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quarta-feira, abril 18, 2012

PADRE DENUNCIA "OS TEÓLOGOS DA CORTE DO PT"


O Padre Paulo Ricardo, que tem se notabilizado pelo conteúdo de seu blog e, sobretudo, pelos programas em vídeo que mantém na internet, voltou à carga contra o PT e denuncia que a Igreja Católica no Brasil está submetida ao que qualifica de "Teólogos da Corte do PT". E ingada onde estão os "padres de passeata", os manifestos e as marchas pela liberdade", chegando a comparar a situação da Igreja atualmente no Brasil com a ação dos clérigos que aderiram ao fascismo e ao nazismo.
Duro na sua crítica em defesa da Igreja Católica, indaga: "Quando foi que a Igreja Católica deixou de ser, no Brasil, a instância profética que questiona? Em que momento ela foi seduzida e tornou-se uma Igreja composta por teólogos da corte -- aqueles que compõe o séquito do novo Príncipe, o Partido dos Trabalhadores? Quando foi que ela deixou de ser defender a fé católica e passou a aceitar e a justificar as atitudes do Príncipe? Para onde foi a Igreja Católica do Brasil?"

Mais adiante, o Padre conclama: "O católico verdadeiro não pode apoiar um governo que não tem ética cristã, que não tem o pudor de promover todo tipo de imoralidade que visa destruir a família, a moral cristã e a herança patrimonial cristã sobre a qual foi construída a nação brasileira. Os teólogos da corte que não temem mais o juízo de Deus, pois deixaram de crer há muito tempo, mas devem temer o julgamento da História, esta sim, irá julgá-las com severidade e, quiçá, condená-los. Afinal, eles buscam retirar do mundo a transcendência."

E arremata: "O único sentimento que o silêncio vil e a covardia produz nos verdadeiros católicos é a vergonha. Vergonha desses teólogos da corte!"

sexta-feira, abril 13, 2012

DESESPERO: TEMENDO JULGAMENTO DO MENSALÃO PT SE VOLTA NOVAMENTE CONTRA A LIBERDADE DE IMPRENSA. FILME VELHO. TCHAU, MENSALEIROS!

O PT vai usar a instalação da CPI do Cachoeira para voltar a investir contra a mídia. A disposição está expressa em documento divulgado ontem pela cúpula do partido.
Redigido pelo comando petista, o texto cita a investigação do esquema de Carlos Cachoeira, acusado de exploração do jogo ilegal, a pretexto de voltar a cobrar a fixação de um marco regulatório para os meios de comunicação.
"Agora mesmo, ficou evidente a associação de um setor da mídia com a organização criminosa da dupla Cachoeira-Demóstenes, a comprovar a urgência de uma regulação que, preservada a liberdade de imprensa e livre expressão de pensamento, amplie o direito social à informação", diz a nota.
Mesmo sem dar nomes, o alvo primário do PT é a revista "Veja". Em grampos já divulgados do caso, um jornalista da publicação tem o nome citado por membros do grupo do empresário.
A revista já publicou texto informando que Cachoeira era fonte de jornalistas, inclusive do chefe da sucursal de Brasília, Policarpo Júnior, e que não há impropriedades éticas nas conversas.
Integrantes da Executiva do PT e congressistas do partido defendiam que a "Veja" fosse investigada na CPI.
O cálculo político petista inclui o raciocínio segundo o qual o bombardeio sobre mídia e oposição poderá concorrer na opinião pública com o julgamento do mensalão -o esquema de compra de apoio político ao governo Lula descoberto em 2005, que deve ser apreciado pelo Supremo Tribunal Federal neste ano.
O próprio presidente petista, Rui Falcão, falou que a CPI deve investigar "os autores da farsa do mensalão".
Há a intenção de questionar reportagens sobre o mensalão usadas como prova judicial. A estratégia é tentar comparar a produção de reportagens investigativas, que naturalmente envolvem contato de jornalistas com fontes de informação de várias matizes, a práticas criminosas.
Para tanto, segundo a Folha apurou, réus do mensalão como o ex-ministro José Dirceu instruíram advogados a buscar menções à revista e à mídia nas apurações da PF sobre o caso Cachoeira. Dirceu vai a evento no final de semana sobre regulamentação da mídia em Fortaleza.
O movimento do PT contrasta com discurso da presidente Dilma Rousseff. Ontem, em cerimônia do Minha Casa, Minha Vida, ela defendeu a liberdade de imprensa.
"Somos um país que convive com a liberdade de imprensa, somos um país que convive com a multiplicidade de opiniões, somos um país que convive com a crítica." Da Folha de S. Paulo desta sexta-feira

