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sexta-feira, abril 20, 2012

CASO CACHOEIRA ENTRA PARA REDE DE ESCÂNDALOS

O caso do bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso desde fevereiro sob acusação de comandar uma máfia de caça-níqueis no Centro-Oeste, passa a integrar a partir de hoje a Rede de Escândalos. A ferramenta de VEJA.com foi lançada em 9 de dezembro, Dia Mundial de Combate à Corrupção, e já coleciona 59 casos envolvendo 290 parlamentares, chefes do executivo, burocratas, lobistas, empresários, juízes, entre outros personagens. O próprio Cachoeira já figurava na rede por seu papel no caso Waldomiro Diniz, o primeiro escândalo do governo Lula.
O caso mais recente nasceu de uma operação da Polícia Federal, a Monte Carlo, que revelou a ampla rede de conexões que o empresário do jogo mantinha no Congresso, tanto na oposição como na base aliada. O senador goiano Demóstenes Torres (ex-DEM) foi o primeiro atingido. Uma série de gravações apontou que um dos mais combativos políticos do Congresso usava sua influência e credibilidade para defender os negócios de Cachoeira em troca de ricos presentes.
Além do senador, as escutas da PF complicaram deputados de pelo menos seis siglas (PT, PSDB, PP, PTB, PPS e PCdoB), dois governadores (o petista Agnelo Queiroz, do Distrito Federal, e o tucano Marconi Perillo, de Goiás) e a Delta, de Fernando Cavendish, empreiteira com maior número de obras no PAC. O volume de indícios levou à abertura de um inquérito no Supremo e à instalação de uma CPI no Congresso.
Mais do que entender os esquemas de corrupção por trás de cada um dos casos, a Rede de Escândalos busca esclarecer o destino que tiveram seus personagens. O compromisso não é apenas o de revisitar o passado, ressaltando as lições que o país aprendeu (ou desperdiçou) em cada episódio. É também o de manter o leitor informado sobre o desenrolar de investigações e julgamentos. Do site da revista Veja

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sábado, janeiro 14, 2012

REDE DE ESCÂNDALOS REVELA MAIS SETE CASOS!

Clique AQUI para acessar a Rede de Escândalos
A Rede de Escândalos do site de VEJA retrata nesta sexta-feira mais sete casos: a construção da ferrovia Norte-Sul (1987); o superfaturamento de obras na prefeitura de São Paulo durante a gestão de Paulo Maluf (1993-1996); as acusações de compra de votos para a emenda da reeleição (1997); o caso do Dossiê Cayman (1998); a violação do painel do Senado (2000); os rolos do ex-governador do Rio, Anthony Garotinho (2000); e a CPI do Banestado (2003).
Os escândalos abordados nesta sexta envolvem 43 personagens: ex-presidentes (Fernando Collor e José Sarney), ex-senadores (Antônio Carlos Magalhães e José Roberto Arruda), ex-ministros (José Reinaldo Tavares e Sérgio Motta), ex-prefeitos (Paulo Maluf e Celso Pitta), entre outros políticos, assessores, empresários e arapongas.
Com atualizações semanais, esta rede social peculiar perfila os envolvidos nos piores escândalos da história recente do país e acompanha os desdobramentos dessas histórias. Ao todo, a ferramenta vai retratar cerca de 300 personagens, implicados em mais de 60 escândalos desde o governo Sarney.
Mais do que entender como funcionavam os esquemas por trás de cada um dos casos, a rede vai esclarecer o destino que tiveram seus personagens. O compromisso não é apenas o de revisitar o passado, ressaltando as lições que o país aprendeu (ou desperdiçou) em cada episódio. É também o de manter o leitor informado sobre o desenrolar de investigações e julgamentos – e sobre o destino daqueles que em algum momento, ou repetidamente, atentaram contra o bem público. Do site da revista Veja

