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domingo, agosto 21, 2011

DILMA APLICA GARROTE NA BASE ALUGADA, ABRE O COFRE PARA O PT E O PSDB CAI NA ESPARRELA ANULANDO OPOSIÇÃO. TÁ DO JEITO QUE O DIABO GOSTA.

Isto não quer dizer absolutamente nada. A tal base alugada permanecerá alugada e fiel à malta petista. A única desgraça é que a Nação está submetida a um jogo mafioso do toma lá da cá. Os impostos recolhidos aos cofres públicos pelos cidadãos contribuintes são utilizados de forma vil e criminosa pelo governo do PT.
Enquanto isso, FHC e Alckmin trocam afagos com a Dilma e lhe dispensam apoio à suposta 'faxina' que varreria a corrupção, anulam a oposição parlamentar fazendo de graça o trabalho que interessa ao projeto petista.
Ora, a corrupção está de pé como nunca e permanecerá assim enquanto o PT continuar no poder.
Ou a manipulação eleitoreira do dinheiro público como mostra esta matéria que é a manchete da Folha de São Paulo deste domingo não é corrupção?
Constata-se assim que Dilma envia o recado para a base alugada, abre o cofre para o PT e a Oposição cai na esparrela enterrando a CPI, do jeito que o diabo gosta. A tucanada verá o que é bom para a tosse nas eleições do ano que vem. Leiam:

O controle de gastos promovido pelo governo Dilma Rousseff poupou ministérios controlados pelo PT e atingiu com mais força os que estão nas mãos dos outros partidos que apoiam o governo, contribuindo para alimentar a tensão na base de sustentação do Palácio do Planalto.

Uma análise detalhada das contas do Tesouro Nacional mostra que, nas dez pastas entregues no início do governo a PMDB, PR, PSB, PP, PDT, e PC do B, os investimentos caíram 4,8% no primeiro semestre deste ano.

O desempenho contrasta com o dos 13 ministérios da cota petista: em conjunto, eles investiram 13,7% a mais do que na primeira metade do ano eleitoral de 2010, sem considerar as cifras modestas do apartidário Itamaraty e das secretarias especiais vinculadas à Presidência.

Embora sejam teoricamente prioritários para o Executivo federal, os investimentos -obras de infraestrutura e compras de equipamentos destinadas a ampliar a capacidade produtiva da economia- viraram o principal alvo do ajuste fiscal.
Trata-se do único grande grupo de despesas federais que sofreu redução real neste ano, depois de considerada a variação da inflação.

Há razões técnicas para a queda: são gastos não obrigatórios e sujeitos a atrasos. Mas são razões políticas que explicam o aperto desigual na Esplanada.

Pelo modelo de repartição de poder iniciado no governo Lula e reforçado por Dilma, o PT ocupa pastas de mais relevo, como Fazenda, Planejamento, Saúde e Educação.

Os demais partidos ficam com a maior parte das verbas que movimentam as negociações com o Congresso.

Ministérios como Cidades (comandado pelo PP), Integração Nacional (PSB), Turismo (PMDB) e Esporte (PC do B) concentram ações incluídas por deputados e senadores no Orçamento por meio de emendas parlamentares.

São, na maioria, obras paroquiais típicas de prefeituras, como a recuperação de ruas e a construção de quadras esportivas, mas igualmente classificadas como investimentos -e vítimas preferenciais do corte de gastos.

Não por acaso, o governo promete agora liberar R$ 1,7 bilhão em emendas para atenuar a insatisfação dos partidos e facilitar as próximas votações no Congresso.

Entre os ministérios controlados por partidos aliados, dois registraram alta significativa nos investimentos neste ano, mas ambos passaram por crises e trocaram recentemente de mãos.

O PR foi varrido dos Transportes após acusações de corrupção e desligou-se da base governista. O PMDB teve de substituir o bombardeado Wagner Rossi na Agricultura, na semana passada.

Uma das pastas petistas que mais investiram é a Educação. Seu titular, Fernando Haddad, quer ser candidato à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2012 e conta com programas para a criação e a expansão de escolas e universidades.

Entre as pastas petistas, apenas o Desenvolvimento Agrário teve queda expressiva do investimento. Da Folha de São Paulo deste domingo

sexta-feira, agosto 12, 2011

DINÂMICA DA POLÍTICA SURPREENDE KASSAB. OU: A FÁBULA DO PARTIDO CAMALEÃO.

