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terça-feira, março 20, 2012

ROBERTO ROMANO: NÃO MATARÁS!

O filósofo Roberto Romano, professor de ética e filosofia na Unicamp, escreveu na edição do último sábado do jornal O Estado de São Paulo, um candente artigo contra o aborto e a eugenia que é de leitura obrigatória, num momento em que o governo do PT lidera uma campanha para a liberalização do aborto. Há filósofos e filósofos militantes de botequim. O professor roberto Romano está, evidentemente, entre os primeiros e sabe muito bem o que diz e de forma brilhante. Transcrevo na íntegra. Leiam:
Os últimos dias trouxeram notícias terríveis sobre a ética pública. Notamos uma radicalização das teses sobre o aborto e o infanticídio praticado contra seres vistos como anormais ou monstruosos. No fundo de tais propostas temos a sempiterna eugenia, ideia arcaica já presente em Platão e defendida por todas as formas tirânicas de poder, antigas e modernas.

O símile usado por Platão é brutal, mas serve até hoje aos depuradores do mundo: existem raças de cachorros e pássaros, nas quais surgem indivíduos ótimos ou péssimos. Naturalmente, os reprodutores devem ser apenas os melhores e os mais jovens. Usando cachorros, gatos, pássaros, cavalos, Platão explica o caso humano, sendo o mundo das bestas amestradas um símile a seguir na cria dos melhores.

Como chegar à excelência na gênese dos seres? Os governantes devem imitar os médicos que usam remédios ousados. O fármaco exato encontra-se na eugenia. "É preciso que a elite dos homens se una com mais frequência à elite das mulheres e, com menor intensidade, que os piores dentre os homens se unam às piores mulheres. Os filhos dos primeiros devem ser criados, não os dos segundos, se desejamos que o rebanho mantenha sua qualidade eminente." Até aqui, o rebaixamento dos governados à condição bestial, algo que foi transmitido a todos os governantes assassinos do Ocidente.

A seguir vem o pior no "remédio" platônico: "Todas as disposições relativas a tal procedimento devem ser ignoradas pela maioria das pessoas, salvo pelos magistrados". Preste atenção à frase, leitor idôneo. O hábito, ao discutir esse trecho de A República, é nos fixarmos no "remédio", o infanticídio. Mas a maneira de aplicar tal medida é o segredo, técnica que gerou a razão de Estado e a censura, cujo ápice se encontra no totalitarismo, nazista ou stalinista.
Eric Voegelin indica o quanto é assustadora a prática recomendada por Platão, segundo a qual os magistrados garantem o sigilo do governo. "Em abril de 1941, todos os procuradores de Justiça chefes e os presidentes das Cortes de Apelação tinham declarado seu apoio ao programa da eutanásia (...) o secretário de Estado do Ministério da Justiça, dr. Franz Schlegelberger, fez uma preleção (...) em que declarou que a ação 'T 4' era legal. Nenhum dos mais de cem membros mais antigos, entre os quais estava o presidente da Suprema Corte, Erwin Bumke, apresentou objeções. Os pormenores da campanha 'T 4' (...) foram submetidos aos juristas. Explicou-se mais tarde que Hitler não queria uma lei para as medidas de eutanásia, mas que elas continuariam com fundamento em seu decreto legal pessoal. A campanha, notificados os juristas, foi executada como 'segredo do Reich'" (E. Voegelin: Hitler e os Alemães).

Sobre a 'T4', falemos do lugar secreto: Tiergartenstrasse 4 (Rua do Jardim Zoológico), prédio onde as atrocidades eugênicas foram cometidas, no apuro do rebanho. Bem platônico o ambiente, basta reler A República (livro 5, 459). Naquele e noutros edifícios seriam destruídos os "piores" em prol dos "melhores". Os primeiros seriam judeus, ciganos, alemães incuráveis. Assim, milhares de pessoas foram assassinadas, pela fome e por remédios. A 'T 4' foi o prelúdio do Holocausto. Ela começou em 1939, quando Hitler mandou seu médico pessoal, Karl Brandt, avaliar o pedido de certa família para dar "morte piedosa" ao filho, defeituoso físico e mental. O ato bondoso ocorreu em julho de 1939. Platão recomendava seu "remédio" para o bem dos governados. A nobre mentira repete-se em todos os lábios assassinos, filosóficos ou não.

Parte do mundo vive em regime democrático. Nele o segredo dos Poderes é atenuado pela imprensa. Mas subsistem mitos eugênicos. As pesquisas médicas, de engenharia e genética podem seguir (não é algo definido na essência do saber científico) a renitente história do "aperfeiçoamento". É possível tomar vias diversas, na ética e na ciência, pois esta última não se destina apenas à tarefa que frutificou na eugenia. Mas o nazismo está vivo e o veneno antissemita foi propagado de mil modos. É preciso cautela diante de doutrinadores que preparam massacres.

Ao ler um panfleto, exposto como "artigo científico" no Journal of Medical Ethics, ficamos pasmos. Após os escritos de Alfred Rosenberg e similares, jamais foi impresso algo tão frio e tão pleno de charlatanismo como o texto de Alberto Giubilini e Francesca Minerva, professores de Filosofia em Milão e Melbourne, After-birth abortion: why should the baby live? (Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?). Dizem eles que o feto e o recém-nascido são "moralmente equivalentes" porque são "apenas" potencialmente pessoas. Aristóteles é pilhado e sua filosofia serve, com a ideia de potência e ato (o homem é o ato para o qual tende o infante) como instrumento para racionalizar o infanticídio. A potência supõe uma perfeição final que ninguém, nem mesmo os sofistas da ética, pode prever quando ocorrerá. Entes de 1, 2, 20 anos podem ser eliminados, seguindo as premissas dos autores.

No Brasil as propostas de crimes são feitas sob a capa de "progressismo" e "liberdade de escolha". Surgem doutas desculpas jurídicas em comissões oficiais, que aventam a incapacidade de manter um filho para permitir o aborto. Logo, o Estado não poderá, seguindo a mesma lógica, sustentar seres indesejados, sobretudo se "monstruosos" (discuti o ponto em meu livro Moral e Ciência, a Monstruosidade no Século 18). Graças à democracia, tais receitas letais são parcialmente conhecidas pela opinião pública. O perigo é eminente, no entanto. Uma diminuta censura contra a liberdade de imprensa e todas as permissões serão concedidas aos assassinos disfarçados de políticos, filósofos, juristas, psicólogos ou médicos. Eles agirão, seguindo o ensino platônico, em segredo. Quem tiver consciência grite, para depois não se espojar na lama dos rebanhos.

quinta-feira, março 15, 2012

O GRITO SILENCIOSO! ATIVISTAS PRÓ-VIDA VEICULAM VÍDEO COMPLETO E DUBLADO DETALHANDO COMO É FEITO O ABORTO!