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sábado, novembro 26, 2011

PAÍS DOS PETRALHAS: ASSESSORES DE LUPI PEDIAM R$ 1 MILHÃO PARA REGISTRAR SINDICATO

Nas últimas semanas, o país conheceu a extensa lista de serviços prestados pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi – não aos brasileiros, mas ao seu partido, o PDT. A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado acrescenta à relação mais uma traficância em curso na pasta: um esquema de extorsão envolvendo assessores de confiança do ministro que cobram propina para emitir o registro sindical. O governo foi alertado para o caso há nove meses por sindicalistas ligados ao PT, mas nada foi feito a respeito.
Quem relata o caso é o mecânico Irmar Silva Batista, que foi pego na engrenagem quando tentava criar o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sirvesp). Em 2008, o então secretário de Relações do Trabalho, Luiz Antonio de Medeiros, o apresentou a um assessor, Eudes Carneiro, que lhe pediu 1 milhão de reais para liberar o registro. Irmar se recusou a pagar e o registro não saiu até hoje.
Em fevereiro deste ano, Irmar enviou por e-mail uma carta para a presidente Dilma Rousseff e para o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. No documento, ele narra o caso e pede providências. O Palácio do Planalto acusou o recebimento da carta em 9 de março, mas na semana passada a assessoria de imprensa da Presidência informou que não foi possível fazer nada. Por motivos técnicos: o trecho que narrava a denúncia, estranhamente, teria chegado cortado na mensagem recebida. Ouvidos por VEJA, todos os citados por Irmar Batista negaram o pedido de propina.
Em entrevista à reportagem, Irmar Batista contou em detalhes o pedido de propina. Confira a seguir duas das respostas publicadas por VEJA:
O senhor foi achacado no Ministério do Trabalho? No fim de 2008, fui a Brasília reclamar da demora para registrar o sindicato. Procurei o Medeiros (Luiz Antonio de Medeiros, então secretário de Relação do Trabalho), que me levou a uma sala ao lado e disse: "O que o Eudes acertar, está acertado". Então ficamos a sós com o Eudes Carneiro (assessor do ministério). Antes da reunião, o Eudes mandou a gente desligar os celulares. Sentamos à mesa e veio a proposta indecente: eles pediram 1 milhão de reais para liberar o registro do sindicato.
O senhor fala em esquema, o que sugere que seu caso não foi o único. Vários sindicatos foram extorquidos, mas o pessoal tem medo site da revista do de aparecer. Há outros sindicatos que também foram vítimas disso que aceitaram pagar propina. Do site da revista Veja

domingo, outubro 30, 2011

CORRUPÇÃO DO PT: LULA FAZ DAS TRIPAS CORAÇÃO PARA SALVAR AGNELO QUEIROZ

AGNELO QUEIROZ: a bola da vez pronta para rolar...
Desde junho passado, quando o petista Antonio Palocci foi obrigado a deixar a Casa Civil sob suspeita de enri-quecimento ilícito e tráfico de influência, a presidente Dilma Rousseff já realizou seis mudanças no ministério — uma impressionante marca de uma troca a cada 24 dias. A última delas ocorreu na quarta-feira, quando Orlando Silva se demitiu da pasta do Esporte, depois de ser acusado de receber propina e participar de um esquema de desvio de recursos públicos para o caixa de seu partido, o PCdoB. Silva foi o quinto ministro a deixar o governo abatido por denúncias de irregularidades. Foi também o quinto ministro herdado da gestão do ex-presidente Lula a ser exonerado por Dilma. A escalada de substituições no primeiro escalão rendeu à presidente pontos a mais em popularidade. No campo político, no entanto, acentuou a insatisfação de Lula e do PT com a “faxina ética” em curso. Na lógica do petismo, Dilma estaria carimbando a pecha de corrupção na legenda e, pior, pondo em risco companheiros que estão à frente de cargos importantes. Caso do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz.
Foi justamente a preocupação com Agnelo que levou Lula a sair a campo, mais uma vez, para defender um de seus ministros mantidos no novo governo. O ex-presidente orientou o PT e o PCdoB a pressionar Dilma a não demitir Orlando Silva. Lançou mão de dois argumentos. Um deles é recorrente: o comunista, como os mensaleiros, não passaria de vítima de uma conspiração destinada a desestabilizar o governo. O outro argumento de Lula, o pragmático, era a necessidade de blindar o governador do Distrito Federal. Agnelo comandou o Ministério do Esporte entre 2003 e 2006. Foi quem tirou do papel o programa Segundo Tempo, canal usado pelo PCdoB para irrigar as arcas comunistas. Na época, ele era filiado ao PCdoB e tinha como secretário executivo o próprio Orlando Silva. Com a ajuda do ex-ministro José Dirceu, Lula deixou claro aos petistas que a demissão de Silva e a perda do controle do ministério pelo PCdoB poderiam resultar num revide, com os comunistas divulgando informações que comprometeriam o governador, agora no PT. Ou seja: se não sabia quando era presidente, Lula parece saber agora o que o colega Agnelo fez no verão passado. Leia TUDO aqui

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REPORTAGENS REVELAM GRAVAÇÕES QUE LIGAM AGNELO QUEIROZ DO PT COM DELATOR DO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

Depois da saída de Orlando Silva (PC do B) do Ministério do Esporte, novas acusações contra o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), ligam o petista ao esquema de desvios de verbas em convênios com ONGs. Agnelo foi o antecessor de Orlando na pasta.
Reportagens das revistas "Época" e "IstoÉ" desta semana citam processo que corre na 10ª Vara Federal, em Brasília, em que Agnelo é investigado por suspeita de envolvimento com fraudes no ministério.
Segundo a "Época", o processo tem gravações de telefonemas entre o governador e o policial militar João Dias Ferreira, que acusou Orlando de receber propina. O ex-ministro nega.
Nas conversas, o policial pede a ajuda de Agnelo para se defender em um processo em que o Ministério Público Federal pede a devolução de R$ 3,6 milhões em recursos que teriam sido desviados da pasta do Esporte.
Ele pede ao governador que interceda junto a um professor que, segundo o processo, teria ajudado a forjar documentos para a defesa de Dias. A transcrição de uma gravação mostra Agnelo dizendo ao professor Roldão Sales de Lima que precisa de sua ajuda e que ele é "peça-chave neste projeto".
A "IstoÉ" cita que o processo teria também um vídeo em que uma suposta testemunha faz acusações contra Agnelo.
Na gravação, segundo a publicação, o motorista Geraldo Nascimento de Andrade afirma que sacava recursos destinados às ONGs que eram distribuídos entre os integrantes do esquema.
Ele acusa Agnelo de ser o cabeça do esquema, responsável por liberar o dinheiro para abastecer as entidades.
Em nota, a assessoria do governador afirma que o Ministério Público decidiu não indiciar Agnelo.
Em relação ao vídeo citado por "IstoÉ", a assessoria disse que foi produzido durante a campanha de 2010, "que teve lances baixos como a tentativa de associar o nome de Agnelo a falsas condutas". Da Folha de São Paulo deste domingo