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quarta-feira, fevereiro 29, 2012

MILITARES REAGEM AO REVANCHISMO DO PT

Em nota divulgada ontem, 98 militares da reserva reafirmaram recentes ataques feitos por clubes militares à presidente Dilma Rousseff e disseram não reconhecer autoridade no ministro da Defesa, Celso Amorim, para proibi-los de expressar opiniões.
A nota, intitulada "Eles que Venham. Por Aqui Não Passarão", também ataca a Comissão da Verdade, que apontará, sem poder de punir, responsáveis por mortes, torturas e desaparecimentos na ditadura. Aprovada no ano passado, a comissão espera só a indicação dos membros para começar a funcionar.
"[A comissão é um] ato inconsequente de revanchismo explícito e de afronta à Lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo", diz o texto, endossado por, entre outros, 13 generais.
Apesar de fora da ativa, todos ainda devem, por lei, seguir a hierarquia das Forças, das quais Dilma e Amorim são os chefes máximos.
O novo texto foi divulgado no site "A Verdade Sufocada" (www.averdadesufocada.com), mantido pela mulher de Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reformado do Exército e um dos que assinam o documento.
Ustra, ex-chefe do DOI-Codi (aparelho da repressão do Exército) em São Paulo, é acusado de torturar presos políticos na ditadura, motivo pelo qual é processado na Justiça. Ele nega os crimes.
A atual nota reafirma o teor de outra, do último dia 16, na qual os clubes Militar, Naval e de Aeronáutica fizeram críticas a Dilma, dizendo que ela se afastava de seu papel de estadista ao não "expressar desacordo" sobre declarações recentes de auxiliares e do PT contra a ditadura.
Após mal-estar e intervenção do Planalto, de Amorim e dos comandantes das Forças, os clubes tiveram de retirar o texto da internet.
CRÍTICA A AMORIM
"Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do manifesto do dia 16", afirma a nota de ontem, que lembra que o texto anterior foi tirado da internet "por ordem do ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo".
Agora, os militares dizem que o "Clube Militar [da qual a maioria faz parte] não se intimida e continuará atento e vigilante".
A primeira das três declarações que geraram a nota foi da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), para quem a Comissão da Verdade pode levar a punições, apesar da Lei da Anistia.
Depois, Eleonora Menicucci (Mulheres) fez em discurso "críticas exacerbadas aos governos militares", segundo o texto. Já o PT, em uma resolução, disse que deveria priorizar o resgate de seu papel para o fim da ditadura. Da Folha de São Paulo desta quarta-feira

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terça-feira, outubro 18, 2011

PT VAI CRIAR "PATRULHA PETRALHA VIRTUAL" PARA ATACAR BLOGS E REDES SOCIAIS!

Ilustração do blog Abobado. Clique s/ a foto p/ ampliá-la
O PT vai montar uma "patrulha virtual" e treinar militantes para fazer propaganda e criticar a mídia em sites de notícias e redes sociais como Twitter e Facebook.
 
O partido quer promover cursos e editar um "manual do tuiteiro petista", com táticas para a guerrilha na internet. A ideia é recrutar a tropa a tempo de atuar nas eleições municipais de 2012.

 
"Vamos espalhar núcleos de militantes virtuais por todo o país", promete o petista Adolfo Pinheiro, 36, encarregado de apresentar um plano de ação amanhã ao presidente da legenda, Rui Falcão.

