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domingo, janeiro 22, 2012

LOMBADAS ELETRÔNICAS NA BR-470 MAIS ATRAPALHAM DO QUE SALVAM VIDAS E TURBINAM A INDÚSTRIA DA MULTA. DUPLICAÇÃO FOI ARQUIVADA PELO GOVERNO PETISTA.


O conhecido ativista da internet Jayson Rosa, aqui de Santa Catarina, acaba de postar em seu canal do YouTube procedente crítica no que respeita à implantação de lombadas eletrônicas na BR-470. Ao invés de contribuir para salvar vidas, estão causando mais transtornos e perigo de acidentes.
Em tempo: a BR-470 é uma rodovia que foi construída há quase meio século e faz ligação do litoral com a Serra, sendo a única rodovia que faz a integração de uma região densamente povoada e repleta de indústrias que é o Médio e o Alto Vale do Itajaí, como Itajaí, Blumenau, Rio do Sul, Indaial, Timbó. É também um corredor que liga o movimentado Porto de Itajaí com centenas de indústrias exportadoras.
Essa estrada foi construída pelo governo catarinense e, mais tarde, encampada pelo governo federal, numa época em que o movimento de veículos já era expressivo, mas nada comparado com a atualidade. A BR-470 se transformou em mais uma "estrada morte", juntamente com a BR-101 Sul que liga Santa Catarina ao Rio Grande do Sul, cuja duplicação o governo do PT empurra com a barriga e nem se sabe quando serão concluídas as obras.
Quando os catarinenses vêem o DataFolha petralha afirmando que a Dilma tem quase 100% de aprovação afirmam sem pestanejar: essa pesquisa não ouviu o povo catarinense.
O Estado de Santa Catarina que é um dos mais equilibrados e produtivos do Brasil contribuindo de forma generosa para o aumento da pauta de exportações brasileiras, continua sendo pisoteado pelo governo do PT.

quarta-feira, janeiro 18, 2012

ÉTICA DO TRABALHO PREVALECE EM RIO DO SUL, NO ALTO VALE DO ITAJAÍ EM SC. CIDADE CONSEGUIU ZERAR HOMICÍDIOS EM 2011!

Panorâmica de Rio do sul, vendo-se o elevado que liga a cidade à BR-470; acima praça com calçadão e open-shopping; o parque com área para a prática de caminhadas e ginástica e, no topo, o museu que no passado foi a Estação de Passageiros da Ferrovia que ligava o Alto Vale do Itajaí à cidade portuária de Itajaí, no litoral. Clique sobre as fotos para vê-las ampliadas
As mudanças no Bar do Nika, em Rio do Sul, são evidentes. A troca das paredes, construção de uma área em frente ao estabelecimento e pequenas reformas mostram que o visual do bar mudou radicalmente.

No balcão, no lugar dos copos cheios de bebida alcoólica há pães para lanches, uma garrafa térmica e cuia para chimarrão. Onde antes ficavam as caixas de cerveja estão refrigerantes, sucos e garrafas de água mineral. Do lado de fora, na nova área, cadeiras esperam pelos clientes que pretendem lanchar e tomar um refresco.

À primeira vista, poucos pensariam que há um ano o estabelecimento de Nicanor Korris, 56 anos, era uma casa de prostituição. Assim como o Bar do Nika, que antes se chamava Bar da Geci, outras 15 casas de prostituição foram fechadas em 2011 pela Polícia Civil em Rio do Sul. As ações, somadas ao combate ao tráfico de drogas e ao combate à agressão contra mulheres, contribuíram para que o nível de homicídios na cidade, que foi de três em 2010, ficasse em zero no último ano.

Diferente de outros dois proprietários de estabelecimentos interditados, que recorreram à Justiça para manter abertas as casas, Korris procurou uma opção para não ter de fechar as portas do comércio:

— Agora está muito melhor. Vendo mais bebidas do que antes e ainda faço pastéis e bolinhos para os clientes. Ganho mais dinheiro do que ganhava antes.