A postagem feita no YouTube por ativistas contra a campanha abortista do PT e demais partidos comunistas que defendem a liberalização do aborto, explica que esse vídeo é antigo, mas é um dos melhores vídeos já feito sobre o aborto. Informa que o médico americano Dr. Bernard Nathanson, que foi um dos pioneiros em aborto nos EUA, arrependeu-se quando surgiu a tecnologia de ultrassonografia já que com o novo aparelho concluiu que matava bebês. Arrependeu-se profundamente de fazer abortos, fechou suas clínicas de aborto e se tornou um dos maiores defensores da vida no mundo, até o final de sua vida.

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segunda-feira, março 12, 2012

BISPO BERGONZINI VOLTA À CARGA CONTRA ONDA ABORTISTA DEFLAGRADA PELO PT. TEMA JÁ É PAUTA DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DESTE ANO!

A luta contra a onda abortista deflagrada pelo governo do PT, começa a ser ampliada na internet, principalmente através das redes sociais, blogs e sites religiosos. É o caso do blog do bispo Dom Luiz Bergonzini, do qual transcrevo artigo condenando a campanha em favor do aborto. Nota-se que religiosos de vários credos colocam o tema na ordem do dia da campanha eleitoral deste ano. Leiam:

As recentes discussões em torno da legalização do aborto, ao menos em alguns casos, no Brasil, causaram perplexidade na população e colocaram, mais uma vez, os políticos abortistas – especialmente do PT, partido que mais tem membros com projetos pró-aborto – na berlinda quanto às eleições deste ano, segundo órgãos de imprensa.

Com efeito, o Brasil é um país no qual – não obstante toda a onda de secularismo – predomina um forte senso religioso. Foi esse aspecto da opinião pública nacional que levou Dilma ao segundo turno e, depois, quase à derrota nas eleições de 2010. Dados do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), publicados em 05/11/10, demonstraram que ela obteve 55.752.529 votos o que equivale a 56,05% dos votos válidos. Venceu. É a presidente. No entanto, o número total de eleitores era, na época, de 135.803.094. Portanto, 80.050.565 brasileiros aptos a votar não votaram na petista. A computar os votos brancos, nulos e as abstenções, ela venceu com 41,1% dos votos válidos contra 58,9% do total de eleitores do país.

Ora, é de se lembrar que um grande embaraço para Dilma foi a declaração dela a favor do aborto no ano de 2007 quando dizia claramente: “Acho que tem de haver a descriminalização do aborto. Acho um absurdo que não haja”. Todavia, sabendo que a imensa maioria dos brasileiros (82% segundo pesquisa Vox Populi publicada em dezembro de 2010) considera o aborto um crime (e é!), a então candidata mudou o discurso e afirmou: “Eu pessoalmente sou contra. Não acredito que haja uma mulher que não considere o aborto uma violência” (cf. Veja, 13 de outubro de 2010, online).

Como se vê a segunda declaração é mais humana. O mínimo de bom senso mostra que o aborto é o crime mais perverso e estúpido que o mundo já conheceu, conforme se pode ver no filme O Grito Silencioso, disponível no Youtub. Ele assassina, no ventre da mãe, de maneira covarde e cruel, aquele(a) cuja vida deveria ser defendida plenamente.

No entanto, todos os abortistas da história insistem em dizer que o aborto é uma questão de “saúde pública” ou um “direito feminino”. Perguntamos: Que saúde é essa que não cura, mas mata? Há direito de matar o inocente?
Nessa linha de raciocínio, poderia ser abolido do nosso Código Penal o artigo 121 que penaliza o homicídio? Afinal, que diferença faz matar o ser humano grande ou o pequeno?

Aliás, o aborto tem sido considerado não só um direito feminino, mas, paradoxalmente, um direito da mulher grande de assassinar a mulher pequena, uma vez que na China comunista a imensa maioria das criancinhas abortadas são meninas (O. Cesca. Aborto: a guerra aos inocentes. Porto Alegre: Myrian, 1996, p. 28). Portanto, se os grandes propagadores do comunismo ateu viam no aborto a libertação feminina, enganaram-se. Só conseguiram para a mulher grande, cuja mãe não era assassina, o direito de trucidar a mulher pequena, ainda no ventre materno. Nada mudou. Opressoras assassinas e oprimidas assassinadas continuam a existir para a vergonha da humanidade.

Os políticos abortistas ou aqueles que os apoiam, no entanto, sabem que, pela luz natural da razão (e mais ainda pela graça de Deus), o povo tem consciência disso. Sabem que a grandiosa parcela da população entende que o assassinato, seja da criança, seja do adulto, é algo a ser rejeitado convictamente. Daí o medo – conforme mostra a imprensa – de irem contra a opinião pública religiosa e sensata e perderem muitos votos nas próximas eleições municipais.

E têm razão em temer esse autêntico brasileiro cordial e religioso, pois o verdadeiro cristão não pode, sem trair a sua fé, pactuar com os defensores da morte. Quem ama a Deus, segue o quinto mandamento da sua lei que preceitua: “Não matarás”.

Dito isso, vem ainda a questão realmente decisiva: na urna, é melhor digitar o seu voto apoiando o Deus da vida (cf. João 10,10) ou ajudando a implantar, no Brasil, o projeto de Herodes, matador das criancinhas indefesas (cf. Mateus 2, 16-18)? Gazeta Amparense: Vanderlei de Lima é filósofo e escritor (Do blog do Bispo D. Luiz Bergonzini)

