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terça-feira, dezembro 06, 2011
LULA REAPARECE MAIS GORDO COM DILMA EM SP
Lula aparece com Dilma em hotel de São Paulo. E nada mais foi dito até agora. A única diferença é que Lula está mais gordo. Como foi divulgado, Lula deve se submeter a nova dose de quimioterapia e os médicos têm afirmado que existe boa chance de cura do câncer que lhe atinge a laringe. A foto é do site do Estadão e divulgada pelo fotógrafo particular do ex-presidente.
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quinta-feira, janeiro 20, 2011
Sponholz: Farra sigilosa
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sexta-feira, janeiro 07, 2011
terça-feira, dezembro 21, 2010
LULA COBRA IMPLANTAÇÃO DA MORDAÇA À IMPRENSA
Na última reunião do ano com a Executiva Nacional do PT, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta segunda-feira, 20, ao partido que se dedique a três prioridades no primeiro ano do governo de Dilma Rousseff: reforma política, marco regulatório dos meios de comunicação e programas para a juventude.
"Quero ver quem vai afinar, hein?", disse Lula, segundo relatos de participantes do encontro, quando citou a polêmica proposta de regulamentação da mídia. O projeto que cria o marco regulatório da comunicação eletrônica ainda não foi enviado ao Congresso, mas já desperta desconfianças sobre o interesse do governo em relação ao controle social da mídia.
Ao abordar o assunto com os petistas, no Palácio da Alvorada, Lula deixou claro que nem ele nem Dilma nunca planejaram censurar a liberdade de expressão. Para o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, o marco regulatório "vai garantir a concorrência, a competição, a inovação tecnológica e o atendimento ao direito da sociedade à informação".
Com o mesmo argumento, o futuro ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse ao Estado que o governo não vai vigiar a mídia. "Agora, não é sensato simplesmente achar que a imprensa pode tudo e o cidadão, o político - porque político também é gente -, não tem direito a nada", reagiu Bernardo, hoje titular do Planejamento. Do portal do Estadão
"Quero ver quem vai afinar, hein?", disse Lula, segundo relatos de participantes do encontro, quando citou a polêmica proposta de regulamentação da mídia. O projeto que cria o marco regulatório da comunicação eletrônica ainda não foi enviado ao Congresso, mas já desperta desconfianças sobre o interesse do governo em relação ao controle social da mídia.
Ao abordar o assunto com os petistas, no Palácio da Alvorada, Lula deixou claro que nem ele nem Dilma nunca planejaram censurar a liberdade de expressão. Para o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, o marco regulatório "vai garantir a concorrência, a competição, a inovação tecnológica e o atendimento ao direito da sociedade à informação".
Com o mesmo argumento, o futuro ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse ao Estado que o governo não vai vigiar a mídia. "Agora, não é sensato simplesmente achar que a imprensa pode tudo e o cidadão, o político - porque político também é gente -, não tem direito a nada", reagiu Bernardo, hoje titular do Planejamento. Do portal do Estadão
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sexta-feira, novembro 19, 2010
Sponholz: Lula não desencarna da Presidência
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sexta-feira, setembro 24, 2010
ATÉ LULA E DILMA SÃO CITADOS EM RELATÓRIO DO MP SOBRE ESCÂNDALO DE TOCANTINS
Um relatório do Ministério Público de São Paulo aponta o governador do Tocantins, Carlos Amorim Gaguim (PMDB), como um dos envolvidos em uma organização criminosa responsável por um gigantesco esquema de fraudes em licitações. O procurador-geral do estado, Haroldo Rastoldo, também é ligado ao esquema. As informações foram divulgadas na edição desta sexta-feira do jornal O Estado de S. Paulo.
O jornal teve acesso a um documento de 428 páginas e a 300 interceptações telefônicas feitas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo de Campinas, em parceria com o MP de São Paulo. O alvo principal da força-tarefa é o lobista Maurício Manduca, amigo de Gaguim e sócio de um cunhado do governador, o empresário Duda Rodrigues, em uma boate que será inaugurada no Shopping Capim Dourado, em Palmas (TO). Duda é irmão da primeira-dama Rose Amorim.