 
Os filiados serão treinados para repetir palavras de ordem e usar janelas de comentários de blogs e portais noticiosos para contestar notícias "negativas" contra o PT.

 
"Quando sai algo contra um governo petista, a mídia faz escândalo, dá página inteira no jornal. Temos que ir para cima", diz Pinheiro.

 
"Nossa única recomendação é não partir para a baixaria e manter o nível do debate político", afirma ele.

 
A criação dos chamados MAVs (núcleos de Militância em Ambientes Virtuais) foi decidida no 4º congresso do partido, em setembro.

 
O encontro foi marcado por ataques à imprensa e pela defesa da "regulamentação dos meios de comunicação".

 
O militante à frente do projeto atuou na campanha de Aloizio Mercadante ao governo paulista em 2010.

 
No mês passado, tentou articular um ato contra a revista "Veja" após a publicação de reportagem sobre o ex-ministro José Dirceu.

 
Petistas dizem que a nova ferramenta também poderá ajudar candidatos a enfrentar boatos com mais rapidez.

 
"No ano passado, demoramos demais a rebater calúnias contra Dilma [Rousseff] sobre aborto e luta armada", afirma Pinheiro.
Da Folha de S. Paulo desta terça-feira

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segunda-feira, outubro 03, 2011

SITE VERMELHO DO PT AMEAÇA IGREJA E MOVIMENTO CONTRA ABORTO E GARANTE IMPLANTAÇÃO DO SOCIALISMO DO SÉCULO XXI NO BRASIL!

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Site vermelho do PT continua no ar desde o ano passado e ameaça a Igreja e o movimento cristão contra o aborto. Anuncia que com Dilma no governo irão massacrar o Estado de São Paulo e o governo de Geraldo Alckmin e que a vitória do PT representará o retorno ao governo de Zé Dirceu e José Genoíno e que conseguirão implantar o socialismo do século XXI e aprovar o PNDH3 que liberaliza o aborto e prevê a censura à imprensa.

Ameçam colocar todos o MST e demais bate-paus do PT nas ruas em permanente agitação política. Isto não é brincadeira. Isto não é um delírio, porque está escrito com todas as letras AQUI no site vermelho do PT, conforme vocês poderão ver com seus próprios olhos. Eis um excerto desse texto que atenta contra o Estado de direito democrático. Transcrevo para que todos possam ficar cientes de que a democracia e a liberdade continuam correndo perigo. 
Por enquanto a Dilma não mandou tirar do ar esse site e muito menos a direção do PT, isto é um sinal que o aprovam!
Transcrevo um excerto do texto do blog vermelhão do PT: "Finalmente poderemos aprovar o Plano Nacional de Direitos Humanos do presidente Lula, e continuar avançando no sentido de democratizar a mídia e fazer a separação definitiva entre Igreja e Estado no Brasil. Com Dilma, quem estará no poder serão os nomes tradicionais da ala mais ideológica do PT. Companheiros valorosos como José Dirceu e José Genoino, ambos agora de volta à política de forma oficial, que estão na luta contra o sistema capitalista há décadas, e conhecem as experiências feitas em outros países rumo ao socialismo do século 21."

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quinta-feira, maio 26, 2011

GRAMSCI: O PARASITA DO AMARELÃO IDEOLÓGICO.

Gramsci, o idiota italiano
O Reinaldo Azevedo escreveu um artigo supimpa  na edição da revista Veja de 16 de maio de 2007 que está super atual! Transcrevo na íntegra após este prólogo. O título do artigo é o mesmo deste post. Com um humor cáustico ele reduz a um parasita o idiota italiano Antonio Gramsci, venerado pelos não menos idiotas petistas e por boa parte parte dos professores de ciências humanas das universidades brasileiras.

