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segunda-feira, fevereiro 13, 2012

DEFENDEM-SE DROGADO, BANDIDO, CRIMINOSO. É HORA DE CUIDARMOS DA NOSSA POLÍCIA!

Os melhores textos que aparecem na maioria dos jornais da grande imprensa brasileira normalmente não são escritos por jornalistas, mas por alguns colaboradores não-jornalistas. Na edição desta segunda-feira a Folha de S. Paulo traz um ótimo artigo do filsófo Luiz Felipe Pondé que faz oportuna reflexão sobre a polícia e a forma como ela é tratada pela maioria dos brasileiros. O título é sugestivo: "A polícia indefesa" e o conteúdo do artigo assino embaixo, porque em inúmeras oportunidades aqui neste blog tenho abordado a questão que tão bem Pondé o faz neste seu escrito.
Por esta razão faço a transcrição completa e recomendo a leitura. Se puderem compartilhar nas redes sociais seria muito bom. Afinal, a nossa liberdade depende da segurança que só uma polícia bem treinada, remunerada de forma adequada pode nos dar. Leiam:
A POLÍCIA é uma das classes que sofrem maior injustiça por parte da sociedade. Lançamos sobre ela a suspeita de ser um parente próximo dos bandidos. Isso é tão errado quanto julgar negros inferiores pela cor ou gays doentes pela sua orientação sexual.
Não, não estou negando todo tipo de mazela que afeta a polícia nem fazendo apologia da repressão como pensará o caro inteligentinho de plantão. Aliás, proponho que hoje ele vá brincar no parque, leve preferivelmente um livro do fanático Foucault para a caixa de areia.
Partilho do mal-estar típico quando na presença de policiais devido ao monopólio legítimo da violência que eles possuem. Um sentimento de opressão marca nossa relação com a polícia. Mas aqui devemos ir além do senso comum.
Acompanhamos a agonia da Bahia e sua greve da Polícia Militar, que corre o risco de se alastrar por outros Estados. Sem dúvida, o governador da Bahia tem razão ao dizer que a liderança do movimento se excedeu. A polícia não pode agir dessa forma (fazer reféns, fechar o centro administrativo).
A lei diz que a PM é serviço público militar e, por isso, não pode fazer greve. O que está corretíssimo. Mas não vejo ninguém da "inteligência" ou dos setores organizados da sociedade civil se perguntar por que se reclama tanto dos maus salários dos professores (o que também é verdade) e não se reclama da mesma forma veemente dos maus salários da polícia. É como se tacitamente considerássemos a polícia menos "cidadã" do que nós outros.
Quando tem algum problema como esse da greve na Bahia, fala-se "mas o problema é que a polícia ganha mal", mas não vejo nenhum movimento de "repúdio" ao descaso com o qual se trata a classe policial entre nós. Sempre tem alguém para defender drogados, bandidos e invasores da terra alheia, mas não aparece ninguém (nem os artistas da Bahia tampouco) para defender a polícia dos maus-tratos que recebe da sociedade.
A polícia é uma função tão nobre quanto médico e professor. Policial tem mulher, marido, filho, adoece como você e eu.
Não há sociedade civilizada sem a polícia. Ela guarda o sono, mantém a liberdade, assegura a Justiça dentro da lei, sustenta a democracia. Ignorante é todo aquele que pensa que a polícia seja inimiga da democracia.
Na realidade, ela pode ser mais amiga da democracia do que muita gente que diz amar a democracia, mas adora uma quebradeira e uma violência demagógica.
Sei bem que os inteligentinhos que não foram brincar no parque (são uns desobedientes) vão dizer que estou fazendo uma imagem idealizada da polícia.
Não estou. Estou apenas dando uma explicação da função social da polícia na manutenção da democracia e da civilização.
Pena que as ciências humanas não se ocupem da polícia como objeto do "bem". Pelo contrário, reafirmam a ignorância e o preconceito que temos contra os policiais relacionando-a apenas com "aparelhos repressivos" e não com "aparelhos constitutivos" do convívio civilizado socialmente sustentável.
Há sim corrupção, mas a corrupção, além de ser um dado da natureza humana, é também fruto dos maus salários e do descaso social com relação à polícia, além da proximidade física e psicológica com o crime.
Se a polícia se corrompe (privatiza sua função de manutenção da ordem via "caixinhas") e professores, não, não é porque professores são incorruptíveis, mas simplesmente porque o "produto" que a polícia entrega para a sociedade é mais concretamente e imediatamente urgente do que a educação.
Com isso não estou dizendo que a educação, minha área primeira de atuação, não seja urgente, mas a falta dela demora mais a ser sentida do que a da polícia, daí "paga-se caixinha para o policial", do contrário roubam sua padaria, sua loja, sua casa, sua escola, seu filho, sua mulher, sua vida.
Qual o "produto" da polícia? De novo: liberdade dentro da lei, segurança, a possibilidade de você andar na rua, trabalhar, ir ao cinema, jantar fora, dormir, não ser morto, viver em democracia, enfim, a civilização.
Defendem-se drogado, bandido, criminoso. É hora de cuidarmos da nossa polícia. 

