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terça-feira, março 27, 2012

ARTIGO ESPECIAL: Um olhar sobre a política a partir de Minas.

Anastasia e Aécio: uma estratégia que se desgastou.
Por Nilson borges Filho (*)

Antônio Anastasia era o orgulho do time de técnicos que Aécio Neves levou para tomar conta do seu governo. Jovem, solteiro, articulado, vaidoso ao extremo, pernóstico no falar, cheio de ideias, próximo de políticos, com vasta experiência no setor público onde fez carreira, sempre rodeado de burocratas carreiristas - que lhe devotam lealdade servil -  Anastasia era a pessoa certa para ocupar o cargo de gerente do governo de um político, igualmente jovem e solteiro, com pretensões de, a curto prazo, sentar na cadeira presidencial.

Aécio tem a política no seu DNA, tanto pelo lado materno de Tancredo Neves, seu avô, como pelo lado paterno de Aécio Cunha, seu pai. Não é surpresa para ninguém que Aécio Neves  foge do perfil do governante ligado nas questões rotineiras do exercício do cargo. Aécio é um político em toda a sua extensão e gosta do que faz. Conciliador, é amigo dos amigos e mostra-se respeitoso com os adversários. Aliás, ingredientes necessários para quem deseja voos mais altos.

Visando pavimentar a sua candidatura à presidência da República, o neto de Tancredo terceirizou o gerenciamento do governo, função esta entregue a Antônio Anastasia, autor daquilo que ficou conhecido como choque de gestão. A área de comunicação social e a administração das verbas de propaganda do governo ficaram sob o controle rígido de Andréa Neves, sua irmã e principal conselheira. A política do varejo – a tal do toma lá dá cá – coube ao Secretário da Casa Civil, um ex-deputado federal exímio conhecedor das demandas do baixo clero.

Anastasia modernizou a máquina, aparelhou o Estado com uma equipe de jovens administradores espevitados, porém sem estatura política e visão social, mas bons para aquilo que foram contratados: criar um modelo de gestão pública atrelado as regras do mercado. Deu certo - não tanto como a máquina de propaganda do governo jogou na mídia - a ponto do governador Aécio Neves ser bem avaliado e receber a confiança do eleitor para um segundo mandato  e posteriormente ser consagrado como um dos senadores mais bem votados no Brasil.

Aconselhado pela irmã, Andréa Neves, Aécio fez do seu Secretário de Planejamento e vice-governador do segundo mandato, Antônio Anastasia, o candidato ideal para sucedê-lo: primeiro porque a eleição de Anastasia – um técnico sem voto -  deve-se exclusivamente ao prestígio de Aécio; segundo porque Aécio precisa de alguém de confiança para cuidar do seu feudo, enquanto se prepara para sair candidato a presidente.

Mas nem sempre as coisas saem como o desejado. Após um ano de mandato, o governo de Antônio Anastasia tropeça em articulações políticas mal conduzidas e o tal choque de gestão começa a fazer água, principalmente porque não foi construído com o rigor científico de uma governança de bom tipo, mas porque foi levado por vaidades pessoais de uma juventude sem uma formação sólida, que somente anos de estudo e experiência podem oferecer. A história política tem comprovado que não se governa com tecnicismo como fim último, mas com a técnica a serviço da política.

A cada dia surgem desconfianças da opinião pública se o decantado choque de gestão, na realidade, não passa de uma mera figura de marketing  político.  As mudanças no secretariado e a crise na área da segurança pública são indicativos de que o modelo implantado não está surtindo efeito. O governo está quase parando e secretários de Estado inoperantes não dão continuidade ao processo de gestão implantado desde o primeiro governo de Aécio Neves.

Nas estatais é do conhecimento público a briga de foice entre dirigentes – muitos deles sem compromisso político –  que estão ali meramente pela disputa por um naco de poder e por um salário vantajoso. Em alguns casos, é perceptível interesses pessoais em detrimento de interesses públicos, onde cada dirigente de estatal cria uma patota ao seu redor – por critérios inconfessáveis -  para digladiar com a patota do outro lado da estação de trabalho.

Um olhar mais criterioso do governo para essas disputas intramuros, que provocam a discórdia e desagregam pessoas, poderia contribuir para uma administração mais profissional e de interesse do contribuinte. A vitrine de Aécio Neves para postular à presidência da República e convencer os eleitores que ele é a melhor escolha por tudo que fez em Minas, não está alcançando os resultados esperados e o governo mineiro está batendo cabeça.

Anastasia ainda tem três anos pela frente para mostrar para que veio e que o tal choque de gestão é mais do que uma simples peça da engrenagem do marketing oficial. Aécio precisa dessa vitrine, para viabilizar sua candidatura e convencer o eleitorado de que, com ele, o Brasil pode mais. Hoje,  com a falácia de que está fazendo uma faxina no serviço público e afastando corruptos, Dilma é imbatível.

(*) Nilson Borges Filho é doutor em Direito, professor e articulista colaborador deste blog

segunda-feira, janeiro 23, 2012

PENAS DE TUCANOS VOAM PARA TODOS OS LADOS: FHC ARQUIVA JOSÉ SERRA E ADUBA A CANDIDATURA DE AÉCIO NEVES À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apontou o senador mineiro Aécio Neves como "candidato natural" do PSDB à Presidência em 2014. Em entrevista à publicação britânica The Economist, FHC prevê uma "luta interna muito forte" entre Aécio e o ex-governador de São Paulo, José Serra, pela indicação do partido nas eleições nacionais. 
Em uma conversa com a jornalista Helen Joyce, chefe do escritório da revista em São Paulo, realizada no dia 12 de janeiro, o ex-presidente destaca a importância de unidade dentro do PSDB para a escolha de seu candidato daqui a três anos. Questionado sobre quem seria o "candidato natural", FHC respondeu sem rodeios: "Aécio Neves".
O tucano não retira Serra da disputa, indicando que "as coisas ficarão mais claras depois das eleições municipais". No entanto, FHC indica que o ex-governador pode desistir da disputa para promover a renovação do partido e chega a compará-lo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputou a Presidência diversas vezes.
"No caso do PSDB, o ex-governador Serra desempenha o papel do Lula: ele tem coragem, ele gosta de competir. Eu não sei até que ponto ele vai estar convencido de que isso não é para ele, que deve abrir espaço para os outros", avaliou o ex-presidente.
Já a participação do governador paulista Geraldo Alckmin na disputa nacional de 2014 foi praticamente descartada por FHC.
O ex-presidente criticou a campanha tucana à Presidência em 2010, quando Serra foi derrotado por Dilma Rousseff no 2º turno. Ele afirma que "o PSDB cometeu erros enormes" e insinua que o fracasso se deveu ao isolamento de Serra dentro do partido.
"Nosso candidato estava isolado internamente. O que estou tentando expressar é que seria possível vencer. O erro foi nosso.", disse à Economist.
Perguntado pela jornalista se o partido conseguiria vencer com o mesmo candidato - Serra -, FHC foi reticente: "Bom... Talvez não".
Para o ex-presidente, o partido sabe que precisa estar unido, mas lamenta que a política partidária brasileira se baseie na personalidade de seus protagonistas, e não em valores. Ele diz acreditar que Aécio tenha forçar para vencer as eleições.
"Aécio é de uma cultura brasileira mais tradicional, mais disposta a estabelecer alianças. Ele tem apoio em Minas Gerais. São Paulo não é assim, é sempre dividido, é muito grande", disse.
FHC afirma que o PSDB ficou carente de lideranças fortes depois que deixou o Palácio do Planalto, em janeiro de 2003. Ele sinaliza que não houve consenso na organização hierárquica do partido após a morte do ex-governador de São Paulo Mário Covas - seu sucessor natural no partido.
"(Em 2002,) eu decidi que era hora de abrir espaço para outros, não apenas por generosidade, mas também porque eu estava cansado de exercer a liderança política. Covas morreu e nenhum líder claro me substituiu. Havia uma tensão permanente entre três ou quatro candidatos, e, no fim, o Serra se tornou candidato, mas sem convencer os outros de que ele era o homem certo", descreveu FHC. "Eu tomei a minha decisão: abrir espaço. E esse espaço ainda está aberto."
O ex-presidente aponta a existência de uma "nova geração" de líderes, em que se incluem, além de Aécio e Serra, o ex-governador do Ceará Tasso Jereissati; o governador do Pará, Simão Jatene; e o governador de Goiás, Marconi Perillo. FHC também faz um aceno ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB.

