TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador ditadura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ditadura. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, abril 02, 2012

VOCÊ CONCORDA QUE O BRASIL SEJA TRANSFORMADO NUMA REPÚBLICA COMUNISTA DO TIPO CUBANO?


Sempre é bom ouvir a verdade, especialmente de quem participou da luta armada comunista que incendiou o Brasil nos anos 60 dos século passado e que culminou com a reação das Forças Armadas com o  apoio da maioria da população brasileira. Há 48 anos, no dia 31 de março de 1964 os comunistas foram finalmente derrotados pelas forças democráticas e o Brasil se viu raiar de novo a liberdade.
Neste vídeo o jornalista e escritor Fernando Gabeira, admite que os grupos comunistas lutavam pela implantação da ditadura do proletariado. 
Gabeira é dos poucos envolvidos nos grupos terroristas dos anos 60 do século passado que já se pronunciaram publicamente sobre isso no sentido de uma autocrítica. E o faz com a autoridade que lhe confere o fato de ter participado do famigerado sequestro do embaixador americano Charles Elbrick.
Seria muito importante que este vídeo fosse mostrado principalmente para os jovens como aqueles que na semana passada que atacaram o Clube Militar e cuspiram no rosto de oficiais da reserva das Forças Armadas, em sua maioria homens idosos. Logo esses senhores que deveriam estar sendo homenageados como heróis, porque lutaram bravamente para evitar que o regime democrático fosse substituído por uma ditadura do proletariado, como explica de forma clara e natural o jornalista Fernando Gabeira.
Sei que muitos já viram este vídeo. Mas não custa compartilhar em suas redes sociais, utilizando as ferramentas de compartilhamento, sobretudo as do FaceBook e Twitter que estão aqui abaixo, ou até mesmo o email no ícone do envelope.
Se você é professor mostre este vídeo para os seus alunos que já estará contribuindo de forma inequívoca para evitar que os comunistas do PT sequestrem a nossa liberadade. 

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER

domingo, janeiro 15, 2012

AUTOR DO "O MANUAL DO DITADOR" PROVA QUE POPULAÇÃO CUBANA VIVIA MELHOR ANTES DA DITADURA COMUNISTA DE FIDEL CASTRO.

Bruce Bueno de Mesquita
O site da revista Veja publica uma entrevista com um conhecido cientista político americano, Bruce Bueno de Mesquita, que utiliza a teoria dos jogos e ferramentas de computador para analisar a política e antever acontecimentos. O professor ficou famoso por acertar muitas de suas previsões.
No entanto, em entrevista à revista Época, em dezembro de 2009, falhou em uma de suas previsões afirmando que as perspectivas eleitorais de Dilma Rousseff não eram nada boas. Todavia acertou em relação às ditas "conferências sobre mudanças climáticas", prevendo que em nenhuma delas se chegaria a um acordo e foi isto que até agora aconteceu. Quanto à conferência ecochata marcada para o Rio de Janeiro mantém seu ceticismo quanto ao pretendido acordo. A conferir.
Em  tempo: explica-se o sobrenome português desse americano nascido na Califórnia. É filho de judeus-holandeses que emigraram para a América antes da Segunda Guerra Mundial (seu sobrenome português remonta aos judeus de Portugal, expulsos pela Inquisição no século XVII).  

