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sábado, novembro 05, 2011

EXTORSÃO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO

Uma cena singular
Reportagem de VEJA desta semana revela que caciques do PDT comandados pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, transformaram os órgãos de controle da pasta em instrumento de extorsão. Conforme relatos de diretores de ONGs, parlamentares e servidores públicos, o esquema funciona assim: primeiro o ministério contrata entidades para dar cursos de capacitação profissional, e depois assessores exigem propina de 5% a 15% para resolver 'pendências' que eles mesmos criam.
O Instituto Êpa, sediado no Rio Grande do Norte, foi um dos alvos do achaque. Após receber em dezembro de 2010 a segunda parcela de um convênio para a qualificação de trabalhadores no Vale do Açu, a entidade entrou na mira dos dirigentes do PDT. O ministério determinou três fiscalizações e ordenou que não fosse feito mais nenhum repasse. Ao tentar resolver o problema, os diretores do instituto receberam o recado: poderiam regularizar rapidamente a situação da entidade pagando propina. Para tanto, deveriam entrar em contato com Weverton Rocha, então assessor especial de Lupi, ou Anderson Alexandre dos Santos, coordenador-geral de qualificação. Ambos respondiam a Marcelo Panella, então chefe de gabinete, homem de confiança do ministro e tesoureiro do PDT.
De acordo com os relatos obtidos por VEJA, Weverton era um dos responsáveis por fixar os valores da propina, e a Anderson cabia fazer o primeiro contato. Feito o acerto, o dinheiro era entregue a um emissário do grupo no Rio de Janeiro. "Você não tem defesa. Já prestou serviço e sofre a ameaça de não receber. Se o sujeito te põe contra a parede, o que você faz?", diz um dos dirigentes da ONG Oxigênio, outro alvo de achaque, que admite ter desembolsado 50 mil reais para resolver 'pendências'. "Quando você tenta resistir, sua vida vira um inferno."
O Palácio do Planalto monitora o caso. Deputados federais do próprio PDT contaram a Giles Azevedo, chefe de gabinete de Dilma, que Panella estaria cobrando propina de ONGs. Por ordem da Casa Civil, Panella foi demitido dias depois, em agosto. Panella nega. "Saí porque não me adaptei a Brasília", diz o ex-chefe de gabinete de Lupi por quatro anos. Weverton, que assumiu em outubro mandato de deputado federal, também nega. "Quando uma entidade te procura, é porque ela tem problema, mas nossa equipe sempre foi muito profissional", diz.
Escândalos em série - Em dez meses, escândalos em série já derrubaram cinco ministros de Dilma Rouseff: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Wagner Rossi (Agricultura), Pedro Novais (Turismo) e Orlando Silva (Esporte). Do site da revista Veja

sexta-feira, agosto 19, 2011

IBAMA AFASTA 3 FISCAIS EM SC ACUSADOS DE EXTORSÃO, MAS ADVOGADO DIZ QUE NENHUM FOI NOTIFICADO SOBRE AFASTAMENTO.

O futuro dos três servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), afastados das funções por suspeitas de corrupção e extorsão contra empresários da Grande Florianópolis, será decidido na esfera máxima do órgão, em Brasília. Os processos administrativos ficarão com a corregedoria geral e os atos diretos caberão à presidência.

O afastamento pode durar até 120 dias. Nesse período, a superintendência do órgão em Santa Catarina também passará por uma auditoria interna. Foram afastados os servidores Eduardo Benício de Abreu, Jaime Florêncio Rosa e Alberto de Paula Martins, segundo portarias assinadas pelo presidente do Ibama, Curt Trennepohl, na quarta-feira. As decisões foram embasadas em apuração feita pelo corregedor-geral do órgão, que esteve na Capital no começo da semana, além do inquérito policial da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).

O advogado dos três servidores, Clovis Barcellos Junior, afirmou que eles não receberam nenhuma notificação do Ibama sobre afastamento das funções. O defensor lembrou que Eduardo não vinha trabalhando porque está de atestado médico. Ele informou que nenhum deles praticou qualquer crime ou atos ilegais, que todos trabalhavam corretamente na equipe de fiscalização e nunca pediram nada a ninguém. Leia MAIS


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quinta-feira, agosto 11, 2011

EM MEIO À GUERRA ENTRE SHOPPINGS, POLÍCIA REVELA ESQUEMA DE EXTORSÃO ENVOLVENDO FISCAIS DO IBAMA EM SANTA CATARINA

O Shopping Continente Park, em construção em São José, na Grande Florianópolis, também afirma ter sido alvo da cobrança de propina por fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para não ter as obras embargadas. Os servidores públicos teriam exigido R$ 300 mil do empreendedor, segundo apurou a Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).

