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quarta-feira, abril 18, 2012

O MENSALÃO E O JORNALISMO RASTEJANTE

A legenda desta foto fica a cargo dos leitores do blog
A Folha de São Paulo desta quarta-feira está um primor de jornalismo. Trata Lula como "presidente" e dá curso de forma acrítica ao diabólico plano lulístico para desqualificar o processo do mensalão por meio da CPI do Cachoeira. 
A Folha rasteja da manchete de primeira página à sua principal coluna política. 
Não há um mísero jornalista desses jornalões que faça uma crítica severa ao estágio de prodidão em que o governo do PT, conduzido por Lula, lançou a política brasileira.
Reparem que a constituição dessa CPI não se funda no princípio moralizador que é o pilar dessa iniciativa parlamentar, comumente articulada pela minoria, mas numa pantomima grotesca e maquiavélica que atende tão somente aos interesses político-eleitorais de Lula e seus sequazes. Os comentários dos articulistas de política inclusive passam a analisar a CPI pela ótica da mais pura sacanagem. Nada tem a ver com a finalidade de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, mas com o fato de quem dela poderá tirar proveito político.
Vejam por exemplo o que está na coluna Painel, da Folha de S. Paulo desta quarta-feira, reduzida a propagar um torrente de mentiras sob a orientação direta de Lula.
Sem falar que o Hospital Sírio Libanês passou a ser o bunker do Lula, uma extensão do diretório do PT. O prestigioso hospital também acabará sucumbindo ao cair no redemoinho petralha. 
Agora leiam o que está na coluna Painel da Folha:

O ex-presidente Lula recebeu anteontem no Hospital Sírio Libanês vários parlamentares para discutir a CPI do Cachoeira. Separadamente, despachou com o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), o antecessor Cândido Vaccarezza (PT-SP) e os senadores Gim Argello (PTB-DF) e Renan Calheiros (PMDB-AL).
A despeito dos receios da presidente Dilma Rousseff, Lula disse que a CPI tem de ser feita "doa a quem doer". Atribuiu a Carlinhos Cachoeira um "esquema" para destruir o seu governo, desde o caso Waldomiro Diniz, em 2004, passando pela denúncia de propina nos Correios -que resultou no mensalão-, um ano depois. 
Escalação O PT vai submeter a lista de indicações para a CPI ao crivo de Lula, que estará em Brasília amanhã. O ex-presidente defende Vaccarezza na relatoria, no lugar de Odair Cunha (MG), indicado pelo presidente da Câmara, Marco Maia (RS).
Veja bem Vaccarezza confirma que esteve com Lula, mas diz que não discutiram nomes: "A única coisa que o presidente pediu foi para que a comissão apure os fatos sem proselitismos". 

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domingo, janeiro 15, 2012

COM PT NA PREFEITURA, SP FICARÁ ASSIM!


Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas
Estas duas fotos entre outras publicadas no site da Folha.com retratam o churrasco que os comuno-petistas realizaram na cracolândia de São Paulo neste sábado. A Folha de São Paulo que normalmente promove a vagabundagem esquerdista não se conteve e batizou a imundice de "churrasco da gente diferenciada". O churrasco foi um protesto contra a ação do governo paulista de combate ao crack e o tráfico de drogas, ou seja, a favor da anarquia.
Neste mesmo sábado o candidato do Lula e seus sequazes à prefeitura paulistana, Fernando Haddad, foi evidentemente ouvido pela Folha de S. Paulo quando condenou a ação do governo paulista de combate ao crack e o tráfico de drogas.
Se o PT e seu Haddad sob a direção de Lula vencerem essa eleição dá para ver como ficará a cidade de São Paulo.
Se isso ainda é de difícil compreensão para os paulistanos cabe ao governo do Sr. Alckmin mostrar na televisão didaticamente - o governo de SP tem verba suficiente para comprar horário na TV - essa funesta realidade.
Sem falar que Lula e seus petralhas estão entregando de bandeja o mote da campanha eleitoral.

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quinta-feira, janeiro 12, 2012

UMA CENTELHA DE RAZÃO NA FOLHA DE SP

Passei batido no caso desse artigo de Rui Castro na Folha de São Paulo, intitulado uma "Última centelha". Sem patinar no pensamento politicamente correto que já abduziu o cérebro da maioria dos jornalistas da grande imprensa, especialmente da Folha, Rui Castro diz aquilo que deve ser dito porquanto fala e opina sobre os fatos sem tergiversar, sem praticar o deletério jornalismo "companheiro". Transcrevo:
Houve quem achasse precipitada a ação da polícia e do governo de São Paulo ao invadir e desbaratar, mesmo temporariamente, a cracolândia. E imprudente, ao espalhar os usuários de crack por áreas da cidade até então a salvo do convívio com aquelas pessoas. Argumentam também que as ações de segurança e saúde pública devem ser feitas em conjunto e não adianta desgraçar ainda mais a vida dos infelizes sem uma alternativa de tratamento.
Todos os argumentos são válidos, inclusive este, mas há fatores a considerar. Enquanto ilhados naquela região de São Paulo, os usuários sentiam-se seguros dentro da sua miséria. Suas únicas relações eram entre si e com quem comerciavam para conseguir dinheiro ou droga. Era uma cadeia produtiva fechada, que poderia durar pelo resto da (curta) vida de cada um, e não os induzia a considerar a hipótese de lutar pela recuperação.
Ou a sequer considerar seu dia-a-dia na cracolândia, composto de síndrome de abstinência, mendicância, extorsão, indescritível imundície, animais peçonhentos, feridas expostas, assalto sexual permanente, estupro, gravidez, aborto, fome, doença e dor -tudo isso compensado pelos breves momentos de alívio produzidos pela droga. Não existe prazer na cracolândia, só alívio.
Uma ação como a da semana passada, cortando o elo entre o usuário e seus iguais, ou entre o usuário e o traficante, tende a ser algo desesperador para o dependente. Como ele não consegue passar muito tempo sem o produto, a quebra na cadeia, se repetida, pode levá-lo, num extremo, a tornar-se violento e ameaçador - e, em outro, a procurar ajuda, quem sabe internação e tratamento.
Expulsos de seu habitat, ainda que por algumas horas, esses dependentes têm uma chance de exercer a última centelha de razão que lhes resta. Da Folha de S. Paulo desta quarta-feira

sexta-feira, dezembro 23, 2011

A IRRESPONSÁVEL DEFESA DA JOGATINA

O artigo que segue após este prólogo é do principal colunista da Folha de S. Paulo, Hélio Schwartsman. Ele tem o direito de fazer o lobby da jogatina e eu o direito de refutar o seu artigo, assinalando que é um escrito torto amparado em argumentos completamente idiotas. Sem falar sobre o viés politicamente correto que lhe serve de moldura. No mais a Folha de São Paulo, a cada dia que passa, torna-se mais sórdida. Vai ver que as contas do jornal não estão fechando... Leiam e tirem as suas próprias conclusões:
CASA DE APOSTAS
O governo brasileiro quer mudar a legislação para permitir a criação de casas de apostas bancadas, nas quais as pessoas poderiam arriscar palpites em partidas de futebol. Eu iria ainda mais longe e liberaria de uma vez todas as modalidades de jogo no país.
Se há um lobby que eu nunca entendi, é o dos que pretendem manter a jogatina na ilegalidade. Existe, é claro, o drama dos apostadores patológicos. Trata-se, porém, de fatia diminuta da população. Segundo metanálise de Jamie Wiebe e Rachel Volberg, de 2007, que avaliou mais de cem estudos, a prevalência mundial de pessoas que têm problemas sérios com jogo é de 1%. Também é verdade que cassinos se prestam à lavagem de dinheiro, mas o mesmo pode ser dito de igrejas.
O mundo é um lugar inóspito. Todo indivíduo tem um ou mais pontos fracos e se sujeita diariamente a dezenas de tentações que podem atirá-lo em seu inferno particular.
Assim como o alcoólatra e o diabético, que excedem os 10% da população adulta, não podem pretender eliminar todos os bares e docerias do planeta, a existência de uma fração demográfica com propensão para transtornos de impulso não recomenda a proibição de um ramo inteiro de atividade, que gera empregos, renda e atrai turistas.
No fundo, a questão diz respeito aos limites da interferência do Estado sobre a vida do cidadão. Creio que o poder público só deve se valer de seu direito de proibir em situações extremas, ou seja, quando há riscos reais e desproporcionais para terceiros. Estamos falando de casos como dirigir embriagado.
Se o mal resultante da ação fica circunscrito à própria pessoa (torrar todo o patrimônio num cassino) ou está dentro dos limites discricionários facultados a cada indivíduo (ficar doente por fumar), não compete ao Estado senão orientar, oferecendo a melhor informação disponível e, se for o caso, tratamento. 