Transcrevo o texto de abertura da entrevista que está no site de Veja pinçando algumas perguntas e respostas com o link ao final para leitura completa. A entrevista está interessante e responde às indagações mais frequentes no que tange à política e ao comportamento dos políticos e à origem e os fundamentos  do poder. Leiam: 
Xadrez, dizia o humorista Millôr Fernandes, nada mais é do que "um jogo chinês que ensina a jogar xadrez". Da mesma forma, para os cientistas políticos americanos Bruce Bueno de Mesquita e Alastair Smith a política "nada mais é do que um jogo praticado pelos governantes". Há 20 anos, os dois vêm usando as ferramentas da estatística, do cálculo e da teoria dos jogos para registrar os padrões de comportamento e - em uma palavra - as regras que comandam a conquista e o exercício do poder. Autores de alguns tijolões acadêmicos, eles acabam de publicar um volume dirigido aos leigos para expor os seus achados. O título é provocador: The Dictator's  Handbook (O Manual do Ditador).
Segundo o livro, quem deseja entender - ou mesmo prever - as ações de um dirigente em qualquer tipo de organização, inclusive as empresas, deve ter em mente uns poucos fatos. Primeiro, que o interesse pessoal, e não o bem comum, é mesmo o motor principal das ações de um governante, e deixar de levar isso em conta conduz a conclusões equivocadas. Em segundo lugar, que o papel das ideologias é muito menos relevante do que se costuma pensar, ao passo que fatos em geral pouco realçados pelos analistas - o tamanho do eleitorado que permite a um líder chegar ao poder, e o tamanho da coalizão que lhe permite exercê-lo - são na verdade a chave para desvendar quase todos os segredos da política. 
"Não é errado dizer que nossa abordagem resulta num retrato cínico, ou seja, sem ilusões, da realidade", diz Bueno de Mesquita. "Mas testamos nossas hipóteses há muito tempo, e acreditamos ter formulado o núcleo de uma teoria geral da política." Leia a seguir trechos da entrevista que o professor da Universidade de Nova York concedeu ao site de VEJA.
Como alguém pode tornar-se um ditador? Em primeiro lugar, ninguém, nem mesmo os maiores tiranos, tem poder absoluto, a ponto de não depender de um certo número de apoiadores. O tamanho desse grupo, que chamamos no livro de coalizão vencedora, é o principal fator que distingue os regimes fechados dos regimes abertos. Se o grupo de pessoas de quem você depende para se manter no poder for pequeno, então lhe será possível - e na verdade bem mais eficaz - governar oferecendo recompensas somente a quem interessa, praticando e aceitando a corrupção. Quanto maior for esse grupo, mais difícil será "comprar" todos os que podem influir no seu futuro político, e então começa a fazer sentido para você investir em políticas públicas. Essa é a verdade fundamental - mas há uma poucas regras complementares que os aspirantes a ditador precisam ter em mente.
Onde as pessoas mais erram ao pensar sobre política? Ao escolher um governante por causa de suas belas palavras, de suas "qualidades" pessoais, de suas idiossincrasias. Quem entra no jogo da política está preocupado, antes de mais nada, com sua própria sobrevivência e com seu próprio bem estar, mais do que com o bem estar das pessoas a quem representa. Por isso o mais importante são as instituições. Quando as instituições determinam que o governante precisa do apoio de muitos não só para chegar, mas também para manter-se no poder, então aumentam as chances de que políticas que beneficiam a todos sejam implementadas. Os regimes democráticos também têm as suas falhas. Quanto mais democrático um país, mais imediatistas serão os seus líderes, pois o “longo prazo” é apenas a próxima eleição. Mas isso não elimina o fato básico de que, nas democracias, é do interesse do líder escolher o que também é melhor para as pessoas. É o empuxo das instituições que nos permite ser otimistas em política, e não a bondade dos candidatos a um cargo público.
Há quem elogie ditaduras como a de Fidel Castro por suas políticas de saúde ou educação. Isso faz algum sentido? Não, isso não faz sentido. Quanto mais longa uma ditadura, maior será a erosão dos indicadores sociais. Sim, é verdade que Cuba tem hoje em dia taxas baixas de mortalidade infantil. O "problema" é que em números absolutos  as taxas de mortalidade melhoraram em quase todos os países do mundo nas últimas décadas, dados os avanços na área da medicina. E quando você vai consultar as estatísticas, percebe que antes de Castro a situação relativa de Cuba era muito melhor - o país estava à frente da França e da Bélgica nesse quesito – e hoje está muito atrás. Falemos agora de educação. A taxa de alfabetização de Cuba, como a da Coreia do Norte, está próxima de 100%. Mas por que um ditador não quereria uma população  alfabetizada? As pessoas precisam saber ler instruções. Quando falamos de política educacional, o que precisa ser observado são os dados do ensino médio e superior. Há vários rankings de universidades internacionais. Se você os analisar, verá que Cuba não consta deles. Na verdade, os únicos países não-democráticos que têm universidades entre as melhores 200 do mundo são China e Singapura. E são pouquíssimas universidades chinesas – se não me engano, só 3. A Rússia, com toda a sua notável tradição cultural, não tem nenhuma universidade nesses rankings. Essa foi a herança do regime soviético. Por que o que os ditadores não querem são pessoas capazes de produzir conhecimento indepentemente. Existe essa mitologia sobre o regime de Castro. Mas pesquise os dados reais e você verá que, comparativamente, a população estava melhor antes dele. Isso não é ideologia, não é propaganda. São estatísticas da ONU. Clique AQUI  para ler a entrevista completa

