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sábado, outubro 08, 2011

RIO DO SUL 3O DIAS APÓS A TRÁGICA ENCHENTE

 
 
 
Estas fotos dão uma idéia do trabalho de limpeza e reconstrução de Rio do Sul (SC) trinta dias depois da tragédia da enchente. Montanhas de entulhos, veículos completamente destruídos, acampamentos que ainda abrigam flagelados, o calçadão já lavado e os jardineiros replantando as flores que ajudam a levantar o astral desse valoroso povo do Alto Vale do Itajaí. Faço a postagem em homenagem a Rio do Sul que é a minha terra natal. Força pessoal! (Reportagem de Pedro Rockenbach e fotos de Edu Cavalcanti, do jornal Diário Catarinense de Florianópolis).
No auge da enchente, em setembro, o prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus, lançou um desafio: em 30 dias, as marcas do ocorrido seriam mínimas. Passado este período, o Diário Catarinense voltou à cidade de 61 mil habitantes e constatou que as ruas estão mais limpas e jardineiros plantam flores no Centro em dois bairros para aumentar a autoestima dos moradores. Mas a equipe também percebeu que ainda falta muito entulho, sujeira e barro seco para sair.
Circular pelas ruas de Rio do Sul é arremessar a memória num turbilhão de flashbacks. Em cada esquina, em cada casa, em cada rosto, uma lembrança da enchente que cobriu 85% da cidade, deixou 2 mil pessoas desabrigadas e 10 mil desalojadas. Ali, os helicópteros pousavam. Aqui, os barcos atracavam. Acolá, as pessoas dormiam. É como uma ferida profunda longe de cicatrizar.
Trinta dias depois, a cidade ainda está no verbo limpar, que antecede o reconstruir. As montanhas de entulhos foram retiradas, e a vivacidade das flores começa a substituir a tristeza impregnada no marrom do barro seco. Das cores das pétalas vem a primeira tentativa de devolver a autoestima aos flagelados da chuva.
— As pessoas nos dizem: "A cidade sem flores não é a mesma coisa". Se ajuda na autoestima? Ô, se ajuda! E é por isso que trabalhamos das 7h às 17h e voltamos à noite para regar as flores — explicou o jardineiro Paulo Schmitz.

Ele é um dos três incumbidos do plantio das 7,5 mil mudas de begônia, beijinho, amor-perfeito e sálvia — distribuídas pelo Centro e pelos bairros Canoas e Canta Galo.

As ruas não têm mais pilhas de lixo, mas continuam cobertas de poeira, mesmo lavadas todas as noites.

— Parece que brota do chão - definiu o prefeito Milton Hobus.

Falta de pontes gera caos no trânsito
Sem oito pontes, danificadas, o trânsito fica um caos, com filas de cinco quilômetros nos horários de pico. Colchões e sofás ainda estão nas varandas das casas, as marcas da água pintam algumas paredes, parte do comércio segue no improviso, documentos da prefeitura secam ao calor de lâmpadas num porão, aulas ocorrem sob ajustes paliativos nas 17 escolas atingidas, e a saúde atende sem seis postos.

Setembro serviu para a faxina. Outubro será de reconstrução. O ponto de partida foi a última terça-feira, quando o governo do Estado liberou R$ 3,2 milhões para reparos das escolas, áreas de esporte e da estrada geral que liga os bairros Budag, Barragem e Barra do Trombudo.

A Secretaria de Obras programou para este fim de semana o início dos trabalhos de pintura das sinalizações da rua, e para as próximas semanas os primeiros recapeamentos das 10 principais ruas e avenidas do município.

Em setembro, o Ministério da Integração Nacional liberou R$ 3 milhões para ajuda emergencial aos atingidos. Segundo a prefeitura, R$ 500 mil sobraram e serão devolvidos ao ministério por questões burocráticas, e depois solicitados novamente, como verba para reconstrução. A quantia deve garantir três pontes de concreto em pontos estratégicos. Do portal da RBS/Diário Catarinense