ESCÂNDALO DO DINHEIRO NA CUECA. ADALBERTO FICA DOIDO QUANDO RELEMBRAM. AGORA SERÁ O LÍDER DO PT! FAZ SENTIDO.

Adalberto fica irado quando relembram o bizarro episódio
Mais um escândalo do PT, o primeiro "dinheiro na cueca" protagonizado pelo deputado José Nobre Guimarães (PT-CE) e seu ex-assessor parlamentar petista José Adalberto Vieira da Silva, aos poucos, também vai virando piada de salão. Como o mensaleiro João Paulo Cunha (PT-SP), que foi reabilitado e dirige hoje a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a principal comissão da Câmara, o suposto dono dos US$ 100 mil transportados na cueca de Adalberto, no auge do escândalo do mensalão, em junho de 2005, é uma estrela em ascensão e galga, a passos largos, postos de comando na Casa.
Guimarães é vice-líder do governo e despacha em reuniões no gabinete do líder Cândido Vaccarezza (PT-SP). O próximo passo é assumir a liderança do PT na Câmara em substituição a Paulo Teixeira (PT-SP), em fevereiro.
Em seu segundo mandato de deputado federal, o irmão do ex-deputado José Genoino - como ainda é apontado por muitos no Congresso apesar de já ter estrela própria - não esconde o prestígio que adquiriu no comando de articula$ções para votação de matérias estratégicas para o governo.
Ele foi o relator da MP que instituiu o polêmico Regime de Contratação Diferenciada (RDC) para obras da Copa de 2014. E colaborou, entre outras matérias, com o projeto que definiu regras mais rígidas para crimes de lavagem de dinheiro, em parceria com o líder Vaccarezza, e que foi aprovado semana passada no plenário.
Quando o ex-presidente Lula e o PT viviam o auge das revelações diárias do mensalão, em 2005, o flagra do que ficou conhecido como o caso dos "dólares na cueca" foi mais um baque no governo. Foram denunciados pelo Ministério Público o então deputado estadual José Nobre Guimarães e o ex-auxiliar flagrado no aeroporto em São Paulo, no dia 8 de julho, com US$ 100 mil na cueca e mais R$ 209 mil numa mala. Do portal de O Globo

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NOVO ESCÂNDALO DO PT: ELES BEBEM. VOCÊ PAGA!

VOZ ROUCA: Com o patrocínio do governo, hoje os estudantes ligados à UNE promovem manifestações em prol de causas de interesse do patrocinador
Fundada em 1937, a União Nacional dos Estudantes (UNE) foi protagonista de inúmeros episódios de luta por ideais republicanos. Na década de 40, combateu a influência do fascismo europeu no Brasil. Durante os anos mais trevosos do regime militar, seus principais líderes empunharam armas para reivindicar democracia. Essa gloriosa história pertence ao passado. A moçada agora quer sombra, uísque, gelo e água fresca grátis em troca de servidão automática ao governo. Contestação é coisa de otário. Os líderes da principal entidade estudantil brasileira dissipam sua náusea burguesa com garrafas de vodca, uísque, gelo e caixas de cerveja pagos com nosso dinheiro.  Compram tênis e bolsas Puma, Nike ou Adidas, símbolos do “imperialismo”, e mandam a conta para os proletários brasileiros que trabalham e pagam impostos.  
A atuação pelega da UNE  de hoje envergonha seus heróis do passado. Dominada por parasitas do PCdoB desde os primórdios, a entidade perdeu a força, a voz — e o pudor. Desde 2003, recebeu 42 milhões de reais de dinheiro tomado pelo governo dos proletários brasileiros e entregue aos pequeno-burgueses que fingem estudar. O Tribunal de Contas da União (TCU) resolveu esmiuçar a aplicação desses recursos e deparou com gravíssimos indícios de irregularidades. Despesas injustificáveis, descritas em notas fiscais suspeitas, amontoam-se nas prestações de contas investigadas. Somente em um convescote da UNE de 2008, apelidado de Caravana Estudantil da Saúde, o TCU suspeita que mais de 500.000 reais tenham sido roubados. Essa foi a quantidade de dinheiro que sobrou depois que todas as despesas previstas foram pagas.

