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sábado, março 24, 2012

PESQUISA MOSTRA O OPOSICIONISTA CAPRILES TECNICAMENTE EMPATADO COM O CAUDILHO HUGO CHÁVEZ CHÁVEZ NA CORRIDA PRESIDENCIAL

O jovem candidato oposicionista Henrique Capriles
O candidato oposicionista Henrique Capriles estaria tecnicamente empatado com o caudilho Hugo Chávez na corrida às eleições de outubro na Venezuela, revelou pesquisa mostrando que a diferença entre os dois é de apenas um ponto. 

De acordo com a pesquisa de opinião, elaborada pela empresa Consultores 21, a candidatura de Capriles estaria em ascensão e teria uma intenção de voto de 45 por cento, em comparação com 46 por cento de Chávez. 

Não obstante, os resultados da pesquisa de opinião contrastam amplamente com os resultados de outra sondagemdivulgada poucas semanas antes pela empresa Hinterlaces, que dava uma vantagem ao caudilho de 18 pontos à frente do governador do estado de Miranda.   

Especialistas dizem que a diferença entre as pesquisas refletem as dificuldades de sondagens de opinião para medir a percepção do público na Venezuela, onde uma divisão nítida entre o que o eleitorado pensa sobre o presidente e seus pensamentos sobre o estado geral do país. 

Patrícia Ruggeri, diretora da empresa Consultores 21, declarou que as últimas semanas tem favorecido Capriles, que emergiu como o candidato único da oposição nas eleições primárias efetuadas em 12 de fevereiro deste ano.
Com as primárias, e a seleção de um candidato da oposição que agora tem nome, tem cara e que agora pode fazer campanha diretamente, se deteve a tendência ascendente que mostrava Chávez e voltamos a uma situação de empate em quase todas as perguntas apresentadas aos pesquisados", explicou Ruggeri. Tradução livre do espanhol - Leia MAIS - en español

terça-feira, março 20, 2012

CHAVISTAS AMEAÇAM ASSASSINAR CANDIDATO DA OPOSIÇÃO NA VENEZUELA

Oposicionista Henrique Capriles corre risco de vida
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse nesta segunda-feira ter informação sobre um plano para assassinar Henrique Capriles, o candidato da oposição para as eleições presidenciais de outubro. O opositor, que é governador do estado de Miranda, já teria sido alertado.
— O chefe da inteligência se encontrou com a equipe do governador de Miranda, porque há a informação lá fora de querem matá-lo. Não é o governo, de forma alguma. Pelo contrário — disse Chávez, por telefone, a um programa da televisão estatal.
Chávez garantiu que o governo ofereceu proteção ao candidato opositor, mas não deu mais detalhes sobre o suposto plano para matá-lo. Capriles faz atualmente um giro pela Venezuela em campanha. Numa visita recente a uma comunidade pobre de Caracas, reduto de chavistas, tiros foram disparados, mas ele não correu perigo.
— Nós levamos a informação a sério por causa da fonte que nos passou. Nós informamos a equipe de segurança do candidato e oferecemos segurança — afirmou. — Como governo, temos a obrigação de dar proteção a qualquer venezuelano, especialmente nesse contexto.
O presidente venezuelano já denunciou repetidas vezes planos dos Estados Unidos para assassiná-lo, todos sempre negados por Washington. Na linha de acusação de Chávez, apareceram desde exilados e dissidentes cubanos a membros da CIA (agência de inteligência americana) e opositores venezuelanos.
Após 22 dias em Havana, onde tratou uma reincidência de câncer e retirou um tumor maligno, Chávez retornou na última sexta-feira à Venezuela. Ele deve iniciar esta semana a radioterapia.
Apesar das dúvidas sobre seu estado de saúde, Chávez se mantém à frente das pesquisas eleitorais na disputa com Capriles. A diferença varia de acordo com a sondagem, e nas últimas semanas oscilou entre 18 es 33 pontos percentuais a favor do presidente.
No poder desde 1999, o presidente venezuelano, de 57 anos, busca a terceira reeleição — em 2009, conseguiu aprovar em um referendo a possibilidade de se reeleger indefinidamente. No discurso de retorno a Caracas, na sexta-feira, ele indicou ter a intenção de permanecer no poder pelo menos até 2030. Do site de O Globo

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VAZAMENTO DE INFORME CONFIDENCIAL REVELA QUE MORTE DE CHÁVEZ PODE GERAR TRANSIÇÃO TURBULENTA NA VENEZUELA