 Confira a galeria com a situação atual de Rio do Sul  

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domingo, outubro 02, 2011

100 ANOS DE ENCHENTES EM SC. DOCUMENTÁRIO DETONA DISCURSO EMBUSTEIRO DOS ECOCHATOS.


Este vídeo reproduz na íntegra documentário realizado pelo Jornal de Santa Catarina e a RBS/TV de Blumenau com imagens que documentam uma das maiores enchentes que já castigaram o Vale do Itajaí nos últimos 100 anos. 
Há 100 anos a palavra ecologia nem existia e, evidentemente, não se falava em aquecimento global, emissão de gases, preservação de florestas, mata ciliar, sustentabilidade e outros jargões proferidos pela militância milenarista ecochata.
Suponho que há 100 anos a humanidade vivia muito mais tranquila. Os homens viviam menos, mas certamente tinham uma vida mais humana no bom sentido, já que humanos em sua maioria são sórdidos e cruéis. Fosse o contrário não se ergueriam monumentos em memória aos benfeitores.
Há exatos 100 anos Blumenau era apenas a reprodução de qualquer pequenina vila da Alemanha da época. E havia mato! Muito mato, especialmente a dita mata ciliar que decora até hoje - diga-se de passagem - as margens dos rios da região que formam uma formidável bacia hidrográfica. Quando falam em desmatamento estão mentindo! Todo ecochato é um embusteiro mentiroso! A Mata Atlântica continua com sua exuberância e o impacto sobre essa floresta se dá principalmente pelo crescimento das cidades, a abertura de estradas, de lavouras que produzem o nosso alimento, ou seja, em decorrência do aumento populacional que demanda espaço para residir, vias de transportes e comida que só a Terra nos dá.
Não pesava na consciência daqueles alemães que desbravaram o Vale a culpa pelas intempéries, porque os ecochatos não existiam. E de fato, não havia e não há qualquer razão para que humanos sintam qualquer responsabilidade por catástrofes naturais. O máximo que humanos podem fazer é tentar criar mecanismos para salvar as pessoas desses flagelos que sempre ocorreram e que continuarão a ocorrer, independentemente do que as pessoas façam ou deixem de fazer. Ou teria alguma razão culpar os africanos pela existência do deserto do Saara ou os nordestinos pela seca na caatinga do Brasil? 
A diferença do impacto de eventos climáticos sempre esteve num nível diretamente proporcional ao número de seres humanos que povoa o planeta. Calcula-se que a população da Terra já esteja perto de 7 bilhões!
Portanto, toda a pregação ecochata é um embuste. E um embuste que custa caro à sociedade que tem de manter ministérios e órgãos do meio-ambiente que se ocupam de bobagens. Nunca vi um ecochato dessas instituições bradar contra a completa ausência de esgoto tratado no Brasil. Nunca! O solo das cidades brasileiras constituem uma gigantesca cloaca que disseminam as doenças e o sistema subterrâneo de transmissão elétrica, gás e água é uma verdadeira catástrofe. Haja vista para a explosão de bueiros no Rio de Janeiro e que já causaram até mesmo a morte de transeuntes.
O vídeo acima é em si mesmo um libelo contra a ecochatice dominante que não contribui com nada para evitar e minimizar tragédias.
O que tem de ser feito são ampliações das barragens de contenção que já impediram muitas enchentes de menor porte. Os tais canais extravasores sugeridos pelos técnicos japoneses podem ser outra providência concreta que mitigará o problema que, na verdade, não tem e nunca terá solução definitiva. Seria a mesma coisa que supor a possibilidade de alterar a lei da gravidade. Eventos climáticos acontecem quase todos os dias em diferentes pontos do planeta e castigam não apenas populações em áreas ribeirinhas, porque todas as áreas do planeta são de risco permanente. Basta que nesses locais existam pessoas.
Isto não quer dizer que nada deva ser feito. Já afirmei aqui no blog que as autoridades têm o dever de encarar este problema sem tergiversar e sem dar ouvidos para as bobagens dos ecochatos. O Vale do Itajaí precisa é de que sejam feitas obras de infra-estrutura voltadas à contrenção das cheias. O resto é conversa fiada daqueles que estão preocupados com sacolas plásticas, com a sobrevivência de macaco-prego e bobagens análogas.

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sábado, setembro 17, 2011

IMPRESSIONANTE! RIO DO SUL AINDA NÃO SE LIVROU DA ENCHENTE. RIO PERMANCE COM 5 METROS ACIMA DO NÍVEL NORMAL!

Itajaí-Açu continua cheio em Rio do Sul e há flagelados
As chuvas que atingiram Santa Catarina deram uma trégua, mas a situação em Rio do Sul, no Vale do Itajaí, ainda é complicada. A cidade ainda tem 913 pessoas desabrigadas e 4000 desalojadas.

Para a atender as 258 famílias desabrigadas, 23 abrigos ainda estão funcionando em Rio do Sul.