Além do bar de Korris, outros proprietários de casas de prostituição também partiram para outros ramos, como hoteis e casa de eventos. Delegada regional de Rio do Sul, Patrícia Zimmermann D'Ávila explica que a decisão de fechar as casas partiu de investigações que apontaram que nestes locais se originavam roubos e até homicídios:

— Tivemos redução significativa nos números na criminalidade na cidade. Até mesmo os casos de embriagues na BR-470 foram reduzidos após a medida.

Outros 21 municípios da região de Rio do Sul também tiveram as casas de prostituição de fechadas. Apenas em Trombudo Central os estabelecimentos estão abertos. No entanto, segundo Patrícia, estes pontos também serão interditados nos próximos meses.
Ação com menores infratores auxilia na redução da criminalidade
Além das ações nas casas de prostituição, pontos de tráfico de drogas e contra a agressão a mulheres, a delegada acredita que o trabalho com adolescentes infratores feito pelo Poder Judiciário ajudou a reduzir os índices de criminalidade.

Juiz da Vara da Infância e da Juventude entre 2007 e 2010, Edison Zimmer comandou as mudanças no tratamento aos processos envolvendo adolescentes. Ao assumir a unidade, Zimmer determinou que os processos envolvendo adolescentes deveriam ser resolvidos em até 60 dias, para que, então, eles fossem encaminhados à internação e acompanhamento quando estivessem de volta à sociedade.

— Tivemos índices que comprovam a redução no crimes em Rio do Sul a partir disso. Tendo em conta que grande parte da população carcerária tem até 25 anos, se atacarmos hoje e dermos condições de reparação, teremos um número menor de adultos criminosos — resume o juiz.
Litoral desponta no número de crimes
Diferente de Rio do Sul, cidade de 61.198 habitantes, que não registrou homicídios em 2011, municípios do mesmo porte no Litoral Centro-Norte despontam na violência em Santa Catarina. Camboriú (62.361) e Navegantes (60.556) tiveram 30 e 21 assassinatos no último ano.

Em Camboriú, um homicídio ocorreu para cada 2.078 pessoas, índice mais preocupante divulgado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública.
Comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar, que responde pelo Litoral Centro-Norte, José Lucio Pires acredita que as características da região favorecem os crimes. O Litoral é um corredor às principais cidades do Estado e do país:

— Recebemos muitos trabalhadores da construção civil. Eles vêm de fora e depois que terminam o serviço ficam vulneráveis e podem até ir para o tráfico de droga.

Mestre em Ciência Jurídica da Univali, Juliano Keller do Valle concorda com a opinião do comandante da PM. Segundo ele, o fato das cidades do Litoral terem números maiores que Rio do Sul tem uma ligação direta com o caráter econômico da região:

— Muitas pessoas se dirigem aos locais onde há maior riqueza e mercado de trabalho em busca de sucesso. Porém, nesses pontos também há o consumo de drogas. As regiões de Itajaí e Balneário Camboriú é muito visada por criminosos, que acabam impactando nas cidades vizinhas. Do portal da RBS/Diário Catarinense

MEU COMENTÁRIO: Em várias oportunidades tenho afirmado aqui o no blog que o primeiro passo para reduzir a criminalidade é fechar bares e similares as 23 horas, como existe nas cidades civilizadas da Europa. Além disso, o combate às drogas e o fechamento de lupanares têm de ser implacáveis. 
Outro dado importante foi o banimento do PT dessa cidade de colonização predominantemente alemã e também italiana. O PT governou o município por apenas um mandato. O atual prefeito dessa cidade, Milton Hobus, do Democratas (DEM) e que hoje está no PSD, foi reeleito com cerca de 80% dos votos para o seu segundo mandato e tem feito uma administração de alto nível que operou significativa mudança nesse município de vocação industrial e agrícola.
Nunca me canso de assinalar que as cidades do Vale do Itajaí (Alto e Médio Vale), incluíndo-se aí a progressista Blumenau e adjacências, é uma pérola no meio do lixo ocidental. Todavia nessa última década de reinado do PT tem-se registrado muita violência contra esse bravo povo que cultiva a ética do trabalho e que nunca se deixou abater pelas tragédias das enchentes que volta e meia castigam os Vale do Itajaí.
Esta notícia sobre o fato de que Rio do Sul conseguiu zerar os homicídios em 2011 é importantíssima de deve servir de exemplo para o Brasil. 
Finalmente, como rio-sulense, porque nasci em Rio do Sul onde vivi até os 20 anos de idade, desejo consignar aqui os meus melhores cumprimentos à gente rio-sulense. Ao mesmo tempo alertar para que não deixem esse fantástico município ser contaminado pelo PT e seus sequazes.