A UNE devolveu os recursos? Não. Como todo militante adulto da corrupção, a entidade dos jovens mandou avisar que gastou o dinheiro do povo com “assessorias”. “Não tenho conhecimento de irregularidades", diz Daniel Iliescu, presidente da UNE que assumiu há quatro meses. "Se houver e formos notificados pelo TCU, vamos corrigi-las”. Notas fiscais analisadas pelo tribunal mostram que a “revolução pela garrafa” é a nova palavra de ordem da UNE. Sob a fachada de promover Atividades de Cultura e Arte da UNE, em 2007, os pequeno-burgueses da UNE beberam caixas e caixas de cerveja, garrafas de uísque escocês e de vodca. Diz o procurador do TCU Marinus Marsico: “É evidente o descaso da UNE com o patrimônio público. Fico estarrecido de ver tanto dinheiro do povo usado sem obediência aos princípios da moralidade”. Continuem assim, jovens revolucionários da garrafa, um ministério os espera. Do site da revista Veja

MEU COMENTÁRIO: Repito mais uma vez e quantas forem necessárias: o Brasil só retomará o caminho da mínima decência quando o PT for desalojado do poder. PARA SEMPRE!

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quinta-feira, outubro 27, 2011

ALDO REBELO SUSPENDE CONVÊNIOS COM ONGs

O novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), anunciou nesta quinta-feira, como uma de suas primeiras medidas concretas à frente do posto, a suspensão dos convênios com organizações não-governamentais (ONGs). Os contratos com essas entidades culminaram na queda do antecessor de Rebelo, Orlando Silva, que deixou o cargo nesta quarta-feira após revelações, feitas por VEJA, de envolvimento em um esquema de corrupção.
Orlando Silva foi acusado de receber propina de uma entidade em troca de convênio para o programa Segundo Tempo. “É preciso que se reforce o controle e a fiscalização porque o nosso interesse é a proteção e a preservação do recurso público", disse Aldo Rebelo. Segundo ele, os convênios com prefeituras serão mantidos.
O nome do comunista  foi confirmado no início da tarde pelo Planalto para assumir o Esporte no lugar de Orlando Silva, que pediu demissão na quarta-feira. O anúncio oficial foi feito após reunião da presidente Dilma Rousseff com o próprio Aldo e o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, no Palácio da Alvorada. A nomeação será publicada na edição desta sexta do Diário Oficial da União (DOU). A posse será na segunda-feira.
Meia-entrada - O novo ministro afirmou também que, pessoalmente, é favorável à meia-entrada para estudantes nos jogos da Copa do Mundo de 2014, mas ressaltou que vai defender o posicionamento do governo sobre o assunto a partir de agora. A Lei Geral da Copa, enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional, prevê meia entrada para idosos e não para estudantes, pois não há legislação federal sobre o assunto. O tema ainda está em discussão no Congresso e colocou o governo e a Fifa em lados opostos. 
"Como ministro do Esporte, eu tenho compromisso com o governo. Fui presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), fui líder estudantil e uma das minhas bandeiras sempre foi a defesa da meia-entrada”, disse Aldo Rebelo. “Esse é um direito que consta na legislação brasileira, não estou discutindo as atribuições da Fifa”. O novo ministro disse que não tem a responsabilidade de rever a lei da Copa, porque essa é uma atribuição da Câmara dos Deputados. Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: É o mínimo que a decência preconiza. ONGs são máquinas de lavar dinheiro público.

Mas isso é pouco. TEM DE PROIBIR QUALQUER TRANSFERÊNCIA DE DINHEIRO DE QUALQUER ÁREA GOVERNAMENTAL PARA ONGs.
Aqui em Santa Catarina temos uma agricultura dinâmica. Ongueiros não ficarão desempregados, pois temos chapéus de palha e enxadas sobrando para essa gente lavrar a terra e produzir. Será uma ação educativa. Ficarão sabendo de onde vem os alimentos que os mantêm vivos.

OBRIGADO JORNALISTA ROBERTO CIVITA! OBRIGADO REVISTA VEJA, publicação que se transformou na tábua de salvação do Brasil!

MEUS CUMPRIMENTOS AOS COLEGAS JORNALISTAS DE VEJA E DO GRUPO ABRIL! FORÇA! 

VIVA A DEMOCRACIA E A LIBERDADE DE IMPRENSA! 