A investigação da Deic revelou a concorrência empresarial entre os shoppings Continente e Via Catarina, de Palhoça, além da combinação das extorsões com interesses comerciais. A polícia tem depoimentos e gravações sobre encontros e negociações para tentar impedir a construção do Shopping Continente. Elas ocorreram no primeiro semestre deste ano, o mesmo período em que houve a outra denúncia de extorsão contra os fiscais pelo Jardim Botânico, da J.A. 01 Desenvolvimento Urbano.

DenúnciaA Deic começou a apurar o caso sobre o Shopping Continente no dia 25 de março deste ano. O empresário Jaimes Almeida Júnior, dono do Grupo Almeida Júnior Shopping Centeres, registrou boletim de ocorrência relatando ser vítima de denúncias falsas de licenças ambientais referentes ao empreendimento em construção nas margens da BR-101, em São José.

Ele comunicou também a existência de e-mails anônimos falsos na tentativa de abalar o seu crédito e a gerar instabilidade no mercado. As correspondências eletrônicas teriam sido enviadas a fornecedores, clientes, funcionários, colaboradores e à instituição bancária financiadora do shopping de São José. Os textos chegaram a ser publicados em sites de notícias, cujos responsáveis foram intimados e ouvidos pela polícia.


A Deic abriu inquérito e concluiu pela existência de um um grupo que estaria extorquindo os empresários da região, ameaçando embargar as obras se não houvesse pagamento em dinheiro dos valores exigidos. A polícia afirma que a operacionalidade do esquema contou com a atuação de assessores de políticos da região, as quais agiam como interlocutores dos fiscais do Ibama. Fariam parte também os empresários e advogados. Leia MAIS


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quinta-feira, maio 05, 2011

IMPOSTO DE RENDA ESTRAÇALHA SALÁRIOS EM BENEFÍCIO DE LULA, DILMA E SEUS SEQUAZES. HORA DA DESOBEDIÊNCIA CIVIL!

O jornal Nacional da Rede Globo apresentou nesta quinta-feira uma matéria sobre a ladroeira do Imposto de Renda. Transcrevo, após estre prólogo, um trecho em que é feito o cáculo dessa maldição que consome uma importância descomunal do salário dos trabalhadores que acaba sendo manipulada de forma vil e criminosa pelo governo do PT. 
Parte do dinheiro dos salário dos trabalhadores acaba financiando o Mensalão, por exemplo; as viagens internacionais de Lula e Dilma; as mordomias palacianas com verba secreta; os carões corporativos e o marketing eleitoreiro permanente do PT. 
E o dinheiro gasto em propaganda do governo do PT foi tamanho nas últimas eleições que o poste Dilma acabou eleita Presidente da República sem nunca ter disputado nem eleição para síndica de edifício! Pensem bem!
Se você tem os formulários do Imposto de Renda dos últimos anos pegue-os e faça um cálculo e verá o quanto de seu salário já foi comido pelo PT, o Partido da ética da vagabundagem. Por enquanto, veja o cáculo feito pelo Jornal Nacional:
Quem teve o salário reajustado pela inflação desde 1996 e agora ganha, por exemplo, R$ 4,2 mil por mês, pagou, no ano passado, R$ 6,5 mil de Imposto de Renda. Se a correção da tabela também estivesse sendo feita pela inflação, o valor do Imposto de Renda seria bem menor: R$ 3,35 mil.
De 1996 para 2011, o mesmo trabalhador já deixou com o Leão, em valores de hoje, quase R$ 62 mil. Se a tabela tivesse, ano a ano, acompanhado a inflação, o valor cairia muito: para R$ 38 mil.
“Isso foi gerado pelo período que ficou interrompida a tabela, que ficou congelada a tabela. Depois ele teve a correção, mas essa correção continua sendo abaixo da inflação”, explica a consultora Tatiana da Ponte. Leia MAIS e veja o vídeo