sábado, outubro 08, 2011

RIO DO SUL 3O DIAS APÓS A TRÁGICA ENCHENTE

 
 
 
Estas fotos dão uma idéia do trabalho de limpeza e reconstrução de Rio do Sul (SC) trinta dias depois da tragédia da enchente. Montanhas de entulhos, veículos completamente destruídos, acampamentos que ainda abrigam flagelados, o calçadão já lavado e os jardineiros replantando as flores que ajudam a levantar o astral desse valoroso povo do Alto Vale do Itajaí. Faço a postagem em homenagem a Rio do Sul que é a minha terra natal. Força pessoal! (Reportagem de Pedro Rockenbach e fotos de Edu Cavalcanti, do jornal Diário Catarinense de Florianópolis).
No auge da enchente, em setembro, o prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus, lançou um desafio: em 30 dias, as marcas do ocorrido seriam mínimas. Passado este período, o Diário Catarinense voltou à cidade de 61 mil habitantes e constatou que as ruas estão mais limpas e jardineiros plantam flores no Centro em dois bairros para aumentar a autoestima dos moradores. Mas a equipe também percebeu que ainda falta muito entulho, sujeira e barro seco para sair.
Circular pelas ruas de Rio do Sul é arremessar a memória num turbilhão de flashbacks. Em cada esquina, em cada casa, em cada rosto, uma lembrança da enchente que cobriu 85% da cidade, deixou 2 mil pessoas desabrigadas e 10 mil desalojadas. Ali, os helicópteros pousavam. Aqui, os barcos atracavam. Acolá, as pessoas dormiam. É como uma ferida profunda longe de cicatrizar.
Trinta dias depois, a cidade ainda está no verbo limpar, que antecede o reconstruir. As montanhas de entulhos foram retiradas, e a vivacidade das flores começa a substituir a tristeza impregnada no marrom do barro seco. Das cores das pétalas vem a primeira tentativa de devolver a autoestima aos flagelados da chuva.
— As pessoas nos dizem: "A cidade sem flores não é a mesma coisa". Se ajuda na autoestima? Ô, se ajuda! E é por isso que trabalhamos das 7h às 17h e voltamos à noite para regar as flores — explicou o jardineiro Paulo Schmitz.

Ele é um dos três incumbidos do plantio das 7,5 mil mudas de begônia, beijinho, amor-perfeito e sálvia — distribuídas pelo Centro e pelos bairros Canoas e Canta Galo.

As ruas não têm mais pilhas de lixo, mas continuam cobertas de poeira, mesmo lavadas todas as noites.

— Parece que brota do chão - definiu o prefeito Milton Hobus.

Falta de pontes gera caos no trânsito
Sem oito pontes, danificadas, o trânsito fica um caos, com filas de cinco quilômetros nos horários de pico. Colchões e sofás ainda estão nas varandas das casas, as marcas da água pintam algumas paredes, parte do comércio segue no improviso, documentos da prefeitura secam ao calor de lâmpadas num porão, aulas ocorrem sob ajustes paliativos nas 17 escolas atingidas, e a saúde atende sem seis postos.

Setembro serviu para a faxina. Outubro será de reconstrução. O ponto de partida foi a última terça-feira, quando o governo do Estado liberou R$ 3,2 milhões para reparos das escolas, áreas de esporte e da estrada geral que liga os bairros Budag, Barragem e Barra do Trombudo.

A Secretaria de Obras programou para este fim de semana o início dos trabalhos de pintura das sinalizações da rua, e para as próximas semanas os primeiros recapeamentos das 10 principais ruas e avenidas do município.

Em setembro, o Ministério da Integração Nacional liberou R$ 3 milhões para ajuda emergencial aos atingidos. Segundo a prefeitura, R$ 500 mil sobraram e serão devolvidos ao ministério por questões burocráticas, e depois solicitados novamente, como verba para reconstrução. A quantia deve garantir três pontes de concreto em pontos estratégicos. Do portal da RBS/Diário Catarinense

 Confira a galeria com a situação atual de Rio do Sul  

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sábado, setembro 17, 2011

IMPRESSIONANTE! RIO DO SUL AINDA NÃO SE LIVROU DA ENCHENTE. RIO PERMANCE COM 5 METROS ACIMA DO NÍVEL NORMAL!