quinta-feira, agosto 18, 2011

ESCÂNDALOS EM SÉRIE DERRUBAM WAGNER ROSSI


Wagner Rossi é o quarto ministro da Dilma que vai à lona
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, pediu demissão na noite desta quarta-feira após um mês de denúncias de corrupção no ministério que ocupava. Reportagens sucessivas de VEJA revelaram desmandos na pasta comandada pelo peemedebista e mostraram os escândalos que se acumulam em sua trajetória. Em carta enviada à presidente Dilma Rousseff, Rossi procurou defender sua reputação, enumerando feitos à frente da pasta, e pediu demissão em caráter irrevogável. O Palácio do Planalto ainda não se pronunciou sobre a saída do ministro.
Wagner Rossi é o quarto auxiliar do primeiro escalão de Dilma Rousseff a cair, em sete meses de governo. Antes dele foram defenestrados do centro do poder Antonio Palocci, da Casa Civil. por não conseguir explicar um espantoso salto patrimonial; Alfredo Nascimento, dos Transportes, por ser conivente com um esquema de corrupção, mostrado em reportagem de VEJA; e Nelson Jobim, da
A queda de Wagner Rossi foi sacramentada por uma carona de jatinho. Ele admitiu na terça-feira ter viajado a bordo do jato de sete milhões de dólares da Ourofino Agronegócios, empresa autorizada pelo ministério a produzir vacina contra febre aftosa e que aumentou, a partir desta autorização, seu faturamento em 81%. Ricardo Saud, um dos sócios da companhia, é assessor de Wagner Rossi.
Esta ligação mais do que suspeita foi só o último escândalo de um aliado que trouxe problemas em série ao governo que deveria ajudar a sustentar. Wagner Rossi dirigiu uma pasta onde um lobista atuava clandestinamente dentro do ministério, direcionando editais. Reportagem de VEJA mostrou a atuação de Júlio Fróes, conhecido como “Doutor Júlio” pelos servidores do órgão. Ele tinha acesso liberado à entrada privativa do ministério e usava uma sala com computador, telefone e secretária na sobreloja do prédio, onde está instalada a Comissão de Licitação - repartição que elabora as concorrências que, só neste ano, deverão liberar 1,5 bilhão de reais da pasta.
Na semana seguinte à reportagem, Wagner Rossi tentou convencer o Brasil de que não tinha ligações com Fróes. Apesar da demissão de Milton Ortolan, segundo na hierarquia e braço direito do ministro há 25 anos, e das provas de que Fróes tinha sala dentro da Comissão de Licitações da Agricultura, Rossi posou de marido traído. Chamado ao Congresso para dar explicações, disse que Ortolan era ingênuo, e que ele, como ministro, não podia controlar a portaria do ministério. Leia MAIS

segunda-feira, agosto 15, 2011

ESPLANADA EM CRISE: OS ESCÂNDALOS DO PT!

O primeiro ano de mandato da presidente Dilma Rousseff já tem uma marca registrada: os escândalos em série. Em pouco mais de sete meses, foram cinco os ministros atingidos. Dois caíram - Antonio Palocci (Casa Civil) e Alfredo Nascimento (Transportes) -, outros seguem na corda bamba. Entenda os escândalos e acompanhe seus desdobramentos. CLIQUE AQUI E ACOMPANHE OS ESCÂNDALOS DO GOVERNO DA DILMA, DO PT E DO LULA

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quinta-feira, agosto 11, 2011

PT CONTINUA MENTINDO. CRISE NÃO AFETA REPUBLIQUETAS BANANEIRAS COMO BRASIL

Se essa tal crise que proparam existe mesmo é um repeteco de 2008. Naquela oportunidade afirmei aqui no blog que seria resolvida em três dias e que os Estados Unidos e os demais países que sempre foram capitalistas e econômicamente fortes e é bom sublinhar "verdadeiramente democráticos", permaneceriam nestas condições. E agora não será diferente.
E, como em 2008, desta vez essa crise não afetará o Brasil e nem os demais países latino-americanos porque são apenas produtores e exportadores de bananas e por isso são conhecidos como republiquetas bananeiras. Estão na periferia. 
É uma crise financeira que atinge verdadeiras economias de mercado e onde a população em cerca de 90% é constituída de classe média. Nada parecido essa turba ignara que a bandalha do PT e suas estatísticas do Ipea e o IBGE, totalmente aparelhados, apontam como classe média. Nesse grandes países eminentemente capitalistas, a classe média faz poupança, aplica nas bolsas e não sofre dessa estupidez genética que tipifica a esmagadora maioria dos brasileiros.  Neste caso, turbulências no mercado atingem em cheio essasa sociedades. Não é o caso do Brasil.
Entretanto, a crise serve para que o PT e seus comparsas aproveitem para fazer marketing político. Tanto é que esse tal de Tombini, que dirige o Banco Central jactou-se afirmando que o Brasil fez a lição de casa e que por isso não será atingido. A Dilma diz a mesma coisa e o jornalismo vagabundo e sabujo do lulopetimo apresenta como verdade esse discurso fajuto e mistificador.
O Brasil com crise o sem crise continuará a ser o lixo ocidental. É um país periférico, uma republiqueta bananeira onde os agentes públicos dão aulas de como pilhar o erário através de ONGs de fachada.
O Brasil é um país constituído por uma população cuja maioria é completamente estúpida, burra e mentirosa. E, se fosse apenas isso, vá la. O pior de tudo é que a maioria desse bando de semoventes é áulico desse desgoverno e assimila e digere com naturalidade todo esse turbilhão de iniqüidades, mentiras, roubalheira e corrupção.

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quarta-feira, agosto 10, 2011

SENADOR DO PMDB CONTRA-ATACA E AFIRMA QUE PT É UM DOS PARTIDOS MAIS ENVOLVIDOS NOS ESCÂNDALOS DO TURISMO

O senador Valdir Raupp, do PMDB, concedeu uma entrevista ao site do Estadão em que fala das relações PMDB-PT, e acha estranho que só neste momento a Polícia Federal decida agir com relação a uma investigação que já estaria em andamento há uns dois anos. 
O senador peemedebista acredita que as irregularidades no Ministério do Turismo vêm do tempo que a pasta era comandada pelo PT e que as pessoas que assumiram há pouco tempo não são responsáveis.
Assim sendo, segundo Raupp, o PT seria o partido mais envolvido no esquema de corrupção.
A entrevista que está em áudio pode ser ouvida clicando AQUI

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domingo, agosto 07, 2011

COM O PT NO PODER, BRASIL VIROU UM CANTEIRO DE CORRUPÇÃO. A NAÇÃO ESTÁ COMPLETAMENTE PODRE E CORROMPIDA!

