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terça-feira, junho 07, 2011

A LUTA CONTINUA! AINDA FALTA O EPÍLOGO DA HISTÓRIA DE PALOCCI. (OU COMO É DOCE O PATRIMONIALISMO).

A previsível queda de Antonio Palocci do alto de seu poder na Casa Civil não encerra o caso. Se comprovado que utilizou de suas prerrogativas para exercer o deletério e criminoso tráfico de influência terá de ser punido de acordo com a lei.
Mas não é apenas Palocci que está embrulhado nesta história. Os contratantes de sua 'consultoria' precisam ser revelados porquanto são cúmplices, caso se comprovem as suspeitas que pesam sobre o ex-todo poderoso que Lula designava como o Pelé do PT.
Cabe no entanto uma rápida digressão para mostrar que o escândalo Palocci é a ponta do iceberg sob o qual ronca uma máquina infernal que se apossou do Estado brasileiro.
O contubérnio de empresários com cabeças coroadas de todos os governos é fato mais do que sabido. Os empresários brasileiros não são capitalistas em decorrência de sua atávica aversão ao risco, justamente esse componente do capitalismo que é fundamental para que o sistema funcione. Dada à doutrinação dos marxistas que dominam os meios de comunicação, afirmar que o capitalismo necessita de honestidade para funcionar e que a iniciativa privada significa operar no mercado sem a participação dos cofres públicos pode parecer no mínimo estranho. 
Os marxistas de todos os matizes tentam fazer crer que o capitalismo é desonesto e explorador, embora esteja provado sem qualquer dúvida que é o único sistema econômico que continua promovendo o desenvolvimento e melhor qualidade de vida para os seres humanos.
Mas no Brasil o verdadeiro capitalismo nunca existiu de fato. Os homens de negócio, os empresários, nunca imaginaram que a atividade capitalista implica o risco. Todos sem distinção não desgrudam das tetas estatais das mais variadas formas. As empresas quando capegam, por incompetência e/ou ladroagem de seus gestores acabam sempre de chapéu na mão em busca de socorro estatal. Esta nefasta realidade econômica é conhecida por 'patrimonialismo'. Ao contrário do capitalismo que exige a separação absoluta das esferas pública e privada, o patrimonialismo estabelece uma (con)fusão entre elas.
Com a ascensão do PT ao poder o sistema 'patrimonialista' que já existia foi turbinado. Isto porque o PT na sua origem está fundado sobre o ideal de criar uma sociedade socialista com a expropriação da propriedade privada. Nesse sistema tudo passa ao domínio do Estado, como existia nos países comunistas da finada URSS.
Ocorre que o PT chegou ao poder depois que o comunismo fracassou no mundo inteiro. O império da URSS caiu de podre. Restaram apenas republiquetas bananeiras como a Cuba e a Coréia do Norte. A China resolveu abrir a sua economia antes que a fome se abatesse sobre a sua numerosa população, algo em torno de cerca de 1,4 bilhão de habitantes.
Uma vez no poder o PT, mesmo assim, aos pouco foi edulcorando a sua proposta de socialismo e agigantou o Estado brasileiro ao mesmo tempo em que o aparelhou totalmente, partidarizou todas as instâncias da administração pública, estatais e fundos de pensão dessas empresas.
Transformou o BNDES numa agência fornecedora de créditos a juros diminutos para os empresários, desde que esses se tornassem espécies de sócios do PT na empreitada de ganhar dinheiro fácil e sem o risco inerente à atividade empresarial.
O sonho petista de socializar o Brasil foi então transformado numa espécie de capitalismo de Estado. A docilidade do empresariado em relação ao PT não é de graça e nem por simpatia. É que o PT acabou montando um sistema econômico que sempre foi sonhado pelos empresários brasileiros, conhecidos caçadores de caraminguás estatais.
Sob o efeito dos bons ventos da economia mundial que durou quase uma década, coincidindo com a chegada do PT ao poder, o resultado desse embuste petista permitiu um crescimento econômico sem que nesse interregno o Estado brasileiro fizesse um só investimento arrojado. Nenhuma usina de energia elétrica foi construída, nenhuma grande obra rodoviária, nada foi feito na área das telecomunicações e a produção científica e tecnológica foi zero. As universidades brasileiras foram transformadas no locus por excelência de doutrinação marxista.
O caso Palocci está portanto intrinsecamente ligado a essa fantástica máquina de domínio do Estado, representada pela 'socialização' do dinheiro público entre petistas, seus áulicos e seus principais apoiadores, os empresários, que sustentam as campanhas eleitorais do PT. 
Tanto é que esse médico-sanitarista de Ribeirão Preto, já envolvido em inquérito sobre a conhecida máfia do lixo quando prefeito, transformou-se no csar da economia do PT. Chegou ao Ministério da Fazenda sendo de lá apeado depois que quebrou o sigilo de um humilde caseiro para se livrar de uma acusação que lhe pesava por freqüentar as 'mansão dos prazeres' onde havia muita diversão e a articulação de negócios escusos, segundo foi veiculado à farta pela imprensa na época.  
Daí para frente, Palocci virou um 'mega-consultor' e passou a prestar 'serviços' para empresários até que surgiu a notícia sobre a sua meteórica transformação em milionário, fato que levantou as suspeitas sobre tráfico de influência e que acaba de derrubá-lo do mais importante Ministério do Governo, a Casa Civil.
Palocci invoca a confidencialidade para não revelar quem eram seus clientes.
É justamente aí que as investigações devem começar. Afinal quem são esses eficientes empresários que contratam um médico-sanitarista militante do esquerdismo para opinar sobre investimentos no Brasil e no exterior? ou para orientar grandes empresas, se é que isto é verdadeiro?
Pelo comportamento tipicamente 'patrimonialista' do empresariado botocudo faz todo o sentido que tenham contratado a empresa do Palocci. Se os negócios de sua empresa, como sustenta Palocci, são normais e dentro da lei, não haveria nenhum incômodo que o portfólio de sua clientela viesse a público. O velho adágio continua firme e forte: quem não deve não teme!
Concluo fazendo meu um brado de ordem tão caro aos petistas: A luta continua companheiros! 
E acreditem, estamos apenas tateando para achar o fio dessa meada. E o novelo é gigantesco e felpudo!