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sexta-feira, novembro 25, 2011

STALINISTAS BOTOCUDOS, TENDO À FRENTE O DINOSSAURO RUI FALCÃO TENTAM MAIS UMA VEZ AMORDAÇAR IMPRENSA E INTERNET. E TÊM APOIO DE JORNALISTAS E ATÉ DA REDE GLOBO!

Falcão, o chefete petralha, que escreve em blog da Rede Globo
O presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão, fingiu fazer um mea-culpa pelas declarações de companheiros de partido que voltaram à carga contra a imprensa em um seminário do partido para discutir um marco regulatório para as comunicações, nesta sexta-feira, em São Paulo. “Assim como a imprensa critica e é direito dela, ela também pode ser objeto de crítica”, disse Rui Falcão. E seguiu representando o papel de bom moço, que evitava atacar os meios de comunicação: “Nosso papel não é ficar julgando a imprensa”.
Questionado se o PT desistiu de controlar a imprensa por meio de uma tal “sociedade civil”, Falcão reagiu: “Não queremos controlar ninguém. Queremos mais participação, para que a população também possa produzir essa informação. Não há uma palavra em nossas resoluções que aponte na direção do controle.” Em um caderno distribuído aos participantes do evento, não constam mecanismos de controle, mas há referência vaga à participação social na elaboração de políticas de comunicação.
O documento defende ainda o fortalecimento da cultura brasileira e da indústria nacional criativa. E aí Falcão mostrou seu objetivo: suavizar o termo "controle", substituindo-o por "proteção". “Onde não existe regulação, quem domina é o mercado; e o mercado é a lei da selva”, disse Falcão. “Temos que proteger a imprensa nacional.” 
Radicais - O falso comedimento de Rui Falcão não engana nem os próprios companheiros petistas, que escancaram o tom de revanche contra a imprensa nas discussões do seminário. A começar pela fala em uma entrevista antes do encontro de um convidado de honra, o deputado cassado por corrupção José Dirceu. Ele lamentou não haver jornais pró-governo e pró-PT no Brasil.
No auditório ocupado por pouco mais de cem pessoas – a maioria delas dispersa em conversas paralelas e risos abafados –, choveram teorias conspiratórias. O professor aposentado da Universidade de Brasília (UnB) Venício Lima vociferou contra a “grande mídia”. “A questão central é o poder. A liberdade de expressão tem sido confundida com a liberdade da grande mídia”, disse.
A secretária nacional de Comunicação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rosane Bertotti, completou a tese. “A mídia é contra a liberdade de expressão. Quando eles não mostram a realidade do Norte, eles cerceiam a liberdade de expressão do Norte.”
À tarde, o ex-ministro das Comunicações Franklin Martins fará uma palestra sobre o marco regulatório. Ele é autor de um anteprojeto, formulado durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, para regulamentar as comunicações. Do portal da revista Veja
MEU COMENTÁRIO: Esse jagunços da ideologia não estão sozinhos. Eles têm o apoio de jornalistas da Federação Nacional dos Jornalistas, dos sindicatos vinculados a essa entidade a serviço do PT que se calam cúmplices ou participam ativamente dessa estupidez.
O Rui Falcão tem inclusive o apoio da Rede Globo, já que é articulista do Blog do Noblat, que faz parte do portal da Rede Globo.
Tem o apoio da Folha de São Paulo cuja redação é dominada também por idiotas completos que ainda por cima escrevem mal. Vivem pendurados no saco da bandalha do PT e publicam artigos dos criminosos do MST.
O Estadão, outrora defensor da liberdade faz corpo mole, dando uma no cravo e outra na ferradura e não perde a oportunidade de lamber o saco de Lula e seus petralhas.
Os gaúchos da RBS que também estão aqui em Santa Catarina, apoiaram a campanha do Tarso Genro e fazem um jornalismo declaratório idiota quando não estão bajulando determinadas autoridades com a finalidade de garfar patrocínio público para promoção de seus eventos idiotas.
Na verdade, o "controle da mídia", pretendido pelo PT, tem em mira apenas um veículo de comunicação que é a revista Veja e os blogs independentes.
Esse Rui Falcão além de ser stalinista é covarde como todos os comunistas. Não tem coragem de assumir que é um comunista que deseja implantar um regime do tipo cubano no Brasil. 
Diz aí a verdade apenas uma vez na vida, Falcão! Seria muito mais decente.

Desafio a Rede Globo, a Folha de São Paulo, o Estadão e os gaúchos da RBS a se posicionarem francamente, em editorial de primeira página, denunciando o PT e seus satélites, os coveiros da democracia. 

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domingo, novembro 13, 2011

OLAVO DE CARVALHO: A USP E A FOLHA.

A Folha de S. Paulo publica neste domingo artigo do filósofo e jornalista Olavo de Carvalho que, ao final, critica o próprio jornal. O artigo, que reproduzo após este prólogo, faz um inventário histórico, sociológico e político sintético e absolutamente correto procurando explicar, ou tentar explicar, aquilo que salta aos olhos dos que têm um pingo de inteligência como algo inexplicável. Espalham-se pelo mundo revoltas sem causa. Poder-se-ia afirmar que seriam legítimas as revoltas nos países árabes dominados por ditaduras truculentas. Entretanto, parece que no lugar das antigas ditaduras os islâmicos preparam o caminho para a implantação de ditaduras teocráticas. E o mais curioso é que esses levantes, todos de conteúdo islâmico, têm o apoio acrítico irrestrito de indignados e partidos esquerdistas do mundo ocidental. 
No caso brasileiro, o que houve recentemente na USP é algo inconcebível e que não encontra motivo plausível de nenhuma forma. O artigo de Olavo de Carvalho tenta justamente responder a esses fatos inexplicáveis.
Se a Folha de S. Paulo publicou o artigo de Olavo o faz não por concordar com ele, mas em consonância com sua apregoada linha editorial dita libertária e multi-ideológica. Bobagem. Quem acompanha esse jornal constata o seu viés esquerdista e politicamente correto, característica aliás de toda a grande imprensa brasileira, com exceção da revista Veja. 
O pretenso pluralismo editorial da Folha não a absolve. Isto porque esta seção de opinião que abriga hoje o artigo de Olavo de Carvalho, amanhã poderá conter um texto fascista do MST. Essa tolerância supostamente democrática e elegante em relação às facções e partidos antidemocráticos é mortal para a democracia e à própria liberdade de imprensa. Haja vista as seguidas tentativas do PT de impor o controle da mídia, eufemismo para a censura à imprensa pura e simples.
Oxalá a Folha contratasse Olavo de Carvalho como articulista permanente. Transcrevo na íntegra o artigo que tem por título "A USP e a Folha". Leiam:
Nos anos 1930-1940, quando a USP ainda estava se constituindo administrativamente e o espírito dessa comunidade se condensava na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, a luta dos estudantes contra a ditadura getulista expressa o anseio de uma ordem constitucional democrática, como viria a ser proposta consensualmente em 1945 pelas duas alas da UDN, o conservadorismo cristão e a esquerda democrática.