"(Eduardo Campos) pode se tornar um líder - ele tem algumas das características necessárias. Ele seria capaz (de se fortalecer), mas ainda não. É uma possibilidade", disse. Do site do jornal O Estado de S. Paulo
MEU COMENTÁRIO: A análise de FHC é pertinente em alguns aspectos. Todavia, ao final, ao listar possíveis lideranças escorregou citando Tasso Jereissati.
A verdade é que o PSDB continua sendo apenas um partido paulista - por enquanto - e no resto do país é inexpressivo.
Além disso é completamente desarticulado em nível nacional. Honestamente, não vejo nenhuma possibilidade de unidade do PSDB.
Se Aécio Neves for o candidato, o que deverá mesmo ocorrer, a derrota será ainda mais vergonhosa, já que o mineiro não conseguirá os votos paulistas e nem mesmo do resto do Sul do país.
Embora FHC tenha minimizado o protagonismo político do Eduardo Campos, não resta a menor dúvida de que vai se consolidando como um nome fortíssimo na disputa presidencial.
A continuidade da hegemonia do PT depende do resultado das eleições municipais em São Paulo, sobretudo na capital. Aí será jogado o futuro tanto do PT como do PSDB.
Contudo, fazer prognósticos em política é algo muito difícil, senão impossível. As variáveis que possibilitam uma análise nesse momento podem não ter qualquer influência mais adiante quando as pedras do xadrez forem mexidas definitivamente.
Mas, pelas palavras de FHC, José Serra não será candidato à Presidência da República em 2014. E, pelo fato de sempre deixar para a última hora sua decisão de assumir oficialmente uma candidatura, como ocorreu na ultima eleição presidencial, nestas alturas Serra já não reúne condições nem para disputar a prefeitura de São Paulo.

quarta-feira, junho 08, 2011

AÉCIO NEVES DE MALAS PRONTAS PARA EMBARCAR NO PT?

Para encerrar as postagens desta madrugada. Arre!
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), principal nome da oposição no Congresso, disse que a saída de Antonio Palocci da Casa Civil estanca a crise política no governo, mas alertou que o Planalto precisa arrumar a articulação com o Congresso. Para o tucano, a oposição terá de reavaliar estratégias.

— Vamos discutir qual o caminho que vamos tomar em relação à convocação do ministro na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Mas, obviamente, com esse fato, será preciso rever nossa posição e nossa estratégia — disse.

O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, no entanto, foi em direção contrária a Aécio.

— A demissão não pode ser usada como pretexto para que as perguntas fiquem sem respostas: quem eram os clientes, que serviço ele prestou e quanto recebeu — questionou Duarte Nogueira (SP).

Na mesma linha foi o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR):

— Palocci sai do governo pela porta dos fundos sem dar explicação convincente à sociedade sobre os escândalos envolvendo seus negócios milionários.

Para ele, a queda do ministro não encerra o caso.

— Ao contrário, agora o Ministério Público terá mais facilidade para investigar a fortuna do Palocci, já que ele perdeu o foro privilegiado. Do portal da RBS/Diário Catarinense

quinta-feira, junho 02, 2011

CONVOCAÇÃO DE PALOCCI ACABA EM PIZZA E PETRALHA CÍNICO APARECE PARA MATAR A FOME

Cinismo: até um petralha apareceu para fazer uma boquinha.
Depois da suspensão do requerimento que convoca o ministro Antonio Palocci a prestar esclarecimentos à Câmara sobre a multiplicação de seu patrimônio, a oposição decidiu fazer um protesto bem-humorado no Senado, na noite desta quarta-feira. Os parlamentares serviram pizza. A caixa informava: “sabor Palocci”.

Havia ainda outras duas variedades do prato: uma fazia referência a “Luiz Garçom”, ironia com o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, responsável por atender os pedidos dos senadores aliados. A outra mencionava as Medidas Provisórias que o governo manobrou para aprovar no Congresso.

A ideia foi do senador Cyro Miranda (PSDB-GO). Roberto Requião (PMDB-PR) ficou com o primeiro pedaço. “A qualidade está sendo examinada pelo Ministério Público”, brincou.
PETRALHA FEZ BOQUINHA
Rapidamente, o protesto culinário atraiu outros oposicionistas, como Lúcia Vânia (PSDB-GO), Alvaro Dias (PSDB-PR), Demóstenes Torres (DEM-GO) e Aécio Neves (PSDB-MG). Pedro Taques (PDT-MT) também participou. Até um petista apareceu para forrar o estômago: Wellington Dias (PI) disse que foi movido apenas pela fome. Do portal da revista Veja

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quarta-feira, junho 01, 2011

DESESPERADO, PT MONTA ACUSAÇÃO CONTRA AÉCIO.

Em meio à crise do governo no Congresso e ao enfraquecimento de Antonio Palocci (Casa Civil), o PT de Minas ingressou anteontem na Procuradoria-Geral da República com pedido para que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) seja investigado por supostas sonegação fiscal e ocultação de patrimônio.

O PMDB-MG subscreve o pedido. A representação acusa Aécio de ter "hábitos caros e pouco comuns à maioria esmagadora da população".


Também cita que Aécio leva uma vida "nababesca", frequenta restaurantes de primeira linha, festas com celebridades e viaja em jatinhos, o que seria "incompatível com seus rendimentos".


A assessoria de Aécio afirma que todos os bens do senador estão declarados e que seus hábitos são compatíveis com seus rendimentos.


No Congresso, PT e PMDB têm se recusado a aprovar pedido para convocar Palocci. Conforme a Folha revelou, o ministro multiplicou seu patrimônio por 20 entre 2006 e o ano passado.


A representação atinge um dos interlocutores de Palocci no PSDB em um momento de fragilidade. Após a revelação dos bens de Palocci, Aécio defendeu um comportamento "sereno" da oposição.


Na ação, os deputados mineiros anexaram cópias da declaração de bens de Aécio, documentos sobre empresas de sua família e reproduções de multas de trânsito.
 

Também há cópia de declaração de despesas de sua campanha com o aluguel de um jatinho da Banjet Táxi Aéreo, que ainda seria usado para fins particulares sem pagar nada. A empresa tem como sócio Oswaldo Borges da Costa Filho, nomeado por Aécio para presidir a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais.