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segunda-feira, fevereiro 06, 2012

APRESENTAÇÃO DE BLOCO CARNAVALESCO EM CURITIBA TERMINA EM CONFUSÃO. POLÍCIA TEVE QUE REAGIR DEPOIS QUE VIATURA FOI ATACADA.

Houve muita confusão e polícia diz que foi recebida a pedradas pelos foliões. Policial e populares resultaram feridos.
Uma intervenção da Polícia Civil e Militar, logo após a apresentação do bloco pré-carnavalescoGaribaldis e Sacis, no Largo da Ordem, em Curitiba, terminou de forma violenta. Pelo menos quatro pessoas precisaram ser hospitalizadas (entre elas, um policial). Há registros de vários outros feridos, que não foram levados a hospitais.
Segundo Marco Antônio dos Santos, tenente da Unidade de Eventos da Polícia Militar do Paraná, a confusão foi provocada por participantes do Grito de Carnaval. “Desde as 16 horas estávamos recebendo reclamações de populares sobre algazarra e brigas na região. Um carro da Rotam (unidade de patrulhamento de trânsito da PM) foi enviado, mas foi recebida com pedradas e garrafadas”, disse.
Para controlar a situação, o tenente afirma que foram enviados reforços, com mais carros da Eventos (que estavam próximos ao local, fazendo a segurança da final do campeonato sub-20 de futebol feminino) e Rotam. “Quando as viaturas chegaram, alguns participantes atacaram com pedras, paralelepípedos e garrafas.” O tenente confirmou que um policial foi atingido por uma pedrada e precisou ser hospitalizado.
O policial aponta que houve registro, via rádio da polícia, de um veículo sem placa que atirava contra os policiais e a multidão. Ainda segundo o tenente, barracas desmontadas da Feirinha do Largo, que havia sido realizada pela manhã, foram usadas como arma. Informações e foto da Gazeta do Povo - Leia MAIS

quarta-feira, dezembro 28, 2011

MALOTE DA EMPRESA PROSEGUR COM GRANDE QUANTIDADE DE DINHEIRO ESTAVA EM VEÍCULO ABANDONADO APREENDIDO PELA POLÍCIA NA REGIÃO METROPOLITANA DE FLORIANÓPOLIS

A Guarda Municipal de São José apreendeu na noite desta terça-feira, no Bairro Kobrasol, um carro abandonado. Dentro do veículo havia vários objetos que, segundo os agentes, teriam sido roubados. De acordo com a Guarda Municipal, entre o material que estava dentro do carro, havia um malote da empresa Prosegur com grande quantidade de dinheiro.

Ainda segundo a Guarda Municipal, o veículo já estava sendo monitorado e foram feitas buscas para encontrar o motorista e o carona que teriam fugido do local. O veiculo foi lacrado e guinchado até a 3ª Delegacia de Polícia, em Campinas, que irá investigar o caso.

De acordo com a Polícia Militar, o Copom não registrou nenhuma ocorrência envolvendo a empresa Prosegur. Na empresa, eles informaram que irão verificar se o malote pertence mesmo a Prosegur, ou se é uma fraude. Do portal da RBS/Diário Catarinense