O suicídio de Getulio Vargas e o recrudescimento espetacular do getulismo na década seguinte afetam profundamente a mentalidade uspiana, que, num giro de 180 graus, adere ao discurso nacional-progressista, em que a ênfase já não cai no culto das liberdades democráticas, mas nos programas sociais nominalmente destinados a erradicar a pobreza, ainda que ao custo do intervencionismo estatal crescente.
Surge nessa época o mito da "camada mais esclarecida da população", que, se conferia aos estudantes o estatuto de guias iluminados da massa ignara, ao menos lhes infundia algum senso de gratidão e de responsabilidade.
Nos anos 1960, o nacional-progressismo uspiano transmuta-se em marxismo explícito, com a adesão maciça do estudantado à revolução continental orquestrada em Cuba.
As correntes liberais e democráticas desaparecem, só restando, como simulacro de pluralismo, as divisões internas do movimento comunista: stalinistas, trotskistas, maoístas etc.
Nas duas décadas seguintes, a esquerda internacional, sob a inspiração da "New Left" americana (herdeira da Escola de Frankfurt), vai abandonando as formulações marxistas dogmáticas para ampliar a base social do movimento, absorvendo como forças revolucionárias todas as insatisfações subjetivas de ordem racial, familiar, sexual etc., muitas das quais a alta hierarquia comunista condenava como irracionalistas e pequeno-burguesas.
Ao mesmo tempo, no Brasil, a derrota das guerrilhas abre caminho à adoção da estratégia gramsciana, que integra como instrumentos de guerra cultural o "sex lib", a apologia das drogas e a legitimação da criminalidade como expressão do "grito dos oprimidos".
O fracasso do modelo soviético acentua ainda a flexibilização do movimento revolucionário, com o abandono da hierarquia vertical e a adoção do modelo organizacional em "redes".
Bilionários globalistas passam a patrocinar movimentos esquerdistas por toda parte, de modo que rapidamente o discurso agora chamado "politicamente correto" se erige em opinião dominante, inibindo e marginalizando toda oposição conservadora ou religiosa, que se refugia em grupos minoritários cada vez mais desnorteados ou entre as camadas sociais mais pobres, desprovidas de canais de expressão.
Os efeitos desse processo na alma uspiana foram profundos e avassaladores: consagrados como representantes máximos do novo ethos global, os estudantes já não têm satisfações a prestar senão a seus próprios impulsos e desejos.
O jovem radical ególatra, presunçoso e insolente, a quem todos os crimes são permitidos sob pretextos cada vez mais charmosos, tornou-se o modelo e juiz da conduta humana, a autoridade moral suprema a quem o próprio consenso da mídia e do establishment não ousa contrariar de frente, sob pena de se autocondenar como reacionário, fascista, assassino de gays, negros e mulheres etc. etc. etc.
Há quem reclame dos "excessos" cometidos por aqueles jovens, mas a expressão mesma denota a queixa puramente quantitativa, a timidez mortal de contestar na base uma ideologia de fundo que é, em essência, a mesma de deputados e senadores, professores e reitores, ministros de Estado e empresários de mídia -a ideologia de todo o establishment, de todas as pessoas chiques.
A ideologia, em suma, da própria Folha de S.Paulo.

terça-feira, outubro 18, 2011

MORAL DA HISTÓRIA: SE NÃO FOSSE A REVISTA VEJA NINGUÉM FICAVA SABENDO DESSA ROUBALHEIRA!

A cobrança para devolução de dinheiro de contratos irregulares de ONGs e governos com o Ministério do Esporte soma R$ 26,5 milhões.
 
Ao todo, 67 convênios da pasta são considerados irregulares pela CGU (Controladoria-Geral da União), sendo que os acordos feitos diretamente com Estados e municípios somam R$ 3 milhões.

 
Segundo o órgão, responsável por analisar os processos, os pedidos de restituição de verbas repassadas pela pasta cresceram 5.020% nos últimos cinco anos, de R$ 44 mil para R$ 10 milhões.

 
Entre as irregularidades apontadas estão compras superfaturadas, entrega de lanches em quantidades abaixo da prevista e contratação de empresas com sócios ligados às próprias ONGs que receberam recursos do ministério.

 
Em um dos casos, a CGU descobriu que um equipamento foi comprado com preço 2.700% acima do mercado. Em outro, técnicos apontaram que o governo pagava por kits de lanches com caixas de 200 ml de leite, mas elas tinham apenas 100 ml.

 
Em 2006, a CGU encaminhou pedidos de devolução de dinheiro de dois convênios do Esporte, que, juntos, somavam R$ 43,6 mil.

 
Em 2010, foram 25 convênios tidos como irregulares, num total de R$ 10,3 milhões.

 
No primeiro semestre deste ano, a CGU concluiu processos que apontam problemas em mais oito convênios e pedem a devolução de outros R$ 2,2 milhões.

 
O maior pedido de ressarcimento envolve as associações de kung fu dirigidas pelo policial João Dias, que em entrevista à revista "Veja" afirmou que o ministro Orlando Silva recebia propina proveniente dos convênios com as ONGs. O ministro nega.

 
A soma dos pedidos de devolução contra estas entidades é de R$ 3,3 milhões.
A Controladoria enviou os processos para o TCU (Tribunal de Contas da União) fazer a cobrança. No tribunal, os gestores envolvidos podem contestar as acusações.

 
Em 2006, fiscais do TCU encontraram diversas irregularidades nos projetos do ministério e determinaram que ele controlasse melhor o Programa 2º Tempo.

 
Mas em 2009 os fiscais voltaram a detectar os mesmos problemas no programa. Da Folha de S. Paulo desta terça-feira


MEU COMENTÁRIO: A Folha de São Paulo transformou-se em porta-voz do governo do PT. Só publica release do Palácio do Planalto.
Que lixo!

E como comprovar que essas ONGs devolverão mesmo essa grana? 

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domingo, outubro 09, 2011

OS DETRATORES DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE

Este post é meio longo, mas necessário. Vale a pena ler.

A maioria dos jornalistas que está nas redações dos veículos da grande imprensa são esquerdistas. Formam até mesmo um poderoso patrulhamento que estigmatiza todos aqueles profissionais que não comungam com as teses comunistas. É mais ou menos o que acontece na área de Ciências Humanas das Universidades onde os marxistas imperam.

O concursos nas universidades são todos na base da carta marcada. Se o postulante não delira e não sonha com um "outro mundo possível", está ferrado, ainda que possa reunir as melhores qualidades intelectuais e opere estritamente dentro dos cânones da objetividade científica.

Outro detalhe que garante vaga de professor da área de humanas das universidades ou então de jornalista em veículos da grande mídia, é que esses profissionais estejam afinados com o pensamento politicamente correto. Têm, por exemplo, que acreditar nas bobagens propaladas pelos ecochatos. Têm de crer que os terráqueos são capazes de alterar o clima do planeta, o que seria o mesmo que desafiar a lei da gravidade e, por fim, têm de acreditar em coisas completamente descabidas, como por exemplo, que Israel é o culpado pelas idiotices dos árabes.