Culto à personalidade do caudilho
O texto que segue é uma tradução livre que fiz de reportagem do jornal El Nuevo Herald e que pode ser lida aqui no original em espanhol. Considero que, caso Hugo Chávez seja alijado do poder nas próximas eleições ou ainda em decorrência de seu estado de saúde, isto determinará uma considerável mudança nos rumos políticos na América Latina como um todo. Embora o Brasil seja o maior país do continente, Chávez é a baliza que regula as demais Nações integrantes do Foro de São Paulo, a organização esquerdista que articula o movimento comunista internacional na América do Sul. Por esta razão considero que o fenômeno chavista é relevante para qualquer análise que se faça do contexto político latino-americano. Inclusive no que concerne ao Brasil, já que Lula e o PT estão entre os fundadores do Foro de São Paulo. Uma possível guinada democrática e liberal na Venezuela terá impacto sobre todo o continente latino-americano, inclusive no Brasil. O texto é meio longo mas vale a pena ler:
A estrutura de poder altamente personalizada da Venezuela - criada pelo caudilho Hugo Chávez para dissuadir qualquer tentativa de derrubá-lo - acentua o risco de caos e de violência no país, assinala uma análise da empresa de inteligência norte-americana Stratfor, que adverte sobre os múltiplos obstáculos no caminho de uma transição pacífica. Essa análise produzida pela Stratfor faz parte do material vazado pelo grupo hacker-anarquista WikiLeacks.
O relatório, que forma parte de mais de cinco milhões correios eletrônicos dessa companhia de inteligência corporativa vazados pelo WikiLeacks, esboça o emaranhado sistema de rivalidades, confrontos e suspeitas mútuas que Chávez plantou ao seu redor e o potencial de conflito interno no caso de desaparecer do cenário político devido ao câncer.
GOVERNO PERSONALISTA
"O presidente venezuelano Hugo Chávez construiu ao seu redor um sistema de governo personalista que requer sua específica supervisão e participação. Adicionalmente, criou um arco de estruturas de apoio político que gera antagonismos entre elas para desestimular sua remoção", destaca o relatório escrito em julho de 2011.
"É por isso que nós consideramos que o afastamento de Chávez seria um evento que desestabilizaria significativamente o país", enfatiza o documento da Stratfor.
Chávez, que regressou na última sexta-feira à Venezuela depois de ser submetido a uma intervenção cirúrgica em fins de fevereiro em Havana, insiste em que se recupera satisfatoriamente e que será o candidato à releição no pleito de outubro vindouro.
Mas insistentes versões asseguram que está muito mais enfermo do que deixa entrever, e pessoas que afirmam ter tido acesso à informação detalhada sobre sua condição médica assinalam que tem um prognóstico de vida que vai dos 12 aos 16 meses.
A doença do caudilho gera dúvidas sobre o que aconteceria no cenário político dos país casos se veja obrigado a soltar as rédeas do poder, ante o risco de que seus diferente pilares de sustentação, que incluem grupos paramilitares vinculados à revolução, os militares e os agentes cubanos, lutem entre eles para tratar de controlar a enorme renda do petróleo.
Nenhum deles, entretanto, poderia atuar abertamente enquanto Chávez continue com vida. O informe assinala que Chávez segue sendo o líder político mais popular do país apesar de ter demonstrado ineficiência ao tratar dos principais problemas durante seus 13 anos de governo. 