Um dos autores da ação contra Aécio, o deputado Rogério Correia, líder do bloco PT-PMDB-PC do B na Assembleia, disse que o caso é "mais grave" que o de Palocci pois o primeiro "era governador quando enriqueceu". Da Folha de S. Paulo dessta quarta-feira


MEU COMENTÁRIO: E não será surpresa se daqui a pouco numa dessas colunas de fofoca da Folha de São Paulo ou em algum blog do esgoto, aparecer uma notinha insinuando que é tudo armação do José Serra.

Do PT pode se esperar tudo. Principalmente quando está desesperado e perde o seu primeiro-ministro, o homem que multiplica tudo por 20!
Notem que depois que o PT chegou ao poder, e lá se vão mais de oito anos, o Brasil vive em crise permanente.
Quanta energia jogada na lata do lixo!
E, ao longo de todos esses anos de PT, não se construiu nada de infra-estrutura. Nada! Impresssionante que as grandes obras que fazem o Brasil funcionar foram construídas pelos governos militares, ou seja, toda a infra-estrutura de energia, transporte e comunicação.

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sábado, maio 28, 2011

PSDB CONSOLIDA CANDIDATURA DE AÉCIO

José Serra não teve alternativa e já está fora do páreo
O ex-governador José Serra comandará o conselho político do PSDB. Os tucanos bateram o martelo somente no início da tarde deste sábado, após várias reuniões, em São Paulo e em Brasília – uma delas nesta manhã, na capital federal, quando a convenção para a escolha da executiva nacional do partido já estava em curso. Serra pleiteava a presidência do Instituto Teotônio Vilela (ITV), mas foi vetado pela bancada do PSDB no Senado, que apoiou o ex-senador Tasso Jereissati.  Após longa negociação, aceitou a presidência do conselho político.

Ainda não se sabe qual será o peso do conselho, que deve ser criado oficialmente esta semana. A promessa é que seja uma instância consultiva da executiva tucana - uma espécie de ante-sala, onde seriam discutidas - de forma direta - as divergências internas. Do grupo farão parte, além de Serra, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, o governador Geraldo Alckmin, o senador Aécio Neves e o governador Marconi Perillo. A novidade acomoda tucanos de todas as plumagens e traz esperança de tempos de menos brigas internas.

A intenção inicial era dar o comando a Fernando Henrique. Diante da resistência de Serra, a presidência foi ofertada a ele. Para alguns tucanos, isso acaba desvirtuando o conceito de neturalidade inicialmente previsto. Na véspera da convenção, o ex-governador pediu detalhes sobre as atribuições do conselho antes de aceitar. 

Executiva – Durante a convenção, o conselho e a executiva foram aprovados por aclamação. Como era esperado, o atual presidente, Sérgio Guerra, foi reconduzido ao posto. FHC é o presidente de honra; Alberto Goldman, o primeiro vice-presidente; o deputado federal Rodrigo de Castro (MG) permanece na secretaria-geral e Jereissati fica com a presidência do ITV. O ex-senador foi aclamado por partidários. O placar: 277 votos sim, sete votos não e seis abstenções.
O resultado assegura mais espaço ao grupo de Aécio - supremacia já esperada. Tanto é que Rodrigo de Castro, ligado a ele, foi mantido. O grupo do PSDB de São Paulo, comandado por Serra, queria Goldman neste posto, mas acabou cedendo. Do portal da revista Veja texto e foto - Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: O que era esperado aconteceu: a supremacia do grupo que apóia a candidatura de Aécio Neves para a Presidência da República. Serra foi literlamente colocado na geladeira. Presidirá um Conselho Político difuso, um órgão criado para dar um lugar de suposto comando a José Serra.
A impressão que se tem é que Aécio já foi consagrado como candidato do PSDB às próximas eleições presidenciais.

domingo, abril 17, 2011

AÉCIO NEVES TEM HABILITAÇÃO APREENDIDA EM BLITZ DA LEI SECA NO RIO E SE NEGOU A FAZER O TESTE DO BAFÔMETRO

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve sua carteira de habilitação apreendida por estar com o documento vencido e por se recusar a fazer o teste do bafômetro em uma Operação Lei Seca no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo.
O documento foi apreendido e o senador foi multado em R$ 957,70. De acordo com o governo do Estado do Rio, o senador chamou um amigo para dirigir a Land Rover que guiava e foi liberado. O político terá de se dirigir ao Detran-RJ para renovar o documento de habilitação e pagar a multa.
Segundo informações da assessoria de imprensa do político, a blitz ocorreu a cerca de três quarteirões de seu apartamento, quando o senador voltava para casa após visitar amigos. Do portal RBS/Diário Catarinense

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domingo, março 06, 2011

TUCANOS TENTAM EM VÃO JUNTAR OS CACOS

Matéria que está no Estadão mostra que os tucanos estão realmente estraçalhados. Será mujito difícl juntar os cacos. Serra tentará dar a volta por cima, mas tudo leva a crer que não logrará êxito. E assim um espaço generoso constituído de 44 milhões de votos vai sendo jogado no lixo. E não são, em sua maioria, votos partidários, mas constituem a sinalização de que existe uma apreciável demanda por um partido de corte conservador que bata de frente contra a bandalha do PT, a exemplo daqueles que existem nas mais consistentes democracias do mundo. Os votos dados a José Serra foram votos contra o governo do PT, contra a Dilma, contra a corrupção e o desgoverno. Só não vê quem não quer. E, pelo jeito os caciques do PSDB continuam se negando a admitir isso. Conclusão: um poste qualquer poderá ser o futuro presidente do Brasil em 2014, basta que seja do PT. Para isso, o PT não precisa mover uma palha e, nesta altura dos acontecimentos já pode prescindir até mesmo de Lula. A turma do PSDB fará o serviço e graça! Leiam esta matéria que está no Estadão: 
No próximo dia 12, ao se reunirem em São Paulo para a missa em homenagem aos dez anos da morte de Mario Covas, os líderes do PSDB também estarão envoltos em discussões vitais para o futuro do partido, mergulhado em mais uma crise desde a derrota do tucano José Serra para Dilma Rousseff nas eleições presidenciais de 2010.

Dentre as propostas, estão a de realização de prévias para a escolha do candidato a presidente em 2014 e a de criação de um colegiado para comandar a sigla.Essa combinação seria a única forma, de acordo com líderes tucanos ouvidos pelo Estado, de minimizar o conflito de personalidades do partido que Covas ajudou a fundar em 1988 e do qual foi o primeiro candidato a presidente, já no ano seguinte.Serra ainda não desistiu do sonho de chegar ao Planalto, mas o senador Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais, já trabalha para construir sua candidatura. Por conta disso, ambos estão envolvidos diretamente na eleição para o comando da sigla, marcada para maio.

O deputado Sérgio Guerra (PE), identificado com o projeto de Aécio, vai tentar a reeleição, mas não conta com o apoio do grupo de Serra, que teme ficar sem espaço e estrutura para fazer política. O "colegiado de líderes" manteria Guerra no cargo, mas garantiria um naco de poder a Serra. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, é um dos que defendem a solução do colegiado nos bastidores. 
Alckmin, que disputou a Presidência em 2006 e foi derrotado por Lula, hoje busca se equilibrar entre Serra e Aécio.Junto dessa solução do colegiado viria um compromisso de que, havendo mais de um postulante à Presidência, o partido realizará prévias.