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Ditadura chinesa teme levante popular por liberdade e acusa 'forças ocidentais hostis'

Sob o impacto da sucessão de revoltas contra regimes autoritários no mundo árabe, um dirigente do Partido Comunista chinês afirmou ontem que o governo de Pequim enfrenta um período turbulento de instabilidade doméstica, agravado pela atuação de "forças ocidentais hostis" que tentam interferir em assuntos internos da China e dividir o país.
Desde o fim da semana passada, vários líderes comunistas alertaram para o aumento de conflitos no país, defenderam uma melhor "gestão social" para administrá-los e ressaltaram a necessidade de intensificar a censura na internet.
No sábado, o presidente Hu Jintao disse em seminário que reuniu toda a cúpula do Partido Comunista que a China ainda está em um estágio de desenvolvimento no qual "muitos conflitos" devem emergir e reconheceu que a capacidade do governo de solucioná-los continua "frágil".
Ontem, a revista Outlook Weekly, editada pela agência oficial de notícias Nova China, trouxe declarações do vice-secretário-geral do comitê de assuntos políticos e legislativos do Partido Comunista, Chen Jiping, segundo o qual os conflitos que "afetam a estabilidade social" continuarão a existir no futuro previsível.
Para Chen, "forças ocidentais hostis" usam o pretexto de defesa de direitos para interferir em assuntos internos da China.
Nas declarações tornadas públicas pela imprensa oficial chinesa, nenhum dos dirigentes fez referência aos protestos pró-democracia no mundo árabe, que já levaram à queda dos governos da Tunísia e do Egito.  A China tem um dos mais sofisticados mecanismos de controle das informações online e todos os sites que tiveram papel relevante na organização de manifestantes no Egito são bloqueados no país, incluindo Facebook, Twitter e YouTube.
Muitos chineses usam ferramentas para contornar a censura e ter acesso. Algumas dezenas de ativistas têm contas no Twitter, por exemplo, mas o número de internautas que consegue escalar a "Grande Muralha de Fogo", como é chamada a censura, é reduzido.
A apreensão dos líderes chineses aumentou no fim de semana, com a convocação anônima de um protesto inspirado nas manifestações dos países árabes. O apelo para uma "Revolução do Jasmim" chinesa teve pouca repercussão, tanto pela censura quanto pela ausência da mesma disposição de questionar o regime vista em países como Tunísia, Egito e Líbia. Leia o texto completo AQUI

MEU COMENTÁRIO: Se não fossem os países democráticos e industrializados do Ocidente que operam na China os chineses ainda estaríam vivendo como no tempo do boi e do arado e passando fome. 

quarta-feira, dezembro 22, 2010

CHÁVEZ APROVA LEI DA MORDAÇA À INTERNET

A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou a reforma da Lei de Responsabilidade Social em Rádio, Televisão e Meios Eletrônicos, que estende para a Internet as restrições de conteúdo que já são aplicadas aos meios audiovisuais. Entre outras restrições, o artigo 28 desta lei classifica como “conteúdos proibidos” mensagens que “promovam ansiedade no público ou perturbem a ordem pública”, “desconheçam as autoridades legalmente constituídas” e “incitem ou promovam a violação da lei existente”.