terça-feira, maio 17, 2011

CABRAL LANÇA 'BOPE GAY' CONTRA HOMOFOBIA

Sérgio Cabral com o boné gay lançou o 'Bope purpurina'
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou nesta segunda-feira a autorização da participação de policiais e bombeiros uniformizados nas Paradas LGBT. Eles também poderão usar as viaturas oficiais da corporação enquanto estiverem nas celebrações do orgulho gay. O evento de hoje lançou a campanha ‘Rio Sem Homofobia’, que começará na terça-feira, com peças de rádio, televisão, cartazes, outdoors, anúncios em ônibus, mobiliário urbano e folhetos, além de um site e itens promocionais, como camisetas, barracas de praia e blocos.
A decisão de autorizar agentes do estado a participar uniformizados das manifestações tem forte valor simbólico. Em todo o país – e no resto do planeta – o respeito à opção sexual de integrantes de forças militares e policiais é um tabu. A autorização torna-se, assim, um estímulo para que os servidores tornem pública sua orientação sexual.
O lançamento da campanha no Rio, e a autorização para que agentes do estado assumam publicamente a homossexualidade, são movimentos que transformam o governador do estado em uma das vozes contra a homofobia em nível nacional. Uma das ações que permitiu o reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo, no início do mês, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foi proposta pelo governo do Rio.
Entre os presentes na cerimônia estavam a senadora Marta Suplicy (PT-SP), que representa a frente parlamentar LGBT no Congresso Nacional, e o coordenador do novo programa, Cláudio Nascimento, que é também presidente do Conselho Estadual dos Direitos da população gay. Ele aproveitou a ocasião para defender a criminalização da homofobia. “A próxima etapa é fazer com que o Congresso saia da letargia, da sua covardia em relação a esse debate, e assuma de forma objetiva e sincera um setor da sociedade que está excluído dos direitos plenos de cidadania. É preciso ter uma legislação que torne crime a prática da homofobia”, disse Nascimento.
O governador também se posicionou favorável à transformação da homofobia em crime. Ele acredita que o Senado vai aprovar o projeto de lei 122/2006 que trata da tipificação desse tipo de delito. As peças publicitárias que começarão a ser apresentadas nos veículos de comunicação a partir de amanha foram mostradas nesta segunda.
O primeiro dia do projeto será acompanhado da saída de caravanas de 27 estados para pressionar o Congresso Nacional a votar o projeto de lei 122/2006. Para Nascimento esse é o segundo passo a ser dado depois da aprovação do Supremo Tribunal Federal da legalização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Do portal da revista Veja

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quinta-feira, abril 07, 2011

POLÍCIA, CRIMES E CRIMINOSOS: SEPARANDO O JOIO DO TRIGO

Prezados leitores: o artigo que segue é meio longo, porém necessário. Vale a pena ler. Aquilo que é evidente é o que costuma não ser pensado!