sábado, março 10, 2012

COMISSÃO DO NOVO CÓDIGO PENAL AMPLIA POSSIBILIDADE DE ABORTO LEGAL E PRÁTICA DA EUTANÁSIA E ACENDE POLÊMICA

Protesto contra o aborto realizado em Brasília em 2007 (Foto Estadão)
A comissão de juristas nomeada pelo Senado que elabora o anteprojeto de lei de um novo Código Penal aprovou nesta sexta-feira um texto que propõe o aumento das possibilidades para que uma mulher possa realizar abortos sem que a prática seja considerada crime. O anteprojeto também contempla modificações que atingem outros crimes contra a vida e a honra, como eutanásia, estupro presumido e infrações graves de trânsito.
A principal inovação na legislação sobre aborto é que uma gestante poderá interromper a gravidez até 12 semanas de gestação, caso um médico ou psicólogo avalie que ela não tem condições "para arcar com a maternidade".
A intenção é a de que, para autorizar o aborto, seja necessário um laudo médico ou uma avaliação psicológica dentro de normas que serão regulamentadas pelo Conselho Federal de Medicina. "A ideia não é permitir que o aborto seja feito por qualquer razão arbitrária ou egoística", afirmou Juliana Belloque, defensora pública do Estado de São Paulo e integrante da comissão. No entanto, abre tantas possibilidades que deve virar uma batalha política no Congresso.
A comissão está preocupada em dar guarida a mulheres em situações extremas, como adolescentes e mulheres pobres com vários filhos. "A ideia não é vulgarizar a prática, é disseminá-la de maneira não criteriosa", disse Juliana, para quem o aborto é uma questão de saúde pública - 1 milhão mulheres realizam a prática clandestinamente por ano no País.
O anteprojeto também garante às mulheres que possam interromper uma gestação até os dois meses de um anencéfalo ou de um feto que tenha graves e incuráveis anomalias para viver.
A aprovação da matéria foi até tranquila, uma vez que apenas um pequeno grupo de entidades religiosas estava presente à sessão. O grupo, com cartazes contrários ao aborto, chamaram os juristas de "assassinos" tão logo foram aprovadas as mudanças. Mas em seguida se retiraram da comissão.
Revisão. O texto final deverá ser entregue ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em maio, após uma revisão dos tipos penais já alterados e também a inclusão de novas condutas criminalizadas, como o terrorismo.
"Não é um texto criminalizador", afirmou o procurador regional da República Luiz Carlos Gonçalves, relator da matéria. Caberá a Sarney decidir o que fazer com as sugestões dos juristas. Ele poderá enviar um projeto único para ser discutido nas comissões do Senado.
"Estamos diante de uma cultura que quer legalizar o aborto a qualquer custo", afirma Dóris Hipólito, da Associação Nacional Mulheres para a Vida. Ela afirma que aprovar o aborto quando há recomendação médica ou psicológica equivale a aprová-lo em qualquer situação. "É fácil encontrar profissionais que recomendam o aborto mesmo sem qualquer justificativa." Dóris recorda a história de uma gestante que tinha sopro no coração e recebeu recomendação para interromper a gestação.
"As avaliações sobre a condição psicológica são ainda mais subjetivas", afirma Dóris. "Atendemos dezenas de gestantes em situação vulnerável. Falo por experiência: abortar não soluciona nenhum problema. Só torna o drama ainda pior. Vi jovens que, ao receberem o apoio adequado, reconstruíram suas vidas quando se tornaram mães. O Estado deveria oferecer esse apoio."
O obstetra Thomaz Gollop considera as propostas um grande avanço. Ele participou, como médico, da audiência pública para discutir as alterações nos artigos. "O abortamento inseguro é a quarta causa de morte materna no País", afirma Gollop.
Perdão. O anteprojeto traz outras importantes modificações para os crimes contra a vida e a honra. Entre elas, a eutanásia - prática que atualmente é enquadrada como homicídio comum, com penas que poderiam chegar a 20 anos de prisão - ganharia um tipo penal próprio. Teria como pena máxima 4 anos de detenção. Sua realização, entretanto, poderia ser perdoada caso fique comprovado por dois médicos que o paciente, acometido de doença grave e com quadro irreversível, esteja sendo mantido vivo artificialmente.
Os juristas também sugeriram alterações para reduzir a idade mínima do crime de estupro presumido. A idade cairá de 14 anos para 12 anos, atendendo ao previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A comissão ainda decidiu que não será mais crime ser dono de casa de prostituição.
Para dar conta dos crimes de trânsito, os integrantes da comissão sugeriram criar a figura da culpa gravíssima no Código Penal. Por ela, quem for pego dirigindo embriagado ou participando de racha em via pública poderá ser preso por até 8 anos.
Nesse ponto, a comissão estuda avançar ainda mais. Estudam, por exemplo, dar fé pública para um guarda de trânsito para atestar a embriaguez de um condutor. Caberia nesse caso ao motorista atestar que está sóbrio fazendo o teste do bafômetro.
Outra mudança sugerida pelo anteprojeto foi aumentar as penas para crimes como calúnia, injúria e difamação.
"Hoje, em termos de comissão, talvez nós tenhamos aprovado as matérias penais mais polêmicas para a sociedade", afirmou o presidente da comissão, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp. Do site do Estadão

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sexta-feira, março 09, 2012

DAR UMA PALMADA NÃO PODE, COMO TAMBÉM NÃO PODE MATAR UMA GALINHA, MAS PODE ABORTAR, MATAR RECÉM-NASCIDOS E PRATICAR A EUTANÁSIA!


O filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho em seu programa regular na internet traz ao debate a tentativa de legalização do aborto e da eutanásia que está em curso no Brasil. Carvalho sustenta que essa  campanha não acontece apenas no Brasil mas é uma ação global coordenada por aquilo que conceitua de "grupos globalistas".
Esses movimentos, segundo Olavo, tem vertente revolucionária e estão ligados aos grupos comunistas, gayzistas, abortistas e defensores da "ética do infanticídio" e do assassinato que os ativistas politicamente corretos escondem atrás do do asséptico designativo de "eutanásia".
Lembra que o filósofo veganista australiano Peter Singer condena que uma galinha, ou qualquer animal, seja abatido para servir de alimento e, por outro, lado admite e defende o aborto e a eutanásia.
Ao mostrar a bestial contradição esquerdista politicamente correta lembra por exemplo a Lei da Palmada, que prevê punição para o pai que aplicar uma palmada em seu filho, embora os que defendem a Lei da Palmada são os mesmos que pregam ardentemente a legalização do aborto e da eutanásia. Olavo ironiza o pensamento bovino politicamente correto: dar uma palmada não pode; mas matar um ser humano pode!
Além de analisar e denunciar essa deletéria campanha globalista-esquerdista que deseja legalizar o assassinato, Olavo de Carvalho, também analisa a questão ligada ao revanchismo  do PT através da criação da Comissão da Verdade. Nesse aspecto pinça o episódio do apoio do governo militar à invasão cubana que assassinou milhares de civis angolanos. Nesse caso Olavo aponta que, aí sim, houve um crime perpetrado por militares brasileiros, mas o PT esconde o fato de forma oportunista. Neste caso esse crime contra a Nação angola estava dentro do interesse do comunismo cubano e, portanto, dentro do seu arco de interesse político já que o PT apóia a ditadura comunista cubana e a implantação do comunismo em toda a América Latina.
Esses e outros assuntos são abordados neste vídeo. Recomendo que vocês vejam e utilizem as ferramentas de compartilhamento e espalhem pelas redes sociais estimulando o debate e levando esses fatos ao conhecimento geral, já que essas abordagens são escamoteadas pela esmagadora maioria grande mídia.