Esta é uma história à qual falta o epílogo.

segunda-feira, maio 16, 2011

EMPRESÁRIOS BRASILEIROS SÃO OS PRINCIPAIS FIADORES DA DELETÉRIA AÇÃO DO PT

O resultado do apoio empresarial à bandalha do PT
A má formação e a ausência de vocação estão na base da escassez de mão de obra. "Existe um descompasso entre as universidades e os cursos técnicos, de um lado, e o mercado, de outro. As instituições de ensino não estão conseguindo formar profissionais bons o suficiente para atender as demandas corporativas", diz Mauro Peres, presidente da IDC Brasil.
Outro dado que ajuda a entender o "apagão" é estarrecedor: a taxa de evasão de alunos nas escolas de tecnologia é de 82%, revela estudo da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). "Isso sugere que muitos bancos escolares são ocupadas por pessoas que, na verdade, não chegarão ao mercado", afirma Sérgio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Brasscom.

Para driblar a escassez de opções e a corrida de salários, a saída até aqui tem sido a importação de profissionais qualificados. "As companhias brasileiras têm recorrido a profissionais argentinos para resolver o problema, que inclusive são mais baratos", diz o head hunter Lucas Toledo, da empresa de recrutamento Michael Page. "A tendência para o futuro próximo é esse processo se intensificar: o Brasil não conseguirrá suprir sozinho toda a demanda por mão de obra."
As empresas já começaram a se movimentar. Ao invés de esperar por universidades ou contar com a "importação" de profissionais, apostam no treinamento de jovens talentos. "Em acordo com instituições de ensino, as companhias estão criando centros de capacitação, celeiros de profissionais que se formam com a cultura dos empregadores em mente", diz Toledo. Leia AQUI  a reportagem completa