Escutas - Foi justamente enquanto as autoridades monitoravam os lobistas e empresários que os nomes de Gaguim e Rastoldo foram interceptados. Em uma das páginas, o documento faz referência a um novo contrato que o grupo teria fechado com Gaguim para admissão de 3.000 funcionários por secretarias de estado sem concurso público. Até mesmo o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua candidata à Presidência, Dilma Rousseff, são citados no relatório.
"Manduca explica sobre um encontro que se realizaria em Palmas onde se fariam presentes o presidente Lula e a então ministra Dilma Rousseff", afirma o documento. Lula e Dilma apoiam a candidatura de Gaguim à reeleição no estado. Ambos já participaram, inclusive, de comícios do candidato, que espalhou pela cidade de Palmas banners e cartazes com sua foto ao lado dos petistas.
Lula - O documento ainda transcreve escuta de uma conversa entre Manduca e Cepera em 14 de março, às 10h12. "Lula está indo para Palmas lá na fazenda dele (Gaguim)", diz Manduca. "Eu vou ficar três dias lá com o Lula e ele (Gaguim)", continua. "Vão ficar lá dois secretários dele, ele (Gaguim), eu, a Dilma e o Lula. Vão pescar tucunaré lá na chácara." O lobista é então, parabenizado por Cepera.
Em uma outra conversa, desta vez em 26 de março, a dupla volta a citar o nome de Lula. "O homem (governador) está em Itabuna, Bahia, com o presidente Lula e acabou de relatar ao presidente que a empresa de um oriundo de Tocantins que vive em São Paulo há 30 anos é a solução para os problemas do estado", disse o lobista.
No dia anterior, Manduca fala a alguém não identificado a respeito de seus planos, que envolveriam a participação de Gaguim. O lobista conta que o governador o chamou de amigos e que juntos "vão botar para f... vão fazer o estado inteiro, vão fazer 1 bilhão de reais". Leia AQUI a matéria completa
O jornal teve acesso a um documento de 428 páginas e a 300 interceptações telefônicas feitas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo de Campinas, em parceria com o MP de São Paulo. O alvo principal da força-tarefa é o lobista Maurício Manduca, amigo de Gaguim e sócio de um cunhado do governador, o empresário Duda Rodrigues, em uma boate que será inaugurada no Shopping Capim Dourado, em Palmas (TO). Duda é irmão da primeira-dama Rose Amorim.
Escutas - Foi justamente enquanto as autoridades monitoravam os lobistas e empresários que os nomes de Gaguim e Rastoldo foram interceptados. Em uma das páginas, o documento faz referência a um novo contrato que o grupo teria fechado com Gaguim para admissão de 3.000 funcionários por secretarias de estado sem concurso público. Até mesmo o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua candidata à Presidência, Dilma Rousseff, são citados no relatório.
"Manduca explica sobre um encontro que se realizaria em Palmas onde se fariam presentes o presidente Lula e a então ministra Dilma Rousseff", afirma o documento. Lula e Dilma apoiam a candidatura de Gaguim à reeleição no estado. Ambos já participaram, inclusive, de comícios do candidato, que espalhou pela cidade de Palmas banners e cartazes com sua foto ao lado dos petistas.
Lula - O documento ainda transcreve escuta de uma conversa entre Manduca e Cepera em 14 de março, às 10h12. "Lula está indo para Palmas lá na fazenda dele (Gaguim)", diz Manduca. "Eu vou ficar três dias lá com o Lula e ele (Gaguim)", continua. "Vão ficar lá dois secretários dele, ele (Gaguim), eu, a Dilma e o Lula. Vão pescar tucunaré lá na chácara." O lobista é então, parabenizado por Cepera.
Em uma outra conversa, desta vez em 26 de março, a dupla volta a citar o nome de Lula. "O homem (governador) está em Itabuna, Bahia, com o presidente Lula e acabou de relatar ao presidente que a empresa de um oriundo de Tocantins que vive em São Paulo há 30 anos é a solução para os problemas do estado", disse o lobista.