Itajaí-Açu continua cheio em Rio do Sul e há flagelados
As chuvas que atingiram Santa Catarina deram uma trégua, mas a situação em Rio do Sul, no Vale do Itajaí, ainda é complicada. A cidade ainda tem 913 pessoas desabrigadas e 4000 desalojadas.

Para a atender as 258 famílias desabrigadas, 23 abrigos ainda estão funcionando em Rio do Sul.

Nível deve voltar a normal até domingo
Por volta das 17h deste sábado, o nível do Rio Itajaí-Açu, que divide a cidade de Rio do Sul, estava em 5,28 metros. A Defesa Civil acredita que até domingo ele deva chega a 4 metros.

Ainda segundo a Defesa Civil, o nível normal do rio é de 1,5 a 2 metros. Entre 4 e 5 metros, é considerado estado de atenção e, entre 5 e 6,5 metros, estado de alerta. Acima disso, estado de emergência.

No dia nove de setembro, o nível do Rio chegou a 12,96 metros e, em Rio do Sul, foi decretado situação de calamidade pública. Informação e foto do portal da RBS/Diário Catarinense


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segunda-feira, setembro 12, 2011

PREFEITO DE RIO DO SUL PERDEU TUDO QUE TINHA DENTRO DA PRÓPRIA CASA NA ENCHENTE E SE IMPÔS UM DESAFIO: RECUPERAR A CIDADE EM 30 DIAS!

Milton Hobus perdeu a própria casa e uma fábrica
O prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus (DEM), se impôs uma meta: reconstruir a cidade em 30 dias. Aos 53 anos, ele vive o maior desafio de sua vida, refazer a cidade desolada por uma enchente que deixou 70% do território embaixo d'água. Hobus nasceu em Rio do Sul, vivenciou as enchentes de 1983 e 1984, quando a casa dele foi tomada pela água. Agora, novamente. Perdeu tudo que tinha em casa, além de uma de suas fábricas. A família ficou ilhada no apartamento da filha, no Centro. Ele passou os últimos dias ajudando a comunidade e tomando decisões, como a que determinou o toque de recolher, para evitar saques ao comércio e manter a ordem na cidade.

Jornal de Santa Catarina - Qual a situação atual em Rio do Sul? 
A água subiu muito rápido, mas está descendo devagar. Este é um momento muito difícil porque a água vai baixando e o cenário da cidade é de guerra. A maioria da população foi atingida, há inúmeros relatos de pessoas que saíram com a roupa do corpo. Mesmo as pessoas que não sofreram alagamento, pois estavam em pontos mais altos, ficaram sem alimentos e água, à medida em que foram recebendo os desabrigados. O rio deixou lodo e entulho justamente na área central, onde se encontram os dois rios. Além disso, a maioria dos comerciantes não tirou nada de dentro das lojas. Muitas pessoas não acreditavam que o Rio Itajaí-Açu iria ultrapassar os 10 metros. Desde 1983 e 1984, não tínhamos mais tido enchentes nestes níveis.

O senhor vivenciou duas enchentes na década de 1980. Imaginava que isso aconteceria novamente? 
Rio do Sul passou pela enchente de 2008 sem transtorno, porque fizemos investimentos em macrodrenagem, mas desta vez o problema foi a água do rio. Não temos muito o que melhorar na cidade, são necessárias obras de caráter estadual, que é o aumento da capacidade das barragens, principalmente de Ituporanga. Vamos pedir também o desassoreamento dos rios. Eu já tinha presenciado enchentes, minha casa foi tomada por água na década de 1980 e agora novamente. Perdi a casa e uma parte da fábrica, mas não vou pensar nisso agora.

