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domingo, outubro 30, 2011

REPORTAGENS REVELAM GRAVAÇÕES QUE LIGAM AGNELO QUEIROZ DO PT COM DELATOR DO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

Depois da saída de Orlando Silva (PC do B) do Ministério do Esporte, novas acusações contra o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), ligam o petista ao esquema de desvios de verbas em convênios com ONGs. Agnelo foi o antecessor de Orlando na pasta.
Reportagens das revistas "Época" e "IstoÉ" desta semana citam processo que corre na 10ª Vara Federal, em Brasília, em que Agnelo é investigado por suspeita de envolvimento com fraudes no ministério.
Segundo a "Época", o processo tem gravações de telefonemas entre o governador e o policial militar João Dias Ferreira, que acusou Orlando de receber propina. O ex-ministro nega.
Nas conversas, o policial pede a ajuda de Agnelo para se defender em um processo em que o Ministério Público Federal pede a devolução de R$ 3,6 milhões em recursos que teriam sido desviados da pasta do Esporte.
Ele pede ao governador que interceda junto a um professor que, segundo o processo, teria ajudado a forjar documentos para a defesa de Dias. A transcrição de uma gravação mostra Agnelo dizendo ao professor Roldão Sales de Lima que precisa de sua ajuda e que ele é "peça-chave neste projeto".
A "IstoÉ" cita que o processo teria também um vídeo em que uma suposta testemunha faz acusações contra Agnelo.
Na gravação, segundo a publicação, o motorista Geraldo Nascimento de Andrade afirma que sacava recursos destinados às ONGs que eram distribuídos entre os integrantes do esquema.
Ele acusa Agnelo de ser o cabeça do esquema, responsável por liberar o dinheiro para abastecer as entidades.
Em nota, a assessoria do governador afirma que o Ministério Público decidiu não indiciar Agnelo.
Em relação ao vídeo citado por "IstoÉ", a assessoria disse que foi produzido durante a campanha de 2010, "que teve lances baixos como a tentativa de associar o nome de Agnelo a falsas condutas". Da Folha de São Paulo deste domingo

sábado, outubro 29, 2011

CRÔNICA DO ESGOTO: COMUNISTAS MENTEM PARA CONTINUAR ROUBANDO. GOVERNO FHC TEM BOA PARCELA DE CULPA!

Apesar de o estatuto do PCdoB defender a ocupação de cargos públicos como forma de fortalecer a sigla, o presidente nacional do partido, Renato Rabelo, afirmou nesta sexta-feira que não vai interferir na escolha dos nomes que o novo ministro, Aldo Rebelo, chamará para a pasta. Segundo ele, a secretária de Esporte de São Paulo na gestão de Marta Suplicy (PT) e dirigente do PCdoB, Nádia Campeão, que estaria cotada para a Secretaria Executiva, não é uma indicação do partido.
Apesar dos muitos contratos com ONGs ligadas a militantes do PCdoB, principais alvos das denúncias que derrubaram Orlando Silva do ministério , Rabelo disse que as ONGs fazem parte de "uma visão neoliberal" e que são rejeitadas pelo PCdoB. Segundo Rabelo, a decisão de Aldo de suspender a relação com as ONGs já havia sido tomada oito meses atrás por Orlando.
- Sempre fomos contra ONGs porque são uma maneira de ocupar o espaço do Estado. Isso de ONGs é uma visão neoliberal. A participação de militantes do PCdoB em ONGs é minoria.
O presidente do PCdoB disse ainda que a presidente Dilma Rousseff comprometeu-se a ajudar na defesa do ex-ministro Orlando Silva:
- A presidente disse que essa é uma questão que a incomoda muito e que vai participar e contribuir para inocentar o ministro.
Lula mandou resistirmos, mas Dilma nos convenceu
Rabelo disse que Dilma fez a promessa em reunião nesta quinta-feira no Palácio do Planalto. E confirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedira ao partido que insistisse em manter Orlando:
- Nós resistimos, mas a presidente nos convenceu de que havia muito desgaste.
Rabelo admitiu que o nome de Nádia Campeão tem sido citado como possível secretária executiva do ministério, mas negou que ela seja uma sugestão do partido:
- O que posso a dizer é que não tem nada resolvido sobre a equipe. Vai depender do ministro. Posso adiantar que ele ainda não teve tempo de ver isso. Do portal de O Globo
MEU COMENTÁRIO: Ah, então ONG é coisa de neoliberal? Hummm..., entendi. 
Um país que tem esse tipo de gente no governo é um lixão. E o Brasil é o lixo ocidental, a maioria de sua população é idiota, ladravaz, oportunista, mal educada, estúpida.
O escândalo no Ministério do Esporte que fartamente noticiado por todos os veículos de comunicação, depois da revista Veja, é claro, é do conhecimento da maioria dos brasileiros.
Mas a maioria da população segue calada, conivente, sem vergonha e vagabunda como se nada estivesse acontecendo de rapinagem do dinheiro público. E o que é pior, os brasileiros votam nos comunistas, do PT, PCdoB, e outros satélites do petismo chefiado por Lula.
Lêem impassíveis declarações como estas que estão reportadas nesta matéria de O Globo, que transcrevo acima.
Sempre quando caminho pelas ruas sei que estou no meio de ladrões, de comparsas desse governo espúrio e nojento. De ongueiros ladravazes, picaretas safados e que não tem pejo em defender essa avalanche de iniquidades.
E como epílogo, é bom frisar que quem sancionou a lei 9.790, de 23 de março de 1999, que deu vida às ONGs foi o governo de Fernando Henrique Cardoso. É por isso que o palhaço comunista que preside o PCdoB, diz que ONG é coisa "neoliberal". 
Lamentavelmente, além de criar a bolsa esmola, FHC e seus tucanos deixaram como herança as ONGs. Assinam essa lei que institucionalizou a maior lavagem de dinheiro público que já se viu na face da Terra a lista que segue:
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Renan Calheiros
Pedro Mallan
Ailton Barcelos Fernandes
Paulo Renato Souza
Francisco Dornelles
Waldeck Ornélas
José Serra
Paulo Paiva
Clovis de Barros Carvalho
Sabem o que o eu acho disso tudo? uma tremenda escrotidão. Estou perante um bando de idiotas e salafrários. A inteligência é uma coisa quase inexistente no Brasil. Aposto que 90% da população é constituída de retardados
O Brasil não presta! É lixo! É um esgotão a céu aberto. 

