segunda-feira, março 12, 2012
BISPO BERGONZINI VOLTA À CARGA CONTRA ONDA ABORTISTA DEFLAGRADA PELO PT. TEMA JÁ É PAUTA DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DESTE ANO!
As recentes discussões em torno da legalização do aborto, ao menos em alguns casos, no Brasil, causaram perplexidade na população e colocaram, mais uma vez, os políticos abortistas – especialmente do PT, partido que mais tem membros com projetos pró-aborto – na berlinda quanto às eleições deste ano, segundo órgãos de imprensa.
Com efeito, o Brasil é um país no qual – não obstante toda a onda de secularismo – predomina um forte senso religioso. Foi esse aspecto da opinião pública nacional que levou Dilma ao segundo turno e, depois, quase à derrota nas eleições de 2010. Dados do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), publicados em 05/11/10, demonstraram que ela obteve 55.752.529 votos o que equivale a 56,05% dos votos válidos. Venceu. É a presidente. No entanto, o número total de eleitores era, na época, de 135.803.094. Portanto, 80.050.565 brasileiros aptos a votar não votaram na petista. A computar os votos brancos, nulos e as abstenções, ela venceu com 41,1% dos votos válidos contra 58,9% do total de eleitores do país.
Ora, é de se lembrar que um grande embaraço para Dilma foi a declaração dela a favor do aborto no ano de 2007 quando dizia claramente: “Acho que tem de haver a descriminalização do aborto. Acho um absurdo que não haja”. Todavia, sabendo que a imensa maioria dos brasileiros (82% segundo pesquisa Vox Populi publicada em dezembro de 2010) considera o aborto um crime (e é!), a então candidata mudou o discurso e afirmou: “Eu pessoalmente sou contra. Não acredito que haja uma mulher que não considere o aborto uma violência” (cf. Veja, 13 de outubro de 2010, online).
Como se vê a segunda declaração é mais humana. O mínimo de bom senso mostra que o aborto é o crime mais perverso e estúpido que o mundo já conheceu, conforme se pode ver no filme O Grito Silencioso, disponível no Youtub. Ele assassina, no ventre da mãe, de maneira covarde e cruel, aquele(a) cuja vida deveria ser defendida plenamente.
No entanto, todos os abortistas da história insistem em dizer que o aborto é uma questão de “saúde pública” ou um “direito feminino”. Perguntamos: Que saúde é essa que não cura, mas mata? Há direito de matar o inocente?
Nessa linha de raciocínio, poderia ser abolido do nosso Código Penal o artigo 121 que penaliza o homicídio? Afinal, que diferença faz matar o ser humano grande ou o pequeno?
Aliás, o aborto tem sido considerado não só um direito feminino, mas, paradoxalmente, um direito da mulher grande de assassinar a mulher pequena, uma vez que na China comunista a imensa maioria das criancinhas abortadas são meninas (O. Cesca. Aborto: a guerra aos inocentes. Porto Alegre: Myrian, 1996, p. 28). Portanto, se os grandes propagadores do comunismo ateu viam no aborto a libertação feminina, enganaram-se. Só conseguiram para a mulher grande, cuja mãe não era assassina, o direito de trucidar a mulher pequena, ainda no ventre materno. Nada mudou. Opressoras assassinas e oprimidas assassinadas continuam a existir para a vergonha da humanidade.
Os políticos abortistas ou aqueles que os apoiam, no entanto, sabem que, pela luz natural da razão (e mais ainda pela graça de Deus), o povo tem consciência disso. Sabem que a grandiosa parcela da população entende que o assassinato, seja da criança, seja do adulto, é algo a ser rejeitado convictamente. Daí o medo – conforme mostra a imprensa – de irem contra a opinião pública religiosa e sensata e perderem muitos votos nas próximas eleições municipais.
E têm razão em temer esse autêntico brasileiro cordial e religioso, pois o verdadeiro cristão não pode, sem trair a sua fé, pactuar com os defensores da morte. Quem ama a Deus, segue o quinto mandamento da sua lei que preceitua: “Não matarás”.
Dito isso, vem ainda a questão realmente decisiva: na urna, é melhor digitar o seu voto apoiando o Deus da vida (cf. João 10,10) ou ajudando a implantar, no Brasil, o projeto de Herodes, matador das criancinhas indefesas (cf. Mateus 2, 16-18)? Gazeta Amparense: Vanderlei de Lima é filósofo e escritor (Do blog do Bispo D. Luiz Bergonzini)
quinta-feira, julho 22, 2010
AFINAL, A CNBB AGORA É A FAVOR DO ABORTO?