E como será a reconstrução?
Precisamos passar por estes primeiros momentos críticos, que são de dar alimento a quem ficou isolado. Os saques tem a ver com o desespero, e o toque de recolher vai proteger a própria comunidade, evitando abusos. Foi uma boa atitude para manter a ordem.
O senhor ficou muito abalado com a enchente, não é?
Não é fácil (silêncio). Rio do Sul vive um momento muito especial, se afirmou como cidade polo regional, temos um desenvolvimento econômico alto, por isso vivíamos um momento de autoestima. Agora estamos vivendo um momento de guerra, com caminhões para todos os lados para carregar o entulho, tirar o lixo, tirar a lama, lavar a rua, para que possamos o mais rápido voltar à normalidade. Eu fiz um desafio, em 30 dias as marcas da tragédias serão mínimas na cidade. Quem vier a Rio do Sul e não souber que houve enchente, não vai perceber. Todas as pessoas estão ajudando, estão trabalhando com essa vontade de reconstruir. Claro que não vou conseguir refazer as pontes que o rio levou, ruas inteiras que cederam, mas vamos ordenar e plantar as flores para mostrar a cidade bonita que Rio do Sul é. Do portal da RBS/Diário Catarinense

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domingo, setembro 11, 2011

AINDA DEBAIXO D'ÁGUA, CENÁRIO DE GUERRA EM RIO DO SUL, AGORA SOB O TOQUE DE RECOLHER. 85% DA CIDADE FICARAM SUBMERSOS.

Ainda neste domingo 70% da cidade continuam alagados
A cidade mais afetada pelas enchentes em Santa Catarina estava 70% ainda alagada e sob toque de recolher na noite de domingo. Patrulhas do Exército, voos constantes de helicópteros e o tamanho da destruição após a água recuar um pouco justificam o uso da expressão “cenário de guerra”.

Entre às 20h de sexta-feira, quando o Rio Itajaí-Açu chegou ao maior nível em Rio do Sul - 12,96 metros - até as 21h de domingo, desceu apenas 2,4 metros, apesar de não chover na região há três dias. A estimativa, segundo a média, é diminuição de 5 centímetros por hora. O nível normal do rio é de 4 metros na cidade.

Na pior da tragédia, entre sexta-feira e sábado, 85% da cidade ficaram submersas, segundo a Defesa Civil municipal. Por causa da enchente na cidade, ainda continuam alagados os bairros Bela Aliança, Canoas, Barra do Trombudo, Budag, Centro, Jardim América, Pamplona, Progresso, Canta Galo, Santana, Taboão, Santa Rita, Rainha e Navegantes. Em aguns pontos do Canoas, o nível quase atinge o teto das casas.

Dos 61 mil habitantes de Rio do Sul, cerca de 10 mil estão desalojadas. Cerca de 2 mil ficaram desabrigadas e foram encaminhadas para os 32 abrigos montados pela prefeitura.

Agora, com a água baixando, nós estamos vendo a dimensão do estrago. É triste andar pelas ruas e ver a pessoas chorando ao encontrar tudo tomado pela água, estragado – lamentou o prefeito Milton Hobus.

Para tentar aumentar a segurança nas áreas atingidas, os órgãos de segurança determinaram toque de recolher a partir das 21h. Patrulhas do Exército, Polícia Militar e Polícia Civil garantem o cumprimento da norma. Quem estiver circulando pela cidade sem justificativa será encaminhado para a delegacia. A medida ocorreu após o registro de uma onda de furtos na cidade.

Mesmo com o toque de recolher, o gerente de restaurante Ricardo Shiguetti, de 22 anos, vai passar a noite na rua.

— Estão ocorrendo muitos roubos aqui no Centro. Tem lugar, que o pessoal está jogando pedra nas vidraças da lojas para furtar. Por isso, vamos fazer a limpeza até o fim da noite. De madrugada, vou ficar aqui. Tem muito material nosso na rua — diz. Informações e foto do portal da RBS/Diário Catarinense


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SITUAÇÃO AINDA É CRÍTICA EM RIO DO SUL


ESTE VÍDEO POSTADO NO YOUTUBE FOI REALIZADO SEXTA-FEIRA E MOSTRA MUITA ÁGUA INCLUSIVE EM ÁREAS CENTRAIS DA CIDADE
O nível do Rio Itajaí-Açu em Rio do Sul chegou aos 10,76 metros às 15h deste domingo. Recuou quatro centímetros em relação às 14h, quando estava em 10,80. No Centro da cidade, grande parte está sem água e a população já começou a fazer a limpeza de alguns locais. Nos bairros mais baixos, a situação ainda é preocupante. A previsão é que o rio volte ao nível normal daqui a dois dias, se continuar baixando neste ritmo.