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sexta-feira, outubro 28, 2011

POLICIAL CITA IRMÃO DE ALDO REBELO COMO UM DOS ENVOLVIDOS NO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

Apolinário, irmão de Aldo Rebelo, com Orlando Silva
Em depoimento de mais de oito horas à Polícia Federal na semana passada, o policial militar João Dias Ferreira envolveu Apolinário Rebelo, vice-presidente do PC do B-DF e irmão do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), no suposto esquema de desvios no Ministério do Esporte.
O policial, que denunciou um suposto esquema de corrupção na pasta, disse que foi Apolinário quem indicou a pessoa que atuava como "responsável pela arrecadação" do dinheiro obtido pelo suposto esquema.
Segundo o delator, essa pessoa é Fredo Ebling, que foi chefe de gabinete de Aldo na presidência da Câmara dos Deputados e atualmente trabalha na liderança do PC do B. Ebling não retornou aos contatos da Folha.
Apolinário nega as acusações do delator. Disse que não tem poder para fazer indicações no ministério e afirmou que pretende entrar na Justiça contra o policial.
Apolinário foi diretor de esporte estudantil do ministério por dois anos e meio. No cargo, trabalhou em projetos especiais do Programa Segundo Tempo, principal alvo das acusações.
Em 2010, ele deixou o ministério para disputar a eleição para deputado distrital. Com 3.788 votos, consegui apenas a vaga de suplente.
No depoimento, o delator citou duas etapas do esquema. Na primeira, de "captação de recursos", Ebling seria ajudado pelo presidente de uma ONG, por um treinador de futebol e por um ex-funcionário do ministério.
O policial disse que chegou a ser procurado por Ebling para participar de "captação e distribuição" da verba, mas disse que não aceitou. O delator não apresentou provas.
A segunda etapa seria a distribuição dos valores. Foi nessa fase que uma testemunha disse ter presenciado a entrega de malote de dinheiro ao motorista de Orlando Silva, que nega. Da Folha de SP desta sexta-feira

quinta-feira, outubro 27, 2011

ALDO REBELO SUSPENDE CONVÊNIOS COM ONGs

O novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), anunciou nesta quinta-feira, como uma de suas primeiras medidas concretas à frente do posto, a suspensão dos convênios com organizações não-governamentais (ONGs). Os contratos com essas entidades culminaram na queda do antecessor de Rebelo, Orlando Silva, que deixou o cargo nesta quarta-feira após revelações, feitas por VEJA, de envolvimento em um esquema de corrupção.
Orlando Silva foi acusado de receber propina de uma entidade em troca de convênio para o programa Segundo Tempo. “É preciso que se reforce o controle e a fiscalização porque o nosso interesse é a proteção e a preservação do recurso público", disse Aldo Rebelo. Segundo ele, os convênios com prefeituras serão mantidos.
O nome do comunista  foi confirmado no início da tarde pelo Planalto para assumir o Esporte no lugar de Orlando Silva, que pediu demissão na quarta-feira. O anúncio oficial foi feito após reunião da presidente Dilma Rousseff com o próprio Aldo e o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, no Palácio da Alvorada. A nomeação será publicada na edição desta sexta do Diário Oficial da União (DOU). A posse será na segunda-feira.
Meia-entrada - O novo ministro afirmou também que, pessoalmente, é favorável à meia-entrada para estudantes nos jogos da Copa do Mundo de 2014, mas ressaltou que vai defender o posicionamento do governo sobre o assunto a partir de agora. A Lei Geral da Copa, enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional, prevê meia entrada para idosos e não para estudantes, pois não há legislação federal sobre o assunto. O tema ainda está em discussão no Congresso e colocou o governo e a Fifa em lados opostos. 
"Como ministro do Esporte, eu tenho compromisso com o governo. Fui presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), fui líder estudantil e uma das minhas bandeiras sempre foi a defesa da meia-entrada”, disse Aldo Rebelo. “Esse é um direito que consta na legislação brasileira, não estou discutindo as atribuições da Fifa”. O novo ministro disse que não tem a responsabilidade de rever a lei da Copa, porque essa é uma atribuição da Câmara dos Deputados. Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: É o mínimo que a decência preconiza. ONGs são máquinas de lavar dinheiro público.

Mas isso é pouco. TEM DE PROIBIR QUALQUER TRANSFERÊNCIA DE DINHEIRO DE QUALQUER ÁREA GOVERNAMENTAL PARA ONGs.
Aqui em Santa Catarina temos uma agricultura dinâmica. Ongueiros não ficarão desempregados, pois temos chapéus de palha e enxadas sobrando para essa gente lavrar a terra e produzir. Será uma ação educativa. Ficarão sabendo de onde vem os alimentos que os mantêm vivos.