O site Terra acaba de noticiar que a CNBB (Conferência dos Bispos do Brasil) já tirou de seu site, ou seja o site da CNBB, o artigo do Bispo Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, que recomenda que os "verdadeiros cristãos e católicos não votem na candidata à presidência pelo PT, Dilma Rousseff," não está mais no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Entretanto, o texto continua no site da Diocese de Guarulhos, conforme vocês podem conferir AQUI. Em post mais abaixo publico na íntegra do artigo de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.
O site Terra, ao comentar sobre a reação dos candidatos quanto ao tema "aborto", afirma que nehum defendeu a mudança na lei. Meia verdade. Serra e Marina ja se prounciaram claramente contra. Serra repetiu isso ainda hoje em gravação que fez para a TV Lula, que está ouvindo os presidenciáveis, conforme matéria que está no site G1.
Entretanto, as declarações de Dilma são mais lisas que jundiá ensaboado. Tanto é que o PNDH, o tal plano de direitos humanos do PT, defende o aborto, como colocou o Bispo da Diocese de Guarulhos. Mas o que se nota de forma acintosa na grande imprensa nacional é toda a sorte de malabarismos e artifícios para salvaguardar Dilma Rousseff das críticas que vêm sofrendo, e agora da própria Igreja Católica, ou pelo menos dos prelados e padres que não concordam com a dita Teologia da Libertação ou da libertinagem comunista. Esta é que é a verdade.
Ao tirar do seu site o artigo do Bispo Dom Luiz Gonzaga, a própria CNBB está já em desacordo com a doutrina do Vaticano. Supõem-se, com isto, que a CNBB já é uma dissidência da Igreja Católica original.
Informo aos leitores que não sou religioso, mas sempre admito que os valores da civilização ocidental expressados pela liberdade e tolerância que vestem a democracia, não sofrem, por parte da Igreja Católica a interferência deletéria que sofrem por exempllo por parte do islamismo. E aí reside a grande diferença que tem de ser levada em consideração, mesmo para quem não professe nenhuma fé religiosa.
Agora, a CNBB apoiar o PT é simplesmente um contra-senso, até porque a meta do PT, como está no seu próprio programa partidário ,prevê a implantação de um regime comunista no Brasil.
E como todos sabem, os comunistas nunca toleraram a liberdade e estão pouco se lixando para os dogmas que mantêm de pé a Igreja Católica. Esta é que é a verdade.
Ou já existe um "dogma petralha"?
E, para concluir, repito mais uma vez. O Brasil é o único país do mundo onde os jornalistas apóiam um partido como o PT que deseja implantar a censura à imprensa. Dia desses - está aí nos jornais e nos portais - Dilma disse que não vê necessidade de um "controle social da mídia", mas sim um "controle público". Qual a diferença? Controle da imprensa é censura à imprensa. À liberdade não cabem adjetivos. Mas os jornalistas bocós, dinossauros comunistas continuam distorcendo as informações de forma clara e evidente em favor da candidata do PT.
Num ambiente democrático é legítimo que cada um tenha a sua preferência partidária. Só não admito que essa preferência repouse sobre um partido que deseja a destruição da democracia. O PT não é um partido democrático; é uma excrescência, um atentado à liberdade!
Finalmente, cabe uma pergunta. Afinal, a CNBB está apoiando o aborto? É o que sugere a sua decisão de censurar o artigo do Bispo da Diocese de Guarulhos. Ou não?
IGREJA RECOMENDA A CATÓLICOS QUE NÃO VOTEM EM DILMA ROUSSEFF. LEIA A NOTA DO BISPO D. LUIZ GONZAGA BERGONZINI
E os jornalões, como só gostam de 'padre de passeata' estão escamoteando esta informação, por isso transcrevo na íntegra a nota do Bispo Católico de Guarulhos, D. Luiz Gonzaga Bergonzini, que está no site da Diocese intitulada: Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Ei-la:
Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa.
Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir- se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.
Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.
Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.
Na condição de Bispo Diocesano, como r e s p o n s á v e l pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).
Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam.
Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.
D. Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo de Guarulhos
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