MEU COMENTÁRIO: O que está aí acima é um excerto de reportagem do site da revista Veja que selecionei é que dá uma idéia da dramática realidade do Brasil no que diz respeito à produção e desenvolvimento de ciência e tecnologia.
A reportagem constata que as instituições de ensino não estão conseguindo formar profissionais. Casualmente há alguns minutos zapeando pela internet encontrei o blog Juventude Conservadora da UNB que faz a postagem desse cartaz convocando a comunidade acadêmica a participar de uma palestra do ditador da Venezuela, Hugo Chávez.
O fato em si complementa a matéria do portal de Veja porque faz emergir o resultado mais cruel da adoção do pensamento politicamente correto, essa versão do esquerdismo do século XXI, pelo governo do PT. É algo estarrecedor ver uma Universidade da capital da República brasileira concitar seu alunado a ouvir um ditador que persegue e tortura seus opositores e que já mergulhou a Venezuela numa crtise econômica sem precedentes, em que pese esse país dispor da quinta maior jazida petrolífera do planeta da qual se extrai óleo da primeira qualidade, o que se encontra em poucos lugares do mundo.
Verifica-se que as instituições de ensino do Brasil, completamente aparelhadas pela vagabundagem esquerdista, se transformaram no locus de lavagem cerebral dos jovens. E isto já alcança até mesmo os centros de ensino particulares, já que estes empregam os professores oriundos das grandes universidades, principalmente as estatais, completamente dominadas pela idiotia esquerdista.
Mas essa dramática realidade não é apanágio apenas da área do ensino superior. Através do MEC, os ideólogos do PT e seus satélites, já operam a lavagem cerebral desde o ensino fundamental e o caso mais grave ocorreu na semana que passou, quando foi revelada a existência de livro de português do MEC que ensina o errado como certo para as crianças nas escolas, execrando as normas gramaticais, um vilipêndio inaudito talvez só existente no Brasil sob o tacão do comunismo botocudo do PT.
O que alinhei rapidamente aqui, como disse, complementa a matéria deste post a respeito da falta de mão-de-obra especializada, sobretudo nas áreas científica e tecnológica, a ponto das empresas serem obrigadas a recrutar profissionais profissionais no exterior. E pasmem: até mesmo na vizinha Argentina!
Enquanto isso as universidades, como a UNB promovem grande mobilização dos alunos para assistirem palestra de Hugo Chávez que só não aconteceu porque o caudilho desistiu do encontro que havia marcado com a Dilma.
É nesses convescotes esquerdistas que os ideólogos do comunismo instilam no cérebro dos jovens todos os tipos de idiotices e tapeações, afirmando que o atraso brasileiro se deve ao fato de o Brasil ser explorado pelo imperialismo americano e outras bobagens análogas.
Mas o que deve ser esclarecido é que os principais responsáveis por essa esculhambação do ensino no Brasil são os próprios empresários no seu escandaloso contubérnio com o PT. O ponto crucial desse cruzamento exdrúxulo dos empresários com o petismo se dá pelo fato de que o capitalismo brasileiro sempre foi de araque e sempre viveu à sombra do Estado. Isso explica a sabugice empresarial que encontrara na politica estatizante do PT, nos empréstimos de longo prazo com taxas de juros dimininutas proporcionados pelo BNDES e outras benesses de agências governamentais, um verdadeiro maná e a perspectiva de manter incólume o nefasto patrimonialismo.
Mas como sempre eles fazem aquele jogo de cena reclamando de juros altos, impostos e falta de mão-de-obra especializada. São uns mentirosos, uns achacadores, incompetentes e atrasados e que também lambem o saco do Hugo Chávez e do Lula. E o que é pior, fecham os olhos de forma covarde e oportunista ante a destruição da Nação brasileira.
Não fosse o apoio moral e econômico dos grandes grupos empresariais a Lula e seus sequazes o PT não permaneceria uma semana no poder.
O resultado está aí e já começa nas cartilhas do MEC ensinando às crianças, que são futuro da Nação, que o português falado pelo Lula não está errado e que a norma culta seria uma coisa de burgueses ordinários e para os jovens universitários proporciona palestras de Hugo Chávez, o caricato caudilho venezuelano.
Repito: os principais responsáveis por esta boçalidade que rouba o futuro da Nação são os empresários, os banqueiros, os homens de negócio, os comerciantes porquanto são os detentores do poder econômico, todos eles viciados na obtenção fácil de dinheiro público. Lula, o PT e seus sequazes constituem um bando de pelegos obedientes que garantem esse capitalismo sem risco. É claro, cobram um elevado preço sempre coberto pelo erário provido com dinheiro dos impostos que pesam sobre as costas dos cidadãos contribuintes. 

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segunda-feira, maio 09, 2011

BOMBA! UMA DENÚNCIA QUE ABALA O SENADO!