OBRIGADO JORNALISTA ROBERTO CIVITA! OBRIGADO REVISTA VEJA, publicação que se transformou na tábua de salvação do Brasil!

MEUS CUMPRIMENTOS AOS COLEGAS JORNALISTAS DE VEJA E DO GRUPO ABRIL! FORÇA! 

VIVA A DEMOCRACIA E A LIBERDADE DE IMPRENSA! 

REBELO NO ESPORTE MANTÉM FEUDO COMUNISTA

Apenas para constar no blog, já que a matéria está em todos os portais. Os comunistas continuam dominando o Ministério do Esporte, que se transformou num feudo do partido vermelho.
O deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) foi confirmado como substituto do ministro do Esporte, Orlando Silva, afastado do cargo após envolvimento em esquema de corrupção revelado por VEJA. O anúncio oficial foi feito após reunião da presidente Dilma Rousseff com o próprio Aldo e o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, no Palácio da Alvorada. A nomeação será publicada na edição desta sexta do Diário Oficial da União (DOU). A posse será na segunda-feira.
Em rápida entrevista coletiva, Aldo Rebelo disse que agradeceu à presidente a confiança depositada nele e que tentará cumprir os desafios da pasta, diante da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. "Disse que aceitava o desafio e que procuraria me desincumbir da tarefa da melhor maneira possível”, afirmou. Rebelo não quis comentar as acusações de corrupção que envolvem servidores da pasta, como o ex-ministro Orlando Silva, e disse que tomaria conhecimento da estrutura do ministério, para depois conceder uma nova coletiva à tarde.
O presidente do PCdoB disse que está satisfeito com a decisão da presidente Dilma, apesar de ter defendido com veemência o antecessor no cargo. “Acho que Aldo Rebelo vai dar uma grande contribuição ao ministério”.
Como informou a coluna Radar on-line, a presidente Dilma Rousseff queria que o PCdoB encaminhasse uma lista tríplice para que ela batesse o martelo. O pedido não foi atendido. Leia MAIS

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TORCIDA LEGAL: PROJETO FANTASMA PARA COPA CUSTOU R$ 6,2 MILHÕES AO BRASIL. INTERINO DO ESPORTE ASSINOU O CONTRATO.

A pouco menos de três anos para a Copa do Mundo de 2014, começam a surgir os primeiros indícios de corrupção envolvendo as obras para o Mundial, que vai ocorrer no Brasil. O governo federal repassou 6,2 milhões de reais a um sindicato de cartolas do futebol para um projeto da Copa que nunca saiu do papel. Sem licitação, o Ministério do Esporte contratou o Sindicato das Associações de Futebol (Sindafebol), presidido pelo ex-presidente do Palmeiras Mustafá Contursi, para fazer o cadastramento das torcidas organizadas dentro dos preparativos para o Mundial. O contrato foi assinado no dia 31 de dezembro de 2010 e todo o dinheiro liberado, de uma vez só, em 11 de abril deste ano. O projeto, porém, jamais andou.
O Ministério do Esporte foi célere em aprovar o convênio, entre novembro e dezembro de 2010, com base em orçamentos e atestados de capacidade técnica apresentados pelo sindicato. O jornal O Estado de S. Paulo obteve os documentos. O negócio rápido e milionário teve um empurrão oficial de Alcino Reis, assessor especial de futebol do ministério e homem de confiança do ministro Orlando Silva (PC do B) - de quem é correligionário no PC do B.
O convênio, que faz parte do projeto Torcida Legal, foi assinado por Reis e pelo secretário executivo do ministério, Waldemar Manoel Silva de Souza.
As empresas que aparecem como responsáveis pelos serviços do projeto nunca foram contratadas pela entidade dos cartolas, dirigentes de clubes, que leva o nome oficial de Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e suas Entidades Estaduais de Administração e Ligas (Sindafebol). Os atestados de capacidade técnica entregues ao governo, por exemplo, foram feitos pelo próprio sindicato. Leia MAIS

INTERINO DO ESPORTE ASSINOU CONVÊNIOS COM ONGs SUSPEITAS DE IRREGULARIDADES. É HOMEM DE CONFIANÇA DE ORLANDO SILVA.

O comunista Waldemar Souza
Apontado como ministro interino do Esporte após a demissão de Orlando Silva, o secretário executivo da pasta, Waldemar Souza, assinou convênios com organizações não governamentais suspeitas de irregularidades.
Filiado ao PC do B do Rio de Janeiro, Souza foi quem firmou o contrato de R$ 6,2 milhões com um sindicato de cartolas do futebol para um projeto da Copa do Mundo de 2014, conforme revelou reportagem do Estado publicada em agosto.
Confiança. Waldemar Souza faz parte da tropa do PC do B dentro do ministério. É homem de confiança do ministro Orlando Silva. Passa pelo crivo dele os principais contratos do Ministério do Esporte. Em suas entrevistas, o delator do esquema que derrubou Orlando, João Dias Ferreira, também inclui o nome de Waldemar.
O nome do secretário executivo aparece, por exemplo, na prorrogação de um convênio do Programa Segundo Tempo no valor de R$ 911 mil com o Instituto de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente (Idec), da cidade de Novo Gama (GO).
A renovação foi publicada no dia 25 de agosto deste ano no Diário Oficial da União. A entidade é de fachada e, apesar de ter assinado o contrato em 2009, jamais executou o projeto. Após o Estado revelar o caso, o ministério anunciou que decidira cancelar o contrato.
No dia 25 de janeiro de 2011, Waldemar Souza assinou ainda um convênio de R$ 1,2 milhão com o Instituto Pró-Ação, outra entidade sob suspeita.
Conforme a reportagem mostrou na segunda-feira passada, a ONG repassou pelo menos R$ 1,3 milhão em cheques para empresas fantasmas em Valparaíso (GO). A entidade é apontada como "modelo de gestão" pelo Ministério do Esporte. Leia MAIS

