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sábado, junho 25, 2011

O VISTO DE BATTISTI É ILEGAL

O editorial do jornal O Estado de São Paulo que transcrevo após este prólogo dá a medida exata de como o PT já estraçalhou as instituições democráticas. Mas isto apenas é parte do diabólico projeto de poder articulado em consonância com o Foro de São Paulo, ignominiosa organização comuno-bolivariana destinada a transformar o continente latino-americano na URSAL - União das Repúblicas Socialistas da América Latina.

E nunca é demais lembrar que o brucutu de Garanhuns é um dos mentores e fundadores do Foro, ao lado do ex-arrogante ditador da Venezuela, agora apenas um moribundo que jaz no quarto de um  'moderníssimo e avançado hospital' cubano. Todos os estúpidos se julgam imortais, como Lula, Chávez e seus sequazes.

E quando me refiro aos sequazes não estou apontando somente a corriola mais chegada a ambos, mas todos aqueles semoventes que à sorrelfa ou de forma dinâmica apóiam esses vagabundos coiteiros de assassinos como Cesare Battisti, membro do PAC - Proletários Armados para o Comunismo.
O editorial ao qual me refiro, cujo título é o mesmo deste post, demonstra de forma cabal, porquanto se fundamenta na legislação brasileira vigente, que o visto concedido ao terrorista italiano é totalmente ilegal. Recomento a leitura do texto aos senhores Magistrados, aos integrantes do Ministério Público e aos Senadores e Deputados da Oposição, se é que se pode ainda designar esses partidos ondulantes e desfigurados de oposição. Leiam:

Por 14 votos a 2, 1 abstenção e 3 ausências, o Conselho Nacional de Imigração - vinculado ao Ministério do Trabalho e integrado por 9 representantes de Ministérios, 5 de sindicatos, 5 de entidades patronais e 1 da comunidade científica - concedeu visto de permanência ao ex-terrorista italiano Cesare Battisti. Com isso, ele poderá viver e trabalhar por tempo indeterminado no Brasil.
Pela ordem jurídica vigente, a decisão do Conselho Nacional de Imigração é ilegal. Ela colide com a Lei 6.815/81, que criou o órgão e define a situação jurídica dos estrangeiros no Brasil. O inciso IV do artigo 7.º dessa lei proíbe taxativamente a concessão de visto "ao estrangeiro que foi condenado ou processado em outro país por crime doloso, passível de extradição segundo a lei brasileira".
É justamente esse o caso de Battisti. Ele foi condenado à prisão perpétua pela Justiça italiana por quatro assassinatos cometidos na década de 1970, quando integrava a organização terrorista Proletários Armados para o Comunismo. No momento em que Battisti foi processado, julgado e condenado, a Itália vivia em plena normalidade política e constitucional, ou seja, sob democracia plena.
Battisti também já foi condenado no Brasil pela primeira instância da Justiça Federal à pena de dois anos em regime aberto, convertida em pagamento de multa e prestação de serviços à comunidade, por usar passaportes franceses falsificados, encontrados quando foi preso pela Polícia Federal, em 2007, a pedido do governo italiano. Ele recorreu, mas a decisão foi mantida há cinco meses pelo Tribunal Regional Federal da 2.ª Região. No inciso II do artigo 7.º, a Lei 6.815 também proíbe a concessão de visto "ao estrangeiro considerado nocivo à ordem pública".
Por mais que se apresente como perseguido político, Battisti, do estrito ponto de vista técnico-jurídico, não preenche os critérios previstos pela legislação para a obtenção de visto de residência. Por isso, a Procuradoria-Geral da República - o órgão encarregado pela Constituição de "defender a ordem jurídica" - não tem outra saída a não ser contestar judicialmente a decisão do Conselho Nacional de Imigração e exigir o cumprimento do direito positivo.
Foi com base nessa legislação que, em 2009, a Procuradoria-Geral da República emitiu um parecer contrário à concessão de asilo a Battisti - posição que foi endossada pelo Comitê Nacional para os Refugiados, uma comissão interministerial encarregada de receber os pedidos de refúgio e determinar se os solicitantes reúnem as condições jurídicas necessárias para serem reconhecidos como refugiados. Surpreendentemente, o então ministro da Justiça, Tarso Genro, desprezou as duas decisões e concedeu o status de refugiado político a Battisti.
Classificando a iniciativa de Genro como "grave e ofensiva", o Ministério de Assuntos Estrangeiros da Itália recorreu ao Supremo Tribunal Federal, acusando o governo brasileiro de não cumprir o tratado de extradição firmado pelos dois países em 1989. Mas, em vez de dar uma solução clara e objetiva ao caso, em 2010 a Corte, numa decisão ambígua, autorizou a extradição, mas deixando a última palavra ao presidente da República. Pressionado pelo ministro da Justiça, por um lado, e pelo governo da Itália, por outro lado, Lula deixou claro que concederia asilo a Battisti - o que só fez no último dia de seu mandato - e pediu à Advocacia-Geral da União um parecer que fundamentasse sua decisão. Cumprindo a determinação, o órgão desprezou a legislação e preparou um parecer político, dando as justificativas "técnicas" de que o presidente precisava para decidir pela permanência de Battisti no País, com o status de imigrante.
O governo italiano voltou a recorrer e o Supremo, para perplexidade dos meios jurídicos, também agiu politicamente, ignorando tanto o tratado de extradição firmado entre o Brasil e a Itália quanto a própria legislação brasileira sobre estrangeiros. Essa desmoralização das instituições jurídicas foi aprofundada ainda mais com a concessão do visto de permanência a Battisti, pelo Conselho Nacional de Imigração. 