"Meu avô sempre foi um homem dedicado ao PSDB. Às vezes, votava contra suas posições para obedecer ao partido. Hoje, vivemos um conflito de posições pessoais", diz Bruno Covas, secretário do Meio Ambiente de São Paulo.Até 2014, no entanto, o PSDB também precisa definir qual tipo de oposição pretende fazer ao governo Dilma. "O enfrentamento do Covas faz falta ao partido. O eleitor precisa saber claramente quem é a oposição no Brasil", afirma o cientista político Celso Roma, da USP.

Aécio nega que o PSDB viva uma profunda crise de identidade. "Há uma ansiedade enorme e todos perguntam: o que o PSDB vai fazer? Saber administrar o tempo, em política, é a maior das artes. Nós vamos nos fortalecer, fazer uma oposição qualitativa. O PSDB tem que oferecer uma alternativa de País", afirma. Segundo o mineiro, a atual oposição será "muito mais construtiva que o PT no governo Fernando Henrique (1995-2002)". Do portal do Estadão

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

AÉCIO PROCESSA SECRETÁRIO DO PT POR DANOS MORAIS E PEDE INDENIZAÇÃO DE MEIO MILHÃO

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) quer uma indenização de R$ 500 mil do secretário nacional de Comunicação do PT, deputado federal André Vargas (PR), por danos morais. No ano passado, o petista acusou Aécio de ser o mentor de um dossiê contra o ex-governador José Serra (PSDB), candidato à Presidência da República derrotado por Dilma Rousseff (PT). “Quem produziu o dossiê foi o Aécio, com sua vontade de disputar a Presidência. Acredito que hoje ele esteja feliz por não passar este vexame”, postou Vargas no Twitter (rede de microblog), no dia 8 de setembro de 2010.
O processo, distribuído por sorteio no dia 28 de outubro do ano passado, tramita na 35ª Vara Cível de Belo Horizonte e aguarda decisão de juíza substituta Luzia Divina de Paula Peixoto desde o dia primeiro de dezembro de 2010. André Vargas, com residência no Paraná, ainda não foi citado, o que deve ocorrer nos próximos meses, conforme explicou o advogado do senador Aécio, João Batista de Oliveira Filho. “Nessa hipótese, o processo corre no local de domicílio da vítima. A regra geral é correr no domicílio do réu, mas, no caso de delito, é no domicílio da vítima. O processo será despachado e ele (André Vargas) será citado”, esclareceu.
O iG teve acesso ao processo movido pelos advogados de Aécio. No documento destacam-se como causas da ação as “declarações caluniosas” do secretário nacional de Comunicação do PT no Twitter contra o senador mineiro. “A ofensa ao autor (Aécio) teve irrestrita divulgação, pois além de o réu ter 4.735 seguidores no Twitter, foi noticiada amplamente nos jornais impressos e na Internet”, diz trecho da ação. Hoje, Vargas possui 5.567 seguidores no Twitter.
O documento ainda destaca três supostas acusações de André Vargas que atentariam contra a dignidade e a honra de Aécio: crime de divulgação de segredo (ao afirmar que o tucano participou da quebra de sigilo fiscal da filha de Serra), crime de denunciação caluniosa (ao ressaltar que Aécio praticou ilícito e imputou o ato ao PT) e ato de infidelidade partidária (ao falar que o senador tucano, contrariando deliberações da convenção e interesses do PSDB, está prejudicando a imagem de Serra).
O referido dossiê citado por Vargas investigou a filha de Serra, Verônica, e o marido dela, Alexandre Bourgeois. Empresas pertencentes à filha de Serra e a Verônica Dantas, irmã de Daniel Dantas, dono do Banco Opportunity, estariam envolvidas em lavagem de dinheiro, conforme o texto do documento. "Amaury fora de controle Aécio via Pimentel plantou no colo do PT aquilo que não temos nada a ver. Antídoto contra informações comprometedoras", escreveu Vargas no Twitter, referindo-se ao jornalista Amaury Ribeiro Júnior, apontado como autor do dossiê. Leia MAIS
MEU COMENTÁRIO: Hummm...

sábado, novembro 06, 2010

SOBRE O MURO: QUEM SERÁ O LÍDER DA OPOSIÇÃO?

A revista Veja faz um alentado inventário da campanha da Oposição, que junta os cacos e promete fazer Oposição. Por enquanto, está sendo um desastre. Haja vista o caso do retorno da CPMF, defendida por Aécio Nevez e o governador eleito de Minas Gerais, Antonio Anastasia, que venceu o pleito com mais de 60% dos votos no primeiro turno. No segundo, esse apreciável poder de Aécio para transferir votos para seu candidato migrou praticamente todo para Dilma Rousseff. Ao mesmo tempo Aécio vem articulando com a base aliada do PT para conseguir a Presidência do Senado. Leiam o que informa a reportagem de Veja:

Com a derrota de José Serra na disputa pelo Palácio do Planalto, líderes dos PSDB, DEM e PPS tentam juntar os cacos e se reorganizar para enfrentar Dilma Rousseff e uma numerosa base aliada no Congresso. Uma segunda chance para aprender a ser oposição, após oito anos de governo Lula. “Pecamos por ter sido muito cordatos. Mesmo com o mensalão, os aloprados, nós nos encolhemos. Não fizemos a oposição que deveríamos”, admite a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS).

Pela frente, eles têm ainda a tarefa de consolidar um líder, que os conduza com menos sobressaltos à eleição presidencial de 2014. Os candidatos ao posto: os senadores Aécio Neves (MG) e Aloysio Nunes (SP) e os governadores Geraldo Alckmin (SP) e Beto Richa (PR). Sem cargo, o candidato derrotado à Presidência deve assumir função semelhante a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – a de conselheiro.

Mesmo sem vencer a eleição, Serra conquistou para a oposição um capital político de 43,7 milhões de votos, 43,9% do eleitorado. Juntos, PSDB e DEM vão governar 10 estados, entre eles os estratégicos e populosos São Paulo, Minas Gerais e Paraná. São quase 97 milhões de brasileiros – mais da metade da população. No Nordeste, reduto do PT, a oposição conquistou o Rio Grande do Norte e Alagoas.

Em meio ao debate eleitoral, Serra conseguiu fazer um contraponto ao governo Lula. Questões como a corrupção, as deficiências de infraestrutura, o atraso em obras federais, a necessidade de aumentar o investimento público e de reduzir a taxa de juros foram mencionadas – porém, de forma tardia.

A demora de Serra em assumir-se candidato à Presidência, enquanto Dilma viajava o Brasil na pose de sucessora de Lula, angustiou e desmobilizou políticos e militantes da oposição. Em janeiro de 2010, o tucano, de quem se esperava a largada para investidas contra o governo federal, deixou claro: “Candidato a presidente não é chefe de oposição.” Poucos se habilitaram para a tarefa. E a oposição teve voz fraca nas grandes decisões do país.

Marisa Serrano atribui a moderação dos tucanos ao medo de parecerem com os petistas durante o governo FHC. “Nunca agimos de forma raivosa. Isso sempre foi o perfil do PT. Fomos tachados como um país sem oposição. Na verdade, estávamos aprendendo a ser oposição”, diz a senadora. “Teremos agora mais ação e fiscalização. Não deixaremos passar nada.”

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), promete firmeza. “Faremos uma oposição segura.” Uma das mais contundentes vozes contra o governo Lula, o senador tucano Alvaro Dias (PR) quer uma oposição “sem adjetivos”, nem agressiva, nem suave. “O discurso de um oposicionista chega a poucos. O de um presidente, a milhões”, avalia. “Precisamos nos organizar para dar mais volume à oposição. Mais gente precisa falar por nós.”