A decisão de apurar e punir os policiais envolvidos num homicídio ocorrido em São Paulo é indiscutivelmente correta. A ninguém é dado o direito de matar uma pessoa, a não ser em legítima defesa! 
O episódio representa um barbarismo e uma distorsão da ação da polícia. Isto é inaceitável e tem de ser obviamente repudiado. 
Todavia reparem o a dimensão que é dada a eventos similares quando os protagonistas dos crimes não são militares ou policiais civis.
Isto é, o denominado jornalismo objetivo, isento e imparcial costuma dispensar a determinados casos uma justa revolta. Entretanto, nunca se observa tal comportamento quando fatos análogos de dimensão iníqua acontecem se os autores são bandoleiros.
Lembro que quando o candidato José Serra incluiu no seu projeto de governo um Ministério da Segurança Pública de forma a reprimir a delinqüência que impõe um cotidiano de horror a todos os brasileiros, foi repudiado pelos jornalistas dos grandes veículos de comunicação. Ironizaram, debocharam e achincalharam essa que foi a melhor proposta até hoje apresentada por um postulante à Presidência da República.
Notem bem: quando um policial tomba crivado de balas por um bandoleiro a reação desse jornalismo capenga e ideológico não tem a mesma dimensão dada àquele praticado por policiais. A questão está eivada de uma sórdida sutileza. Acompanhem o meu raciocínio.
Recordo que postei há algum tempo aqui no blog e comentei um evento ocorrido numa pequena cidade americana e serve para estabelecer uma diferença crucial entre o Brasil e os Estados Unidos no que se refere à segurança pública e à consideração que as respectivas populações dispensam às polícias. Nessa cidade americana que não me ocorre agora o nome, alguns policiais foram mortos por bandidos numa operação que desbaratou uma quadrilha. No dia seguinte diversas pessoas daquela cidade depositaram coroas de flores na porta principal de entrada da chefatura de Polícia. O fato, visto pela lente dos valores vigorantes no Brasil pode parecer insólito. Percebem?
Espero que as autoridades, principalmente os parlamentares da Oposição leiam este post e reflitam sobre o que estou trazendo ao debate. Aliás um debate que insisto, tem de ser feito. Enquanto não se pensar seriamente nisto que estou colocando a questão da segurança pública no Brasil não será resolvida. Por isso os criminosos avançam e já sitiam os cidadãos que não podem mais andar nas ruas com segurança!
Mais uma vez chamo a atenção: As Forças Armadas e as polícias são instituições democráticas. Por isso nas Nações verdadeiramente democráticas são respeitadas e apoiadas pelos cidadãos. 
Atentem para o fato de a população do Brasil ter crescido vertiginosamente nos últimos anos. O censo de 2010 mostrou que chega perto de 200 milhões o total habitantes. Ora, uma Nação com a dimensão territorial do Brasil e com essa população se transformará no caos se a lei e a ordem não forem obedecidas e apoiadas pelos cidadãos.
Quando uma pessoa diz que falta policiais nas ruas está emitindo uma meia verdade. De fato o contingente de policiais nas ruas é pequeno, mas em sociedades complexas e de alto nível populacional é impossível uma guarda  permanente em todos os pontos do território. Vejam por exemplo que a fiscalização de veículos tem de ser feita por amostragem pois seria impossível uma permanente vistoria de todos os milhares de veículos que trafegam no país. Parte-se do princípio que todos obedecem a lei e que os veículos estão devidamente documentados. Da mesma forma supõe-se que todos os cidadãos reverenciam a lei a ordem e a criminalidade seja sempre um exceção. Este é ponto principal que informa se uma sociedade é ou não civilizada.
Essa visão altruística tem de dominar, caso contrário tem-se essa verdadeira anarquia que vem ocorrendo principalmente na última década no Brasil.
Uma das principais causas desse desvio de conduta seja de policiais e dos próprios cidadão que passam a delinquir impunemente, deriva da visão canhestra difundida pela pela idiotia politicamente correta e pelo esquerdismo que continua vendo nos estamentos militares e policiais agentes de uma ditadura. Trata-se da maior idiotice porquanto o Brasil, desde 1988, portanto há 23 anos, vive em regime democrático assegurado por uma Constituição que emergiu de uma Assembléia Constituinte democrática e com ampla participação de todos os segmentos da sociedade brasileira. E não venham me dizer que a nossa Constituição não é democrática e que a Assembléia que a escreveu não era legítima. É preciso lembrar que a Constituição de 1988 é a Carta mais democrática da história da República brasileira.
Enquanto o Brasil continuar aprisionado pela idiotice politicamente correta turbinada nos últimos oito anos de governo do PT e com uma imprensa infestada pelo jornalismo 'companheiro' que opera de acordo com os ditames do Partido, o país não sairá desse caos, dessa verdadeira guerra que se trava em todo o território nacional em decorrência da ação nefasta e impune dos criminosos. Ou são as polícias e as Forças Armadas os agentes dessa caótica insegurança?
A mesma veemência com a qual a imprensa e a população reagem aos crimes cometidos por policiais tem de acontecer em igual proporção no que se refere à prática da delinqüência em todos os níveis, particularmente naquele que lamentavelmente tipifica o cotidiano dos brasileiros. A violência já não é mais uma exceção no Brasil!
Os direitos humanos têm de ser reverenciados, mas não podem jamais ser invocados em favor dos criminosos. Os direitos humanos, como enuncia o próprio conceito, aplica-se aos humanos. Criminosos de qualquer tipo não são humanos, mas semoventes perversos. A ciência já provou que a perversão é uma moléstia mental incurável. Isto é lamentável, mas se fundamenta em verdade irretorquível.
Precisamos de mais civilização e menos ideologia esquerdista e politicamente correta. A imprensa é que forma a opinião pública. Se permanece vinculada à ideologia tripudia sobre os fatos e, por isso, não informa, mas deforma e doutrina.
Os comentários estão abertos para o debate. Concito os honrados leitores do blog a participar deste que reputo como um debate dos mais importantes. A internet permite esta verdadeira 'democratização da comunicação' e a existência de blogs independentes com este que não tem medo da patrulha politicamente correta.