No dia anterior, Manduca fala a alguém não identificado a respeito de seus planos, que envolveriam a participação de Gaguim. O lobista conta que o governador o chamou de amigos e que juntos "vão botar para f... vão fazer o estado inteiro, vão fazer 1 bilhão de reais". Leia AQUI a matéria completa
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domingo, setembro 12, 2010
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sábado, setembro 11, 2010
ERENICE GUERRA, MINISTRA DA CASA CIVIL, SUSPEITA DE COBRAR PROPINA DE 6% EM CONTRATO COM O GOVERNO FEDERAL
Conhecida por ser "escudeira", "braço direito" e, claro, "companheira" da presidenciável Dilma Rousseff, a advogada Erenice Guerra, sucessora da candidata petista na Casa Civil, montou no Palácio do Planalto uma central de lobby familiar-partidário que cobra de empresários interessados em fazer negócios com o governo uma taxa de propina de 6%.
Reportagem publicada pela revista Veja desta semana revela que o filho de Erenice, Israel Guerra, que até pouco tempo atrás perambulava pela Esplanada em cargos comissionados de menor importância, tornou-se, à sombra da mãe-ministra, um próspero consultor de negócios, eufemismo de lobista.
No novo figurino, segundo a reportagem, Israel operou, pelo menos, a concessão de um contrato de R$ 84 milhões para um empresário do setor aéreo com negócios com os Correios. Chamada de "taxa de sucesso", a propina foi estimada em R$ 5 milhões e teria servido em parte para "saldar compromissos políticos".
Em abril do ano passado, o empresário paulistano Fábio Baracat, dono da Via Net Express, empresa de transporte de carga aérea e então sócio da MTA Linhas Aéreas, queria ampliar a participação de suas empresas nos Correios.
O objetivo era mudar as regras da estatal, de modo que os aviões contratados por ela para transportar material também pudessem levar cargas de outros clientes, arranjo que multiplicaria os lucros de Baracat e sócios.
Reportagem publicada pela revista Veja desta semana revela que o filho de Erenice, Israel Guerra, que até pouco tempo atrás perambulava pela Esplanada em cargos comissionados de menor importância, tornou-se, à sombra da mãe-ministra, um próspero consultor de negócios, eufemismo de lobista.
No novo figurino, segundo a reportagem, Israel operou, pelo menos, a concessão de um contrato de R$ 84 milhões para um empresário do setor aéreo com negócios com os Correios. Chamada de "taxa de sucesso", a propina foi estimada em R$ 5 milhões e teria servido em parte para "saldar compromissos políticos".
Em abril do ano passado, o empresário paulistano Fábio Baracat, dono da Via Net Express, empresa de transporte de carga aérea e então sócio da MTA Linhas Aéreas, queria ampliar a participação de suas empresas nos Correios.
O objetivo era mudar as regras da estatal, de modo que os aviões contratados por ela para transportar material também pudessem levar cargas de outros clientes, arranjo que multiplicaria os lucros de Baracat e sócios.
Para obter sucesso em suas pretensões, o empresário foi orientado pelo "bas-monde" negocial de Brasília a procurar a Capital Assessoria e Consultoria, uma pequena firma em tamanho, cuja sede é uma casa numa cidade satélite de Brasília, mas grande em contatos.
No papel, são sócios da Capital Saulo Guerra, outro filho da ministra, e Sônia Castro, mãe de Vinícius Castro, assessor jurídico da Casa Civil. São dois laranjas. Sônia Castro é uma senhora de 59 anos que reside no interior de Minas Gerais e vende queijo.
Estabelecido o canal, o empresário encontrou-se com Israel e o Vinícius Castro, um subordinado de Erenice. Nesse contato, obteve a certeza que o negócio sairia. "Bastava pagar", relatou o empresário à revista. Nos acertos seguintes, Israel mostrou que o sucesso empresarial estava em seu DNA: "Minha mãe resolve", teria dito Israel, segundo o empresário.
