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sexta-feira, fevereiro 10, 2012
DENÚNCIA EM VÍDEO MOSTRA QUE ELEIÇÃO PRESIDENCIAL NA VENEZUELA É A SEQÜÊNCIA DE GRANDE FRAUDE QUE MANTÉM CHÁVEZ NO PODER
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quarta-feira, fevereiro 01, 2012
A ÚLTIMA OPORTUNIDADE DE SALVAR A VENEZUELA
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| O diplomata Diego Arria |
Mas a oposição, cujo candidasto será eleito nas eleições primárias de 12 de fevereiro, compete em desigualdade de condições, advertiu Arria, acusando o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) de não ser árbitro independente.
Read more here: http://www.elnuevoherald.com/2012/02/01/1115695/arria-la-ultima-oportunidad-de.html#storylink=cpy
sexta-feira, janeiro 27, 2012
EXTRA! VÍDEO LEVANTA SUSPEITA QUE SISTEMA ELEITORAL DA VENEZUELA É TOTALMENTE CONTROLADO PELO REGIME CHAVISTA E SUSCETÍVEL DE FRAUDE EM GRANDE ESCALA!
ESTE VÍDEO FOI RETIRADO DO YOUTUBE
Documentário veiculado no YouTube denuncia que o sistema eleitoral venezuelano é totalmente controlado pelo regime comunista de Hugo Chávez, dito bolivariano. Os especialistas consideram que tal sistema impede que seja feita uma auditoria independente e não oferece qualquer segurança, já que todas as instâncias do processo são controladas pelo regime chavista. O último órgão de controle foi desativado por uma lei editada por Chávez.
Isto quer dizer que o sistema eleitoral venezuelano permite a fraude em ampla escala. Os especialistas que editaram o vídeo fazem inclusive a comparação com as eleições que eram feitas na Alemanha Comunista, antes da queda do muro.
O vídeo que está em espanhol mas dá para ter uma idéia de como funciona todo o sistema eleitoral bolivariano.
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sexta-feira, novembro 11, 2011
O MITO DA SUPERPOPULAÇÃO MUNDIAL
sábado, fevereiro 19, 2011
Fraudes em programa esportivo do governo do PT turbina caixa de Partido Comunista botocudo
terça-feira, novembro 16, 2010
PANAMERICANO, EMPRESAS FANTASMAS E A SOMBRA DO PT. UMA COISA MUITO MISTERIOSA.
A compra de empresas de participação com capital de R$ 100, feita por dois ex-diretores, como revelou a Folha no sábado, ocorreu entre 1 e 8 dias após a Caixa anunciar, no dia 1º de dezembro, a compra de 35,54% do banco, por R$ 739,3 milhões.
Um dia depois o então diretor jurídico Luiz Augusto Teixeira de Carvalho Bruno e uma sócia, Joyce de Paula, adquiriam a Antillas Empreendimentos, registrada na Junta Comercial de São Paulo com capital de R$ 100.
Elinton Bobrik, diretor de novos negócios, assumiu o controle da Razak Empreendimentos em 9 de dezembro.
Ambas foram criadas para atuar como holding de instituições não financeiras, uma forma de controlar as operações de diversas empresas.
Por meio de uma série de participações cruzadas, fica quase impossível identificar os donos de uma holding.
Essas empresas também facilitam a lavagem de dinheiro por meio de empresas em paraísos fiscais.
As duas empresas -Antillas e Razak- foram criadas pelos sócios Ivan dos Santos Freire e Valdison Amorim dos Santos em São Paulo.
Juntos, os sócios criaram cerca de 50 empresas de R$ 100 nos últimos três anos.
Policiais federais, contadores e advogados especialistas em direito administrativo e tributário afirmaram à Folha que esse tipo de negócio é incomum e pode indicar a empresa fraudulenta.
O que chama a atenção, segundo consultores ouvidos pela Folha, são as estratégias e a quantidade de empresas em comum entre parte dos executivos afastados.
Rafael Palladino, ex-superintendente, aparece como sócio em 20 empresas.
OUTRO LADO
A Folha não localizou até o fechamento desta edição os ex-diretores do PanAmericano -Bobrik e Carvalho Bruno- para comentar o caso.