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

PORTARIA DE LULA BAIXADA NO ÚLTIMO DIA DE SEU GOVERNO INIBE A AÇÃO POLICIAL E FAZ AUMENTAR A INSEGURANÇA PÚBLICA EM TODO O PAÍS

Aqui em Santa Catarina, um Estado que antes da chegada PT ao poder era dos mais tranqüilos, hoje registra um homicídio a cada 24 horas, segundo recente levantamento que postei aqui no blog. O banditismo não assombra apenas o Estado de Santa Catarina, especialmente Florianópolis e Joinville, mas se espalhou por todo o Brasil e alcança os mais remotos rincões do território nacional. Os cidadão não têm mais segurança para transitar pelas ruas. 
Para completar seus oito anos afagando bandidos e invocando os direitos humanos para a corja de assassinos Lula assinou no último dia de seu governo uma portaria que limita a utilização de armas de fogo pela polícia e é tema de um editorial do jornal O Estado de S. Paulo que transcrevo após este prólogo. Na verdade essa diretriz inibe a ação da polícia que já vem sendo cerceada desde que o PT se encastelou no poder. Representa um maná para os criminosos que, como se tem visto estão armados até os dentes e utilizam armamentos pesados e de alta letalidade contra o povo brasileiro.
Tal procedimento por parte do governo do PT é reflexo da vagabundagem ideológica esquerdista que continua alegando que os atos criminosos decorrem de injustiças sociais, o que é uma deslavada mentira, uma sacanagem contra os cidadãos brasileiros hoje à mercê desses semoventes assassinos brutais. 
A difusão dessa bestial ideologia comunista botocuda é lamentavelmente levada a efeito pela grande imprensa brasileira dominada pela patrulha de jornalistas petistas sempre prontos a execrar a ação policial. Tanto é que não há um só artigo da lavra de jornalistas dos grandes veículos de comunicação do país que defendam a polícia e os policiais. Muito pelo contrário. As coberturas que fazem de conflagrações que ocorrem em defesa da lei e da ordem sempre transformam os bandidos em vítimas e a polícia em algoz.
Sem o exemplo do primeiro mandatário da Nação de valorização das polícias e das Forças Armadas e do reconhecimento de que fazem parte do conjunto das instituições democráticas, a escalada do terror e do crime não será detida no Brasil. Pelo contrário, aumentará, como de fato está aumentando de forma vertiginosa. Acresce a tudo isso para intranquilidade da Nação a ação solerte dos jornalistas da grande mídia que menosprezam os órgãos de segurança pública e as Forças Armadas e insuflam permanentemente o ódio da população à instituição policial. 
Tanto é que essa portaria chega só agora ao conhecimento público pelo editorial do Estadão embora os setoristas dos grandes jornais que atuam na cobertura do Palácio do Planalto com toda certeza sabiam dessa portaria da insegurança antes mesmo de sua publicação oficial. Leiam na íntegra o editorial do Estadão intitulado timidamente 'O uso de armas pela polícia', que embora não vá ao âmago da questão detalha o alcance dessa nefasta iniciativa de Lula no apagar das luzes de seu desgoverno:
Passou praticamente despercebida do público a assinatura, no último dia do governo Lula, da Portaria Interministerial n.º 4.226/10, que limita a utilização de armas letais pelas forças policiais do País. Segundo as novas diretrizes, o agente de segurança pública só poderá disparar sua arma em caso de "legítima defesa própria ou de terceiro contra perigo iminente de morte ou lesão grave".
As diretrizes fixadas pela portaria devem ser obedecidas pelos agentes da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, do Departamento Penitenciário Federal e da Força Nacional de Segurança Pública. Não têm, portanto, caráter compulsório para os órgãos estaduais de segurança pública.
Entre outras inovações, a Portaria n.º 4.226/10 determina que, a partir de abril, os agentes policiais devam portar, no mínimo, dois instrumentos de baixo potencial ofensivo, além de arma de fogo. Pelas novas regras, o uso da força deverá obedecer às convenções e tratados internacionais de proteção aos direitos humanos e "aos princípios da legalidade, da necessidade, da proporcionalidade, da moderação e da conveniência". Os tiros de advertência, portanto, não são "prática aceitável".
A Portaria n.º 4.226/10 recomenda ainda que os agentes policiais não apontem armas de fogo contra pessoas, durante os procedimentos de abordagem, e proíbe que atirem contra veículos que desrespeitarem bloqueios policiais em vias públicas - a não ser quando o ato representar risco imediato de morte ou lesão grave aos agentes ou a cidadãos.
As novas regras foram preparadas pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria de Direitos Humanos, da Presidência da República, e seu alcance está provocando polêmica nas áreas de segurança pública. A portaria destina-se aos órgãos federais de segurança.
No entanto, seu artigo 4.º determina que os Estados que quiserem receber recursos federais para a área de segurança pública terão de enquadrar suas Polícias Civil e Militar nas novas regras. Os governos estaduais que não seguirem as determinações da portaria não receberão verbas federais para treinamento e para aquisição de viaturas, armas e equipamentos policiais. Vários secretários de Segurança Pública e dirigentes das polícias estaduais alegam que há muito tempo adotam técnicas de "uso progressivo da força", que são previstas por leis - e não por simples portarias.
É o caso do comandante da Polícia Militar de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo, para quem a portaria é uma cópia do que já acontece no Estado. Segundo ele, desde 1999 os 100 mil homens da corporação fazem, em média, 30 mil abordagens com armas de fogo por dia, seguindo os procedimentos consagrados pela Portaria de 31 de dezembro. Já o secretário de Defesa Social de Minas Gerais, Lafayette Andrada, afirma que a polícia mineira, desde 2002, treina seus homens em técnicas de uso de armas não letais, capacitando-os para o policiamento comunitário.
As críticas mais contundentes à Portaria n.º 4.226/10 partem de entidades de delegados e de investigadores de polícia. Seus dirigentes afirmam que, por fazer exigências impossíveis de serem atendidas e conter dispositivos irrealistas, como a proibição do uso de armas de fogo em bloqueios policiais, ela teria sido escrita por quem não tem experiência na linha de frente do combate à criminalidade. "Por que assaltantes em fuga respeitariam um bloqueio, se não existe a possibilidade de interceptação do carro para identificação?" Faltou debate com aqueles que conhecem a atuação policial, afirma Reinaldo de Almeida Cesar, secretário de Segurança Pública do Paraná e ex-diretor da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal. A entidade está propondo ao ministro da Justiça, Martins Cardozo, a revisão de algumas das novas regras.
Algumas dessas críticas são procedentes, mas a portaria tem o mérito de padronizar condutas e procedimentos. Isso ajuda a coibir abusos, evitando que os agentes exorbitem de suas prerrogativas, aumenta a eficácia das operações e dá mais segurança à sociedade. Do portal do Estadão