A cláusula também obriga os provedores de Internet a “estabelecer mecanismos que permitam restringir a difusão de mensagens que se enquadrem nas proibições contidas no presente artigo”. 

Para o deputado oposicionista Ismael García, esta lei piora a situação das liberdades na Venezuela: “Ela está absolutamente em desacordo com a Constituição, a liberdade de expressão e o livre exercício da comunicação no país”, disse ele. Do Blog do Instituto Millenium

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

segunda-feira, setembro 27, 2010

A IMPRENSA IDEAL DOS PETISTAS É A IMPENSA AMORDAÇADA. LEIAM E REPASSEM ESTA PRECIOSA INFORMAÇÃO A QUANTOS TENHAM CAPACIDADE DE FAZÊ-LO!

Transcrevo na íntegra esta matéria da revista Veja desta semana, assinada por Fábio Portela, que explica tudo sobre o plano do PT de implantar a censura à Imprensa caso o Poste de Lula emplaque. É bom que leiam e sugiro que repassem ao seus amigos e parentes através de email aqui mesmo do blog. Basta clicar no íncone do envelope à direita no final deste post, preencher e enviar. Simples e fácil de disseminar uma informação de ouro que pode contribuir para evitar o mal que é manter o PT no poder.

A eleição ocorrerá no próximo domingo. Portanto, mãos à obra. Usem intensivamente os recursos da internet. Isto poderá fazer uma grande diferença. Una-se a esta grande corrente em Defesa da Democracia e da Liberdade. Debata este assunto com seus amigos, parentes e colegas de trabalho. Faça circular esta informção. Leiam:
Os reflexos da sucessão de escândalos que fizeram a lama subir até o gabinete mais próximo da Presidência da República e derrubaram até agora sete funcionários do governo fizeram-se sentir pela primeira vez nas pesquisas eleitorais divulgadas na semana passada. Segundo o instituto Datafolha, a diferença entre os votos da petista Dilma Rousseff e a soma de seus concorrentes caiu 5 pontos porcentuais em sete dias.

A queda provocou uma violenta reação do governo. Não contra os acusados de malfeitorias e corrupção na Casa Civil, de onde emanaram os episódios mais cabeludos, mas contra quem os denunciou. Em uma série de comícios e entrevistas, o presidente Lula dedicou a semana a desferir ataques contra a imprensa com uma virulência inédita. Afirmou que os veículos de comunicação “inventam” coisas e torcem “para o Lula fracassar”. Vociferou contra jornais e revistas que destilariam “ódio” e prometeu “derrotar” aqueles que “se comportam como se fosse um partido político”. Foi um passo perigoso.

Nos países democráticos, a liberdade de imprensa não é um assunto discutível, mas um dado da realidade. E nem eventuais opiniões divergentes, exageros e mesmo erros passíveis de arbitragem e punição cometidos por jornalistas podem pôr em risco o direito de informar, o dever de fiscalizar e de alertar para os abusos perpetrados por quem está no poder.

Quando um presidente da República tenta enxovalhar a imprensa que o critica e ameaça “derrotá-la” significa que acaba de adentrar no temível pântano da censura - e pouca coisa pode ser mais deletéria do que isso para uma democracia. Ao sujar suas botas nesse lodo, Lula se aproxima do que há de pior na política da América Latina. Trilha o caminho dos caudilhos e ombreia-se com tiranetes do porte de Hugo Chávez, o presidente venezuelano que, para não ver suas próprias contradições expostas, solapou jornais, emissoras de rádio e chegou a fechar o principal canal de TV da Venezuela, a RCTV.