Nível deve voltar a normal até domingo
Por volta das 17h deste sábado, o nível do Rio Itajaí-Açu, que divide a cidade de Rio do Sul, estava em 5,28 metros. A Defesa Civil acredita que até domingo ele deva chega a 4 metros.

Ainda segundo a Defesa Civil, o nível normal do rio é de 1,5 a 2 metros. Entre 4 e 5 metros, é considerado estado de atenção e, entre 5 e 6,5 metros, estado de alerta. Acima disso, estado de emergência.

No dia nove de setembro, o nível do Rio chegou a 12,96 metros e, em Rio do Sul, foi decretado situação de calamidade pública. Informação e foto do portal da RBS/Diário Catarinense


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segunda-feira, setembro 12, 2011

PREFEITO DE RIO DO SUL PERDEU TUDO QUE TINHA DENTRO DA PRÓPRIA CASA NA ENCHENTE E SE IMPÔS UM DESAFIO: RECUPERAR A CIDADE EM 30 DIAS!

Milton Hobus perdeu a própria casa e uma fábrica
O prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus (DEM), se impôs uma meta: reconstruir a cidade em 30 dias. Aos 53 anos, ele vive o maior desafio de sua vida, refazer a cidade desolada por uma enchente que deixou 70% do território embaixo d'água. Hobus nasceu em Rio do Sul, vivenciou as enchentes de 1983 e 1984, quando a casa dele foi tomada pela água. Agora, novamente. Perdeu tudo que tinha em casa, além de uma de suas fábricas. A família ficou ilhada no apartamento da filha, no Centro. Ele passou os últimos dias ajudando a comunidade e tomando decisões, como a que determinou o toque de recolher, para evitar saques ao comércio e manter a ordem na cidade.

Jornal de Santa Catarina - Qual a situação atual em Rio do Sul? 
A água subiu muito rápido, mas está descendo devagar. Este é um momento muito difícil porque a água vai baixando e o cenário da cidade é de guerra. A maioria da população foi atingida, há inúmeros relatos de pessoas que saíram com a roupa do corpo. Mesmo as pessoas que não sofreram alagamento, pois estavam em pontos mais altos, ficaram sem alimentos e água, à medida em que foram recebendo os desabrigados. O rio deixou lodo e entulho justamente na área central, onde se encontram os dois rios. Além disso, a maioria dos comerciantes não tirou nada de dentro das lojas. Muitas pessoas não acreditavam que o Rio Itajaí-Açu iria ultrapassar os 10 metros. Desde 1983 e 1984, não tínhamos mais tido enchentes nestes níveis.

O senhor vivenciou duas enchentes na década de 1980. Imaginava que isso aconteceria novamente? 
Rio do Sul passou pela enchente de 2008 sem transtorno, porque fizemos investimentos em macrodrenagem, mas desta vez o problema foi a água do rio. Não temos muito o que melhorar na cidade, são necessárias obras de caráter estadual, que é o aumento da capacidade das barragens, principalmente de Ituporanga. Vamos pedir também o desassoreamento dos rios. Eu já tinha presenciado enchentes, minha casa foi tomada por água na década de 1980 e agora novamente. Perdi a casa e uma parte da fábrica, mas não vou pensar nisso agora.

E como será a reconstrução?
Precisamos passar por estes primeiros momentos críticos, que são de dar alimento a quem ficou isolado. Os saques tem a ver com o desespero, e o toque de recolher vai proteger a própria comunidade, evitando abusos. Foi uma boa atitude para manter a ordem.
O senhor ficou muito abalado com a enchente, não é?
Não é fácil (silêncio). Rio do Sul vive um momento muito especial, se afirmou como cidade polo regional, temos um desenvolvimento econômico alto, por isso vivíamos um momento de autoestima. Agora estamos vivendo um momento de guerra, com caminhões para todos os lados para carregar o entulho, tirar o lixo, tirar a lama, lavar a rua, para que possamos o mais rápido voltar à normalidade. Eu fiz um desafio, em 30 dias as marcas da tragédias serão mínimas na cidade. Quem vier a Rio do Sul e não souber que houve enchente, não vai perceber. Todas as pessoas estão ajudando, estão trabalhando com essa vontade de reconstruir. Claro que não vou conseguir refazer as pontes que o rio levou, ruas inteiras que cederam, mas vamos ordenar e plantar as flores para mostrar a cidade bonita que Rio do Sul é. Do portal da RBS/Diário Catarinense

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domingo, setembro 11, 2011

UM CENÁRIO DANTESCO: MAIS DE MIL CARROS APREENDIDOS DESTRUÍDOS PELA ENCHENTE EM BLUMENAU

Destruíção total. Clique sobre a foto para vê-la ampliada
A área destinada aos veículos apreendidos pelo Departamento de Trânsito, na Rua Pedro Zimmermann, Bairro Itoupava Central, foi invadida pela água durante a enchente deste início de setembro, deixando vários carros submersos e danificados. O diretor de trânsito, José Carlos de Oliveira, explicou que os agentes conseguiram deslocar parte dos veículos para uma área próxima ao Aeroporto Quero-Quero, mas que não foi possível retirar tudo.