No mundo desenvolvido e civilizado, Gramsci não passa de um lixo, mas aqui sua teoria orienta a ação política do PT de Lula, Palocci e suas 'consultorias'. Portanto, Lula, Palocci e seus sequazes são alguns dos vermes que corróem o organismo brasileiro, levando sua população àquele amarelão ideológico que a torna passiva e indiferente. E não só isso. Faz com que ela aplauda docemente Lula e louve as qualidades do Palocci, cognominado agora de Pelé pelo nefasto Apedeuta. Se eu fosse o Pelé jamais aceitaria passivamente que me comparassem com um verme. 

Leiam que vale a pena. Quem não conhece a obra de Gramsci tem a oportunidade de ler um resumo brilhante e bem humorado. Quem ainda não entendeu porque o PT faz o que faz, passará a entender. É o que basta. Está tudo aqui:
O moderno esquerdista brasileiro, essa contradição em termos, esse Jeca Tatu com laptop, tem ainda em Antonio Gramsci (1891-1937) a sua principal referência. O comunista italiano é o parasita do amarelão ideológico nativo. Parte da nossa anêmica eficiência na educação, na cultura, no serviço público e até na imprensa se deve a essa ancilostomose democrática. Já viram aquele comercial na TV de um desodorizador de ambiente em que um garoto bem chatinho, com o dedo em riste, escande as sílabas para a sua mamãe: "eu que-ro fa-zer co-cô na ca-sa do Pe-drrri-nho"? Costuma ir ao ar na hora do jantar. Para a esquerda, Gramsci é a "ca-sa do Pe-drrri-nho" da utopia. E, também nesse caso, o odor mitigado não muda a matéria de que é feito. 

Como a obra de Gramsci ficou na grelha da empulhação um pouco mais do que a de Lenin, chega à mesa do debate com menos sangue e disfarça a sua vigarice. Acreditem: a revolução da qualidade na educação, por exemplo, é mais uma questão de vermífugo ideológico do que de verba. O que me leva a este texto?
Na edição retrasada de VEJA, o colunista Claudio de Moura Castro observou que um grupo de educadores reagiu mal à decisão de deixar o ensino técnico para uma fase posterior à da formação geral do aluno. Segundo ele, "os ideólogos da área protestaram (contra a medida) citando Gramsci". Tomei um susto. Tenho pinimbas com o gramscismo faz tempo. Na minha fase esquerdista-do-miolo-mole, dizia tratar-se de uma "covardia conveniente que passa por tática, em tempos de guerra, e de uma bravura inútil que passa por estratégia, em tempos de paz". A tirada é sagaz, mas inexata: Gramsci é um perigo na guerra ou na paz. E estão aí o PT e a nova "TV Pública" para prová-lo.

Gramsci é a principal referência do marxismo no século passado. É dono de uma vasta obra, quase a totalidade escrita na cadeia, para onde foi mandado pelo fascismo, em 1926. Entre 1929 e 1935, escreveu seus apontamentos em 33 cadernos escolares, os tais Cadernos do Cárcere, com publicação póstuma. No Brasil, foram editados em seis volumes pela Civilização Brasileira, com organização de Carlos Nelson Coutinho. Explico o meu susto. O protesto dos "ideólogos" fazia referência a um texto irrelevante, que está no Caderno 12, em que o autor trata dos intelectuais e da educação. Na edição brasileira, encontra-se no volume 2, entre as páginas 32 e 53. Ali, Gramsci desenvolve o conceito de "escola unitária", uma de suas muitas e variadas estrovengas autoritárias.

Segundo o seu modelo, seis de um período de dez anos seriam dedicados à educação que fundisse o ensino universalista com o técnico – por isso os "ideólogos" protestaram. Garanto que preferiram ignorar o trecho em que ele antevê a escola como um internato destinado a alguns alunos previamente selecionados. O autor pensava a educação – e todo o resto – como prática revolucionária, parte da militância socialista. Para ele, a construção da hegemonia de um partido operário supõe uma permanente guerra de valores que rompa os laços da sociedade tradicional. Esses seus estudantes seriam a vanguarda a diluir as fronteiras entre o mundo intelectual e o do trabalho, a serviço do socialismo.
A influência gramsciana decaiu muito nos anos 60 e 70, com a revolução cubana, os movimentos de libertação africanos e a revolta estudantil francesa de 1968. Toda a sua teoria se sustenta na suposição, verdadeira, de que a sociedade chamada burguesa é dotada de fissuras que comportam a militância de esquerda. O que se entendia por revolução – a bolchevique – era um modelo que havia se esgotado na Rússia de 1917. As novas (de seu tempo) condições da Europa supunham outra perspectiva revolucionária.

