Esta é uma história à qual falta o epílogo.
terça-feira, junho 07, 2011
A LUTA CONTINUA! AINDA FALTA O EPÍLOGO DA HISTÓRIA DE PALOCCI. (OU COMO É DOCE O PATRIMONIALISMO).
Esta é uma história à qual falta o epílogo.
segunda-feira, maio 16, 2011
EMPRESÁRIOS BRASILEIROS SÃO OS PRINCIPAIS FIADORES DA DELETÉRIA AÇÃO DO PT
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| O resultado do apoio empresarial à bandalha do PT |
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segunda-feira, maio 09, 2011
BOMBA! UMA DENÚNCIA QUE ABALA O SENADO!
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| Veja revela empresário envolvido em tráfico de influência através do grão-petista José Dirceu. É briga de cachorro grande. |
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terça-feira, dezembro 28, 2010
FILHOS DE LULA MEGA EMPRESÁRIOS? É O QUE PARECE.
Ao final de oito anos de mandato do pai, Lulinha e Luís Cláudio figuram como sócios em seis empresas.
A Folha constatou, porém, que apenas uma delas, a Gamecorp, tem sede própria e corpo de funcionários.Seu faturamento em 2009 foi de R$ 11,8 milhões, e seu capital registrado é de R$ 5,2 milhões. Ela tem como sócia a empresa de telefonia Oi, que controla 35%.
As demais cinco empresas não funcionam nos endereços informados pelos filhos de Lula à Junta Comercial de São Paulo. São, por assim dizer, empreendimentos que ainda não saíram do papel. As seis empresas dos filhos de Lula atuam ou se preparam para atuar nos ramos de entretenimento, tecnologia da informação e promoção de eventos esportivos.
São segmentos em alta na economia, que ganharam impulso do governo federal -Lula, por exemplo, foi padrinho das candidaturas vitoriosas do Brasil para organizar a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.
SÓCIOS
Na maioria desses negócios, Lulinha e Luís Cláudio têm como sócios pessoas próximas de Lula.Um dos mais novos empreendimentos da dupla, a holding LLCS, por exemplo, foi registrada no endereço da empresa Bilmaker 600, na qual os dois não têm participação societária.
A Bilmaker tem como controlador o engenheiro Glaucos da Costamarques, 70, que é primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do presidente Lula. Os outros sócios da Bilmaker, Otavio Ramos e Fabio Tsukamoto, são sócios de Luís Cláudio, filho do presidente, na ZLT 500, empresa de produção e promoção de eventos esportivos.
Assim como a holding, a ZLT também só existe no papel. Está registrada num endereço no Morumbi onde há só uma casa abandonada. Criada em julho, a ZLT tem ainda como sócio José Antonio Fragoas Zuffo, empresário da região do ABC.
Sócio na Bilmaker e na ZLT, Otávio Ramos disse à Folha que não sabia que os filhos de Lula haviam registrado uma empresa na sede da Bilmaker.
A outra holding criada pelos filhos de Lula neste ano, a LLF, foi registrada no prédio da PlayTV, emissora de jogos on-line. Os programas da PlayTV só são veiculados na Sky, que distribui o canal como cortesia, e pela OiTV. A PlayTV é controlada pela Gamecorp, o maior dos empreendimentos de Lulinha.
A Folha acompanhou um dia de programação e não viu anúncios publicitários.
Inaugurada em dezembro de 2004, a Gamecorp recebeu injeção de R$ 5 milhões da telefônica Telemar (hoje Oi), num negócio investigado pela Polícia Federal há três anos -sem resultados.
Quando se soube em 2006 que a Oi, então Telemar, havia se associado à Gamecorp, o presidente Lula disse à Folha que seu filho era o "Ronaldinho" dos negócios. "Eles fizeram um negócio que deu certo. Deu tão certo que até muita gente ficou com inveja", afirmou. No final de 2009, a empresa tinha capital negativo.
G4
Meses antes de a Gamecorp ser constituída, Fábio Luís se tornou sócio da G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, tendo como parceiros filhos de um velho amigo de Lula, Jacó Bittar, fundador do PT e ex-prefeito de Campinas, hoje no PSB.
Foi por meio da G4 que Lulinha virou sócio de outra empresa, a BR4 Participações, criada em 2004, e que, três anos depois, ganhou como sócio Jonas Leite Filho, sobrinho do ex-senador Ney Suassuna (PMDB-PB).
Jonas Leite é conhecido pelo projeto que criou a versão da Bíblia lida pelo apresentador Cid Moreira, da TV Globo, um sucesso de vendas. A BR4 é, por sua vez, acionista da Gamecorp. Da Folha de SP deste terça-feira
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quarta-feira, setembro 22, 2010
ERENICE PERDE A BOCA NA ELETROBRAS. MAS ELA É APENAS A GENI DO PT. A PONTINHA DO ICEBERG.