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quarta-feira, outubro 26, 2011

'CAMARADA' WALDEMAR, COMUNISTA DE ESTIMAÇÃO DE ORLANDO, ASSUME INTERINAMENTE O MINISTÉRIO DO ESPORTE.

'Camarada' Waldemar, o interino, é homem de confiança de Orlando.
Concordo plenamente com a observação de Reinaldo Azevedo em seu blog a respeito do que está acontecendo: Orlando Silva sai, mas no seu lugar interinamente assume seu secretário-executivo, o chefete comunista do PCdoB do Rio de Janeiro, o camarada Waldemar Manoel Silva de Souza, e isto significa que,  Dilma reforça o feudo comunista no Esporte. Tudo a ver, porque Dilma sempre foi comunista e pegou em armas contra a democracia. Leiam:
Por enquanto, Dilma está decidida a manter o Ministério do Esporte com o PCdoB! É claro que é um absurdo. Orlando Silva, um peixão do partido, deveria até ficar ofendido! Afinal, se isso se confirma, o governo dá a entender à opinião pública que as lambanças do ministério buscavam beneficiá-lo pessoalmente… Pode ter acontecido também, mas todo mundo sabe que não é só isso. Dilma gostaria de ter o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) no posto. Só se ele for doido…

A propósito: digamos que um outro comunista do Brasil assuma: se novas falcatruas vierem à tona, o que se vai dizer? Que são coisas da “gestão anterior”? E se forem safadezas, como tem sido a regra, que beneficiam o PCdoB?
Dilma vai fazer uma reforma no começo do ano que vem por causa das eleições municipais. O mais prudente seria manter na pasta um interino e redefinir depois. O PCdoB seria alojado em outra pasta. Manter o Esporte como feudo do partido é o fim da picada e pode revelar uma má consciência. 

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ORLANDO SILVA ENTREGA CARTA DE DEMISSÃO ESTA TARDE. ALDO REBELO PODERÁ SUBSTITUI-LO.

O ministro do Esporte, Orlando Silva, vai entregar sua carta de demissão nesta quarta-feira em encontro com a presidente Dilma Rousseff, marcado para as 15h. Orlando Silva vai reafirmar sua inocência a presidente e dizer que a sua saída do comando da pasta será melhor para o Brasil. O nome de consenso do PCdoB para substituí-lo é o de Aldo Rebelo, ex-ministro de Relações Institucionais do governo Lula.

A decisão foi tomada durante reunião no Palácio do Planalto, pela manhã, para discutir o agravamento de sua situação, com a abertura do inquérito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar as denúncias de desvio de verbas do Programa Segundo Tempo . Participaram da reunião o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, além dos líderes do partido na Câmara, Osmar Júnior, e no Senado, Inácio Arruda.
Antes da reunião, o presidente do PCdoB teve uma longa conversa com Orlando, já para avaliar o cenário contra o ministro. Na segunda-feira, a avaliação do Planalto era de que o partido deveria conduzir saída do ministro .
Em reunião da cúpula do PCdoB na terça-feira à noite, na casa do deputado Aldo Rebelo (SP), os integrantes do partido jogaram a toalha e decidiram que não havia mais como sustentar a permanência de Orlando Silva. Depois de muita discussão com o presidente do partido e outros líderes, o nome de consenso para substituir Orlando era o do ex-ministro Aldo Rebelo.
- A unanimidade da bancada concluiu que a situação era insustentável e estava atingindo o partido como um todo. Num primeiro momento, a decisão era se unir em torno do nome de Orlando porque todo mundo achava que era tudo mentira, e ainda acha. Mas ele perdeu todas as condições políticas de continuar no cargo. Na reunião a coisa se afunilou para o nome do Aldo - contou um dos parlamentares presentes à reunião.Do portal de O Globo

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DA SÉRIE CORRUPÇÃO NO GOVERNO DA DILMA: WADSON RIBEIRO, UM COMUNISTA DE SORTE. PERDE NA URNA MAS GANHA NO GOVERNO.