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quinta-feira, dezembro 30, 2010

DIOGO MAINARDI: OLÁ, CESARE BATTISTI. POSSO APRESENTAR-LHE MINHA FILHA???

Espera-se que um dos últimos atos de Lula como (argh!) Presidente do Lixo Ocidental seja o de conceder um refúgio permanente ao terrorista italiano Cesare Battisti.

E a grande imprensa brasileira faz o servicinho para minimizar a saia justa do presidente trambiqueiro. Agora há pouco lia no portal do Estadão que o Procurador Geral da República (Putz! estamos ferrados!) emitiu parecer recomendando à sua excelência, o demiurgo botocudo, que negue a extradiação do terrorista. O precedente que se abre neste caso é funesto, irremediavelemtne funesto para o Brasil, tornando o país um valhacouto de criminosos.

A propósito transcrevo artigo que Diogo Mainardi escreveu na revista Veja  que foi às  bancas no dia 31 de dezembro de 2009 (postei no blog nessa data) sobre a novela tosca que cerca o refúgio defendido por Lula, PT, PSOL e demais satélites da idiotia esquerdista que desgoverna o Brasil há oito anos e que provavelmente continuará eternamente no poder face a uma oposição ondulante, leniente e covarde.

O artigo de Mainardi é insuperável. Em poucas linhas resume de forma brilhante o que se poderia designar como a alma botocuda que tipifica o Brasil: o lixo do lixo! O título do artigo é "Questão de Tradição": Leiam: 

Inhame.
Inhame? Inhame é o protagonista de Brazil, o romance que o americano John Updike ambientou no Rio de Janeiro. O tubérculo representa os atributos viris de um trombadinha negro que seduz uma adolescente branca.

O romance só tem isso: inhame para cá, inhame para lá. É John Updike parodiando Agamenon Mendes Pedreira, a maior autoridade brasileira em matéria de vegetais de duplo sentido.

John Updike morreu na semana passada. Eu me lembrei da singela hospitalidade com a qual ele foi recebido durante sua passagem pelo Brasil. Nós herdamos o espírito acolhedor dos tupinambás.

Aos estrangeiros ilustres que desembarcam em nossas praias, vamos logo oferecendo as melhores mulheres da tribo e uns espetinhos tostados de carne humana. John Updike – o Caramuru da Pensilvânia – se impressionou com nosso caráter generoso e, dois anos depois de vir para cá, dedicou-nos seu romance mais desastrado, Brazil.

O refúgio concedido por Lula ao terrorista italiano Cesare Battisti, condenado por participar de quatro assassinatos em nome dos "Proletários Armados pelo Comunismo", é perfeitamente coerente com nosso passado. Nós sempre soubemos acolher os estrangeiros. Em particular, os criminosos.

Fazemos isso desde a época do descobrimento. Antes de voltar para Portugal, Pedro Álvares Cabral abandonou dois degredados portugueses entre os índios. Os primeiros europeus residentes no Brasil foram dois bandidos. Cesare Battisti, acomode-se. Cesare Battisti, posso apresentar-lhe minha filha?
Há outros casos como o dele. O médico nazista Josef Mengele, depois de torturar milhares de prisioneiros em Auschwitz – amputando seus membros, injetando tinta em seus olhos, esterilizando-os com raios X e costurando-os uns aos outros a fim de torná-los siameses –, refugiou-se na Praia de Bertioga.