Veja revela empresário envolvido em tráfico de influência através do grão-petista José Dirceu. É briga de cachorro grande.
PSDB, DEM e PPS deverão chamar o empresário Fernando Cavendish para depor no Senado. Reportagem publicada na edição desta semana de VEJA mostra o empresário envolvido em caso de tráfico de influência junto ao governo através do ex-ministro José Dirceu. "Com alguns milhões, seria possível até comprar um senador para conseguir um bom contrato com o governo", diz Cavendish na reportagem, intitulada "O segredo do sucesso".
Uma das propostas da oposição é tentar interpelar judicialmente Fernando Cavendish. A medida depende, no entanto, do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). "Acho que caberia até uma interpelação judicial do próprio Senado. Ele colocou todo o Senado sob suspeição, já que não diz o nome de ninguém", disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). "Ele é um irresponsável e ofensivo. Ele desvaloriza as pessoas honestas", completou o tucano.
"O problema é que ele é meio vago, apesar de ser afirmativo. Ele não faz acusação contra uma pessoa específica", disse o líder do DEM, senador Demóstenes Torres (GO). Tanto tucanos quanto democratas observaram que estão "de mãos amarradas" diante da ampla maioria do governo no Senado. A oposição não tem votos para convidar o empresário Fernando Cavendish para depor, por exemplo, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
"O DEM, o PSDB e o PPS vão analisar se há possibilidade de tomar alguma medida. O governo matou as CPIs e as comissões estão com ampla maioria governista", disse Demóstenes. Os engenheiros José Augusto Quintella e Romênio Marcelino Machado, que acusam Dirceu de tráfico de influência, eram donos da Sigma Engenharia, empresa adquirida pela Delta Construções, de Cavendish, que contratou os serviços de JD Assessoria e Consultoria, de Dirceu. Do site da revista Veja

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terça-feira, dezembro 28, 2010

FILHOS DE LULA MEGA EMPRESÁRIOS? É O QUE PARECE.

Dois dos filhos do presidente Lula, Fábio Luís e Luís Cláudio, abriram em 16 de agosto deste ano duas holdings -sociedades criadas para administrar grupos de empresas-, a LLCS Participações e a LLF Participações. 

Ao final de oito anos de mandato do pai, Lulinha e Luís Cláudio figuram como sócios em seis empresas.

A Folha constatou, porém, que apenas uma delas, a Gamecorp, tem sede própria e corpo de funcionários.Seu faturamento em 2009 foi de R$ 11,8 milhões, e seu capital registrado é de R$ 5,2 milhões. Ela tem como sócia a empresa de telefonia Oi, que controla 35%.

As demais cinco empresas não funcionam nos endereços informados pelos filhos de Lula à Junta Comercial de São Paulo. São, por assim dizer, empreendimentos que ainda não saíram do papel. As seis empresas dos filhos de Lula atuam ou se preparam para atuar nos ramos de entretenimento, tecnologia da informação e promoção de eventos esportivos.

São segmentos em alta na economia, que ganharam impulso do governo federal -Lula, por exemplo, foi padrinho das candidaturas vitoriosas do Brasil para organizar a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. 

SÓCIOS
Na maioria desses negócios, Lulinha e Luís Cláudio têm como sócios pessoas próximas de Lula.Um dos mais novos empreendimentos da dupla, a holding LLCS, por exemplo, foi registrada no endereço da empresa Bilmaker 600, na qual os dois não têm participação societária.


A Bilmaker tem como controlador o engenheiro Glaucos da Costamarques, 70, que é primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do presidente Lula. Os outros sócios da Bilmaker, Otavio Ramos e Fabio Tsukamoto, são sócios de Luís Cláudio, filho do presidente, na ZLT 500, empresa de produção e promoção de eventos esportivos.

Assim como a holding, a ZLT também só existe no papel. Está registrada num endereço no Morumbi onde há só uma casa abandonada. Criada em julho, a ZLT tem ainda como sócio José Antonio Fragoas Zuffo, empresário da região do ABC.

Sócio na Bilmaker e na ZLT, Otávio Ramos disse à Folha que não sabia que os filhos de Lula haviam registrado uma empresa na sede da Bilmaker.

"Isso me preocupa. Vou ligar para eles. Não sabia nem da existência dessa holding. Não sei nem do que se trata nem quero saber", disse. Ramos afirmou que a empresa não faz negócios com o governo para não gerar especulações. "Somos amigos deles e já iriam ver maldade." A Bilmaker, disse, é uma empresa de exportação e importação de "qualquer coisa".

A outra holding criada pelos filhos de Lula neste ano, a LLF, foi registrada no prédio da PlayTV, emissora de jogos on-line. Os programas da PlayTV só são veiculados na Sky, que distribui o canal como cortesia, e pela OiTV. A PlayTV é controlada pela Gamecorp, o maior dos empreendimentos de Lulinha.

A Folha acompanhou um dia de programação e não viu anúncios publicitários.

Inaugurada em dezembro de 2004, a Gamecorp recebeu injeção de R$ 5 milhões da telefônica Telemar (hoje Oi), num negócio investigado pela Polícia Federal há três anos -sem resultados.

