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Este vídeo dispensa maiores comentários. É claro e objetivo e reflete uma realidade. Me foi enviado através do Twitter pelo presidente da Organização dos Venezuelanos no Exílio - ORVEX (que tem banner/link permanente na coluna ao lado abaixo), Elio Aponte. Notem que a preocupação não se circunscreve apenas aos democratas brasileiros no que diz respeito ao futuro institucional do Brasil, mas também aos venezuelanos que amargam o exílio ou apodrecem nos calabouços da polícia política de Hugo Chávez.
Há poucos dias Chávez prendeu um dos principais líderes opositores venezuelanos, Alejandro Peña Esclusa, que continua nas masmorras da polícia política chavista. Teve seu apartamento invadido pelos bate paus do comunismo bolivariano; suas três filhas menores trancafiadas num quarto; sua esposa em outro e Esclusa algemado e imobilizado pelos botocudos bolivarianos, enquanto seus algozes plantavam no quarto de uma de suas filhas menores 'provas' que ligariam o político opositor ao terrorismo. Algo surrealista, porém deletério, a mostra que o comunismo bolivaria uma as mais nefastas práticas stalinistas para calar seus opositores.
Quem imagina que o Brasil está livre disso se engana. Chávez quando assumiu o poder jurou de pés juntos que respeitaria a Constituição e a alternância do poder. Deu no que deu. Mas as coisas não acontecem de repente. Chávez já está há 11 anos no poder. Fechou o Senado e criou uma Assembléia Nacional por ele dominada. Usando os mecanismos democráticos criou impôs um ditadura no país.
Esta é a realidade tenebrosa que também ameaça o Brasil e exige uma reflexão importante.
Repito que a eleição presidencial, cuja campanha está em curso, é definidora para o futuro das instituições democráticas brasileiras.
Não se iludam! Tanto é que no vídeo é o próprio Hugo Chávez, apoiador de Dilma, que se regozija afirmando que ela, Dilma, é "da linha dura"!
EM TEMPO: Interessante que o vídeo, postado fora do Brasil, provavelmente na própria Venezuela, diz que Dilma é a candidata de Chávez e da Folha de São Paulo. A mostrar que o diário paulistano está perdendo a sua credibilidade não apenas no Brasil, mas também no exterior.
O governo do presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, negou neste sábado que pretenda lançar um ataque militar contra a Venezuela, como havia denunciado o presidente do país vizinho, Hugo Chávez.
"A Colômbia jamais pensou em atacar ao povo irmão da República Bolivariana da Venezuela, como disse o presidente desse país em um claro engano a sua própria nação", enfatizou um comunicado oficial lido pelo Secretário de Imprensa do Executivo colombiano, César Velásquez.
O porta-voz acrescentou ainda que a Colômbia apelou aos canais de direito internacional "e seguirá insistindo nesses mecanismos para que sejam adotados os instrumentos que façam com que o governo venezuelano cumpra com a obrigação de não abrigar terroristas colombianos".
Mobilização na Venezuela
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, informou nesta sexta-feira (30) que enviou unidades militares - aéreas e de infantaria - para a fronteira com a Colômbia, porque o presidente colombiano, Álvaro Uribe, é "capaz de qualquer coisa".
"Mobilizamos unidades militares, aéreas (...), de infantaria, mas em silêncio porque não queremos alterar ninguém, a população", disse Chávez em entrevista à televisão estatal VTV, sem dar detalhes sobre os efetivos enviados à zona de fronteira.
"Uribe é capaz de qualquer coisa nestes dias que lhe restam (de governo). Isto se tornou uma ameaça de guerra, mas nós não queremos a guerra", acrescentou Chávez, que na semana passada rompeu relações com a Colômbia, após Bogotá denunciar na Organização dos Estados Americanos (OEA) a presença de mais de 1.500 guerrilheiros colombianos no território da Venezuela.
O presidente venezuelano revelou ainda que um helicóptero colombiano violou na quinta-feira o espaço aéreo da Venezuela, durante 5 minutos, na zona de fronteira dos Estados de Zulia e Táchira.
Sobre a presença de guerrilheiros colombianos na Venezuela, Chávez garantiu que não há qualquer rebelde, mas admitiu que "paramilitares" operam no lado venezuelano da fronteira. "São paramilitares e não guerrilheiros" procedentes da Colômbia.
