que defendem valores liberais de liberdade e tolerância e os direitos humanos. Mas, como a ONU, a verdade sobre a esquerda internacional mostra que seus membros são o oposto do que afirmam ser.
 

Aqui também alguns exemplos recentes são suficientes para contar a história da intolerância liberal e da violência: Michele Bachmann, a congressista americana e candidata republicana à presidência, apareceu no programa This Week [Esta Semana] da ABC News com George Stephanopoulos. Quase no final da entrevista, Stephanopoulos informou a Bachmann que ela pode ter certeza que a mídia começará a atacar a família dela, e especificamente as 23 crianças adotadas de quem ela e seu marido tomam conta.
 

Ele disse: “Eu sei que você quer servir como escudo para elas [as crianças adotadas], mas será que elas estão preparadas para a perda da privacidade que virá com a campanha presidencial? E será que você está preocupada sobre isso com relação a elas?” O aviso ameaçador de Stephanopoulos foi notável pelo que diz sobre a natureza da mídia dominada pela esquerda. Em uma recente entrevista, Michelle Obama, a primeira-dama americana, agradeceu à mídia por proteger sua família de ser escrutinada. Entretanto, Stephanopoulos não teve escrúpulos em ameaçar a família de Bachmann com um linchamento jornalístico.
 

E isso faz sentido. Como colegas de esquerda, os Obama têm passagem livre. Mas, como republicana conservadora, e como mulher não-esquerdista, Bachmann -- assim como Sarah Palin -- não tem o direito de esperar tolerância para a privacidade de sua família por parte da mídia iluminada, feminista e liberal.
 

Depois, houve uma investida violenta contra o historiador israelense Benny Morris do lado de fora da Escola de Economia de Londres. Como Morris o descreveu para o The National Interest [O Interesse Nacional], quando estava a caminho da universidade para dar uma palestra, “uma pequena turba (...) de algumas dezenas de muçulmanos, árabes e seus apoiadores, tanto homens quanto mulheres, me rodearam e, caminhando ao meu lado por várias centenas de metros à medida que eu avançava em direção ao prédio onde a palestra deveria acontecer, abafadamente começaram a falar coisas e a me agredir com palavras como "fascista', "racista', "a Inglaterra nunca deveria ter permitido que você entrasse aqui', "Você deveria ser proibido de falar”'.
 

E acrescentou: “Para mim, pareciam os camisas-marrons [nazistas paramilitares] em uma cena de rua na Berlim dos anos 1920”.
 

Não menos espantoso que o comportamento desse grupo de provocadores foi o comportamento do professor da Escola de Economia de Londres que estava promovendo a palestra de Morris. À medida que Morris descrevia o ataque, em suas “breves observações introdutórias”, o professor “ignorou completamente o assédio e a intimidação (que lhe haviam sido comunicados com detalhes), e tampouco criticou [os que atacaram Morris]”.
 

Em Nova Iorque, quando Glenn Beck, o apresentador conservador de programas de televisão e rádio, foi recentemente ao New York's Bryant Park para assistir a um filme com sua família, foram abordados por populares que professavam ódio pelos “republicanos”.
 

A extraordinária intolerância da esquerda por Israel teve plena manifestação dentre os participantes da chamada “flotilha”. O propósito da flotilha é quebrar a lei internacional, trazendo ajuda e conforto à Gaza controlada pelo Hamas, tentando acabar com o bloqueio marítimo legal de Israel à costa de Gaza controlada pelo Hamas.
 

Como expôs Ehud Rosen em um relato para o Centro de Jerusalém para Assuntos Públicos, a flotilha deste ano foi organizada pelo Hamas e pela Fraternidade Muçulmana, com a participação ativa de grupos esquerdistas anti-Israel.
 

Em suas declarações públicas, os participantes da flotilha professam tolerância infindável com o Hamas e seus planejamentos genocidas. E não manifestam nenhuma tolerância, em qualquer aspecto, por Israel e seu direito de existir.
 

Através de seu comportamento, os participantes da flotilha vindos do grupo Code Pink, alinhado com Obama, e de suas organizações-irmãs, imitam o comportamento do secretário-geral da ONU celebrando a provocadora conferência do Irã sobre o terrorismo, e assistindo a ascensão da Coréia do Norte à chefia da Conferência da ONU sobre Desarmamento, e a liderança do Qatar e do Irã na Assembléia Geral.