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sexta-feira, março 02, 2012

JORNALISTA BRASILEIRO DENUNCIA DUPLA DE ESPECIALISTAS EM BIOÉTICA QUE DEFENDE DIREITO NÃO SÓ DO ABORTO, MAS TAMBÉM ASSASSINATO DE RECÉM-NASCIDOS.

Reinaldo Azevedo, um dos mais importantes e influentes jornalistas brasileiros da atualidade e cujo blog é campeão de acessos no Brasil acaba de fazer uma denúncia contra dois acadêmicos que defendem não só o aborto, como também que bebês recém-nascidos sejam mortos. Por paradoxal que o fato possa parecer, mais paradoxal ainda é que esse artigo acadêmico esteja escrito numa revista que justamente se dedica abordar a Ética Médica, enquanto os autores se são especialistas em bioética.
O macabro artigo desses acadêmicos abortistas e infanticidas surge num momento em que o governo brasileiro sob o domínio de Lula, Dilma e seus sequazes, defende a legalização do aborto. Portanto, o assunto é pertinente e a descoberta o jornalista Reinaldo Azevedo constitui um furo de reportagem internacional, haja vista que essa tese, que está mais para filme de terror, por enquanto estava circunscrita ao recinto acadêmico.
Transcrevo a primeira parte do post do Blog do Reinaldo Azevedo com link para leitura completa. Leiam:
O macabro sorriso de Minerva
Os neonazistas da “bioética” já não se contentam em defender o aborto; agora também querem a legalização do infanticídio! Eu juro! E ainda atacam os seus críticos, acusando-os de “fanáticos”. Vamos ver. Os acadêmicos Alberto Giublini e Francesca Minerva publicaram um artigo no, ATENÇÃO!, “Journal of Medical Ethics” intitulado “After-birth abortion: why should the baby live? - literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” No texto, a dupla sustenta algo que, em parte, vejam bem!, faz sentido: não há grande diferença entre o recém-nascido e o feto. Alguém poderia afirmar: “Mas é o que também sustentamos, nós, que somos contrários à legalização do aborto”. Calma! Minerva e Giublini acham que é lícito e moralmente correto matar tanto fetos como recém-nascidos. Acreditam que a decisão sobre se a criança deve ou não ser morta cabe aos pais e até, pasmem!, aos médicos.
Para esses dois grandes humanistas, NOTEM BEM!, AS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE JUSTIFICAM O ABORTO JUSTIFICAM O INFANTICÍDIO, cujo nome eles recusam — daí o “aborto pós-nascimento”. Para eles, “nem os fetos nem os recém-nascidos podem ser considerados pessoas no sentido de que têm um direito moral à vida”. Não abrem exceção: o “aborto pós-nacimento” deveria ser permitido em qualquer caso, citando explicitamente as crianças com deficiência. Mas não têm preconceito: quando o “recém nascido tem potencial para uma vida saudável, mas põe em risco o bem-estar da família”, deve ser eliminado.
Num dos momentos mais abjetos do texto, a dupla lembra que uma pesquisa num grupo de países europeus indicou que só 64% dos casos de Síndrome de Down foram detectados nos exames pré-natais. Informam então que, naquele universo pesquisado, nasceram 1.700 bebês com Down, sem que os pais soubessem previamente. O sentido moral do que diz a dupla é claro: soubesse antes, poderia ter feito o aborto; com essa nova leitura, estão a sugerir que essas crianças poderiam ser mortas logo ao nascer. Não! Minerva e Giublini ainda não haviam chegado ao extremo. Vão chegar agora.
Por que não a adoção?
Esses dois monstros morais se dão conta de que o homem comum, que não é, como eles, especialista em “bioética”, faz-se uma pergunta óbvia: por que não, então, entregar a criança à adoção? Vocês têm estômago forte?. Traduzo trechos da resposta:
“Um objeção possível ao nosso argumento é que o aborto pós-nascimento deveria ser praticado apenas em pessoas (sic) que não têm potencial para uma vida saudável. Conseqüentemente, as pessoas potencialmente saudáveis e felizes deveriam ser entregues à adoção se a família não puder sustentá-las. Por que havemos de matar um recém-nascido saudável quando entregá-lo à adoção não violaria o direito de ninguém e ainda faria a felicidade das pessoas envolvidas, os adotantes e o adotado?
(…)
Precisamos considerar os interesses da mãe, que pode sofrer angústia psicológica ao ter de dar seu filho para a adoção. Há graves notificações sobre as dificuldades das mães de elaborar suas perdas. Sim, é verdade: esse sentimento de dor e perda podem acompanhar a mulher tanto no caso do aborto, do aborto pós-nascimento e da adoção, mas isso NÃO SIGNIFICA que a última alternativa seja a menos traumática.”
A dupla cita trecho de um estudo sobre mães que entregam filhos para adoção: “A mãe que sofre pela morte da criança deve aceitar a irreversibilidade da perda, mas a mãe natural [que entrega filho para adoção] sonha que seu filho vai voltar. Isso torna difícil aceitar a realidade da perda porque não se sabe se ela é definitiva“. Para ler o texto completo de Reinaldo Azevedo clique AQUI

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quarta-feira, fevereiro 15, 2012

MINISTRA ABORTISTA E BISSEXUAL DA DILMA É DESTAQUE NA GRANDE MÍDIA INTERNACIONAL


Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas
As controvérsias sobre as posições da nova ministra de Políticas Para as Mulheres, Eleonora Menicucci, já não se resumem ao Brasil. Criticada por ter interrompido a gestação de dois filhos e por ter feito um curso de aborto na Colômbia, ela atraiu a rejeição de grupos cristãos dentro e fora do país. O Life Site News, um dos principais portais do movimento entitulado “pró-vida” nos Estados Unidos, dedica a sua manchete desta quarta-feira à nova integrante da equipe de Dilma Rousseff.  A reportagem também cita o jornalista Reinaldo Azevedo, blogueiro do site de VEJA. O portal exibe ainda uma matéria a respeito da posição do governo brasileiro em um debate sobre a legalização do aborto na Organização das Nações Unidas, neste mês. Nesta quarta, o jornal espanhol ABC também dá destaque à figura de Eleonora Menicucci. Do site da revista Veja

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

REVOLTADOS, PARLAMENTARES EVANGÉLICOS PEDEM DEMISSÃO DE MINISTRA "ABORTISTA" ELEONORA MENICUCCI.