ESQUEMA POPULISTA 
Sua popularidade é produto de seu vasto carisma, da elevada conexão emocional que mantém com os setores populares e a prioridade do gasto social e a execução de políticas populistas com uma retórica que constantemente se pronuncia em favor da redistribuição da riqueza.
A popularidade é identificada pelo relatório da Stratfor como a primeira linha de suporte com a qual conta Chávez, porque o regime lhe confere um escudo de legitimidade atrás do qual se protege das constantes acusações de autoritarismo lançadas com frequência pela oposição.
As políticas sociais executadas exercem um alto custo para os cofres do Estado. Nos últimos anos de seu mandato, Chávez tem contado com uma substanciosa renda decorrente do petróleo o que tem permitido financiar seus programas graças aos preços do petróleo bruto que tem quadruplicado desde que assumiu o poder em 1999.
Mas a produção petrolífera está em franca deterioração, diminuindo em cerca de 25% desde os 3.2 milhões de barris diários em 2001 a 2,4 milhões de barris em 2010, assinala o relatório.
Essa diminuição é atribuída pelo aos escassos investimentos realizados pela estatal Petróleos da Venezuela S/A, em obras de exploração e produção, requeridas para compensar o declínio natural dos poços de produção existentes.
Chávez semeia intrigas e incertezas
CHÁVEZ E OS MILITARES
Além do respaldo popular e da renda do petróleo, o regime de Chávez depende do apoio das Forças Armadas para manter-se de pé.
Os militares participaram em três falidos golpes de Estado desde 1992, e em cada um dos três casos - dois deles em favor de Chavéz e um contra o caudilho - buscaram ou trataram de conseguir apoio público ou tentaram tirar proveito das manifestações de descontentamento popular.
Caso se produza uma tentativa de mudança do regime, a posição das Forças Armadas seria determinante, mas os autores do informe dizem que os militares dificilmente fomentariam uma tentativa de mudança.
"É improvável que os militares façam algo mais do que oferecer apoio - o mínimo que fariam seria a recusa de envolver-se [de produzir algum conflito] - ao atual regime antes de que se apresente um cenário completo de desestabilização", afirma. "Inclusive em tempos de turbulência, os militares dariam um passo atrás e não participariam no conflito até certificar-se de que o atual governo perdeu sua legitimidade".
Um dos grandes problemas que impedem a tentativa das Forças Armadas de jogar um papel como protagonista de mudança de regime é a falta de unidade interna.
"É em consequência possível que elementos dentro das Forças Armadas cometam um erro de cálculo, e atuem antes de Chávez perder total legitimidade. Nesse cenário, os choques entre as diferentes facções não podem ser descartados", sustenta.
Milícias Bolivarianas criadas por Chávez
MILÍCIAS BOLIVARIANAS
O regime por outro lado, conta com as Milícias Bolivarianas, criadas precisamente para que atuem como contrapeso às Forças Armadas.
"Organizadas na vizinhanças das cidades venezuelanas e no campo, as Milícias Bolivarias são a apólice de seguro de Chávez contra um golpe de Estado. Ao armar cidadãos, Chávez faz com que qualquer ameaça a seu governo seja mais incerta e aumente as probabilidades de que qualquer ameaça contra seu governo dispare uma onda generalizada de violência", segundo o informe da Stratfor.
A presença cubana no país é outro dos elementos que coloca obstáculos a um projeto de transição.
PRESENÇA CUBANA
Cuba tem jogado um papel chave na sobrevivência do regime, servindo como um observador externo leal dos assuntos políticos da Venezuela.
"O uso de ativos de inteligência de um jogador externo interessado em manter o fluxo barato de petróleo ajuda Chávez a manobrar cuidadosamente e administrar situações de política doméstica potencilmente venenosas", ressalta.
O risco para os cubanos é que a assunção do poder de algum líder venezuelano menos ideologicamente comprometido com o socialismo poderia por em jogo o extenso subsídio petroleiro outorgado por Caracas, o qual por suas vez constituiria um duro golpe para a sustentabilidade do regime de Fidel Castro.
O informe da Stratfor adverte que as atuais condições criam as perspectivas para dois cenários muito negativos, embora assinale que esses não seriam necessariamente os mais prováveis.
No caso de que Chávez morra sem contar com um hábil ou claro sucessor, o país poderia ver uma luta armada pelo poder.
"Os militares tratariam de tomar o controle, mas as milícias de Chávez poderiam encontrar a força e as armas para lutar. Nesse caso, um cenário em que os cidadãos norte-americanos na Venezuela tenham que ser evacuado é provável", adverte.
Outro cenário de desestabilização seria de caráter econômico e se produziria em decorrência de uma abrupta queda nos preços do petróleo. "Desestabilizaria os programas sociais do governo, propiciaria o colapso econômico e provocaria um descontentamento generalizado", conclui o informe.Tradução livre do site do jornal El Nuevo Herald - Clique AQUI para ler no orginal em espanhol

quinta-feira, março 08, 2012

JORNALISTA VENEZUELANO NELSON BOCARANDA SOFRE AMEAÇA DE SEQUESTRO E EXECRAÇÃO PÚBLICA

Jornalista Nelson Bocaranda
O jornalista Nelson Bocaranda, um dos mais importantes da Venezuela, inclui uma nota em sua coluna postada nesta madrugada de quinta-feira denuncia umm plano de agentes do governo chavista destinado a destruir sua reputação. O plano, segundo o jornalista, incluiria sequestro. Bocaranda foi quem revelou pela primeira vez que Chávez sofria de câncer. Em tradução livre, esta é a nota postada por Bocaranda que está aqui em seu site e também no jornal El Universal, o mais importante diário da Venezuela que publica sua coluna diária. Leiam:
"A reação da canalha vermelha ante as verdades que escrevo e não podem desmentir urde um plano para desprestigiarme por sua rede de meios de comunicação públicos que incluiria um sequestro e a posterior aparição "drogado" em um hotel para após tomar-me fotos para uma montagem vultar com o que pretendemdestruir minha credibilidade. Um dos envolvidos confessou a uma amiga colunista de outro diário recomendando que não ande sozinho. Faço responsável o governo de qualquer coisa que se passe comigo ou aos meus entes queridos. Seguirei informando."