A maioria dos jornalistas e professores da área de ciências humans são, invariavelmente, defensores dos palestinos e contribuem para disseminar teorias conspiratórias. Na verdade, tentam escamotear que são descaradamente antissemitas e neonazistas.
Estou dizendo tudo isso para mostrar como jornalistas e professores de humanas formam a deletéria simbiose da mentira. Como vocês podem ver compulsando os jornais e vendo a televisão, normalmente os jornalistas não dão opinião. Abrem um precedente quando é para louvar governos tiranos e teses esquerdistas. Mesmo assim agem de forma sutil para tentar provar que são imparciais e, para isso, procuram entrevistar os representantes da academia que dirão o aquilo em que eles, os jornalistas, acreditam. Os acadêmicos, por sua vez, estão sempre a postos para proclamar os maiores absurdos e bobagens sem fundamento científico. Neste caso a instituição universitária que conferiu um título de mestre ou doutor para esses tipos, reveste de verdade seus palavrórios mentirosos, já que todos eles, pasmem, consideram a ciência como "burguesa". Com a suas mentes avariadas pelo meme da idiotia, abominam física, biologia, matemática que afirmam estarem conspurcadas pelos interesses capitalistas.
Qualquer fato que corra na sociedade rende pauta para uma entrevista com um desses luminares, como é o caso de uma entrevista publicada na Folha de São Paulo deste domingo com Michael Burawoy, um sociólgo marxista inglês que vive no bem bom, ou seja, na Califórnia, o Estado mais próspero dos Estados Unidos. 
Falando como um oráculo do alto da autoridade acadêmica que lhe confere a prestigiosa Universidade de Berkeley, Burawoy desanca o capitalismo e antevê o seu fim! Sim, é isso mesmo! A Folha foi ouvi-lo a respeito desses movimentos sem sentido, sem eira e nem beira, que desataram um tremendo quebra-quebra e a anarquia em Londres recentemente e que agora se asanham nos Estados Unidos, onde os manifestantes passam os dias vadiando numa praça próxima a Wall Street e usam as liberdades democráticas para destruir a própria democracia.
Evidentemente, o sociólogo Burawoy não esconde seu apoio a esses baderneiros que já tiveram o beneplácito de outros esquerdistas que louvam ditaduras latino-americanas, como é o caso do vovô Noam Chomsky, que já posou para fotos abraçado com o tiranete da Venezuela, o coronel Hugo Chávez.
Em determinada altura da entrevista, Michael Burawoy afirma: "Na Europa há um avanço da direita. Na América Latina há interessantes experiências de participação em democracias locais. Há a resposta islâmica. Nenhuma tem coerência para se espalhar pelo mundo. São fragmentadas.
Vão continuar, algumas de forma regressiva, ou progressista, ou democrática. A crise ambiental vai forçar uma resposta em nível global."
Viram só. A "direita", em sua avaliação é um flagelo em contraposição à maravilha latino-americana com "interessantes experiências de participação em democracias locais". Ora, esse sujeito teria de saber que no Brasil do PT a democracia já não foi totalmente para o brejo porque existe um nicho de resistência ainda forte. Na Venezuela a "interessante experiência democrática",  já produziu dezenas de presos políticos, mais de trinta emissoras de rádio foram fechadas por Chávez, como foi também a melhor emissora de televisão desse país. Recentemente, o dono da Globovisão (TV a cabo) teve que fugir do país para não ser atirado numa das masmorras do chavismo.
No equador uma Constituinte enterrou a democracia e o tiranete Rafael Correa censura a imprensa, como também na Bolívia onde o índio cocaleiro fajuto Evo Morales pinta e borda. Na Nicarágua, Rafael Ortega é um senhor feudal enquanto na Argentina, Cristina Kirchner já mandou invadir o jornal El Clarin, um dos mais tradicionais do país. 
Em todos os países latino-americanos os governos desses tiranentes vagabundos ameaçam e amordaçam a imprensa. No Brasil, se o Congresso fraquejar, aprovarão uma lei de censura à imprensa e o amordaçamento da internet.
E, para completar, esses governos esquerdistas pautados pelo pensamento politicamente correto praticamente institucionalizaram a impunidade e o tráfico de drogas. Os dados estatísticos são manipulados, mas morre a cada hora centenas de cidadãos que vivem o permanente assédio da vagabundagem assassina que conta com a bênção desses comunistas malucos que vêem os bandidos com "excluídos sociais".
A Folha de São Paulo presta um desserviço à Nação brasileira abrindo seu espaço para que um notório militante comunista profira todas essas mentiras. Dentre outras pérolas proferidas por essa criatura está aquela em que afirma categoricamente que a crise ambiental forçará uma reação global! Caramba! Não há qualquer fundamento científico nessa história de crise ambiental! Esta é a maior mentira do século criada por esse bando de milenaristas ecochatos que vive faturando com suas consultorias ambientais e mamando dinheiro dos governos que deveria se alocado para o desenvolvimento da ciência e para obras públicas, principalmente na área sanitária. Esse professor deveria saber que no Brasil, por exemplo, se morre de dengue e de febre amarela. Não há esgoto tratado e o solo das cidades é uma verdadeira cloaca. No resto do continente latino-americano não é diferente. As cidades são rodeadas de favelas, esgotos a céu aberto e violência noite e dia.
Destaco alguns trechos dessa entrevista para vocês conferirem o turbilhão de asneiras proferidas por um doutor da academia.  O fato deste senhor estar empregado em uma universidade americana só comprova o fato de que os Estados Unidos constituem a maior democracia do planeta porquanto acolhem em suas universidades "intelectuais" que militam contra o capitalismo, a democracia e liberdade, ou melhor, usam as instituições democráticas para vilipendiar a liberdade e os valores da civilização ocidental. Leiam:
Como o sr. avalia os movimentos sociais em várias partes do mundo e o Ocupe Wall Street?
São similares. Estive em Barcelona e vi os indignados. Resistem a se engajar no sistema político. Canais políticos normais não conseguem lidar com isso. Esses movimentos refletem uma era de exclusão. Seus participantes são mais os excluídos que os explorados. O centro de gravidade desses movimentos são desempregados, estudantes semi-empregados, juventude desempregada, membros precários da classe média.
É um conglomerado de grupos diferentes vivendo um estado de precariedade porque foram excluídos da chance de ter uma posição estável de exploração. Hoje a exploração, o dinheiro seguro é privilégio para poucos.
Qual o futuro dos movimentos se sua organização é confusa?
Não são movimentos fortes, mas são persistentes. São oposições radicais. É uma das reações à terceira onda capitalista. Há muitas outras, diferentes. Há o Tea Party, que é outra forma de reação.
Na Europa há um avanço da direita. Na América Latina há interessantes experiências de participação em democracias locais. Há a resposta islâmica. Nenhuma tem coerência para se espalhar pelo mundo. São fragmentadas.
Vão continuar, algumas de forma regressiva, ou progressista, ou democrática. A crise ambiental vai forçar uma resposta em nível global.
Qual a importância dos movimentos?
O significativo é o caráter simbólico de crítica ao capitalismo. São poucos milhares pelo país, mas têm a capacidade de atrair atenção usando técnicas inovadoras.
Recusam fazer compromissos e concessões. A pergunta é se eles conseguiram transformar essa política simbólica em um movimento mais profundo. Vivemos num período do capitalismo em que o bem-estar está fora de controle e o Estado frustra.
O movimento sindical está numa posição mais defensiva, pois quer defender empregos, e não atacar o capitalismo de fato. 
Deu para sacar? A entrevista está aqui na íntegra para os assinantes da Folha. 

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quinta-feira, abril 07, 2011

FOLHA DE S. PAULO PUBLICA PRESS RELEASE PARA SALVAR GOVERNO INCOMPETENTE DA DILMA E SEUS SEQUAZES DA PETROBRAS

Está na Falha de São Paulo desta quinta-feira:
A presidente Dilma Rousseff determinou uma série de ações para conter a alta de preços do etanol e evitar desabastecimento do produto.
 
Dentre elas, a transferência à ANP (Agência Nacional do Petróleo) do controle da cadeia produtiva do etanol, que receberá o mesmo tratamento do setor de petróleo.

 
Também decidiu reduzir a mistura do álcool na gasolina, mas não foi definida de quanto será a diminuição.

 
O pacote inclui mais recursos do governo, via Banco do Brasil e BNDES, para renovação do canavial, formação de estoques e, sobretudo, construção de novas usinas.

 
Segundo a Folha apurou, Dilma está preocupada com efeitos do preço da commodity sobre a inflação. Por isso, determinou ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, que dê condições para que mais usinas operem.

 
Outra alternativa em estudo é a desoneração do etanol, em especial o ICMS. Essa medida, porém, precisa ser acertada com os Estados.