O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), pretende trabalhar por um discurso unificado para desgastar o PT e o governo de Dilma e por um projeto próprio, com a cara da oposição. “O Congresso foi combativo durante o governo Lula, mas os governadores de oposição só se pronunciaram muito perto do período eleitoral”, diz. “Os governador eleitos este ano devem agora ajudar a vocalizar nossas ideias por todo o país. São eles que estão mais próximos dos eleitores.” Clique AQUI para continuar lendo 


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sexta-feira, novembro 05, 2010

TUCANOS CORREM ATRÁS DO PREJUÍZO POR SUA POSIÇÃO FROUXA E VACILANTE ANTE A ARAPUCA DA CPMF CRIADA PELO PT

A matériA que segue após este prólogo está no portal da revista Veja. Transcrevo na íntegra para vocês poderem ver como PSDB corre atrás do prejuízo, ou seja, da sua frouxidão na defesa dos interesses dos 44 milhões de eleitores que votaram na aliança oposicionista. Correm atrás do prejuízo mas continuam pegando leve e cometem uma deslealdade com o fabuloso eleitorado que amealhou nas últimas eleições, os quais lhe entregaram os governos dos maiores e mais importantes Estados brasileiros.

A bem da verdade, por enquanto é o DEM sob a liderança do deputado Paulo Bornhausen que assumiu a ação oposicionista contra o PT e seus sequazes. Os tucanos continuam naquela ridícula posição em cima do muro, virando as costas para seus eleitores. Não é à toa que o tucano é uma ave que sofre de incontinência intestinal. Se for para 'refundar' o PSDB que eliminem o ridículo tucano. Nos estamos precisando de um partido cujo emblema seja  uma águia ou um leão. Leiam: 

Os partidos da oposição decidiram reagir contra os planos dos governadores da base aliada de ressuscitar a extinta CPMF. As lideranças do DEM e do PSDB no Congresso alegam que não há justificativa plausível para a criação de um novo imposto. Para o deputado Paulo Bornhausen (SC), líder do DEM na Câmara, a recriação do tributo é um "capricho vingativo do atual presidente da República".

Lula considera a derrubada da CPMF pelo Senado a maior derrota de seu governo e,
em entrevista na última quarta-feira, classificou a extinção do chamado imposto do cheque como um “engano”. Ele afirmou que a área da saúde perdeu 40 bilhões de reais em investimentos com a queda do tributo. Já a presidente eleita Dilma Rousseff disse que não pretende enviar ao Congresso um projeto de recomposição da CPMF, mas que sofre “pressão” dos governadores para que o fim do imposto seja compensado.

De acordo com a edição desta sexta-feira do jornal
O Globo, a oposição alega que o caos na saúde pública brasileira seria sanado com a regulamentação dos recursos destinados ao setor, bem como a melhoria de gestão – e não com a criação de mais um imposto. “Não conversei com governador e nenhum deles me procurou, mas acredito que, este ano, esse debate não prospera. Não vejo ânimo nesta bancada atual para mudar de opinião. A gastança improdutiva é que anula o crescimento da arrecadação”, afirmou ao jornal o líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA).

Os governadores da base aliada do governo se preparam para, a partir do ano que vem, negociar com Dilma a criação de um novo imposto para a saúde, desta vez com o nome de Contribuição Social da Saúde (CSS). O vice-líder dos tucanos no Senado, Álvaro Dias, classificou a proposta como “revoltante”. De acordo com ele, a oposição só discutiria a volta do imposto no bojo de uma reforma tributária cujo principal objetivo fosse a redução da carga.


“Esse é o prêmio que se oferece ao eleitor pela escolha que ele fez nas urnas. Tivemos, ao longo dos últimos 11 anos, um confisco de 200 bilhões de reais com a CPMF, sem resultados práticos para a saúde, até porque houve desvio dessa arrecadação para outras áreas”, afirmou Dias ao
Globo.

Em nota divulgada na quinta-feira, o DEM convocou os membros da oposição no Congresso e nos Executivos e Legislativos estaduais a se unir para impedir a volta da CPMF. Em discurso na Câmara, o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) disse que o presidente Lula "mente" ao afirmar que faltou dinheiro para a saúde. "Nem sempre os interesses do Planalto são os da nação. É o caso dessa famigerada contribuição para a saúde", afirmou.
Do portal da revista Veja  

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DA OPOSIÇÃO, APENAS MINEIRO ANASTASIA É A FAVOR DA CPFM. SE A TURMA DO ÁECIO NÃO QUER FAZER OPOSIÇÃO QUE VÁ PARA O PT.

A maioria dos governadores eleitos em outubro defende a recriação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta pelo Senado em 2007. Apenas seis governadores de oposição - dois do DEM e quatro do PSDB - disseram ser contra a medida. Mesmo assim, um tucano, o mineiro Antonio Anastasia, está entre os 14 que se manifestaram a favor da volta do imposto do cheque.

O Estado procurou os 27 governadores que continuam no cargo ou tomam posse em janeiro. Dois não foram localizados e cinco não se manifestaram. Entre esses está o alagoano Teotonio Vilela, que em 2007 chegou a dizer que “todos os governadores do PSDB” queriam a aprovação da CPMF. Os cinco petistas eleitos apoiaram a iniciativa.

Ontem, Anastasia lembrou que “a maioria esmagadora” dos governadores se posicionou a favor da manutenção do tributo em 2007, derrubado pelo Senado na principal derrota no Congresso sofrida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A saúde é a chamada política pública de demanda infinita”, disse o mineiro, que esteve ontem com o senador eleito Aécio Neves (PSDB) em Caeté (MG).

Mobilização. O novo movimento em prol de um tributo para financiar a saúde pública tem à frente os seis governadores eleitos pelo PSB, partido da base de apoio de Lula. Um dia depois de a presidente eleita Dilma Rousseff ter defendido novos mecanismos de financiamento para o setor, os socialistas lançaram sua mobilização, em reunião da Executiva Nacional em Brasília.

“É um sacrificiozinho muito pequeno para cada brasileiro em nome de um grande número de brasileiros que precisa dos serviços de saúde e precisa que esses serviços sejam de qualidade”, afirmou o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes.

Cid Gomes defende a regulamentação do artigo 29 da Constituição (conhecida como Emenda 29), que obriga União, Estados e municípios a investirem mais em saúde, e também a aprovação do projeto que cria a Contribuição Social da Saúde, a CSS, com alíquota de 0,10% sobre as movimentações financeiras.
Ambas estão paradas na Câmara dos Deputados. “A vantagem desse projeto é que se trata de uma contribuição para a saúde dentro de recursos que já existem”, disse o governador reeleito do Piauí, Wilson Martins.

O presidente nacional do PSB e governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos, mostrou-se um dos mais empenhados. Pelos cálculos dele, o subfinanciamento do setor chega a R$ 51 bilhões. “Essa é uma questão que está na ordem do dia. Se precisar ser em parte ou totalmente a CPMF, vamos fazer isso. Depois que baixou a CPMF, não vi cair o preço de nada”, disse o pernambucano.