Santos, ex-estudante de direito envolvido no suposto esquema de abertura de empresas fantasmas, afirmou à Folha que trabalha com assessoria empresarial e que algumas das empresas são criadas a pedido de clientes.
Ele trabalhou como estagiário de um escritório de advocacia que defende o Diretório Estadual do PT em São Paulo e diversos políticos da cúpula do partido. Da Folha de São Paulo
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segunda-feira, novembro 15, 2010
ROMBO NO BANCO DO SÍLVIO SANTOS PODE SER MAIOR
A cifra é resultado da soma de um buraco de R$ 2,1 bilhões em operações de crédito do banco e de R$ 400 milhões na área de cartões.
Mas a informação de que há um rombo dessa magnitude nas operações de cartão de crédito foi passada ao Banco Central pelos próprios dirigentes da holding do apresentador, segundo a Folha apurou.
Como R$ 400 milhões é uma estimativa dos dirigentes do grupo de quanto seria necessário para cobrir "potenciais problemas" com cartões e não foi determinado por fiscalização ou auditoria externa, há risco de que seja impreciso.
O que significa que o rombo total pode ser maior que os R$ 2,5 bilhões reportados, segundo a Folha apurou.
De acordo com auditores do BC, as informações declaradas pelo grupo em relação ao rombo na empresa de cartões de crédito ainda não foram conferidas.
Uma autoridade envolvida na fiscalização do PanAmericano disse à Folha que o tamanho exato do rombo só vai ficar claro à medida que avance o trabalho de escrutínio nas contas da empresa de cartões do grupo -e do próprio banco- tocado até agora principalmente pela nova diretoria.
A suspeita maior é de que os problemas na empresa de cartão de crédito sejam de natureza parecida com o que ocorria nas operações de empréstimo do banco: valores a ser recebidos de clientes no futuro eram inflados nos balanços, aumentando artificialmente o resultado.
FALTA DE FISCALIZAÇÃO
Os dirigentes do grupo de Silvio Santos se manifestaram a respeito da existência de um rombo na área de cartões apenas depois que o BC havia detectado a fraude.
O BC não fiscaliza a área de cartão de crédito, o que facilita desvios. A falta de fiscalização também dificulta a apuração de problemas.
Especialistas em direito bancário, como o advogado Jairo Saddi, coordenador do curso de direito do Insper, defendem há anos a inclusão do setor de cartões de crédito como atividade financeira, o que implicaria na fiscalização do Banco Central.
A autoridade monetária, no entanto, resiste à ideia.
As primeiras irregularidades encontradas pelo BC no PanAmericano foram operações de venda de uma mesma carteira de crédito para duas instituições diferentes.
Vender para outro banco o direito de receber as prestações de empréstimos concedidos é prática comum.
Bancos de porte médio como o PanAmericano fazem isso para levantar dinheiro rapidamente a fim de conceder novos empréstimos.
PREJUÍZO DISFARÇADO
Segundo a Folha apurou, não há dúvida entre autoridades envolvidas no caso de que as irregularidades no PanAmericano foram resultado de fraude e não de erro.
Há indícios de que executivos do banco armaram essas operações fraudulentas para cobrir o resultado deficitário do banco, transformando prejuízo em lucro.
Os problemas financeiros do PanAmericano foram resultado da combinação de dois fatores: custos altos e inadimplência elevada.
Sem base significativa de correntistas, o banco pagava caro para captar recursos no mercado. Além disso passou a ter problemas de inadimplência (o foco do banco são crédito consignado e financiamento de veículos).
O banco tinha de lidar ainda com outros custos altos -também amargados pelos demais bancos, especialmente os de médio porte- como o pagamento de comissões para os "pastinhas".
É como são chamados os trabalhadores autônomos que captam clientes para os bancos, batendo de porta em porta, visitando empresas e repartições públicas. Da Folha de S. Paulo desta segunda-feira
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sexta-feira, novembro 12, 2010
FRAUDE DO PANAMERICANO: AS PERGUNTAS QUE CONTINUAM SEM RESPOSTA. MUITO MISTÉRIO.