Eleonora assume Secretaria de Mulheres acossada pelos evangélicos
A ministra de Eleonora Menicucci que tomou posse nesta sexta-feira na Secretaria de Políticas para as Mulheres debaixo de ataques da bancada evangélica no Congresso, quase toda abrigada na base aliada. As posições públicas da ministra a favor do aborto junto com declarações do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, no Fórum Social, no fim do mês passado, acenderam a revolta nos parlamentares evangélicos. Na tentativa de acalmar a bancada, uma nota do ministro foi lida no plenário da Câmara. Além disso, Carvalho, católico militante, propôs uma reunião com os parlamentares evangélicos.
De forma contundente, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) convocou os evangélicos a combaterem a nova ministra. "Não se iludam, a bancada de evangélicos se unirá não só para expressar a repulsa por essas declarações (de Gilberto Carvalho), assim como para combater a abortista que nomearam ministra", escreveu Cunha no twitter. "Essa posse da abortista amanhã (hoje) é sintomática para todos nós e devemos mostrar de forma contundente a nossa revolta. Aborto não. Aliás, quando a gente lê várias declarações dessa nova ministra, ela está no lugar e na época errada, devia estar em Sodoma e Gomorra", completou o deputado.
Entrevistas - Professora e socióloga, Eleonora Menicucci declarou em entrevistas, assim que foi escolhida para o cargo pela presidente Dilma Rousseff, que considera a discussão do aborto no Brasil como uma questão de saúde pública, como o crack e outras drogas, a dengue o HIV e todas as doenças infectocontagiosas. Para ela, aborto não é uma questão ideológica.
Há dois dias, os evangélicos estão em pé de guerra com o ministro Gilberto Carvalho. "Esse governo fala tanto em discriminação, e vem agora um ministro tomar uma posição de discriminação em relação aos evangélicos, chamando-os de retrógrados e dizendo que a lei do aborto não é aprovada por causa dos evangélicos. Não é a lei do aborto, é a lei do assassinato de crianças indefesas", protestou o líder do PR, Lincoln Portela (MG). O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) também cobrou explicações do ministro e o acusou de discriminar os evangélicos.
Em nota lida pela deputada Benedita da Silva (PT-RJ), evangélica, o ministro afirma que suas declarações foram, divulgadas na internet de forma "distorcida e equivocada" e acabaram por motivar críticas agressivas a ele. "De maneira alguma ataquei os companheiros evangélicos. Quem conhece a minha trajetória sabe do carinho que eu tenho, do reconhecimento que eu tenho ao trabalho das Igrejas Evangélicas no país. O que eu fiz lá foi uma constatação política que, de fato, quem tem presença na periferia do Brasil, quem fala para as classes sobretudo C, D e E são as Igrejas Evangélicas e, portanto, essa presença tem que ser reconhecida, é real e efetiva", argumentou o ministro.
O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) atuou como bombeiro. Ele procurou evangélicos para explicar a posição do ministro e disse que houve um mal-entendido. Do site da revista Veja

SENADOR EVANGÉLICO AVISA QUE RELIGIOSOS DERROTARÃO HADDAD E QUALQUER UM QUE DEFENDA O 'KIT GAY' E O ABORTO


O VÍDEO ACIMA PRODUZIDO PELO MEC SOB A GESTÃO DE HADDAD COMPÕE O DENOMINADO 'KIT GAY' QUE É REPUDIADO PELOS EVANGÉLICOS
O líder do PR no Senado, Magno Malta (ES), ameaçou ontem mobilizar os evangélicos para derrotar o petista Fernando Haddad na eleição municipal de São Paulo.
Ele voltou a ligar o ex-ministro da Educação ao chamado "kit gay"--material que seria distribuído em escolas para combater preconceito contra homossexuais.
"Nós [religiosos] vamos derrotar o Haddad e qualquer um que acredite em 'kit gay' e aborto", disse Malta, que integra a bancada evangélica.
O ataque foi motivado pela insatisfação com uma fala do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) no Fórum Social Temático, no último dia 27.
Malta o acusou de pregar uma batalha ideológica contra evangélicos que têm a "visão do mundo controlada por pastores de televisão".
Anteontem, da tribuna do Senado, chamou o ministro de "safado", "mentiroso", "cara de pau" e "camaleão". Ainda recomendou que ele lavasse a boca com álcool antes de falar dos evangélicos.
Em palestra no fórum, o ministro disse que o Estado deve fazer uma "disputa ideológica" pela chamada nova classe média, que estaria "à mercê da ideologia disseminada pelos meios de comunicação" e "hegemonizada por setores conservadores".
"Lembro aqui, sem nenhum preconceito, o papel da hegemonia das igrejas evangélicas, das seitas pentecostais, que são a grande presença para esse público que está emergindo", afirmou.
O petista disse ter sido mal compreendido. "De maneira alguma ataquei os companheiros evangélicos. O que fiz foi uma constatação política que, de fato, quem tem presença na periferia do Brasil, quem fala para as classes sobretudo C, D e E, são as igrejas evangélicas." Do site da Folha.com

segunda-feira, julho 11, 2011

BISPO DE GUARULHOS CONDENA FEMINISMO ABORTIVO E FESTIM LASCIVO NA UnB E VÊ SOCIEDADE ENTORPECIDA PELO ESQUERDISMO

O Bisbo de Guarulhos, D. Luiz Gonzaga Bergonzini, publicou em seu blog uma nota em que afirma que "os brasileiros estão entorpecidos pelo discurso do 'progressismo'  e não enxergam mais a degradação moral a que chegamos,"  alertando para as denúncias da reportagem de Veja sobre a Universidade de Brasília e ao vídeo do "Trote da Linguiça', postado aqui neste blog.
O prelado voltou também a condenar o aborto afirmando que "as feministas propagam o direito de matar, pelo aborto, e de se perverter para a lascívia, drogas e outras coisas que destroem a saúde física, mental e moral das mulheres."
Aqui na íntegra a nota do Bisbo cujo título é "UnB e a Universidade Feminista: dopping moral." Leiam:
A universidade feminista publicou a matéria assinada por Eliane Brum contra nosso trabalho em defesa da vida, contra a violência, contra a pedofilia, contra as drogas e contra as demais mazelas sociais que o governo federal está implantando no Brasil.