- A nossa prioridade foi cuidar do trânsito dentro da cidade, que ficou caótico durante enchente. Todo o nosso efetivo esteve envolvido, mas não conseguimos salvar tudo - completou Oliveira.

No local havia 1.553 veículos apreendidos pela Guarda de Trânsito e polícias Civil e Militar. O coordenador do pátio, Jonas Czaplinsky, acredita que 1,4 mil veículos foram atingidos pela cheia, sendo que mil deles foram bastante afetados. Com o rio subiu rápido demais e muitos veículos estavam travados e sem chave, não foi possível removê-los do local.

O diretor disse que vai se reunir com os setores competentes do departamento nesta segunda-feira para discutir como proceder em relação aos carros danificados, mas que hoje (domingo), não conseguiria dar nenhuma resposta definitiva. Oliveira lembrou ainda que o atendimento no Departamento, na Rua São Paulo, estará normalizado nesta segunda. Texto e foto do portal da RBS/Diário Catarinense


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VÍDEO MOSTRA PONTILHÃO SENDO DERRUBADO POR TRANQUEIRA FLUTUANDO NA VIOLÊNCIA DA CORRENTEZA DO RIO EM TIMBÓ (SC)


A moradora Jaqueline Meyer registrou o momento que entulhos arrastaram um pontilhão no Bairro Dona Clara, em Timbó, município do Médio Vale do Itajaí. O Rio Benedito chegou a 10,01 metros.

Os primeiros locais a serem atingidos pela enchente foram a Rua Haiti e o Beco Guatemala, no Bairro Imigrantes.


Doações de alimentos, produtos de higiene e limpeza, colchões, cobertores e toalhas de banho: Associação dos Servidores da Prefeitura, no Bairro Tiroleses.


Segundo a prefeitura, os 36.774 moradores foram afetados de alguma forma por causa da enchente no município, ou com falta de luz, água, sem locomoção ou por falta de alimento.


Foram registrados em Timbó 3.710 desalojados, 412 desabrigados. Cinco mil residências foram atingidas e 2 mil famílias tiveram que sair de suas moradias em Timbó devido à enchente. Das 1,2 mil ruas de Timbó, pelo menos 500 ruas foram atingidas pelas águas.
Com informações do portal da RBS/Diário Catarinense

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AINDA DEBAIXO D'ÁGUA, CENÁRIO DE GUERRA EM RIO DO SUL, AGORA SOB O TOQUE DE RECOLHER. 85% DA CIDADE FICARAM SUBMERSOS.

Ainda neste domingo 70% da cidade continuam alagados
A cidade mais afetada pelas enchentes em Santa Catarina estava 70% ainda alagada e sob toque de recolher na noite de domingo. Patrulhas do Exército, voos constantes de helicópteros e o tamanho da destruição após a água recuar um pouco justificam o uso da expressão “cenário de guerra”.

Entre às 20h de sexta-feira, quando o Rio Itajaí-Açu chegou ao maior nível em Rio do Sul - 12,96 metros - até as 21h de domingo, desceu apenas 2,4 metros, apesar de não chover na região há três dias. A estimativa, segundo a média, é diminuição de 5 centímetros por hora. O nível normal do rio é de 4 metros na cidade.

Na pior da tragédia, entre sexta-feira e sábado, 85% da cidade ficaram submersas, segundo a Defesa Civil municipal. Por causa da enchente na cidade, ainda continuam alagados os bairros Bela Aliança, Canoas, Barra do Trombudo, Budag, Centro, Jardim América, Pamplona, Progresso, Canta Galo, Santana, Taboão, Santa Rita, Rainha e Navegantes. Em aguns pontos do Canoas, o nível quase atinge o teto das casas.

Dos 61 mil habitantes de Rio do Sul, cerca de 10 mil estão desalojadas. Cerca de 2 mil ficaram desabrigadas e foram encaminhadas para os 32 abrigos montados pela prefeitura.