Quando se soube em 2006 que a Oi, então Telemar, havia se associado à Gamecorp, o presidente Lula disse à Folha que seu filho era o "Ronaldinho" dos negócios. "Eles fizeram um negócio que deu certo. Deu tão certo que até muita gente ficou com inveja", afirmou. No final de 2009, a empresa tinha capital negativo. 

G4
Meses antes de a Gamecorp ser constituída, Fábio Luís se tornou sócio da G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, tendo como parceiros filhos de um velho amigo de Lula, Jacó Bittar, fundador do PT e ex-prefeito de Campinas, hoje no PSB. 

Foi por meio da G4 que Lulinha virou sócio de outra empresa, a BR4 Participações, criada em 2004, e que, três anos depois, ganhou como sócio Jonas Leite Filho, sobrinho do ex-senador Ney Suassuna (PMDB-PB).
 
Jonas Leite é conhecido pelo projeto que criou a versão da Bíblia lida pelo apresentador Cid Moreira, da TV Globo, um sucesso de vendas. A BR4 é, por sua vez, acionista da Gamecorp. Da Folha de SP deste terça-feira


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quarta-feira, setembro 22, 2010

ERENICE PERDE A BOCA NA ELETROBRAS. MAS ELA É APENAS A GENI DO PT. A PONTINHA DO ICEBERG.

A Eletrobras anunciou hoje que a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, se desligou hoje do Conselho de Administração da companhia. A saída ocorre após Erenice deixar a Casa Civil, na semana passada, por suspeitas de nepotismo e favorecimento a um suposto esquema de tráfico de influência no governo federal com a participação de seu filho, Israel Guerra. 

A ex-ministra também deve perder sua cadeira no Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A substituição da ex-ministra é dada como certa nos bastidores do banco. Erenice, que fazia parte do Conselho Fiscal do banco desde abril de 2008, foi transferida para uma posição mais importante, no Conselho de Administração, em maio deste ano, após substituir a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, na Casa Civil. Do portal do Estadão 

MEU COMENTÁRIO: Além de Ministra da Casa Civil, Ereni mamava também na Eletrobras, recebendo generoso jeton para fazer parte do Conselho de Administração da Estatal Eletrobras, também completamente aparelhada pelo PT. 

Entretanto, ela continua no Conselho de Administração do BNDES, igualmente aparelhado pelo PT e que se transformou o bezerro de ouro adorado pelo empresariado sabujo e mamador dos cofres públicos. Algo inconcebível no atual estágio de desenvolvimento econômico global. Banco de fomento poderia ter alguma razão de ser nos naos 50.

Resultado: além do fato de que cada cidadão financia com o seu trabalho (classe média, ricos e pobres, todos) os salários nababescos das Erenices das estatais como Eletrobras, Petrobras, BNDES e similares, o empreasariado mama empréstimos com juros baixíssimos e embolsa milhões para tocar as suas fábricas de estopa e ferrarias dos anos 50.

Tirante o agronegócio que realmente segura as pontas oferecendo comida com fartura para os brasileiros, o resto do empresariado já se transformou numa máfia consumidora de dinheiro público. Não evoluem tecnologicamente, não investem em pesquisas e só fazem discursos hipócritas contra os juros altos. Eles sabem que eu sei tudo. Eles me conhecem há muito anos. Eles sabem muito bem o que eu estou dizendo.

São eles, os grandes empresários brasileiros, os sabujos vagabundos que contribuem com milhões para bancar a campanha da Dilma do Lula. No final das contas, eles são os laranjas do PT, os lavadores do dinheiro público que se some pelo esgoto da campanha do PT. 

Erenice é arraia miúda. Anuiu em ser a Geni do PT. Ela é apenas uma pontinha desse iceberg de sacanagem em que foi transformado o Estado brasileiro sob o comando da máfia petista.

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quinta-feira, julho 22, 2010

MPF INVESTIGA LIGAÇÃO DE EMPRESÁRIO COM GOVERNO E DILMA. SUSPEITA DE TRANSFERÊNCIA DE "VERBAS INDEVIDAS"

O Ministério Público Federal (MPF) investiga oficialmente, há dez dias, a ligação do empresário Benedito de Oliveira Neto, o Bené, com o governo federal e a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. Um inquérito civil foi instaurado pela procuradora da República Michele Rangel de Barros Bastos. Segundo a portaria assinada por ela, o objetivo da investigação é apurar indícios de que o empresário seria "financiador" da campanha de Dilma e que estaria recebendo "verbas indevidas" do PT, além de benefícios em contratos com o governo.