O festival de escândalos no governo da presidente Dilma Rousseff ganhou um novo capítulo: como mostra a edição de VEJA desta semana, o lobista Júlio Fróes atua livremente no Ministério da Agricultura - com o aval da cúpula da pasta e direito a privilégios, como uma sala dentro do ministério. A revelação do caso provocou, neste sábado, o pedido de demissão do secretário-executivo da Agricultura, Milton Ortolan, braço direito do ministro Wagner Rossi. E não é de hoje que o Brasil é palco de escândalos de corrupção. Entre as razões pelas quais esse problema se tornou uma chaga no país estão desde a lentidão da Justiça a uma cultura que, muitas vezes, é tolerante com os corruptos.
Há dez anos, a Transparência Internacional (TI) elabora um ranking sobre a percepção da corrupção nos países signatários de um documento, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que tem o objetivo de estimular a implantação de práticas para combater o problema. Países em que a população considera os servidores e políticos pouco corruptos ganham nota dez. Os que observam a corrupção como um mal que está disseminado ganham nota zero. Desde que foi criada a lista, em 2002, o Brasil não ultrapassou os quatro pontos – índice semelhante ao de países africanos. Nos últimos dois anos, a nota brasileira foi 3,7. 
Para acabar com a corrupção, destaca Guilherme von Haehling, diretor executivo da Amarribo, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) sem fins lucrativos que representa o Brasil na Transparência Internacional, é preciso promover mudanças em todas as esferas do poder público: "Não acredito que a corrupção seja característica de um povo, ela tem a ver com as leis, a fiscalização, a Justiça, a educação que nossas crianças têm nas escolas".
O cientista político que dirige o Núcleo de Estudos da Corrupção da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Caldas, lembra que a situação financeira não reflete o quanto um país pode estar corrompido. “Não é que o Brasil seja subdesenvolvido, atrasado. O atraso está na mentalidade de deixar que os políticos corruptos roubem e continuem roubando”, diz. O Chile, por exemplo, é o país latino-americano com a melhor pontuação no ranking da TI - manteve uma média de 7,2 pontos desde o início -, apesar de não figurar entre os cinco mais ricos da região. 
Em relatório divulgado recentemente, a Amarribo divulgou pontos da convenção anticorrupção da Organização dos Estados Americanos (OEA) que o Brasil assinou em 1996, mas não cumpre até hoje. Clique AQUI para saber quais são os 7 pecados capitais do Brasil.

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domingo, julho 31, 2011

UM FATO ESTRANHO EM TODAS ESSAS DENÚNCIAS

Coincidentemente três revistas semanais de circulação nacional  - Veja, IstoÉ e Época - trazem reportagens com denúncias de corrupção contra órgãos do governo federal. Todavia, essas denúncias, chegam apenas até a franja do poder petista. Tal fato abre espaço para fundadas especulações de que muitas dessas denúncias bem que poderiam servir para uma rearticulação do poder petista, afinal é o PT de fato quem detém o poder real nas mãos.
Tal suposição pode ser apenas um teoria conspiratória. Mas também pode não ser. Alguém vaza as informações e, de posse delas, o dever da imprensa é cumprir o seu papel divulgando-as.
No final das contas quem fatura com esse mar de lama é Dilma Rousseff e, de quebra o PT. "Dilma faxineira" tem tudo para ser o mote do marketing da campanha petista nas eleições de 2012. 

O núcleo do poder petista, que é o principal responsável pela esculhambação geral da república, sequer sai arranhado. Hummm... 