 
Hoje o ICMS é de 12% em São Paulo, maior centro consumidor do país, mas nos outros Estados a alíquota média é de 25%. Essa barreira tributária impediu o avanço da produção, segundo avaliação do governo federal.
Se quiser ler mais dessa papagaida da Folha clique AQUI

quarta-feira, março 16, 2011

A DESTRUIÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS PROMOVIDA PELO PT E O EDITORIAL MEIA-BOCA DA FOLHA DE SÃO PAULO

Tirante o besteirol das grandes reservas petrolíferas do pré-sal e da influência do Brasil no mundo (uau!), o editorial da Folha de S. Paulo desta terça-feira intitulado 'Forças dedsarmadas' servem no entanto para trazer à luz o fato de que em pouco menos de uma década o governo do PT conseguiu estraçalhar as Forças Armadas. A bem da verdade esse brutal desmonte das Forças Armadas já começou no governo de FHC, mas nos oito anos de lulismo foi atirada a pá de cal sobre essa importante e fundamental Instituição Democrática. 
Além de promover o sucateamento do arsenal militar a vagabundagem esquerdista continuou promovendo o assédio moral sistemático em relação as Forças Armadas e também às Polícias. Esse aspecto não foi levado em consideraçao pelo editorial da Folha, sempre pautado pelo politicamente correto. Entretanto, o desprestígio das Forças Armadas perpetrado pelo PT e que prossegue com a tentativa de constituir uma tal de 'Comissão da Verdade' destinada a transformar militares em criminosos e terroristas em mártires é a questão principal. Trata-se, na verdade, de um projeto do PT que deseja alcançar o controle absoluto sobre as Forças Armadas. O sucateamento das três Armas neste momento é apenas um passo estratégico para mais adiante concluir-se o aparelhamento completo da instituição castrense.
Caso o PT alcance tal desiderato o Brasil acabará se transformando numa República Comunista do tipo cubano.
Todavia, transcrevo o editorial da Folha só para que você, leitor, possa constatar que se trata de meia-verdade, porquanto despreza o conteúdo essencialmente político e ideológico da questão. Leiam:
*
Merece atenção o estado das Forças Armadas brasileiras. O equipamento militar do país está parcialmente sucateado. A divisão do efetivo e dos recursos obedece a uma lógica que não parece adequada aos desafios estratégicos do século 21.
 

A capacidade de reação militar se encontra comprometida. O país não enfrenta ameaça imediata, mas não deixa de ser preocupante a constatação de que uma agressão encontraria as defesas um tanto despreparadas.
 

Como esta Folha mostrou no domingo, menos da metade dos caças está em condições de voo, situação similar à dos helicópteros. Dos quase 2.000 blindados, pouco mais de mil ficam à disposição para eventual combate.
 

Na região amazônica, onde narcotraficantes e paramilitares atuam com desenvoltura nos países vizinhos, a prioridade conferida pela Estratégia Nacional de Defesa, de 2008, não se concretizou.
 

Houve, é claro, avanços nas últimas décadas, como a consolidação do Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia) nos anos 1990. Mas a Amazônia abriga só 13% da força do Exército. A Aeronáutica, de importância crucial em área tão vasta, mantém só 15% dos seus homens na região Norte.
 

Isso não significa que o país esteja paralisado no terreno militar. Após décadas de sucateamento, entraram em marcha nos últimos anos alguns projetos de modernização, inseridos na Estratégia Nacional de Defesa.
 

Na Marinha, há planos de renovar a frota de submarinos, que passaria a contar com um de propulsão atômica. Na Aeronáutica, devem ser adquiridos novos caças, quando for resolvida a concorrência que se arrasta há mais de dez anos. E o Exército tem pronto um ambicioso projeto para proteger os limites terrestres do país, o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras).
 

A contenção de despesas ordenada pela presidente Dilma Rousseff, no entanto, impôs um congelamento a esses planos. Ainda que tenham sido adiados momentaneamente, parece óbvio que devem ser retomados assim que o cenário econômico e fiscal se mostrar mais favorável.
 

O confronto entre as mazelas sociais do país, de um lado, e a ausência de ameaça externa clara no horizonte próximo, de outro, sempre torna difícil justificar bilionários gastos militares. No entanto, a crescente influência do Brasil no cenário internacional, aliada à descoberta de volumosas reservas de petróleo do pré-sal, deve refletir-se na sua capacidade militar.

domingo, fevereiro 27, 2011

O DIÁRIO OFICIAL DA ESTUPIDEZ

A Folha de São Paulo deste domingo confirma a sua lamentável transformação em diário oficial do governo do PT, sem falar no seu viés politicamente correto que desinforma os leitores. Um verdadeiro desastre jornalístico que chafurda num lodaçal pegajoso de louvaminhas ao governo petista em textos travestidos de isenção e imparcialidade.
Por si só, isso revela um momento de extrema pobreza intelectual, quando não  a real escassez de inteligência que grassa mundo a fora. Mas sem dúvida o Brasil pode ser tipicado como campeão absoluto da estupidez e isso se expressa, sobretudo, pelo jornalismo que é afinal a atividade que contribui de forma especial para a formação daquilo que se denomina opinião pública. Mas, se os jornalistas começam a viajar na maionese ideológica e se transformam em 'stalinistas farofeiros' (apud Augusto Nunes) vive-se então esse desastre monumental.

Quando o jornalismo é dominado pelo esquerdismo o nível de burrice aumenta de forma avassaladora. E nada pode ser pior do que burros loquazes concedendo entrevista ou editando jornais.
A prova do que afirmo está numa chamada que o editor da Folha deu a uma matéria que aborda a nomeação do Emir Sader para a Fundação Casa Ruy Barbosa, do Rio de Janeiro. Lá pelas tantas, no decorrer de uma matéria entremeada de bobagens, Emir Sader emite uma tremenda estupidez para fustigar Ana Holanda, qualificando-a de 'meio autista'.
Que o Emir Sader pode proferir asneiras todo mundo sabe. Mas agora o editor de primeira página da Folha começa a disputar o galardão da cretinice com o próprio Sader, quando lasca como chamada o seguinte título: 'Para sociólogo, Ana Holanda é 'meio autista'.
Nem Sader nem o editor da Folha de São Paulo sabem o que é o autismo. Eu sei muito bem porque tenho um filho autista.
Sader e o editor da Folha de São Paulo são dois cretinos. O autismo é uma disfunção cerebral congênita e incurável, uma doença. Quem tem autista na famíla entenderá a minha irritação.
Pelo menos o meu filho é autista mas não é burro. Aliás, é muito inteligente; muito acima desse bando de analfabetos que não sabem nem o que dizem.


domingo, fevereiro 20, 2011

'País do conhecimento, potência ambiental', rá,rá,rá

Dilma a desaparecida, aparece este domingo por meio, evidentemente, de um de ghost-writer, assinando um artigo na Folha de São Paulo cujo título resume o conjunto da obra: 'País do conhecimento, potência ambiental'.
O escrito é um colossal papo-furado e repete a histórica ladainha do Brasil como uma país colossal, que faz e que acontece. Claro, o texto exorta por outras palavras, com diferente roupagem, o mantra lulístico 'nunca antes neste país'. Pragueja contra o passado para afirmar que no presente - isto é, sob o governo petista - tudo começa a ficar diferente.
O artigo é um troço ridículo quando se sabe que centenas morrem de dengue, que nos últimos anos não foi investido nada em termos de infra-estrutura e os quase 200 milhões de brasileiros vivem sobre uma grande cloaca já que não existe uma só cidade com cobertura de esgoto tratado. O sistema de saúde está completamente dilacerado e a educação que o artigo glorifica é um lixo, sem falar na questão da segurança pública. Neste aspecto basta citar o caso daqui de Santa Catarina, um dos menores Estados brasileiros em termos populacionais e territoriais e, seguramente, o mais equilabrado socialmente mas que registra uma dramática estatística: a cada 8 horas há um homicídio. Basta pegar as estatísticas e comparar a situação da segurança pública nesses últimos oito anos de petismo com o interregno do governo de FHC. Está aí um pauta para os preclaros jornalistas da grande imprensa nacional. 
Dizer que é um país do conhecimento é pura piada. É muito cinismo da Dilma, quando se sabe que isso é uma mentira histriônica porque o Brasil não produz nada de ciência e tecnologia. É zero total! O país está atrasadíssimo e a única atividade produtiva que não deixa a coisa ir para o brejo é o agronegócio, justamente a área vilipendiada pela bandalha do PT que financia a canalha de arruaceiros do MST.
É por estas e outras que Dilma continuará enclausurada na redoma palaciana e só colocará o nariz para fora em monólogos em rede de televisão ou então por meio de artigos da lavra de ghost-writer guiando-se pelo velho adágio, segundo o qual as telas de TV e o papel aceitam tudo. 
País do conhecimento e potência ambiental sem esgoto tratado mergulhado num  turbilhão de deletéria violência sob o comando do terror do narco-tráfico? Cáspite! Estão de brincadeira ou delirando? Só posso exclamar: rá, rá, rá...

terça-feira, fevereiro 01, 2011

BORNHAUSEN: OPOSIÇÃO NÃO TEM O DIREITO DE QUEIMAR SUA FORÇA NA FOGUEIRA DAS VAIDADES

Transcrevo na íntegra artigo do líder do Democratas na Câmara Federal, o deputado catarinense Paulo Bornhausen, que está publicado na Folha de São Paulo desta terça-feira. O título original do artigo é Oposição fortalecida. Bornhausen analisa o atual quadro político e a responsabilidade dos partidos oposicionistas. Observa que na última eleição eleição o eleitorado concedeu à oposição 44 milhões de votos e o governo dos principais Estados brasileiros.
Um dos itens mais importantes -e pouco mencionado- da herança recebida pela presidente Dilma Rousseff é a oposição, que saiu mais forte das urnas de outubro de 2010. Vou logo aos fatos, porque na própria oposição ainda há quem pense o contrário e, por isso mesmo, pode estar assumindo posições autofágicas, equivocadas.