Segundo a Defesa Civil do município, 550 famílias, que somam 1954 pessoas, continuam abrigadas em 32 abrigos do município. Neste momento, as pessoas precisam de doações de leite, água, fraldas e alimentos que não precisam sem cozidos, como pão, queijo, presunto, pois há falta de gás e água no município. A energia elétrica foi restabelecida em 90% da cidade. O abastecimento de água ainda é precário.

A pior situação foi registrada no Bairro Pamplona, onde um deslizamento de terra atingiu 15 casas, direta e indiretamente. Ninguém ficou ferido. Segundo a Defesa Civil, as 15 residências serão interditadas e depois demolidas. Uma avaliação de geólogos do Estado apontou que há uma rachadura no morro e ele terá que ser isolado. A prefeitura irá estudar a situação das famílias posteriormente.

Neste domingo, há cerca de 20 médicos trabalhando e orientando a população sobre o risco de doenças devido à água da enchente. Quatro helicópteros estão trabalhando no transporte de pacientes para o hospital e alimentos para os abrigos. E a Defesa Civil tem 25 botes e lanchas para ajudar no trabalho de resgate e distribuição de mantimentos. Do portal da RBS/Diário Catarinense


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quinta-feira, setembro 08, 2011

URGENTE! RIO TRANSBORDA EM RIO DO SUL! EM BLUMENAU CELESC TERÁ QUE DESLIGAR ENERGIA EM VÁRIOS PONTOS!

A Celesc encaminhou nota oficial avisando que haverá suspensão de abastecimento nos locais de maior alagamento por questões de segurança. O presidente da Celesc, Antonio Gavazzoni, está em Blumenau verificando a situação e esteve reunido com a Defesa Civil.
Conforme a nota alguns desligamentos deverão ocorrer por questão de segurança.  Os locais mais afetados com o desligamento são áreas onde há deslizamento. Não foram divulgados os locais exatos onde já existe desligamento de energia.
Em Rio do Sul, o rio que passa ao lado da agência e da loja de atendimento está transbordando, e os empregados da Celesc já se preparam para deixar o prédio. De acordo com o gerente Manoel Arisoli Pereira, a equipe também está prestando atendimento aos empregados que tiveram suas residências atingidas.
Em caso de emergência, os consumidores devem ligar para 0800 48 0196. Do portal da RBS\Diário Catarinense

ENCHENTE: CALAMIDADE PÚBLICA EM RIO DO SUL!

O prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus, decretou situação de calamidade pública na tarde de quinta-feira. A cidade sofre com inundações e deslizamentos de terra desde a madrugada. A expectativa da Defesa Civil é de que o rio chegue ao nível de até 12 metros, causando problemas em vários bairros da cidade.

Em reunião na tarde desta quinta-feira, o prefeito pediu empenho dos funcionários e calma a toda população atingida. A orientação é que os todos saiam dos locais de risco. Na medição das 17 horas, o nível do rio chegou a 9,75 metros e a barragem de Ituporanga marcava 2,8 metros de água acima do vertedouro. Todas as comportas abertas foram abertas.

Pelo menos seis abrigos oficiais foram abertos pela Secretaria de Assistência Social  e Habitação de Rio do Sul para atender as famílias atingidas nos bairros Sumaré, Santa Rita, Bela Aliança, Progresso e dois na Barragem. O número de abrigos pode subir para 14. O corpo de bombeiros, polícias civil e militar e a defesa civil estão auxiliando na retirada de famílias de locais onde há inundações. Do portal da RBS/Diário Catarinense

quarta-feira, setembro 07, 2011

RISCO DE ENCHENTE NO VALE DO ITAJAÍ EM SC

O Rio Itajaí-Açu está em 6 metros na medição das 20h desta quarta-feira. O rio subiu quatro centímetros em relação à medição das 19h, quando o nível era de 5,96 metros. A projeção da Defesa Civil é para que o rio atinja 6,50 metros à meia-noite. Com 8 metros o rio transborda e atinge as rua 1º de Janeiro, no Bairro Itoupava Norte, Albert Goll, Bairro Fortaleza, e Roberto Bruch, Bairro Itoupavazinha.