Visitando o site feminista.org.br, vimos uma campanha contra a revista Veja, motivada pela denúncia de uso da Universidade de Brasília como centro de ensino partidário do PT.


As feministas são mulheres e, geralmente, tem filhos, como as demais mães. Todas as mães, hoje, estão preocupadas com a segurança e com a criação dos filhos. Quando os filhos vão para a escola, as mães imaginam que eles estão seguros, porque foram estudar e a escola, presume-se, é um lugar decente, que respeita a moral e a ética e, somente, busca a transmissão do conhecimento.


Depois da revista Veja, Reinaldo Azevedo publicou um artigo sobre a liberdade para o uso de drogas dentro das dependências da UNB ( 
NARCOTRÁFICO).

As mães dos estudantes da UnB não imaginavam que lá é uma universidade partidária e que nela estava liberado o uso de drogas no recinto interno. Isso nunca passaria pela cabeça das mães, nem dos pais.


Mas não para por aí. Os brasileiros estão entorpecidos pelo discurso do "progressismo"  e não enxergam mais a degradação moral a que chegamos.


É horrivel e nojento o que os dirigentes da UnB permitem que se faça com as meninas calouras. No denominado "trote da linguiça", obrigam as meninas calouras a se humilharem e simularem sexo oral com um pedaço de madeira. No blog de
ALUIZIO AMORIM o vídeo nojento e humilhante pode ser visto, se tiverem coragem, sob o título "Trote da linguiça na UnB sob o comando do PT."

Ninguém imaginava que a defesa dos direitos da mulher pelas feministas chegasse a uma degradação tão completa. As feministas propagam o direito de matar, pelo aborto, e de se perverter para a lascívia, drogas e outras coisas que destroem a saúde física, mental e moral das mulheres.


Sei que a ira de muitos será direcionada para nós. Imagine um bispo falar dessas coisas e cenas na internet.


Mas é necessário um choque nas mães e na sociedade brasileira, para que acordem dessa letargia e desse dopping a que foram submetidas pelo "progressismo", "esquerdismo", "comunismo",  ou

"politicamente correto". 

"Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal, dos que transformam as trevas em luz e a luz em trevas, dos que mudam o amargo em doce e o doce em amargo!" (Isaías, 5, 20)


As mães brasileiras precisam reagir, tirar as mordaças que tapam suas vozes, para afastar seus filhos desse caminho que leva ao antro de perversões. Urge que as mulheres brasileiras acordem desse dopping moral.


Dom Luiz Gonzaga Bergonzini

Bispo de Guarulhos 

segunda-feira, dezembro 27, 2010

MINISTRA ENIGMÁTICA FALA DO ABORTO E DIZ QUE MULHER NÃO É OBRIGADA A TER FILHOS

A enigmática capixaba Iriny Lopes
Pelo visto, a querela do aborto continuará na ordem do dia. Pelo menos é o que se depreende ao ler a entrevista da Ministra de Dilma Duchefe, a deputada do PT capixaba Iriny Lopes, futura ministra da Secretaria de Polóicias para as Mulheres que já vem sendo chamado de Ministério do Aborto. Sabe como é, são questões de gênero que emperram o crescimento deste país... Leiam:

"Não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. Ninguém defende o aborto, é respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar."

Essa é a posição pessoal declarada pela atual deputada federal pelo PT do Espírito Santo e futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, 54.

Iriny tem histórico de militante dos direitos humanos e sua declaração toca num dos pontos mais explorados durante a disputa eleitoral.

O tema consta em programa do PT do início do ano. A futura presidente Dilma Rousseff, porém, se disse contrária a mudanças na legislação -que prevê o aborto apenas em caso de estupro ou risco à saúde materna.

Em 2007, durante votação de uma resolução que incluía a descriminalização do aborto no 3º Congresso do PT, Iriny defendeu a proposta.

Indicada ministra, diz que a bola está com o Congresso e com a sociedade. "O governo precisa cumprir a legislação que está em vigor."


Folha - Quais são suas propostas no curto prazo?
Iriny Lopes -
Desenvolver políticas que sejam coerentes com o combate à miséria, colocado pela nossa companheira presidenta.
A feminização da pobreza, no Brasil, é algo concreto, não há eficácia no combate se não estiver claro que as mulheres ganham menos, estão mais desempregadas, e que cresce o número de mulheres chefes de família.
É preciso dar empoderamento econômico para garantir sua autonomia.
 

Como se posicionou frente à polêmica da terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos [PNDH-3]?
Houve uma polêmica exagerada em torno de todos os temas. O governo precisa cumprir a legislação que está em vigor hoje. 

A sra. fala sobre o aborto?
Sim. Temos a responsabilidade no zelo da saúde pública, dentro da lei, de não permitir nenhum risco às mães. 


O que isso significa? Ampliar locais de abortamento legal?
É garantir o atendimento das mulheres que procurem a rede pública. Os demais debates acontecem na Câmara. 


A sra. tem uma posição pessoal sobre o assunto?
Minha posição é que temos que ter muitas políticas de prevenção e de esclarecimento. Agora, eu não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. "Ah, é defesa do aborto..."
Ninguém defende o aborto, trata-se de respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar. 


Há espaço para discutir o tema, depois da polêmica na campanha eleitoral?
O debate vai durar ainda muito tempo, não é "pa-pum": vamos definir.
Da Folha de São Paulo desta segundafeira.

sexta-feira, outubro 29, 2010

LIBERAÇÃO DO ABORTO: EM ARTIGO, PADRE DIZ QUE DISCURSO DO PAPA CONVIDA BISPOS A ROMPER O PATRULHAMENTO IDEOLÓGICO DO PT


Os que acompanham os meus escritos e este blog, sabem que eu não sou religioso. Sou ateu. Entretanto, não sou canalha, muito menos estúpido para admitir o patrulhamento àqueles que crêem. Os verdadeiros ateus, como eu, não patrulham, como não promovem discussão a respeito da fé religiosa.