Comunista Wadson: derrotado na urnas e vitorioso no governo
O secretário nacional de Esporte Educacional, Wadson Ribeiro (PC do B), recebeu R$ 33,5 mil ao retornar ao ministério em março deste ano após disputar e perder as eleições de 2010 para deputado federal em Minas. Ele ganhou o dinheiro, equivalente a três meses do salário de R$ 11,1 mil, como “ajuda de custo” para retornar à pasta, de onde saiu no ano passado para ser candidato.
Além dos R$ 33,5 mil extras, ele ainda levou R$ 6,1 mil como “colaborador eventual” do ministério entre fevereiro e março deste ano, quando estava desempregado após a derrota nas urnas.
Ex-presidente da UNE e homem de confiança do ministro Orlando Silva, Wadson era secretário executivo na gestão passada, o segundo cargo mais importante. Chegou ao governo em 2007 e foi exonerado no dia 30 de março de 2010 para ser candidato. Ao voltar em março de 2011, assumiu a Secretaria de Esporte Educacional, responsável pelo programa Segundo Tempo, foco de irregularidades.
O nome do secretário aparece na assinatura de convênios sob suspeita, tendo autorizado até a liberação de recursos para uma entidade de Juiz de Fora, seu reduto eleitoral, onde é pré-candidato a prefeito para a disputa de 2012. Em abril, ele foi à cidade distribuir kits do Segundo Tempo.
Wadson nunca concluiu um curso superior. Largou a faculdade de medicina para se dedicar à militância no PC do B.
 Procurado pelo Estado, o Ministério do Esporte disse que se amparou na legislação do servidor público para justificar o repasse dos R$ 33,5 mil para uma pessoa que apenas deixou o cargo de olho na disputa eleitoral e retornou após perder nas urnas.
“O valor referido foi pago como ajuda de custo referente a deslocamento e mudança, recebida no momento da nomeação para o cargo de secretário nacional de Esporte Educacional do Ministério do Esporte, conforme prevê a legislação”, disse o ministério. Em relação aos R$ 6,1 mil pagos antes da nova nomeação, a pasta informou: “O valor refere-se a diárias decorrentes de vindas ao ministério, a convite deste, como colaborador eventual, para tratar de temas do interesse desta pasta”.
Questionada pelo Estado, a Controladoria-Geral da União deu a seguinte resposta: “A legislação não impede a questão colocada, pois fala apenas no período mínimo de três meses. Apenas se ficar caracterizado que o órgão adota a prática de forma sistemática com a mesma pessoa, fica passível de responsabilização”.
 O Estado mostrou na semana passada que Wadson assinou e renovou um convênio de R$ 911 mil do Segundo Tempo que nunca saiu do papel com uma ONG de fachada. Após o Estado revelar a prorrogação do contrato, o Ministério do Esporte anunciou sua rescisão.Do portal do Estadão

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terça-feira, outubro 25, 2011

DILMA CHAMA ORLANDO SILVA AGORA EM SEU GABINETE

A Dilma acabou de despachar o chefão dos comunistas do PCdoB e logo em seguida chamou Orlando Silva em seu gabinete.
Fonte do blog acredita que essa conversa selará o destino de Orlando Silva, que se transformou num peso difícil de carregar, depois que o STF abriu inquérito para apurar o esquema de corrupção que floresce à sombra do Ministro e de seus comunistas.
É possível que ainda nesta noite Dilma tome uma decisão definitiva.
Especula-se até mesmo que já teria um nome para suceder Orlando Silva.

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ARTIGO: Orlando Silva já era

Por Nilson Borges Filho (*)
Mesmo os indestrutíveis  acabam na cadeia, quando não são liquidados fisicamente. Isso é fato. Isso é história. Um dos homens mais cruéis do mundo árabe, que se considerava “indestrutível” , foi linchado e executado pelos rebeldes que assumiram o poder na Líbia. Comparar-se com Pablo Neruda, o poeta chileno prêmio Nobel da Literatura, é de uma infelicidade sem tamanho no campo da compostura. 
A insistência do ministro Orlando Silva em manter-se no governo está comprometendo a própria presidente, que se encontra refém da chantagem de um partido desimportante da base aliada. Na esteira da investigação de Orlando Silva no STF,  serão recorrentes irregularidades no Ministério do Esporte, atingindo gente ligada ao partido do ministro e de partidários do PT, que, na verdade, são os que controlam as ONGs envolvidas em bandalheira.
No Palácio do Planalto o clima é de desânimo, por um lado e de revolta, por outro. Assessores próximos de Dilma não escondem o desconforto do governo com a permanência de Orlando Silva à frente do Ministério, que vem comprometendo, inclusive, o bom andamento dos preparativos para a Copa do Mundo de Futebol.
O ministro perdeu totalmente o controle das denúncias, que a cada dia se agravam com informações de mais e mais irregularidades com o dinheiro do contribuinte. O cinismo de Orlando Silva em se comportar como se a corrupção no seu entorno não lhe atingisse pessoalmente, está criando um ambiente devastador no PC do B, quando se sabe que algumas lideranças regionais poderão sair arranhadas e de irem por água abaixo suas pretensões de disputar as eleições de 2012. 
Novas provas estão sendo levantadas pela Polícia Federal, envolvendo a cúpula do Ministério do Esporte e o próprio ministro Orlando Silva. E, como dizem os juristas, são provas robustas que atingem gente do alto clero do PC do B, até agora imunes às denúncias do policial João Dias, o homem-bomba.
Uma fonte (conforme este blog já antecipou) que circula pelos corredores do palácio presidencial afirmou, em privado, que a investigação do ministro pelo STF inviabilizou, por completo, a permanência de Orlando Silva no governo. O bota-fora, está no aguardo do resultado das negociações entre a presidente Dilma Rousseff e o PC do B para decidir como se dará a saída “honrosa” do ministro do Esporte e o nome que deverá substituí-lo.
Para não dar a entender que a saída de Orlando Silva se dará por pressão externa, assessores da presidente aguardam apenas o momento ideal para o afastamento do ministro e de toda a cúpula do Ministério do Esporte.

(*) Nilson borges Filho é doutor em Direito, professor e articulista colaborador deste blog.