Fidel Castro, a África insurrecta e o 68 francês reacenderam nas esquerdas do mundo o sonho do levante armado. E elas deram um piparote em Gramsci, em sua teoria da contaminação. No Brasil, derrotadas pelo golpe militar de 1964, partiram para a luta armada. A vitória das ditaduras e a Europa conservadora, termidoriana, pós-revolta estudantil, trouxeram Gramsci de volta. Concluiu-se que não era mais possível derrotar o capitalismo por meio da luta armada. Era preciso corroê-lo por dentro, explorar as suas contradições, construir a hegemonia de um partido de forma paulatina. Voltava-se à política como verminose. Não por acaso, um dos textos vitais na formação do PT é de autoria de Coutinho. Chama-se "A democracia como valor universal". É de 1979. A tese é formidável: sem democracia, não há socialismo, como se não estivéssemos diante de um paradoxo. No ano seguinte, Lula fundava o seu partido sobre o seguinte binômio: "socialismo e democracia".

Admiradores da obra de Gramsci se irritam quando afirmo que o PT é, na essência, gramsciano. Entendo. Um partido que usa cueca como casa de câmbio; que chegou a ter como gramáticos da nova aurora Silvinho Pereira e Delúbio Soares; que é comandado por uma casta sindical com todas as características de uma nova classe social, folgazã e chegada a prebendas, convenham, parece feito de matéria ainda mais ordinária. Não tenho por Gramsci o apreço que eles têm. Ao autor cabe o epíteto de teórico da "ditadura perfeita", uma expressão do escritor peruano Vargas Llosa.

A síntese do pensamento gramsciano está expressa no Caderno 13, volume 3 da edição brasileira. Trata-se de notas sobre o pensador florentino Nicolau Maquiavel (1469-1527), aquele de O Príncipe. Para Gramsci, o príncipe moderno (de sua época) era um partido político. Leiam: "O moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que seu desenvolvimento significa (...) que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio moderno Príncipe (...). O Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume".

Ninguém conseguiu, incluindo os teóricos fascistas que ele combatia, ser tão profundo na defesa de uma teoria totalitária como Gramsci nessa passagem. Observem que se trata de aniquilar qualquer sistema moral. Toda verdade passa a ser instrumental. Até a definição do que é virtuoso e do que é criminoso atende às necessidades do partido. O sistema supõe a destruição do indivíduo e de sua capacidade de julgar fora dos parâmetros definidos pelo aparelho, que toma "o lugar, nas consciências, da divindade e do imperativo categórico". Para Gramsci, como se vê, não há diferença entre política e abdução.

O PT é, sim, gramsciano. Chegou lá? É o Moderno Príncipe, ainda que tropicalizado? Não. Luta para sê-lo e deu passos importantes nessa direção. Volto aos "ideólogos" de que fala Claudio de Moura Castro. A educação brasileira foi corroída pela tal perspectiva dita "libertadora" e anticapitalista. Ela não é ruim porque falta dinheiro, mas porque deixa de ensinar português e matemática e prefere libertar as crianças do jugo capitalista com suas aulas de "cidadania". O proselitismo se estende ao terceiro grau e fabrica idiotas incapazes de ver o mundo fora da perspectiva do Moderno Príncipe.