Os ataques de Lula contra a imprensa levaram o jornal carioca Extra, das Organizações Globo, a estampar na sua capa uma crítica tão bem-humorada quanto precisa. Na sexta-feira, o jornal circulou com uma carta de baralho em que Lula aparecia como o Rei. Sobre a extremidade superior da carta, a manchete dizia: “Lula é bonito - Essa é a manchete para quem acha que o papel da imprensa é bajular os donos do poder e, por isso, deve publicar apenas notícias positivas do governo. Denúncias de falcatruas são um abuso, uma forma de conspiração". Na outra extremidade do baralho, escrito de ponta-cabeça, vinha a contraposição: “Bonito, hein, Lula.... - Essa é a manchete para os que acham que o papel da imprensa é fiscalizar os atos de qualquer governo, denunciando os desvios e lembrando que eles não estão acima do bem e do mal”.

A estratégia de tentar controlar a imprensa está no DNA do PT. A primeira investida em larga escala contra o que o partido chama de “mídia” se deu em 2004. Naquele ano, Luiz Gushiken, então secretário de Comunicação do governo, levou a cabo uma tentativa frustrada de criar o Conselho Nacional de Jornalismo - um nome pomposo para esconder uma tentação totalitária. A realizar-se o desejo do PT, o conselho iria “orientar, disciplinar e fiscalizar” os jornalistas. A ideia naufragou assim que foi revelada pela imprensa, mas não morreu nem foi enterrada. Em diversas oportunidades, o PT e o governo petista tentaram relançá-la - repaginada, recauchutada ou disfarçada de “conselhos” - aqueles órgãos que seriam formados por uma certa “sociedade civil” que ninguém jamais conseguiu enxergar fora do arco de alianças do partido e que teriam como função, por exemplo, interferir na programação das emissoras de TV.

Na semana passada, num movimento concertado com os ataques presidenciais, o PT organizou uma manifestação contra o que chamou de “golpismo midiático”. Anunciado no site oficial do partido, o ato convocava os filiados a enfrentar “a onda de baixarias que visa forçar a ida de José Serra ao segundo turno”. A “onda de baixarias”, bem entendido, eram as reportagens que revelaram, entre outros descalabros, que petistas violaram o sigilo de pessoas próximas ao candidato do PSDB, José Serra, e que a família de Erenice Guerra, ex-ministra da Casa Civil e ex-braço direito de Dilma Rousseff, operava um balcão de negócios na soleira da porta do gabinete presidencial. A nota irônica do episódio ficou por conta da atual diretoria do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, que se ofereceu para abrigar a manifestação petista contra... os jornalistas.

Talvez tenha sido a forma encontrada por seus diretores de movimentar a desolada sede da entidade, esvaziada por sua irrelevância e falta de representatividade. Entre brados contra a “conspiração da imprensa” disparados pelo presidente do PC do B, Renato Rabello, e discursos em defesa do “controle social da mídia”, feito pela deputada Luiz Erundina, do PSB, chegou-se a uma conclusão que deixou exultantes os participantes: Lula não avançou o quanto poderia no controle da imprensa. Dilma, se eleita, deverá fazê-lo.

Em contrapartida à investida do governo e do PT, um grupo de notáveis se organizou para repudiar os ataques contra a liberdade de imprensa. O grupo incluía, além de representantes históricos da esquerda, como o jurista Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT, nomes como o do arcebispo emérito de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, e dos ex-ministros da Justiça Paulo Brossard, Miguel Reale Junior, José Carlos Dias e José Gregori. Reunido no centro de São Paulo, no Largo São Francisco, em frente à Faculdade de Direito, o grupo presenciou a leitura de um manifesto em defesa da democracia lido por Hélio Bicudo. Colocado na internet, o manifesto contava com mais de 30.000 adesões até sexta-feira. No Rio de Janeiro, a concentração se deu no Clube Militar, onde 500 pessoas se reuniram para discutir os ataques à imprensa - estiveram lá os colunistas Reinaldo Azevedo, de VEJA, e Merval Pereira, de O Globo.