A mobilização, no entanto, não é consenso dentro do PSB. Deputados eleitos temem o prejuízo político de aprovar a instituição de um novo tributo. “O medo é aprovar a CPMF, o ônus cair para o Parlamento e daqui a um ano o dinheiro não ir para a saúde de novo”, afirma o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).
Reforma. O senador Renato Casagrande, eleito governador do Espírito Santo, foi o mais cauteloso ao falar sobre a iniciativa. Ele ponderou que a criação de tributos deve ocorrer dentro de uma reforma tributária. “Você onera de um lado e desonera de outro.”

Os governadores eleitos pela oposição, como Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e Beto Richa (PSDB-PR), também lembraram a urgência da reforma tributária como justificativa para questionar a simples criação de mais um tributo. “O mais urgente é discutir o modelo tributário de maneira mais ampla”, disse Alckmin. “É preciso resolver o grave problema do subfinanciamento da saúde, mas o ideal é evitar a criação de tributos.” Do portal do Estadão 

MEU COMENTÁRIO: Num país sério esse tal de Anastasia já teria sido expulso do partido. Ou a direção do PSDB toma alguma providência ou o partido ficará completamente desacreditado. 

Para quem acreditou nno PSDB para fazer frente ao turbilhão de escândalos promovidos pelo PT amarga agora o maior desapontamento e vergonha. Terão o troco. Antes da internet eles podiam fazer o que bem entendiam e tungar o bolso dos cidadãos, fazer o dinheiro público sumir pelo ralo da roubalheira e ficava tudo bem.

Mas desta vez essa gente haverá de ser execrada publicamente.

Nesta quinta-feira já começou pelo twitter uma campanha denunciando a traição do PSDB que se cala e consente de forma pusilânime, covarde, frente as declarações do PT afirmando que os tucanos apóiam a CPMF, inclusive José Serra e colocam na orfandade política 44 milhões de eleitores.

Ora, se o Anastasia e o Aécio não desejam cumprir o mandato outorgado pelos eleitores para fazerem oposição de verdade que vão então para o PT ou para o raio que os parta. Não farão nenhuma falta. Se a oposição dependesse de Aécio Neves e desse Anasatasia, simplesmente não existiria.

Por enquanto o único partido da aliança oposicionista que emitiu nota oficial repudiando a bandalheira adesista foi o DEM, por meio de seu líder na Câmara, o deputado catarinense Paulo Bornhausen.

Os tucanos fecharam-se em copas. Isto é indesculpável; é uma atitude vergonhosa e inaudita.

O Brasil tem uma  das maiores cargas tributárias do mundo. Não precisa aumentar nenhum imposto para resolver os problemas da área da saúde. Basta que o governo pare de roubar, de desviar dinheiro para ONGs, financiar agitadores do MST, da Via Campesina, da CUT; parar com o desperdício e o empreguismo.

Os prédios públicos de Brasília já não têm nem mais lugar para o volume de funcionários. Só no Palácio do Planalto são 1.750 servidores. No Ministério do Planejamento os últimos concursados que entraram estão trabalhando no porão porque não há mais lugar para ninguém. Isto sem falar nas estatais, como a Petrobras, cujos salários de diretores, conforme revelou o Estadão no ano passado, atingem até R$ 60 mil mensais. Tanto é que o rolo compressor do PT-PMDB abortou a CPI da Petrobras, essa fabulosa caixa preta hoje dominada por sindicalistas da CUT.

Imaginem agora, com o novo governo fruto de um aliança gigantesca com todos os aliados querendo mamar nas tetas estatais. Tanto é que na esteira da CPMF já há mais propostas de criação de novos tributos, justamente para que o poder petralha possa distribuir as mamatas reivindicadas pela sua base aliada.

Portanto, está na hora do PSDB tomar uma atitude e honrar os 44 milhões de votos que obteve neste pleito. Se sentir pruridos para fazer o que tem de fazer que se incorpore ao PT ou ao PMDB. É muito mais honesto que dissolvam o partido e que suas lideranças fiquem livres para se agarrar ao governismo.

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quinta-feira, novembro 04, 2010

PETRALHAS DO NORDESTE JÁ FAZEM LOBBY PELA CPMF. AO SILENCIAR OPOSIÇÃO TRAI SEU ELEITORADO!

Reunidos em Brasília, governadores do PSB defenderam nesta quinta-feira que a saúde ganhe uma nove fonte de financiamento. Na opinião dos socialistas, o setor está totalmente necessitado e só deve melhorar com mais dinheiro em caixa. Eles discordam, no entanto, se o tributo deve ser a CSS (Contribuição Social para a Saúde) ou se a volta da extinta CPMF (Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira).

Na opinião do governador do Ceará, Cid Gomes, o mais adequado seria aprovar ainda este ano no Congresso Nacional a CSS, tributo que está sendo discutido com a alíquota de 0,1% destinado apenas para a saúde.

"A depender de mim, a CPMF não volta, fica apenas a CSS. O claro é a necessidade do financiamento para a saúde, a União precisa de recursos a mais e o setor não pode esperar", disse.

Já o presidente nacional do PSB, o governador de Pernambuco Eduardo Campos, disse que a CPMF deve voltar. "Tenho colocado ao presidente Lula que há um sub financiamento da saúde, que é uma grave questão nas contas dos municípios e dos Estados. É uma questão de ordem real e que está na pauta do dia. Por isso, em partes ou no todo a CPMF deve voltar." 

CPMF foi extinta pelo Congresso em dezembro de 2007. Ela tinha alíquota de 0,38%, que era destinada também à previdência social e à assistência social. Em entrevistas a jornalistas ontem, Dilma admitiu a necessidade de mais dinheiro para a saúde, mas garantiu que não enviará ao Congresso projeto de lei para recriação da CPMF. Disse também que não fará nada sem negociar com governadores. Do portal Folha.com 

MEU COMENTÁRIO: Depois querem criticar o movimento separatista O Sul é o Meu País. É agora que esse movimento tem tudo para crescer. Sulistas estão cansados de serem o burro de carga.

Se o Aécio quiser fazer a sua 'oposição propositiva' que faça. Aliás, Minas Gerais é um Estado nordestino. Nada contra o Nordeste e nada contra os nordestinos. Só que o Sul não poderá baixar a cabeça para o Cid Gomes e seus petralhas e para o Aécio Neves e a sua contumaz mineirice.

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segunda-feira, novembro 01, 2010

SERRA VENCEU EM 11 ESTADOS. MINAS GERAIS É A OVELHA VERMELHA DO REBANHO DA OPOSIÇÃO. PRESTÍGIO DE AÉCIO FOI PARA O BREJO.

MINAS GERAIS: OVELHA VERMELHA DO REBANHO DA OPOSIÇÃO
No segundo turno das eleições, a presidente eleita Dilma Rousseff foi vitoriosa em 15 Estados e no Distrito Federal, enquanto o seu oponente, José Serra, foi o mais votado em 11 Estados. A petista diminuiu a sua área de vantagem, em relação ao primeiro turno. MINHA OBSERVAÇÃO: Destaca-se o fato de que Serra venceu nos Estados mais importantes do Brasil e neles também a aliança de Oposição elegeu governadores. A ovelha vermelha do rebanho da oposição é Minas Gerais, onde venceu o governador do PSDB, mas Serra perdeu. CLIQUE AQUI PARA VER OS PERCENTUAIS DA TOTALIZAÇÃO DOS VOTOS POR ESTADO

Neste domingo, Dilma ficou em primeiro lugar na preferência dos eleitores de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins.

Os Estados onde Serra teve maioria foram: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Acre, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Roraima e São Paulo.