Agora, com a água baixando, nós estamos vendo a dimensão do estrago. É triste andar pelas ruas e ver a pessoas chorando ao encontrar tudo tomado pela água, estragado – lamentou o prefeito Milton Hobus.

Para tentar aumentar a segurança nas áreas atingidas, os órgãos de segurança determinaram toque de recolher a partir das 21h. Patrulhas do Exército, Polícia Militar e Polícia Civil garantem o cumprimento da norma. Quem estiver circulando pela cidade sem justificativa será encaminhado para a delegacia. A medida ocorreu após o registro de uma onda de furtos na cidade.

Mesmo com o toque de recolher, o gerente de restaurante Ricardo Shiguetti, de 22 anos, vai passar a noite na rua.

— Estão ocorrendo muitos roubos aqui no Centro. Tem lugar, que o pessoal está jogando pedra nas vidraças da lojas para furtar. Por isso, vamos fazer a limpeza até o fim da noite. De madrugada, vou ficar aqui. Tem muito material nosso na rua — diz. Informações e foto do portal da RBS/Diário Catarinense


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SITUAÇÃO AINDA É CRÍTICA EM RIO DO SUL


ESTE VÍDEO POSTADO NO YOUTUBE FOI REALIZADO SEXTA-FEIRA E MOSTRA MUITA ÁGUA INCLUSIVE EM ÁREAS CENTRAIS DA CIDADE
O nível do Rio Itajaí-Açu em Rio do Sul chegou aos 10,76 metros às 15h deste domingo. Recuou quatro centímetros em relação às 14h, quando estava em 10,80. No Centro da cidade, grande parte está sem água e a população já começou a fazer a limpeza de alguns locais. Nos bairros mais baixos, a situação ainda é preocupante. A previsão é que o rio volte ao nível normal daqui a dois dias, se continuar baixando neste ritmo.

Segundo a Defesa Civil do município, 550 famílias, que somam 1954 pessoas, continuam abrigadas em 32 abrigos do município. Neste momento, as pessoas precisam de doações de leite, água, fraldas e alimentos que não precisam sem cozidos, como pão, queijo, presunto, pois há falta de gás e água no município. A energia elétrica foi restabelecida em 90% da cidade. O abastecimento de água ainda é precário.

A pior situação foi registrada no Bairro Pamplona, onde um deslizamento de terra atingiu 15 casas, direta e indiretamente. Ninguém ficou ferido. Segundo a Defesa Civil, as 15 residências serão interditadas e depois demolidas. Uma avaliação de geólogos do Estado apontou que há uma rachadura no morro e ele terá que ser isolado. A prefeitura irá estudar a situação das famílias posteriormente.

Neste domingo, há cerca de 20 médicos trabalhando e orientando a população sobre o risco de doenças devido à água da enchente. Quatro helicópteros estão trabalhando no transporte de pacientes para o hospital e alimentos para os abrigos. E a Defesa Civil tem 25 botes e lanchas para ajudar no trabalho de resgate e distribuição de mantimentos. Do portal da RBS/Diário Catarinense


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sexta-feira, setembro 09, 2011

CHUVA DÁ UMA TRÉGUA E RIO ITAJAÍ-AÇU DEVE COMEÇAR A BAIXAR A PARTIR DO MEIO-DIA

Cidade de Blumenau está debaixo d'água desde ontem
O nível do Rio Itajaí-Açu deve começar a baixar a partir do meio-dia desta sexta-feira. O Centro de Operação do Sistema de Alerta da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí-Açu (Ceops) estima que o rio atinja 12,60 metros e que, a partir daí, comece a baixar.

De acordo com técnicos do Ceops, se não voltar a chover, o rio deve levar três dias para voltar ao nível de 6 metros. Ao atingir esse nível, a cidade sai do estado ao estado de atenção.

Blumenau está com áreas alagadas desde a manhã de quinta-feira, quando o nível ultrapassou 8 metros. Informação e foto do portal da RBS/Diário catarinense

quinta-feira, setembro 08, 2011

VÍDEO MOSTRA MOMENTO EM QUE RIO TRANSBORDOU EM BLUMENAU

Este vídeo mostra o momento em que o rio Itajaí-Açú transbordou no início desta noite ivandindo o centro da cidade de Blumenau, em Santa Catarina. Mostra a avenida Beira-Rio que margeia o rio que corta o coração da cidade.