Os principais candidatos a presidente da República também repudiaram o cerco aos veículos de comunicação. O tucano José Serra, em campanha no Mato Grosso, afirmou: “O que está incomodando este pessoal é o fato de que a imprensa está apresentando notícias que mostram abusos, desvios de dinheiro, nepotismo, maracutaia com dinheiro público, e esta imprensa incomoda os donos do poder. É somente isso. Não há país democrático no mundo sem imprensa livre”. A senadora Marina Siva, do PV, tratou do assunto em uma entrevista coletiva em São Paulo: “O presidente fez uma crítica à imprensa que é contraditória com toda a sua trajetória. Considero fundamental a cobertura da imprensa”. A petista Dilma Roussef apresentou-se bem mais comedida do que seus companheiros de partido: “A imprensa pode falar o que bem entender. Eu, o máximo que vou fazer quando achar que devo, é protestar dizendo: está errado o que disseram por isso, por isso e por isso. Usando uma coisa fundamental que é o argumento”. Dilma também rechaçou a mais explosiva das propostas do seu partido: “O único controle social da mídia que eu aceito é o controle remoto na mão do telespectador”. Se Dilma está sendo sincera em suas afirmações, não se sabe. Mas a ela, que nunca teve a oportunidade de exercer um cargo eletivo, cabe o benefício da dúvida. Já em relação a certos representantes do alto-petismo restam apenas certezas, incluindo a de que, em um eventual governo Dilma, o partido insistirá na estratégia autoritária.

O principal defensor deste projeto é Franklin Martins, ex-sequestrador, ex-jornalista e atual ministro da Comunicação Social de Lula. Franklin é o idealizador da estratégia de consumir o dinheiro público na compra do apoio - disfarçado de anúncio publicitário - de pequenos jornais, rádios do interior, revistas e blogs de alcance semelhante. Caso Dilma vença, seu próximo projeto será cuidar da reforma do arcabouço jurídico que regula o funcionamento das TVs abertas e fechadas, das rádios, dos provedores de internet e das empresas de telecomunicações no Brasil.

Franklin pretende criar uma superagência reguladora para o setor. Ela seria responsável pelos aspectos técnicos do setor, mas também - e aqui mora o perigo - teria ascendência sobre os “conteúdos” que ele produz. Eis o pensamento vivo e franco do ministro a respeito do assunto: “Acham que regulação é um atentado à democracia, mas é o contrário: é parte da garantia de competição, de igualdade de direitos, da capacidade de inovação, da massificação dos serviços e do direito da sociedade à informação", embaralha.

Recentemente, Franklin Martins foi autorizado por Lula a viajar para a Europa, tão logo acabem as eleições, para convidar para um seminário representantes de instituições reguladoras da comunicação social da Inglaterra e da Bélgica. Não que o ministro deseje ouvir a opinião de alguém. Ele apenas espera que a presença de representantes de outros países legitime a conferência que tentará, mais uma vez, aprovar o velho programa petista de controle da mídia. O contrapeso à corrente de Franklin dentro do partido é liderado pelo ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, coordenador da campanha de Dilma. Em 2003, ele fez parte da campanha de Lula e foi o fiador da estabilidade econômica no governo. Espera-se que, em um eventual novo governo petista, seja também um fiador da estabilidade democrática.