Mas ainda não se sabe por que irregularidades tão grandes só foram descobertas há seis semanas pelo Banco Central e passaram pelo crivo de tantas instituições especializadas em descobrir inconsistências contábeis no ano passado, quando a Caixa Econômica Federal comprou 49% do capital votante do Panamericano, assumindo 35,54% do capital total. A história ainda está muito mal contada.
Como essas fraudes passaram pelo crivo de quatro auditorias diferentes e do Banco Central na época em que Caixa fez a decisão de investimento no banco, já que aconteciam há pelo menos quatro anos?
Os dados internos do Panamericano eram auditados pela Deloitte. A KPMG, o Banco Fator e a BDO analisaram as contas do banco durante a operação de venda de participação para a Caixa. Nenhuma delas identificou as inconsistências contábeis. A operação de compra iniciada em 2009 só foi concretizada em julho deste ano após a aprovação do Banco Central.
Houve desvio de dinheiro? Se sim, quem se beneficiou dessas fraudes?
Ainda não se comprovou se as fraudes visavam desviar dinheiro da instituição financeira para outros fins.
Sílvio Santos conversou com Lula sobre o caso?
O apresentador se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 22 de setembro no Palácio do Planalto, com o objetivo de pedir uma doação de Lula ao Teleton, programa de televisão que arrecada dinheiro de empresas e pessoas físicas para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Há especulações de que tenham conversado sobre a liberação de recursos do Fundo Garantidor de Crédito para cobrir o rombo no banco Panamericano. Lula nega.
Por que as irregularidades foram reveladas apenas depois das eleições se o Banco Central já as havia detectado desde agosto?
Em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira, o diretor de fiscalização do Banco Central, Alvir Hoffmann, e o procurador-geral, Isaac Ferreira, esclareceram que a atuação do BC ocorreu há seis semanas, assim que as irregularidades foram detectadas - com base no balanço do segundo semestre de 2010 divulgado pelo banco Panamericano no início de agosto. Mas a história só ficou conhecida pelo público nesta última terça-feira.
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quarta-feira, novembro 10, 2010
FRAUDE DO PANAMERICANO FOI DESCOBERTA HÁ MAIS DE UM MÊS PELO BC. PORTANTO NO INÍCIO DA CAMPANHA ELEITORAL DO 2° TURNO
Na análise feita pelo BC, foi constatado que essas instituições haviam adquirido operações do Panamericano em número menor que o declarado pela financeira do empresário Silvio Santos. É como se o comprador declarasse a aquisição de 10 carteiras, mas o vendedor registrava a venda de 50 operações.
Ao se deparar com a diferença de números, técnicos do BC passaram a avaliar carteira por carteira para encontrar a causa do problema. Foi um trabalho de mais de um mês. "Chegamos à conclusão de que o Panamericano havia vendido operações e não havia dado baixa no balanço. Por isso, o volume declarado era muito maior que o efetivo", diz fonte que acompanhou o processo. O erro se repetiu em várias carteiras especialmente de crédito consignado e financiamento de veículos.
Diante do problema, os administradores do Panamericano foram convocados para prestar esclarecimentos ao BC. De pronto, os gestores da financeira admitiram o problema. "Eles reconheceram que mantinham no balanço um ativo que já havia sido vendido", afirma a mesma fonte. Ao reconhecer a falha, o controlador do Panamericano, o empresário e apresentador de TV, Silvio Santos, tomou a frente das negociações para recuperar a saúde financeira da instituição financeira.
A venda de carteiras é um negócio comum entre bancos de pequeno e grande porte. No segmento de crédito, as instituições são separadas em dois grandes grupos. No primeiro, chamado de "originador", ficam as casas de menor porte - como o Panamericano - que têm pessoal de vendas pulverizado e abrangência capaz de gerar grande volume de empréstimos e financiamentos.