EN ESPAÑOL: La reacción de la canalla roja ante las verdades que escribo y no pueden desmentir urde un plan para desprestigiarme por su red de medios públicos que incluiría un secuestro y la posterior aparición “drogado” en un hotel tras tomarme fotos para un montaje vulgar con el que pretenden dañar mi credibilidad. Uno de los involucrados se lo confesó a una amiga columnista de otro diario recomendándome no andar solo. Hago responsable al más alto gobierno de cualquier cosa que me pase a mí o a mis seres queridos. Seguiré informando.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

CASO VENÇA O CÂNCER DE A ELEIÇÃO DE OUTUBRO, CHÁVEZ PODERÁ TENTAR CRIAR UM ESTADO TRANSNACIONAL CUBA-VENEZUELA

Chávez empunha orgulhoso bandeira cubana. Comenta-se que pretende criar Estado Transnacional Cuba-Venezuela
O caudilho Hugo Chávez continua com suas provocações costumeiras. Nesta foto acima desfralda a bandeira de Cuba, país que hoje está infiltrado em todas as atividades governamentais venezuelanas, segundo é veiculado de forma insistente pela grande mídia internacional e pelos jornais de oposição ao regime chavista.
Há inclusive um esquema entre Chávez e Fidel Castro e seu irmão Raúl, que faz o entrosamento entre os órgãos de inteligência (polícias políticas) de Cuba e Venezuela.
Todas as informações dos cidadãos venezuelanos estão contidas num chip incrustrado no cartão eletrônico de identidade que tem acesso remoto pela polícia política de Chávez, o Serviço bolivariano de Inteligência (SEBIN). 
Segundo reportagem veiculada recentemente pelo jornal El Nuevo Heraldo de Miami (EUA), esse sistema que hospeda informações de todos os venezuelanos num centro de tecnologia em Cuba, controlado pela ditadura castrista, deverá ser definitivamente implantado caso o caudilho consiga se reeleger nas eleições presidenciais marcadas para outubro deste ano.
Este, aliás, é um dos temas que deverão ser abordados pelo candidato oposicionista Henrique Capriles Rondonski, eleito domingo durante as primárias da Mesa de Unidade Democrática (MUD) como candidato único das oposições contra Hugo Chávez.
Outra questão diz respeito a intromissão de funcionários cubanos em órgãos governamentais da Venezuela, coisa que irrita os cidadãos venezuelanos que são vigiados por agentes secretos de Fidel Castro que atuam em território venezuelano.
Comenta-se, inclusive que, caso Chávez sobreviva ao câncer e vença o pleito de outubro, deverá criar um Estado Transnacional que unirá a Venezuela a Cuba.
Esse são alguns pontos sensíveis que o candidato Capriles deverá denunciar durante a campanha eleitoral. Capriles tem dito que seu discurso será moderado, porém firme. 
Entretanto, ao que parece, a MUD ainda pisa em ovos e não definiu a linha político-ideológica de sua campanha.

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CHAVISTAS PARTEM PARA O ATAQUE E BAIXARIAS CONTRA A OPOSIÇÃO, ENQUANTO HUGO CHÁVEZ GUARDA SILÊNCIO. POR ENQUANTO.

 Capriles agora é alvo de ataques dos bate-paus de Chávez
A campanha presidencial na Venezuela mal começou, mas aliados do governo já lançam uma série de ataques políticos e pessoais contra o governador de Miranda, Henrique Capriles Radonski, escolhido para enfrentar o presidente Hugo Chávez nas urnas no dia 7 de outubro. Enquanto Chávez permaneceu pelo terceiro dia em um atípico silêncio, seus aliados fizeram acusações sobre a sexualidade do opositor e sobre a legitimidade das primárias. Mas a principal polêmica do dia ficou por conta de uma decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) de impedir a queima dos registros de nomes e números de identificação dos eleitores que participaram das primárias da oposição do último domingo.
A decisão, anunciada em poucas horas, atendia a um pedido de Rafael Velásquez (candidato independente à prefeitura de Gómez), interessado em pedir a recontagem de votos, e determinava que os dados ficassem sob custódia das Forças Armadas. A maioria dos juízes do TSJ foi nomeada pelo Congresso sob o controle de Chávez. A oposição havia se comprometido a queimar os papéis para evitar a identificação dos eleitores. Na mente dos venezuelanos, ainda está viva a memória do referendo de 2004 contra Chávez, usado depois para promover uma série de demissões entre os “traidores”.