Um parêntese sobre essa herança: desde a tragédia climática que atingiu Santa Catarina, em 2008, que venho, junto com parlamentares de diversos partidos, lutando por legislação que reforce a Defesa Civil. O que está acontecendo no Rio de Janeiro poderia, sim, ser evitado. Não foi, virou herança e, se o país não reagir, vai ser herança para o próximo governo, em 2014.


Quem acompanha a movimentação em torno da eleição para a presidência da Câmara dos Deputados deve fazer as mesmas contas que PMDB e PT fizeram para buscar nos votos do PSDB e dos Democratas a garantia para o cumprimento do princípio da proporcionalidade para a composição da Mesa.


Matematicamente aptos a assumirem a presidência da Casa, por que PT e PMDB precisariam se juntar à oposição? Porque a oposição tem votos para decidir qualquer votação importante, é simples.


A oposição vai continuar sendo a pedra no caminho. Até porque essa é a sua função, sinalizar a existência de outros caminhos. Ou a pedra no sapato, mostrando que o sapato novo, agora de salto alto, não cabe no pé de quem o está calçando.


É fundamental que a oposição tenha consciência de sua força. Para isso, deve lembrar que o embate político não deve se dar apenas no Parlamento -esse talvez o nosso grande erro nos últimos oito anos.


O processo político de alternância no poder não é imediatista; é processo, algo a ser construído.


A oposição deu passos largos nas últimas eleições: Democratas e PSDB assumiram dez importantes governos estaduais. Isso significa a possibilidade de avanço no plano municipal, em 2012, que projeta uma nova posição federativa em 2014, em busca do objetivo maior, que é o poder central.


Com Rosalba Ciarlini no Rio Grande do Norte e Raimundo Colombo em Santa Catarina, os Democratas chegarão em 2014 com um projeto de gestão que nos credenciará para a disputa da Presidência da República. Isso está sendo possível graças a planejamento definido na fundação do partido, em 2007.


Lá foram traçados princípios e linhas de nossa atuação. Na Câmara, por exemplo, a rotatividade anual da liderança da bancada fez do Democratas um partido sem estrelas, em que todos têm a mesma possibilidade de se destacar.


No campo oposto, temos um país que esgotou sua capacidade de seguir crescendo por inércia. Um país em que a falta de investimentos nos últimos oito anos leva inevitavelmente a um retrocesso no quadro econômico-financeiro.
Um país que voltará a sentir as agruras do arrocho fiscal, consequência da desastrada política de gastos públicos; da administração voltada para a construção de um mito, e não de uma nação.


Para honrar os mais de 44 milhões de votos recebidos em 2010, a oposição precisa seguir a receita que deu certo, seguir a fórmula de suas vitórias: ganharam aqueles que se apoiaram em um projeto de grupo; perderam os individualistas, tanto na oposição como nas hostes governistas.


A oposição unida saiu, sim, fortalecida das urnas de 2010. E não tem o direito de queimar essa força na fogueira das vaidades.

domingo, janeiro 30, 2011

JORNALISMO ESQUERDISTA CONTINUA SUBVERTENDO FATOS HISTÓRICOS E AÇULA REVANCHISMO CONTRA FORÇAS ARMADAS

A Folha de São Paulo e sua troupe de jornalistas esquerditas continua ignorando falsificando os fatos históricos. Quer fazer crer que os terroristas da década dos anos 60 do século passado eram 'militantes' da causa democrática, quando na verdade cometiam atos terroristas na tentativa de implantar no Brasil uma ditadura do tipo cubana. Todos os esquerdistas desejam implantar ditaduras. Onde lograram êxito na sua sinistra empreitada os respectivos países se tornaram ditaduras ferozes.
Basta apenas que se faça a seguinte pergunta: qual é o país comunista que cultua ou cultuou as liberdades democráticas?
Repito: a verdade histórica é que o ciclo dos governos militares que se iniciou em 1964 impediu que o Brasil se tornasse uma Nação comunista. Indago: o que estou afirmando é verdade ou mentira?
E, quando afirmo que a Folha de São Paulo subverte os fatos históricos estou falando a verdade ou mentido?
Os comentários estão abertos. Mas só serão publicados aqueles fundamentados em argumentos, ainda que se oponham às minhas afirmativas constantes deste post.  Segue matéria que está na Folha de São Paulo deste domingo:
A Argentina frequentemente é citada como exemplo na política de reparação de crimes de violações de direitos humanos. O país julgou e prendeu grande parte dos militares responsáveis pela última e sangrenta ditadura (1976-83).
 
Logo em 1984, um ano após o fim da ditadura, houve uma primeira tentativa, sem sucesso, de julgar os responsáveis pelos 30 mil mortos no período.

 
Ainda nos anos 1980 foram instituídas as "leis do perdão" -chamadas de Ponto Final e Obediência Devida-, que livraram de processos cerca de 2.000 envolvidos na repressão.

 
A partir de 2003, estimulado pelo presidente Néstor Kirchner, o Congresso argentino anulou as leis de anistia e indultos. Assim foi possível condenar à prisão perpétua, em dezembro, o ex-ditador Jorge Videla, 85, artífice do golpe de 1976.

 
Já o Brasil -que conta cerca de 500 mortos ou desaparecidos na sua ditadura- optou por uma Lei da Anistia "ampla, geral e irrestrita", elaborada pelo governo de João Figueiredo, o último presidente militar.

 
No ano passado, o Supremo Tribunal Federal decidiu não revisar a lei, impedindo, assim, a responsabilização de militares que cometeram crimes como os de tortura. Da Folha de S. Paulo deste domingo

sábado, novembro 06, 2010

NOTA SOBRE CPMF NA FOLHA DE S. PAULO ENVOLVE SERRA E ALCKMIN. PSDB TEM DE SE PRONUNCIAR OFICIALMENTE À NAÇÃO REPUDIANDO O IMPOSTO!

LEIAM ESTA NOTA PLANTADA NA COLUNA PAINEL DA FOLHA DE SÃO PAULO DESTE SÁBADO: 

Antes mesmo de Lula recolocar a CPMF na pauta da "agenda federativa", Geraldo Alckmin manifestava a aliados a avaliação de que o financiamento da saúde será um dos nós da próxima gestão. Ainda durante a campanha, o tucano recebeu relatos segundo os quais o gargalo no custeio do setor já representa ameaça ao caixa paulista, na esteira da expansão da rede de AMEs, ambulatórios médicos de especialidades expostos na vitrine eleitoral de José Serra.

Por ora publicamente refratário à criação de novos impostos, o tucano vai insistir na defesa da regulamentação, pelo Congresso, da emenda 29, que ajudaria a lastrear a execução de seu plano de governo. 

***
SE O PSDB NÃO EMITIR UMA NOTA OFICIAL DE REPÚDIO À CPMF ESTÁ ESTARÁ FAZENDO CORPO MOLE, DEIXANDO IMPLÍCITO QUE NÃO REPUDIA O AUMENTO DOS IMPOSTOS E, PIOR, SERÁ UTILIZADO ARDILOSAMENTE PELO PT, CASO SE DEIXE ENVOLVER EM MAS ESSA MANOBRA MENTIROSA DOS PETISTAS PARA EXTORQUIR A CLASSE MÉDIA. 