Uma vez realizada a operação, a instituição menor vende a operação aos grandes bancos, que passam a administrar a carteira. Esse grupo é chamado de "gestor" ou "administrador". A operação é lucrativa porque o banco pequeno que vende recebe parte do valor total antecipadamente e pode reinvestir o dinheiro em novas operações de crédito. Para o grande, a compra é vantajosa porque ele ganha a rentabilidade dos empréstimos e tem custo administrativo muito menor que a despesa para se oferecer o mesmo crédito em suas próprias agências. Do portal do Estadão
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terça-feira, novembro 09, 2010
PARA SALVAR BANCO FRAUDULENTO DO SÍLVIO SANTOS TEM DINHEIRO, MAS PARA A SAÚDE NÃO TEM E ACENAM COM CPMF! É VERGONHOSO
Segundo pessoas que acompanham o processo, o rombo é resultado de ativos e créditos fictícios registrados por diretores do Panamericano supostamente para inflar os resultados da instituição.
A operação de empréstimo junto ao FGC foi fechada no último fim de semana, depois que os técnicos do BC conseguiram dimensionar o tamanho do rombo. A fraude passou despercebida pelos controles internos do Panamericano, seus auditores independentes e até pelo pente fino da Caixa Econômica Federal, que no ano passado comprou 49% do capital do Panamericano. Pagou, na ocasião, quase R$ 750 milhões pela participação.
O FGC foi criado em 1995 com objetivo de proteger os depósitos dos clientes do sistema financeiro no País. O crédito para o Panamericano equivale a cerca de 10% do patrimônio do FGC, que somava R$ 25,8 bilhões no fim de setembro.
No fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o próprio Panamericano fala em "inconsistências contábeis que não permitem que as demonstrações financeiras reflitam a real situação patrimonial da entidade".
No texto, o banco também informou a troca de toda a diretoria executiva. O diretor superintendente passa a ser Celso Antunes da Costa, ex-diretor de Integração do Banco Nossa Caixa.
Os R$ 2,5 bilhões que estão sendo aportados superam o atual patrimônio líquido da instituição, de R$ 1,6 bilhão. O banco é o 21º do ranking nacional, com ativos de R$ 11,9 bilhões ao fim de junho.
Um analista explicou que, caso o aporte não fosse feito, o Panamericano ficaria fora das regras do BC e teria de sofrer uma intervenção. O BC, segundo apurou a reportagem, não cogitou fazer a intervenção. Buscou uma solução de mercado.
Inédito. A solução que foi encontrada - empréstimo de longo prazo junto ao FGC - é inédita no País. Um especialista explicou que o banco provavelmente não encontrou no mercado um interessado (nem mesmo a Caixa) justamente por causa do rombo recém-descoberto. Ele observou, no entanto, que o FGC tem como função principal proteger o dinheiro dos depositantes.
Só que o Panamericano, especializado na concessão de empréstimos ao consumo, não tem uma base ampla de depositantes.
Nesta terça, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), as ações do Panamericano apuraram fortes perdas, em meio aos rumores que atingiam a instituição. Os papéis preferenciais (PN) caíram 6,75%. No acumulado do ano, as perdas chegam a 35%. Do portal do Estadão
quinta-feira, outubro 07, 2010
CIRO GOMES, AGORA NA COORDENAÇÃO DA CAMPANHA DA DILMA AFIRMA QUE IBOPE VENDE PESQUISAS E QUE MONTENEGRO VENDE ATÉ A MÃE!
Vejam um parágrafo do texto do Augusto Nunes que faz um inventário das tortuosas e contundentes declarações de Ciro Gomes. Ainda bem que os tucanos se livraram dele...hehe...:
"Em abril de 2009, irrompeu no plenário da Câmara colérico com os parlamentares que achavam prudente usar a cota de passagens aéreas com menos desfaçatez. “Até ontem era tudo liberado!”, esbravejou. “Então, por que mudar? É um bando de babacas!”. Ficou mais bravo ainda quando soube que viera do Ministério Público a informação de que havia financiado com dinheiro da Câmara, tungado dos contribuintes, um giro internacional da mãe. “Ministério Público é o caralho!”, caprichou. ”Não tenho medo de ninguém! Da imprensa, de deputado! Pode escrever o caralho aí!”, recomendou aos jornalistas".
Já imaginaram uma discussão entre o Lula, a Dilma e o Ciro Gomes? Só se houver uma fossa ao lado para dar vazão ao turbilhão de perdigotos putrefatos...