ENCHENTE CASTIGA TAMBÉM REGIÃO DE FLORIANÓPOLIS. PREVISÃO AINDA É DE MUITA CHUVA. SÓ MELHORA FINAL DE SEMANA!

Situação na região da Grande Florianópolis também é dramática
Este boletim do site Climatempo deve ser lido com atenção. A chuva que se abate sobre Santa Catarina continuará está noite e madrugada adentro. Segundo a previsão só a partir desta sexta-feira é que começará a cessar a volumosa precipitação. A se concretizar a previsão é certo que a região metropolitana de Florianópolis terão uma madrugada e a sexta-feira com situações muito críticas. Na foto acima se pode ver uma ponte no município de São João Batista, na Grande Florianópolis, onde falta pouco para a água passar por cima. A foto foi postada há pouco no Twittpic por @gustavo8up
Leiam o boletim do Climatempo:
O ar quente e úmido que chega do norte do continente reforça as áreas de instabilidade associadas à frente fria que está quase parada no Sul do Brasil. Nas últimas 24 hs já choveu muito em Santa Catarina e também no sudoeste do Paraná.

Em Clevelândia, no Paraná, o acumulado de chuva chega a 90mm e em Planalto, também no Paraná, o total de chuva é de 65mm. Muita chuva também em Foz do Iguaçu, com quase 50mm.

Em Santa Catarina os valores de chuva acumulado são significativos. Em São José, grande Florianópolis, o total de chuva já chega a 108mm, em novo Horizonte 107mm, em Curitibanos 91mm, em Caçador 90mm, em Ituporanga, 88mm, em Urubici 82mm, em Dionísio Cerqueira 80mm e em Itajaí o acumulado já chega a 77mm.

Em Florianópolis, entre às 9hs de ontem e às 9hs de hoje, o acumulado chegava a 97,4mm para uma média de 92,5mm em Setembro.

Outro destaque é a cidade de Campos Novos, região central catarinense. Entre 9hs de ontem e 9hs de hoje o acumulado chegava a 98mm.

A previsão para as próximas horas é de mais chuva em Santa Catarina. As chuvas no mês de agosto já foram volumosas e toda este chuva agora no início de setembro deixa praticamente todas as regiões catarienses em estado de alerta.

A chuva causou transtornos em 23 cidades do Estado, segundo levantamento da Defesa Civil. Houve registros de deslizamentos de terra, alagamentos e queda de árvores, quase 10 mil pessoas foram afetadas de alguma forma pelas chuvas e 353 foram obrigadas a deixar suas residencias.

Blumenau foi uma das cidades mais atingidas e ainda tem ruas alagadas. As aulas na cidade foram interrompidas. O rio Itajaí-Açu, que corta o municipio, passa dos 10 metros e deve transbordar. A Defesa Civil teme pela ocorrencia de mais deslizamentos de terra e pede para que os moradores de áreas de risco se encaminhem para abrigos públicos.

Foram registrados deslizamentos de terra no Vale do Itajaí, nos municipios de Gaspar e Apiúna. A BR-470 segue bloqueada nessa quinta-feira, e há água acumulada em trechos das BR-101, BR-282 e BR-280.

Na Grande Florianópolis, falta energia elétrica nas cidades de Tijucas e Governador Celso Ramos afetando mais de 12 mil pessoas. O fornecimento deve retomar ainda hoje.

Nesta sexta-feira a chuva diminui de volume na maior parte de Santa Catarina, mas na  madrugada e também pela manhã, a chuva ainda é volumosa no leste e nordeste catarinense, regiões onde estão a capital, quase todo o litoral e o Vale do Itajaí. Do site Climatempo

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BLUMENAU PODE TER MAIOR ENCHENTE EM 19 ANOS

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
As fortes chuvas dos últimos dias e a expectativa de mais instabilidade nas próximas horas podem fazer com que o nível do Rio Itajaí-Açu, em Blumenau, chegue a 12,5 metros. Se a previsão se confirmar, será o maior nível desde 1992. As informações são do meteorologista Leandro Puchalski.

A medição do nível do rio feita às 15h apontou 9,86 metros. Às 14h, o nível estava em 9,55 metros.

O Vale do Itajaí é a região que mais preocupa a Defesa Civil. O governador Raimundo Colombo está se deslocando para visitar as cidades Blumenau e Rio do Sul, para vistoriar áreas e conversar com os prefeitos. No início da tarde desta quinta-feira, o prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinübing decretou situação de emergência.