JOSÉ SERRA E GERALDO ALCKMIN TÊM O DEVER MORAL DE DESMENTIR QUALQUER INSINUAÇÃO DE QUE ESTÃO APOIANDO ESSA TRAMA NOJENTA. NÃO PENSEM QUE IRÃO PISOTEAR IMPUNEMENTE OS 44 MILHÕES DE VOTOS OPOSICIONISTAS. 

A BANDALHA DO PT TEM MAIORIA ESMAGADORA NO CONGRESSO E O ÔNUS DO AUMENTO DA CARGA TRIBUTÁRIA TEM DE FICAR MUITO BEM CARACTERIZADO QUE É DE LULA, DILMA E SEUS SEQUAZES. E NÃO HÁ MEIO TERMO E NEM MEIA PALAVRA, COMO TAMBÉM NÃO HÁ DESCULPA.

A OMISSÃO DO PSDB NESTE EPISÓDIO É INCONCDEBÍVEL, PORQUE REPRESENTA UM TAPA NA CARA DE CADA ELEITOR DA OPOSIÇÃO!

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sexta-feira, outubro 22, 2010

É A DEMOCRACIA, ESTÚPIDO! {Sobre o editorial da Folha de S. Paulo

Editorial da Folha de são Paulo desta sexta-feira não pode ser mais calhorda e mentiroso ao querer igualar Serra e Dilma, afirmando que teríam pontos programáticos similares. Tenta também comparar o atentato sofrido por José Serra no Rio de Janeiro com um saco d'água atirado sobre o capô do veículo da candidata em Curitiba. Ora, todos sabem que o comportamento dos tucanos nunca foi de confronto e de ataques em bandos contra adversários. O episódio do Rio de Janeiro é inaudito na história das campanhas eleitorais no Brasil antes do PT chegar ao poder. A oposição não costuma agir nunca dessa forma abjeta, mas tem sido vítima dessa solerte e truculenta prática do PT.

As reportagens veiculadas pelo Jornal Nacional e Jornal da Globo desta quinta-feira simplesmente foram ignoradas pelo editorialista, ainda que o próprio jornal no seu noticiário de primeira página faça alusão àquilo que foi sim, um atentado cometido pelo PT contra o candidato José Serra e que Lula zombou. As reportagens da Rede Globo não deixaram nenhuma dúvida sobre o atentado a Serra. Está provado.

A Folha de São Paulo tornou-se um jornal ridículo. Ou o editorialista e os filhos do falecido Frias estão fechando os olhos oportunisticamente para o solapamento da democracia que o PT e Dilma tentam a levar adiante, ou são simplesmente idiotas e cretinos. É claro que a última hipótese não é plausível.

O que move a Oposição e seus milhares de militantes na internet, fato que assombra o PT e a própria Folha de S. Paulo, é a questão de ordem política. Pontos programáticos são apenas uma moldura a enquadrar a interrogação sobre o futuro da nossa democracia e da nossa liberdade. Esta é a questão que não pode ser desprezada porque é real. A democracia defendida pelo PT é a mesma de Hugo Chávez e demais tiranetes latino-americanos.Tanto é que Lula já afirmou várias vezes que há democracia até demais na Venezuela, onde os bate-paus de Chávez fazem diariamente o que fez o PT nesta quarta-feira no Rio de Janeiro.

Todos sabem que o PT deseja reformar a Constituição ao seu modo destruindo as liberdades democráticas. Está aí o PNDH3 que defende o controle da mída, eufemismo que significa o amordaçameto da Imprensa. Sem imprensa livre tem-se uma ditadura pura e simples. A censura é a primeira providência tomada por qualquer tipo de tirania logo que toma o poder.

Dito isto, só me resta proclamar: "É a democracia, estúpido!"

Transcrevo o editorial da Folha de S. Paulo, onde toda a estupidez é afirmada com a costumeira arrogância desse jornaleco que se acha acima do bem e do mal e que se transformou num bajulador dos coveiros da democracia. O título é "Descontrole" e o PT e oposição são colocados no mesmo patamar, o que é uma deslavada e afrontosa mistificação. Leiam:

Os incidentes ocorridos nesta quarta-feira, durante caminhada do candidato José Serra (PSDB) no Rio de Janeiro, e com a candidata Dilma Rousseff, do PT, ao desfilar ontem em carro aberto em Curitiba, constituem sinais de que a campanha eleitoral ameaça atingir um novo grau de exacerbação.
 
Não houve maiores consequências, felizmente, nos dois episódios. Serra foi atingido, sem ferir-se, por um objeto na cabeça, ao passo que um balão de água foi jogado sobre o capô do automóvel que transportava Dilma.


É todavia preocupante uma situação na qual candidatos se vejam ameaçados em sua integridade física ao circularem pelas ruas e buscarem contato com o eleitor.
 
Antes mesmo que um arremesso alcançasse o candidato do PSDB, militantes de seu partido e ativistas do PT entraram em conflito. Um candidato derrotado a deputado estadual pelo PT, ao lado de um sindicalista da área de saúde, chamava Serra de "assassino", supostamente por discordar de sua política de combate a endemias; cabos eleitorais tucanos rasgaram cartazes; petistas avançaram; o tumulto terminou envolvendo cerca de cem pessoas.

 
Ganha configuração real, assim, um processo que, no mundo virtual e midiático, já ocorria de forma desenfreada. A violência simbólica -organizada em máquinas de rumores, insultos, panfletos e imagens a serviço dos dois candidatos- atingiu na atual campanha presidencial um nível de exaltação poucas vezes registrado no país.

 
O mais curioso, nesse fenômeno, é que as paixões políticas não parecem encontrar, no perfil das duas candidaturas à Presidência da República, razões suficientes para se desencadearem com tal vigor. Entre Dilma e Serra, há provavelmente mais áreas de concordância do que pontos de genuíno conflito programático.

 
Adeptos de uma e outra candidatura projetam, sobre ambas, um conteúdo ideológico que, no plano das alianças e compromissos reais, nenhuma delas se dispõe a explicitar, nem dá mostras de possuir. Descolados da realidade, ou movidos pela conveniência pessoal mais mesquinha, militantes e cabos eleitorais se entregam a uma cruzada de intimidação e truculência.

 
A esse tipo de comportamento, o presidente Lula deu um indireto estímulo. Enquanto a candidata Dilma Rousseff repudiou formalmente a agressão cometida contra José Serra, o presidente da República saiu-se, bem a seu estilo, com acusações e tiradas de humor primitivo, que mais caberiam a um arruaceiro presente no episódio do que a alguém imbuído das responsabilidades de seu cargo.

 
Não é novidade esse tipo de comportamento; a novidade é que, com esse gênero de exemplo, seus correligionários dão mostras de se sentirem autorizados para superar, em grosseria e descontrole, as lições do mestre.


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domingo, outubro 17, 2010

FOLHA DE SÃO PAULO: A MORTE ABRUPTA DE UM JORNAL.

Faço a transcrição de post do blog do Reinaldo Azevedo e assino embaixo, após este prólogo. Tive que ficar meio afastado do blog neste sábado em razão de compromissos, razão pela qual não pude escrever tudo o que desejava neste sábado. Li matéria da Mônica Bergamo da Folha de São Paulo. Creio que é a pá de cal sobre esse que um dia foi um jornal digno e acreditado. Transformou-se num lixo, num esgoto. Além de ser mal escrito deu para ser veículo das mais torpes baixarias. Sinto que chega um momento em que as palavras já não dão mais conta de qualificar tamanha ignomínia e muito menos revelar a minha repulsa e nojo. E essa tal de Mônica Bergamo se diz jornalista.