No segundo turno, aumenta o número de Estados que votaram em Serra
Em relação ao primeiro turno, registrou-se um aumento no número de Estados que deram maioria ao candidato tucano. Em 3 de outubro, Serra foi o primeiro em oito Estados, e neste domingo foi o mais votado em 11. Os três Estados onde a liderança se inverteu foram Rio Grande do Sul, Goiás e Espírito Santo, onde Dilma tinha sido vitoriosa no primeiro turno e, no segundo, Serra teve maioria.

A única unidade federada conquistada por Dilma no segundo turno foi o Distrito Federal, que, no primeiro turno, teve Marina Silva como primeira colocada e, neste domingo, deu a maioria dos votos à presidente eleita.

Dilma teve o maior percentual no Amazonas; Serra, no Acre
O Estado que deu o maior percentual de votos para Dilma no segundo turno foi o Amazonas, onde a presidente eleita teve 80,57% dos votos válidos. No primeiro turno, a vantagem da presidente eleita tinha sido maior no Maranhão, onde obteve 70,65%.

O Acre, Estado natal de Marina Silva, foi o colégio eleitoral onde José Serra obteve a maior vantagem, tanto no primeiro quanto no segundo turno. Em 3 de outubro, o tucano recebeu 52,12% dos votos válidos. Neste domingo, 69,69% dos eleitores acreanos votaram em Serra. Do Diário Catarinense, do Grupo RBS que apóia o PT 



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sexta-feira, outubro 15, 2010

A FOTO DO DIA: FESTA DA VIRADA EM MINAS GERAIS

José Serra recebeu bandeira de Minas Gerais autografada por Aécio, Itamar e Anastasia, na festa da virada nesta quinta-feira, conforme noticiei aqui no blog em post mais abaixo.

Foto do blog Vou de Serra45 que a campanha do candidato tucano acaba de colocar no ar e cujo link está sendo enviado a milhares de apoiadores de todas as regiões do país. 


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AÉCIO COLOCA TODA SUA FORÇA EM FAVOR DE SERRA. SLOGAN É: 'MINAS É SERRA, PELO BRASIL!'

Serra, com bandeira de Minas sobre as costas, discursa ao
lado de Aécio,Itamar e de seu vice, deputado Índio da Costa.
O senador eleito pelo PSDB em Minas Gerais, Aécio Neves, uniu nesta quinta-feira todos os esforços a seu alcance para provar fidelidade ao presidenciável do PSDB José Serra. Um batalhão de 400 prefeitos e líderes locais, centenas de militantes com adesivos e bandeiras azuis e amarelas com o nome de Serra e todo o carisma e popularidade do senador mineiro foram colocados à disposição do candidato.

Em evento para cerca de 600 pessoas em Belo Horizonte, Serra comprometeu-se com questões locais e ouviu dos aliados promessas de apoio irrestrito. “Quero lutar para ser o mais paulista dos mineiros e mais mineiro dos paulistas”, afirmou Serra aos convidados, com a bandeira de Minas Gerais sobre os ombros.

As falas, tanto de Serra quanto dos mineiros, foram permeadas por elogios e cortesias, em evento de quase duas horas, aberto à militância. O candidato prometeu aumentar os recursos repassados aos municípios e recuperar as estradas federais de Minas. E homenageou o grande puxador de votos destas bandas. “O Aécio é bem mais novo que eu, mas eu também aprendi a fazer política com ele”, disse Serra. “Aécio tem uma importância afetiva, porque nós somos amigos, e uma importância política, porque trata-se de uma das figuras mais importantes da política brasileira. É um homem que vai ser presidente do Brasil, algum dia.”

“Essa é a minha turma, é a minha gente”, disse Aécio. Ele saudou o candidato do PSDB como “presidente do Brasil e dos mineiros”. O senador criticou o estilo petista de governar. “O PT sempre optou pelo interesse partidário, acima do interesse do País”, disse, lembrando momentos históricos de que o PT deixou de participar para fazer oposição. “Não teria havido governo Lula se não tivesse havido o governo de Itamar Franco (PPS) e de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).”

Antonio Anastasia, governador reeleito de Minas, prometeu “dar o sangue” para ver Serra presidente. “São as montanhas de Minas falando para todo o Brasil”, disse Anastasia. Itamar Franco, recém-eleito senador, recomendou ao presidenciável: “Se Vossa Excelência souber tocar o coração dos mineiros, terá uma grande vitória. Mire-se na excelência de Juscelino Kubitschek e, com todo o respeito, de Aécio e de Anastasia.”

A memória do presidente bossa nova, aliás, foi evocada durante todo o evento. Serra recebeu das mãos da filha dele, Maria Estela Kubitschek, uma placa de sócio do Clube dos Amigos de JK. Emocionou-se ao lembrar que, aos 21 anos e líder da União Nacional dos Estudantes (UNE), foi chamado a conversar com o presidente Juscelino. Maristela chamou Serra de “santo protetor da família brasileira” e declarou o apoio dos Kubitschek ao candidato.


Recepção à mineira - Assim que pisou em solo mineiro, no meio da tarde, vindo de São Paulo, Serra foi recebido com aplausos por 30 correligionários que o esperavam há pelo menos uma hora no hangar. Aécio, Anastasia e o presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia, lideravam a claque.

Os mineiros tinham preparado um cortejo em carro aberto do aeroporto da Pampulha até o centro da cidade, mas, por conta do atraso do presidenciável, o grupo fez o trajeto de cerca de dez quilômetros em uma van. Acompanhavam a carreata um caminhão de som tocando o jingle de Serra e carros com bandeiras dele e adesivos com o texto “Minas é Serra, pelo Brasil.” Ao desembarcar no centro, o paulista foi cercado por uma multidão de militantes aos brados de “Tucano voa alto. É Serra no Planalto.”

Antes de Serra deixar o evento, um militante da juventude tucana pintou o rosto do presidenciável, do candidato a vice, Indio da Costa (DEM) e de Aécio. Em uma bochecha, o triângulo vermelho de Minas. Na outra, uma listra verde e outra amarela.

Ao sair do prédio, o carro onde estavam Serra e Aécio foi cercado por pelo menos uma centena de populares e militantes. Surpresa. Os dois resolveram abrir as portas e, com os pés apoiados no banco do automóvel, acenaram e cumprimentaram a população. Entre sorrisos, deram as mãos.


O presidenciável embarcou no início da noite para São Paulo. Na bagagem, entre mimos, leva a bandeira de Minas Gerais usada nos ombros diante dos prefeitos – autografada por Antonio Anastasia, Itamar Franco e Aécio Neves. Do portal da revista Veja


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terça-feira, outubro 05, 2010

AÉCIO NEVES ESTÁ PRONTO PARA ENTRAR NO PT

Quando eu leio uma matéria como esta que segue abaixo tenho que me transformar obviamente num cínico, embora nunca tenha praticado no cinismo, que deploro. Mas desta vez não resisti e mandei ver no título deste post.

O que os prezados leitores estão achando deste início de segundo turno no que respeita à campanha de José Serra? Vocês acham que o Aécio e o Anastasia contribuirão com algum voto para José Serra? Será que o Aécio e o Anastasia e seus sequazes votaram no Serra. no primeiro turno?