Gramsci também falava de um certo "bloco histórico", uma confluência de aspectos políticos, econômicos e culturais que, num dado momento, formam uma plataforma estável, que dá fisionomia a um país. Esse partido que busca essa hegemonia, que pretende ser o "imperativo categórico", está na contramão do mundo contemporâneo e das próprias virtudes da economia brasileira, que lhe permitem governar com razoável estabilidade. Por isso, não consegue executar o seu projeto. Mas o país também não sai do impasse: nem naufraga nem se alevanta. A exemplo de um organismo tomado pela verminose, vê consumida boa parte de suas energias e de suas chances de futuro alimentando os parasitas. Enquanto isso, os gramscianos vão nos prometendo que ainda ocuparemos o troninho da "ca-sa do Pe-drrri-nho". 

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segunda-feira, dezembro 27, 2010

MINISTRA ENIGMÁTICA FALA DO ABORTO E DIZ QUE MULHER NÃO É OBRIGADA A TER FILHOS

A enigmática capixaba Iriny Lopes
Pelo visto, a querela do aborto continuará na ordem do dia. Pelo menos é o que se depreende ao ler a entrevista da Ministra de Dilma Duchefe, a deputada do PT capixaba Iriny Lopes, futura ministra da Secretaria de Polóicias para as Mulheres que já vem sendo chamado de Ministério do Aborto. Sabe como é, são questões de gênero que emperram o crescimento deste país... Leiam:

"Não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. Ninguém defende o aborto, é respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar."

Essa é a posição pessoal declarada pela atual deputada federal pelo PT do Espírito Santo e futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, 54.

Iriny tem histórico de militante dos direitos humanos e sua declaração toca num dos pontos mais explorados durante a disputa eleitoral.

O tema consta em programa do PT do início do ano. A futura presidente Dilma Rousseff, porém, se disse contrária a mudanças na legislação -que prevê o aborto apenas em caso de estupro ou risco à saúde materna.

Em 2007, durante votação de uma resolução que incluía a descriminalização do aborto no 3º Congresso do PT, Iriny defendeu a proposta.

Indicada ministra, diz que a bola está com o Congresso e com a sociedade. "O governo precisa cumprir a legislação que está em vigor."


Folha - Quais são suas propostas no curto prazo?
Iriny Lopes -
Desenvolver políticas que sejam coerentes com o combate à miséria, colocado pela nossa companheira presidenta.
A feminização da pobreza, no Brasil, é algo concreto, não há eficácia no combate se não estiver claro que as mulheres ganham menos, estão mais desempregadas, e que cresce o número de mulheres chefes de família.
É preciso dar empoderamento econômico para garantir sua autonomia.
 

Como se posicionou frente à polêmica da terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos [PNDH-3]?
Houve uma polêmica exagerada em torno de todos os temas. O governo precisa cumprir a legislação que está em vigor hoje. 

A sra. fala sobre o aborto?
Sim. Temos a responsabilidade no zelo da saúde pública, dentro da lei, de não permitir nenhum risco às mães. 


O que isso significa? Ampliar locais de abortamento legal?
É garantir o atendimento das mulheres que procurem a rede pública. Os demais debates acontecem na Câmara. 


A sra. tem uma posição pessoal sobre o assunto?
Minha posição é que temos que ter muitas políticas de prevenção e de esclarecimento. Agora, eu não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. "Ah, é defesa do aborto..."
Ninguém defende o aborto, trata-se de respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar. 


Há espaço para discutir o tema, depois da polêmica na campanha eleitoral?
O debate vai durar ainda muito tempo, não é "pa-pum": vamos definir.
Da Folha de São Paulo desta segundafeira.

sábado, novembro 06, 2010

NECESSIDADE DA CPMF É MENTIRA DO PT

O deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) rechaçou nesta sexta-feira (5) a intenção da base governista de recriar a CPMF, o chamado "imposto do cheque". Para o tucano (foto), que é médico e integrante da Comissão Mista de Orçamento do Congresso, os recursos existem. Segundo ele, é preciso priorizar o setor nas ações do governo federal.

O parlamentar destacou que a regulamentação da Emenda 29 poderá garantir o dinheiro que a Saúde necessita. Isso não ocorreu em virtude da falta de vontade política da gestão Lula, visto que a proposta está parada na Câmara desde o final do primeiro semestre de 2008. 