Denúncia
Uribe defendeu na sexta-feira (30) sua posição ao afirmar que "é preciso ter ousadia para denunciar internacionalmente os terroristas". "Há que ter ousadia para respeitar a comunidade internacional, ser franco para apresentar nossas queixas".
O presidente colombiano entrega o poder no próximo dia 7 de agosto a seu ex-ministro da Defesa Juan Manuel Santos.
Pouco tempo depois das declarações de Chávez sobre a mobilização de tropas, o governo colombiano comunicou o início das operações, neste sábado, de uma base militar encarregada de vigiar o espaço aéreo na fronteira com a Venezuela e combater as guerrilhas das Farc e ELN na região.
A base está situada em Yopal, capital do departamento de Casanare, e será inaugurada pessoalmente pelo presidente Álvaro Uribe, anunciou a Força Aérea Colombiana (FAC).
"Esta unidade abrange os departamentos de Arauca (fronteira com Venezuela) e Casanare, sobre uma área total de 69.000 km2, e contará com aeronaves de transporte, inteligência e combate", incluindo aviões e helicópteros.
A base dará proteção aérea à infra-estrutura petroleira nesta região do país, e auxiliará no combate "aos diferentes grupos narcoterroristas que agem nesta parte do território colombiano, como as Frentes 28, 45 e 10 das Farc, e as quadrilhas de José David Suárez e Adonai Ardila Pinilla, do ELN". Do site G1
Momento em que Hublet aplicou golpes com a bengala em Zé Dirceu
O curitibano Yves Hublet (foto) ganhou destaque no Brasil no dia 29 novembro de 2005 ao atacar a bengaladas o então deputado José Dirceu, que estava sendo processado por envolvimento no “mensalão”. Hublet era escritor e morreu na segunda-feira (26) na capital federal em circunstâncias estranhas, segundo relato de seu editor e amigo Airo Zamoner, da editora Protexto. Hublet completou 72 anos em abril passado.
Fernando Lugo com Adriano Muños, Hugo Chávez y Del Rosario Denis, nas três fotos do meio. Acima e abaixo, Lugo aparece com os jóvens estudantes paraguaios bolsistas na Venezuela. Na foto do rodapé do portfolio, Lugo está com o boné do MST. No facsímile, aparece o suposto telefonema de "Yiyo" com os terroristas do EPP. Clique sobre as imagens para vê-las ampliadasO governo da Colômbia acusou nesta sexta-feira, 30, o da Venezuela de boicotar uma declaração final pactuada na cúpula de chanceleres da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), que foi realizada na quinta-feira, em Quito, para analisar a crise entre os dois países, mas que terminou sem acordos.
"Alcançamos uma declaração praticamente pactuada por todos", na qual estava incluída o pedido da Colômbia de criar um "mecanismo de cooperação eficaz e de verificação" da suposta presença de guerrilheiros na Venezuela, disse hoje a várias emissoras locais o chanceler colombiano, Jaime Bermúdez.
No entanto, "no último minuto, a Venezuela voltou atrás, quando todos os chanceleres já tinham decidido a posição oficial", disse Bermúdez.
Segundo ele, inclusive o chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, "aceitou a versão inicial" da declaração, mas "quando fez consultas, seguramente a Caracas, a decisão foi danificada no final".
Os ministros das Relações Exteriores da Unasul não conseguirem superar em Quito a crise diplomática entre Venezuela e Colômbia e passaram a missão para os presidentes da região, por considerarem que o tema precisa de uma definição "do mais alto nível".
Na quinta-feira passada, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, rompeu as relações diplomáticas com a Colômbia depois que o embaixador colombiano na Organização dos Estados Americanos (OEA) denunciou a presença de 1.500 guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN) em solo venezuelano. Do site do Estadão
Esta foto que está no blog Interprensa, da Venezuela, fala por si só. Lula pronto para pegar o boné e sabe que não conseguirá eleger a sua candidata. Enquanto isso Hugo Chávez chegou a exumar a ossada de Bolívar, para desviar a atenção dos venezuelanos do descalabro da economia, dos alimentos apodrecidos pela incúria e a corrupção do funesto Estado Bolivariano que se transformou numa ditadura cruel e que já coleciona presos políticos. O mais recente é o líder opositor Alejandro Peña Esclusa, encarcerado pela polícia política a mando do tirano de Miraflores.Saudamos com sentido bolivariano, patriótico e revolucionário a magna Celebração do seu Quinto Congresso Nacional “REFORMA AGRÁRIA: POR JUSTIÇA SOCIAL E SOBERANIA POPULAR”
Na conclusão da mensagem as FARC assinalam:
Uma das rações principais de nossa luta revolucionaria na Colômbia é a Reforma Agrária de verdade, que os governos liberais e conservadores das oligarquias não fazem porque defendem os interesses dos grandes latifundiários e pecuaristas, que também são narcotraficantes, financeiros e instigadores das quadrilhas dos paramilitares ao serviço do Terrorismo de Estado. No caso colombiano, é impossível uma autêntica Reforma Agrária, sem antes conquistar o poder político para o povo. Estamos convencidos da plena vigência da combinação de todas as formas de luta de massas pela Nova Colômbia, a Pátria Grande e o Socialismo, como foi definido há poucos meses pela nossa Nona Conferência Nacional.