Já os Estados democráticos são entes políticos laicos porém jamais perseguem religiosos, ao contrário do Estado petralha que persegue todos os que dele discordam. Por isso decidi transcrever aqui no blog o artigo do Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, postado no seu blog, a respeito do pronunciamento do Papa (vejam o vídeo acima) e do comportamento truculento dos bate-paus do PT que no desespero eleitoral e na sua cisma de que está acima do bem e do mal e não poder perder, passou a perseguir os religiosos, sobretudo aqueles que se manifestam contra a liberalização do aborto. O artigo é intitulado Bento XVI e o Silêncio dos Bispos. Leiam: 

Faltando três dias para a votação do segundo turno, o acalorado debate eleitoral ganhou um interlocutor de peso: o Papa Bento XVI. 

Num discurso pronunciado, nesta manhã de quinta-feira, para bispos do Nordeste – reconhecida base eleitoral do PT de Dilma Rousseff – Bento XVI condenou com clareza “os projetos políticos” que “contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto”.

Com o discurso de hoje, Bento XVI rompe, desde o mais alto grau da hierarquia católica, o patrulhamento ideológico que o PT vem impondo a bispos do Brasil através de ameaças, pressões diplomáticas, xingamentos e abusos de poder. 

É conhecida a absurda apreensão, a pedido do PT, de milhares de folhetos contendo o “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB, exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a descriminalização do aborto. É conhecida a denúncia do bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, de que tem sido vítima de censura e perseguição por parte do PT (cf. Revista Veja). É arquiconhecida a prisão de leigos católicos que realizavam o “ato subversivo” de distribuir nas ruas o documento dos bispos de São Paulo. 

O Papa convida os bispos à coragem de romper este patrulhamento e falar. Ao defender a vida das crianças no ventre das mães, os bispos não devem temer “a oposição e a impopularidade, recusando qualquer acordo e ambigüidade”.

O pronunciamento de Bento XVI ainda exorta os bispos a cumprirem “o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”. E, numa clara alusão a uma das propostas do PNDH-3 do PT, se opõe à ausência “de símbolos religiosos na vida pública”.

Com seu discurso, o Papa procura evitar que o Brasil continue protagonista de um fenômeno que seria mais típico do feudalismo medieval, do que de uma suposta democracia moderna. De fato, durante a Baixa Idade Média, era comum que os posicionamentos e protestos mais decididos fossem os do Papa, enquanto os do episcopado local, mais exposto às pressões e ao poder imediato dos senhores feudais, eram como os de um cão atado à coleira. Pode até ensaiar uns latidos, mas quem passa por perto sabe que se trata de barulho inofensivo. 

Ao apagar das luzes da campanha de segundo turno, o Pontífice parece preparar o terreno para que a Igreja do Brasil compreenda, sejam quais forem os resultados das eleições, que é inútil apelar para um currículo de progressos sociais e de defesas dos oprimidos do Partido dos Trabalhadores, quando seu “projeto político” está tão empenhado em eliminar os seres humanos mais fracos e indefesos no ventre das mães. 

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quinta-feira, outubro 28, 2010

SERRA DIZ QUE É 'BOM PARA O MUNDO' OUVIR O PAPA DEFENDER A VIDA. TUCANO FAZ CAMPANHA AO LADO DE ÁECIO E ANASTASIA EM MINAS GERAIS

O candidato a presidente José Serra (PSDB) fez um rápido comentário nesta quinta-feira, 28, em Uberlândia (MG), sobre a atitude do papa Bento XVI, que condenou o aborto e conclamou os bispos brasileiros a orientarem politicamente os fiéis católicos. Serra disse que não leu a declaração do papa na íntegra, mas que conhecia o seu teor. "O papa é um líder espiritual mundial da igreja católica, ele tem o pleno direito de emitir as suas diretrizes e orientações para os católicos do mundo. (Ele) Tem plena liberdade de fazê-lo, é um guia espiritual muito importante, e a defesa da vida é algo que merece fazer parte das palavras do Papa, além do que é previsível, além do que é bom para o mundo ouvir isso: a defesa da vida", disse o tucano.

Serra esteve no Uberlândia Clube, no começo da tarde de hoje para encontro com políticos e lideranças empresariais e sindicais da região. Ao seu lado estavam o governador reeleito Antonio Anastasia (PSDB) e os senadores eleitos Aécio Neves (PSDB) e Itamar Franco (PPS). Depois de um rápido discurso, Serra tomou um café num ponto tradicional do centro da cidade mineira e seguiu para Montes Claros (MG). Do portal do Estadão

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PAPA CONDENA ABORTO E PEDE A BISPOS DO BRASIL QUE ORIENTEM POLITICAMENTEM OS FIÉIS

Em reunião em Roma na manhã desta quinta-feira, 28, o papa Bento XVI conclamou um grupo de bispos brasileiros a orientar politicamente fiéis católicos. Sem citar especificamente as eleições de domingo, o papa reforçou a posição da Igreja a respeito do aborto e recomendou a defesa de símbolos religiosos em ambientes públicos. "Quando projetos políticos contemplam aberta ou veladamente a descriminalização do aborto, os pastores devem lembrar os cidadãos o direito de usar o próprio voto para a promoção do bem comum", disse.

Falando a bispos do Maranhão, Bento XVI reconheceu que a participação de padres em polêmicas podem ser conturbadas. "Ao defender a vida, não devemos temer a oposição ou a impopularidade", continuou. O pontífice se posicionou também sobre o ensino religioso nas escolas públicas e, relembrando a história do País com forte presença católica e o monumento do Cristo Redentor, no Rio, orientou os sacerdotes que encampem a luta pelos símbolos religiosos. "A presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia de seu respeito", concluiu.

Leia abaixo a íntegra do discurso de Bento XVI:

"Amados Irmãos no Episcopado,

Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo" (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Nos nossos encontros, pude ouvir, de viva voz, alguns dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à. união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina. 

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76). Continue lendo AQUI

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sábado, outubro 23, 2010

BISPO DE GUARULHOS AFIRMA QUE CARTA CONTRA ABORTO E QUE PEDE PARA CRISTÃO NÃO VOTAR EM DILMA É VERDADEIRA

A diocese de Guarulhos garantiu, em entrevista coletiva neste sábado (23), que o conteúdo do material impresso em gráfica no bairro do Cambuci, em São Paulo, pedindo que fiéis não votem em Dilma Rousseff é verdadeiro e documento oficial da Igreja, reconhecido pela regional Sul-1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Segundo a entidade, o texto foi elaborado durante assembleia geral da Regional Sul-1, realizada em 03 de julho, que contou com a presença de 57 pessoas, entre bispos e leigos. Entre os presentes, estavam o bispo Dom Nelson Westrupp, um dos que assinam a carta "Apelo a todos os brasileiros e brasileiras", que contém a recomendação para evitar o voto na candidata do PT à presidência nacional.