Benedito é sócio da empresa Dialog Serviços de Comunicação e Eventos e sua família é dona da Gráfica Brasil, ambas com contratos milionários fechados com o governo nos últimos anos. O nome do empresário apareceu há dois meses, como uma espécie de gerente informal e financiador do comitê de campanha de Dilma. Bené participou das negociações com o grupo de arapongas contatado pelo PT para, supostamente, produzir dossiês contra adversários da candidata à Presidência.

Juntas, as empresas Dialog e Gráfica Brasil receberam R$ 216 milhões do governo desde 2006. Em 7 de junho do ano passado, o jornal O Estado de S. Paulo revelou irregularidades na atuação da Dialog na Esplanada. A empresa do ramo de eventos utilizou o chamado "jogo de planilhas" - misturar preços simbólicos, irreais a valores de mercado - para assinar um contrato com o Ministério das Cidades em 2007. Para vencer os adversários, a Dialog ofertou 105 itens com preços impraticáveis no mercado. Por meio desse contrato, a empresa passou a prestar serviços com outros órgãos do governo sem precisar de licitação.

Investigação da Controladoria-Geral da União (CGU), iniciada no ano passado, apontou ainda uma série de irregularidades cometidas pela Dialog dentro do governo. A empresa ganhou fama em fevereiro do ano passado após receber R$ 1,2 milhão para preparar um polêmico encontro de prefeitos que promoveu a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, já escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sucedê-lo. A reportagem procurou Benedito de Oliveira, mas ele não foi localizado para comentar o assunto. Do site do Estadão

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quarta-feira, julho 21, 2010

SERRA FALA A EMPRESÁRIOS EM GOIÂNIA E DENUNCIA QUE PT QUER INTIMIDAR JUDICIÁRIO

Serra falou para o empresários em Goiânia e fez caminhada nas ruas

Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, criticou a ameaça do PT de entrar com uma representação contra a vice-procuradora geral eleitoral, Sandra Cureau. Segundo ele, isso seria uma tentativa de intimidação à Justiça. O candidato aproveitou para acusar novamente a campanha de sua adversária petista, Dilma Rousseff, de quebrar o sigilo bancário do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge .

"Quando se falou do dossiê, também entraram com pedidos de esclarecimento."

- É para intimidar a Justiça, sem dúvida nenhuma, mas acho que não vai conseguir. Quando se falou do dossiê, da baixaria que eles estavam preparando, também entraram com pedidos de esclarecimento. Hoje está mais do que comprovado: um crime contra a constituição foi feito. Não que tivesse algo errado, escondido, não tinha. Mas foram quebrados sigilos fiscal, de maneira inconstitucional, de dirigente do PSDB, fora a mentirada que é espalhada - criticou Serra.

Durante a coletiva, realizada na sede da Federação das Indústrias de Goiás (FIEG) , em Goiânia (GO), Serra disse que estão sendo espalhadas mentiras contra ele, como a de que ele irá privatizar os Correios, a Caixa Econômica e o Banco do Brasil, e que vai acabar com os concursos público. Serra criticou ainda o loteamento de cargos políticos no governo Lula.

- Campanha não é mais debate, é mentira, é teatro. É processar vítima. Tudo como máquina de intimidação. Temos o Brasil loteado. O PT espalhou que vou privatizar os Correios, assim como a Caixa Econômica e o Banco do Brasil. Espalharam que vou proibir concurso público. Eu, proibir? É tudo o que defendo. É como o programa de direitos humanos, depois recuaram. Tem um projeto muito maior de controle da sociedade. Eu acho que o governo deve ser reestatizado. Eu criei duas (estatais), a Anvisa e ANS. Na época ninguém veio me sugerir nomes, hoje é tudo divido entre os partidos - disse Serra.

"SEGUROBRAS"
Sobre a proposta do governo Lula de criar mais uma estatal, na área de seguros, Serra falou que é grande o risco de corrupção:

- Isso vai gerar corrupção. Atividade de seguro enseja corrupção. E na área governamental é um inferno. O que vai acontecer é que uma empresa dessa vai dar seguro para grandes obras, e depois o governo vai ter que bancar. É o público sendo chamado para fazer política, vai dar seguro onde não devia; vão armar uma 'segurobras', fonte de grande corrupção.

Para uma plateia formada por empresários goianos, Serra fez duras críticas a ações do governo Lula, principalmente sobre as concessões para a realização de grandes obras, citando a hidrelétrica de Belo Monte. Segundo ele, ser empresário é correr risco, mas nas concessões do governo Lula é "tudo sem risco". Ele afirma que o governo banca os riscos e os empresários que aderem apenas entram para ganhar.