Desejamos-lhes muitos êxitos, amor imperecível à Mãe Terra e vontade inesgotável de lutar pela Justiça Social e a Soberania Popular.
Contra o Imperialismo...pela Pátria!
Contra a Oligarquia... pelo Povo!
Somos FARC, Exército do Povo.
Comissão Internacional
Montanhas da Colômbia, Junho de 2007
De acordo com o diretor do departamento antinarcóticos da polícia boliviana, coronel Félix Molina, ele foi detido na noite de terça-feira em sua casa, em El Alto, na Grande La Paz, processando cocaína, vestindo suas roupas cerimoniais. O filho do sacerdote e um casal de colombianos ainda não identificado pela polícia estavam no local do crime.
"Fui enganado pelos colombianos, não tenho nada a ver com isso. Lhes fiz um favor, me disseram que iam fazer pastilhas de ervas e pomadas", disse o acusado.
"Não importa quem seja, a pessoa que cometeu irregularidades deve submeter-se à lei", disse o vice-presidente Alvaro Garcia. "Não foi escolhido pelo presidente, mas pelos religiosos andinos".
Segundo a polícia, a cocaína foi avaliada em US$ 300 mil. O forte cheiro de produtos químicos que exalava da casa fizeram os vizinhos acionarem as autoridades.
O sacerdote de 55 anos participou da posse do segundo mandato de Evo, em um rito andino celebrado no maior tempo arqueológico da Bolívia. Mejillones tem o título de amauta, o maior líder espiritual da religiosidade andina. Texto e foto do site do Estadão
Sigler agradeceu hospitalidade americana. Clique na foto p/ amplia-laSigler aterrissou no aeroporto internacional de Miami vindo direto de Havana, e foi recebido por funcionários e políticos locais junto com integrantes da diáspora cubana que vestiam camisas com o rosto do prisioneiro político falecido, Orlando Zapata Tamayo.
"Sinto uma mistura de alegria e de dor. Alegria porque estou em uma pátria livre onde realmente se respeitam os direitos humanos, que me acolheu para me ajudar no restabelecimento da minha saúde. E dor porque sou um patriota, deixo meu país, meu irmão Guido e todos os irmãos de luta que se encontram na masmorra do tirano Fidel Castro", disse o ex-prisioneiro.
Sigler, de 47 anos, era boxeador antes de ser preso, e foi libertado em junho com uma licença extrapenal por seu precário estado de saúde. Sua libertação foi o primeiro resultado do diálogo entre o governo de Raúl Castro e a Igreja Católica, com mediação da Espanha.
As autoridades cubanas condenaram Sigler e seu irmão Guido a 20 anos de prisão por supostamente "estarem vinculados a potências inimigas".
Miguel Sigler, irmão dos dois opositores que reside em Miami desde 2005, afirmou à Efe que "Guido continua atrás das grades porque se recusa a ser enviado à Espanha".
Além de Ariel Sigler, o governo cubano já libertou 20 presos políticos que se encontram na Espanha e se comprometeu a libertar mais 32 dissidentes em um prazo máximo de quatro mese. Do site do Estadão
Na região de Pindoty Porã, departamento de Canindeyú, no Paraguai, fronteira com o Mato Grosso do Sul e o Paraná estão montados centros de treinamento das FARC.
Segundo relatórios das autoridades brasileiras e paraguaias, entre 22 e 24 de julho, ocorreram pelo menos três cursos sobre técnicas de guerrilha para brasileiros, principalmente do MST dos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paraná. Em 29 de agosto ocorreu um curso destinado a equipes de segurança de traficantes do Rio e São Paulo.