sexta-feira, abril 29, 2011

BLOG DA DILMA CONVOCA ATO DE APOIO À LUIZIANNE EM FORTALEZA E ACUSA REVISTA VEJA E 'ELITE BURGUESA' DE PERSEGUIREM O PT

Facsímile do Blog da Dilma. Clique na imagem p/ vê-la ampliada
O Blog da Dilma está convocando um ato de apoio em favor da prefeita Luzianne Lins. A nota divulgada no Blog da Dilma e difundida através do Twitter acusa a revista Veja de perseguir o PT em favor de José Serra. É uma coisa muito estranha a Presidente da República manter na web esse blog que acusa a mais importante e tradicional revista semana brasileira de praticar a 'extorsão e chantagem'. O texto está vazado nestes termos:
Venha participar do 'Sou Mais Luiziane', dia 30 de abril, sábado às 16 horas, local: Praça do Ferreira, em Fortaleza. O povo precisa reagir e saber do GOLPE promovido pela elite burguesa contra a gestão Luizianne Lins, que tem políticas voltadas para toda sociadade, principalmente a camada mais pobre. Segundo o jornalista Lustosa da Costa: “A revista de extorsão e chantagem(VEJA) passou oito anos agredindo Lula e o PT. Como ninguém acredita em suas armações, o presidente e seu partido conquistaram vitória eleitoral em todo o País. Será que o mesmo destino aguarda a prefeita Luizianne Lins, alvo dos mesmos malfeitores, naquele tempo, a serviço de José Serra?

terça-feira, março 15, 2011

FALÁCIA DO IGUALITARISMO ATRAVÉS DOS IMPOSTOS: ANIQUILAMENTO DA PRODUÇÃO E DA RIQUEZA E INCENTIVO À MANUTENÇÃO DA POBREZA

Clique AQUI para ver o Impostômetro online!
Todas as atuais discussões sobre reforma tributária são apenas discussões sobre como aumentar a pilhagem dos cidadãos.  Para tal, discute-se se o imposto sobre a herança deve ser introduzido ou repelido, se a renda deve ser tributada progressivamente ou proporcionalmente, se os ganhos de capital devem ser tributados como renda ou não, se os impostos indiretos — como o imposto sobre valor agregado — devem ou não ser substituídos por impostos diretos e se as alíquotas desses impostos devem ser elevadas ou reduzidas.  Eles nunca discutem sobre a justiça de tais atos.  Eles não estão motivados por nenhuma oposição a impostos baseada em princípios, mas sim pelo desejo de tornar a tributação mais eficiente, isto é, de maximizar as receitas tributárias.  Toda reforma tributária que não seja, no mínimo, "neutra em termos de receita" é considerada um fracasso.  Apenas reformas que aumentam as receitas são consideradas um "sucesso".
Todo imposto representa efetivamente uma redistribuição de riqueza e renda.  Riqueza e renda são forçosamente tomadas de seus proprietários e de seus produtores e transferidas para pessoas que não são proprietárias dessa riqueza e que não produziram essa renda.  A acumulação futura de riqueza e a produção de renda serão, desta forma, desestimuladas, e o confisco e consumo da riqueza existente serão estimulados.  Como resultado, a sociedade ficará mais pobre em relação ao seu potencial de riqueza. 
E quanto ao efeito da eternamente popular proposta igualitária de se tributar os "ricos" para dar aos "pobres", uma consideração adicional: tal esquema não reduz ou alivia a pobreza; ao contrário, ela aumenta a pobreza.  Ela reduz os incentivos para se enriquecer e ser produtivo, e aumenta os incentivos para se manter pobre e ser improdutivo. Clique AQUI para ler este artigo COMPLETO

quarta-feira, outubro 20, 2010

NOVOS LANCES DO ESCÂNDALO DA PROPINA REVELADO POR VEJA. SITE DA REVISTA MOSTRA ÁUDIO DA ENTREVISTA.

Na edição desta semana, VEJA revela que o deputado e empresário Roberto Rocha, do PSDB do Maranhão, foi extorquido pela Casa Civil, em 2007, para resolver um problema no governo federal. O achacador foi Vladimir Muskatirovic, advogado e atual chefe-de-gabinete da Casa Civil, apadrinhado pelas ex-ministras Dilma Rousseff e Erenice Guerra, com as quais trabalha desde o começo da administração petista. 

Conhecido como “Vlad”, o assessor cobrou 100 000 reais de propina do deputado Rocha. Era a taxa para que a Presidência da República autorizasse uma transferência de cotas da TV Cidade, retransmissora da Record no Maranhão, da qual o deputado é sócio. Com o ato, Rocha passaria a ser o dono da TV.

O deputado narrou o episódio a VEJA em entrevista gravada de uma hora e três minutos. Contou que teve uma reunião sobre o assunto na Casa Civil, na presença de Erenice e do assessor Vlad. Logo depois, veio a cobrança. Ele afirmou à reportagem que, dali em diante, coube ao seu funcionário e secretário, Ivo Icó, negociar com Vlad.