"São 45 dias para sair este documento, não tem como ser apócrifo", afirmou João Carlos Biagini, advogado da diocese e um dos que assinam o pedido de revogação da liminar obtida pela candidatura de Dilma Rousseff, que permitiu à Polícia Federal apreender o material impresso na gráfica Pana, na zona sul da capital paulista.

Ao todo, foram 2,1 milhões de panfletos impressos. A decisão pela apreensão foi baseada na falsidade do documento e na suposta existência de crime eleitoral e foi feita pelo ministro do TSE Henrique Neves da Silva.

"[A decisão] é uma violência à Igreja, a mim e à gráfica", disse o bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini. Também afirmou que continuará a lutar contra medidas pró-aborto, mesmo no caso de Dilma ser eleita.

Bergonzini negou apoio a qualquer candidato, mas disse que tem o direito de desaconselhar o voto a quem defenda o aborto. "Não acredito em partido político algum. Sou político, mas não sou partidário", afirmou o bispo. "O PT aceita o aborto até o 9º mês de gravidez. Tenho o direito como cidadão e o dever como bispo de alertar contra isso."

A diocese de Guarulhos conta com uma população de 1,3 milhão de habitantes, ficando atrás apenas de bairros da capital como São Miguel Paulista, com 2,5 milhões de pessoas. Do site G1

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quarta-feira, outubro 13, 2010

DILMA TENTA SE SAFAR. MAS ENTRE SEUS APOIADORES ESTÁ O BISPO DEPUTADO LIGADO À CONTROVERTIDA SEITA DO REVERENDO MOON


Transcrevo após este prólogo matéria que está no site do portal da Rede Globo sobre uma reunião da turma da Dilma com um meia dúzia de vendilhões do templo. Estão tentando de alguma maneira salvar a eleição da Dilma. Agora, num passe de mágica virou uma fervorosa religiosa e que diz que precisa de Deus.

Ora, o que está se vendo é uma montagem ridícula e mentirosa que afronta até mesmo aquelas pessoas que nem são religiosas. Ninguém suporta mais ver tanta mentira. Com tudo isso o PT também vai corroendo não só a democracia e a liberdade, mas também vai banalizando todas as religiões numa afronta jamais vista!
Dentre os apoiadores da Dilma e que juram de pés juntos que ela acredita em Deus, está o deputado e bispo da Assembléia de Deus Madureira, Manoel Ferreira, denunciado neste vídeo acima pelas suas ligações com a controvertida seita do Revereno Moon. Vejam ele homenageando o reverendo Moon em encontro internacional. Depois Manoel Ferreira diz que não conhece o reverendo Moon.
Quanto mais Dilma e o PT tentam se safar, mais se enterram na lama de mentiras que enoja os cidadãos de bem e levam água ao moinho do Movimento Cristão que cresce e cobre todo o Brasil contra a eleição dessa terrorista que nunca foi eleita nem para síndica de edifício. Leiam e vejam o vídeo acima. A mentira foi institucionalizada pelo PT. O PT é a maldição que assola o Brasil!

Em reunião com lideranças religiosas nesta quarta-feira, ficou acertado que a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) escreverá uma carta aberta em que se coloca contra pontos polêmicos para setores religiosos, como a descriminalização do aborto e o casamento homossexual. Em contrapartida, as lideranças, que incluem várias denominações evangélicas do país, redigirão outro documento em que declaram apoio à candidata. Parte deles também gravará depoimentos favoráveis a Dilma. Os dois documentos devem ficar prontos até sábado.

Um dos presentes, o senador reeleito Marcelo Crivella (PRB-RJ), ligado à Igreja Universal, disse que estes assuntos serão de competência do Legislativo, e não do Executivo. E mesmo que o Congresso venha a aprovar tais pontos, Dilma, de acordo com Crivella, se comprometeu a vetá-los.

- Qualquer assuSegundo o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Dilma foi específica quanto a vetar qualquer item que cerceie a liberdade religiosa nos cultos. Isso é uma referência a um ponto do projeto de lei 122, pelo qual as igrejas temem não poder se manifestar contrariamente ao casamento homossexual, sendo enquadradas como homofóbicas. nto que traga um cisma, um abalo na cultura religiosa do país, ela vetará - afirmou. Crivella criticou ainda a campanha adversária, do tucano José Serra, que seria a responsável por confundir os eleitores com temas religiosos.

Desde a reta final do primeiro turno, temas de teor religioso, como o aborto, têm sido uma questão bastante presente na campanha. Dilma, inclusive, tem sido alvo de uma campanha na internet que a coloca em posição favorável à liberação do aborto, o que desagrada parte do eleitorado mais conservador e religioso.

- Queremos desmistificar esses boatos que estão enganando pessoas bem intencionadas - declarou.

- Temos que tirar da pauta a questão religiosa.

Questionado sobre o fato de o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, já ter declarado ser favorável à descriminalização do aborto, ele disse que essa era uma posição pessoal.

- Tem que fazer essa pergunta ao bispo (Macedo). Eu sou contra. E não é uma posição da Igreja, mas uma posição pessoal dele.

Segundo o pastor Ivanir de Moura, presidente da Federação Evangélica de Santa Catarina, também presente na reunião, Dilma destacou a necessidade da ajuda divina para ganhar a eleição.

- Ela afirmou que precisa de Deus, primeiramente, e dos votos - disse o religioso.

De acordo com ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também esteve presente, pediu apoio e ressaltou que em seu governo, as igrejas tiveram muita liberdade.

Entre os presentes no encontro estavam o governador reeleito da Bahia, Jaques Wagner (PT), o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), o senador reeleito Magno Malta (PR-ES), os senadores eleitos Lindberg Farias (PT-RJ) e Walter Pinheiro (PT-BA), o deputado e bispo Robson Rodovalho (PP-DF), presidente da Igreja Sara Nossa Terra, e a ex-ministra Benedita da Silva (PT-RJ), além do deputado e bispo Manoel Ferreira (PR-RJ), presidente da Assembleia de Deus da Madureira, e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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Sponholz: Uma máscra que cai

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