A ex-ministra também deve perder sua cadeira no Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A substituição da ex-ministra é dada como certa nos bastidores do banco. Erenice, que fazia parte do Conselho Fiscal do banco desde abril de 2008, foi transferida para uma posição mais importante, no Conselho de Administração, em maio deste ano, após substituir a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, na Casa Civil. Do portal do Estadão
MEU COMENTÁRIO: Além de Ministra da Casa Civil, Ereni mamava também na Eletrobras, recebendo generoso jeton para fazer parte do Conselho de Administração da Estatal Eletrobras, também completamente aparelhada pelo PT.
Resultado: além do fato de que cada cidadão financia com o seu trabalho (classe média, ricos e pobres, todos) os salários nababescos das Erenices das estatais como Eletrobras, Petrobras, BNDES e similares, o empreasariado mama empréstimos com juros baixíssimos e embolsa milhões para tocar as suas fábricas de estopa e ferrarias dos anos 50.
Tirante o agronegócio que realmente segura as pontas oferecendo comida com fartura para os brasileiros, o resto do empresariado já se transformou numa máfia consumidora de dinheiro público. Não evoluem tecnologicamente, não investem em pesquisas e só fazem discursos hipócritas contra os juros altos. Eles sabem que eu sei tudo. Eles me conhecem há muito anos. Eles sabem muito bem o que eu estou dizendo.
São eles, os grandes empresários brasileiros, os sabujos vagabundos que contribuem com milhões para bancar a campanha da Dilma do Lula. No final das contas, eles são os laranjas do PT, os lavadores do dinheiro público que se some pelo esgoto da campanha do PT.
Erenice é arraia miúda. Anuiu em ser a Geni do PT. Ela é apenas uma pontinha desse iceberg de sacanagem em que foi transformado o Estado brasileiro sob o comando da máfia petista.
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quinta-feira, julho 22, 2010
MPF INVESTIGA LIGAÇÃO DE EMPRESÁRIO COM GOVERNO E DILMA. SUSPEITA DE TRANSFERÊNCIA DE "VERBAS INDEVIDAS"
O Ministério Público Federal (MPF) investiga oficialmente, há dez dias, a ligação do empresário Benedito de Oliveira Neto, o Bené, com o governo federal e a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. Um inquérito civil foi instaurado pela procuradora da República Michele Rangel de Barros Bastos. Segundo a portaria assinada por ela, o objetivo da investigação é apurar indícios de que o empresário seria "financiador" da campanha de Dilma e que estaria recebendo "verbas indevidas" do PT, além de benefícios em contratos com o governo.
Benedito é sócio da empresa Dialog Serviços de Comunicação e Eventos e sua família é dona da Gráfica Brasil, ambas com contratos milionários fechados com o governo nos últimos anos. O nome do empresário apareceu há dois meses, como uma espécie de gerente informal e financiador do comitê de campanha de Dilma. Bené participou das negociações com o grupo de arapongas contatado pelo PT para, supostamente, produzir dossiês contra adversários da candidata à Presidência.
Juntas, as empresas Dialog e Gráfica Brasil receberam R$ 216 milhões do governo desde 2006. Em 7 de junho do ano passado, o jornal O Estado de S. Paulo revelou irregularidades na atuação da Dialog na Esplanada. A empresa do ramo de eventos utilizou o chamado "jogo de planilhas" - misturar preços simbólicos, irreais a valores de mercado - para assinar um contrato com o Ministério das Cidades em 2007. Para vencer os adversários, a Dialog ofertou 105 itens com preços impraticáveis no mercado. Por meio desse contrato, a empresa passou a prestar serviços com outros órgãos do governo sem precisar de licitação.
Investigação da Controladoria-Geral da União (CGU), iniciada no ano passado, apontou ainda uma série de irregularidades cometidas pela Dialog dentro do governo. A empresa ganhou fama em fevereiro do ano passado após receber R$ 1,2 milhão para preparar um polêmico encontro de prefeitos que promoveu a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, já escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sucedê-lo. A reportagem procurou Benedito de Oliveira, mas ele não foi localizado para comentar o assunto. Do site do Estadão
quarta-feira, julho 21, 2010
SERRA FALA A EMPRESÁRIOS EM GOIÂNIA E DENUNCIA QUE PT QUER INTIMIDAR JUDICIÁRIO
Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, criticou a ameaça do PT de entrar com uma representação contra a vice-procuradora geral eleitoral, Sandra Cureau. Segundo ele, isso seria uma tentativa de intimidação à Justiça. O candidato aproveitou para acusar novamente a campanha de sua adversária petista, Dilma Rousseff, de quebrar o sigilo bancário do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge .
"Quando se falou do dossiê, também entraram com pedidos de esclarecimento."
- É para intimidar a Justiça, sem dúvida nenhuma, mas acho que não vai conseguir. Quando se falou do dossiê, da baixaria que eles estavam preparando, também entraram com pedidos de esclarecimento. Hoje está mais do que comprovado: um crime contra a constituição foi feito. Não que tivesse algo errado, escondido, não tinha. Mas foram quebrados sigilos fiscal, de maneira inconstitucional, de dirigente do PSDB, fora a mentirada que é espalhada - criticou Serra.
Durante a coletiva, realizada na sede da Federação das Indústrias de Goiás (FIEG) , em Goiânia (GO), Serra disse que estão sendo espalhadas mentiras contra ele, como a de que ele irá privatizar os Correios, a Caixa Econômica e o Banco do Brasil, e que vai acabar com os concursos público. Serra criticou ainda o loteamento de cargos políticos no governo Lula.
- Campanha não é mais debate, é mentira, é teatro. É processar vítima. Tudo como máquina de intimidação. Temos o Brasil loteado. O PT espalhou que vou privatizar os Correios, assim como a Caixa Econômica e o Banco do Brasil. Espalharam que vou proibir concurso público. Eu, proibir? É tudo o que defendo. É como o programa de direitos humanos, depois recuaram. Tem um projeto muito maior de controle da sociedade. Eu acho que o governo deve ser reestatizado. Eu criei duas (estatais), a Anvisa e ANS. Na época ninguém veio me sugerir nomes, hoje é tudo divido entre os partidos - disse Serra.
"SEGUROBRAS"
Sobre a proposta do governo Lula de criar mais uma estatal, na área de seguros, Serra falou que é grande o risco de corrupção:
- Isso vai gerar corrupção. Atividade de seguro enseja corrupção. E na área governamental é um inferno. O que vai acontecer é que uma empresa dessa vai dar seguro para grandes obras, e depois o governo vai ter que bancar. É o público sendo chamado para fazer política, vai dar seguro onde não devia; vão armar uma 'segurobras', fonte de grande corrupção.
Para uma plateia formada por empresários goianos, Serra fez duras críticas a ações do governo Lula, principalmente sobre as concessões para a realização de grandes obras, citando a hidrelétrica de Belo Monte. Segundo ele, ser empresário é correr risco, mas nas concessões do governo Lula é "tudo sem risco". Ele afirma que o governo banca os riscos e os empresários que aderem apenas entram para ganhar.
- É tudo sem risco. Se alguém paga a conta do que não der certo é o governo, se não der problema, eles (empresários) ganham - disse.
Serra fez críticas ainda à política externa do presidente Lula. Segundo ele, Lula viajou muito e tornou o Brasil mais conhecido, mas isso não deeterminou bons resultados para o comércio externo. O tucano ironizou ainda a tentativa do presidente brasileiro de tentar fazer um acordo em relação à produção de bomba atômica com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.
- O Lula vive viajando. Divulgou o Brasil muito. Algumas iniciativas são discutíveis, como acreditar em ditadores que são versões hitllerianas do século XXI - criticou.
GOVERNO LULA FINACIA MST
Na palestra aos empresários, o tucano também acusou o governo Lula de financiar o MST. Ele disse que, embora seja ultrapassado, ele não tem nada contra o MST.
- É lógico que dão dinheiro. Todas as ONGs dele (do MST) estão fazendo campanha, o que é ilegal. Mas, parafraseando Fernando Pessoa, 'tudo vale a pena quando a multa é pequena'.
Durante a coletiva, Serra evitou polemizar sobre as declarações de Dilma, que afirmou na segunda-feira que a iniciativa, em relação aos genéricos, foi do governo Itamar Franco e teve como defensor o ex-ministro da Saúde, Jamil Haddad.
- Todo mundo no Brasil sabe do meu papel a respeito dos genéricos, não vou perder tempo respondendo isso. É só ela se informar mais - disse Serra.
CAMINHADA NAS RUAS
Nesta terça-feira, José Serra participou também de uma caminhada na Rua 4, uma das ruas de comércio popular de Goiânia. Ele era aguardado por carros de som, militantes do PSDB e candidatos aliados e foi recebido com fogos. Texto e foto do site do jornal O Globo
domingo, maio 31, 2009
EXTRA!!! RELATÓRIO RED HOUSE E O IV REICH (I)
Relatório Red House: o IV Reich como império econômicoO relatório datilografado de três páginas, marcado secreto, copiado para oficiais ingleses e enviado por via aérea para Cordell Hull, Secretário de Estado americano, dava detalhes de como os industriais iriam trabalhar com o partido nazista para reconstruir a economia alemã através de envio de dinheiro pela Suíça.