segunda-feira, julho 18, 2011

ESCÂNDALOS DO PT PARALISAM O CONGRESSO

Os escândalos que marcaram o primeiro semestre do governo Dilma afetaram a rotina do Congresso Nacional. Desde o dia 2 de fevereiro, data da primeira sessão, os parlamentares passaram mais tempo discutindo questões políticas do que votando assuntos de interesse nacional.
Só o impasse sobre a possível convocação do ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para explicar seu espetacular aumento patrimonial, durou mais de vinte dias. As novas revelações sobre o Dossiê dos Aloprados, incluindo o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e sobre a existência de um esquema de corrupção no Ministério dos Transportes, que derrubou o chefe da pasta, Alfredo Nascimento, também jogaram para segundo plano a atividade legislativa. 
No início do ano, as relações entre governo e Congresso pareciam amistosas e o governo conseguiu aprovar com folga o salário mínimo. "Nos três primeiros meses de governo sempre há boa vontade dos parlamentares com o presidente eleito, que vem com legitimidade das urnas", comenta o professor de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), Lúcio Rennó. "Mas essa relação precisa ser cultivada, pois as negociações com o parlamento são fundamentais para a governabilidade".
As falhas de articulação política passaram a ficar mais evidentes no quarto mês. Palocci e o então ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, se sobrepunham no papel de negociar projetos de interesse do Executivo. Dilma estava afastada dos parlamentares. As reclamações esquentaram o clima em Brasília.
No Congresso, a votação do Código Florestal explicitou a reação da base. A crise provocada pelo caso Palocci foi o estopim para evidenciar os problemas organizacionais do Planalto. "Nesses testes difíceis o governo não passou, demonstrando dificuldades de negociação", considera Rennó.
Concentração de forças - Enquanto a oposição tentava aprovar a convocação do ministro para se explicar, governistas se preocupavam em blindar Palocci. O Congresso praticamente parou. "Essa história ocupou muito tempo justamente porque não há uma preocupação do governo com a transparência e a prestação de contas. Eles passaram dias tentando negar um fato escandaloso, um problema seríssimo", destaca o professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de Campinas (Unicamp) Roberto Romano. "No lugar de afastarem Palocci para o tema ser apurado, passaram o tempo todo tentando esconder o sol com a peneira".
"O Executivo obtém legitimação aceitando as chantagens ou reivindicações dos senadores e deputados. Os parlamentares visam apenas os recursos para seus próprios estados. E quem vai se preocupar com questões como segurança, tecnologia e educação, que não trazem recursos diretamente, mas são essenciais para o país?”, questiona.
Discutir a instalação de uma CPI para apurar denúncias de corrupção é importante. Mas votar temas relevantes, como as reformas tributária e política e a regulamentação da Emenda 29, também. Todas essas foram empurradas para quando o recesso acabar, no início de agosto. Como se arrastam no Congresso há anos, não seria nenhuma surpresa se, mais uma vez, 2011 terminasse sem que essas discussões intermináveis – e importantes – chegassem ao fim. Do site da revista Veja

domingo, julho 10, 2011

IMPRESSIONANTE LISTA DE ESCÂNDALOS DO GOVERNO DILMA QUE AINDA CONVIVE COM CADÁVERES POLÍTICOS INSEPULTOS!

Em seis meses de governo, a gestão da presidente Dilma Rousseff se notabilizou pela profusão de escândalos -  mais do que por medidas concretas de governo. Dois ministros foram demitidos. Outros dois trocaram de lugar. Dois se safaram por pouco. Outros dois ainda devem explicações.
Antonio Palocci, chefe da Casa Civil, comandava uma consultoria bem-sucedida antes de ingressar no governo. O crescimento patrimonial espantoso levantou suspeitas de que o braço-direito da presidente autou como lobista. Quando resolveu se explicar, Palocci já era um cadáver político.
Sem o principal articulador político do governo, a presidente se viu novamente em apuros. Luiz Sérgio, ministro de Relações Institucionais, tinha poderes limitados. Dilma Roussef evitou mais uma demissão: preferiu rebaixar o petista a ministro da Pesca. Luiz Sérgio trocou de cargo com Ideli Salvatti.
A paz aparente durou pouco tempo.  Aloizio Mercadante, responsável pela pasta de Ciência e Tecnologia, também ficou exposto por uma revelação feita por VEJA. Foi ele quem ordenou a compra do falso dossiê contra o então candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra, em 2006. O episódio também respingou em Ideli Salvatti: então senadora, ela ajudou a espalhar o material para a imprensa.
Mercadante e Ideli continuam sob fogo da oposição. O primeiro deve ir à Câmara dos Deputados se explicar. A segunda é alvo de requerimentos de convocação, mas os governistas atuam para blindar a petista.
O último escândalo teve um desfecho nesta quarta-feira. Alfredo Nascimento, ministro dos Transportes, deixou o cargo depois que VEJA revelou o funcionamento de um grande esquema de corrupção na pasta. Dilma ainda protelou a demissão por quatro dias.
Motel - Houve também episódios que não chegaram a derrubar ministros. Ana de Hollanda, da Cultura, foi flagrada usando verba pública para passar o fim de semana no Rio de Janeiro, onde tem casa. Devolveu o dinheiro e ficou no cargo.
Pedro Novais havia aproveitado verba da Câmara dos Deputados para custear uma farra coletiva em um motel de São Luís. Devolveu o dinheiro e ficou no cargo.
Fernando Haddad, campeão de trapalhadas também no governo Lula, manteve a média na nova gestão. Defendeu a distribuição de um livro que ensina crianças a falar errado e se contradisse ao tentar justificar a distribuição do chamado "kit-gay". Do site da rfevista Veja

quinta-feira, outubro 28, 2010

ESCÂNDALO BANCOOP: TESOUREIRO DO PT AGORA É RÉU EM PROCESSO POR DESVIO DE R$ 170 MILHÕES DA COOPERATIVA

A juíza Patrícia Inigo Funes e Silva, da 5ª Vara Criminal de São Paulo, aceitou a denúncia contra o tesoureiro do PT João Vaccari Neto e outras cinco pessoas envolvidas no caso de desvio de dinheiro da Bancoop, que lesou cerca de 3.000 pessoas. Com a decisão, Vaccari e os demais citados tornam-se réus em processo criminal por estelionato e tentativa de estelionato, formação de quadrilha ou bando e falsidade ideológica. Vaccari e Tomás Edson Botelho Fraga, ex-dirigentes da Bancoop, e Ana Maria Ernica, atual diretora, também respondem por lavagem de dinheiro. 