Esta notícia mostra que Kassab não é um sujeito muito versado em política. A política é dinâmica e o quadro de luta pelo poder e sua manutenção sofre a intervenção de inúmeras variáveis imprevisíveis. É o que se vê no Brasil neste momento. Esta realidade política tem um viés pedagógico, ou seja, a sobrevivência de um político ou de um partido político têm que obedecer a um padrão, por mínimo que seja, de coerência. Outro dado que não pode ser descurado é o fato de que um político e um partido político obrigatoriamente têm de assumir posição muito definida no espectro ideológico.
Transcrevo matéria que está no site da revista Veja comprovando que Kassab imagina que possa lograr sucesso um partido camaleão. Chega a ser engraçado, se não fosse trágica a forma pela qual os políticos brasileiros pensam a respeito da política. O caso da formação do PSD é um fato concreto que ilustra o que acabei de afirmar. Leiam:
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer se desvincular da crise política do governo no Congresso Nacional. Segundo ele, o PSD não vai substituir o PR nem qualquer outro partido da base que decida romper com o governo. Kassab é um político de fases. Uma hora ele diz que o PSD será aliado da presidente Dilma Rousseff. Depois afirma que o partido não é nem de direita, nem de centro, nem de esquerda. Agora, voltou a dizer que o partido será “independente” no Congresso. Com a sucessão de escândalos que assolam o governo, a crise na articulação política e a "faxina" realizada em órgãos comandados por PR e PMDB, o prefeito está mais convicto do que nunca de que essa postura separatista é a melhor a ser adotada.
“Não sou da base, continuarei independente. O PSD estará a favor dos projetos compatíveis com nossas convicções. Mas os deputados que estão na base poderão continuar na base”, disse. O prefeito negou que aproveitará a insatisfação dos aliados para tentar convencê-los a se filiar ao PSD. "Não permitiremos que sejamos resultado de insatisfações partidárias por conta de relações de governo. Não quero que se crie a confusão de que surge um partido para substituir algum outro".  
PSD- A presidente Dilma prometeu receber os presidentes estaduais do PSD na próxima quinta-feira. O governo, que anda em crise com sua base no Congresso, vê no partido uma forma de recuperar a debandada de parlamentares que adotaram postura independente do governo, principalmente os do PR.   
Kassab, aliás, também enfrenta problemas de dispersão: vereadores paulistas que deixaram o PSDB resolveram não se filiar ao PSD e, sim, a outros partidos. “Não tinha encaminhamento para que eles fossem ao PSD”, disse o prefeito. 
Dívidas – Kassab foi ao Planalto pedir a redução de 9% para 6% nos juros das dívidas da prefeitura com a União. A prefeitura deve 46 bilhões de reais ao Erário. Do site da revista Veja

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quinta-feira, agosto 11, 2011

CORRUPÇÃO DEIXA TODO MUNDO DOIDO NO PT. DILMA APELA ATÉ PARA O SATANÁS!

A presidente Dilma Rousseff teve nesta quarta-feira, 10, uma longa conversa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo. Dilma está preocupada com a crise de relacionamento entre o PT e o PMDB e com a instabilidade na base de sustentação do governo no Congresso. Foi por isso que bateu à porta de Lula.
Segundo apurou o Estado, o ex-presidente aconselhou a sucessora a não esticar mais a corda, para não atiçar o PMDB, o mais importante aliado do Planalto depois do PT. Lula avalia que Dilma precisa promover mais encontros com deputados e senadores, fazer afagos nos parlamentares e "repactuar" a coalizão. Ele também está apreensivo com a "guerra de dossiês", com infindáveis denúncias de corrupção. Trata-se de uma base aliada em pé de guerra.

Na terça-feira, 9, o PMDB chegou a ameaçar romper com o governo depois de saber que o Ministério do Turismo, dirigido pelo partido, havia sofrido uma devassa, no rastro da Operação Voucher, da Polícia Federal.