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

VAZOU NA INTERNET! VEJAM FOTOS DA CAMISINHA FURADA DE JULIAN ASSANGE, DO WIKILEAKS. É A PEÇA QUE PODE INCRIMINÁ-LO.

Assange e a camisinha fatídica: esqueceu de dar desgarga
O feitiço virou contra o feiticeiro. Vazou num site de compartilhamento de arquivos o conteúdo do relatório da investigação da polícia sueca sobre a acusação de assédio sexual e estupro que pesa contra o famigerado hacker australiano, Julian Assange, o criador do Wikileaks. A informação está no blog Gizmodo Brasil que pescou a matéria no site Wired.
O mais curioso e insólito é o fato de que a peça principal da investigação é uma camisinha furada. As fotos do preservativo, como vocês podem conferir acima, vazaram junto com todo o relatório policial, justamente no momento em que o nome de Assange foi lançado por um parlamentar norueguês como candidato ao Prêmio Nobel da Paz. O hacker está preso por conta deste processo na Inglaterra e luta para não ser extraditado para a Suécia.
Uma das duas mulheres que acusam Assange, a ativista Anna Ardin, argumenta que ele inicialmente não quis colocar a camisinha e que depois teria a rasgado deliberadamente durante o ato sexual. (Ela também diz que ele a segurou para baixo com força e rasgou suas roupas). Após o encontro, Ardin guardou o preservativo e o levou à polícia, que começou a fazer análises forenses no objeto.

De acordo com os analistas, “pequenos arranhões foram observados em algumas áreas próximas ao local do rasgo”. No entanto, o dano não mostrou “nenhum vestígio de algo que poderia ser atribuído a algum utensílio”. Os investigadores também não encontraram nenhum resquício da frase “vazador oficial de informações americanas”.


As fotos fazem parte de um relatório policial sueco de 100 páginas sobre o caso Assange, que inclui entrevistas sem nenhum tipo de corte e anotações dos investigadores.


O documento foi publicado anonimamente num site de compartilhamento de arquivos. Entre as revelações há a informação de que Assange não deu descarga após usar o banheiro. Mas os documentos sumiram da internet após a publicação de uma matéria da Wired falando sobre o assunto.
O blog Gizmodo conclui o post afirmando: "Por sorte, nós salvamos uma cópia! Talvez nós a coloquemos no Wikileaks".