Agressões e suposto documento policialz

No Twitter, a deputada e ex-pré-candidata María Corina Machado protestou. “Os registros estão sob custódia da Mesa de Unidade Democrática (MUD, coalizão de partidos opositores) e vamos defendê-los com tudo diante de qualquer pretensão do regime”.

O secretário-executivo da coalizão, Ramón Guillermo Aveledo, disse que a decisão era inconstitucional e um sinal de que o governo recorre agora à “estratégia do medo”. Para o ex-pré-candidato Diego Arria, a decisão do TSJ é “uma sentença de morte aos direitos, à eleição com liberdade e regras de jogo limpas”. Representantes da MUD, no entanto, asseguraram que todos os registros já haviam sido queimados.
Além de questionar os resultados da votação, que atraiu quase 3 milhões de eleitores, o líder da Assembleia, Diosdado Cabello, classificou Capriles como o candidato do imperialismo.
— O candidato antipatriota agora tem um rosto — disse.
Mas o ataque mais direto foi feito por Mario Silva, apresentador do “La Hojilla” (A Navalha), na TV estatal. Após insultar líderes da oposição, Silva leu um suposto documento policial relatando que Capriles foi flagrado no ano 2000 fazendo sexo com outro homem em um carro. O candidato negou as alegações. No Twitter, proliferavam comentários de defensores com a frase: “E (Evo) Morales, que não tem primeira-dama?”, em referência ao presidente da Bolívia.
Outro comentarista, Adal Hernandez, escreveu um perfil mordaz sobre o opositor, com o título “O inimigo é o sionismo”. Capriles tem ascendência judaica e costuma comentar em público que os avós fugiram da repressão nazista. O candidato, que é católico praticante, não respondeu ao perfil e foi nesta terça-feira visitar o santuário da Virgem do Vale, padroeira do leste do país. Do portal de O Globo

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sexta-feira, fevereiro 10, 2012

DENÚNCIA EM VÍDEO MOSTRA QUE ELEIÇÃO PRESIDENCIAL NA VENEZUELA É A SEQÜÊNCIA DE GRANDE FRAUDE QUE MANTÉM CHÁVEZ NO PODER


Durante uma entrevista coletiva à imprensa na reunião de cúpula dos Ministros de Defesa da Colômbia e da Venezuela, o canal de TV chavista Telesur e o Ministro do Interior e Justiça da Venezuela, Tareck El Aissame, censuraram e atacaram à jornalista da TV independente Globovisión, Carolina Alcalde, quando esta perguntou ao Ministro da Defesa da Venezuela, general Rangel Silva, sobre suas amplamente conhecidas declarações de que as Forças Armadas na Venezuela estão "casadas" com Hugo Chávez e são chavistas.
A informação é da Organização dos Venezuelanos no Exílio (ORVEX) e acaba de ser veiculada no Twitter @Orvex pelo seu presidente Elio Aponte. 
 "Chávez tem dito que reconhecerá o eventual triunfo da oposição nas eleições presidenciais de 7 de outubro de  2012 porque ele sabe que de todos os modos ganhará devido ao fato de que se mantém no poder mediante uma fraude eleitoral continuada", adverte a ORVEX.
A pergunta da jornalista de fato colocou Rangel numa saia justa. Em seguida o famigerado Ministro da Justiça sabujo de Chávez, o árabe-venezuelano Tareck Al Aissame fustigou a jornalista, conforme vocês podem conferir no vídeo. Isto dá uma idéia da truculência do regime chavista que censura à imprensa e chega a tirar do ar as informações que revelam a verdade dos fatos.
A cada dia surge mais desconfiança sobre o processo eleitoral venezuelano, já que Chávez o controla totalmente com um esquema que inviabiliza qualquer tipo de auditoria independente.

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segunda-feira, fevereiro 06, 2012

OPOSIÇÃO DA VENEZUELA REALIZA ELEIÇÕES PRIMÁRIAS PARA ESCOLHER UM ÚNICO CANDIDATO. É UM ÓTIMO EXEMPLO PARA A COMBALIDA E DIVIDIDA OPOSIÇÃO BRASILEIRA!