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segunda-feira, setembro 20, 2010
AGORA COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS VÍDEO DE UNIVERSIDADE AMERICANA QUE COMPROVA POSSIBILIDADE DE FRAUDE EM URNA ELETRÔNICA
Aqui o texto que escrevi e que está e post mais abaixo sobre este vídeo qundo ainda só estava disponível em espanhol. Entretanto, como disse as legendas em português agora facilitam a compreensão desse estudo:
Este vídeo foi produzido pela Universidade americana de Princeton, New Jersey e mostra como é possível fraudar uma eleição contaminando uma máquina de votar com um programa malicioso, um 'virus' (malware no jargão da informática).
Segundo o site Fuerza Solidária, onde descobri o vídeo, informa que foi apresentado na Venezuela pela ESDATA. A máquina tem um design bem mais avançado do que aquele das máquinas utilizadas no Brasil na última eleição. Segundo o vídeo, o programa que essa máquina roda é produzido pela empresa Diebold, a mesma empresa que fornece a maioria das máquinas de votar em uso no Brasil. Também é da Diebold o software para operações da Caixa Econômica Federal e outros estabelecimentos bancários e industrais e de serviços. Pelo menos nos caixas das lotéricas o programa é da Diebold, empresa global americana de tecnologia.
Esta máquina, ao que parece, registra o voto e papel e emite um ticket que colocado numa urna permite a realização de auditoria o que não é possível nas atuais urnas eletrônicas utilizadas no Brasil.
A cada eleição ressurge o assunto e se multiplicam pesquisas de especialistas de universidades importantes, como é Princeton, cujas conclusões comprovam a possibilidade de fraude eleitoral.
Publiquei em post recente aqui no blog o caso da urna utilizada na Índia, onde um engenheiro provou que a urna eletrônica indiana, que é similar a brasileira, pode ser manipulada através de um telefone celular. O engenheiro indiano foi preso porque se negou a revelar a fonte que lhe entregou uma urna para a pesquisa.
Não se trata portanto de mais uma teoria conspiratória dessas que circulam pela internet, porquanto vídeos como este reportam estudos sérios feitos por especialistas de vários centros de pesquisas tecnológicas e de universidades importantes, como é o caso de Princeton.
O assunto merece ser debatido de forma aberta e transparente. Quem tem alguma noção de informática sabe perfeitamente que em qualquer computador - e a urna é um computador - pode ser inoculado um malware, ou seja, um virus capaz de reorganizar o funcionamento da máquina e alterar o resultado final da contagem do votos, como é o caso da máquina de votar.
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sábado, setembro 18, 2010
EXTRA! OAB NACIONAL SE RECUSA A HOMOLOGAR AS URNAS ELETRÔNICAS
Os especialistas americanos testaram uma urna fabricada pela empresa americana Diebold, que é a principal fornecedora das máquinas de votar adquiridas pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Dado ao fato do turbilhão de escândalos que envolvem o governo de Lula e seus sequazes, a negativa da OAB nacional de não homologar as urnas adquire especial relevância a quinze dias das eleições. Leiam o que informa Amilcar Brunazo Filho:
Como poucos vão entender a importância e a coragem dessa nova postura da OAB, cabe aqui apresentar um breve histórico.
Em 2002, foi aprovada a Lei 10.408/2002, que previa a adoção do Princípio da Independência do Software em Sistemas Eleitorais a partir de 2004. Esse princípio determina que auditoria do resultado eleitoral possa ser feita de uma forma que não dependa de confiar no software instalado nas máquinas de votar.
Em 2003, a autoridade eleitoral absoluta brasileira, comumente chamada de Justiça Eleitoral, laborou para derrubar essa lei antes mesmo que vigorasse, e conseguiu aprovar a Lei 10.740/2003, que restabelecia a situação anterior, em que a auditoria do resultado eleitoral era substituída por um método totalmente dependente da confiabilidade do software. E, para tentar estabelecer a confiabilidade do software eleitoral, essa lei de 2003 concedeu aos partidos políticos, ao Ministério Público e à OAB a função de validar e assinar digitalmente os programas desenvolvidos pelo TSE. Clique AQUI para ler o artigo COMPLETO
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EXTRA! ESTUDO DE UNIVERSIDADE AMERICANA MOSTRA COMO É POSSÍVEL FRAUDAR UMA ELEIÇÃO COM URNAS ELETRÔNICAS
Este vídeo foi produzido pela Universidade americana de Princeton, New Jersey e mostra como é possível fraudar uma eleição contaminando uma máquina de votar com um programa malicioso, um 'virus' (malware no jargão da informática). O audio é em inglês, porém com legendas em espanhol facilitando a compreensão para quem não entende inglês. Vale a pena ver o vídeo.