Foram registrados deslizamentos nos bairros Garcia, Vila Nova, Ponta Aguda, Velha Grande e Velha. Uma família, que morava em área de risco na Rua Germano Kratz Neto, foi encaminhada ao abrigo da Igreja Evangélica Livre de Blumenau (Comcisa), em frente à loja Romeu Georg, na Rua 2 de Setembro, no Bairro Itoupava Norte.

O rio está diminuindo de intensidade e a tendência é que durante a noite o ritmo diminua ainda mais se não houver nenhuma mudança brusca na qualidade da chuva —explica o secretário de Defesa Civil de Blumenau, José Egídio de Borba.

— Famílias que moram em áreas atingidas por alagamentos e encostas devem ficar atentas e ao menor sinal de perigo precisam abandonar as residências — orienta Borba.

Rio do Sul possui três abrigos ativados 

Em Rio do Sul, o rio segue aumentando aproximadamente 2 cm por hora. A medição das 20h apontou o rio em  6,38 metros. Às 19h estava em 6,36metros. De acordo com a Defesa Civil, ainda não há registro de alagamentos e deslizamentos no município. Do portal da RBS/Diário Catarinense

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terça-feira, agosto 09, 2011

ENCHENTE NO ALTO VALE DO ITAJAÍ EM SC. RIO DO SUL DECRETA ESTADO DE EMERGÊNCIA. BARRAGENS FECHAM COMPORTAS EM TAIÓ E ITUPORANGA!

Monitoramento das barragens online. Clique AQUI para ver
Após reunião com os secretários de Obras, Educação e Defesa Civil, na tarde desta terça-feira, o prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus, decretou situação de emergência no município do Alto Vale.
Na última medição, às 17h, o nível do Rio Itajaí-Açu, em Rio do Sul, era de 8,36 metros, sendo que com 6,5 metros, o rio transborda e provoca os primeiros alagamentos.
A prioridade é cuidar das pessoas, retirando os moradores de locais alagados e com risco. Até o momento, não há um número preciso da quantidade de famílias.
No levantamento divulgado às 12h, 50 famílias dos bairros Pamplona e Bela Aliança já estavam desalojadas, das quais, seis foram encaminhadas para abrigos da prefeitura. Do portal da RBS/Diário Catarinense

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quinta-feira, março 17, 2011

BANDIDOS FAZEM ARRASTÃO EM ÔNIBUS DE RIO DO SUL (SC). ROUBARAM TUDO DEIXANDO MOTORISTA E PASSAGEIROS COMPLETAMENTE NUS!

Cinco homens deixaram 22 passageiros e o motorista de um ônibus nus dentro do bagageiro durante um assalto no Paraná. O crime aconteceu na PR-116. O ônibus seguia de Rio do Sul, em Santa Catarina, para São Paulo, onde o grupo faria compras. Cerca de R$ 60 mil reais em dinheiro, joias e celulares foram roubados.
De acordo com o delegado Erik Wermelinger Buseti, o ônibus foi abordado na madrugada desta quinta-feira, 17, no km 153 da rodovia, em Mandirituba, na região metropolitana de Curitiba. Armados, os bandidos estavam em um Vectra preto. Eles renderam o ônibus e obrigaram o motorista a seguir cerca de cinco quilômetros até uma plantação em Agudos do Sul.
Os homens roubaram todos os pertences das vítimas - dinheiro, celulares, joias e até as roupas. Depois, colocaram os 22 passageiros e o motorista nus dentro do bagageiro do ônibus, que estava atolado no local.
Segundo Busetti, as vítimas ficaram cerca de 50 minutos dentro do bagageiro até que conseguiram sair e pedir socorro em um posto da Polícia Rodoviária Estadual na PR-116. Até o momento, ninguém foi preso.
O caso foi registrado da delegacia de Fazenda do Rio Grande. Alguns passageiros já prestaram depoimento nesta quinta-feira. A polícia intensificou as buscas na região do crime. Do portal do Estadão