"Impressionou-me a forma como eles cobravam dinheiro o tempo inteiro. Estavam com pressa para que eu fechasse um contrato", emendou, de acordo com depoimento prestado à Veja.
Prometido o dinheiro, feitos os contatos prévios, as "cláusulas", o contrato chegou à sua fase final, a assinatura simbólica da negociata: o ok de Erenice. "Está na hora de você conhecer a doutora", disse Israel a Baracat.
No papel, são sócios da Capital Saulo Guerra, outro filho da ministra, e Sônia Castro, mãe de Vinícius Castro, assessor jurídico da Casa Civil. São dois laranjas. Sônia Castro é uma senhora de 59 anos que reside no interior de Minas Gerais e vende queijo.
Estabelecido o canal, o empresário encontrou-se com Israel e o Vinícius Castro, um subordinado de Erenice. Nesse contato, obteve a certeza que o negócio sairia. "Bastava pagar", relatou o empresário à revista. Nos acertos seguintes, Israel mostrou que o sucesso empresarial estava em seu DNA: "Minha mãe resolve", teria dito Israel, segundo o empresário.
"Impressionou-me a forma como eles cobravam dinheiro o tempo inteiro. Estavam com pressa para que eu fechasse um contrato", emendou, de acordo com depoimento prestado à Veja.
Prometido o dinheiro, feitos os contatos prévios, as "cláusulas", o contrato chegou à sua fase final, a assinatura simbólica da negociata: o ok de Erenice. "Está na hora de você conhecer a doutora", disse Israel a Baracat.
Os sócios de fato da Capita levaram então o empresário para o apartamento funcional onde Erenice morou até março deste ano, antes de mudar-se para a Península dos Ministros. Na ocasião, entre conversas amenas, Erenice foi amável e abriu um vinho. O negócio estava fechado.
Por e-mail dirigido à Veja, Israel admitiu à revista ter feito o "embasamento legal" para a renovação da licença da MTA na Anac, em dezembro. Israel também admitiu ter apresentado o empresário Fábio Baracat à mãe-ministra, mas apenas "na condição de amigo". A ministra também reconheceu a existência do encontro, por meio de sua assessoria.
CAMPANHA PETISTA
Por e-mail dirigido à Veja, Israel admitiu à revista ter feito o "embasamento legal" para a renovação da licença da MTA na Anac, em dezembro. Israel também admitiu ter apresentado o empresário Fábio Baracat à mãe-ministra, mas apenas "na condição de amigo". A ministra também reconheceu a existência do encontro, por meio de sua assessoria.
CAMPANHA PETISTA
O caso articula-se com a campanha de Dilma não só pela presença de Erenice no caso, pela peculiaridade da propina ter a suposta destinação de "saldar compromissos políticos", mas também porque o escritório do filho-lobista funcionava, na prática, em uma banca de advocacia num shopping de Brasília que presta serviços a campanha de Dilma.
A banca Trajano & Silva Advogados tem como um dos sócios o advogado Márcio Silva, coordenador em Brasília dos advogados que cuida dos assuntos jurídicos da campanha presidencial de Dilma Rousseff.
REAÇÃO DA OPOSIÇÃO
O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) aponta como "pior" aspecto da acusação o fato de o balcão de negócios estar montado na Casa Civil e não em outros órgãos públicos, como tem ocorrido no governo Lula. "Não é nem nos ministérios, tudo parece ser acertado dentro do Palácio do Planalto", constata, lembrando não ser esta a primeira vez que Erenice Guerra está envolvida em operações suspeitas. "Ela também estava no lance dos cartões corporativos, cujos valores o governo não conseguiu explicar", destaca. "Faço votos que não seja esta mais uma denúncia para o presidente Lula ridicularizar, como tem feito com tudo o de comprometedor que ocorre em seu governo", diz o senador. Do portal do Estadão A banca Trajano & Silva Advogados tem como um dos sócios o advogado Márcio Silva, coordenador em Brasília dos advogados que cuida dos assuntos jurídicos da campanha presidencial de Dilma Rousseff.
REAÇÃO DA OPOSIÇÃO
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