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EXCLUSIVO! GOVERNO JÁ ESTUDA NOME PARA SUBSTITUIR ORLANDO SILVA NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

Com a decisão do STF de abrir inquérito para apurar o esquema de corrupção no Ministério do Esporte, a situação de Orlando Silva ficou insustentável e, segundo fonte do blog, a demissão é dada como certa e já são analisados os nomes para substituí-lo.

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ESCÂNDALO DO GOVERNO DO PT: STF ABRE INQUÉRITO PARA INVESTIGAR CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu inquérito nesta terça-feira para investigar o envolvimento do ministro do Esporte, Orlando Silva, e do governador do Distrito Federal, o ex-titular da pasta Agnelo Queiroz, no desvio de dinheiro público do ministério. Reportagem de VEJA mostrou os dois como coordenadores de um esquema de corrupção dentro do governo federal.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foi quem pediu que o caso fosse investigado na Suprema Corte. Ele solicitou que o inquérito que já tramita no Superior Tribunal de Justiça (STF) contra Agnelo suba para o STF, para que o órgão cheque se há conexão entre as denúncias envolvendo as duas autoridades. O STJ terá dois dias para dar enviar a documentação.


A ministra do STF Cármen Lúcia atendeu ao pedido do procurador-geral e também solicitou que o Ministério do Esporte encaminhe, no prazo de dez dias, cópias dos procedimentos adotados nos convênios com organizações não-governamentais (ONGs). Cármen Lúcia pediu ainda informações sobre os casos ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Controladoria Geral da União (CGU).  

A ministra negou, por outro lado, o pedido da PGR para que doze pessoas prestassem depoimento sobre as acusações, entre elas, o ministro Orlando Silva e Agnelo Queiroz. Ela argumentou que é preciso saber primeiro se os envolvidos já prestaram esclarecimentos ao STJ.
Nesta terça-feira, o ministro Orlando Silva volta à Câmara dos Deputados para dar explicações sobre o escândalo de corrupção em que está envolvido. O ministro não quis falar com a imprensa ao chegar ao Congresso e seguiu para uma reunião com a cúpula do PCdoB, antes de depor na comissão. Leia MAIS

MINISTRO AJUDOU ONG SOB SUSPEITA

O ministro do Esporte, Orlando Silva, autorizou de próprio punho uma medida que beneficiou uma organização não governamental do policial militar que hoje o acusa de comandar um esquema de desvio de dinheiro público.

Em julho de 2006, Orlando assinou um despacho que reduziu o valor que a ONG de João Dias Ferreira precisava gastar como contrapartida para receber verbas do governo, permitindo que o policial continuasse participando de um programa do ministério.


A medida foi autorizada mesmo depois de auditorias internas terem apontado os primeiros indícios de fraude nos negócios do policial com o ministério, num período em que ele ainda mantinha relação amistosa com o governo.


Os documentos obtidos pela Folha são os primeiros a estabelecer uma ligação direta entre Orlando e o policial.


O ministro está no centro de uma crise há dez dias, desde que Ferreira afirmou que os desvios nos convênios das ONGs com o Esporte serviam para alimentar os cofres do PC do B, partido que controla o ministério desde 2003.


Orlando diz que não conhece o policial e o acusa de mentir para se defender contra as cobranças que passou a sofrer mais tarde para devolver os recursos que suas ONGs receberam do governo.


Em julho de 2006, Orlando assinou um ofício que reduziu exigências e fixou em 6% a contrapartida da Associação João Dias num convênio com o ministério do Esporte.


O percentual era inferior ao que vinha sendo exigido pela pasta nos contratos com outras ONGs do Distrito Federal, que na época tinham que entrar com 30% em média, de acordo com levantamento feito pela Folha.


Era mais baixo, até mesmo, do que a contrapartida exigida pelo Esporte no primeiro convênio assinado com outra ONG do policial (Federação Brasiliense de Kung Fu). Firmado um ano antes, em 2005, esse contrato previa índice de aplicação de recursos, por parte da entidade, de 22%.


O primeiro convênio do policial com o ministério foi reprovado pela área de fiscalização da pasta em abril de 2006, três meses antes de Orlando assinar o despacho que ajudou o policial a ganhar outro convênio com o governo.


A fiscalização do ministério constatou várias irregularidades na execução do primeiro convênio e vetou sua renovação. Para contornar o problema, o policial reapresentou o projeto com outra ONG, a Associação João Dias.


O documento obtido pela Folha mostra que Orlando liberou o novo convênio e definiu a contrapartida menor, de 6%. É uma prerrogativa do ministro conceder ou não esse tipo de benefício para as ONGs nesses casos.


Em seu despacho, Orlando argumenta que fixou a taxa em 6% para atender a uma sugestão da área técnica do ministério, mas o parecer dos técnicos não faz nenhuma sugestão e diz apenas que o ministro tinha autoridade para decidir o que fazer.


Em dezembro de 2007, vistorias feitas pelo ministério descobriram que a Associação João Dias também fraudou o segundo convênio. Foi aí que o policial começou a brigar com o ministério.


Em abril de 2008, Ferreira se reuniu com assessores de Orlando Silva para tentar resolver os problemas com suas prestações de contas.