- É tudo sem risco. Se alguém paga a conta do que não der certo é o governo, se não der problema, eles (empresários) ganham - disse.

Serra fez críticas ainda à política externa do presidente Lula. Segundo ele, Lula viajou muito e tornou o Brasil mais conhecido, mas isso não deeterminou bons resultados para o comércio externo. O tucano ironizou ainda a tentativa do presidente brasileiro de tentar fazer um acordo em relação à produção de bomba atômica com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.

- O Lula vive viajando. Divulgou o Brasil muito. Algumas iniciativas são discutíveis, como acreditar em ditadores que são versões hitllerianas do século XXI - criticou.

GOVERNO LULA FINACIA MST
Na palestra aos empresários, o tucano também acusou o governo Lula de financiar o MST. Ele disse que, embora seja ultrapassado, ele não tem nada contra o MST.

- É lógico que dão dinheiro. Todas as ONGs dele (do MST) estão fazendo campanha, o que é ilegal. Mas, parafraseando Fernando Pessoa, 'tudo vale a pena quando a multa é pequena'.

Durante a coletiva, Serra evitou polemizar sobre as declarações de Dilma, que afirmou na segunda-feira que a iniciativa, em relação aos genéricos, foi do governo Itamar Franco e teve como defensor o ex-ministro da Saúde, Jamil Haddad.

- Todo mundo no Brasil sabe do meu papel a respeito dos genéricos, não vou perder tempo respondendo isso. É só ela se informar mais - disse Serra.

CAMINHADA NAS RUAS
Nesta terça-feira, José Serra participou também de uma caminhada na Rua 4, uma das ruas de comércio popular de Goiânia. Ele era aguardado por carros de som, militantes do PSDB e candidatos aliados e foi recebido com fogos. Texto e foto do site do jornal O Globo

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domingo, maio 31, 2009

EXTRA!!! RELATÓRIO RED HOUSE E O IV REICH (I)

Heinrich Himmler com Max Faust, engenheiro da empresa I. G. Farben


Relatório Red House: o IV Reich como império econômico

O blog inicia hoje, em três capítulos, com exclusiva tradução para português, esta reportagem do Daily Mail Online, de autoria de Adam Lebor, intitulada "Revelado: O relatório secreto que mostra como os nazistas planejaram o Quarto Reich...na União Européia", com base em documento encontrado nos arquivos da inteligência americana (veja facsímile acima).
Decidi dividir a reportagem em três capítulos, porque o texto é meio longo para uma única postagem. Mas a abordagem é interessante. Lebor refere-se ao romance que escreveu O Protocolo de Budapest, inspirado no Relatório Red House. "Mas conforme pesquisei e escrevi o romance, eu percebi que partes do relatório Red House haviam se tornado um fato", diz ele.
De fato, a análise que formula neste texto publicado no site do Daily Mail sugere uma reflexão que contempla, por exemplo, o fato de que os industriais que colaboraram com Hitler e que utilizaram judeus em trabalho escravo em suas fábricas foram soltos depois de permanecerem presos algum tempo. Suas empresas continuam operando até hoje e, de forma surpreendente, há uma inexplicável tolerância da União Européia à invasão árabe. No pós-guerra os árabes foram os coiteiros dos nazistas foragidos, pois viam neles seus macabros parceiros na tentativa de liquidar os judeus.
Eis aqui o primeiro capítulo desta ótima reportagem que prossegue nesta segunda-feira. A tradução livre é do professor particular de inglês e tradutor Geraldo Leal, paulistano radicado em Florianópolis email: geraldoleal2008@hotmail.com - tel. (048) 9621-7560.
O papel é antigo e frágil, as letras datilografadas lentamente se apagam. Mas o relatório da inteligência militar americana EW-Pa 128 é tão assustador hoje quanto no dia em que foi escrito em novembro de 1944.
O documento, também conhecido como Relatório Red House, é uma narrativa detalhada de uma reunião secreta no Hotel Maison Rouge em Strasbourg em 10 de agosto de 1944. Lá, os oficiais nazistas encomendaram de um grupo da elite industrial alemã um plano para a recuperação da Alemanha no pós-guerra, preparando o retorno dos nazistas ao poder e trabalhando para um forte império alemão. Em outras palavras o Quarto Reich.

O relatório datilografado de três páginas, marcado secreto, copiado para oficiais ingleses e enviado por via aérea para Cordell Hull, Secretário de Estado americano, dava detalhes de como os industriais iriam trabalhar com o partido nazista para reconstruir a economia alemã através de envio de dinheiro pela Suíça.

Eles construiriam uma rede de empresas de fachada no exterior; aguardariam as condições ideais e então eles tomariam a Alemanha de novo.

Os industriais incluíam representantes da Volkswagen, Krupp e Messerschmitt. Oficiais da marinha e ministério de armamento estavam também na reunião e com incrível precaução eles decidiram juntos que o Quarto Reich, diferente do antecessor, seria um império econômico e não militar, mas não apenas alemão.

O relatório Red House, que foi descoberto em arquivos da inteligência americana, foi a inspiração para o meu romance O protocolo de Budapeste.

O livro começa em 1944 quando o exército vermelho avança sobre a cidade sitiada, depois pula para os dias atuais, durante a campanha eleitoral do primeiro presidente da Europa. O super estado da União Européia é revelado com fachada para uma conspiração sinistra, enraizada nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial.

Mas conforme pesquisei e escrevi o romance, eu percebi que partes do relatório Red House haviam se tornado um fato.

A Alemanha nazista exportou grandes quantidades de capital através de países neutros. Empresas alemãs criaram uma rede de empresas de fachada no exterior. E a economia alemã se recuperou logo depois de 1945.

O Terceiro Reich foi derrotado militarmente, mas poderosos banqueiros, industriais e funcionários públicos da era nazista, renasceram como democratas e logo prosperaram na Alemanha Ocidental. Lá eles trabalharam por uma nova causa: a integração política e econômica da Europa.

É possível que o Quarto Reich que aqueles industriais nazistas previam tenha se tornado realidade?

O relatório Red House foi escrito por um espião francês que estava na reunião em Strasbourg em 1944, e ele pinta um quadro extraordinário.

Os industriais no Hotel Maison Rouge esperaram que o Obergruppenführer da SS Dr. Scheid começasse a reunião. Scheid tinha uma das patentes mais altas na SS, equivalente a general. Ele tinha uma figura imponente no seu uniforme verde. Guardas foram colocados do lado de fora e a sala foi inspecionada.

Lá ele respirou fundo antes de começar a falar. A indústria alemã precisa perceber que a guerra não pode ser vencida, ele declarou. Ela precisa tomar medidas para uma campanha comercial pós-guerra. Tal declaração era traição - o suficiente para levá-lo aos porões da Gestapo, seguido de uma viagem sem volta a um campo de concentração.

Mas Scheid tinha autorização especial para falar a verdade – o futuro do Reich estava em jogo. Ele ordenou aos industriais que fizessem contratos e alianças com firmas estrangeiras, mas deveriam ser feitos individualmente e sem atrair nenhuma suspeita.

Os industriais deveriam pegar emprestadas somas substanciais de países estrangeiros depois da guerra.

Eles deveriam explorar as finanças de empresas alemãs que já haviam sido usadas com fachadas para penetração no exterior, disse Scheid, citando alguns parceiros americanos da gigante Krupp, Zeiss, Leica e da empresa mercantil Hamburgo-America.

Mas quando os industriais deixaram a reunião um punhado deles foi chamado para uma segunda reunião, presidida pelo Dr. Bosse do Ministério de Armamentos. Haviam segredos a ser compartilhados com a elite da elite.

Bosse explicou como, mesmo embora o Partido Nazista tenha informado os industriais que a guerra estava perdida, a resistência contra os aliados continuaria até que houvesse uma garantia de unidade alemã. Ele então descreveu uma estratégia de três estágios para o Quarto Reich.

No primeiro estágio os industriais deveriam se preparar para financiar o Partido Nazista, que seria obrigado a ficar as escondidas.

No segundo estágio o governo proveria grandes somas de dinheiro para os industriais alemães.

No terceiro estágio empresas alemãs criariam uma rede de agentes no exterior através de empresas de fachada, que daria cobertura para pesquisa militar e inteligência, até que os nazistas retornassem ao poder.

A existência destes seria conhecida apenas por poucas pessoas em cada indústria e chefes do partido nazista, anunciou Bosse.

Cada escritório terá um agente do partido. Logo que o partido se tornar forte suficientemente para restabelecer seu controle sobre a Alemanha, os industriais serão recompensados por seu esforço e cooperação através de concessões e pedidos.

Os fundos exportados seriam canalizados através de dois bancos suíços em Zurique, ou através de agencias na Suíça que compraram propriedades na Suíça para os alemães, por uma comissão de 5 por cento.

Os nazistas estavam mandando fundos por países neutros há anos.
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