A coordenação do MST alega que a denúncia é infundada e que o movimento mantém relações de intercâmbio apenas com organizações camponesas latino-americanas.
A região de Pindoty Porã é usada há mais de dois anos pela FARC para o tráfico de drogas e armas. O grupo é favorecido pela ausência e conivência de autoridades locais. Do site WikeNotícias
A desconfiança da Colômbia em relação ao governo Luiz Inácio Lula da Silva limita a capacidade de mediação do Brasil na atual crise entre Bogotá e Caracas. Segundo analistas e ex-diplomatas dos dois países ouvidos pelo "Estado", a diplomacia do presidente Lula é percebida como excessivamente simpática ao governo de Hugo Chávez, embora, formalmente, as relações com Bogotá também sejam boas.
"Não é que Lula seja visto como hostil, mas certamente não inspira confiança no governo colombiano, como, por exemplo, o Chile ou o Peru", opina o cientista político Alejo Vargas, da Universidade Nacional da Colômbia. "Para a Colômbia, e em especial para (o presidente Álvaro) Uribe (que deixa o cargo no dia 7), é importante que os governos vizinhos reconheçam as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) como terroristas - e isso o Brasil não fez."
No mês passado, uma fonte próxima ao Ministério da Defesa colombiano disse, sob condição de anonimato, que autoridades de seu país ficaram "chocadas" ao encontrar, no computador apreendido de um líder guerrilheiro, indícios de que integrantes das Farc teriam tido acesso à figuras ligadas ao governo Lula durante as gestões do caso Olivério Medina - ex-padre vinculado à guerrilha refugiado em território brasileiro. Em 2008, o Brasil condenou duramente o bombardeio colombiano contra um acampamento da guerrilha no Equador (a Colômbia ficou isolada na região). E, em 2009, o governo brasileiro criticou o acordo que permite aos Estados Unidos usar sete bases militares na Colômbia. Do site do Estadão - Leia MAIS
MEU COMENTÁRIO: Tanto o governo do Presidente Álvaro Uribe, como o deputado Índio da Costa e o candidato José Serra, expressam igual preocupação no que diz respeito a essa posição dúbia do governo do PT com relação às FARC.
De fato, até hoje o PT não emitiu um pio, isto é, não proclama seu repúdio ao bando terrorista assassino que agora também opera em território venezuelano. Aliás, como postei aqui no blog, a Venezuela admtiu a existência dos acampamentos das FARC em seu território.
Em post mais abaixo há transcrição de matéria do portal da Folha.com, em que a Colômbia afirma que não retificará as denúncias contra a Venezuela de jeito nenhum e já antevendo as opiniões da tal "comunidade internacional", advertiu que trazer outras Nações com seus panos quentes para dentro desta discussão só beneficiará os narco-terroristas das FARC.
A Colômbia afirmou nesta terça-feira que não vai discutir um "plano de paz" que Caracas levará à reunião de chanceleres da Unasul (União de Nações Sul-americanas), prevista para esta quinta-feira em Quito. Bogotá também advertiu que não fará nenhuma retificação de sua denúncia sobre a presença de guerrilheiros colombianos na Venezuela. As afirmações foram feitas pelo chanceler colombiano na Unasul, Jaime Bermúdez.
O "plano de paz" está sendo proposto pelo chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, que realiza viagem por vários países da região.
Bermúdez reiterou que "um verdadeiro plano de paz passa por capturar os terroristas, e não permitir sua presença com a conivência de algumas autoridades". "Na medida em que as Farc não encontrarem espaço físico nem político no mundo, assim se decidirá fazer a paz."
Sobre o pedido de "uma retificação a fundo" da denúncia do governo colombiano, Bermúdez foi taxativo em dizer que isso não acontecerá "em absoluto".
Ele negou ainda qualquer intenção de agressão ao país vizinho. "A Colômbia tem claro que seus únicos inimigos são o narcotráfico e o terrorismo", disse o chanceler.
O chanceler da Colômbia na Unasul convocou uma entrevista coletiva para explicar a posição que seu governo levará ao encontro do grupo, solicitado pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez. A Colômbia deve insistir em "conseguir um mecanismo concreto e eficaz que permita a verificação" e "impedir a presença de terroristas".
De antemão, ele já previu que nenhuma conclusão deve ser atingida em Quito, já que na Unasul as decisões são adotadas por consenso. Do Portal Folha.com - Leia MAIS
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne com o ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro, a partir das 19h desta segunda. O tema do encontro é a crise política entre a Venezuela e a Colômbia. Na semana passada, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, rompeu relações diplomáticas com o país vizinho. O presidente colombiano, Álvaro Uribe, acusa Chávez de abrigar guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
A reunião foi marcada depois de um encontro entre o secretário-geral do Itamaraty, Antônio Patriota, e o ministro venezuelano no Rio de Janeiro, pela manhã. Na reunião, Maduro pediu um encontro com Lula ainda nesta segunda para tratar da crise.
Maduro chegou ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), de onde o presidente Lula despacha provisoriamente, com meia hora de antecedência. O encontro não estava na agenda original do presidente Lula, mas foi incluído na relação de compromissos oficiais no meio da tarde.
Na semana passada, o Brasil anunciou que tinha interesse em que o conflito fosse resolvido o mais breve possível. Em nota, o Itamaraty informou que a situação causava “preocupação”. Lula ligou na sexta-feira para o presidente Chávez e Álvaro Uribe, mas o teor das conversas não foi divulgado. Do site G1
RECADO PARA LULA: Aproveita a oportunidade e pede a libertação do líder oposicionista Alejandro Peña Esclusa e a detonação das FARC em território venezuelano.
Pintados para a guerra e armados de flechas e tacapes, índios de onze etnias invadiram neste domingo, 25, o canteiro de construção da usina hidrelétrica de Dardanelos, no Mato Grosso, e tomaram cerca de cem operários como reféns.
Eles querem receber uma compensação financeira de R$ 10 milhões pela inundação de áreas indígenas e a interrupção dos projetos de expansão da produção energética por meio de pequenas centrais (PCHs) previstas ao longo do rio Juruena, que corta as reservas.
Por determinação do Ministério da Justiça, uma comissão, integrada por representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Polícia Federal se deslocará nesta segunda-feira para Aripuanã, norte do Mato Grosso, a cerca de mil quilômetros de Cuiabá, onde fica a sede da hidrelétrica invadida, para negociar a libertação dos reféns e a solução do impasse. Os controladores do empreendimento também entrarão com pedido de reintegração de posse.
A tomada da hidrelétrica foi feita pela manhã por cerca de 300 guerreiros, liderados por caciques das etnias Arara e Cinta Larga, conhecidas pela valentia.
Os cintas largas procedem da mesma região de Rondônia, a Reserva Roosevelt onde, em 2004, foram massacrados 29 garimpeiros num garimpo de diamantes. Os primeiros relatos da invasão são imprecisos, mas não há registro de mortos ou de confronto entre índios e operários, que receberam os invasores sem resistência. Eles foram levados para um barracão na construção.
Maior hidrelétrica de Mato Grosso, Dardanelos vai integrar ao Sistema Nacional 36 cidades atendidas por termelétricas na região. A usina é uma das duas que tiveram construção autorizadas último no leilão de energia nova promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Do site do Estadão
MEU COMENTÁRIO: Milhares de brasileiros não podem adquirir nem uma mísera quitinete de subúrbio. Mas os remanescentes dos índios e que já estão completamente integrados à vida da civilização, pois utilizam telefone celular, televisão e até automóvel, passaram à condição de cidadãos acima de qualquer suspeita e possuidores de todos os direitos inclusive de pisotear a lei e praticar o esbulho possessório.
Argumentam alguns antropólogos que sob a terra a ser coberta pelas águas estaríam sítios arqueológicos de valor inestimável para os supostos aborígenes. E aí eu pergunto: para que serve mesmo um eventual amontoado de ossadas de qualquer cemitério ou objetos do tempo da pedra lascada? O que é mais importante, a energia elétrica ou sítios arqueológicos?
É só a luz dar uma piscada e todos se levantam em pé de guerra. Então, vamos parar com hipocrisia politicamente correta.
Como afirmei em post mais abaixo, Eremildo, o idiota, além de ter incorporado e dominado o cérebro de seu criador segue de forma solerte, porém pertinaz, avançando sobre os colunistas da Folha de São Paulo. Um dos mais recentes articulistas que sucumbiram ante o poder de Eremildo é o Fernando Barros e Silva, cujo cérebro abduzido e transformado por esse andróide estúpido, começou a ver fantasmas ao meio-dia.