Lendo a matéria que segue fica a dúvida. Pelo que eu entendi Aécio está pouco se lixando para o fato de seus companheiros de partido tenham tido seus sigilos fiscais devassados pela equipe de campanha da Dilma. Aécio releva e não está nem aí para o fato de que um dos maiores escândalos de corrupção aconteceu dentro do Palácio do Planalto onde circularam pacotes com R$ 200 mil reais em espécie sob a rubrica: PP DO TAMIFLU, conforme denunciou a revista Veja, fato que derrubou o braço direito da Dilma, a Ministra Erenice.

Aécio está pouco ligando também para o fato que mais da metade dos eleitores brasileiros votaram contra a candidata do PT no 1° turno e indica que desejam extirpar o PT, aqui para usar um termo caro o próprio Lula: extirpar.

Leiam:

O ex-governador mineiro e senador eleito Aécio Neves (PSDB) disse nesta segunda-feira ter se colocado "absolutamente à disposição" do presidenciável José Serra (PSDB) na busca de uma vitória sobre Dilma Rousseff (PT) no segundo turno. 

"Vamos agora reorganizar nossas forças políticas. Me coloquei absolutamente à disposição dele para a forma que ele achar mais adequada. O [governador reeleito Antonio] Anastasia da mesma forma", afirmou o tucano em contato com a imprensa durante o velório de seu pai, Aécio Cunha.

Aécio disse acreditar que o eleitor quis mais tempo para escolher o novo presidente. "Eu acho que, independentemente do resultado final, que eu espero que seja a vitória de José Serra, será bom para o Brasil", afirmou.

Com seu contumaz estilo conciliador, o mineiro disse ter "muito respeito" por Dilma e defendeu que o próximo presidente tenha "reconhecimento e generosidade" tanto pelo governo Lula quanto pela gestão FHC.

"Eu tenho comigo na política: não é por alguém estar em outro campo e disputar uma eleição contra você que é seu inimigo ou só tenha defeitos. Tampouco alguém, por estar do seu lado, está cercado apenas de virtudes", disse Aécio.

O ex-governador, que não apareceu em público no domingo para agradecer à vitória devido à morte do pai, agradeceu pelos votos que o elegeram senador e pela eleição de seu afilhado político Anastasia. "De um lado meu coração está muito sofrido e, de outro, confortável", afirmou.

Aécio disse que seu pai teve uma trajetória marcada por "honradez e dignidade" e que seu fim de semana foi marcado por "muita tristeza" devido à rápida morte do pai, aos 83 anos por insuficiência hepática.

"Meu pai foi um homem simples que deixa exemplo de que as coisas importantes da vida são essas, não são os mandatos, glórias ou grandes vitórias", afirmou. 

Após o velório na Assembleia Legislativa, que passou das 13h, o corpo de Aécio Cunha foi levado para ser cremado em Contagem, na região metropolitana de BH. Do portal do diário oficial do PT = Folha.com

quarta-feira, setembro 29, 2010

CAMPANHA AÉCIO-ANASTASIA LANÇA VÍDEO DE FORTE IMPACTO PEDINDO VOTOS PARA JOSÉ SERRA. ONDA AZUL CHEGA A MINAS GERAIS



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ATENÇÃO: Segundo o Coronel, do Coturno Noturno, este vídeo não foi veiculado no programa de TV da Campanha Aécio-Anastasia e Minas Gerais e está apenas no YouTube. Trata-se portanto de um embuste. Caso este vídeo não seja veiculado no programa de Aécio nesta noite eu já encontrei as palavras adequadas para qualificar Aécio, Anastasia e os mineiros em geral. Aguardem, pois.

ESTE VÍDEO NÃO PASSOU NO PROGRAMA DO AÉCIO. FOI FEITO PELA CAMPANHA DO SERRA PARA QUE FOSSE COLOCADO NO PROGRAMA DE TV DO AÉCIO E ANASTASIA. MAS AÉCIO NÃO DEIXOU. PREFERIU SE ABRAÇAR COM LULA E DILMA, PREFERIU PERFILAR-SE AO LADO DAQUELES QUE PRETENDEM A ASSASSINAR A DEMOCRACIA E A LIBERDADE. AÉCIO E SUA TROUPE MINEIRA NÃO PASSAM DE NEO-COVEIROS DA DEMOCRACIA. ALGO NOJENTO E DETESTÁVEL. E O INFELIZ AINDA INVOCA TANCREDO NEVES. 

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domingo, agosto 29, 2010

ARTIGO: Virada à mineira

Por Nilson Borges Filho (*) 

Semana passada, precisei me deslocar a determinado bairro em Belo Horizonte em busca de uma livraria, cujo local é de difícil acesso pelo volume de carros que circulam pelo local e pela falta de vagas, mesmo em estacionamentos pagos. Deixei o carro na garagem de casa e optei pelo taxi. Como costumo fazer em todos os lugares públicos que frequento, lancei a pergunta – indiscreta, por sinal – ao motorista: quem será seu candidato ao governo de Minas? “O tal de Anastasia, que o Aécio mandou a gente votar”, respondeu o taxista.

Um dos temas mais debatidos nessas eleições refere-se à transferência de votos de políticos, com alta popularidade junto ao eleitor, para o seu escolhido. Por mais que se esforcem, os analistas ainda não conseguiram entender a cabeça do eleitor, quando se trata de estabelecer os limites e as circunstâncias em que essas transferências se dão. Lula já provou que boa parte dos 80% de aceitação do eleitorado à sua forma de governar estão sendo transferidos para a candidata Dilma Rousseff.

Com uma história política, no mínimo polêmica, e com uma fama de gestora, no mínimo duvidosa, Dilma surgiu do nada e foi alçada à candidata a presidente do Brasil, por pura vaidade de seu mentor. Aqueles que tiveram o cuidado de acompanhar as entrevistas da petista, não podem negar o total despreparo intelectual da candidata e a dificuldade crônica em lidar com a gramática.

Mas a escolhida de Lula, repaginada por cabelereiros, maquiadores, fono-audiólogos e construída por marqueteiros especialistas em vender sabonetes, transformaram a arrogante na miss simpatia dos pampas. Ou seria das Alterosas? Nem ela sabe. Na garupa da popularidade de Lula, contando com a ajuda de dossiês fajutos, capitães-do-mato a serviço da vigarice política e de estupradores de sigilo fiscal, Dilma está a um passo de se tornar a próxima presidente do Brasil.

Mas não é bem assim, quando Lula se defronta com um adversário do porte de Aécio Neves, que mantem em Minas a mesma popularidade que Lula conseguiu em nível nacional. Mesmo com uma coligação formada pelo consórcio PMDB/PT, Lula não consegue transferir voto nenhum para as candidaturas de Hélio Costa e Patrus Ananias para o governo e Fernando Pimentel para o Senado.

Em outra direção, Aécio não só se elegerá com uma montanha de votos, como levará para a segunda vaga do Senado o ex-presidente Itamar Franco. E os 70% de intenções de votos que os eleitores mineiros lhe concedem, estão sendo transferidos para o atual governador Antônio Anastasia, que já ultrapassou Hélio Costa, na última pesquisa Ibope.

E tem mais: Anastasia tem tudo para levar o governo já no primeiro turno, pois a cada pesquisa percebe-se o processo de desidatração da candidatura adversária. Lula transfere votos sim, mas quando tem que enfrentar um adversário com um alto índice de popularidade – como Aécio Neves – não há discurso boquirroto que convença o povo. 

Nilson Borges Filho é Doutor em Direito, professor e articulista colaborador deste blog

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