Ao contrário do que Lula e seu partido querem fazer crer, a liberdade de imprensa não constitui um fim em si mesmo nem visa a preservar a liberdade de expressão para jornalistas ou proprietários de empresas de comunicação. A liberdade de imprensa vai além disso: é um meio para garantir a perpetuação das sociedades livres e democráticas. E não por outra razão é quase sempre a primeira vítima das tiranias de todas as colorações. Da revista Veja desta semana 


CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

quinta-feira, agosto 19, 2010

MAIS UMA PROVA DE QUE ÍNDIO TEM RAZÃO

Neste vídeo, aos 3m17s, Hugo Chávez diz como conheceu Lula -atual presidente do Brasil- e Raul Reyes, segundo maior terrorista- narcoguerrilheiro e traficante das FARC, procurado e morto pelas forças de segurança colombianas, então sob o comando do ex-Presidente Álvaro Uribe.

O 'grande encontro' deu-se em 1995, em El Salvador, no 'Foro de São Paulo', fundado por Luis Inácio Lula da Silva e Fidel Castro.

À época, a revista colombiana Cambio publicou o "Dossiê Brasileño", onde é relatado parte do conteúdo encontrado no computador do narco-terrorista morto. Neste conteúdo, há trocas de emails entre os assessores e pessoas de confiança diretamente ligadas a Lula dentro do palácio do Planalto.

Lula e seus sequazes dirão que isso é matéria requentada. Ao que eu retruco: não é requentada não. Está fervendo e prova mais uma vez as denúncias do deputado Índio da Costa. Entretanto, quando Índio afirmou que há ligações do PT com as FARC foi trucidado pelo jornalismo militante do esquerdismo bocó que domina as redações dos jornais e televisões.

Como já afirmei aqui, o programa eleitoral de José Serra tem de mostrar isso tudo de forma clara à Nação.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

sábado, julho 31, 2010

CHÁVEZ AFIRMA DE DILMA É DA 'LINHA DURA'

Este vídeo dispensa maiores comentários. É claro e objetivo e reflete uma realidade. Me foi enviado através do Twitter pelo presidente da Organização dos Venezuelanos no Exílio - ORVEX (que tem banner/link permanente na coluna ao lado abaixo), Elio Aponte. Notem que a preocupação não se circunscreve apenas aos democratas brasileiros no que diz respeito ao futuro institucional do Brasil, mas também aos venezuelanos que amargam o exílio ou apodrecem nos calabouços da polícia política de Hugo Chávez.

Há poucos dias Chávez prendeu um dos principais líderes opositores venezuelanos, Alejandro Peña Esclusa, que continua nas masmorras da polícia política chavista. Teve seu apartamento invadido pelos bate paus do comunismo bolivariano; suas três filhas menores trancafiadas num quarto; sua esposa em outro e Esclusa algemado e imobilizado pelos botocudos bolivarianos, enquanto seus algozes plantavam no quarto de uma de suas filhas menores 'provas' que ligariam o político opositor ao terrorismo. Algo surrealista, porém deletério, a mostra que o comunismo bolivaria uma as mais nefastas práticas stalinistas para calar seus opositores.

Quem imagina que o Brasil está livre disso se engana. Chávez quando assumiu o poder jurou de pés juntos que respeitaria a Constituição e a alternância do poder. Deu no que deu. Mas as coisas não acontecem de repente. Chávez já está há 11 anos no poder. Fechou o Senado e criou uma Assembléia Nacional por ele dominada. Usando os mecanismos democráticos criou impôs um ditadura no país.

Esta é a realidade tenebrosa que também ameaça o Brasil e exige uma reflexão importante.

Repito que a eleição presidencial, cuja campanha está em curso, é definidora para o futuro das instituições democráticas brasileiras.

Não se iludam! Tanto é que no vídeo é o próprio Hugo Chávez, apoiador de Dilma, que se regozija afirmando que ela, Dilma, é "da linha dura"!

EM TEMPO: Interessante que o vídeo, postado fora do Brasil, provavelmente na própria Venezuela, diz que Dilma é a candidata de Chávez e da Folha de São Paulo. A mostrar que o diário paulistano está perdendo a sua credibilidade não apenas no Brasil, mas também no exterior.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER