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quinta-feira, abril 12, 2012

HOMEM DE CONFIANÇA DE ZÉ DIRCEU É INDICADO PARA DIRETOR DA POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO

Delegado Mauro Marcelo, ex-Abin
O diretor da Polícia Civil de São Paulo provocou espanto, entre profissionais da corporação, ao indicar o delegado Mauro Marcelo, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Lula, para um cargo chave, considerado um dos mais estratégicos no Estado: chefe da área de Inteligência da própria Polícia Civil. 
O convite foi feito ontem (dia 11) e a indicação levada ao governador Geraldo Alckimin (PSDB), a quem caberá a palavra final. 
Mauro Marcelo é considerado um dos homens de confiança do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, que inclusive o indicou para a direção-geral da Abin. 
A área de Ineligência da Polícia Civil paulista é considerada uma das mais bem equipadas do País, com "poder de fogo" semelhante ao da Polícia Federal. 
Mauro Marcelo foi demitido da Abin em setembro de 2005, após publicação de uma nota em ele se referiu a parlamentares como "bestas feras" e à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios como "picadeiro". Do site do jornalista Cláudio Humberto

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segunda-feira, agosto 22, 2011

PT CONTINUARÁ CUSPINDO NO PSDB, A GENI DA POLITICA BRASILEIRA

Na eleição de 2012, PT agradecerá cuspindo na oposição
Está certo que governadores estaduais não podem prescindir do governo federal, já que o sistema federativo brasileiro é uma piada. É incrível como esse sistema, ele mesmo, é a forma mais eloqüente da corrupção transformada em lei. Tanto é que o governador de São Paulo, um estado que na verdade sustenta a maioria do Brasil, tem que render rapapés e salamaleques para a presidente da República. Dilma sai do nada para o exercício desse presidencialismo imperial que controla a aplicação de todos os recursos federais que são gerados pelos Estados. Os Estados produzem a riqueza que acaba nos cofres federais e depois o governador tem de tratar de não melindrar a rainha. Brasília funciona como a metrópole portuguesa na época do império.
Agora, convenhamos. O Alckmin está exagerando em misuras.
Seria mais decente que, como um governador que pertence a um partido que está na oposição, mantivesse uma postura mais reservada e se limitasse ao protocolo. O que se viu no final da semana foi abundância de fotos nos jornais mostrando FHC e Alckmin trocando afagos com Dilma, senão apoio explícito. Logo de FHC permanentemente atacado pelos petistas. E voltará a ser violentamente atacado na campanha eleitoral que se avizinha quando Lula voltar a soltar seus perdigotos de podridão trepado num palanque na Praça da Sé.
Até porque o PT não é um partido democrático. Já cansei de dizer isso aqui no blog. Um dos maiores objetivos do PT é fincar as suas garras em São Paulo. É parte do projeto político do Partido que não desistiu um milímetro de seu objetivo socialista de poder eterno preconizado pelo Foro de São Paulo, a organização esquerdista que comanda a comunização da América Latins. Tanto é que Lula vem se dedicando a montar um esquema para vencer o pleito municipal paulista no ano que vem. Sob as ordens de Lula verão vocês que Dilma vai também sentar praça em São Paulo, tarefa que já começou a executar como se vê. E a grana vai rolar para financiar uma campanha milionária do PT.
No momento em que o Brasil é banhado por águas fétidas da corrupção que banca o PT no poder através da base alugada é no mínimo vergonhoso que o PSDB tenha essa postura de bajuladora.
Ou Ackmin e FHC acreditam num rompimento da base alugada com o PT? Se acreditam, esperem sentados vendo os votos que amealharam na última eleição evaporando.
Mas o fato mais deplorável dessa postura ondulante da tucanada diz respeito ao esvaziamento do poder político parlamentar da Oposição, num momento em que se articulava a criação de uma CPI para investigar essa avalanche de corrupção que afronta a Nação. 
A inusitada submissão do PSDB à Dilma é um desserviço à Nação, quando não um deboche.

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quarta-feira, junho 15, 2011

QUEM MANDOU ADEILDA VIOLAR OS SIGILOS?

O Serpro (serviço de processamento de dados do governo federal) exonerou a servidora Adeildda Ferreira dos Santos, indiciada por envolvimento no caso da quebra de sigilos fiscais de tucanos no ano passado.

Ela estava cedida à agência da Receita Federal em Mauá (ABC paulista) até o estouro do caso. Desde então, é investigada pela Corregedoria da Receita e havia sido "devolvida" ao Serpro.

Na agência em Mauá foram acessados -sem autorização- dados fiscais sigilosos de tucanos em 8 de outubro de 2009, entre eles Eduardo Jorge Caldas, vice-presidente do partido, e Verônica Serra, filha do então candidato tucano à Presidência, José Serra.

Cópias das declarações de Imposto de Renda de EJ, conforme a Folha revelou em 12 de junho do ano passado, foram incluídas em um dossiê preparado pelo "grupo de inteligência" criado durante a pré-campanha de Dilma Rousseff.

O advogado Marcelo Panzardi, que defende Adeildda dos Santos, informou que estuda entrar com um processo trabalhista contra a União porque a decisão contra a sua cliente foi tomada antes do desfecho do procedimento administrativo instaurado na Corregedoria da Receita.

Uma das linhas da defesa é que ela não teve intenção de violar as declarações porque achava estar cumprindo ordens da chefe da unidade. Da Folha de S. Paulo desta quarta-feira

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sexta-feira, maio 27, 2011

TUCANOS ARTICULAM CPI NA CÂMARA MUNICIPAL DE SP PARA FAZER UMA DEVASSA SOBRE PALOCCI

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Enquanto os partidos de oposição acumulam derrotas para convocar Antonio Palocci no Congresso Nacional,  uma nova frente para investigar a evolução patrimonial do ministro da Casa Civil pode ser aberta na Câmara Municipal de São Paulo, com uma CPI articulada por vereadores do PSDB. Segundo reportagem do jornal "Folha de S. Paulo", o patrimônio do ministro cresceu 20 vezes entre 2006 e 2010.

O líder do partido na Casa, Floriano Pesaro, afirmou que o requerimento já está sendo redigido, mas que a estratégia ainda será discutida com a cúpula tucana. "Amanhã devo me encontrar com o deputado federal Duarte Nogueira [(SP), líder do partido na Câmara Federal] e com o senador Álvaro Dias(PR) [líder no Senado], porque não queremos atropelar a criação da Comissão Mista no Congresso", afirma Pesaro.

Duarte Nogueira confirmou que foi procurado pelo político da capital paulista e não descartou a criação de uma CPI na Câmara Municipal.

"A decisão que vão tomar [pela instauração de uma CPI ou não], está na alçada deles. Mas no Congresso tivemos uma obstrução absoluta de todos os instrumentos de fiscalização. A Dilma disse que o Palocci está se defendendo, o Humberto Costa [PT-PE] afirmou que ele se defendeu para os senadores, mas nada foi dito para a sociedade brasileira", disse.

Para o vereador petista José Américo, que protocolou na Câmara Municipal na última semana um pedido de explicações da Secretaria Municipal de Finanças sobre os acessos ao ISS da empresa de Palocci, a medida é uma "bravata". "É uma cortina de fumaça para salvar o secretário Mauro Ricardo Machado Costa, que é ligado a [José] Serra", afirma. 
Para protocolar o pedido de CPI, os tucanos precisaram de 19 assinaturas, e de 28 para aprová-la. "Não vou dizer que as tenho, mas é possível sim. Só do PSDB são sete nomes, e ainda temos os outros partidos de oposição", calcula Pesaro. A assessoria do prefeito Gilberto Kassab foi procurada pelo G1 para comentar a possibilidade da criação da CPI e do vazamento de dados na Secretaria Municipal de Finanças, mas ainda não retornou o contato.
Oposição petista
Segundo Américo, não há condições regimentais nem políticas para uma CPI.  "Nós nem podemos ter outra CPI na Câmara. Temos um acordo para que apenas duas comissões de inquérito ocorram simultaneamente, e elas foram instaladas há pouco tempo", afirma José Américo. Já Pesaro não vê impedimento. "Há condições para até cinco CPIs. Vou levar a questão para os líderes na próxima terça", rebateu o tucano.
O vereador do PT disse já ter indícios de que os dados sigilosos sobre a empresa de Palocci saíram da secretaria. "Já sabemos quando os dados foram acessados, por exemplo, e estamos recebendo denúncias", diz.
O pedido de explicações feito à Secretaria de Finanças tem um prazo de 30 dias para ser respondido, e inclui as datas e horários em que os dados da empresa de Palocci foram acessados e por quem. "Quando tivermos os nomes, chamaremos na Câmara Municipal para esclarecer as motivações e vamos averiguar as informações prestadas", promete José Américo.
Primeiros passos
Floriano Pesaro já protocolou  um pedido de esclarecimento endereçado ao ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, sobre declarações dadas por Carvalho à imprensa, de que o vazamento dos dados da empresa de Palocci teriam sido vazados pela prefeitura. Em um segundo requerimento, Pesaro pede detalhes da empresa do ex-ministro da Fazenda à Secretaria Municipal de Finanças.
Entre os dados requisitados, estão o montante que a Projeto recolheu de ISS entre 2007 e 2010; que empresas contrataram a consultoria nesse período e a situação perante o Fisco Municipal. Para José Américo, o pedido é descabido. "A Secretaria não pode fornecer o tipo de dados que eles querem, seria uma quebra de sigilo", defende Américo. Do portal G1 da Rede Globo

segunda-feira, abril 25, 2011

CRISE NO PSDB: LÍDER DO PARTIDO NÃO DESCARTA POSSIBILIDADE DE REVOADA DE TUCANOS PARA O PARTIDO DE KASSAB

O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Duarte Nogueira (SP), criticou nesta segunda-feira os tucanos de São Paulo que anunciaram nos últimos dias o desligamento da sigla. Na avaliação dele, os egressos "já não militavam no PSDB". "São aqueles que tinham a filiação, mas não tinham a convicção", alfinetou o tucano, negando que haja uma crise no partido.

O parlamentar não descartou a possibilidade de mais baixas serem contabilizadas daqui para frente e indicou que o processo pode ter relação com a fundação do PSD, legenda cujo criador é o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.


A última baixa na legenda foi anunciada hoje pelo secretário de Esportes e Lazer de São Paulo,
Walter Feldman, segundo o qual a sigla está se "desviando" de seu caminho original. O líder do PSDB argumentou que Feldman é quem havia se "desviado" do partido, quando apoiou em 2008 a candidatura à reeleição do atual prefeito. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, era o candidato do PSDB na disputa. "O Walter já havia se desviado do PSDB. Ele só arrumou um pretexto para o que queria ter feito." Do site da revista Veja

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quarta-feira, abril 13, 2011

FHC LANÇA PORTAL NA INTERNET PARA DISCUTIR O PAPEL DA OPOSIÇÃO. ENTRETANTO SOLUÇÃO É SIMPLES: BASTA FAZER OPOSIÇÃO!

O movimento capitaneado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de refundar a oposição ao governo federal ganhará um braço digital a partir de junho. Com a contribuição de tucanos e intelectuais, o ex-presidente organiza o lançamento de uma comunidade virtual para a discussão de propostas políticas e econômicas para o Brasil.
O portal que pretende adotar um padrão de rede social, com a extensão de conteúdos para o Twitter e Facebook, tem a meta de reunir até um milhão de usuários e deve contar com um amplo time de blogueiros. Até o momento, foram convidados para colaborar com a iniciativa Francisco Weffort, Soninha Francine, Gustavo Franco, Pedro Abramovay e Paulo Renato Souza, entre outros.

O ex-deputado federal Xico Graziano, assessor do ex-presidente, tem idealizado o projeto que, segundo ele, vai receber o nome de Observador Político e terá como mote o princípio de acompanhar, participar e espalhar a informação. O lançamento oficial do site está programado para 18 de junho, dia em que o ex-presidente completa 80 anos, mas ele deverá entrar no ar em maio.

"O objetivo é oferecer uma plataforma para a discussão de temas atuais, partindo do ponto de que essa discussão é feita pouco pelos partidos políticos. Ela será aberta, transparente e apartidária, como em qualquer rede social. É um convite para que as pessoas criem páginas, discutam e se tornem observadores", explicou Graziano, complementando que o papel atual da oposição deve ser um dos temas discutidos na nova rede. "A ideia é aproximar temas atuais, como a discussão sobre a democracia e a questão das drogas, da juventude, promovendo um debate amplo entre gerações", acrescentou.
O portal surge num momento em que é discutido o futuro do PSDB. No centro do debate, há a tese de criação de um conselho político no partido, instância formada por líderes da sigla, sem funções administrativas, para discutir a atuação nacional da legenda. Uma outra teoria sugerida, e defendida inclusive pelo governador Geraldo Alckmin, é sobre a implantação de um rodízio anual para o comando nacional da agremiação.

Entre as propostas, o ex-presidente sugeriu em artigo divulgado na terça-feira, para a revista Interesse Nacional, que a oposição se aproxime da classe média e pare de disputar com o PT a influência sobre o "povão", opinião que gerou comentários tanto positivos como negativos de membros do PSDB. Do portal da revista Veja


PARTICIPE DO DEBATE NOS COMENTS DO BLOG! O QUE VOCÊ ACHA DESTA IDÉIA DE FHC? AQUI NO BLOG VC TAMBÉM PODE DAR LIVREMENTE A SUA OPINIÃO!

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sábado, abril 02, 2011

VÔO CEGO PARA MINAS: TUCANOS EM EXTINÇÃO

Leiam esta matéria e tirem as suas próprias conclusões. A minha está no título deste post.
O PSDB coletará em abril dados para uma pesquisa nacional sobre a imagem do partido diante dos eleitores brasileiros. Após perder as eleições presidenciais e às vésperas da convenção nacional, a cúpula tucana quer saber a opinião da população sobre as bandeiras, a atuação e o discurso defendido pelos políticos da legenda. Os detalhes do levantamento serão definidos em reunião neste sábado, com os oito governadores do PSDB, em Belo Horizonte. Em seguida, o partido encomendará o estudo para um instituto de pesquisa. 
“Será um grande levantamento. Queremos saber o julgamento que as pessoas fazer do partido, a imagem que passamos aos eleitores”, disse ao site de VEJA o presidente nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra. A ideia é ter os dados em mãos até a convenção nacional, em maio, quando Guerra tentará renovar seu mandato. 
Nos bastidores, o ex-governador de São Paulo José Serra também trabalha pelo cargo. Depois de perder as eleições de 2010 para Dilma Rousseff, Serra vem tentando articular sua volta à cena política nacional. Na última semana, em busca de visibilidade, esteve ao lado do governador Geraldo Alckmin e voltou a aparecer em eventos públicos. Inaugurou até estação de metrô na capital paulista.
Oficialmente, no entanto, Sérgio Guerra é o único nome colocado para a eleição interna, em maio. Serra, fiel a seu estilo, não comenta o assunto. O conciliador Aécio Neves lançou, na semana passada, uma alternativa: a criação de um conselho político para acomodar líderes do partido, como o próprio senador mineiro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Alckmin e Serra. Um tentativa de dar espaço a todas as correntes do PSDB. A ideia ganhou o apoio de Alckmin nesta sexta-feira.
O conselho cuidaria da criação e defesa de propostas com a marca do PSDB e daria uma espinha dorsal à hoje dispersa oposição feita ao governo Dilma Rousseff, do PT. As questões administrativas continuariam sob responsabilidade do presidente do partido. 
Se o modelo for aceito, aumentam as chances de Sérgio Guerra ter o mandato renovado. O presidente diz não ter sido consultado sobre a criação do conselho, mas não rejeita a ideia. “Não vejo problema algum em termos um conselho." O assunto deve ser discutido na reunião deste sábado em Minas Gerais. Do site da revista Veja

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sexta-feira, abril 01, 2011

OPOSIÇÃO FRACOTE E ADESISTA IMPÕE AO BRASIL PROCESSO DE 'MEXICANIZAÇÃO'

Esta matéria que está na Folha de São Paulo desta sexta-feira dá uma idéia de como os tucanos fazem política. Quem deve estar se divertindo é a turma do PT que inclusive está conseguindo enterrar o processo do mensalão.
Com o desmantelamento da Oposição aquela tese de que o Brasil caminha para um tipo de 'mexicanização' começa a fazer sentido. Leiam:

O PSDB vai usar os comerciais a que tem direito em maio para bater na tecla de que, quando governou o país, foi responsável pelo fim da inflação e para mostrar preocupação com sinais de "descontrole" nos preços.

A forma de abordar o assunto e a definição de outros temas a serem usados como bandeiras pelo partido serão definidos depois de ampla pesquisa que a cúpula tucana vai realizar em abril.
 

Os temas serão debatidos na reunião de amanhã entre o presidente da legenda, deputado Sérgio Guerra, e os oito governadores do partido, em Belo Horizonte.
 
Guerra participará da primeira parte do encontro dos governadores, que tratarão, ainda, de uma pauta de reivindicações dos Estados para o governo federal.


Anfitrião da reunião, o governador de Minas, Antonio Anastasia, evita associar o governo Dilma Rousseff o risco de volta da carestia. 

"A preocupação com a inflação é permanente no PSDB e em qualquer pessoa em sã consciência", disse ele ontem, antes do velório do vice-presidente José Alencar.
 
No Relatório Trimestral de Inflação, divulgado na quarta-feira, o Banco Central reduziu de 4,5% para 4% a previsão do crescimento da economia do país neste ano. A instituição afirmou que poderá alcançar em 2012 a meta de inflação de 4,5%.

 
A estimativa do BC para o IPCA, principal índice de preços, neste ano subiu de 5% para 5,6% -dentro do teto para a meta de 6,5%.

 
Para Anastasia, o governo Dilma tomou medidas para conter a alta de preços. O tucano acha que, por ora, a situação é de "sinal amarelo, não vermelho". "É mais um alerta", afirmou.

 
Martelar o fato de ter sido o partido que domou a inflação, no entanto, é visto pela direção do partido como uma maneira de o PSDB definir um discurso.

 
"Vou apresentar a pesquisa aos governadores, ouvir suas opiniões e organizar a comunicação do partido, que está muito errática", disse Sérgio Guerra.

POLÍTICA INTERNA

Na reunião de sábado, os tucanos também vão discutir a recondução de Sérgio Guerra ao comando do partido. O ex-presidenciável José Serra se opõe, mas a proposta tem o apoio do senador Aécio Neves -que também estará presente ao encontro.

 
Setores do partido capitaneados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tentam costurar o consenso. 


Conforme informou ontem o "Painel", uma das ideias em debate é, além da criação de um conselho político, fazer um rodízio na presidência do partido. Da Folha de São Paulo desta sexta-feira

quinta-feira, novembro 18, 2010

PSDB FAZ REUNIÃO PARA REORGANIZAR PARTIDO MAS SÓ DOIS GOVERNADORES ELEITOS PARTICIPAM. NADA FOI DECIDIDO.

Em reunião esvaziada - a primeira depois da eleição na qual José Serra foi derrotado por Dilma Rousseff (PT) na corrida pela Presidência da República - o PSDB decidiu que é preciso reorganizar o partido e movimentar as bases eleitorais. A meta é chegar à eleição municipal de 2012 com o candidato à eleição presidencial de 2014 escolhido.

"É salutar que em 2012 nosso candidato de 2014 já circule o país", resumiu o deputado federal reeleito Bruno Araújo (PE), ao deixar hoje a reunião da Executiva Nacional do PSDB, em Brasília. A primeira ação do partido será atualizar o cadastro de filiados. O PSDB calcula ter registrado 230 mil filiados, mas a cúpula admite que a militância não está ativa. "Queremos montar o partido em todos os municípios do Brasil", afirmou o presidente do Instituto Teotônio Vilela, Luiz Paulo Veloso Lucas.

O objetivo é ter esse cadastro refeito e conseguir novos filiados até março, quando haverá eleição para os diretórios municipais. A eleição deve ocorrer até o dia 20 daquele mês. As eleições dos diretórios regionais e do diretório nacional devem ocorrer, respectivamente, nos dias 17 de abril e 29 de maio. No entanto, a maioria dos tucanos que participou da reunião de hoje da Executiva defende a recondução do atual presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE). "Ele tem o respeito de todo o partido", afirmou Araújo. 

Do total de oito governadores eleitos pelo PSDB, apenas dois compareceram à reunião: Teotônio Vilela, de Alagoas, e Anchieta Júnior, de Roraima. O senador eleito Aécio Neves continua em viagem, e os senadores Arthur Virgílio (AM) e Álvaro Dias (PR) não participaram do encontro por problemas de saúde. Leia MAIS

sexta-feira, novembro 05, 2010

TUCANOS CORREM ATRÁS DO PREJUÍZO POR SUA POSIÇÃO FROUXA E VACILANTE ANTE A ARAPUCA DA CPMF CRIADA PELO PT

A matériA que segue após este prólogo está no portal da revista Veja. Transcrevo na íntegra para vocês poderem ver como PSDB corre atrás do prejuízo, ou seja, da sua frouxidão na defesa dos interesses dos 44 milhões de eleitores que votaram na aliança oposicionista. Correm atrás do prejuízo mas continuam pegando leve e cometem uma deslealdade com o fabuloso eleitorado que amealhou nas últimas eleições, os quais lhe entregaram os governos dos maiores e mais importantes Estados brasileiros.

A bem da verdade, por enquanto é o DEM sob a liderança do deputado Paulo Bornhausen que assumiu a ação oposicionista contra o PT e seus sequazes. Os tucanos continuam naquela ridícula posição em cima do muro, virando as costas para seus eleitores. Não é à toa que o tucano é uma ave que sofre de incontinência intestinal. Se for para 'refundar' o PSDB que eliminem o ridículo tucano. Nos estamos precisando de um partido cujo emblema seja  uma águia ou um leão. Leiam: 

Os partidos da oposição decidiram reagir contra os planos dos governadores da base aliada de ressuscitar a extinta CPMF. As lideranças do DEM e do PSDB no Congresso alegam que não há justificativa plausível para a criação de um novo imposto. Para o deputado Paulo Bornhausen (SC), líder do DEM na Câmara, a recriação do tributo é um "capricho vingativo do atual presidente da República".

Lula considera a derrubada da CPMF pelo Senado a maior derrota de seu governo e,
em entrevista na última quarta-feira, classificou a extinção do chamado imposto do cheque como um “engano”. Ele afirmou que a área da saúde perdeu 40 bilhões de reais em investimentos com a queda do tributo. Já a presidente eleita Dilma Rousseff disse que não pretende enviar ao Congresso um projeto de recomposição da CPMF, mas que sofre “pressão” dos governadores para que o fim do imposto seja compensado.

De acordo com a edição desta sexta-feira do jornal
O Globo, a oposição alega que o caos na saúde pública brasileira seria sanado com a regulamentação dos recursos destinados ao setor, bem como a melhoria de gestão – e não com a criação de mais um imposto. “Não conversei com governador e nenhum deles me procurou, mas acredito que, este ano, esse debate não prospera. Não vejo ânimo nesta bancada atual para mudar de opinião. A gastança improdutiva é que anula o crescimento da arrecadação”, afirmou ao jornal o líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA).

Os governadores da base aliada do governo se preparam para, a partir do ano que vem, negociar com Dilma a criação de um novo imposto para a saúde, desta vez com o nome de Contribuição Social da Saúde (CSS). O vice-líder dos tucanos no Senado, Álvaro Dias, classificou a proposta como “revoltante”. De acordo com ele, a oposição só discutiria a volta do imposto no bojo de uma reforma tributária cujo principal objetivo fosse a redução da carga.


“Esse é o prêmio que se oferece ao eleitor pela escolha que ele fez nas urnas. Tivemos, ao longo dos últimos 11 anos, um confisco de 200 bilhões de reais com a CPMF, sem resultados práticos para a saúde, até porque houve desvio dessa arrecadação para outras áreas”, afirmou Dias ao
Globo.

Em nota divulgada na quinta-feira, o DEM convocou os membros da oposição no Congresso e nos Executivos e Legislativos estaduais a se unir para impedir a volta da CPMF. Em discurso na Câmara, o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) disse que o presidente Lula "mente" ao afirmar que faltou dinheiro para a saúde. "Nem sempre os interesses do Planalto são os da nação. É o caso dessa famigerada contribuição para a saúde", afirmou.
Do portal da revista Veja  

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quinta-feira, novembro 04, 2010

PETRALHAS ARMAM ARAPUCA PARA SILENCIAR OPOSIÇÃO E CHAMAM O AÉCIO PARA FAZER O SERVIÇO. SILÊNCIO DA OPOSIÇÃO É ESCANDALOSO!

LEIAM O que está sendo noticiado pela grande imprensa. Ao final comento:

O governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), defendeu nesta quinta-feira (4) que haja um pacto entre governo e oposição e disse que considera 'razoável' a indicação de Aécio Neves (PSDB) para a presidência do Senado. Durante a manhã, ele participa de reunião em Brasília com políticos eleitos e reeleitos do PSB. 

Discutir a possibilidade de um nome do PSDB, que eu imagino o Aécio [Neves], que tem ascensão no partido, para presidir o Senado seria um gesto [em favor do pacto sugerido]. Não [significa que] está cooptando, não vai participar do governo, mas estaria assumindo responsabilidades com a governabilidade e com o futuro do país. E faria isso de forma transparente, pública, assumindo compromissos sobre temas", declarou.

Segundo o governador, a oposição já defendia a aproximação em temas específicos durante a campanha. "O Serra passou a campanha inteira propondo um pacto [entre governo e oposição] pela educação, vamos ver agora se ele é capaz de fazer isso. Se pode pela educação, por que não pela saúde e outras áreas?", disse.

Sobre a composição de ministérios e estatais, Cid defendeu que haja liberdade para que a presidente eleita, Dilma Rousseff, escolha aqueles que assumirão os cargos. "Acho que a presidente deve ter total, ampla e irrestrita liberdade de escolher os melhores quadros nacionais, independente até de filiação partidária, para fazer um bom governo", afirmou.

Ricardo Coutinho (PSB), governador eleito da Paraíba, disse achar legítimo que o PSB tenha mais espaço no governo após o sucesso nas urnas, já que o partido elegeu seis governadores, quatro senadores e 35 deputados federais.

"É legítimo, sim. O PSB elegeu seis governadores, o PSB tem uma plataforma de intervenção programada que é muito uniforme, se você observar bem, percebe que o que se faz em um estado, se faz em outro do PSB. O PSB pode contribuir e muito, mais do que contribui, e acho que deve ter um diálogo maior", afirmou.

Renato Casagrande (PSB), governador eleito do Espírito Santo, acredita que ainda é cedo para haver qualquer definição sobre composição de governos. "O objetivo nosso para o crescimento do partido é mostrar a eficiência do PSB no Brasil, dar sustentação ao governo da presidente Dilma e, naturalmente, sem ansiedade, estamos debatendo a participação do PSB no governo. O PSB já participa do governo do presidente Lula e, naturalmente, vai participar do governo da presidente Dilma", disse.

Segundo ele, é necessário que, primeiro, Dilma exponha em que área a participação do partido pode ser mais útil. "Temos que ver onde o PSB pode contribuir mais na visão da presidente. Nós temos que inverter essa discussão, a gente tem que saber onde pode contribuir mais", afirmou.

Eduardo Campos (PSB), governador reeleito de Pernambuco, esteve em reunião na noite anterior com José Eduardo Dutra, coordenador-geral da transição de Dilma e presidente do PT. "O que eu coloquei de maneira muito clara para o Dutra é que a presidente sabe do padrão e da relação como aliado que o PSB tem. Nós sempre nos colocamos de maneira a colaborar, nunca vamos constranger ou trocar apoio político por esse cargo ou aquele outro cargo. Nossa discussão é o conteúdo do governo", afirmou Campos.

Segundo ele, a presidente eleita já anunciou que deseja a participação do PSB no governo. "Quando ela achar o tempo devido, ela vai chamar o PSB e dizer: 'quero que vocês participem dentro deste perfil, nesta área específica'. E ela vai compartilhar com os partidos também da escolha dos nomes, até porque as pessoas vão trabalhar com ela, ela precisa ter afinidade com as pessoas. Não se trata de os partidos chegarem e dizerem: 'eu quero este lugar e este nome'. Não existe isso", disse.

Ele negou o boato de que o PSB estaria tentando indicar ministros para as pastas de Integração Nacional e Cidades. "Eu tenho lido isso nos jornais com frequência, assistido na televisão.

Nós não colocamos as coisas nesses termos, sinceramente não colocamos. Nós entendemos que cabe à presidente eleita montar uma equipe que tenha identidade com seu estilo de trabalho. Pode ser que um partido deseja colaborar com a área mas ela já tem uma pessoa escolhida", declarou. Do site G1 

MEU COMENTÁRIO: Está aí com todas as letras. Estão montando um arapuca para silenciar a Oposição e chamam o Aécio Neves para fazer o serviço. Isto é escandaloso, principalmente se o PSDB não se manifestar, se continuar calado consentindo todas essas especulações que envergonham e enfurecem os 44 milhões de eleitores que sufragaram José Serra que simbolizou - pelo menos simbolizou - a oposição a todas as trambicagens e roubalheiras desse governo iníquo do PT.

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domingo, outubro 03, 2010

RESULTADO DA ELEIÇÃO PODE TRAZER GRANDE SURPRESA QUE NEM OPOSIÇÃO IMAGINOU

Esta análise do Reinaldo Azevedo sobre as últimas pesquisas eleitorais revela que pode vir por aí um resultado que nem os tucanos mais entusiasados imaginavam. Transcrevo: 

Vocês querem ver como estão sendo feitas e editadas as pesquisas? Vamos lá:

O Ibope divulgou, no dia 29, quarta-feira, uma pesquisa  feita a pedida da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Os dados tinham sido coletados, informava-se, entre os dias 25 e 27. Dilma aparecia com 50% dos votos; Serra, com 27%, e Marina, com 13%. A petista tinha 55% dos votos válidos. O instituto também simulou um eventual segundo turno: a candidata do PT aparecia com 55%, contra 32% do tucano: 23 pontos de diferença.

Pois bem… Poucas horas depois, na madrugada do dia 30,  vieram à luz números do Datafolha, em pesquisa realizada nos dias 28 e 29. A petista teria 47%; o tucano, 28%, e a verde, 14%. Também o Datafolha simulava um segundo turno: 53% a 39% para Dilma: 14 pontos de diferença.

Pois bem. Ontem, os dois institutos divulgaram novos levantamentos. Eureca! Os números são os mesmos: 47%, 29%, 16%, com uma pequena diferença por causa dos nanicos: o Datafolha diz que Dilma tem 50% dos válidos, e o Ibope, 51%. Certo!

Ora, a questão jornalística que se coloca desde logo é a possibilidade de a eleição não se resolver amanhã. Logo, os números do segundo turno são relevantes, certo? Para Daniel Bramatti e José Roberto de Toledo, que assinam o texto do Estadão, mais ou menos. Eles nem mesmo deram os números totais do segundo turno, limitando-se aos válidos: 58% a 42%. 

E por que os totais são importantes? Ora, na pesquisa divulgada pelo ibope há quatro dias, num eventual segundo turno, Dilma aparecia com 55%, contra 32% de Serra — uma diferença de 23 pontos! Na divulgada ontem, a petista caiu para 51%, e o tucano subiu para 37% — 14 pontos de diferença. Segundo o Ibope, em quatro dias, a diferença entre Dilma e Serra caiu nove pontos percentuais!!! Só para registro: no Datafolha — e os dois omitem este dado também —, a diferença já era de 14 pontos (53% a 39%) e, agora, é de 10: 52% a 42%.

NOVE PONTOS DE DIFERENÇA EM QUATRO DIAS? 12,15 milhões de eleitores? Ou o Ibope está muito errado na pesquisa de ontem ou estava muito errado naquela de há quatro dias. Ou está em curso uma sangria com a qual nem os tucanos sonharam!

De todo modo, o espantoso é que se omita do leitor um fato óbvio. Ah, sim: não sei se vai haver segundo turno, tá? Havendo ou não, o leitor tem o direito de saber dos números, não é mesmo? Não há especialista que consiga explicar esse critério.

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