Fotos do blog Gizmodo Brasil

domingo, novembro 28, 2010

TIROS CONTRA POLÍCIA PARTIAM ATÉ DOS PRÉDIOS DO PAC ONDE ESTAVAM POSTADOS TRAFICANTES

A expectativa era de uma guerra sangrenta, mas pouco depois de 20 minutos depois da entrada da Polícia Civil, com auxílio de carros blindados, o Areal, considerado o coração do Complexo do Alemão, era declarado “reconquistado”. Os tiros contra os blindados e as equipes de policiais foram poucos e, pela quantidade de armas abandonadas, a suposição é de que os traficantes decidiram fugir mais uma vez.

Do ponto de vista de reconquista do espaço, a operação foi surpreendentemente rápida e bem-sucedida. Mas, se considerados os objetivos de captura da quadrilha, o resultado ainda não veio.

Até o fim da manhã, pouco mais de 20 pessoas estavam detidas – quase todas com passagem pela polícia por tráfico, entre elas uma mulher. Quem tratou de arrefecer o clima de euforia estabelecido com a chegada do estado a locais foi o comandante geral da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte.

“As posições estão conquistadas. Isso não significa, ainda, posição consolidada”, disse Mário Sérgio. A falta de resistência à incursão da polícia na manhã deste domingo é um indício de que, apesar de não serem propriamente um grupo de “crime organizado”, os traficantes do Alemão não podem ser subestimados. Principalmente quando estão em um território que dominavam havia décadas e que a polícia conhece, basicamente, por sobrevôos, informações de denúncias anônimas e relatos de bandidos capturados.

Depois de uma noite de muitos tiros, uso de munição traçante – aquelas que deixam um rastro de luz e permitem ao atirador aferir a pontaria quando não há luz – e até intimidação com disparos a partir de prédios do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o silêncio tomou conta do vale onde se formou o imenso complexo de 13 favelas. Surpreendentemente, a madrugada no Rio não teve, pela primeira vez em uma semana, ataques a carros e ônibus.

A suspeita agora é de que, enquanto uma parte da quadrilha sustentava o tiroteio contra os militares no Alemão, a outra parte do bando – entre eles os mais de 200 cuja fuga foi exibida ao vivo pela Rede Globo na quinta-feira – tenha tratado de se camuflar entra a população de bem ou mesmo tenha escapado ao cerco na região. 

O relações públicas da PM, coronel Lima Castro, evita avaliações precipitadas. “Ainda é muito cedo para saber se traficantes fugiram ou não. Nem há como afirmar que os chefes escaparam”, explicou. Do portal da revista Veja


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sexta-feira, novembro 26, 2010

DEMAGOGIA DO ESQUERDISMO POLITICAMENTE CORRETO E JORNALISMO 'COMPANHEIRO' ALIMENTAM BENEVOLÊNCIA COM O MUNDO DO CRIME

No dia 17 de junho deste ano postei na íntegra entrevista que o economista Sérgio Besserman concedeu à revista Veja. Besserman foi presidente do IBGE no perído de 1999-2002. As últimas estatísticas sobre favelas datam de sua gestão à frente do IBGE, informa a revista. A entrevista gira em torno de como solucionar esses problema da favelização das grandes cidades brasileiras e particularmente do Rio de Janeiro. Besserman afirma que "A questão precisa ser discutida com rigor lógico, a salvo das influências de ideologias e do romantismo".

Trago de volta ao blog trechos dessa entrevista que seguem após este prólogo com link para leitura completa, porque diz muito sobre o episódio de violência vivido pelo Rio de Janeiro. E o faço ao constatar segundo o que é noticiado pelos jornais da dita grande imprensa e em seus portais da internet sobre a luta da polícia contra o narco-terror que está ocorrendo agora, que não se verifica por parte da maioria dos jornalistas um apoio às forças da ordem e da legalidade. Lendo, por exemplo, a Folha de São Paulo desta sexta-feira tem-se um resumo dessa lamentável constatação.

Já afirmei inúmeras vezes aqui no blog que o Brasil, ao contrário dos países de alto capitalismo, democráticos e civilizados (leia-se Estados Unidos e os países anglo-saxônicos da Europa) as Forças Armadas e as Polícias são sempre desqualificadas, escarnecidas e vilipendiadas. Alguns portais da internet já estão priviligiando fotografias de civis feridos pelos tiroteiros. Não que essas notícias não devam ser veiculadas, entretanto o que causa espécie é a forma como esta realidade é abordada, deixando no ar a idéia de que civis são feridos e mortos por causa da polícia.