De acordo com nota técnica produzida pela liderança do PSDB na Câmara, se a regulamentação tivesse em vigor o governo federal teria cerca de R$ 86 bilhões adicionais até 2011 para investir em ações do setor. Gomes de Matos também criticou o Planalto por aplicar dinheiro em obras e medidas que não poderiam ser consideradas ações e serviços públicos de saúde.

“Teve gente construindo muros e praças ao lado de hospitais e dizendo que era dinheiro da Saúde. Foram feitas obras de saneamento e de esgoto com esse mesmo recurso, o que não era correto. Ou seja, começou a se deturpar o que são serviços e ações para a área”, alertou.

Quando criada, a CPMF tinha o intuito de complementar os recursos necessários à Saúde. Mas com o passar do tempo, ainda segundo a nota do PSDB, outras destinações foram incorporadas. Entre elas estão o Fundo de Erradicação da Pobreza, responsável por 0,08 pontos percentuais da alíquota de 0,38% (sem sofrer ação da Desvinculação das Receitas da União – DRU), com a própria DRU, que retira 20% da arrecadação restante, e com a Previdência Social, que ficava com 0,10 pontos percentuais da alíquota total. Ao final, o percentual destinado ao setor era de apenas 42,1% do total arrecadado com a CPMF. “Usar o recurso da Saúde para garantir superávit e fazer compensações no caixa do governo federal é ridículo”, criticou.

Os partidos de oposição defendem o projeto original da regulamentação aprovado pelo Senado. Segundo o texto, a União deverá destinar 10% de sua receita corrente bruta (RCB) para a Saúde em 2011. Porém, numa manobra polêmica, a base governista na Câmara incluiu na proposta a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS). O novo imposto, batizado pelos oposicionistas de “nova CPMF”, paralisa a votação da emenda desde 2008 no plenário da Casa. “A população rejeita a criação de qualquer novo tributo, seja sob qual for a justificativa”, defendeu Gomes de Matos.

Em 2008, primeiro ano sem o imposto do cheque, o governo arrecadou cerca de R$ 50 bilhões a mais, mas utilizou parte da arrecadação para fazer superávit primário.

Para o deputado, o próprio orçamento de 2011 pode garantir recursos extras para o setor, já que R$ 17,7 bilhões ocultados pelo governo da proposta orçamentária foram incluídos pelo relator de Receitas do Orçamento, deputado Bruno Araújo (PE). "Esse acréscimo de receita pode ser reservado para o aumento do salário mínimo e para a Saúde", defendeu.

Mesmo com arrecadação recorde, Saúde teve corte de R$ 2 bilhões
Mesmo após o fim da CPMF, o governo registrou arrecadação recorde. Em 2008 fechou em R$ 466,33 bilhões, contra R$ 417,99 bilhões de 2007. Em 2009, com a crise financeira global, ficou em R$ 456,08 bilhões. Para 2010, a previsão é de R$ 521,46 bilhões e, em 2011, a nova estimativa é de R$ 631,99 bilhões.
 

Em 2010, a verba para ações e serviços de saúde foi ajustada para R$ 62,9 bilhões, mas técnicos ouvidos pelo jornal "O Globo" dizem que nem todo o autorizado deve ser aplicado, pois o valor do piso está em R$ 60,9 bilhões, inferior ao total. O governo só tem utilizado o piso, preferindo aplicar recursos em outras áreas. Reportagem: Djan Moreno/Foto: Eduardo Lacerda - do site Diário Tucano - informativo da bancada do PSDB 


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sábado, setembro 25, 2010

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO ANUNCIA EM EDITORIAL QUE APÓIA JOSÉ SERRA E AFIRMA QUE O MAL REPRESENTADO PELO PT TEM DE SER AFASTADO NESTA ELEIÇÃO

Transcrevo, após este prólogo, o editorial do jornal O Estado de São Paulo deste sábado em que manifesta o apoio desse que é o maior e mais importante jornal da América Latina e um dos mais importantes do mundo ao candidato José Serra. Entretanto, demorou. O que está resumido nesse editorial não destoa da linha do Estadão, porquanto esse jornal sempre defendeu a democracia e resistiu a todo tipo de tirania.