Embora recitando de forma vazia slogans de tolerância, adeptos do governo da “comunidade internacional” apóiam a agenda das forças mais violentas, intolerantes e totalitárias do mundo. Eles não apenas as apóiam, eles servem a elas.


Não é necessário muito para despojá-los de suas máscaras superficiais de doçura e suavidade. É uma pena que tão poucos se importem em fazê-lo. (Caroline Glick -- www.CarolineGlick.com)


(*) Caroline Glick nasceu nos EUA e emigrou para Israel em 1992. Como capitã do exército israelense, ela fez parte da equipe de negociações com os palestinos de 1994 a 1996. Mais tarde, serviu como conselheira-assistente de política externa do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu (durante seu primeiro mandato, de 1997 a 1998). A seguir, fez mestrado na Universidade Harvard. Após retornar a Israel, foi comentarista diplomática e editora de suplementos sobre questões estratégicas no jornal Makor Rishon. Desde 2002, é vice-editora e colunista do jornal The Jerusalem Post. Seus artigos têm sido reproduzidos em muitas outras publicações e suas opiniões são amplamente respeitadas. Seu site é www.carolineglick.com.


sexta-feira, maio 13, 2011

TODO ANTISSEMITA É IGNORANTE E ESTÚPIDO!

O humorista Danilo Gentili, integrante do programa CQC, da Band, envolveu-se em uma polêmica nesta quinta-feira no Twitter após comentar o cancelamento da Estação Angélica do Metrô em Higienópolis, bairro da região central da capital que possui alta concetração de judeus de várias nacionalidades. "Entendo os velhos de Higienópolis temerem o metrô. A última vez que eles chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz", escreveu Gentili em seu perfil na rede social. Rapidamente, a frase foi "retuitada" por centenas de internautas - e desencadeou críticas com a mesma velocidade.
"Vergonhoso uma figura de conhecimento nacional se expor de tal fato!", postou Alberto Faria (@alberto_faria). "Proteste contra a piada sem graça do @danilogentili usando #calabocadanilo", publicou Daniel Landi (@danilandi).
O humorista chegou a apagar a mensagem, mas o recuo gerou ainda mais repercussão na internet. "Faltou coragem de assumir a idiotice que postou? Não era melhor pedir desculpas?", indagou Léo Veimrober (@leoveimrober).
Gentili não retornou o contato da reportagem para comentar o assunto.
Pedido de desculpas
Após polêmico comentário envolvendo judeus feito ao comentar o cancelamento da Estação Angélica do Metrô em Higienópolis, o humorista publicou em seu twitter um pedido de desculpas, no qual diz: 'Minha intenção como comediante nunca foi trazer nenhum outro sentimento ao público q não fosse alegria.' e completa 'Peço perdão se falhei nesse meu objetivo com a piada q fiz essa tarde. Me coloco a disposição da comunidade Judaica para me redimir' (sic)
A rede Bandeirantes, na qual Gentili participa de um programa às segundas-feiras, o CQC, se manifestou em comunicado: 'Apesar de a manifestação ter ocorrido no twitter, fora do programa da Band, a emissora repudia com veemência esse tipo de brincadeira de mau gosto, e se solidariza com os protestos e com a comunidade judaica.' Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: O Danilo Gentili pisou na bola e de forma desastrada. Na verdade apenas reproduziu o deletério pensamento politicamente e esquerdista correto dominante que é antissemita.
O antissemitismo revela, antes de tudo, que todo antissemita é um ignorante completo, um estúpido, uma a excrescência em forma humana.
Os antissemitas nem sabem onde fica o Oriente Médio e muito menos o Estado de Israel e sua dimensão. Não têm a mínima idéia sobre o fato de que a população de judeus no mundo inteiro chega a pouco mais que 0,2% do total de habitantes do planeta. Façam o cálculo. 
Desconhecem também que boa parte dos seres humanos estão vivos graças às inúmeras descobertas na área médica e farmacêutica de cientistas judeus. E a lista não é pequena.

A MINHA SOLIDARIEDADE IRRESTRITA AO POVO JUDEU!

sexta-feira, dezembro 24, 2010

PREMIÊ DE ISRAEL GRAVOU MENSAGEM DE NATAL DIRIGIDA AOS CIDADÃOS CRISTÃOS DE ISRAEL E DE TODO O MUNDO.


O primeiro ministro de Israel, Benjamin 'Bibi' Netanyahu, gravou mensagem especial de Natal em inglês dirigida aos cidadãos cristãos de Israel e de todo o mundo.