A juíza ainda determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Vaccari e de Ana Maria. Na decisão, a magistrada afirmou que  há "relevante suspeita do envolvimento dos referidos acusados na prática dos crimes descritos na denúncia". E ressaltou que "o sigilo não pode servir de escudo protetivo para o exercício e proveito de atividades ilícitas".

O pedido da abertura de processo foi feito no último dia 19, pelo promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo. Em depoimento à CPI da Bancoop, na Assembleia Legislativa do estado, Blat afirmou ter “indícios suficientes de autoria e materialidade contra diretores, ex-diretores e terceiros que participaram desta verdadeira organização criminosa, que fraudou milhares de cooperados que não receberam suas unidades habitacionais e foram achacados."

Os outros três réus são a mulher de Tomás, Henir de Oliveira, a advogada da Bancoop, Leticya Achur Antonio e a presidente da Germany, Helena Conceição Pereira Lage. "Quando eles estavam à frente da cooperativa simplesmente ocultaram movimentações financeiras para dificultar a identificação das transações", comentou Blat, na Assembleia.

De acordo com o promotor, os envolvidos devem ser condenados por estelionato porque 1.133 pessoas compraram apartamentos da Bancoop, mas ainda não têm onde morar, e por tentativa de estelionato, porque outras 2.362 vítimas tiveram de pagar muito mais do que o combinado inicialmente para receber seus apartamentos. Blat estima que a quantia desviada pelo esquema chegaria a 170 milhões de reais. 

Histórico - O caso Bancoop foi revelado por VEJA, em março deste ano. A reportagem indicava a descoberta do Ministério Público de São Paulo de que dirigentes da cooperativa desviavam recursos de empreendimentos imobiliários para abastecer seus próprios bolsos e o caixa dois de campanhas petistas. Em contrapartida, integrantes do PT afirmaram que o promotor agia com interesses eleitorais para beneficiar pessoas ligadas ao ex-governador de São Paulo e candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra.

Diante da acusação, a bancada tucana na Assembleia conseguiu reunir assinaturas suficientes para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar o caso, que foi criada no mesmo mês da reportagem. Na edição de 13 de março, VEJA destacou ainda a relação entre o escândalo da Bancoop e o mensalão, indicada pelo depoimento à Procuradoria-Geral da República de Lúcio Bolonha Funaro, um dos maiores especialistas em fraudes financeiras. Do portal da revista Veja

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sexta-feira, outubro 15, 2010

SÓ FALTOU PT CHAMAR FHC PARA SEU PROGRAMA



Quem acompanha os programas eleitoras na televisão deve conhecer este ator. Aqui neste vídeo ele apresenta um institucional comemorativo aos 20 anos do PSDB. O texto falado pelo ator afirma que o PSDB mudou o Brasil para sempre. E isto é verdade. O PSDB fez o Plano Real, acabou com a inflação, estabilizou a economia e, ainda por cima, criou os programas sociais que no governo Lula foram reunidos no bolsa família. Como já disse aqui no blog, a rigor, o PT não criou nada.

O que diferencia o PT dos governos passados, especialmente de Itamar e FHC é a profusão de bandalheiras que produziu e que se iniciaram com o mensalão culminando num epílogo fatídico: o escândalo envolvendo Erenice Guerra, o braço direito da Dilma. Se é que as coisas irão parar por por aí...

Fica fácil descobrir em qual programa aparece neste segundo turno o ator em questão. Ele agora interpreta um texto miserável e mentiroso, produzido por um tal de Patinhas que saca do baú marxista o conceito de luta de classes. Coincidentemente, Marx também foi um grande e nefasto mentiroso. Como é o PT.

Conclusão: o PT usou todos os programas dos governos tucanos e até mesmo o ator que em 2008 apresentou a peça publicitária tucana. Faltou apenas chamar o Fernando Henrique...hehehe...

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sexta-feira, setembro 17, 2010

FERNANDO HENRIQUE DIZ QUE SAÍDA DE ERENICE DA CASA CIVIL NÃO SERÁ SUFICIENTE PARA ACABAR COM ESCÂNDALOS

O ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, afirmou nesta quinta-feira que saída de Erenice Guerra da Casa Civil é só um detalhe que não será suficiente diante de reiterados escândalos.

"Como brasileiro estou triste de ver tantos acontecimentos negativos no Brasil. É a repetição deles. São escândalos reiterados", afirmou FHC, em evento de inauguração do Centro Ruth Cardoso, em São Paulo.

Morta em 2008, a ex-primeira-dama completaria 80 anos no dia 19 de setembro.

"A saída [de Erenice] é um detalhe, nada disso será suficiente. É preciso recuperar a dignidade do Brasil", completou o ex-presidente. 

Para FHC, "a reiteração desses chamados escândalos mostra que não amadurecemos suficientemente no Brasil. Fico muito triste." Do portal da Folha.com 


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