Depois disso, o ministério demorou mais de um ano para enviar informações solicitadas pela Polícia Militar do Distrito Federal para subsidiar uma sindicância aberta para investigar os negócios do policial.
Da Folha de S. Paulo desta terça-feira

segunda-feira, outubro 24, 2011

GILBERTO CARVALHO DIZ QUE PERMANÊNCIA DE ORLANDO SILVA NO MINISTÉRIO DO ESPORTE NÃO ESTÁ GARANTIDA

O policial militar João Dias, delator do esquema de corrupção no Ministério do Esporte revelado por VEJA, presta novo depoimento à Polícia Federal, em Brasília, na tarde desta segunda-feira. Ele informou à imprensa, na entrada do prédio, que foi até o local entregar treze gravações e vários documentos detalhando como agia o grupo. "Devagar vamos trazendo novidades para reforçar tudo que afirmamos", disse.
No material a ser entregue há dois áudios publicados por VEJA neste fim de semana. Neles, dirigentes do ministério instruem João Dias a fraudar documentos de prestação de contas de dois convênios firmados com a pasta por meio de duas ONGs que o policial dirige.
Segundo as denúncias de João Dias, no Ministério do Esporte funcionava um esquema montado pelo PCdoB para arrecadar "pedágios" de ONGs que atuavam na pasta por meio do Programa Segundo Tempo e direcioná-los a campanhas eleitorais. O policial destaca, porém, que a voz do ministro Orlando Silva, acusado por João Dias como o mentor do esquema, não aparece nos áudios.

Sobrevivência - Na última sexta-feira, o ministro ganhou fôlego extra no governo. Após conversa com a presidente Dilma Rousseff, ele se manteve no cargo. No entanto, segundo o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, sua permanência não é garantida.
Em entrevista ao jornal O Globo, Carvalho afirmou: “Dilma tomou uma posição na sexta-feira, mas não dá para dizer que temos uma posição definitiva. A presidente quer ter o direito de fazer a avaliação com calma, atendendo aos princípios da defesa. O governo não quis entrar no clima de histeria. A presidente teve uma atitude de cuidado, de não prejulgar os fatos. Transformar a acusação em confirmação não dá.”
A situação de Orlando Silva ficou complicada depois que VEJA revelou que o ministro era o mentor de irregularidades na pasta e que recebeu propina na garagem do próprio ministério. Ele passou a última semana negando as acusações e classificando o delator do esquema de “bandido sem credibilidade”. Foi à Câmara e ao Senado prestar depoimento. “Querem tirar ministro no grito”, reclamou na quinta-feira. Do site da revista Veja

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DESCOBERTAS NOVAS FALCATRUAS DO PT

Dezenas de cheques de um convênio do Ministério do Esporte mostram que o descontrole no uso do dinheiro público não atinge só o programa Segundo Tempo. Pelo menos R$ 1,3 milhão do ministério foi parar no ano passado na conta de empresas fantasmas ou sem relação com o produto vendido para o programa Pintando a Cidadania.

Há cheques, por exemplo, de R$ 364 mil, R$ 311 mil, R$ 213 mil, R$ 178 mil, R$ 166 mil e R$ 58 mil. O dono de uma empresa destinatária dos cheques disse ao Estado que desconhece o que foi vendido, alegando ter "arranjado" a nota fiscal para um amigo receber dinheiro do ministério.
No dia 31 de dezembro de 2009, o secretário de Esporte Educacional, Wadson Ribeiro, assinou convênio de R$ 2 milhões com o Instituto Pró-Ação, com sede em Brasília. Ex-presidente da UNE e filiado ao PC do B, Wadson é homem de confiança do ministro Orlando Silva e assinou, nos últimos anos, boa parte dos convênios sob suspeita. Segundo o Portal da Transparência, o convênio com a Pró-Ação foi encerrado em abril deste ano e está em fase de prestação de contas.
O Pintando a Cidadania atua em parceria com outros projetos do ministério. para "fomentar a prática do esporte por meio de distribuição gratuita de material esportivo e promover a inclusão social de pessoas de comunidades reconhecidamente carentes".
O contrato com o Pró-Ação menciona uma conta corrente em nome do convênio. No dia 26 de abril de 2010, o instituto repassou um cheque dessa conta no valor de R$ 311.346,05 para a empresa Automatec Tecnologia e Serviços, registrada na cidade de Valparaíso de Goiás como uma loja de motos, a "Oliveira Motos". Segundo a nota fiscal emitida, o dinheiro do Esporte pagou "tecidos, algodão e tinta". Em entrevista ao Estado, Marcos Oliveira, dono da Automatec, disse desconhecer o Pró-Ação: "Não conheço a ONG. Eu arranjei o nome da empresa para um amigo, a gente joga bola junto".
Seu amigo é Edinaldo Moraes, dono da Contemporânea Comércio e Serviços, que também está na prestação de contas da ONG. Cinco cheques do convênio foram parar na conta dessa empresa. No mesmo dia 26 de abril de 2010, quando a loja de motos Automatec levou R$ 311 mil, um cheque de R$ 364 mil foi depositado em nome da Contemporânea. A empresa recebeu ao todo R$ 817 mil para supostamente vender fios de costura, agulhas e tecidos. No dia 20 de setembro de 2010, auge da campanha eleitoral, a ONG repassou R$ 213 mil para a Contemporânea.
Na época da "venda", a empresa era registrada numa sala em um sobrado em Valparaíso. Hoje, nada funciona naquele endereço. "A empresa não está mais funcionando. Faz tempo que não temos atividade", disse Edinaldo. Ele afirmou que fez a intermediação da venda com fornecedores indicados pela ONG. O convênio do Esporte com essas entidades permite que elas escolham seus subcontratados e, respectivamente, o destino dos recursos públicos repassados. Continue lendo sobre as FALCATRUAS do PT