Dilma ficou furiosa por não ter sido avisada antes da operação e enquadrou o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo.
Pressionado, Cardozo cobrou explicações da Polícia Federal, "em caráter de urgência", sobre o uso de algemas nas ordens de prisão. O vice-presidente Michel Temer, que comandou o PMDB, agiu para conter o princípio de rebelião.
Em reunião com o Conselho Político, nesta quarta-feira, Dilma pediu apoio da base aliada para votações importantes no Congresso, como a que prorroga, por mais quatro anos, o mecanismo que permite ao governo manejar livremente 20% do dinheiro do Orçamento, a chamada Desvinculação das Receitas da União (DRU).
Formado por presidentes e líderes de 15 partidos , o Conselho ouviu atentamente Dilma e o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na Câmara e no Senado, porém, muitos deputados e senadores que participaram do encontro disseram ser difícil apoiar tudo o que o governo quer depois de serem "maltratados" pelo Planalto. Dilma está disposta a continuar a "faxina" na administração. Determinou, por exemplo, a demissão de todos os diretores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Mas, ao que tudo indica, a partir de agora pretende fazer consultas sobre as vagas, antes do preenchimento dos cargos. Do portal do Estadão 

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terça-feira, agosto 09, 2011

ESQUEMA DE PODER DO PT DESTRÓI O BRASIL

Nem apagou o incêndio no Ministério da Agricultura de Wagner Rossi -  onde, revelou VEJA, foi montado um verdadeiro balcão de negócios comandando pelo lobista Júlio Fróes - e a presidente Dilma Rousseff já está às voltas com mais um abacaxi, este no Ministério do Turismo, também da cota do PMDB. O titular da pasta é Pedro Novais. Nesta terça-feira, a Polícia Federal (PF) prendeu 38 pessoas suspeitas de participar de um esquema de corrupção no Turismo, entre elas o número dois na hierarquia da pasta, o secretário-executivo Frederico Silva da Costa.
De aliado de peso, que deveria ser uma solução, o PMDB acabou virando um problema. O surgimento de novo escândalo em um ministério da cota do partido deixa a presidente em situação nada confortável na hora de decidir se demite ou não Wagner Rossi e Pedro Novais. Afinal, o partido de seu vice, Michel Temer, é essencial para assegurar a governabilidade na curta - mas já turbulenta - gestão da petista: além de comandar cinco ministérios, a legenda tem vinte senadores e oitenta deputados federais.
Comprar briga com Temer após a demissão de três ministros – Nelson Jobim, Alfredo Nascimento e Antonio Palocci - é tudo o que a presidente não quer neste momento. E criar atrito com a legenda em um momento em que já enfrenta tantos problemas no Congresso não é um passo fácil a ser dado. Por outro lado, se continuar a promover "faxinas" em ministérios contaminados pela corrupção Dilma poderá reforçar a imagem de que não vai tolerar irregularidades. Caberá a ela decidir que rumo tomar.
Farra - O ministro Pedro Novais estreou com um escândalo que de imediato caiu no ridículo por causa de uma farra coletiva em um motel de segunda categoria. A festinha para vinte pessoas ocorreu em São Luís (MA). Novais reembolsou os 2.156 reais gastos no motel Caribe e não quis mais falar do assunto.
Preso, Frederico Silva da Costa tem um histórico complicado. No início de 2010, ele e familiares tiveram os bens bloqueados pela Justiça. Costa é investigado por desvio de verbas da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). O dinheiro deveria ser empregado na instalação de uma fábrica de processamento de tomate em Tocantins, mas sumiu em um esquema de notas frias. 
Em 2008, quando era diretor de Programas Regionais de Turismo, liberou verbas para a construção de uma rodovia em Goiás que encurtaria o trajeto até a região de Rio Quente, onde está instalado o Rio Quente Resorts, da qual sua família é acionista. O Tribunal de Contas da União (TCU) também questiona convênios fechados pelo ministério.
Criado por Lula para contemplar aliados do PTB, o ministério do Turismo ganhou relevância com a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. De um orçamento de 377 milhões de reais, em 2003, subiu para sete bilhões de reais em 2010. Daí para cair nas mãos do PMDB, o principal partido da base aliada do governo PT, foi uma mera formalidade.
Recado - Logo após as prisões desta terça, Dilma não se pronunciou sobre a confusão envolvendo a pasta pilotada pelo PMDB. Mandou recado por meio da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. "É uma situação mais antiga, de 2009", disse a ministra, em referência ao convênio assinado entre o Ministério do Turismo e a Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi) - foco da investigação. Uma tentativa de descolar a imagem de Pedro Novais do escândalo. A presidente também mandou chamar Pedro Novais para que ele se explique. Leia MAIS

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