Sem falsa modéstia o Estadão condensa nesse editorial bem escrito (aliás os únicos editoriais bem escritos da imprensa brasileira sempre foram do Estadão), o que venho alertando e afirmando todo os dias neste blog. Na verdade clamando à grande imprensa brasileira que se incorpore nessa luta pela democracia; chamando a atenção para o fato de que Lula e o PT são o mal, o pior mal que vem castigando o Brasil.

Quando a Nação está exposta ao vilipêndio dos coveiros da democracia, mas se lhe é apresentada uma alternativa segura para evitar a consagração do mal, é um dever de todos os cidadãos e, mais ainda os jornalistas, que no final das contas são os principais formadores da opinião pública, a se ater à verdade dos fatos. Ocorre que a maioria esmagadora dos jornalistas em todos os veículos de comunicação está completamente pervertida pela ideologia comunista. Por que não falar com todas as letras a verdade? Por que não se fala mais a palavra 'comunista' se todos sabem que o PT e todos os que os apóiam são comunistas e desejam implantar um regime do tipo cubano-venezuelano no Brasil?

Convoco o candidato José Serra a despir-se de qualquer tipo de constrangimento e em seu programa de TV esclarecer de forma clara, sem retoques, sem quaisquer eufemismos que o Brasil está à beira do precipício institucional. E como tenho afirmando aqui no blog esta eleição é a mais importante da história da República brasileira. Não está em jogo programa de governo. Como bem assinala o editorial que vocês lerão abaixo, qualquer governo haverá de governar. Mas o que está em jogo é: que tipo de governo? Que tipo de regime?. Esta é a questão principal, ou seja, estamos lidando com uma questão política e não papo furado de "gestão".

E só um estúpido e imbecil completo, ou sabujo picareta e vendilhão da Pátria, poderá afirmar o contrário do que está mais claro do que água: José Serra é o único fiador da democracia. Só ele garante a liberdade e, como tenho dito, quem garante a democracia e a liberdade tem o melhor plano de governo. E tem mais:  José Serra provou ao longo de sua trajetória política, além do preparo intelectual e administrativo, que sempre atuou com lisura moral a coisa pública, um fato que ficou extremamente raro depois que o Brasil submeteu-se à banalização da imoralidade e da mentira as quais já se tornarm o emblema Lula e seus sequazes.

Fico feliz por este editorial do jornal O Estado de São Paulo e ficaria mais feliz ainda se a Direção desse jornal colocasse no olho da rua os vagabundos que ainda infestam a sua redação e que pelo menos ao longo dos últimos dois anos vêm malhando impiedosamente José Serra e veiculando ad nauseam os press releases do abjeto Franklin Martins, aquele que vive abraçado com Fidel Castro. Leiam o editorial, cujo título é: "Um mal a evitar":

A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.

Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.

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quinta-feira, setembro 23, 2010

EXTRA! MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA JÁ TEM MAIS DE 18 MIL ASSINATURAS. ASSINE AGORA!


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O Manifesto em Defesa da Democracia lançado ontem, quarta-feira, e São Paulo, tem cada vez mais repercussão. Até às 17 horas desta quinta-feira já totalizava mais de 18 mil assinaturas, conforme vocês podem conferir no facsímile do site acima. Vejam também o vídeo mostrando o evento de ontem!

Para assinar é fácil, fácil.Clique AQUI e lá é só colocar o nome e documento de identidade e email que não serão publicados. Apenas seu nome constará dessa lista de honra dos grandes brasileiros que se unem em defesa de um BRASIL LIVRE E DEMOCRÁTICO! 

É hora de resistir em defesa da democracia que está em perigo sob ameaça do PT, do Lula, da Dilma e do Zé Dirceu et caterva. A hora é delicada, gravíssima. Assine o manifesto! Vamos fortalecer a luta pela liberdade!