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sábado, outubro 22, 2011

"QUEM CHEFIAVA ERA O AGNELO QUEIROZ", ACUSA OUTRO DELATOR DO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DO PT

Nova denúncia envolve o Governador do DF
O volume de corrupção é tão grande que, honestamente, não estou conseguindo postar tudo o vai aparecendo e muito menos formular análises. O facsímile acima é de um box de reportagem da revista IstoÉ, que traz uma entrevista bombástica que compromete seriamente o atual governador de Brasília, ex-ministro do Esporte, Agnelo Queiroz um ex-dirigente do PCdoB recentemente convertido ao PT.
A matéria ainda mostra, por exemplo, que o delator principal do esquema de corrupção, o soldado PM João Dias Ferreira, mora numa mansão e na garagem tem três carros de luxo: um Volvo, um Camaro e um BMW [com foto].
E tem mais. Muito mais. O que vai aparecendo vou desovando aqui no blog para manter os prezados leitores por dentro da maior rede de corrupção que já vi em toda a minha vida de jornalista profissional. E olhem que já tenho mais de 40 anos de profissão ininterruptos. Nunca vi nada parecido. É impressionante, avassalador e, ao mesmo tempo, doloroso viver num país que, se não fosse a roubalheira, estaria perto de se tornar uma Nação de primeiro mundo. Clique AQUI para ler a reportagem completa da IstoÉ

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AGNELO QUEIROZ, DO PT, BALANÇA NA CORDA BAMBA DAS ACUSAÇÕES. ESTÁ ENFEZADO PORQUE PODE DESPENCAR DO GOVERNO DE BRASÍLIA!

Barbudinho Agnelo do PT já põe barba de molho
Um trecho das gravações feitas pelo policial João Dias durante encontro com assessores de Orlando Dias, em 2008, e transcritas na edição de VEJA desta semana, vai obrigar o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, a dar explicações.
Na conversa, Fábio Hansen, que continua como mandachuva do programa Segundo Tempo, faz uma revelação: “Nós conversamos com Agnelo hoje. Agnelo estava indignado. Agnelo nos chamou de moleques hoje. (...) O Agnelo ficou p., ficou indignado. Falou: ‘Vocês não sabem o estado em que está o João’”.
Tradução: ex-ministro do Esporte e ex-estrela do PCdoB, no qual João Dias também militava, Agnelo, hoje convertido ao petismo, tomou as dores do policial, aflito com um ofício do ministério que o responsabilizava por irregularidades no programa Segundo Tempo.
Em suas inúmeras explicações na semana passada, o ministro Orlando Silva insinuou mais de uma vez que a corrupção em sua pasta tinha raízes na gestão do antecessor. Do site da revista Veja

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É A LAMA, É A LAMA! AS NOVAS DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO REVELADAS NESTE SÁBADO PELA REVISTA VEJA

A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado traz mais um capítulo do esquema de corrupção que transformou o Ministério do Esporte numa fábrica de dinheiro para o PCdoB - e também para políticos e entidades ligadas a ele.
Depois de relatar, na semana passada, denúncias do policial João Dias Ferreira contra o ministro Orlando Silva e seus comandados, VEJA teve acesso a novas provas da maneira como a máquina do Esporte se corrompeu. São gravações de uma conversa de abril de 2008 entre João Dias e dois assessores próximos de Orlando Silva: Fábio Hansen, então chefe de gabinete da Secretaria de Esporte Educacional, que cuida do programa Segundo tempo, e Charles Rocha, então chefe de gabinete da secretaria executiva do ministério.
Foi o próprio João Dias quem registrou a conversa. Militante do PCdoB e dirigente de uma ONG, ele havia sido pego de surpresa por um ofício do Ministério do Esporte, enviado à polícia militar, responsabilizando-o por irregularidades e desvios de dinheiro num convênio de sua entidade com o programa esportivo federal Segundo Tempo. Em sua visita aos assessores de Orlando Silva, ele cobrava uma solução para o problema. E a pressão surtiu efeito imediato.
A gravação demonstra que Hansen e Rocha se esmeraram para arquitetar uma fraude que livrasse João Dias da investigação. "A gente pode mandar lá um ofício desconsiderando o que a gente mandou", propôs Charles Rocha. E Hansen completou: "Você faz três linhas pedindo prorrogação de prazo." Ele ainda explicou que esses pedido de prorrogação deveria ter data falsa.
Nos dias seguintes, a operação foi realizada exatamente como programado. Os dois ofícios enviados à PM - o original e o que pede que a investigação seja esquecida - foram reproduzidos pelo site de VEJA.
Alvejado pelas denúncias de João Dias, o ministro Orlando Silva passou a semana se explicando. Tentou desqualificar o acusador, qualificando-o de "bandido". A gravação obtida por VEJA mostra que figuras graúdas do ministério não pouparam esforços para beneficiar o "bandido" com uma fraude.
Em depoimento no Congresso, Orlando Silva chegou a mencionar o vai-e-vem de ofícios entre o Esporte e a polícia militar, qualificando-o como procedimento administrativo regular. Também não é isso o que transpira das gravações.
Sim, é verdade que um terceiro documento, informando sobre a abertura de uma auditoria nos convênios do policial, foi enviado à PM pelo ministério. Só que um ano e meio depois da inacreditável - e reveladora - reunião entre João Dias, Hansen e Rocha, que VEJA esmiúça na edição desta semana. Leia MAIS e veja os documentos

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