A chuva causou quedas de barreiras e alagamentos em diversas cidades catarinenses. De acordo com o último relatório da Defesa Civil, divulgado às 15h30min, 27 municípios foram impactados até agora. Informações e foto do portal da RBS/Diário Catarinense

BARRAGEM DE ITUPORANGA EM SITUAÇÃO CRÍTICA. EM BLUMENAU PREFEITO DECRETA EMERGÊNCIA. CHUVA NÃO CESSA EM SANTA CATARINA

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A chuva não dá trégua em Santa Catarina e a situação começa a ficar dramática no Vale do Itajaí. Em Blumenau o rio Itajaí-Açú ameaça transbordar. Tanto é que o prefeito João Paulo Kleinübing já decretou situação de emergência em Blumenau como podem verificar na matéria que se abaixo do Diário Catarinense. No Alto Vale do Itajaí a situação também é crítica em cidades como Rio do Sul, haja vista que a Barragem de Ituporanga, como mostra o facsímile acima do site de monitoramento em tempo real do Deinfra que pode ser acessado AQUI, assinala o máximo de sua capacidade mostrando três comportas já totalmente abertas.
O prefeito de Blumenau João Paulo Kleinübing acaba de decretar situação de emergência devido às chuvas que atingem o múnicípío nesta quinta-feira. Até agora, são, pelo menos, 26 ruas atingidas por água ou deslizamento de terra.

Segundo a Defesa Civil, 11 famílias (37 pessoas) estão desabrigadas até o momento. Seis abrigos foram abertos para atendimento (veja tabela). A retirada de famílias de outras ruas ainda não foi decidida, mas todas as pessoas devem ficar em alerta.

As aulas nas escolas municipais e estaduais e nas universidades e faculdades foram canceladas nesta quinta. Algumas empresas e lojas estão liberando os funcionários, de acordo com a necessidade.

Abrigos abertos: - Acecremer, na Vila Nova
- Igreja Jovens Livres, na Itoupava Norte
- Escola Básica Municipal Tiradentes, no Centro (anexo ao Pedro II, na Alameda Rio Branco)
- Escola Estadual Básica Jonas Rosário Coelho Neves, no Fidélis
- Escola Estadual Básica Santos Dumont, no Garcia
- Paróquia São Francisco de Assis, na Fortaleza. Do portal da RBS/Diário Catarinense

quarta-feira, setembro 07, 2011

SE CHOVER MAIS BLUMENAU FICA DEBAIXO D'ÁGUA

Situação em Blumenau é crítica e chuva não cessa
A chuva intensa que cai sobre o Vale do Itajaí desde segunda-feira deixou, nesta quarta-feira, Blumenau em estado de alerta, quando o nível do Itajaí-Açu atingiu 6 metros, às 20h. Durante o dia, o rio estava subindo entre 16 a 20cm por hora, mas com a chegada da noite a elevação reduziu e o rio estabilizou.
O mesmo nível se manteve até as 23h. A projeção da Defesa Civil era para que o Itajaí-Açu chegasse aos 6,50 metros às 2h da madrugada. Com 8 metros o rio transborda e atinge as primeiras ruas nos bairros Itoupava Norte, Fortaleza e Itoupavazinha. O secretário de Defesa Civil de Blumenau, José Egídio de Borba, disse que apesar da diminuição na intensidade, famílias que moram em áreas atingidas por alagamentos e encostas devem ficar atentas e, ao menor sinal de perigo, precisam abandonar as residências.
Durante esta quarta-feira, foram registrados cinco deslizamentos nos bairros Vila Nova, Progresso, Ponta Aguda, Velha Grande e Velha Central, que deixaram uma rua interditada e outra em meia pista até o final da noite de ontem. O caso mais grave ocorreu no final da tarde, com uma família da Rua Germano Kratz Neto, no Bairro Velha Grande.
A casa onde mãe e duas filhas residiam desabou, mas ninguém ficou ferido. De acordo com a Defesa Civil, a casa ficava em área de risco. A família foi a única encaminhada até as 23h pela Assistência Social ao abrigo da Igreja Evangélica Livre de Blumenau, no Bairro Itoupava Norte.
De segunda-feira à noite até as 17h desta quarta-feira, o Centro de Operações do Sistema de Alerta (Furb) registrou 77,4 mm de chuva. Em Ituporanga, Apiúna, Ibirama, Rio do Sul e Taió choveu 70mm. Informações e foto do portal da RBS/Diário Catarinense

RISCO DE ENCHENTE NO VALE DO ITAJAÍ EM SC

O Rio Itajaí-Açu está em 6 metros na medição das 20h desta quarta-feira. O rio subiu quatro centímetros em relação à medição das 19h, quando o nível era de 5,96 metros. A projeção da Defesa Civil é para que o rio atinja 6,50 metros à meia-noite. Com 8 metros o rio transborda e atinge as rua 1º de Janeiro, no Bairro Itoupava Norte, Albert Goll, Bairro Fortaleza, e Roberto Bruch, Bairro Itoupavazinha.