Eis o post do Reinaldo que também transcreve a nota expedida pela Campanha de José Serra. Leiam: 

A assessoria da campanha do candidato tucano à Presidência, José Serra, divulgou uma nota sobre uma das maiores baixarias “jornalísticas” de que se tem notícia na história da cobertura política no país. Segue o texto. Volto em seguida:

“Diante de matéria publicada hoje, a campanha de Jose Serra esclarece: Monica Serra nunca fez um aborto. Essa acusação falsa, que já circulava antes na internet, repete o padrão Miriam Cordeiro de que o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva foi vítima na eleição de 1989. E dá continuidade ao jogo sujo que tem caracterizado a presente campanha desde que um núcleo do PT, montado para fazer dossiês contra o candidato tucano à Presidência, foi descoberto em Brasília. Primeiro eles atacaram a filha de José Serra. Depois atacaram o seu genro. Agora eles agridem a sua mulher, Monica, que tem a irrestrita solidariedade, amor e respeito de seu marido, de seus filhos, netos e de milhões de brasileiros.”
Voltei
A coisa fala por si mesma e tem a sua gravidade intrínseca. O único pilar que sustentaria a publicação da matéria da colunista Mônica Bergamo, da Folha, seria o desnudamento da hipocrisia de uma figura pública, que defende uma coisa para os outros e outra para si mesma. Especulo um pouco.
Digamos que esta senhora considerasse isso fundamental e tivesse chegado a um fato: disporia de evidências, prontuário médico ou sei lá o quê, de que o aborto fora feito. Já estaríamos na baixaria, mas vá lá…

Não! O que existe é o testemunho de uma mulher — duas, três, e ainda que fossem 100 — afirmando que Mônica Serra disse ter feito aborto. Antes que a repórter tenha conseguido falar com a “acusada”, a matéria foi publicada. Ainda que o “outro lado” tivesse sido ouvido, publicar-se-ia do mesmo modo.
Aonde esse tipo de “jornalismo” nos leva? Doravante, basta que apareça alguém dizendo que FULANO FEZ ALGUMA COISA, e se tem uma “reportagem”. O “acusado” que negue se quiser. Se não foi encontrado a tempo, informa-se que a assessoria preferiu não se pronunciar. Se alguém decidir dar o testemunho de que Dilma Rousseff pegou, sim, em armas e matou pais de família, publica-se ou não? E olhem que essa não seria uma questão que, sem trocadilho, diria respeito ao útero…

A Al Qaeda eletrônica faz a festa com a “reportagem” de Mônica Collor Bergamo. A operação, no que diz respeito à política, no fim das contas, foi, até agora, bem-sucedida. Se vai ter efeito eleitoral, é o que se vai ver. Quanto ao mais, espera-se que, agora, os blogueiros oficialistas, sustentados com dinheiro público, parem com essa história de que a Folha é tucana. Se bem que eles não vão parar. Sempre exigirão provas novas.

Quanto à nota da assessoria de Serra, noto: de fato, primeiro foi a filha, depois o genro, e chegou a vez da mulher. É preciso escalar uma repórter bem farejadora para saber se um dos netos do presidenciável já não deu uma mordida ou um arranhão em algum coleguinha na escola, embora o avô fale tanto em educação, o que tornaria a reportagem de interesse público, não é, Mônica Bergamo?
Fundo do poço!

PS: Elio Gaspari tem, agora sim, um novo caso Miriam Cordeiro. Certamente leremos na sua próxima coluna uma nota indignada. Aguardemos ansiosos.

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terça-feira, outubro 05, 2010

SIM. ELES ESTÃO ENLOUQUECIDOS!

Não é só o quartel general do Dilmão que está apravorado com o segundo turno, quando o fantoche de Lula terá que debater diretamente com José Serra. No segundo turno não dá para escapar. Já começo a achar que com ou sem Marina o José Serra deverá mesmo faturar esta eleição. Quem está estrebuchando é a turma do PT. Mas não só.

O jornalismo de aluguel, pretensamente 'isento e imparcial" enlouqueceu de vez, como revela a coluna do Fernando Canzian na Folha de São Paulo desta terça-feira. Canzian está ansioso por conhecer as propostas que não foram debatidas. Eu sei.

Chegou a roubar um qualificativo - botocudo - que sempre uso aqui no blog para detonar idiotas de todos os matizes. É marca registrada aqui do blog. Cadê o copy? Chamou o vice de José Serra de Índio botocudo. Entretanto, quando uso o termo, o faço na segunda acepção formulada pelo Dicionário do Aurélio. O Canzian não percebeu, cegado que está pelo politicamente correto. O Índio da Costa, não é botocudo...hehehe...é justamente o contrário. 

Trancrevo a coluna desse incansável batalhador da (êpa!) causa petralha. O título é ridículo: "Eles se merecem". Hummm...Além de escreverem muito mal - a Folha tem os piores textos do jornalismo brasileiro - costumam brigar com os fatos. Sempre a favor da turma da PP do Tamiflu. Já tinham afirmado que a Oposião iria desaparecer. Mas o mapa eleitoral mostra que os tucanos abocanharam o pedaço mais importante do Brasil onde está o grosso da produção industrial e o agro-negócio que sustenta a economia nacional. Leiam esta pérola da crônica política:

Não é ocioso frisar que os maiores perdedores na eleição presidencial de domingo são Dilma Rousseff e José Serra. Por enquanto, por óbvio.

A coisa será diferente quando o tempo correr e o novo mandatário estiver no Planalto com a caneta presidencial à mão. Daí a importância de se pontuar isso agora.

A petista sofreu sua maior erosão justamente entre os que mais se beneficiaram pelas políticas social e econômica no governo Lula, a chamada nova classe C.

Essa população emergente não engoliu a tentativa de desqualificar, até com bravatas contra a imprensa, os desmandos no governo Lula que vieram à tona na reta final.

Saem manchados, e obrigados a um segundo turno, criador e criatura. Pagarão o preço da soberba e da prepotência.

Nos dez dias que antecederam a eleição (considerando os votos válidos estimados pelo Datafolha e o resultado final da votação), Dilma perdeu sete pontos percentuais.

Não à toa, os 19,3% em votos válidos obtidos afinal por Marina é o maior percentual para um terceiro colocado desde a redemocratização (Garotinho, o recordista anterior, teve 17,8% em 2002).

Já Serra não caminhou para o segundo turno. Foi carregado até ele por Marina. Na prática, apesar da recuperação em São Paulo, o tucano apenas oscilou 1,6 ponto percentual para cima (na correlação Datafolha/resultado) nos dez dias finais. Marina subiu de fato: 5,4 pontos.

Portanto, sem a arrancada da candidata verde, cavando votos justamente na trincheira de Dilma, o Brasil já teria hoje uma nova presidente eleita.

Do Índio botocudo e do FHC esquecido ao salário mínimo de R$ 600 (que também aumentaria os elegíveis do Bolsa Família, mas que nunca teve nada a ver com o benefício), não foram triviais os erros da campanha de Serra.

O que mais impressiona é como os "mais preparados", segundo as hostes rivais de PT e PSDB, se furtaram de discutir o que realmente interessa.

É até uma deferência chamar só de covardes as atitudes de Dilma e Serra no debate final da TV Globo, quando ambos se permitiram uma das únicas oportunidades na campanha para o confronto direto.

Diante de um enorme público, porém, eles questionaram, alternadamente, Plínio Sampaio e Marina Silva.

Como se não faltassem problemas que os dois "mais preparados" têm todas as condições de discutir. Câmbio, gasto público, infraestrutura -para citar os mais urgentes.

Pode-se gostar ou não da opinião deles e do remédio de cada um. Isso é outra questão.

O fato é que o país tem o direito de saber suas reais propostas. Qualquer coisa diferente disso é tratar o eleitor como um ser infantilizado e tolo.

Domingo e Marina mostraram que não se trata disso.

Este é o jornalismo brasileiro depois da chegada do PT ao poder. Não tenho nada a ver se Canzian é do PT. É um direito dele. O que não admito é ele tentar posar de isento e imparcial quando não é.

Quem me lê aqui no blog sabe que eu tenho lado. Estou do lado da lei, da ordem e na defesa da democracia, sobretudo da liberdade de imprensa que o PT deseja controlar. O único candidado que não tem duas caras e não vive mentindo, além de garantir a liberdade e o Estado de Direito é o José Serra e nunca escondi que lhe apóio justamente por isso, sem falar no fato de que é disparado o mais competente e preparado para Presidir o Brasil. Estou portanto sendo sincero e verdadeiro para os meus leitores.

A Folha de São Paulo está se tornando um jornal ridículo e ajudando aqueles que querem enterrar democracia. E isto eu não perdôo.