Depois de levar vários olés do caudilho Hugo Chávez, que está empoleirado no poder há quase 12 anos e pretende se eternizar na presidência transformando-se no único ditador "eleito" que se registrará na história, a Oposição venezuelana se uniu na denominada Mesa de Unidade Democrática (MUD). É a primeira vez que os partidos de oposicão na Venezuela seguem unidos ao pleito presidencial marcado para outubro deste ano de 2012. E desta vez, além de unidos, estão muito organizados. Haverá até uma novidade que são as eleições primárias que escolherão o candidato oposicionista contra a máquina comuno-bolivariana de Hugo Chávez.
Está aí um ótimo exemplo para a combalida, dividida e sabuja oposição do Brasil. 
A MUD está agora empenhada na mobilização de milhares de venezuelanos que vivem no exterior, a maioria constituída de perseguidos pelo regime chavista, instando-os a votarem nas eleições primárias marcadas para o dia 12 de fevereiro. Há um blog da MUD, intitulado Venezolanos en el Mundo onde estão as convocatórias para os venezuelanos espalhados por diversos países convidando-os a participarem das primárias do dia 12 deste mês de fevereiro, que é um domingo.
É com grande honra que registro centenas de leitores venezuelanos da própria Venezuela e de diversos países do mundo, com destaque para Estados Unidos e Europa, razão pela qual faço a postagem do vídeo acima e recomendo que visitem o blog da MUD onde há informações sobre os horários e locais de votação de todos os países que registram maciça imigração venezuelana. Também clicando no vídeo os venezuelanos podem encontrar muitas informações no YouTube postadas pela MUD. Clique AQUI para conhecer Venezolanos en el Mundo 

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quarta-feira, fevereiro 01, 2012

A ÚLTIMA OPORTUNIDADE DE SALVAR A VENEZUELA

O diplomata Diego Arria
O ex-embaixador da Venezuela antes as Nações Unidas, Diego Arria, advertiu que as eleições presidenciais venezuelanas deste ano constituem uma das conjunturas mais importantes na história do país que definirá se finalmente despera do que tem sido um pesadelo de 13 anos ou se termina por subumbir nas mandíbulas de uma ditadura comunista.
Mas Arria, um dos cinco aspirantes por conseguir a indicação da oposição para as eleições presidenciais de outubro, admitiu aue o caminho quer os opositores tem diante de si não nada fácil devido ao férreo controle que o caudilho Hugo Chávez exercer sobre a autoridades eleitoral.
"Eu firmemente creio que esta será a última oportunidade de perder ou resgatar o país", disse Arrias durante uma entrevista coletiva de imprensa nos Estados Unidos.
"Uma vitória do senhor Chávez [...] poderá significar a dissolução do Estado de venezuelano, convertendo-se numa república socialista absolutamente, e inclusive abrindo as portas para associar-se com estados como o Estado cubano, com a criação de um estado supranacional" - observou.

Mas a oposição, cujo candidasto será eleito nas eleições primárias de 12 de fevereiro, compete em desigualdade de condições, advertiu Arria, acusando o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) de não ser árbitro independente.
"Esta é a última parada do senhor Chávez e aglutinam-se todos os piores setores de seu governo para fazer a última resistência", frisou Arria, que também foi ministro e governador durante administrações anteriores.
"Se os venezuelanos não enfretarem seriamente o Conselho Nacional Eleitoral, que é o ministério de eleições do senhor Chávez, será muito difícil, para não dizer quase impossível, ganhar as eleições", acrescentou.  Leia AQUI toda a entrevista - en español

Read more here: http://www.elnuevoherald.com/2012/02/01/1115695/arria-la-ultima-oportunidad-de.html#storylink=cpy

sexta-feira, janeiro 27, 2012

EXTRA! VÍDEO LEVANTA SUSPEITA QUE SISTEMA ELEITORAL DA VENEZUELA É TOTALMENTE CONTROLADO PELO REGIME CHAVISTA E SUSCETÍVEL DE FRAUDE EM GRANDE ESCALA!


ESTE VÍDEO FOI RETIRADO DO YOUTUBE

Documentário veiculado no YouTube denuncia que o sistema eleitoral venezuelano é totalmente controlado pelo regime comunista de Hugo Chávez, dito bolivariano. Os especialistas consideram que tal sistema impede que seja feita uma auditoria independente e não oferece qualquer segurança, já que todas as instâncias do processo são controladas pelo regime chavista. O último órgão de controle foi desativado por uma lei editada por Chávez.
 
Isto quer dizer que o sistema eleitoral venezuelano permite a fraude em ampla escala. Os especialistas que editaram o vídeo fazem inclusive a comparação com as eleições que eram feitas na Alemanha Comunista, antes da queda do muro.
 

O vídeo que está em espanhol mas dá para ter uma idéia de como funciona todo o sistema eleitoral bolivariano.

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domingo, janeiro 15, 2012

REVISTA BRASILEIRA REVELA QUE CHÁVEZ TEM CÂNCER ATÉ NOS OSSOS E APONTA SEUS POSSÍVEIS SUCESSORES

Clique AQUI para conhecer os possíveis sucessores de Chávez
Faltando pouco menos de um mês para as prévias da oposição que escolherão o candidato para enfrentar Hugo Chávez nas eleições de outubro, o futuro democrático da Venezuela ainda é uma incógnita. Quando o ditador anunciou estar com câncer, em junho do ano passado, e entregou (em partes) o comando do país ao vice-presidente para se tratar em Cuba, começaram a surgir dúvidas sobre sua permanência no poder. Para abafar os boatos, quatro meses depois, ele voltou a público para dizer que estava curado. Contudo, fontes venezuelanas apoiadas em exames médicos, afirmam que Chávez não deve ter forças sequer para concorrer no próximo pleito - conforme publicou em novembro reportagem de VEJA, que teve acesso a um conjunto de relatos detalhados sobre a evolução do seu câncer. Com metástases até nos ossos, a sobrevida do caudilho dificilmente superaria um ano. Diante desse cenário, o coronel de 57 anos pode ter de abrir mão do quarto mandato (confira a linha do tempo abaixo), o que obrigaria todo o país a se reorganizar sem o homem que sempre fez questão de centralizar em si todo o poder.
Analistas ouvidos pelo site de VEJA acreditam, porém, que dificilmente o tirano desistirá de concorrer, o que deve complicar todo o processo. "Chávez se considera tão invencível, que não entrega os pontos nem para a própria doença. O maior motivo de esconder o câncer é deixar tanto a oposição quanto o seu próprio partido despreparados para sua sucessão", diz Vanessa Neumann, conselheira sênior do instituto de pesquisa Foreign Policy. Tudo porque ele faz questão de continuar sendo visto como um "líder" até o último dos seus dias - ora no papel de opressor, ora como um mártir. E para não perder nenhum apoio, ele se esforça ao máximo para passar uma aparência saudável, mesmo que algumas fotos o flagrem em expressões de sofrimento. "Caso o ditador chegue a se candidatar e ganhar o pleito, tudo continuará como antes: seu poder se manterá consolidado e centrado na sua figura, e novas alianças serão formadas até a sua morte", afirma Mark Jones, professor do departamento de Ciências Políticas da Universidade Rice.
Nem seus aliados conhecem detalhes sobre a doença e seu verdadeiro estado de saúde. A intenção de Chávez é evitar que, prevendo seu afastamento, divisões já comecem a ser planejadas. O Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) tem uma ala militar e outra civil que certamente tentarão bloquear uns aos outros. Temendo que os militares tomem o poder, por exemplo, os civis podem se filiar a outros partidos para terem mais chances na sucessão. "Se isso começar desde agora, Chávez terá problemas de governabilidade", ressalta Vanessa. E diante de chavistas fragmentados por uma forte disputa pelo poder, a oposição se uniria (mais) em torno de uma real chance de vencer. "Se perceberem que ele está doente e talvez não consiga concorrer ou ganhar as eleições, mesmo os chavistas podem não confiar em outro candidato apontado pelo próprio Chávez e acabar apoiando a oposição." Clique AQUI para ler a reportagem COMPLETA

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segunda-feira, janeiro 02, 2012

CÂNCER CONTINUA SENDO O MAIOR OBSTÁCULO PARA O PROJETO DE REELEIÇÃO DE HUGO CHÁVEZ

Chávez aparece mais, porém continua visivelmente inchado.
O cabelo começa a brotar de sua careca e, ainda que continue visivelmente inchado, o caudilho Hugo Chávez agora mostra mais energia e passa mais tempo em atos públicos na tentativa de dar credibilidade a suas palabras de que já não tem câncer. É uma mensagem constantemente reiterada pelo tiranete, que com seu slogan "Viver Vivendo" trata de desmentir as insistentes versões de que a enfermidade se encontra numa etapa avançada e garantir que está em condições físicas, não só de derrotar a oposição nas eleições presidenciais de outubro, mas de governar a Venezuela por mais duas décadas, segundo reportagem do jornal El Nuevo Herald.
As dúvidas persistem sobre a longevidade da chamada "revolução bolivariana" num momento em que aparecem sinais de que o descontentamento da população está aumentando, que a oposição começa  a aprender com seus erros do passado e que Washington está perdendo a paciência frente às estranhas articulações entre Caracas e Teerã e os vínculos entre os generais de Chávez e o narcotráfico. E no meio de tudo isso está a enfermidade, que segue jogando contra o projeto de reeleição de Chávez, ainda quando o caudilho reitera insistentemente que já não há uma só célula cancerígena em seu corpo.
"Ainda quando não há certeza sobre o desenlace final da enfermidade, não é o mesmo um candidato presidencial em forma, na pleniturde de suas condições físicas", sustenta o analista político John Magdaleno. "A campanha deste ano será uma campanha muito exigente, muito desgastante e teria que ver o tipo de campanha que pode realizar o presidente".
No momento, são muitos os que monitoram discretamente as aparições públicas de Chávez em meio às incessantes especulações sobre sua saúde e as informações filtradas desde altas esferas do governo que assinalam que o estado médico do caudilho é muito pior do que deja entrever.
O próprio Chávez teve que sair desmentindo no ano passado as declarações do reconhecido médico Salvador Navarrete, o qual disse ser médico da família presidencial, e declarou a uma revista mexicana que Chávez tem um câncer avançado e muito agressivo e que sua expectativa de vida podia ser de até dois anos.
Roger Noriega, o ex-subsecretário de Assuntos Hemisféricos do Departamento de Estado americano, crê que as expectativas de vida do mandatário são inclusive menores. "Segundo fonte que me tem proporcionado informação privilegiada e documentos desde dentro do regime venezuelano, o câncer de Chávez propaga-se muito mais rápido do que se previa e poderia causar-lhe a morte antes das eleições presidenciais de outubro", assegurou recentemente o diplomata e também ex-embaixador americano ante à Organização dos Estados Americanos (OEA).
"Chávez quer que seu povo acredite que se curou há meses e que as recentes visitas a Cuba têm confirmado sua recuperação milagrosa. Entretanto, sua deterioração física se acelera mais rápido do que seus médicos haviam previsto e, apesar desta grave situação, Chávez tem insistido em receber doses baixas de quimioterapia para evitar longas ausências da cena política durante este frágil perído", acrescentou Noriega.
Os esforços do caudilho em aumentar suas aparições públicas se produzem num momento em que aumenta o descontentamento dos venezuelanos ante o aprofundamento dos problemas do país. É um descontentamento que em teoria poderia favorecer os candidatos da oposição, quando pesquisas assinalam que os oposicionistas começam a posicionar-se favoravelmente aos olhos do eleitorado.
Segundo uma sondagem da oposição se as eleições tivessem ocorrido em dezembro de 2011, Chávez seria derrotado por três dos seis oposicionistas e um quarto candidato opositor teria empatado com ele. A pesquisa também mostrou significativa deterioração da confiança dos venezuelanos em que um Chávez doente possa solucionar os problemas do país.  Leia MAIS - en español

quarta-feira, dezembro 07, 2011

PESQUISA APONTA CRESCIMENTO DA OPOSIÇÃO NA VENEZUELA E SE ELEIÇÕES FOSSEM HOJE CHÁVEZ SERIA DERROTADO

O candidato Henrique Capriles é um dos nomes fortes da Oposição
Três dos seis candidatos da oposição derrotariam o caudilho Hugo Chávez se as eleições fossem hoje e um quarto empataria com ele, revelou uma pesquisa que mostra uma pronunciada queda nos níveis de apoio ao ditador venezuelano.
A pesquisa, elaborada pela empresa Alfredo Keller y Associados, também mostrou significativa deterioração na confiança dos venezuelanos em que um Chávez doente (o caudilho sofre de câncer) possa atender os problermas do país, e que os representantes da oposição começam a se posicionar com êxito frente ao eleitorado.
"Estas são boas notícias para a oposição", disse Alfredo Keller, presidente da empresa de pesquisas que leva seu nome, em entrevista ao jornal El Nuevo Herald, de Miami (EUA). Leia MAIS - en español

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domingo, setembro 25, 2011

CHÁVEZ ADMITE QUE ELEIÇÃO NÃO SERÁ FÁCIL

O caudilho Hugo Chávez, que acabou de receber o quarto bombardeio quimioterápico para deter o câncer disse neste domingo que está reagindo bem e que não há sinais de avanço da doença. Segundo o jornal El Nuevo Herald, o ditador afirmou que esta quarta sessão de quimioterapida deverá ser a última, mas que permanece em tratamento com outros medicamentos.
Chávez voltou a prometer que vencerá as eleições de outubro de 2012, mas disse que a campanha poderá ser difícil.
"Estou no meu quartel de retaguarda para descansar um pouco, para preparar-me muito melhor para a campanha que será dura mas vamos ganhar sem dúvida de ponta a ponta em 2012. Não podemos dizer que já ganhamos mas arrancamos na frente", declarou. Leia MAIS - en español