Foram registrados deslizamentos nos bairros Garcia, Vila Nova, Ponta Aguda, Velha Grande e Velha. Uma família, que morava em área de risco na Rua Germano Kratz Neto, foi encaminhada ao abrigo da Igreja Evangélica Livre de Blumenau (Comcisa), em frente à loja Romeu Georg, na Rua 2 de Setembro, no Bairro Itoupava Norte.

O rio está diminuindo de intensidade e a tendência é que durante a noite o ritmo diminua ainda mais se não houver nenhuma mudança brusca na qualidade da chuva —explica o secretário de Defesa Civil de Blumenau, José Egídio de Borba.

— Famílias que moram em áreas atingidas por alagamentos e encostas devem ficar atentas e ao menor sinal de perigo precisam abandonar as residências — orienta Borba.

Rio do Sul possui três abrigos ativados 

Em Rio do Sul, o rio segue aumentando aproximadamente 2 cm por hora. A medição das 20h apontou o rio em  6,38 metros. Às 19h estava em 6,36metros. De acordo com a Defesa Civil, ainda não há registro de alagamentos e deslizamentos no município. Do portal da RBS/Diário Catarinense

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terça-feira, agosto 09, 2011

ENCHENTE NO ALTO VALE DO ITAJAÍ EM SC. RIO DO SUL DECRETA ESTADO DE EMERGÊNCIA. BARRAGENS FECHAM COMPORTAS EM TAIÓ E ITUPORANGA!

Monitoramento das barragens online. Clique AQUI para ver
Após reunião com os secretários de Obras, Educação e Defesa Civil, na tarde desta terça-feira, o prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus, decretou situação de emergência no município do Alto Vale.
Na última medição, às 17h, o nível do Rio Itajaí-Açu, em Rio do Sul, era de 8,36 metros, sendo que com 6,5 metros, o rio transborda e provoca os primeiros alagamentos.
A prioridade é cuidar das pessoas, retirando os moradores de locais alagados e com risco. Até o momento, não há um número preciso da quantidade de famílias.
No levantamento divulgado às 12h, 50 famílias dos bairros Pamplona e Bela Aliança já estavam desalojadas, das quais, seis foram encaminhadas para abrigos da prefeitura. Do portal da RBS/Diário Catarinense

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quarta-feira, janeiro 12, 2011

ALCKMIN E KASSAB TAMBÉM PROMOVEM ENCHENTE NA AUSTRÁLIA. PREMIÊ CONVOCA LULA E PT PARA SALVAR O PAÍS!

O nível do rio Brisbane continua a subir nesta quarta-feira (12) e nas próximas 48 horas poderá deixar bairros inteiros submersos na capital do estado de Queensland, a terceira maior cidade da Austrália, onde as inundações já deixaram dez mortos e cerca de 90 desaparecidos.
Mais de 40 mil casas e edifícios estão ameaçados pelo "pior desastre natural da nossa história", disse a chefe do governo de Queensland, Anna Bligh.
Há a expectativa de que o número de vítimas fatais aumente em breve, e as equipes de resgate enviadas ao vale do rio Lockyer - que transbordou na segunda-feira - "esperam encontrar corpos" quando entrarem em imóveis inundados em Lowood, Grantham e Murphy's Creek.
Em Brisbane, o rio que passa pelo centro da cidade de dois milhões de habitantes alcançará os 4,5 metros de altura ao meio-dia e subirá mais um metro na quinta-feira, segundo os meteorologistas.
O prefeito de Brisbane, Campbell Newman, explicou que segundo um modelo gerado por computador, a água cobrirá uma área que abrange 2.100 ruas, com quase 20 mil casas e 3.500 estabelecimentos.
Outras 12 mil casas e 2.500 espaços comerciais serão ainda parcialmente afetados pelas inundações.
A oeste de Brisbane, a comunidade de Ipswich ficará alagada pela alta do nível do rio Bremer, que deverá alcançar nesta quarta-feira os 22 metros de altura. Do portal da Folha.com

MEU COMENTÁRIO: hehehe... Perdôem pelo cinismo.

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