Por outro lado, minimiza-se o apoio que grande parte da população dá a ação das forças de segurança. Há neste caso, a deletéria combinação entre o pensamento politicamente correto com o esquerdismo e sua visão tacanha e enviesada  que contribui para a destruição da credibilidade da polícia. E o jornalismo, não apenas brasileiro é lamentavelmente dominado por essa estupidez.

Destaco, como disse, trechos da entrevista do ex-presidente do IBGE, Sérgio Besserman, que resumem muito bem porque o Rio de Janeiro chegou a esta lamentavel situação: 

A prefeitura e o governo do estado do Rio de Janeiro começaram, na semana passada, a retirar barracos de áreas de risco. Por que nenhum governante fez isso a tempo de evitar tragédias?
Por um misto de incompetência e demagogia. No Rio de Janeiro, a remoção de favelas passou a ser um grande tabu, sustentado por um assistencialismo barato segundo o qual o estado deve prover tudo aos pobres dos morros - ainda que sua permanência ali possa pôr a própria vida em risco e acarretar prejuízos à cidade como um todo. A ideia absurda embutida nesse raciocínio é a de que quem vive em favela é um cidadão especial, que não precisa se submeter nem à Constituição e não tem os mesmos deveres dos outros brasileiros. Sob essa ótica obtusa, remover favelas é visto como uma afronta aos direitos dos mais necessitados. Essa bobagem demagógica tem suas raízes no populismo que há décadas contamina a política fluminense. O inchaço das favelas do Rio é resultado da combinação desses fatores. 

Como o populismo contribuiu para a proliferação das favelas?
Historicamente, ele foi a mola propulsora das favelas fluminenses, tendo como seu principal expoente o governador Leonel Brizola, na década de 80, quando se chegou ao auge de proibir a entrada de policiais nas favelas. O resultado foi um surto de ocupações irregulares. Sem polícia, foi dado o sinal verde para o banditismo. Sob o pretexto absurdo de que havia uma dívida social a ser quitada, foram concedidos aos moradores das favelas direitos inacessíveis aos demais brasileiros pobres ou ricos. Enquanto isso, os populistas iam esparramando nos morros seus currais eleitorais, ganhando votos em troca de tijolos, cimento, dentaduras e bicas-d’água. Isso explica a perpetuação dessa classe de políticos em uma sociedade que se pretende moderna. Eles e as favelas estão aí como símbolos do atraso. Quando alguém fala em remoção de barracos, são justamente eles os primeiros a levantar a voz contra. Claro, não querem perder seus currais eleitorais.

A quem mais interessam a perpetuação e o crescimento das favelas no Rio?
Os políticos são apenas os tentáculos mais visíveis de uma enorme rede de ilegalidades que sustenta milhares de pessoas. Prospera no Rio de Janeiro uma indústria da favelização. No braço imobiliário há, de um lado, os grileiros, que invadem terrenos para vender depois, e, do outro, pessoas de fora das favelas que constroem barracos e os alugam. Os bandidos dominam a vida nas favelas. Eles controlam o comércio de botijões de gás e vendem acessos clandestinos às redes de TV a cabo. Os bandidos cobram até uma taxa a título de oferecer proteção aos moradores. É grande, portanto, o grupo dos que lucram com a existência das favelas. Infelizmente, aos poucos a sociedade foi deixando de se espantar com essa aberração urbana, a despeito das atrocidades cometidas a toda hora em plena luz do dia por um estado paralelo. 

Por que a aberração foi assimilada?
Isso se deve, em boa medida, a uma visão romântica e evidentemente deturpada sobre as favelas, que começou a ser propagada por parte da esquerda ainda nos anos 70. Essa corrente passou a difundir a ideia de que a convivência entre a cidade formal e o mundo da ilegalidade não apenas era aceitável como deveria ser pacífica. Acabou resultando numa glamourização da bandidagem. Nessa ótica distorcida, criminosos são tratados como líderes populares e toda e qualquer favela ganha apelido de comunidade, ainda que as pessoas vivam ali sob o jugo dos bandidos e à margem da lei. Isso tudo fez do Rio de Janeiro um péssimo exemplo de tolerância e benevolência com o mundo do crime no Brasil. Também não ajudou a combater o surgimento das favelas. Ao contrário: do ponto de vista cultural, só lhes deu legitimidade. CLIQUE AQUI PARA LER A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA

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