Segundo o site Fuerza Solidária, onde capturei este vídeo, informa que foi apresentado na Venezuela pela ESDATA. A máquina tem um design bem mais avançado do que aquele das máquinas utilizadas no Brasil na última eleição. Segundo o vídeo, o programa que essa máquina roda é produzido pela empresa Diebold, a mesma empresa que fornece a maioria das máquinas de votar em uso no Brasil. Também é da Diebold o software para operações da Caixa Econômica Federal e outros estabelecimentos bancários e industrais e de serviços. Pelo menos nos caixas das lotéricas o programa é da Diebold, empresa global americana de tecnologia.
Esta máquina, ao que parece, registra o voto e papel e emite um ticket que colocado numa urna permite a realização de auditoria o que não é possível nas atuais urnas eletrônicas utilizadas no Brasil.
A cada eleição ressurge o assunto e se multiplicam pesquisas de especialistas de universidades importantes, como é Princeton, cujas conclusões comprovam a possibilidade de fraude eleitoral.
Publiquei em post recente aqui no blog o caso da urna utilizada na Índia, onde um engenheiro provou que a urna eletrônica indiana, que é similar a brasileira, pode ser manipulada através de um telefone celular. O engenheiro indiano foi preso porque se negou a revelar a fonte que lhe entregou uma urna para a pesquisa.
Não se trata portanto de mais uma teoria conspiratória dessas que circulam pela internet, porquanto vídeos como este reportam estudos sérios feitos por especialistas de vários centros de pesquisas tecnológicas e de universidades importantes, como é o caso de Princeton.
O assunto merece ser debatido de forma aberta e transparente. Quem tem alguma noção de informática sabe perfeitamente que em qualquer computador - e a urna é um computador - pode ser inoculado um malware, ou seja, um virus capaz de reorganizar o funcionamento da máquina e alterar o resultado final da contagem do votos, como é o caso da máquina de votar.
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sábado, agosto 14, 2010
URNA ELETRÔNICA DA ÍNDIA SIMILAR A BRASILEIRA PODERIA SER MANIPULADA POR CELULAR
Diversos pesquisadores da Holanda, da Índia e dos Estados Unidos trabalharam juntos em um projeto de pesquisa cuja conclusão foi a de que as urnas eletrônicas usadas na Índia são vulneráveis a adulterações. Segundo os especialistas, alguém com a intenção de mudar os resultados das eleições só precisaria de pouco tempo para instalar um componente na urna que seria difícil de detectar e poderia mudar os votos dos eleitores. O estudo foi organizado e liderado por Hari Prasad, um indiano que foi desafiado a mostrar que as urnas poderiam ser alteradas. Mas a comissão eleitoral indiana decidiu não permitir o teste e não cedeu a Prasad uma urna para que pudesse conduzir sua pesquisa. Os pesquisadores afirmaram que obtiveram a urna por meio de uma fonte anônima, já que o governo indiano não cede o equipamento para testes independentes. [O Brasil também NUNCA permitiu a auditoria independente dos softwares utilizada nas urnas eletrônicas brasileiras – quem acompanha nosso site sabe que o “Caso dos Hackers” foi história para “boi dormir”] O componente criado pelos pesquisadores permite que um criminoso controle como a urna contará os votos remotamente usando um telefone celular. Prasad contou com o auxílio de Alex Halderman, professor da Universidade de Michigan com experiência em urnas eletrônicas e de Rop Gonggrijp, um ativista que foi responsável por urnas eletrônicas serem banidas nos Países Baixos. [As urnas eletrônicas tipo às brasileiras, ou seja, sem a impressão do voto, são inconstitucionais na Holanda, na Alemanha e em vários estados norte-americanos.] Leia MAIS - do site Fraude Urnas Eletrônicas.