Rocha confirmou ter pago 20 000 reais de sinal. Apesar disso, não conseguiu resolver seu problema.

Abordado por outros veículos de comunicação, Rocha admitiu a extorsão, mas negou ter pago propina.

Ouça a seguir trechos da entrevista em que Rocha fala da cobrança da propina e do posterior pagamento de um sinal para que a autorização de que ele necessitava fosse concedida. "É coisa de saúde pública porque fede!", diz o deputado.  

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O ÁUDIO NO SITE DE VEJA 

Roberto Rocha explica que coube ao seu secretário, Ivo Icó, negociar com Vlad. “Não foi comigo que eles (Casa Civil) trataram isso. Do mesmo jeito que ela (Erenice) não tratou, eu não tratei. Trataram entre eles (os funcionários)”.

Prossegue Rocha: “Depois de muita conversa, terminou sendo feito de outra forma. Não daquele tamanho (100 000 reais), mas foi feito (o pagamento). Foi feito, mas não foi executado. Absolutamente nada”. 

VEJA também gravou entrevista com Ivo Icó. Ele confirmou ter mantido tratativas com o assessor Vlad: “Ele estava intermediando o caso e deixou claro que havia gente acima dele que resolveria. Ele deu a garantia que, com o pagamento, resolveria”. Do portal da revista Veja 

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sábado, outubro 16, 2010

NOVO ESCÂNDALO NO PLANALTO! DEPUTADO DENUNCIA: 'FUI EXTORQUIDO NA CASA CIVIL'

Vladimir Muskatirovic, o Vlad, da Casa Civil, ao lado da ex-ministra Erenice Guerra. No destaque, Roberto Rocha

Em reportagem de VEJA desta semana, o parlamentar Roberto Rocha revela que assessor de Dilma Rousseff exigiu 100 000 reais de propina para agilizar processo que dependia de autorização do presidente Lula.

Em 2007, o deputado Roberto Rocha, do PSDB maranhense, obteve uma audiência na Casa Civil para tratar de um problema que já se estendia por anos. Como mostra a revista VEJA desta semana, contudo, Rocha não encontrou uma solução para seu problema na visita ao Planalto. Encontrou, isso sim, um outro exemplo de como um balcão de negócios operava na Casa Civil de Dilma Rousseff, Erenice Guerra e companhia.

Sócio da TV Cidade, retransmissora da Record no Maranhão, Rocha aguardava desde 2003 uma autorização para alterar a composição societária da empresa. Como as emissoras de televisão são concessões públicas, negócios desse tipo requerem a chancela do governo. Esse procedimento burocrático deveria ser rápido (na medida em que as burocracias são rápidas, é claro), mas acabou se alongando despropositadamente por razões políticas. Rocha é adversário dos Sarney no Maranhão. Dona de TV no estado, e influente no governo Lula, a família fez de tudo para atravancar o seu negócio. Como no Maranhão o apoio ou a oposição aos Sarney é um divisor de águas, Rocha contou até mesmo com a ajuda de petistas, como o deputado Domingos Dutra, para chegar à Casa Civil.

Lá, encontrou-se com o personagem central da reportagem: o advogado Vladimir Muskatirovic, o "Vlad", que atualmente ocupa a chefia de gabinete da Casa Civil. Subordinado de Erenice Guerra desde a época em que ela comandava a assessoria jurídica do Ministério de Minas e Energia, Vlad foi carregado pela chefe para a Presidência - da mesma forma como Erenice foi carregada por Dilma Rousseff, de quem era braço direito.

Dilma tornou-se candidata à Presidência da República pelo PT. Erenice assumiu a Casa Civil, mas foi derrubada do cargo por comandar uma central de tráfico de influência que beneficiava, entre outros, seu filho Israel. Vlad, no entanto, continua firme no governo. Como mostra VEJA - que ouviu também fontes da Casa Civil e do próprio PT -, ao receber o deputado Rocha ele pediu 100 000 reais de propina para resolver a sua pendência.

"Fui extorquido pela Casa Civil", diz Rocha a VEJA. A revista também narra como uma segunda reunião, no restaurante da Câmara dos Deputados, foi agendada para acertar as prestações. O primeiro pagamento - o único consumado - foi de 20 000 reais.

Procurado por VEJA, Vlad negou, em nota escrita, ter pedido ou recebido propina.

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