O chefe mafioso Tommaso Buscetta, acusado de tráfico de drogas e assassinatos na Itália e nos Estados Unidos, escondeu-se no Rio de Janeiro.
Nosso costume de abrigar criminosos de todas as espécies alimentou também as tramas de uma infinidade de filmes estrangeiros.

Como Interlúdio, de Alfred Hitchcock (Ingrid Bergman infiltra-se num bando de cientistas nazistas que opera no Rio de Janeiro). Ou O Mistério da Torre, de Charles Crichton (Alec Guinness rouba um carregamento de ouro de um banco e foge para o Brasil, onde encontra Audrey Hepburn, no papel de Chiquita).
O resto dos filmes ambientados aqui é desoladoramente ruim. O Brasil tem este efeito: nunca consegue inspirar algo que preste. Como aconteceu com John Updike e seu inhame. O Brasil só é bom mesmo para assassinos. Cesare Battisti, aceita mais um espetinho?

domingo, novembro 28, 2010

TIROS CONTRA POLÍCIA PARTIAM ATÉ DOS PRÉDIOS DO PAC ONDE ESTAVAM POSTADOS TRAFICANTES

A expectativa era de uma guerra sangrenta, mas pouco depois de 20 minutos depois da entrada da Polícia Civil, com auxílio de carros blindados, o Areal, considerado o coração do Complexo do Alemão, era declarado “reconquistado”. Os tiros contra os blindados e as equipes de policiais foram poucos e, pela quantidade de armas abandonadas, a suposição é de que os traficantes decidiram fugir mais uma vez.

Do ponto de vista de reconquista do espaço, a operação foi surpreendentemente rápida e bem-sucedida. Mas, se considerados os objetivos de captura da quadrilha, o resultado ainda não veio.

Até o fim da manhã, pouco mais de 20 pessoas estavam detidas – quase todas com passagem pela polícia por tráfico, entre elas uma mulher. Quem tratou de arrefecer o clima de euforia estabelecido com a chegada do estado a locais foi o comandante geral da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte.

“As posições estão conquistadas. Isso não significa, ainda, posição consolidada”, disse Mário Sérgio. A falta de resistência à incursão da polícia na manhã deste domingo é um indício de que, apesar de não serem propriamente um grupo de “crime organizado”, os traficantes do Alemão não podem ser subestimados. Principalmente quando estão em um território que dominavam havia décadas e que a polícia conhece, basicamente, por sobrevôos, informações de denúncias anônimas e relatos de bandidos capturados.

Depois de uma noite de muitos tiros, uso de munição traçante – aquelas que deixam um rastro de luz e permitem ao atirador aferir a pontaria quando não há luz – e até intimidação com disparos a partir de prédios do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o silêncio tomou conta do vale onde se formou o imenso complexo de 13 favelas. Surpreendentemente, a madrugada no Rio não teve, pela primeira vez em uma semana, ataques a carros e ônibus.

A suspeita agora é de que, enquanto uma parte da quadrilha sustentava o tiroteio contra os militares no Alemão, a outra parte do bando – entre eles os mais de 200 cuja fuga foi exibida ao vivo pela Rede Globo na quinta-feira – tenha tratado de se camuflar entra a população de bem ou mesmo tenha escapado ao cerco na região. 

O relações públicas da PM, coronel Lima Castro, evita avaliações precipitadas. “Ainda é muito cedo para saber se traficantes fugiram ou não. Nem há como afirmar que os chefes escaparam”, explicou. Do portal da revista Veja


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sábado, agosto 14, 2010

MAIS DA METADE DO PAC NÃO SAIU DO PAPEL

Novo levantamento realizado pelo Contas Abertas, a partir dos relatórios estaduais divulgados pelo comitê gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), revela que apenas 13% das ações previstas para o período 2007-2010 e pós 2010 foram concluídas.

Das 13.958 ações listadas pelo governo nos três eixos do programa – logístico, energético e social-urbano –, 1.815 foram finalizadas até abril deste ano (veja tabela).

Mais de 7.360 empreendimentos (53%) ainda estão no papel, ou seja, nos estágios classificados como “em contratação”, “não contratado”, “ação preparatória” (estudo e/ou licenciamento) e “licitação”. Exatamente 4.775 ações estão em obras, quantidade que representa 34% do total.
Do site Contas Abertas - Leia TUDO


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