Eles construiriam uma rede de empresas de fachada no exterior; aguardariam as condições ideais e então eles tomariam a Alemanha de novo.
Os industriais incluíam representantes da Volkswagen, Krupp e Messerschmitt. Oficiais da marinha e ministério de armamento estavam também na reunião e com incrível precaução eles decidiram juntos que o Quarto Reich, diferente do antecessor, seria um império econômico e não militar, mas não apenas alemão.
O relatório Red House, que foi descoberto em arquivos da inteligência americana, foi a inspiração para o meu romance O protocolo de Budapeste.
O livro começa em 1944 quando o exército vermelho avança sobre a cidade sitiada, depois pula para os dias atuais, durante a campanha eleitoral do primeiro presidente da Europa. O super estado da União Européia é revelado com fachada para uma conspiração sinistra, enraizada nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial.
Mas conforme pesquisei e escrevi o romance, eu percebi que partes do relatório Red House haviam se tornado um fato.
A Alemanha nazista exportou grandes quantidades de capital através de países neutros. Empresas alemãs criaram uma rede de empresas de fachada no exterior. E a economia alemã se recuperou logo depois de 1945.
O Terceiro Reich foi derrotado militarmente, mas poderosos banqueiros, industriais e funcionários públicos da era nazista, renasceram como democratas e logo prosperaram na Alemanha Ocidental. Lá eles trabalharam por uma nova causa: a integração política e econômica da Europa.
É possível que o Quarto Reich que aqueles industriais nazistas previam tenha se tornado realidade?
O relatório Red House foi escrito por um espião francês que estava na reunião em Strasbourg em 1944, e ele pinta um quadro extraordinário.
Os industriais no Hotel Maison Rouge esperaram que o Obergruppenführer da SS Dr. Scheid começasse a reunião. Scheid tinha uma das patentes mais altas na SS, equivalente a general. Ele tinha uma figura imponente no seu uniforme verde. Guardas foram colocados do lado de fora e a sala foi inspecionada.
Lá ele respirou fundo antes de começar a falar. A indústria alemã precisa perceber que a guerra não pode ser vencida, ele declarou. Ela precisa tomar medidas para uma campanha comercial pós-guerra. Tal declaração era traição - o suficiente para levá-lo aos porões da Gestapo, seguido de uma viagem sem volta a um campo de concentração.
Mas Scheid tinha autorização especial para falar a verdade – o futuro do Reich estava em jogo. Ele ordenou aos industriais que fizessem contratos e alianças com firmas estrangeiras, mas deveriam ser feitos individualmente e sem atrair nenhuma suspeita.
Os industriais deveriam pegar emprestadas somas substanciais de países estrangeiros depois da guerra.
Eles deveriam explorar as finanças de empresas alemãs que já haviam sido usadas com fachadas para penetração no exterior, disse Scheid, citando alguns parceiros americanos da gigante Krupp, Zeiss, Leica e da empresa mercantil Hamburgo-America.
Mas quando os industriais deixaram a reunião um punhado deles foi chamado para uma segunda reunião, presidida pelo Dr. Bosse do Ministério de Armamentos. Haviam segredos a ser compartilhados com a elite da elite.
Bosse explicou como, mesmo embora o Partido Nazista tenha informado os industriais que a guerra estava perdida, a resistência contra os aliados continuaria até que houvesse uma garantia de unidade alemã. Ele então descreveu uma estratégia de três estágios para o Quarto Reich.
No primeiro estágio os industriais deveriam se preparar para financiar o Partido Nazista, que seria obrigado a ficar as escondidas.
No segundo estágio o governo proveria grandes somas de dinheiro para os industriais alemães.
No terceiro estágio empresas alemãs criariam uma rede de agentes no exterior através de empresas de fachada, que daria cobertura para pesquisa militar e inteligência, até que os nazistas retornassem ao poder.
A existência destes seria conhecida apenas por poucas pessoas em cada indústria e chefes do partido nazista, anunciou Bosse.
Cada escritório terá um agente do partido. Logo que o partido se tornar forte suficientemente para restabelecer seu controle sobre a Alemanha, os industriais serão recompensados por seu esforço e cooperação através de concessões e pedidos.
Os fundos exportados seriam canalizados através de dois bancos suíços em Zurique, ou através de agencias na Suíça que compraram propriedades na Suíça para os alemães, por uma comissão de 5 por cento.
Os nazistas estavam mandando fundos por países neutros há anos.




